Volkswagen MAN vende ônibus de número 100 mil

ônibus

Chassi 17-230 vendido para Transbrasiliana é o ônibus número 100 mil da MAN Volkswagen Caminhões e Ônibus. Divulgação

A MAN Latin America, fabricante dos caminhões e ônibus Volkswagen e dos caminhões MAN, está comemorando mais uma importante marca em sua trajetória: 100 mil ônibus Volkswagen produzidos. Conhecidos como Volksbus, os veículos são desenvolvidos e fabricados em Resende (RJ) e comercializados a clientes de todo o Brasil, além de mais 30 países entre América Latina e Central, África e Oriente Médio.

Um dos maiores grupos de transporte de passageiros do País, o Grupo Odilon Santos adquiriu o veículo de número 100 mil produzido pela montadora, graças ao lote de 60 ônibus modelo VW 17.230 vendido recentemente à empresa Transbrasiliana Especiais e Fretamento, que pertence ao Grupo. “Somos clientes da marca desde o início das vendas dos Volksbus, inclusive adquirimos o veículo de número 1. A qualidade e excelente custo de manutenção foram sempre grandes fatores na escolha pelos produtos da marca. Hoje temos em nossa frota 860 ônibus Volkswagen”, diz o empresário Odilon Santos.

Com toda tecnologia e credibilidade depositada pelos clientes, os chassis de ônibus Volkswagen dobraram sua participação de mercado nos últimos anos. De 2005 até hoje, a produção aumentou em 108%. “Nosso expressivo crescimento no mercado de ônibus é reflexo de um grande esforço para garantir um alto nível de satisfação de nossos clientes, com produtos de qualidade e pós-vendas diferenciado”, afirma Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America.

Para 2012, a montadora, que fechou o ano passado com 11.139 chassis Volksbus licenciados e participação recorde de 32,2% de mercado, almeja continuar crescendo rumo à liderança nas vendas brasileiras de ônibus, objetivo já alcançado em caminhões, mercado que lidera há nove anos.

19 anos de sucesso

A MAN Latin America entrou no mercado de ônibus em 1993 com o lançamento do modelo VW 16.180 CO. O chassi chegou no momento em que o mercado pedia por alternativas no segmento de ônibus e não marcou apenas o nascimento da linha Volksbus, mas também de um atendimento diferenciado feito na garagem do frotista.
Logo em seguida, a marca ingressou no mercado de micro ônibus, com o modelo VW 8.140 CO. De lá pra cá, a linha não parou de crescer e recebeu inúmeros atributos como, por exemplo, a versão V-Tronic dos modelos urbanos 17.230 EOD e 17.260 EOT.
Hoje, a empresa inicia as vendas dos modelos da linha Volksbus 2012, que atendem as novas normas brasileiras de emissões (PROCONVE P-7). Os veículos contam com uma série de evoluções tecnológicas, com destaque para os motores MAN D08, fabricados no Brasil pela MAN Latin America na fábrica da MWM, em São Paulo (SP), e que equipam três dos oito modelos da nova linha e carregam todo o know-how de uma unidade de negócios da MAN focada exclusivamente no desenvolvimento de motores.

Entre os sucessos de vendas ao longo da trajetória da empresa no mercado de ônibus, destaca-se o veículo desenvolvido pela engenharia de Resende especialmente para o programa Caminho da Escola, que busca garantir maior qualidade no transporte escolar na zona rural brasileira, onde as estradas, geralmente de terra, possuem condições severas de piso e relevo. Desde 2007, quando o Governo Federal deu início ao programa, foram vendidas mais de 6 mil unidades do modelo, que conta com suspensão reforçada e uma série de outros diferenciais.

Os ônibus da marca são ainda presença constante no futebol brasileiro. Graças ao Projeto Seleção Volksbus, hoje 17 clubes transportam suas comissões técnicas e jogadores a bordo de ônibus Volkswagen: Internacional, Grêmio, Atlético Paranaense, São Paulo, Palmeiras, Flamengo, Vasco, Fluminense, Resende, Volta Redonda, Atlético Mineiro, Cruzeiro, Goiás, Atlético Goianiense, Bahia, Sport e Náutico. Há também o da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Os ônibus dispõem de layouts internos totalmente diferentes, já que foram customizados de acordo com as necessidades de cada clube. Alguns dos veículos contam com espaços para reuniões da comissão técnica com estrutura de áudio e vídeo independentes, macas ou poltronas especiais para atendimento a jogadores contundidos, mesas para jogos e armários para utilização da equipe médica.
Assessoria de Imprensa da MAN

