HISTÓRIA DA GATUSA: AS VÁRIAS FASES DOS TRANSPORTES NA MAIOR CIDADE BRASILEIRA

ônibus

Caio Vitória da GATUSA já no sistema conhecido como “Saia e Blusa”. Gatusa vivenciou várias etapas da história dos transportes. Waldemar de Freitas Jr. Matéria: Adamo Bazani

ônibus antigo

Monobloco Mercedes Benz da Gatusa antes da padronização de pinturas da reorganização dos transportes em 1978. Empresa auxiliou no crescimento da zona Sul de São Paulo. Acervo: William de Queiroz – Matéria: Adamo Bazani

A explosão populacional de um bairro co números de cidade
E uma das empresas de ônibus mais antigas ainda em operação acompanhou e auxiliou neste processo
ADAMO BAZANI – CBN
Pela posição privilegiada entre o Planalto e o Litoral, sendo um dos caminhos rumo ao interior de São Paulo após São Bernardo da Borda do Campo, a região de Santo Amaro demonstraria sua vocação para p desenvolvimento.
Logo nos primeiros anos de colonização, a área já era explorada pelos brancos, alguns que começavam a desfrutar das riquezas e oportunidades naturais oferecidas pelo próprio local e por outros que usavam apenas como passagem, o que não deixava de aumentar as atividades também, principalmente as voltadas para pousadas e atendimentos aos tropeiros.
No passar de cada século, essa área Sul de São Paulo ganhava mais destaque. Santo Amaro se tornava município independente da Capital Paulista entre 1832 e 1935.
A Estrada de Itapecerica que cruzava boa parte da região era margeada por propriedades e núcleos de famílias investidoras no setor imobiliário na época, como Gazzotti e Grasmann. A busca pelos empregos, maiores ganhos e melhores condições de vida que o desenvolvimento econômico, industrial e urbano poderia proporcionar, logo fez da Zona Sul de São Paulo uma das áreas de maior concentração populacional do País.
Santo Amaro, depois Capão Redondo, oficialmente fundado John Like e John Boehm, e a Vila das Belezas, constituída em 1924, não davam conta de tanta gente que procurava morar em São Paulo, mas não tinha dinheiro para os imóveis na região central ou aquelas que, por causa dos custos de moradia do centro, precisavam se deslocar para áreas mais distantes e baratas.
Novos bairros surgiam, entre os quais, Jardim São Luis, Americanópolis, Vila Antonieta, Jardim São João, etc.
A zona Sul de São Paulo já teve uma linha de trem para atender a demanda de pessoas que precisavam se deslocar até o centro da cidade ou entre os bairros da região de Santo Amaro. Essa linha de trem operou de 1886 a 7 de julho de 1913, data que foi substituída por bondes.
Mas a região crescia tanto que as linhas férreas, trem ou boné, não eram suficientes. Não dava tempo de acompanhar este crescimento. Além disso, os custos de implementação de tais linhas e algumas áreas de difícil acesso tornariam impossíveis os serviços férreos.
As empresas de ônibus foram fundamentais para o atenderem o crescimento da região. Uma delas é a GATUSA – Garagem Americanópolis Transportes Urbanos S.A. E o Jardim São Luis, uma das regiões da zona Sul, que o diga. Em 1950, o bairro, contava com 6.758 habitantes, em 1960, esse número era de 18.555, segundo a Prefeitura de São Paulo. Foi nesta época que surgiu a GATUSA. A Junta Comercial de São Paulo aponta a criação da GATUSA como Sociedade Anônima em 30 de dezembro de 1965. Sua primeira sede era na Avenida Conceição número 17. O Objeto da empresa era garagem, estadia, lavagem. Lubrificação, oficina, mecânica, e transpores coletivos urbanos por ônibus.
Na sua constituição como S.A. nesta data eram sócios da GATUSA: Wallace Alves de Siqueira (diretor presidente), Wilde Alves de Siqueira (diretor superintendente), Paulinho Abreu Ferreira (diretor tesoureiro) e Manoel Alves de Siqueira Filho (diretor técnico).
Wallace e Wilde de Siqueira eram investidores no setor de transportes e começaram a vislumbrar outros negócios diante das ofertas que recebiam para a compra da GATUSA de outras pessoas que enxergavam na companhia a oportunidade de atender uma demanda cada vez maior de pessoas.
