Maioria é contra gasolina financiar transporte em SP
Publicado em: 25 de janeiro de 2017
Estudo aponta insatisfação do paulisto com a mobilidade
RENATO LOBO
O transporte coletivo transporta um maior número de pessoas que o carro, por exemplo. Em contrapartida, ocupa um menor espaço, e é refém do trânsito causado pelos veículos de passeio.
Seria justo que o modal que ocupa um maior espaço e transporte menos pessoas, financiasse o sistema de transporte? Para a maioria dos paulistanos, segundo uma pesquisa, não.
Estudo realizado pela Rede Nossa São Paulo e Ibope Inteligência, em parceria com o Instituto Semeia, aponta que 44% levam em média por dia até 2 horas em seus trajetos de casa ao trabalho. A média de quem usa o ônibus (1h47) é maior de quem usa o automóvel (1h45).
Mas, o uso do transporte coletivo é feita pela maioria dos entrevistados: 55% dizem usar todos ou quase todos os dias, enquanto 28% de vez em quando e 16%, nunca. Já sobre o uso do carro no cotidiano, 27% dizem usufruir do meio de transporte individual, enquanto 37% de vez em quando e 35% raramente ou nunca.
Mesmo com esta constatação, de que os usuários do transporte coletivo são a maioria, e que gastam mais tempo nos deslocamentos, a maior parte dos entrevistados são contra o aumento da gasolina para financiar os sistemas de ônibus. 62% contra 29.
O estudo revela ainda que os paulistanos atribuem nota média de 3,7 para a qualidade de vida na cidade, em uma escala que vai de 0 a 10.
Em 17 áreas pesquisadas, a “Transporte/Trânsito” parece na posição 14º, com nota média de 3,3.
Entre os temas abordados da mobilidade, o item “quantidade de ciclovias na cidade”, aparece no topo do ranking com nota 4,5. Já a “tarifa do transporte público”, é a variável pior avaliada com 2,7.
Marginais
Cerca de 54% dos entrevistados são favoráveis a volta das velocidades de 90 km/h, 70km/h e 60 km/h nas Marginais, enquanto 41% são contra.
Renato Lobo, técnico em Transportes Sobre Pneus e Trânsito Urbano



Por isso somos um País de Terceiro Mundo, um País subdesenvolvido aonde crescemos pensando sempre em nós mesmos, sempre em levarmos vantagem, nunca olhando para o coletivo.
Um País aonde o Governo por sua vez concede isenções e previlegios a indústria automobilística a mesma que ao menor sinal de queda das vendas demite seus funcionários alegando a necessidade em razão das perca de competição.
Amigos, bom dia.
Essa questao e simples.
Todos pensam e agem como se o teansporte fosse algo publico,, fora o bla bla bla de que e Direito Social.
A REALIDADE E QUE O BUZAO DE SAMPA NA REAL E UMA ATIVIDADE EMPRESARIAL PRIVADA.
E por este motivo que nao podemos finaanciar-lo e muito menos o setor publico.
E o poder publico tem tambem de parar de fingir que financia, bem como atrapalhar na gestao.
Se querem buzao com funcao publica, e Direito Social entao torem empresa publica, tarefa zero e cobrem uma taxa de cada um dos mais de 200 milh8es de brasileiro e pronto.
Todos pagam e todos nao pagam por usar.
Assi, nada de alimentar Tubarao vom filet mignon.
Brasil sai da moita.
Ou Ford ou Sinca.
Vamos acelerar esse pais geeeeeeeeeente.
Att,
Paulo Gil