Trólebus no Corredor ABD pouparam 4,3 milhões de litros de diesel e evitaram 9 mil toneladas de CO2

Publicado em: 31 de março de 2014

trólebus

Trólebus no Corredor Metropolitano ABD pouparam no ano passado 4,3 milhões de óleo diesel. Por não precisar do combustível, a operação dos trólebus fez com que em 2013 deixassem de ser lançadas no ar 9 mil toneladas de gás carbônico. Foto: Adamo Bazani.

Trólebus pouparam 4,3 milhões de litros de diesel em 2013 no Corredor ABD
Número representa aproximadamente 9 mil de toneladas a menos de gás carbônico no ar
ADAMO BAZANI – CBN
A operação de trólebus no Corredor Metropolitano ABD em 2013 possibilitou que deixassem de ser queimados 4,31 milhões de litros de óleo diesel.
O levantamento foi feito pela empresa operadora do sistema, Metra, a pedido da reportagem, e revela a importância da manutenção e expansão da frota de ônibus elétricos.
De acordo com planilhas internacionais seguidas pela ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, cada litro queimado do diesel S-50, hoje usado pelos ônibus convencionais, libera na atmosfera 2,1 quilos de gás carbônico. Com isso, a presença dos trólebus no Corredor possibilitou que no ano passado deixassem de ser emitidas na atmosfera aproximadamente 9 mil de toneladas de CO2, um dos principais causadores de doenças respiratórias e do efeito estufa.
A OMS – Organização Mundial da Saúde divulgou em 24 de março de 2014 um novo relatório sobre o efeito da poluição do ar na saúde das pessoas. De acordo com o organismo internacional, por ano as más condições do ar são responsáveis pela morte de 7 milhões de pessoas. Em 2008, quando foi realizado o levantamento anterior, a poluição atmosférica era responsável pela morte de 3,5 milhões de pessoas – o número dobrou. O crescimento da frota de veículos individuais é um dos principais motivos para a elevação do número de mortes, principalmente em países em desenvolvimento, de acordo com a OMS.
Segundo dados do INEE – Instituto Nacional de Eficiência Energética, os veículos elétricos aproveitam praticamente toda a energia produzida para a movimentação. Já nos veículos convencionais, apenas em torno de 40% do combustível são transformados em energia para movimentação. Os outros 60% restantes são desperdiçados em forma de calor.
O Corredor Metropolitano ABD liga São Mateus, na zona Leste da capital Paulista, ao Jabaquara, na zona Sul de São Paulo, pelos municípios de Santo André, Mauá (Terminal Sônia Maria), São Bernardo do Campo e Diadema. Há também uma extensão entre a cidade de Diadema, no ABC Paulista, e a Estação Berrini, da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, no Brooklin, zona Sul de São Paulo. Por mês, o sistema transporta 5,5 milhões de passageiros.
Os serviços contam com 85 trólebus.
No ano passado, a operadora Metra– Sistema Metropolitano de Transportes colocou em circulação 20 novos trólebus, modelo Caio Millennium BRT sobre chassi Mercedes-Benz O 500 UA, fabricados pela Eletra, de São Bernardo do Campo. Os ônibus elétricos são articulados de 18 metros, têm capacidade para 120 passageiros e contam com ar-condicionado, piso baixo com rampa destinada ao acesso de pessoas com limitações de locomoção, iluminação de LED e tomadas elétricas individuais de 12V para os passageiros recarregarem celulares, notebooks e outros aparelhos. Os investimentos foram de cerca de R$ 20 milhões.
No total, a concessionária Metra possui 267 ônibus, sendo que, além dos 85 trólebus, operam pelo Corredor 168 veículos movidos a diesel e 14 modelos híbridos, que possuem dois motores, um elétrico e outro diesel, podendo economizar 35% do combustível.
No ano de 2013, os ônibus com motores a combustão e híbridos consumiram 8,52 milhões de litros de combustível no Corredor Metropolitano ABD.
TRÓLEBUS É CONSIDERADO UMA DAS SOLUÇÕES MAIS MODERNAS PARA TRANSPORTES LIMPOS:
Diante das necessidades em todo o mundo de redução dos níveis de poluição, medidas urgentes devem ser tomadas, incluindo o setor de transportes, aponta o relatório da OMS – Organização Mundial de Saúde que apontou as 7 milhões de mortes por ano no mundo devido às más condições do ar.
Os trólebus hoje são considerados soluções eficientes para a melhoria das condições do ar e também para o aumento do conforto dos passageiros.
De acordo com o Movimento Respira São Paulo, organização que discute os problemas relacionados à poluição na Capital Paulista e na Região Metropolitana, existem no mundo aproximadamente 360 sistemas de trólebus em 48 países, num total de 40 mil ônibus elétricos ligados à rede aérea.
No Brasil, o primeiro sistema de trólebus foi implantado na cidade de São Paulo, em 22 de abril de 1949, com a linha Aclimação/Praça João Mendes.
De lá para cá, muita coisa evolui nos trólebus que se modernizaram, garante a indústria.
Hoje problemas ocasionados pela queda das alavancas que unem os trólebus aos fios da rede aérea e pelas interrupções de fornecimento de energia elétrica tendem a ser cada vez menores. Entre as principais inovações dos veículos e sistemas que já são realidade estão:
– Marcha Autônoma: Os trólebus que hoje saem das fábricas possuem baterias de armazenamento de energia elétrica. Caso haja um problema no fornecimento da rede, o trólebus pode operar de quatro a sete quilômetros mesmo sem estar conectado aos fios. Este percurso é suficiente para o trólebus chegar a um terminal, garagem ou ponto de recuo. O recurso também facilita manobras e descolamentos dentro das garagens reduzindo a quantidade de fiação e postes.