As linhas da empresa, inicialmente poucas ligações, aumentavam com o tempo e já mesmo no final dos anos de 1960, ela se tornaria uma das viações de maior destaque da cidade de São Paulo.
Em 1966, logo após a constituição da empresa como Sociedade Anônima, a GATUSA teve como sócio-diretores os Komoto, da mesma família que investia em transportes coletivos no ABC Paulista, mas precisamente nas regiões de Ribeirão Pires e Mauá.
A família fez a empresa crescer. Mas depois de algumas dificuldades da família e do atrativo que a GATUSA despertava em outros investidores, no início dos anos de 1970, a entrada de uma nova diretoria seria inevitável.
Foi o que ocorreu em 04 de dezembro de 1973, quando assumia a família Saad. Nesta data, José Saad tornava-se o presidente e Antônio José Saad diretor-superintendente.
A GATUSA é uma das empresas em operação na cidade de São Paulo mais antigas. Tantas surgiram na época dela, aproveitando o crescimento do município, mas depois de não suportarem pressões econômicas, ou vítimas de negociatas e estratégias empresarias, nem sempre dentro dos padrões mais éticos esperados, acabaram desaparecendo.
A GATUSA foi uma das poucas que sobreviveu, apesar de ter suas denominações alteradas com pequenas variações, mas sempre mantendo o nome principal.
O Jardim São Luiz só crescia. Em 1956, já existia uma Sociedade Amigos de Bairro no Local e atas comprovam as reuniões para a construção da capela, entre 1957 e 1961m, da Capela de São Luiz Gonzaga, padroeiro dos jovens.
Pela sua longevidade, a GATUSA pode contar um pouco das várias fases da história da cidade e dos transportes do município.
Nos anos de 1960, quando São Paulo estava cheio de empresas e linhas sobrepostas, seu lote operacional era o 80, número pelo qual começavam os prefixos de seus carros.
Toda esta desorganização, que resultava em disputas da empresas pro uma mesma linha, e excesso de oferta em trajetos mais lucrativos e fáceis de serem percorridos e falta de ônibus em áreas de menor demanda e menos afastadas, exigiu uma intervenção do poder público.
Elaborada desde 1974, a reorganização foi concluída em 1978, com a racionalização de linhas, a padronização de pinturas de acordo com região, o saia e blusa, no qual a saia, parte inferior da carroceria do ônibus, na altura das rodas correspondia à região, e a formação de consórcios.
A GATUSA, de acordo com a Junta Comercial de São Paulo, formaliza o Consórcio com outra grande empresa de ônibus, a Tânia, formando a pessoa jurídica Consórcio Tânia-Gatusa em 27 de outubro de 1977.
Apesar das ações em consórcio e até compartilhamento de serviços, cada empresa era administrada de forma independente. A GATUSA em 16 de fevereiro de 1982 passaria de Sociedade Anônima para Ltda.
Quando Luiíza Erundina foi prefeita em São Paulo pelo PT, entre 1989 e 1992 ela instituiu o sistema “municipalizado”, pelo qual as empresas eram remuneradas pelos serviços prestados e o poder público municipal controlava as tarifas e contratava as empresas. A oferta de veículos aumentou, mas de maneira desequilibrada, o que desonerou os cofres públicos. Seria um dos golpes finais na CMTC, privatizada em 1993 por Paulo Maluf. Na época de Erundina, o lote 32 era operado pela GATUSA.
Só que mais uma vez eram necessárias reorganizações nos transportes. Além disso, os contratos das empresas estavam completando os 10 anos após a assinatura em 1992. Então, entre 2002 e 2003, Marta Suplicy faz uma nova licitação. Consórcios são feitos e varas empresas tradicionais desaparecerem. A GATUSA continua, desta vez integrando o Consórcio 7, no lote 6.
Além de Nádia Dalal Racy Saad, a Livonpride S.A,, empresa uruguaia, com sede em Montevideo, aprece como uma das donas da GATUSA.
A ligação de empresas uruguaias e off shores do país, considerado paraíso fiscal, com grandes empresários, como José Ruas Vaz, causou polêmicas na cidade e foi alvo de investigações.
Quanto a frota, a GATUSA sempre foi considerada até acima da média. Ela testava algumas inovações, como o veículo Híbrido em São Paulo.
Adamo Bazani, jornalista pesquisador da história dos transportes.

