Greve de ônibus em Porto Alegre: Conquista ZERO para trabalhadores e AFRONTA à Justiça – editorial

ônibus greve porto alegre

Trabalhadores não conquistaram nada com greve de motoristas e cobradores de ônibus em Porto Alegre, que teve início em 27 de janeiro. Pela intransigência e pelas disputas por poder dentro do sindicato, dissídio vai ser determinado pela Justiça, que declarou a greve ilegal. Ônibus foram depredados e a imprensa que noticiou e opinou foi hostilizada. Frota mínima não foi cumprida e o direito de ir e vir de um milhão de pessoas por dia foi ferido. Foto: Click RBS.

Greve de ônibus de Porto Alegre se consagrou como afronta à Justiça Trabalhista
Reivindicações dos motoristas e cobradores perderam foco em meio à disputada da “cumpanheirada” do sindicato
ADAMO BAZANI – CBN
A atuação dos sindicalistas no caso da greve dos motoristas e cobradores de ônibus de Porto Alegre mostrou a que vieram muitos que se dizem representar categorias trabalhistas: busca incessante por mídia positiva, poder político, imagem e dinheiro.
E até agora é a única coisa que muitos “cumpanheiros” conseguiram. Aumento salarial? Plano de Saúde? Redução na jornada de trabalho? Nada disso foi conquistado pelos sindicalistas profissionais que começam nos carros de som e terminam a carreira à frente de secretariados, prefeituras, governos e até na presidência da república, como Luís Inácio Lula da Silva, cuja atuação no sindicato dos metalúrgicos e o relacionamento com poder, desde a Ditadura Militar, levanta suspeitas não só de hoje, mas de muitos trabalhadores de verdade já naquela época.
Antes que os integrantes da banda “larga” “Só Prá Contrariar” postem comentários deselegantes e análises sobre o jornalismo, ninguém aqui é contra o direito de greve. Trabalhador tem sim de reivindicar melhorias nos salários e nas condições profissionais, mas tudo tem de ser feito dentro da lei, da ordem e sem prejudicar os outros. Os sindicatos, quando não viram vitrines de poder – o que tem sido difícil – são essenciais.
Sabe o que a “cumpenherada” do sindicato conseguiu até agora?
1) Que a greve fosse considerada ilegal.
2) Que o juiz Elson Rodrigues da Silva Júnior, da 10ª Vara do Trabalho, autorizasse o uso da Força Militar a partir da próxima segunda-feira nos piquetes que impedem de os ônibus saírem da garagem – a greve chegou a um ponto que não é unanimidade entre os trabalhadores (trabalhador é diferente de “cumpanherada”). – http://www.estadao.com.br/noticias/geral,greve-ja-divide-rodoviarios-em-porto-alegre,1127923,0.htm
3) Que cerca de 50 ônibus fossem depredados
4) Que as possibilidades de negociações fossem esgotadas, com o descumprimento de dois acordos. Na quinta-feira, a Justiça do Trabalho assumiu o dissídio coletivo.
5) Os trabalhadores que antes reivindicavam 14% de aumento – índice que nem os cumpanheiros acreditam – tinham conquistado por uma ala do sindicato 7,5% após negociações com as empresas de ônibus. Agora, é grande a possibilidade de o percentual ser menor que os 7,5%.
6) Que pelo décimo terceiro consecutivo dia completado neste sábado, um milhão de pessoas diariamente tivessem seu direito de ir e vir desrespeitado…. nem frota mínima foi cumprida nesta saga na qual todos são prejudicados.
7) Que a Justiça permitisse que as empresas de ônibus descontassem os dias parados dos trabalhadores
8) Que fosse fixada mais uma vez multa diária de R$ 100 mil ao sindicato. Punição ao sindicato? Não, aos trabalhadores. Sindicalistas profissionais não trabalham e o dinheiro do sindicato vem dos trabalhadores de verdade.
9) Antipatia em relação à categoria. Os trabalhadores são escudos de alguns sindicatos. Nem todos sabem quem está por trás de uma greve e os motoristas e cobradores é que são mal vistos pela população e destratados.
10) Suspeita de movimento combinado entre empresas de ônibus e sindicato. A afirmação chegou a ser feita pelo prefeito José Fortunati. As companhias de ônibus lutam por aumento no valor das passagens e o sistema não foi licitado ainda. Uma licitação não é bem vista por muitos empresários.
Motoristas, cobradores e funcionários dos transportes em geral: Vocês são dignos e o desenvolvimento das cidades depende de vocês que garantem os deslocamentos dos outros trabalhadores e a geração de emprego e renda. A mesma dignidade não pode ser atribuída a muitos que fazem parte da “cumpanherada”.
O portal G1, em Porto Alegre, fez uma cronologia sobre a greve de motoristas e cobradores de ônibus:
– 14 de janeiro
Em assembleia realizada no Ginásio Tesourinha, o Sindicato dos Rodoviários decide entrar em estado de greve. A categoria pediu reajuste salarial de 14%, aumento de R$ 4 no vale-alimentação e manutenção do subsídio do plano de saúde. O Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa) ofereceu 5,56% de reajuste, a reposição da inflação.

