Monotrilho do ABC é “negócio de mãe para filho”, diz ministra

monotrilho ABC

Governador Geraldo Alckmin e Ministra do Planejamento Miriam Belchior assinam contrato para construção do monotrilho do ABC. Maior parte dos recursos da PPP será bancada por dinheiro público e investimentos da iniciativa privada também vão contar com financiamento público. Alessandro Valle/ABC Digipress/Estadão Conteúdo

Monotrilho do ABC é negócio de mãe para filho, diz ministra Miriam Belchior
Obras vão custar R$ 4,2 bilhões. A maior parte da PPP será de recursos públicos e os investimentos privados também vão contar com financiamento de verbas públicas. Prazo para pagamento dos empréstimos é maior que da concessão dos serviços
ADAMO BAZANI – CBN
Se não houver nenhum entrave jurídico ou atraso nas obras, a Linha 18 Bronze do Monotrilho do ABC deve ficar pronta até 2018.
A previsão foi confirmada nesta sexta-feira, dia 22 de agosto de 2014, durante assinatura do contrato de concessão para a construção do sistema de trens leves que circulam sobre vias elevadas, que ocorreu no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, com a presença do governador Geraldo Alckmin, e da ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior.
O monotrilho do ABC vai ter capacidade para atender inicialmente 314 mil passageiros por dia, e a estrutura sobre as vigas terá 14,9 quilômetros de extensão com 13 estações.
Apenas para ser construído, o monotrilho vai custar R$ 4,2 bilhões. Isso significa que cada quilômetro do monotrilho do ABC terá um custo de implantação de 281 milhões 879 mil.
Apesar de ser uma PPP – Parceria Público Privada, a maior parte destes recursos será bancada diretamente por dinheiro público: R$ 2,3 bilhões. O Consórcio ABC Integrado, formado pelas empresas Primav, Encalso, Cowan e Benito Roggio Transportes, vai desembolsar R$ 1,9 bilhões e também vai contar com financiamentos de origem no dinheiro público.
“Alguns diriam que é de pai para filho e nós, do governo federal, costumamos dizer que é de mãe para filho”, disse a ministra à Agência Brasil, referindo-se ao prazo de 30 anos para o pagamento, com cinco anos de carência e juros de 5%.
O prazo de 30 anos para o pagamento será maior que da concessão da linha 25 anos: quatro anos para construção e 21 anos para operação.
Deste total de recursos, R$ 406 milhões serão oriundos do governo do estado de São Paulo para pagar as desapropriações que vão ser necessárias para as estações e para colocação das vigas que vão sustentar a via por onde o trem vai passar no alto.
A linha vai ser servida por 26 trens de menor porte que as composições do metrô e vai ligar na primeira fase a estação Djalma Dutra, em São Bernardo do Campo, até a estação Tamanduateí dos trens da CPTM e da linha 2 Verde do Metrô. Haverá conexão também com o Corredor Metropolitano ABD, de ônibus e trólebus, operado pela Metra, e por corredores municipais de ônibus.
As estações do monotrilho do ABC serão: Djalma Dutra, Paço Municipal (São Bernardo), Baeta Neves, Senador Vergueiro, Winston Churchill, Fundação Santo André, Afonsina, Instituto Mauá, Praça Regina Matiello, Estrada das Lágrimas, Espaço Cerâmica, Goiás, Tamanduateí.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

17 comentários em Monotrilho do ABC é “negócio de mãe para filho”, diz ministra

  1. Amigos, boa noite.

    Só uma correção.

    Esse é negócio do CONTRIBUINTE para o ABC, afinal,, todos nós é que vamos pagar essa conta e muito bem pago.

    Sem contar a “taxinha extra” das vigas que irão cair, com certeza, se continuarem a usarem aquele mesmo sistema falho de encaixe e emenda que existem nos AEROTREN´s já parcialmente construídos e ABANDONADOS E PARALIZADOS.

    Esse AEROTEM será construído no trajeto ERRADO, afinal o ABC já conta com a CPTM; o correto é essa linha 18 Bronze ser imediatamente transferida para GUARULHOS.

    Alguém discorda ????????