FOTO: 1: Monobloco Mercedes Benz da Gatusa antes da padronização de pinturas da reorganização dos transportes em 1978. Empresa auxiliou no crescimento da zona Sul de São Paulo. Acervo: William de Queiroz – Matéria: Adamo Bazani
FOTO 2: Caio Vitória da GATUSA já no sistema conhecido como “Saia e Blusa”. Gatusa vivenciou várias etapas da história dos transportes. Waldemar de Freitas Jr. Matéria: Adamo Bazani

39 comentários em HISTÓRIA DA GATUSA: AS VÁRIAS FASES DOS TRANSPORTES NA MAIOR CIDADE BRASILEIRA

  1. Adamo,
    Como busólogo de anos qué como eu gostaria de uma opinião sua. O que você acha sobre as pinturas padronizadas que os governos obrigam as empresas de ônibus em várias cidades a usa-las? Você acredita em uso politico desta medida para fins de promoção pessoal? Você acha que a mesma usa trasntorno a população em relação aos seus trajetos e capacidade de denuncia e ao mesmo oculta empresas deficitárias e corruptas da população? Gostaria de saber a sua opinião. ABS!

  2. Leonardo, primeiramente, agradeço seu comentário aqui no Ponto de Ônibus.

    As padronizções das pinturas de ônibus não me agradam. E um dos fatores é justamente este: a lataria dos veículos é utlizada para a promoção de partidos políticos, administrações e imagens pessoais. em Santo André, entre 2008 e 2010, a cidade chegou a ter três pinturas diferentes por conta disso. Celso Daniel, na ocasião da pivatização da EPT, criou a ONDA AZUL, padronizando os ônibus da cidade totalmente na cor azul com as letras EPT bem grandes em vermelho. Em 2008, o prefeito João Avamileno, do PT também, adotou uma pintura, na qual o ônibus era branco e vermelho. Nove meses depois, assumiu Aidan Ravin do PT, e mal as empresas estavam trocando o azulão com EPT vermelho de Celso Daniel, elas tiveram de repintar os ônibus recém alterados para vermelho para um azul mais claro, no mesmo desenho. Medida sem utilidade nenhuma, visivelmente com cinho político. Aidan disse que era para a cidade identificar-se mais com as cores de sua bandeira. A EMTU, às vesperas de eleição, trocou a pintura da horrível padronização dela, alterando o detalhe maior vermelho para branco sobre o fundo azul. Mas o intuito esmo foi aumentar o logotipo do Governo do Estado de São Paulo. E aquela pintura de Marta Suplicy? Na Capital. Os cinco “bonequinhos de mãos dadasd”, eram claramente alusão às estrelas do partido de Marta, o PT.
    As oadrinizações dificultam a identificação por parte do passageiro.
    Mas é bom para o político e para o mau empresário, que pode passar ônibus de empresa para empresa sem mudar muita coisa na lataria.
    Saudades da época de cada empresa com sua cor. Fato negativo, o Rio de Janeiro, que aderiu à padronização, assim como Gaurulhos. Fato positivo: Mauá acabou com a padronização e Viação Cidade de Mauá e Grupo Leblon rodam com pintura bem distintas, facilitano a identificação para o passageiro.
    E os urbanistas que me perdoem, mas poluição visual é pichação, lixo na rua e prédios mal planejados por seus colegas e não cor de ônibus!

