Vendas de ônibus e caminhões acumulam queda de 31,78% no ano
Publicado em: 2 de novembro de 2016
Segmentos de veículos pesados ainda sentem crise econômica e não esboçam reação considerável
ADAMO BAZANI
As vendas de veículos pesados ainda registram queda significativa, tanto no acumulado do ano como na variação entre os meses de setembro e outubro.
De acordo com balanço divulgado nesta terça-feira, 1º de novembro de 2016, pela Fenabrave -Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, os emplacamentos de ônibus e caminhões acumulam queda de janeiro a outubro deste ano de 31,78 % em comparação à semelhante período de 2015.
Nos dez primeiros meses de 2015, foram emplacados 79 mil 121 veículos de grande porte e, neste ano, foram 53 mil 980.
Se forem separados os segmentos, as vendas de ônibus registram queda maior que a média: baixa de 32,56% no acumulado de 10 meses com 11 mil 913 unidades de janeiro a outubro de 2016, ante 17 mil 655 veículos de transporte coletivo de janeiro a outubro de 2015.
Já o mercado de caminhões recuou 31,55% na comparação dos acumulados, com 42 mil 067 veículos de carga produzidos nos 10 meses de 2016 até agora ante 61 mil 456 no período de 2015.
Em relação às marcas, no caso de caminhões, Mercedes Benz e Volkswagen estão muito próximas, com a Mercedes retomando a liderança que por muito tempo foi da Volks. Ford aparece em terceiro.
Já no segmento de ônibus, a Mercedes-Benz detém quase 60% de participação no mercado. A segunda colocada, Volkswagen, apresenta participação em torno de 13%, seguida de Marcopolo, que é fabricante de carrocerias, mas, neste caso, a Fenabrave conta as vendas de miniônibus Volare, da marca, que são comercializados já montados.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



Amigos, boa noite.
Pensando bem, nao e culpa da crise economica a queda nas vendas dos pesados, em especial o buzao.
E culpa do Efeito Brasil, licitacoes impossiveis de se cumprir, de se realizar (Sampa) , e querer que as empresas do buzao paguem pelo “direito social” e outros.
Sem contar o pagamento D + X , sendo X quando as prefeituras quiserem.
Fora o congelamento.
Brasilllllllllllll
Att,
Paulo Gil
Se as vendas da Volare fossem contabilizadas para a Agrale, a Agrale estaria concorrendo diretamente com a VW.