– 15 e 16 de janeiro
Após declarar estado de greve, os rodoviários realizam “operações-tartaruga” nos principais corredores de ônibus da região central da cidade. Os veículos circulam com velocidade entre 30 km/h e 40km/h, provocando congestionamentos.

– 23 de janeiro
Em nova assembleia, os rodoviários votam pela greve. O início da paralisação é marcado para a segunda-feira seguinte, dia 27. Na sexta-feira (24), a categoria realiza uma nova operação-tartaruga e comunica o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) sobre a paralisação.

– 27 de janeiro
A greve começa com 436 ônibus dos 1.453 que circulam diariamente nas ruas da capital, o equivalente a 30% da frota. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) autoriza as lotações a transportar passageiros em pé. A Metroplan chega a anunciar a permissão para os ônibus metropolitanos pegarem passageiros dentro de Porto Alegre, mas muda de ideia antes da medida entrar em vigor. A prefeitura pede na Justiça o aumento da frota.

– 28 de janeiro
O prefeito José Fortunati diz que a greve é “combinada” entre rodoviários e empresários, mas os dois lados rebatem. A desembargadora Ana Luiza Heineck Kruse, vice-presidente do TRT da 4ª Região, atende parcialmente o pedido da prefeitura e determina a circulação de 70% da frota nos horários de pico (das 5h30 às 8h30 e das 17h às 20h) e 30% nos demais horários, além de fixar multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento.

– 28 de janeiro
A primeira reunião de mediação entre rodoviários e sindicato patronal termina sem acordo no TRT. Após uma rápida deliberação com a categoria em frente ao prédio do TRT, o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Julio Gamaliel Pires, anuncia a retirada de 100% da frota de circulação. “Se 30% estava ruim, agora vai ser pior”, diz.

– 29 de janeiro
O Sindicato das Empresas de Ônibus entra com ação judicial alegando “abusividade e ilegalidade” da greve dos rodoviários. O TRT aceita parcialmente o pedido e aumenta de R$ 50 mil para R$ 100 mil o valor da multa em caso de descumprimento.

– 30 de janeiro
Quase 150 ônibus voltam a circular em Porto Alegre, mas a frota é recolhida para as garagens após atos de vandalismo. Um acordo é assinado na segunda reunião de mediação no TRT: os rodoviários aceitam uma trégua de 12 dias na greve e prometem colocar 50% da frota nas ruas a partir desta sexta (31), além de levar para assembleia a proposta de retomar 100% da operação a partir de sábado (1º), enquanto o dissídio é negociado. O sindicato patronal oferece aumento de R$ 1 no vale-alimentação e suspensão temporária da cobrança de R$ 40 nos planos de saúde. Grupos de oposição à direção do sindicato dizem que não vão aceitar a proposta.