    • Boa noite Adamo !
      Faço coro com as vossas considerações com relação a pintura. É um modo simplista das, administrações municipais, em sua maioria, pouco eficientes e pobres de cérebro, tentarem, imprimir a idéia à população de que o transporte nesta ou naquela localidade é realizado pelo poder público. Quando não consegue, ainda assim, a administração municipal colabora com o mau empresário, afinal a população em sua maioria, não consegue discernir quem, qual empresa presta um bom ou mau serviço, e, na maioria das vezes, nivela todos, por baixo. Pena, para os poucos empresários que, mantém suas empresas bem administradas e tentam oferecer um serviço aos cidadãos.
      Abraço.

    • Adorava mesmo as pinturas estilos asas da Brigida, da Alto do Pari, dos anos 60. Eram muito lindo

  3. Concordo plenamente com o Adamo, as padronizações das pinturas tiram totalmente a identidade das empresas e em alguns casos deixa as pessoas muito confusas pelo fato de os ônibus serem todos iguais, a prova disso tá nessa história da GATUSA e também da maioria das emp´resas antes do saia blusa de 1978. Como pódemos ver o O-362 da foto era muito fácil identificar a empresa de longe, cada uma tinha uma cor e uma identidade própria. Uma coisa é certa urbanistas não conhecm e não andam de ônibus, viajam pelo mundo e nada aprendem, falo isto porque quem já pelo menos assistiu filmes que retratam a cidade de Nova York, dá pra perceber que os ônibus da cidade mantém o mesmo padrão de pintura desde os anos 50 ou seja , o famoso azul e branco varia pouco, aqui na cidade de São Paulo para quem não conhece pensa que só existe uma única empresa, chega ser entediante ver tantos ônibus iguais variando somente a cor da região. E voltando a GATUSA lembro dela muito bem, sempre foi uma boa empresa, lembro-me quando ela assumiu essa linha que era da antiga Viação Campo Belo, além dessa linha em 1978 ela assumiu a linha 6401-Vila Olimpia/Rodoviária que era da Viação ABC e tinha o numero 700. além disso essa empresa foi pioneira no uso de ônibus movidos á GNV em 1998. Parabéns pela matéria

  4. Parabéns pela matéria Adamo. Lembrando que hoje a frota da Gatusa sempre foi uma das melhores, tanto que hoje a empresa praticamente só opera com ônibus de motor traseiro, restando alguns pouquíssimos dianteiros que logo vão sair de circulação. Abraço.

  5. o que dizer da viação Gatusa???

    Foi uma empresa que sempre operou bem, as linhas que eu mais frequentava era a 6414 que já tinha extendido para o Shop Morumbi e a 5121 Santo amaro nunca tiveram histórico de atrasos que eu me lembre, nestas duas linhas e sem contar que os ônibus eram bem conservados.

    Com relação à identidade visual, que volte para que as empresas tenham identificação junto à população. Consórcio não identifica empresa e não é todos que tem que pagar por uma empresa que está pisando na bola

    Abraços
    Marcos Galesi

  6. A Gatusa sempre teve um ótimo histórico e referência entre as empresas. O seu porte é anônimo de crescimento e exemplo de boa operação, respeito pelos usuários e pela cidade de São Paulo.
    Parabéns Gatusa!!!