15 comentários em Volkswagen MAN vende ônibus de número 100 mil

  1. Vendo hoje, neste dia histórico da greve de ônibus de Curitiba, este esboço de ônibus com motor dianteiro só posso lamentar.
    A culpa pela volta da predominância dos ônibus com motores dianteiros NÃO é da Volkswagen nem da MAN, que estão vendendo o que o comprador quer comprar, a culpa é dos passageiros. Nós os passageiros deveríamos pressionar mais as autoridades e burocratas que administram os transportes para que eles limitassem ao mínimo o uso de ônibus com motores dianteiros. A empresa que é citada no texto acima é que não está nem aí e quer comprar o que for mais barato.
    A Volkswagen já fez ótimos ônibus com motor traseiro e carroceria MARCOPOLO que, utilizados pela REAL (aqui do Rio), eram excelentes. Hoje a mesma REAL (recentemente mudou de nome, após 50 anos, mas o pessoal sabe de quem estou falando) que possui 100 por cento de Volkswagen possui uns ônibus que quando param no ponto parecem autênticos liquidificadores, de tanta vibração produzida.
    O texto fala de um “cliente”. Mas me parece que o cliente do “cliente”, que é o passageiro, é que deveria ser consultado. Afinal não creio, e me desculpem a franqueza (mas é necessário), que dono de empresa de ônibus urbano viaje de ônibus. Que tal se os fabricantes de ônibus perguntassem aos passageiros o que eles acham de seus ônibus. Saudações a todos.

    • Paulo Z
      Temos que exigir da administração pública PAVIMENTO ADEQUADO PARA ÔNIBUS, inclusive nos cruzamentos.
      Só vi mudança recente em alguns corredores de ônibus de Sampa, como o Fco. MOrato-Rebouças, por exemplo.
      Se não for assim, fica complicado exigir que a cia. de ônibus tenha prejuízo com manutenção excessiva. Aí ela usa o “tratorzão” de motor dianteiro e o usuário/cliente paga o pato.
      Os rodoviários melhores usam suspensão a ar para lidar com isto, mas creio não ser muito seguro para passageiros viajando em pé. De qualquer forma, o ônibus detona a suspensão, gerando prejuízo; apenas o passageiro percebe menos = mais conforto..

      • Caro Luiz Vilela
        Obrigado pela atenção.
        Creio que temos que começar a discussão do transporte por ônibus em nosso país com foco nas regiões centrais das cidades principais. Nesta perspectiva o uso de ônibus com motor traseiro eu creio ser prioritário. Nesta opinião já está incluída uma concessão, pois não estou falando em ônibus elétricos ou com muilti-propulsão, para não fazer uma exigência demasiadamente cara.
        Dado que o ônibus deve ser com motor traseiro passemos para o piso. O piso deve ser de primeira qualidade (na Europa há grandes trechos em que as ruas são revestidas com paralelepípedos ou assemelhados).
        Vamos então para a cidade de S.Paulo que é prioridade em termos de Transporte de passageiros em nosso país. Utilizando ônibus com motor traseiro e tendo pavimentação adequada já poderíamos começar a conviver com Transporte adequado para estes passageiros.
        Aí passaríamos a Integração do Transporte coletivo e a coisa continua, tratando-se dos demais itens em seguida.
        Volto a primeira linha de sua mensagem. Você relata que a pavimentação dos cruzamentos é negligenciada. Deixo perguntas: A administração pública não entendeu que a pavimentação de uma via que transita Transporte Coletivo (e por isso mesmo é prioridade) inclui os cruzamentos por outras vias? O concessionário do transporte não reclama com o poder público e deixa que seu patrimônio vá se deteriorando prematuramente?
        Saudações.

  2. como eu não sou dessa”frescura”de motor na frente ou atrás(eu quero é ser levado),falam maravilhas desse motor MAN.dizem q é melhor do q o antigo em termos de velocidade!

  3. Vamos ser sinceros qualquer pessoa com o minimo de conhecimento so deixaria de comprar um mercedes para comprar um vw, pela diferença financeira, O vw e bem mais barato ( mas são bons), mas em termos de consumo, durabilidade, mecanica e peças a mercedes e top, a Novo Horizonte comprou a um ano atras 20 Volvos motor traseiros (linha Princesa Isabel – Tiradentes), segundo alguns motoristas ele vivem quebrados, faltou know how, claro que dentro de alguns anos vão ser otimos, a mercedes esta a anos na frente de todos.

    • Já estão quebrados?CREDO!e olhe q é um Volvo B 290,q tem uma arrancada muito superior o mercedes OF-1722M.mas,concordo contigo Pedro!

    • Sempre ouvi os motoristas dizerem que o desempenho dos Mercedes é bem melhor que o dos Volks e isso é perceptível, principalmente nos ônibus mais velhos.

