Greve em Curitiba: motoristas e cobradores decidem encerrar paralisação

ônibus

Ônibus da região metropolitana de Curitiba. Motoristas e cobradores aceitam proposta do TRT e decidem encerrar greve. Foto: Adamo Bazani.

Greve em Curitiba: motoristas e cobradores decidem pelo fim da paralisação
Em assembleia, categoria aceita proposta da justiça de aumento salarial de 9,08%
ADAMO BAZANI – CBN
Motoristas e cobradores de ônibus de Curitiba e das cidades da região metropolitana decidiram voltar ao trabalho.
Em assembleia que acabou agora há pouco, 11h45 deste sábado 01º de março de 2014, a categoria aceitou a propostas feita pela desembargadora Ana Carolina Zaina, do Tribunal Regional do Trabalho da 9.ª região, de aumento salarial de 9,08% (5,26% INPC + 3,82% de aumento real), manutenção da data-base da categoria trabalhista em 1º de fevereiro, abono de R$ 300 e reajuste de 10,5% na cesta básica. Com este reajuste, os motoristas passarão a receber R$ 1.814,93, e os cobradores R$ 1.028,10.
A proposta foi apresentada nesta sexta-feira após a terceira audiência de conciliação realizada pelo TRT – Tribunal regional do Trabalho e teve aval das empresas de ônibus e da gerenciadora dos transportes Urbs. – Urbanização de Curitiba S.A. A greve teve início na quarta-feira, dia 26 de fevereiro
Com isso, aos poucos os serviços devem ser normalizados gradativamente nas cidades que formam a RIT – Rede Integrada de Transporte: Almirante Tamandaré, Pinhas, São José dos Pinhas, Araucária, Contenda, Colombo, Campo Largo, Campo Magro, Bocaiúva do Sul, Rio Branço do Sul, Itaperuçu, Piraquara e Fazenda Rio Grande.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

2 comentários em Greve em Curitiba: motoristas e cobradores decidem encerrar paralisação

  1. O quê ? R$ 1.814,93 para dirigir trocentos ônibus articulados e centenas de ônibus biarticulados de 27 metros e meio de comprimento ? PQP ! Enquanto isso a URBS torra o dinheiro cobrando 4% de uma suposta taxa de gerenciamento sobre cada passagem paga pelo usuário. Se esses 4% fossem canalizados para o pagamento de todos os motoristas com uma % maior de salário (inclusive para os fiscais e cobradores) por certo o salário básico passaria de 2 mil reais ! Bom lembrar que esses 4 % de taxa de gerenciamento equivale a milhões de reais enbolsados pela prefeitura a cada ano !

  2. Se os salários desses funcionários não fosse pago quase totalmente pelos utilizadores do transporte publico não teria o problema o aumento do salário dos que utilizam esse transporte

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