  7. Adamo,
    Penso exatamente como você. Moro no Rio e estou muito revoltado não só com esta padronização, mas também com a licitação que foi de cartas marcadas, onde as regras do edital foram mudadas no meio da mesma para beneficiar quem ja operava, e o que é pior as empresas que foram proibidas de participar, participaram através de empresas laranjas. Soma-se a isso que várias empresas de outros estados e paises ainda foram lesadas no processo licitatório, fato este denunciado por uma empresa francesa de ônibus na mídia internacional. Vale lembrar que esta licitação está sendo investigada pelo Ministério Publico do Rio de Janeiro por estes motivos.
    Quanto a padronização, o prefeito Eduardo Paes tentou empurra-la antes da licitação, o que saiu no jornal O Dia e ainda teve uma péssima repercusão a opinião publica, mas ainda sim ele insistiu, e ainda tinha, na verdade tem, o fato dos empresários serem radicalmente contra ela. Ai, o que ele fez: ele escondeu isso da licitação vindo a impor isso assim que a licitação acabou. Prova disso é que várias empresas compraram ônibus com pintura própria durante o processo licitatório ja que no mesmo não previa a padronização das pinturas. Pior ainda foi a não inclusão de ônibus de piso baixo e ônibus com ar-condicionado entre outros itens, deixando as coisas como estão, simplesmente.
    No caso da padronização, o que mais chama a atenção é que ela é imposta pela população onde as prefeituras e governos estaduas não fazem campanhas sobre elas e em aguns casos, nem usam ela nos sistemas de transporte, o que mostra que seu objetivo é apenas politico, eleitoreiro, pessoal e pior, para esconder empresas corrúptas. Para se ter uma ideia, nesta padronização da prefeitura enquanto o nome do suposto consórcio ( ele na prática não existe, pois as empresas continuam operando de forma independente), nome da empresa e numero de órdem praticamente não aparecem, o logo da prefeitura aparece bem grande, o configura o seu uso politico. Quando a prefeitura começou a obrigar as empresas a padronizar as frotas, o RJ TV da Globo entrevistou a prefeitura (ja que as pessoas ja estava se confundindo nas ruas) e esta disse que não faria campanha para a popualção usar e ainda disse que o povo terá que se virar para pegar seu ônibus ou para denunciar serviços ruins. Este problema também está ocorrendo em Teresina-PI também.
    Neste contexto , cito também Brasilia onde a cada mudança de governo muda-se as pinturas dos ônibus, e o que é pior, até ônibus pirata lá em Brasilia estão usando pintura padronizada com número de órdem fictcio e tudo, engando a população.
    Adamo, gostaria que você me autorizasse a divulgar sua postagem e também visitasse um blog criado especificamente para denunciar isto, adminstrado por mim e pelos meus amigos Alexandre e Marcelo Pereira. Também peço que assinem um abaixo assinado presente neste blog, e se possível, escrever sobre isso nele. Caso queira escrever nele, me passe seu email ou conta do Google. Obrigado por me responder!

    Um abraço,

    Leonardo Ivo
    http://antipadronizacaobus.blogspot.com/ – Blog Antipaadronização dos ônibus
    http://terminallaranja.blogspot.com/ – Terminal Laranja – blogs que denunciam mau serviços das empresas e tratam de busologia.
    http://menosautomoveis.blogspot.com/ – Menos Automoveis nas Ruas – blogs que denunciam mau serviços das empresas e tratam de busologia e críticas sobre o transito do Brasil.
    leonardo.ivo22@gmail.com – meu email.

  8. Adamo,
    E impressão minha, o jornalista Milton Jung também é busólogo como você? Se for, peço que faça a mesma pergunta que fiz para você sobre isso. E vou mais além, o que acha de fazer uma matéria sobre isso na CBN numa reportagens sobre transportes urbanos do Brasil? Agom como uma radiografia dos transportes urbanos brasileiros onde este assunto poderia ser abordado? Isso é possível? O que acha?
    ABS!

  9. sou da turminha que acha a padronização necessária. Com ônibus Padronizados, evitamos exibição de cateis como o do Ruas Vaz. e a horrorosa do grupo Belarmino Marta. Embora, a da Marta seja totalemnte política, a atual é bem imparcial, escrito Apenas Cidade de São Paulo, e o brasão da cidada

  10. Prezado,
    Sou pesquisadora iconográfica, e para fins de publicação de material didático de história, gostaria de verificar a possibilidade de publicação de uma fotografia de um trólebus no Brasil. Como verifiquei que seu site possui várias imagens, quais os procedimentos cabíveis para nos autorizar, caso haja essa possibilidade?