    Att,

    Paulo Gil

    • Eu discordo. Esta linha irá atender principalmente a São Bernardo do Campo (inclusive o prefeito Luiz Marinho foi o maior incentivador dela), região que não conta com um sistema de transporte eficiente. O corredor de onibus da EMTU operado está operando no limite, não dá mais conta do recado. E Guarulhos terá sim suas linhas de Metro, inclusive há projetos da própria linha 2 ser prolongada até lá.

      • Luiz Nunez, bom dia.

        No momento entendo que a prioridade é Guarulhos, nada contra AEROTREM no ABC e também tem de ser considerado o alto poder aquisitivo dos munícipes do ABC, além do Corredor Metra e integração CPTM Tamanduateí .

        Isso é simples de medir, nas Universidades do ABC, os pontos do buzão não ficam cheios como em outras cidades, falo isto porque já vi isto ao vivo e a cores.

        No momento a prioridade é Guarulhos até em função dos números que justificam esta prioridade.

        No ABC precisam é “fazer” acontecer a licitação do lote 5 isso sim , mas parece que esse
        lote é um fardo muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito esquisito, além de pesado.

        Att,

        Paulo Gil

  2. Amigos, bom dia.

    Aproveitando a oportunidade já que o tema é o AEROTREN.

    Outro dia me desloquei por Sampa de Van, Metrô Azul, Amarelo e Táxi.

    Ai me ocorreu uma ideia.

    O AEROTREM está sendo mal aplicado, pois por não ter uma alta capacidade de operação, não deve ser construídos AEROTREN´s de longo percurso.

    Sampa precisa de ligações em rede e neste dia que me desloquei, senti falta do AEROTREM para fazer o percurso que eu fiz de Taxi, o qual despendi R$ 20,00 e poderia ter ido de AEROTREM.

    Vou citar alguns exemplos de AEROTREM´s, que eu faria se eu tivesse o poder da caneta; serão apenas alguns exemplos elucidativos, mas com certeza há inúmeros outros

    Se a minha ideia tivesse sido aplicada com esses AEROTREM´s de longo percurso que foram semi construídos até hoje, já teríamos uma boa rede de transporte; então vejamos

    Lembrado que todas as estações serão ao nível do solo, o AEROTREM vai até o passageiro e não o passageiro tem de ir ao AEROTEM

    LINHAS DE AEROTREM´s a lá Paulo Gil, alguns exemplos.

    1) Anhembi – Metro Tietê;

    2) Metro Barra Funda – Metro Clínicas (com estação a Estação Estádio Pacaembú;

    3) Metro 4 – USP

    4) CPTM Presidente Altino – Terminall do Buzão da Vila Yara;

    5) Guarulhos – Penha

    6) Parque do Ibirapuera – Metro Ana Rosa;

    7) Parque Vila Lobos – Metro Vila Madalena

    8) Ceasa – CPTM Presidente Altino

    9) Braz – Sé

    10) Barra Funda – Sé

    11) Pirituba – Ceasa

    12) Circular Centro (antiga linha Estações da CMTC) , podendo até ser subdividida em mais de uma linha
    E tantas outras que podem e devem ser feitas.

    Ainda não fiz a conta, mas se somarmos os tantos kilometros de linhas de AEROTREM já semi-construídas até hoje e dividirmos pelos pequenos percursos acima, com certeza ao inves de 3 ou 4 linhas de AEROTREM, já teríamos mais de 10 linhas de AEROTREM funcionando e aliviando a CPTM e o Metro.

    Com o AEROTREM a lá Paulo Gil chega ao fim o ultrapassado, apertado e sujo buzão, apesar de eu ser um apaixonado pelo buzão.

    Alguém deve lembrar que eu já comentei aqui no Blog que o buzão é um produto ultrapassado, pois bem, agora com o AEROTREM a lá Paulo Gil, está comprovado que o Buzão já era.

    Tubarões querem continuar a ganhar dinheiro, então ai vai uma dica do Paulo Gil.

    Façam pra ontem uma PPP e construam suas linhas de AEROTREM vai dar mais $$$$$ do que o buzão.

    Quem não acredita não precisa se preocupar, pois o futuro irá ratificar a minha ótima ideia.

    Esse sistema sim é padrão FIFA.

    Mas não esuqeçam de depositar os royaltes na conta bancária do Paulo Gil, heim, nada de neglegenciar a $ e principalmente a autoria, inclusive das faixas exclusivas do Buzão.

