São Paulo recebe mais 2 km de faixas de ônibus nesta segunda, 14/04

ônibus

Ônibus em faixa exclusiva na Capital Paulista. Avenida Dr. Assis Ribeiro, na zona Leste de São Paulo, recebe mais dois quilômetros deste espaço para o transporte público. Foto: Mobilidade SP

Zona Leste de São Paulo recebe mais 2 quilômetros de faixas de ônibus
Desde janeiro do ano passado, foram implantados 324,4 quilômetros deste tipo de espaço exclusivo para o transporte coletivo
ADAMO BAZANI – CBN
A Avenida Dr. Assis Ribeiro, na zona Leste da Capital Paulista, recebe nesta segunda-feira, dia 14 de abril de 2014, mais dois quilômetros de faixa exclusiva para ônibus.
O espaço funciona à direita da via, no sentido bairro, das cinco horas da tarde às oito horas da noite.
O trecho é entre Rua Reverendo José de Azevedo Guerra e a Rua Serra do Itaqueri e se soma aos oito quilômetros e seiscentos metros de faixas implantados nos dois sentidos da Assis Ribeiro em 16 de dezembro, entre a Av. Gabriela Mistral e a Rua Reverendo José de Azevedo Guerra.
De acordo com a CET, Companhia de Engenharia de Tráfego, com esta nova faixa, foram implantados desde janeiro do ano passado, 324 quilômetros e 400 metros deste tipo de espaço exclusivo para ônibus. Antes a cidade tinha 105 quilômetros, totalizando, portanto, 430 quilômetros de faixas exclusivas na cidade de São Paulo.
Ainda segundo a CET, por este novo trecho na Rua Doutor Assis Ribeiro passam três linhas de ônibus, transportando 35 mil passageiros por dia útil, no sentido bairro.
As multas neste novo espaço devem ser aplicadas em quinze dias.
Quem invade a faixa de ônibus à direita, está sujeito à multa de R$ 53,20, além de três pontos na CNH – Carteira Nacional de Habilitação.
Já a invasão aos corredores, à esquerda, pode gerar multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.

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Comentários

Comentários

  1. mario brian disse:

    Esta administração Petista está descobrindo que, para continuar enganando o povo é só continuar pintando uma faixa branca nas avenidas e ruas que tudo será esquecido.
    Não é assim, o povo não esquece e esta nova geração não esquece e cobra mas, darei uma sugestão a quem estiver interessado, que tal “passear” nas ruas e avenidas que possuem estas faixa para verem o real estado de conservação da faixa exclusiva para Ônibus e constatarão que pintar a faixa é fácil, o difícil mesmo é a conservação da faixa.
    Vejo na Avenida Corifeu de Azevedo Marques onde em boa parte de seu percurso, as faixas destinadas aos ônbius estão híper mal conservadas pois vejo buracos, irregularidades no piso de rolamento transformando determinados “pedaços” em lombadas enormes.
    Acho que a reportagem deste blog deveria mudar um pouco o foco pois, ao invés de ficar noticiando que a prefeitura vai pintar mais “X” kilometros ou metros de faixas exclusivas, deve agora trafegar por estas faixas para sentir a triste e dura realidade de quem trafega e é vítima da mal conservação de, pelo menos, da faixa destinada aos ônibus.

  2. André Marianno disse:

    E a fiscalização para essas faixas ? Simplesmente não existe ou existe só no centro.

  3. Ricardo disse:

    Mario Brian porque você não vai ter o trabalho de obter as informações que o Adamo nos traz aqui no Blog, ele não recebe nenhuma remuneração por isto. E se você se acha tão esperto vai cobrar a CET para realizar fiscalização cerrada nas faixas e cobrar a respectiva renovação de pavimento por parte da prefeitura. pois se fosse um radar rapidamente estaria instalado. Aqui na Lins de Vasconcelos e Lacerda Franco está havendo um enorme desperdício com deslocamento de agentes da CET e respectivos gastos com viaturas, combustível, etc, tudo para que os analfabetos dos motoristas não entrem sentido subida na Lins ou descida na Lacerda.

  4. Luiz Vilela disse:

    Conservação da via do corredor de ônibus realmente é muito importante.

    É necessário lembrar que ônibus exige mais da pista que carro e moto, além de levar gente em pé. Ora, o pavimento precisa não só ter menos irregularidades (buracos, valetas) como ser mais resistente a carga.

    Muitos vão lembrar que os melhores corredores de Sampa são pavimentados com concreto, como o Francisco Morato/Rebouças. Como exemplo negativo, as pistas do BRT Transoeste no Rio de Janeiro, que comprometem o desempenho do sistema pela rápida degradação.

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