    Desde já agradeço, e me coloco à disposição para esclarecimentos.
    Att.,
    Franciele Grabowski

  11. Ola eu gostaria quer a cor vermenha faixa voltase de novo nos onibus de sao paulo obrigado

  12. Simplesmente sensacionais as matérias!E as fotos antigas dos onibus de sp então?Maravilhosas!Continue assim,Adamo,seu trabalho é sem igual!

  13. MEU PAI TRABALHOU ESTA EMPRESA POR MUITOS ANOS HOJE JA FALECIDO ELE TINHA O PRAZER DE DE FALAR DESTA EMPRESA ELE ERA MOTORISTA . EU ME LEMBRO QUANDO ELE IA PEGAR O PAGAMENTO POIS EU ESTAFA JUNTO COM ELE HOJE EU TENHO 50 DE IDADE E NAO ME ESQUEÇO. TENHO EM MINHA CASA AS FOTOS QUE ELES TIRAVAM QUANDO ELES VIAJAVAO PARA APARECIDA DO NORTE AS FOTOS SAO EM PRETO E BRACO . OS MOTORISTA TRABALHAVAO DE BONE E O BONE ERA AZUL. QUE TEMPO BOM PARABENS A VIAO GATUSA MEU PAI ERA O BRAGA

  14. Saudades da GATUSA qdo faziam a linha 675 P, bons tempos !!!

  15. sou busologo; adoro onibus. trabalhei 8 anos no turismo; na empresa SANTA RITA; sabendo que qualidade e conservacao dos onibus e 10; mas hoje trabalho na GATUSA; gracas a deus. nao tem empresa melhor para se trabalhar do que a GATUSA. gosto muito de trabalhar na GATUSA. PARABENS GATUSA; pela sua historia de sucesso.

    • michael cristiano // 28 de Janeiro de 2013 às 04:48 // Responder

      eu conheço vc em tonhao (salaminho) kkkkkk entra em contato comigo pow
      michael.2032@live.com
      tambem ja trabalhei na gatusa e nao tenho o que reclamar da empresa em si mas dos pessoal do trafego ( panelinha) tenho muitas queixas ruins ao respeito da conduta que se tem para com os colegas . nao tem cabimento colocar um motorista que mora em diadema escalado no inocoop campo limpo aos finais de semana .e os motoristas que moram na regiao ficam na reserva la no term sto amaro
      eu por exemplo pedi muito pra me tirar da linha do inocoop fui até o escalante pedir e a resposta foi vou ver oq que consigo fazer , 4 dias depois fui demitido da empresa
      eu sempre pedia pra me tirar da linha , pois eu fazia o baita de uma linha durante a semana e final de semana me escalavam na 6291/10
      ou seja
      durante a semana eu lidava com gente educada , final de semana eu lidava com animais( nao generalizando) e quando tinha jogo no morumbi entao nao preciso nem falar que era um verdadeiro inferno, chingamentos ,cusparada na cara, ofensas, depredaçao do carro ameaça de morte , tudo isso eu suportei tinha até medo de ir trabalhar nessa linha
      como eu fazia o baita da linha 675-N/10 eu recolhia na garagem as 01:30 chegava em casa 02:20 minha pegada no sabado era no inocoop as 12:20 e a partida do carro era as 12:25
      nao tinha nem o tempo de espera pra um eventual atraso
      eu fazia o baita na 675N E ERA A PRIMEIRA RENDIÇAO DA 6291 .

      se eu por algum motivo chegasse atrasado 5 minutos o carro ja tinha partido com outro cobrador e eu que fazia a tabela dele havia uma troca de tabelas .
      muitas vezes cheguei atrasado pois moro na regiao do guarapiranga e aos finais de semana e feriados é um saco pegar onibus em sentido a estrada de itapecerica
      eu fazia um verdadeiro roteiro
      descia da perua pegava um onibus
      depois descia do onibus e pegava uma perua e depois completava a pe
      uma vez aconteceu isso comigo e eu trabalhei com o tonhao LEMBRA DISSO TONHAO????