    ACORDA SAMPA, ACORDA BRASILLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL

    Paulo Gil
    “Buzão e Emoção é a Paixão”

    • Boa noit

    • Boa noite!

      Paulo Gil, prazer em revê-lo virtualmente falando! Rsrs.

      Amigo, com todo respeito aos seus comentários (diga-se de passagem, visionários), eu discordo do seu primeiro post, referente a esta matéria.

      Não digo isto, por ser morador do ABC (Atualmente em SBC), mas por entender que necessitamos de renovações no transporte, além de frotas de ônibus modernas… Precisamos de um novo modal!

      O trânsito de nossa região, é similar ao caótico de São Paulo e, todas as cidades do ABC, tem relações de trabalho, lazer, saúde, comerciais, de forma muito mais intensa que 20 atrás.

      Concordo que temos uma CPTM (ruim por ruim, funciona) e a Metra (para mim, deveria ter sido um Metrô provisório), mas estes encontram-se saturados. Mesmo que futuramente, a Linha 10 tenha qualidade de Metrô, intervalos de 2 a 3 minutos, trens com 8 carros, Expresso ABC a todo vapor, as cidades de SBC e Diadema clamam por chegarem a SP com maior rapidez e eficiência.

      De fato, concordo que Guarulhos, com sua importância (a segunda maior cidade do Estado, em número de habitantes), também precisa de uma linha férrea. Aliás, uma não, umas 2 ou 3.
      Da mesma forma que outras regiões como as de Taboão da Serra e Suzano, necessitam de um Metrô! Suzano e região, precisam melhorar sua CPTM, com intervalos de 1 a 2 minutos no pico ou um Metrô.

      Impossível pensar em mobilidade na capital, sem pensarmos na RMSP comp um todo.

      Defendo sim, a Linha 18, E linha Ouro estendendo-se a Diadema e propiciando melhoria na qualidade dos serviços da Metra, que poderão funcionar com a qualidade que tinha na década de 90.

      Agora, seguindo os passos do amigo Paulo Gil, defendo um traçado que resolveria o problema dos transportes: O Metrô ou VLT, utilizar o corredor METRA.

      Seria lindo, se tivéssemos um Metrô de verdade, até imagino as estações da

      Linha Pérola:
      SÃO MATEUS X JABAQUARA.

      – Estação Terminal Jabaquara
      – Americanópolis
      – Vila Clara
      – Diadema
      – Vila Dirce
      – Vila Alice
      – Nogueira
      – Piraporinha
      – Jordanópolis
      – Kennedy
      – São Bernardo – (Acesso à Linha 18)
      – Baeta Neves
      – Gilda
      – Mário Covas
      – Alfredo Fláquer
      – Santo André (Acesso à Linha 10)
      – Estados
      – Bangú
      – Pq. Das Nações
      – Oratório
      – Sônia Maria – Metrô em Mauá!!!
      – Terminal São Mateus

      Imaginem composições com 6 carros, a cada 2 minutos no pico, 3 minutos no entrepico, 4 minutos aos sábados e 6 minutos aos domingos??? Que maravilha!!!!!!!!

      Impossível… Mas repito, duas linhas de Metrô e uma CPTM funcionando de verdade, seriam grandes passos para nossa mobilidade.

      Abraços a todos!

      Gerson Carvalho
      Administrador de Empresas e Bancário.

  3. Dilma liberando grana para Alckmin. Parabéns para ela por estar agindo de forma republicana, sem olha o partido. A maioria dos governos não faz isso.

    • Gerson, bom dia.

      Também é um prazer revê-lo virtualmente, pois seus comentários são sólidos.

      Com relação ao AEROTREM 18 – Bronze, fica tranquilo que ele já é do ABC, pois eu não tenho o poder da caneta.

      Reafirmo, que nada contra um AEROTREM no ABC, apenas entendo que no momento a prioridade é Guarulhos.

      Já morei no ABC de 1992 a 2000 e conheço bem de pertinho as carroças Thanco, Vietória e Busscar que eu fui obrigado a utilizar da Triângulo, vermelho e creme à época.