– 31 de janeiro
Apesar do acordo no TRT, a greve chega ao quinto dia sem nenhum ônibus nas ruas. A Justiça do Trabalho volta a declarar a ilegalidade da greve e a aplicar a multa de R$ 100 mil por dia de descumprimento. Em nova assembleia, os rodoviários decidem manter a greve geral.

– 1º de fevereiro
Mais ônibus que tentam sair para as ruas são depredados. A prefeitura anuncia a liberação para o transporte de passageiros em vans escolares para amenizar o impacto da greve.

– 2 de fevereiro
A prefeitura divulga as rotas das vans escolares, que já começam a circular pelas vias de Porto Alegre. O governador Tarso Genro diz que a Brigada Militar garantirá a segurança dos veículos de transporte alternativo, e Fortunati solicita uma nova reunião de mediação entre rodoviários e empresários para solucionar o impasse.

– 3 de fevereiro
Em nova reunião no TRT, as empresas oferecem reajuste salarial de 7,5%, aumento no valor do vale-refeição de R$ 16 para R$ 19 e redução no valor pago a título de co-participação no plano de saúde, de R$ 40 para R$ 10, a partir de março. Os rodoviários prometem levar a proposta para aprovação da categoria em nova assembleia.

– 4 de fevereiro
Em nova assembleia, os rodoviários rejeitam a proposta do sindicato patronal e mantêm a greve geral. O Seopa anuncia que vai descontar os dias parados dos trabalhadores e diz que estuda a possibilidade de fazer demissões por justa causa. Representantes das empresas não comparecem a uma nova tentativa de medição no TRT.

– 5 de fevereiro
A greve dos rodoviários de Porto Alegre completa 10 dias. Um novo ônibus que tentou sair da garagem é apedrejado, elevando para 46 o número de veículos danificados por atos de vandalismo desde o início da greve, segundo a prefeitura. Uma nova reunião de medição no TRT é marcada para a quinta-feira (6).

– 6 de fevereiro
No 11ª dia da greve, rodoviários recebem salários com descontos pelos dias parados. Após mais uma reunião de mediação sem acordo entre rodoviários e empresas de ônibus, o Ministério Público do Trabalho (TRT) decide ajuizar o dissídio coletivo da categoria. Com isso, a Justiça é quem irá definir qual será o índice de reajuste dos rodoviários, a menos que as partes cheguem a um consenso durante a tramitação do processo. O TRT diz que vai julgar o caso no dia 17. Durante a noite, um protesto em apoio à paralisação é realizado por um grupo na capital.

Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

14 comentários em Greve de ônibus em Porto Alegre: Conquista ZERO para trabalhadores e AFRONTA à Justiça – editorial

  1. Grande observação e boa definição sobre sindicatos , eu particularmente não gosto e até acredito que o trabalhador consegue melhores resultados tendo um contato direto com o patrão .

  2. A única verdade absoluta é que a população está sendo afetada, e muitas pessoas tiveram suas vidas muito prejudicadas pela greve.
    É ponto pacífico que serviços essenciais não podem ser totalmente paralisados, porém como fazer os empresários negociarem com 70% da frota circulando? com 100%? O fato é que infelizmente falta bom senso também dos empresários e dá justiça, que age somente depois de vários dias de greve.
    Sindicalismo no Brasil é sinônimo de subornos, e de interesse políticos, e uma minoria realmente pensa no bem da categoria que defende. É impossível dizer quem são os poucos que realmente estão lutando pelo interesse da categoria.
    Concluo sugerindo, que você Adamo Bazani, faça uma cobertura especial das negociações que serão realizadas no mês do dissídio coletivo do Metrô, Motoristas e cobradores, e dos quatro sindicatos da CPTM, pois para nossa infelicidade todos tem como mês base o mês de Maio, e juntando a combinação copa+eleições acho difícil não termos uma greve em São Paulo, é bem provável que iremos sentir na pele o que os cidadãos de Porto Alegre estão sentindo.
    Abraços e fica a dica!