– Alavancas pneumáticas: Os pantógrafos, que são as alavancas que ligam os trólebus aos fios, possuem equipamentos que possibilitam a absorção de impactos e oscilações provocadas pela qualidade do pavimento. Com isso, as quedas das alavancas são minimizadas.
– Hastes Flexíveis: As hastes que sustentam os fios também são feitas com sistemas que absorvem melhor as oscilações evitando as quedas de pantógrafos. A maior parte das ocorrências de desprendimento das alavancas dos fios se dá por causa das condições das vias e não do sistema do trólebus. Por isso, que os trólebus hoje são indicados para projetos como os corredores exclusivos de ônibus BRT – Bus Rapid Transit, que possuem pavimento mais adequado para veículos de grande porte.
– Modernização Visual: Os equipamentos hoje usados para a rede aérea possuem design e materiais que causam menos impactos e interferências visuais. Há sistemas que podem fixar os fios em estruturas já existentes, como postes de rede convencional e fachadas, que reduzem o número de colunas para sustentação dos fios.
– Frenagem regenerativa: A energia não utilizada pelos trólebus quando param ou estão em condições de menos esforço e a energia gerada nas frenagens não são desperdiçadas. A exemplo do que é utilizado pelos carros de Fórmula 1, há métodos que transformam a energia cinética liberada nas frenagens em energia elétrica. Trata-se do Sistema de Recuperação de Energia Cinética, denominado KERS – Kinetic Energy Recovery System. Os veículos possuem dispositivos que armazenam a energia cinética gerada na desaceleração do trólebus e que seria desperdiçada e, em seguida, reutilizam em forma de energia elétrica.
– Corrente Alternada: Os trólebus atualmente operam com sistema de corrente alternada, considerado mais moderno que o anterior, de corrente contínua, permitindo mais eficiência e economia na operação e na aquisição de peças e equipamentos. A corrente alternada ou AC – Alternating Current é uma corrente elétrica que tem variações de sentido ao longo do tempo, se adaptando melhor a cada situação diferente durante a operação. Já o sentido da corrente contínua permanece constante ao longo do tempo. Na verdade, trata-se de uma forma de transmissão de energia, considerada mais eficiente. A corrente alternada é composta por fases e a contínua é constituída pelos pólos positivo e negativo.
– Custo menor e índice maior de nacionalização: O índice de nacionalização dos equipamentos dos trólebus aumentou nos últimos dez anos. Eixos de tração e outros componentes que antes eram importados, agora são produzidos no Brasil. Com isso, o custo para comprar, fazer a manutenção e operar trólebus caiu de maneira significativa. Antes o preço de um trólebus poderia ser de três a cinco vezes mais que de um ônibus comum da mesma categoria. Hoje é em média 1,8 vezes maior. Este custo é diluído pela economia na manutenção e pelo fato de os trólebus terem uma vida útil de duas a três vezes maior que a de um ônibus comum, podendo assim chegar a 30 anos sem comprometer a qualidade dos serviços prestados.
– Itens de conforto e segurança: com maior eficiência no uso da energia elétrica e com sistemas mais modernos de operação, conforme pode ser visto na introdução de equipamentos mais adequados às realidades operacionais brasileiras e no uso da frenagem regenerativa e do sistema de corrente alternada, hoje os trólebus podem ter mais equipamentos como monitores e câmeras que mostram ao motorista no painel a entrada e saída dos passageiros, monitores de TV para entretenimento dos passageiros, iluminação de LED, tomadas para recarga de baterias de celulares, notebooks e outros aparelhos eletrônicos e sistema de Wi-Fi, internet grátis. Soma-se a estes avanços, o fato de os trólebus não possuírem marchas e motor a combustão, o que reduz de maneira importante os níveis de ruído e solavancos.
Além dos trólebus, são alternativas limpas de transporte sobre pneus os ônibus elétricos-híbridos, que possuem dois motores sendo um a combustão e outro elétrico e os ônibus elétricos-puros sem alavancas, dotados de baterias e que não dependem da rede aérea e são recarrega no trajeto e na garagem.
No entanto, no Brasil muitos destes veículos estão em fase ainda inicial, alguns em testes, e os custos ainda são maiores que os dos trólebus, considerados atualmente veículos modernos cuja tecnologia já está pronta para ser ampliada nos atuais sistemas e instalada em novas redes de transportes urbanos e metropolitanos, sendo soluções de rápida implantação para dois problemas que precisam de medidas urgentes: a qualidade dos serviços de transportes e a diminuição dos índices de poluição do ar.
As necessidades são tão grandes que, de maneira inédita, a UITP – L’Union Internationale des Transports Publics, Associação Internacional de Transporte Público, vai avaliar a evolução dos ônibus elétricos no mundo.
A 8ª Edição da Bus Conference da UITP vai ser realizada no Rio de Janeiro no mês de novembro e vai abordar o assunto. Os novos modelos de ônibus elétricos e a evolução dos trólebus terão uma rodada especial de apresentações e discussões.
A UITP tem sede em Bruxelas, na Bélgica, e reúne operadores, gestores, representantes do poder público e especialistas de diversas partes do mundo.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.