      Vir de Buzão de SA a SBC a noite – 23:00 hs, simplesmente a pior experiência possível, em todos os sentidos; uma vez um piloto fez um “rally” em toda Diadema que tive de descer antes, pois não tive coragem de estar dentro do buzão numa curva em SBC.

      Sem contar que a licitação lotérica do lote 5 não sai do lugar.

      Mas isso é passado e como eu li num para choque de caminhão.

      “Relembrar o passado é sofrer duas vezes”

      Quanto ao “parador” da Metra, você tem toda razão e isso será inevitável, ele poderia ter uma sobre vida se colocassem os meus “Kits Túneis”, mas entendo que agora não vale mais a pena, afinal “toda fila anda”, “inclusivamente” a do buzão.

      Quanto a Diadema, eu faria um Metro aéreo saindo Museu do Ipiranga até o Riacho Grande ( Av. Ricardo Jafet – Imigrantes), pá e bola uma reta só.

      Quanto a extensão da linha ouro até Diadema é uma ótima ideia, mas como eu ainda não utilizei o AEROTEM (e nem sei quando essa coisa vai funcionar de verdade) eu ainda não posso emitir nenhum comentário.

      Porém tenho minhas ressalvas quanto ao AEROTREM ser utilizado com uma alta capacidade de passageiros, que PREVISIVELMENTE e o que ocorrérá com o AEROTREM, face ao buzão ultrapassado.

      Anota ai na sua agenda mais uma PREVISÍVELLLLLLLLLL do Paulo Gil, quando esses AEROTREM estiverem funcionando os passageiros vão dar uma banana para o buzão.

      Alguém duvida ??

      É só uma questão de tempo, aguardem.

      Pode até ser por isso que o AEROTREM nem começou e já está atrasando.

      Isso se as vigas aguentarem o “tranco”, pois esta é outra questão que eu tenho minhas ressalvas, só o teste de São Tomé comprovará para todos nós, vamos ver para crer.

      Gerson fica tranquilo, o VLT, Metrô, Trem ou AEROTREM no lugar do corredor da Metra é só uma questão de tempo e caso seja empossado alguém que pense fora da caixinha, isso se transforma num estalar de dedos.

      Mais uma dica do Paulo Gil, a Metra já pode fazer uma PPP e embarcar nessa, pois o Filet Mignon tem seus dias contados.

      Vou terminar relembrando:

      Buzão é um produto ultrapassado.

      Att,

      Paulo Gil

  4. Vejamos algumas definições básicas de tipos de estações ferroviárias
    1ª Terminal: Composições não tem prosseguimento no mesmo sentido, expl. Júlio Prestes.
    2ª Passagem: Composições tem prosseguimento no mesmo sentido, expl. Luz.
    3ª Mista: Possuem ambas as características de terminal e passagem, expl. Barra Funda , Brás.
    Comparando as baldeações no Brás ou Barra Funda vejamos os dois casos;
    1º Linha dez no Brás, os usuários tem as opções de utilizar os trens suburbanos ou metro numa estação de passagem em que ambos, trens e metro estão em um local de demanda máxima no sentido Barra Funda.

    2º Linha sete na Barra Funda, com possível terminal na Júlio Prestes, os usuários tem as opções de utilizar os trens suburbanos ou metro numa estação de terminal em que ambos, trens e metro estão em uma estação terminal em um local de demanda menor no sentido Luz zona leste, pois estão no contra-fluxo, além de que quando chegassem a Julio Prestes teriam acesso via a uma passagem a ser construída, as linhas 1-Azul e 4-Amarela do metro, num total de três linhas.

    Entendo ser prioridade a volta da Linha 10-Turquesa para a estação da Luz, pois já se encontra comprovado que ela possui maior número de usuários em relação a Linha 7-Rubi, mesmo não tendo os futuros monotrilhos das linhas 18-Bronze e 15-Prata não operantes.

    A linha ABC 18 -Bronze, é outra farsa eleitoreira que se promete no futuro chegar a Luz (que hoje esta suprimida) mas que na verdade é um monotrilho com final na estação Tamanduateí, da CPTM, não até o centro, como muita gente esta entendendo, e já tem até um tal “Morando” em SBC, posando em cartaz como pai desta criança que ainda nem foi concebida.

