Londrina também poderá ficar sem ônibus nesta quarta-feira, 15
Publicado em: 10 de março de 2017
Motoristas e cobradores devem aderir a protestos contra as reforças da Previdência. Podem parar também ônibus em Curitiba, São Paulo e o Metrô da Capital Paulista
ADAMO BAZANI
Passageiros que usam o sistema de transporte de Londrina, no Paraná, podem ficar sem ônibus nesta quarta-feira, 15 de março.
O Sinttrol – Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina decidiu apoiar o dia de protestos contra as reformas na Previdência propostas pelo Governo Federal.
A entidade diz que houve assembleias nas garagens das empresas TCGL, TIL, Londrisul e Viação Garcia, além de votações em praças e terminais, que decidiram pela adesão da categoria.
A paralisação deve ser por 24 horas.
SÃO PAULO:
Na capital paulista, na área de transportes, o Sindmotoristas – Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo também decidiu, em assembleia, que a categoria vai paralisar as atividades no dia 15 de março.
A paralisação deve ser até às 09h, mas assembleias podem prolongar o período sem ônibus.
Os metroviários de São Paulo também vão decidir se devem paralisar as atividades, mesmo que parcialmente, no dia 15.
Uma assembleia está marcada para o dia 14 na sede do sindicato dos metroviários.
Metrô e ônibus na capital paulista transportam em média nove milhões de pessoas por dia.
Outros sindicatos relacionados ao setor, como o Sintetra, dos motoristas e cobradores de ônibus do ABC Paulista, e o sindicato dos funcionários em transportes da regiões de Guarulhos e Osasco, ainda vão decidir se os trabalhadores cruzarão os braços.
CURITIBA:
Ainda na área de transportes, motoristas e cobradores de Curitiba e região metropolitana decidiram também que vão paralisar as atividades no dia 15 de março.
Foram realizadas assembleias nas as garagens das empresas Redentor, Expresso Azul Filial, Araucária Filial, CCD, Sorriso, São José dos Pinhais Matriz, Viação do Sul, Santo Antônio, Glória e São José Filial, as maiores do sistema, que reúnem em torno de 8 mil motoristas e cobradores. Caravanas também devem se dirigir à Brasília.
Adamo Bazani jornalista especializado em transportes




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