Ônibus voltam ao normal na Avenida Nove de Julho

9 de julho

Árvore caiu na Avenida Nove de Julho e prejudicou carros e ônibus, cidade bateu recorde de lentidão, vários semáforos quebraram e houve pontos de alagamento. Foto: Renato Banzai

Linhas de ônibus voltam ao normal na Avenida Nove de Julho
Aos menos 30 linhas de ônibus foram desviadas e12 pontos deixaram de ser atendidos no sentido centro da via
ADAMO BAZANI – CBN
Além de deixar o trânsito muito complicado nas imediações, a queda de uma árvore na Avenida Nove de Julho, perto da Alameda Jaú, no sentido centro, prejudicou cerca de 30 linhas de ônibus municipais, de acordo com a SPTrans- São Paulo.
As linhas tiveram de ser desviadas, mas agora há pouco, às 9h50, a pista do corredor dos ônibus foi liberada para o Terminal Bandeira, no sentido Centro.
Uma mulher ficou ferida sem gravidade.
Mesmo com a liberação, muitos ônibus ficaram presos nos congestionamentos e o cumprimento dos horários vai ser restabelecido aos poucos.
Em dois desvios, 12 pontos deixaram de ser atendidos.
As faixas de carro continuam ocupadas e o motorista deve evitar a região no momento. São cerca de 4,5 quilômetros de congestionamento. Elas devem ser liberadas dentro de uma hora.
Chove desde ontem em São Paulo, o que deixa a situação da cidade bastante complicada.
Houve pelo menos 14 pontos de alagamento, alguns nas Marginais dos Rios Pinheiros e Tietê, 38 semáforos com problemas e outras várias quedas de árvores. A Defesa Civil alertou para os riscos de deslizamentos em regiões como Cidade Ademar, Parelheiros, Ipiranga, Jabaquara, Santo Amaro, Aricanduva, Cidade Tiradentes, Penha, Vila Prudente, Ermelino Matarazzo, Perus, Jaçanã, São Mateus, Tremembé.
Metrô e trens da CPTM operam com velocidade reduzida.
A cidade bateu o recorde do ano de congestionamento no horário de pico da manhã: 149 quilômetros às 10 horas da manhã, superando os 148 quilômetros às 9 horas do dia 13 de junho, quando houve greve de parte dos trens da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. Os índices de congestionamentos chegaram a ser maiores, como 166 quilômetros às 10h45, mas a CET só contabiliza como recorde os horários de pico (no caso da manhã até às 10 horas) e o fechamento a cada meia hora.
Não bastassem estes problemas, cerca de 100 integrantes da Feirinha da Madrugada fazem uma passeata na região central de São Paulo. Eles dizem que as reformas prometidas há 60 dias pela prefeitura no local estão atrasadas.
A Marginal Tietê foi o pior trecho de lentidão em São Paulo. Às 10h41 somente num trecho do sentido Castelo Branco registrava mais de 15 quilômetros de lentidão, desde a ponte da Vila Guilherme até a Rodovia Castelo Branco.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

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