    Uma vez que fica demonstrado tecnicamente ser esta uma decisão arbitrária e sorrateira, devemos sim, levar em conta o lado político na escolha da linha a ser retirada, pois na região do ABC são municípios independentes e seus eleitores não votam na capital, e um histórico de bom comportamento em relação a outras linhas, o que é confundido como usuários satisfeitos.

    A estação da Luz já estava com sua capacidade esgotada quando teve por um planejamento mal executado a instalação uma estação subterrânea como terminal da linha-4 Amarela do Metro, sem que a estação Nova Luz estivesse concluída.
    A estação da Luz é uma estação de característica de passagem, e é um desperdício logístico utilizá-la como estação terminal como é a Júlio Prestes, que só tem condições de receber composições provenientes de Barra Funda, se for para usar como terminal, porque não se transferiu a linha 7 para Júlio Prestes que fica próxima e esta subutilizada ?

    Algumas das últimas áreas periféricas paralelas disponíveis para estações ferroviárias em SP, como o;
    Iª Pátio do Pari;
    IIª Área entre a estação da Luz e Júlio Prestes no antigo moinho desativado, e recentemente demolido Estação do Bom Retiro, na qual englobaria as duas linhas duplas que se dirige a Luz , com uma dupla que se dirige a Julio Prestes, em uma estação unificada;
    IIIª Priorizar a execução do projeto da Nova estação da Luz, revitalizando e integrando com a Júlio Prestes, que hoje esta subutilizada com previsão de encerramento como estação ferroviária;
    IVª Cercanias da estação da Mooca até a Av.do Estado na antiga engarrafadora de bebidas desativada no município de São Paulo;
    Vª Unificação das linhas 7 e 10, ou seja, exatamente como era em passado recente e que nunca deveria ter mudado, utilizando composições mais potentes, para finalizar a alegação que a potência das composições atuais da linha 10 não é possível vencer a inclinação de linha 7, ou seja, exatamente do mesmo tipo das que são utilizadas hoje da Luz até Francisco Morato, com a aquisição de algumas unidades complementares as existentes.
    VIª Existe hoje entre as estações do Brás até Mauá uma linha ociosa que no passado foi utilizada como linha expressa com paradas na Luz, Brás, S Caetano, Sto André e Mauá.

    • Leoni, bom dia.

      Sensacional, quem conhece conhece, é isso que tem de ser feito.

      Há algum tempo eu comentei que considerando-se a natureza da atual “cracolândia” antiga estação rodoviária, esta área sempre teve como caracaterística mãe ser um centro de passageiros ou Terminal como quiserem e que a linha 4 tinha de ter sido finalizada não na Luz e sim na Julio Prestes.

      Sua ideias são perfeitas.

      Só peço uma gentileza aos gestores.

      Ao reformularem a Estação Julio Prestes, em Terminal, sub Terminal ou outro nome bonito qualquer, QUE PRESERVEM TOTALMENTE A SUA ARQUITETURA, POIS O CONJUNTO JULIO PRESTES (INCLUINDO A SALA SÃO PAULO), NA MINHA OPINIÃO É A CONSTRUÇÃO MAIS LINDA E CHARMOSA DE SAMPA.

      Sem contar nós os descendentes de ferroviários da Estrada de Ferro Sorocabana, temos um carinho e afeto especial, pois foi lá que nossa família ganhou o seu pão e nós
      passamos a infância nos elegantes trens verdes japones, cujos bancos reversíveis permitiam que a família viajasse junto.

      Isso sem contar quando o “rápido” (para quem não sabe era o trem que ia para o interior e tinha esse nomes pois não parava nas estações, dando o subúrbio preferência para ele) passava “a milhão” apitando na Estação de Osasco e Comandante Sampaio que eu tive a honra e o prazer de ver bem como de “picar” bilhete junto com o meu avô e seu charmoso quepe com o logo “EFS”.

      Pau na máquina, pois o que tem de ser feito é o que o amigo Leoni falou.

      Ê saudades da EFS.

      Sem contar a honra que era ser funcionário da EFS e eu ser neto e sobrinho deles.

      Para quem quiser saber como é a emoção de ser da EFS, assistam o filme é curto mas cheio de emoções.

      https://www.youtube.com/watch?v=x9Gf6gsnNEA

      Att,

      Paulo Gil

  5. Amigos, boa noite

    UUUUUUUUUUUuuuuuuuuuuuuuuu

    Achei o link com o documentário completo, intitulado.

    “A SOROCABANA: FERROVIA – CULTURA”

    Eu não vou falar nada porque sou suspeito.

    Assistam (com calma) e tirem suas próprias conclusões.

    Eu parabenizo o Sr. José Rubens Incao, pelas duas expressões que ele disse no filme e que na minha opinião resume tudo o que todos que estiveram ligados direta ou indiretamente à EFS, sentem.

    1´:23’’: “…Está no DNA espiritual …”

    56’:47’’: “A Estação Júlio Prestes é o “Palácio dos Transportes” ”

    Acessem o link e assistam a uma aula de amor pelo trabalho e pelo transporte.

    https://www.youtube.com/watch?v=DXpnfxS8yyM

    Att,
    Paulo Gil

  6. Sim, L18 é importante e há outros projetos tão importantes e críticos quanto ela.
    Ao invés de criticá-la, deveríamos ficar muuuito atentos a esta primeira colaboração realmente efetiva entre governo federal e governo do estado SP.

    Se a iniciativa funcionar bem, outros projetos extremamente importantes para o Estado e para o país poderão vingar. Um ótimo exemplo é o Trem Regional a Baixada Santista.

  7. Prezado Paulo Gil ,
    Agradeço sua palavras.

    A capacidade do Monotrilho previsto para a linha 15-Prata SP, para carruagens com largura de 3,15 m (standard), e comprimento da composição total de ~86 m e com 7 vagões, é de ~1000 pessoas, concorrendo com o BRT e o VLT, contra para a mesma largura, porém com comprimento de ~132 m e com 6 vagões é de ~2000 pessoas para o Metrô, e com comprimento de ~170 m e com 8 vagões é de ~2550 pessoas para os Trens Suburbanos, significando com isto que a capacidade do metrô e dos trens suburbanos são no mínimo o dobro do monotrilho, trafegando na mesma frequência.

    A taxa máxima de ocupação recomendada mundialmente é de 6 pessoas por m², acima desta é sobrelotação.

    Estão previstas plataformas centrais para saídas de emergência em todo seu trajeto, obrigatórias para esta função, constam na especificação técnica que iram existir, além das escadas retráteis!!!

    Comparativos: A capacidade é expressa em número de passageiros por hora por sentido (p/h/s), assim BRT, VLT, Monotrilho – 4000 a 25000 p/h/s, vagões, é de ~1000 pessoas, são considerados de “Média demanda”, enquanto Metrô, Trens suburbanos – 20000 a 60000 p/h/s sendo considerados de “Alta demanda”, e Trens suburbanos com dois andares (Não existem no Brasil) – 45000 a 90000 p/h/s sendo considerados de “Altíssima demanda”.

    A largura padronizada dos carros para os três são de 3,15 m. Não confundir com os trens suburbanos espanhóis da CPTM-SP e alguns da SUPERVIA-RJ de ~2,8 m que possuem um estribo (gambiarra) em frente ás portas para compensar o vão formado com a plataforma.

    Mundialmente o monotrilho não é de característica para alta demanda como esta sendo planejado para a Linha 15-Prata.

    O monotrilho da linha 15-Prata, com ~26,5 km, Ipiranga, Cidade Tiradentes irá trafegar em uma região de alta demanda reprimida na zona Leste, com a intenção de migração de parte da linha 3-Vermelha (a mais saturada do sistema) maior do que as linhas 4-Amarela, 5-Lilás e a futura 6-Laranja, e já nasce subdimensionado, além de ser uma tremenda incógnita, quando ocorrer uma avaria irá bloquear todo sistema, pois ao contrário que ocorre com os trens suburbanos, metrô e VLT em que o chaveamento em “Y” é simples, facilitando a interpenetração e integração em linhas diversas, nos monotrilhos a mudança das carruagens para a via oposta se da de maneira complexa, com grandes distâncias entre si entre as estações, além de trafegarem em média a 12 m do piso.

    Finalmente os governos Dilma e Alkimin se entenderam e acertaram que a contrução concomitante do Ferroanel com o Rodoanel é mais vantajosa.