  3. Gosto do blog, mas gosto do tema transporte e suas implicações, e não dessa panfletagem interesseira de direita contra o político X ou Y. Você, a rádio CBN (outro panfleto da direita raivosa), e o resto da direita, jogando a favor do poder econômico, só atrasam o Brasil. Repito, se é pra ser notoriamente parcial prefiro ler sobre transporte mesmo, do contrário é um desserviço.

    • E a “esquerda” que esta no poder esta resolvendo muuuita coisa também não? Não é atoa que, graças a eles o país esta muito pior do que ja esteve…

      • Não é isso que eu quero enfatizar, e sim que jornalista tem partido pra torcer, igualzinho torcida organizada. São vândalos, e suas armas são canetas.

  4. Sou motorista de ônibus, não de porto alegre, mas de campinas.

    Parabéns ao jornalista Adamo pela coragem. Nunca senti representado por sindicato. só querem nosso dinheiro e se aparecerem. fora que são bandidos e currpitos. eles andam de carrão de luxo, tem casas na praia e outros luxo que se continuassem no volante dos ônibus nunca iam conseguir.

    queria que mais gente falasse esse verdade como aqui

    e outra, no pt não voto nunca mais…só gostam de criticar, mas vai fala deles….

  5. Parabéns pela matéria e o que vocês disseram sobre sindicatos é a mais pura verdade!
    Espero que a justiça de Porto Alegre peça a prisão dos sindicalistas caso eles descumpram AS ORDENS dadas pelo judiciário

  6. Amigos, bom dia.

    Dessa questão, só se tira uma lição (até rimou).

    TÁ TUDO ILEGAL.

    Tanto a greve como as empresas e o governo que permite a operaçao sem licitação.

    Afronta a Constituição da República Federativa do Brasil ???

    Maaaaaaaaaaaaaaaaaajjjiiiiiiijinnnnnnnnaaaaaaaaaa…

    E ai ????

    Pra que leis ??????

    Só resta relembrar a célebre frase da ex Ministra…

    Diante desse quadro, fico numa dúvida cruel ??????

    CIRCO OU HOSPÍCIO ???

    Tanto faz ….

    Att,

    Paulo Gil

  7. José Flávio Americo // 8 de fevereiro de 2014 às 14:04 // Responder

    Desculpe quem pensa contra, mas acho que nestes casos o nome do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, deve ser citado SIM!

    Uma porque ele serviu de inspiração para muitos dos atuais sindicalistas que agem em busca do poder, assim como ele conseguiu.

    Analiso para o TCC a história no sindicalismo no Brasil e muitos estudiosos dizem que LULA é a personificação do sindicalista que busca projeção: Pouco trabalhou no ramo que representa, só nas funções sindicais, tem relação mais próxima da chamada direita (essa relação é muito mais próxima que a de diversos classificados conservadores), negocia para o bem-estar próprio, é cercado pela corrupção, porém, consegue com carisma e poder (não adianta ter só carisma ou ter só poder, tem de ser os dois) – uma blindagem total.

    Investigações mostram que Lula tem sim ligações com Mensalão, caso da morte do prefeito de Santo André, Celso Daniel, favorecimento a grandes empresários, etc. Mas quando a investigação chega nele, os casos são abafados ou mudam de foco. A história mostra que as montadoras são gratas a Lula!

    Assim, acho muito oportuno que o jornalista ligue o que ocorre em Porto Alegre com o exemplo do Lula. O que acontece com os transportes da capital gaúcha é revelador de que o modelo Lula de sindicalismo é o atual e predominante.

    Não foi fora de contexto a análise, que achei interessante.

    José Flávio Américo
    estudante universitário.

  8. José Flávio Américo, bom dia.

    Que legalllllllllllllllllllllllllllllllll, muito interessante o tema do seu TCC, nunca pensei nesse tema.

    Pela sua colocação você demonstrou que está bem inteirado do assunto.

    Vai tirar nota 10.