Comentários

  1. Ricardo disse:

    Investiram 48 milhões na estrutura da rede aérea do corredor ABC porem não estavamos vendo por parte da emtu o aumento na frota de trolebus desse corredor, pelo contrário pois em 2013 foram comprados 30 articulados de 23 metros a diesel.

    Estão rasgando dinheiro publico.

  2. j disse:

    PARABÉNS A METRA E A EMTU-SP! DESDE QUANDO FOI INAUGURADO PELO #SAUDOSO EX GOVERNADOR ORESTES QUÉRCIA, ESSE CORREDOR É REFERENCIA DE TRANSPORTE PÚBLICO DE QUALIDADE…UNS 23 ANOS DE SE FALAR EM CORREDORES BRT NO BRASIL! E OS TROLEÍBUS DE LÁ…REALMENTE DÃO CETRO, DEVIDO A MANUTENÇÃO E O CUIDADO COM AS REDES…E O PAVIMENTO E ESPAÇO SEMI-LIVRE PARA OS MESMOS! CORREDOR PRA ÔNIBUS MESMO!!

  3. João de Mello disse:

    Isso não é achismo ou preferência por um ou outro tipo de ônibus. São números e fatos que desbancam aqueles, inclusive os que se dizem autoridades nos transportes, que acham que os trólebus são coisa do passado.
    Trolebus é sim sinal de transporte moderno e limpo, o que nós precisamos.

  4. orlando silva disse:

    1- Acho estranho estas respostas acima (ou abaixo) estarem com data de 31/3/14 as 10:55hs, sendo que agora, é 09:06hs (!!!)
    2- Não me lembro bem o numero do veiculo, se 5803 ou 8503, de carroceria CAIO, dia 15/3, em direção ao terminal de Santo André Oeste, o condutor pisou fundo na aceleragem expelindo um nuvem negra de monóxido..dai fica a indignação: estão eles sendo treinados para não ter esse comportamento, já que a METRA prima pela redução de poluição no corredor. Que adianta, então?
    3- Quando se fala em corredor pelo Brasil eu não vejo muito citar este enorme e bem projetado corredor, só se falando do corredor de Curitiba, corredores da Europa, ou Chile, sendo que o nosso é bem mais estruturado e cuidado !!

    1. Quanto ao horário, o programa de computador não está seguindo o Horário de Brasília. Em breve ajuste. Os demais assuntos são concernentes à operadora e não à reportagem
      Grato.

    2. alexandro disse:

      Ontem 2/4/14 por volta das 17:30 vi este ônibus no term. Santo André oeste, ele é 5308 ! ahahaahah
      Caio millenium bem novo e soltou aquela fumaça preta. Fiquei pasmo! O ônibus que é ruim ou faltou manutenção?