  16. Jackson B. Galdino // 20 de outubro de 2012 às 20:58 // Responder

    A GASTUSA é uma empresa q acolheu meu tio Fernando ex-motorista e seu irmão tbm meu tio Jeovane tbm ex-motorista. Quando entrei na GATUSA eu era cobrador agora sou motorista hoje tenho 25 anos 2 anos só de motorista, ou seja quando eu tinha 23 anos passei para motorista eu era o motorista mais jovem da gatusa. Por isso agradeço a GATUSA por dar essa oportunidade não só para mim mais sim para varios q conseguiram atingir suas metas na empresa. E tbm agradeço muito pq meu pai era motorista da viação CAMPO BELO e quando ele faleceu a CAMPO BELO não sedeu um ônibus para levar familiares e amigos para o enterro, mais o jeovane estava trabalhando na GATUSA e foi ela q sedeu o onibus, lembro como se fosse hoje o ônibus não era preparado para a comunidade eles tiraram um onibus de linha normal era o carro 76712. por isso eu agradeço a GATUSA por tudo, e por ser a melhor empresa de transporte da capital.

  17. João José da Silva // 26 de Janeiro de 2013 às 02:15 // Responder

    Tenho 54anos…nasci no bairro de americanopolis e lembro muito bem da garagem da GATUSA, ela fazia a linha 541 Divisa de Diadema – Pça João Mendes e Americanopolis – Pça João Mendes, em 1970 eu estudava na Vila Mariana e todos os dias eu usava estas linhas, os onibus eram Super B, macios e silenciosos, lembro que a empresa tinha cerca de 42 veiculos, mas eu usava diariamente o de numero 80028, havia uma grande amizade entre os passageiros e motorista e cobrador, até porque durante varios anos todos os dias agente se encontrava…os onibus estavam sempre limpos por dentro e por fora, e dificilmente quebravam…lembro dos transtornos dos desvios de itinerario para construção do Metro…belos tempos…tenho saudades daquela rotina e dos amigos…João Silva – 9-9642-3285

  18. quero faser parte do quadro de funcionarios da empresa sou motorista de onibus a 13 anos CNH D cursos em ordem dispozisao para trabalhar espero oportunidade deixo contatos. 011-95339-9782/011-98054-5306/79179292/ID.115*29563

  19. me parece ser uma empresa responsavel com serviso que serve a populaçao e com seus funcionarios.

    • Clayton dirija-se a garagem da gatusa e pede pra falar com a psicóloga garanto que você será bem recebido , ou ligue e procure se informar melhor sobre a seleção de motoristas fone: 11-5890-8600 pede pra transferir a ligação pro RH

      espero ter ajudado

  20. A Gatusa teve início no final de 1965,inicialmente com onibus adiquiridos da viação Paratodos,e iniciou c/ a linha 541 saindo bairro Americanopolis passando p/av.Armando Arruda Pereira e em frente do colegio Vilalva,desde o início foi e é considerado a melhor empresa de onibus da capital de S.Paulo,trabalhei quase 30 anos no metro,(até o final de 2004) e nunca ouvi reclamação dessa empresa,eu ouvia reclamação de outras mas nunca da Gatusa, e qual foi minha surpresa ao saber que meu filho Fabiano é funcionário dela,fiquei feliz em saber que meu bom filho esta trabalhando como motorista nessa ótima empresa,é prazeiroso saber desse fato,pois hoje eu ensino a estória da empresa q ele trabalha!

  21. É, não tá fácil pra ninguém….

