TCE questiona mais de 60 pontos de obras do monotrilho no Morumbi
Publicado em: 12 de agosto de 2016
Valor das construções saltaram de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,17 bilhões, sem incluir as estações.
RENATO LOBO
O Tribunal de Contas Estadual – TCE fez uma série de questionamentos ao Metrô sobre as obras do monotrilho da Linha 17-Ouro, no que diz respeito aos atrasos nas construções e até na escolha do modal.
Assinado pelo Conselheiro Antônio Roque Citadini, o documento questiona também a rapidez que obra deveria ter ocorrido. “Os atos praticados na execução dos serviços descaracterizaram o objeto (sistema de transporte por monotrilho), cujas características são a rapidez da instalação, baixa quantidade de desapropriação e menor interferência na rotina urbana”, diz o relator.
Em outro ponto, Citadini afirma que o Governo do Estado “entrou em uma aventura”. “Os elementos existentes no processo demonstram que a Companhia do Metropolitano de São Paulo embarcou em uma aventura, quando decidiu construir a Linha 17 – Ouro“, afirma.
O TCE questiona também o aumento nos valores de construção, que na avaliação do TCE saltou de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,17 bilhões, sem incluir as estações. A companhia terá o prazo de 30 dias para encaminhar suas respostas.
Secretário rebate
Durante uma entrevista à rádio CBN, o Secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, disse que o custo das oito estações do monotrilho não constava no contrato principal, e foi licitado posteriormente. Segundo ele, as obras deverão ficar em torno de R$ 300 milhões o quilômetro, o que é um “valor mais do que compatível internacionalmente com os monotrilho no mundo”, nas palavras do titular da pasta.
O titular da pasta afirma que o novo cronograma da conta de que o monotrilho do Morumbi inicie a operação assistida em 2018, com previsão de operação plena em 2019.
Em um tom mais duro, Pelissioni ainda criticou nas entrelinhas a forma com que a imprensa trata as obras. “Infelizmente as vezes os órgãos das imprensa tratam o metrô como a parte da crise toda”, diz o secretário referente a problemas enfrentados pelas construtoras com a operação Lava-jato, da polícia federal.
Renato Lobo, técnico em Transportes Sobre Pneus e Trânsito Urbano




Amigos, boa noite.
O prejuízo e o tempo perdido, ninguém recupera mais, já era.
Todos os órgãos públicos têm de se unir e colocar essa obra para ser concluída ou
IMPLODIDA.
Não há mais nenhuma argumentação que justifique o descaso.
O que importa é a solução.
MUUUUUUUUUUUUUDA BRASILLLLLLLLLLLLLLL !
Att,
Paulo Gil