  5. jair disse:

    Adamo e amigos

    Muito embora o corredor ABC operado pela METRA e gerenciado pela EMTU não seja padrão BRT, apresenta várias situações de eficiência, sendo a melhor delas a opção pelos TROLEBUS, acima narrada de forma PRECISA.
    Sua EXPANSÃO, no próprio corredor ABC e em SÃO PAULO e demais CIDADES dependem de vontade POLITICA, coisa que COMPLICA INTERESSES em nosso PAÍS.
    Já vimos em SÃO PAULO, que tem a MAIOR FROTA DE TROLEBUS DO BRASIL as altenâncias, em sua QUANTIDADE E QUALIDADE,desde 1949, conforme a mudança dos PREFEITOS.
    Falta COMPROMETIMENTO com a qualidade de VIDA.
    braços

  6. Fabio Marques disse:

    Agora a pergunta é, Quando a Metra vai comprar um numero realmente significativo de trolebus que venha realmente substituir os ônibus diesel?. Na ultima decada tivemos sim a compra e substituição de trolebus antigos por modelos mais novos, em contrapartida a maior compra foi de veículos a diesel, a imprensa e os movimentos em prol dos trolebus deveriam cobrar o prazo em que o corredor seja operado apenas por veiculos não poluentes.

  7. Matheus Lima disse:

    Esses dados comprovam a qualidade, eficiência e ganhos ambientais que o sistema de trólebus proporciona.
    Os trólebus sempre fizeram parte da paisagem paulistana desde a década de 1940 e nas décadas seguintes continuaram a sendo expandidos, e olha que era uma época que não haviam preocupações com a preservação do ar e da natureza. Até mesmo o governo federal em determinada época incentivava a expansão desse sistema pelo baixo custo de implantação, pela simplicidade, eficiência e durabilidade. Hoje a tecnologia dá as caras no sistema de trólebus, infelizmente tem gente que vê o sistema como antigo, lerdo, ultrapassado, inflexível e coisas do gênero; quem conhece o trólebus sabe que ele tem muitas qualidades operacionais: boa aceleração, força nas subidas, economia de energia e etc.
    Os ganhos ambientais e de saúde são enormes, o trólebus deixa de ser emitido na atmosfera milhões de toneladas de material tóxico e nocivos a saúde, pode-se reduzir os gastos com internações e tratamentos de doentes respiratórios, espécies de plantas deixam do morrer por causa da poluição e também indo mais além, o uso massivo de veículos elétricos evita que guerras e conflitos aconteçam por causa de petróleo.
    Muita gente ainda tem a imagem ruim do trólebus por causa da negligência de gestões passadas que absolutamente esqueceram o modal, fazendo com que ele se deteriorasse com o tempo e causasse transtornos no trânsito e no ir e vir das pessoas, mas isso não é culpa de trólebus, é culpa de gente que não sabe e não conhece a eficiência do sistema.

  8. LEDRAJ SARCE DOPRA disse:

    TA NA HORA DA GENTE A COMEÇAR A LUTAR PELA IMPLANTAÇÃO DA REDE DE TROLEBUS EM TODOS OS CORREDORES DA SPTRANS E DA REEATIVAÇÃO DA REDE DE TROLEBUS NOS CORREDORES: 9 DE JULHO – STO AMARO – CENTRO E INAJAR – RIO BRANCO – CENTRO ASSIM QUANTO MAIS TROLEBUS TERÃO NAS LINHAS TRONCAIS DE ÔNIBUS MELHOR.

  9. A Metra tem o prazer de transportar seus clientes com ônibus top de linha, em especial ônibus com conforto, segurança e qualidade, novas e modernas tecnologias que nos distingue no transporte de passageiros.
    Nossos veículos possuem:
    – Carroceria BRT
    – Ar condicionado
    – Piso baixo
    – Tomadas internas para carregamento de celulares e outros aparelhos eletrônicos.
    Os trólebus são muito eficientes, não emitem ruídos, não causam prejuízos à saúde das pessoas são muito confortáveis e o principal, NÃO POLUI.
    A Metra adota práticas ambientais, como o plantio de árvores no corredor, ajudando a resgatar o gás carbônico gerado por veículos movidos a combustível fóssil na atmosfera, com essa prática a Metra resgata não só o gás carbônico gerado pelo ônibus mas sim também o gás gerado pelos carros do lado externo do corredor.
    Desde 2008 até os dias de hoje a Metra já plantou mais de 5000 árvores ao longo do corredor Metropolitano ABD.
    Existem ainda outras práticas adotadas pela Metra que contribuem para o meio ambiente, como:
    – Estação de tratamento e Reuso de Água que deixa de desperdiçar 10.000.000 de litros d’água por ano cerca de 4 piscinas Olímpicas
    – Reutilização de cerca de 100 sacos de grama por dia que depois de cortadas passam por compostagem e são utilizadas como adubo no Corredor ABD

    1. alexandro disse:

      Os ônibus da metra são excelentes, mas a nova compra (20 trólebus articulados e 30 super articulados) tem um item que não é bom! Os assentos! Se encostar a cabeça e houver uma forte freada, os passageiros podem ter traumas! Que nas próximas compras, haja melhores assentos como na séries 8200 e 8300! Obrigado! Alexandro!

  10. Trólebus era gambiarra tecnológica , para substituir os bondes. A CMTC acabou com os bondes e usou os motores deles naqueles lixos fabricados por eles mesmos. É muita inocência ou arrogância em teimar que esse sistema é eficiente. Quem mora no Parque das Nações em Santo André e depender de Trólebus para trabalhar , todo dia perde horário. Todo dia acaba energia. E sabem ? Quem paga a energia somos nós mesmos consumidores. E ainda paga a tarifa. Meus sinceros votos de sucesso a BYD que realmente tem um ônibus elétricos autônomos e que faço votos que vendam como água no Brasil. Quanto a essa tecnologia de fios suspensos, ninguém aqui comentou quando chove forte com raios o que acontece. Quem mora em Santo André conhece bem isso.

    1. Matheus Lima disse:

      Mais que eficiente que o BYD o trólebus é com toda a certeza.

    2. jair disse:

      Falando apenas de CMTC, os primeiros trolebus por ela construidos aproveitaram chassis GMC-ODC e os equipamentos eletricos dos trolebus que foram desativados.
      Dos Bondes aproveitaram somente os compressores de ar.
      Já na segunda fase, foi tudo novo, chassi FNM, motores eletricos Villares, e assim por diante.

    3. professor pardal disse:

      As ocorrências são de forma ocasionais, não são rotineiros a questão de queda de energia com a tecnologia que os trolebus estão sendo fabricados se tornarão cada vez mais raros.
      O Trolebus nunca foi e jamais será uma gambiarra tecnológica, se o fosse muitos países não reinstalariam. O conceito trolebus data de 1886 por Von Siemens (convido o senhor a pesquisar a história) http://blogpontodeonibus.wordpress.com/tag/werner-von-siemens/ e http://pt.wikipedia.org/wiki/Werner_von_Siemens este Von Siemens foi um revolucionário a frente de sua época na qual vários de seus inventos ajudou muita gente. O trolebus é uma tecnologia limpa na qual merece respeito por tudo que ele tem feito em favor da população, as falhas acontecem, mas tenho certeza que os fabricantes estão trabalhando as 24 horas por dia para diminuir ou até erradicar as falhas.
      Sei que não é facil passarmos por transtornos, mas, temos que compreender que são algumas ocorrencias pontuais que com o tempo serão erradicadas, o que quero dizer?? Vamos batalhar para que a tecnologia seja mais aperfeiçoada possivel e por tudo que os trolebus tem contribuído, vamos acreditar nas soluções tecnologicas de hoje tenho certeza que o sistema trolebus nos dará muito mais qualidade de vida à população, vamos apoiar o sistema.

      Abs

  11. marcos galesi disse:

    Eu acredito no Sistema trolebus e sei que é motivo de orgulho pelo menos para mim, pois eu vi os beneficios que ele traz à população, não polui, sei também do bem estar que traz ao motorista e aos passageiros pois além de não aquecer, a suspensão é confortável e não dá solavancos nas saidas o que o trolebus precisa é de que todos acreditem que ele vá se aperfeiçoar mais e que vai nos dar muito orgulho o que precisa é que a população seja bem esclarecida sobre a tecnologia.

  12. Felipe Alves disse:

    Aí está mais uma prova aos governantes e à sociedade de que o trólebus é e sempre será uma tecnologia eficiente para o meio ambiente!! Se o sistema for bem investido com modernização as chances de se ter panes serão menores!!

    O BYD será mais uma tecnologia inviável… Nada superará o trólebus…

    O corredor ABD precisam de reformas e modernização e já está na hora de a EMTU converter o corredor ABD em BRT (Bus Rapid Transit) com trólebus!!

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