    Quando você concluir o seu TCC, posta o link para que possamos ler o seu trabalho e aumentar
    nosso conhecimento.

    SUCESSO !

    Paulo Gil

  9. Anotem aí cumpanheros !!! O chefão do partido da estrela decadente será convocado pela PeTralhada (parentes dos metralhas das estórias de Walt Disney) para concorrer à presidência salvando Brasília de uma ataque de tucanos SE a presidentA continuar mal nas pesquisas (e as pesquisas com os números que estão aí são falsas, tenham certeza disso!)
    Que a região Sul está abandonada há 20 anos desde que o ninho tucano se instalou em janeiro de 1995 e ficou por “apenas” 8 anos disso ninguém duvida porém o partido da estrela está há somente e “apenas” 12 anos e nem mesmo na região norte e nordeste, seu curral eleitoral, fez obras decentes e importantes: as estradas e rodovias que o digam: estão um LIXO e isso que naqueles Estados vários governadores e prefeitos foram eleitos pelo partido da estrela ou pelos partidos que apoiam a estrela decadente que no caso de SÃO PAULO foi o malufismo que deu a vitória ao prefeito Malddad e nada mais justo do que essa fantástica parceria com o deputado federal Paulo MALuf o 2o. deputado federal mais velho do Brasil e gozando de excelente saúde ! Vida longa para Maluf & outros “mestres” da política brasileira!!

  10. O que está acontecendo em POA minha gente podem esperar que pode acontecer no seu quintal esteja onde você estiver.
    É uma briga politica entre o PT e o partido do atual prefeito para desestabilizar o mesmo para a próxima eleição.
    Então não se enganem quem pensa que é uma luta de reinvidicação salarial é mais uma petrapalhada com seus asseclas dos sindicatos.
    Nas próximas eleições em POA não se esqueçam meu povo de darmos a nossa resposta ao PT nas urnas, pois é assim que eles adoram o nosso povo.

  11. Segundo o G1, agora há pouco, são as seguintes as CONQUISTAS DA GREVE:
    “Os empresários propuseram aos rodoviários a retomada do plano de saúde, cortado na virada do mês de janeiro para fevereiro, mediante o pagamento de R$ 10 em vez de R$ 40, além do aumento salarial de 7,5% e fim do banco de horas a partir de julho. Eles oferecem também o não desconto pelos dias parados diante compensação, garantia que ninguém será demitido e aumento de R$ 19 no vale-alimentação.”
    De minha parte, até a publicação desta “reportagem”, tinha o Ádamo em boa conta. Mas repudio totalmente o modo que se referiu ao Presidente Lula – desrespeitoso – e também aos sindicalistas. Foi um tanto “além das sandálias”.
    Parabéns aos trabalhadores, parabéns ao Judiciário e até à classe patronal que, pressionada, concedeu reajuste acima da inflação, manteve o plano de saúde, irá pagar os dias parados e não demitirá. Certamente, assim, o povo da cidade terá melhor serviço, já que em muitas cidades há ônibus parados por falta de operadores (motoristas e cobradores), justamente por salários baixos e falta dos benefícios agora reconquiestados. P.S.: (Espero que meu comentário seja publicado – de todo modo, ficarei com ele gravado).

    • O senhor só esqueceu de entender na reportagem que este acordo que o classifica como conquista foi rechaçado pelo sindicato. O senhor também não deve ter lido que o estado de greve permanece até o dia 17, quando a justiça vai decidir sobre o dissídio coletivo.
      Também não deve ter entendido que a divisão entre os trabalhadores foi tão grande que a proposta das empresas foi rejeitada por margem apertada de votos.
      Respeitosamente, sugiro ao senhor uma leitura mais atenta e menos superficial do noticiário a respeito. Uma dica é ler o texto inteiro, antes de ver uma frase e deduzir o seu conteúdo. Compreendo-o, esse erro é muito comum.
      Por gentileza, grave também estas informações junto ao seu comentário.
      Att.

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