  22. Sabe que me deu vontade de fazer cocô? Um dia, eu tava andando no ônibus da GATUSA e fiquei com vontade de cagar. Aí, não fiz uma nem outra: baixei a bermuda e exonerei as fezes dentro do busão, no corredor. Fiquei com um pouco de vergonha, porque todo mundo ficou vendo meu bundão, mas me aliviou muito, porque o trânsito estava parado e eu ia demorar a chegar em casa. Só que ficou um problema: como eu ia fazer para me limpar? Aí passei o dedo no butico e limpei na calça de um senhor que estava dormindo (aliás, acho que ele tinha era morrido, porque não se mexeu a viagem inteira), levantei o calção e sentei de volta no meu banco. Grande saudade…

  23. José Eduardo Candellaria // 20 de novembro de 2013 às 17:40 // Responder

    Que gostosa ler a história e ver as fotos dos ônibus da minha época de infância. Nasci em Santo Amaro e cresci na Vila das Belezas. Era usuário dos Ônibus da Viação São Luiz, que demoravam muito para passar, especialmente o “Via Vila”, que era o ônibus que ia para o Jardim São Luiz que passava pela Vila das Belezas.Quando tinha que pegar algum ônibus da Gatusa era muito gostoso porque o trajeto era longo na maioria das vezes a criança gostava mesmo era de passear. Além disso a oferta de carros era grande e dificilmente via-se um ônibus da Gatusa lotado de gente. Que saudade !! Muito obrigado pelo texto.

  24. Gostaria de saber o porque a empresa informa em um site que está em busca de profissional na área administrativa e nunca tira o anúncio, afinal qual é a exigência a empresa? porque não concedem oportunidades para pessoas sem experiência já que informam que a empresa busca capacitar seus colaboradores através de treinamentos oferecido pela própria empresa. Desse modo como uma pessoa pode conseguir participar de um processo seletivo na área administrativa?

  25. dinda_pepeu@hotmail.com // 3 de setembro de 2014 às 00:07 // Responder

    conheço a G
    Gatusa há mais de 17 anos e gostaria de trabalhar em uma empresa que nem a Gatusa.

  26. sebastiao firmino filho (bauru sp) // 1 de Fevereiro de 2015 às 21:51 // Responder

    alguem de voces poderia me diser qual e o endereço da garagem do gatusa no ano de 1975 em americanopolis que opos ela mudar nesse lugar foi garagem de caminhao de lixo.

  27. fco nunes de lima // 5 de Abril de 2015 às 22:51 // Responder

    queria uma foto do onibus ceferal mecedez motor 355 rodoviario emtre 1978 ate 1981 meu pai era motorista ele trabalhou neste onibus queria uma foto

  28. A GATUSA,é veterana em São Paulo,e continua sempre bem administrada,se todas as empresas de ônibus fossem assim?PARABÉNS

  29. Pois,a GATUSA é de Causar inveja,nunca trocou e nem mudou de Nome,pois outras empresas já mudaram seus nomes

  30. sebastiao santos // 9 de outubro de 2015 às 13:57 // Responder

    queria saber se esta empresa já possuiu outros ônibus modelo caio bela vista 2 monobloco anos 70 fora aquele que tem na internet…e queria ver essas fotos…

  31. Em virtude do falecimento de um dos empresários,a GATUSA pode ir a falência,pois,o melhor de tudo são os grupos empresariais,JOSÉ RUAS VAZ e BELARMINO DE ASCENÇÃO MARTA Adquila em definitivo

  32. SERÁ DIFÍCIL OUTRO GRUPO EMPRESARIAL ADQUIRIR A GATUSA,SÓ O DR JOSÉ RUAS

  33. PAULO CAIO PEÇANHA // 7 de Março de 2016 às 23:14 // Responder

    A GARAGEM GATUSA, ERA UM DESEMEBRAMENTO DA VIAÇÃO PARATODOS, DO WALACE ALVES DE SIQUEIRA, QUE ERA IRMÃO DO CAPITÃO WALDIR ALVES DE SIQUEIRA, E DONO DA VIAÇÃO CANAÃ, E SOCIO DA VIAÇÃO BOLA BRANCA

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