  4. Amigos
    Treinamento é tudo.
    Um motorista bem treinado pode explorar o melhor do veículo, sem precipitar o seu desgaste.
    Comprovadamente os veículos com motor trazeiro apresentam maior indice de quebra por problemas gerados por má condução por parte dos motoristas.
    Alguns exemplos: Rodar fora de giro, alongamento excessivos das marchas, reduções inadequadas, super aquecimento, propiciar o desencaixe das correias e rodar sem elas, além de não poder perceber ruidos no motor que poderiam sinalizar algum defeito no seu inicio e só parar quando a situação fica critica a ponto de travar o mecanismo.

    abraços

  5. Luiz Vilela
    Voce tem razão, embora temos que considerar que o veículo com motor trazeiro poderá também ter o chassis igual ao do motor dianteiro como acontecia com os veículos OH da Mercedes, os Volvos com motor central e todos os demais com piso normal.
    A partir do modelo com Piso Baixo total ou Piso Baixo Central usados principalmente em São Paulo, a estrutura ficou menos fortalecida, assim como a dos monoblocos de diversas marcas que tinham menor vida útil em relação aos veículos com chassis.
    Se o modelo de transporte fosse semelhante ao de Curitiba, poderiamos ter veículos mais resistentes e melhor condição de embarque para os passageiros, pois, os veículos encostam em plataformas na altura do piso do onibus, como chegou ocorrer em um pouco período no Corredor Rio Branco, aquí em São Paulo.
    Mas em vias inadequadas, o veículo com motor dianteiro é a única solução.
    abs.

  6. Então voçes acham q com uma pavimentaçao melhor nas ruas onde trafega os onibus, os empresarios deixariam de comprar onibus de motor dianteiro! Pois isso é mentira, dou um ex: aqui na praia grande, litoral de sao paulo, as avenidas aonde passam onibus foram reparadas e bem pavimentadas principalmente na avenida kennedy! Temos otima pavimentaçao das ruas! Mas aki a PIRACICABANA ainda circula totalmente com onibus de motor dianteiro! Sao todos super lotados sem o minimo de conforto! E o pior pagamos R$2,90 de passagem! Ficamos quase uma hora esperando o onibus, mesmo sem transito nenhum! Eu quero saber aonde q eu posso denunciar isso pq reclamaçao na empresa nao adianta! Eles nao cumpre com o que o passageiro realmente quer! Os agentinos por ex: sao exigentes pra caramba, lá a maioria dos coletivos tem motor trazeiro e piso baixo! A guatemala ta dando de 1000 a zero no Brasil em termos de transporte publico
    la na europa nenhuma das montadoras ofereçe mais este tipo de veiculo! Se as montadoras paracem de fabricar o chassi de motor dianteiro! Os empresarios iriam pensar diferente!
    Aqui na baixada tem linhas de altissima demanda q mereçia até carros articulados! Mas é tudo feito com onibus curto de 11metros e mbb of1418
    tudo isso é culpa das montadoras de ofereçeram motor dianteiro, tem q haver uma lei pra acabar com este tipo de veiculo!

  7. Michel Farinazo // 7 de Maio de 2015 às 22:09 // Responder

    Sinceramente, sou um dos representantes de uma empresa de ônibus que possui cerca de 20 ônibus Volkswagen, em sua maioria motores 18-330 ou 18-320, só tenho uma coisa a dizer: COMPREM MERCEDES-BENZ, pois pós venda da man/volks é horrível, motores problemáticos, quando compramos nos disseram que motor, caixa e diferencial a garantia era de 3 anos, no começo deste mês tivemos que desembolsar a bagatela de R$ 40.000,00 para “fazer” o motor que parece de porcelana, com dois anos e alguns meses de uso. Quando fomos acionar a garantia, o pós venda nos informou que eram somente dois anos. Absurdo!!! Parte eletrônica do carro um tanto quanto confusa e a assistência técnica, ou concessionários são bem menos informados do que os profissionais que trabalham na minha empresa, fora a má vontade em nos atender, uma vergonha, o veículo sai da concessionária pior do que entrou. Nota 0. O pós-venda não posso comparar com a Mercedes, pois nunca precisei a não ser para fazer as revisões de quilometragem obrigatórias, fora isso, nunca se quer precisei da assistência deles, pois o veículo é resistente, engenharia impecável, motor O500, ano 2011, diga-se de passagem mais antigo do que os Volks que são 2012, até hoje nunca quebrou na estrada e nunca deu problema, nele só se faz manutenção preventiva, fora que o carro é macio demais. Estamos estudando a possibilidade de trocar todos os motores Man/Volks por motores Mercedes. Atendimento e produto horrível.

    Para quem quiser saber melhor é só procurar a empresa Expresso Angrense, de Angra dos Reis-RJ

  8. Michael White Kyler // 28 de julho de 2016 às 16:37 // Responder

    o 16-210 co tem ronco agudo e 17-230 od tem ronco grave. o painel do 9-150 od semelhante a do caminhao 8-120. já o ronco do 18-330 é semelhante a do caminhao constellation 18-310 que é suave e grave. o modelo titan está fora de linha já substituiu o caminhão constellation. a vantagem da volkswagen é ter grupo a man.

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: