Jurandir Fernandes considera positivo Plano Diretor e detalha projetos de mobilidade

Jurandir Fernandes

Secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, classificou como positivo o Plano Diretor de São Paulo e detalhou ao Via Trólebus os projetos de mobilidade no setor metroferroviário.

Jurandir Fernandes considera positivo Plano Diretor
Em entrevista exclusiva ao Via Trólebus, Secretário de Transportes Metropolitanos fala sobre prazos para a conclusão de obras metroferoviárias
Somente neste ano, as obras metroferroviárias devem somar 104,5 quilômetros, entre as intervenções que estão sendo realizadas e projetos que ainda devem sair do papel. Até 2020, sete linhas devem ser entregues.
A informação é do Secretário Metropolitano dos Transportes, Jurandir Fernandes, em entrevista exclusiva ao Via Trólebus.
Na conversa que teve com o editor, Renato Lobo, Jurandir Fernandes também considerou como positivo o PDE – Plano Diretor Estratégico de São Paulo, cujo um dos principais pontos é estimular o adensamento populacional em eixos servidos por sistemas de transportes com maior capacidade, como corredores de ônibus e linhas de metrô. Ele diz que não haverá superlotação no metrô por causa deste estímulo.
Fernandes considerou também “ingenuidade”, “demagogia” e “ideologia burguesa” a reivindicação do passe-livre.
Confira a íntegra da entrevista com os detalhes de cada projeto em:
http://viatrolebus.com.br/2014/08/secretario-jurandir-fernandes-fala-ao-via-trolebus-sobre-prazos-das-obras-do-metro/

1 comentário em Jurandir Fernandes considera positivo Plano Diretor e detalha projetos de mobilidade

  1. A ligação ferroviária para trens de passageiros Guarulhos (Cumbica) ABC (Santo André).

    Entendo ser uma melhor opção a ser planejada é a ligação desta futura linha 13-Jade (Guarulhos) com a região do ABC, mais precisamente com a Linha 10-Turquesa no município de Santo André.

    Portanto concordo com as críticas da professora urbanista Raquel Rolnik a respeito da superposição de traçado (ferrovias paralelas) entre TAV, Expresso Aeroporto e Trem para Guarulhos.

    Dentre as propostas apresentadas, entendo ser a do prolongamento da Linha 1-Azul do Metrô partindo do Tucuruvi, a mais sensata, porém não é a que será feita, outra opção teria como destino, no mínimo até a Barra Funda utilizando composições de dois andares (double decker), que também não será feita, com esta opção da nova Linha 13-Jade chegando até engº Goulart com transbordo obrigatório para a sobrelotada Linha 12-Safira (Imagine a cena, que situação humilhante e vexatória com as pessoas tentando transitar com as malas e bagagens dentro de um vagão destes) .

    Devemos ficar vigilantes, e que a ligação até esta estação seja só uma primeira etapa, e que no mínimo seja feita utilizando bitola de 1,6 m e a largura padronizada dos carros de 3,15 m iguais aos existentes, permitindo a interpenetração e expansão, pois nem conseguiram acabar com o caos da estação da Luz, e já estão “planejando” outros inúmeros transbordos na nova estação Tamanduateí com as linhas 10-Turquesa, 2-Verde, e os monotrilhos Expresso ABC e Expresso Ipiranga Tiradentes, com um agravante, de que as plataformas da estação Tamanduateí são mais estreitas que a Luz, e não satisfeitos, já prevendo a expansão em linha reta em monotrilho, é assim nas linhas 2-Verde na estação Vila Prudente com a futura ligação com a 5-Lilás na estação Chácara Klabin e com a linha 1-Azul na estação Santa Cruz, e o projeto da futura linha 6-Laranja com transbordo obrigatório entre Metrô e Monotrilho caso os usuários desejem prosseguir viagem, fazendo que tenham que fazer múltiplos transbordos provocando enorme desconforto.

    Em uma concorrência governamental recente da CPTM-SP, os valores cotados pelas montadoras, foi ~ 80% superior aos praticados pela indústria chinesa e em relação ao fornecimento recente para a SUPERVIA-RJ e as carruagens já vieram na bitola de 1,6 m e na largura de ~3,15 m, com ar condicionado e circuito interno de TV, e sem a necessidade de se adaptar estribos nas portas (gambiarra) para compensar o vão com a plataforma, ou seja exatamente conforme as condições brasileiras, sepultando os argumentos de custo menor dos defensores deste padrão europeu com carruagem de 2,9 m e bitola de 1,43 m.

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