    Deveriam os responsáveis pelos governos federal e estadual a deixar de lado divergências políticas. Já passou da hora para que eles aproveitarem a ocasião para demonstrar que são capazes de colocar o interesse público acima de suas ambições políticas, isto não pode ser encarado como um favor, e sim como uma obrigação.

  8. Leoni, bom dia.

    Muito obrigado pelas explicacoes tecnicas quanto a capacidade entre os modais, ADOREI; isso comprova o que eu pensava sobre AEROTREM de longo percurso.

    Nao tinha pensado na falta do chaveamento em “Y”, muito bem lembrado, vai ser um bololo do caramba.

    O corpo de bombriros que se prepare, pois vai sobrar para os nossos herois mais essa bucha; podem comprar mais viaturas e principalmente com escadss Magirus de mais de 12 m.

    Isso esta me cheirando a AEROTREM KISS.

    Adorei tambem quando voce lembrou o “estribo gambiarra” do trem espanhol (canoa furada) e principalmente quando vc disse que o AEROTREM 15 ja nasce subdimensionado.

    Essa e a nossa realidade sobre mobilidade.

    Valeu !

    Abcs,

    Paulo Gil

  9. Prezados amigos, bom dia.

    Primeiramente gostaria de informar que também sou do ABC, embora trabalhe na baixada paulista por opção, nem por isto entenda ser a linha 18-Bronze prioritária, o corredor de ônibus ABD tem prestado um bom serviço com relativo conforto com bom número de passageiros sentados, (quem for utilizar do Monotrilho, ira sentir esta diferença para menor, além de uma maior oscilação no trajeto). Lembrando que “Governar é definir prioridades”

    A característica da maioria dos Monotrilhos no mundo, inclusive do que esta sendo implantado em SP é utilização de pneus superiores para tração e laterais para estabilidade, trafegando por uma viga singela de concreto podendo ser aérea ou terrestre até adentrar em túneis, podendo a denominação de Aerotrem ser indevida, pois trens do metro e suburbanos também possuem longos trechos aéreos porém utilizando trilhos.

    A superlotação também é uma consequência de sucessivas obras atrasadas, projetos equivocados e prioridades invertidas, e os novos trens são produto de compra, e não de demonstração de capacidade gerencial da empresa que não seja a de comprar. Estações são reformadas, e mesmo refeitas, mas nelas nada se vê de inovador – nem na arquitetura (que já foi melhor), e nem na funcionalidade.

    As prioridades nunca têm levado em consideração o conforto dos usuários. “O planejamento e dimensionamento deveria ser feito para atender à demanda no horário de pico com uma ampla margem de folga, porém na prática não é isto que ocorre”.

    “A superlotação de trens e ônibus geram danos morais e constrangimentos, podendo ser objetos de ações penais indenizatórias de direito por parte de advogados”.
    Assim como já acontece aqui e no mundo com os ônibus e aviões, o Brasil precisa conhecer e implantar o sistema “double decker” dois andares para trens.
    Proponho um sistema de Trens de dois andares com altíssima capacidade de demanda 60% maior que os atuais em apoio à Linha 11-Coral da CPTM, para aliviá-la nos horários de ponta. “Esses trens “double decker” utilizariam a mesma linha e na mesma frequência, e aumentaria o número de passageiros que viajariam sentados.”

    1ª É prioritário e importante para implantação das composições de dois andares até a Barra Funda, reformar e ampliar as Estações da Mooca e Água Branca, readequar a Júlio Prestes e construir a do Bom Retiro (que englobariam as seis linhas existentes além dos futuros e indispensáveis trens regionais e provável TAV ). Tal atitude beneficiaria “Todas” as linhas metrô- ferroviárias, e descentralizaria e descongestionaria a Luz.

    2ª Também é fundamental que faça parte do Plano Diretor Municipal o desenvolvimento urbano descentralizado, com transferência gradativa de atividades econômicas para as regiões periféricas, preferencialmente na região do anel rodo ferroviário.
    Seria uma decisão sensata, racional e correta. Além de se evitar um risco maior, também aliviar este “processo

  10. Pedro Lucas Vieira // 30 de março de 2015 às 22:10 // Responder

    Sinceramente, o Monotrilho do ABC deveria ir rumo à Scania e de lá ir beirando o corrego até o Alvarenga.

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