SPTrans define vencedor em licitação para pavimento rígido em paradas de ônibus fora de corredores
Publicado em: 11 de junho de 2020
Empresa JZ Engenharia venceu certame no valor de quase R$ 19 milhões
ALEXANDRE PELEGI
A prefeitura de São Paulo, por intermédio da São Paulo Transporte S/A (SPTrans), concluiu a licitação para substituir asfalto por concreto (pavimento rígido) em paradas de ônibus localizadas em vias onde não há corredores para o transporte coletivo.
De acordo com publicação no Diário Oficial desta quinta-feira, 11 de junho de 2020, a Comissão Permanente de Licitações – CPL da SPTrans divulgou o resultado da análise e julgamento das propostas comerciais e dos documentos de habilitação das licitantes, e declarou vencedora a empresa JZ Engenharia e Comércio Ltda, pelo valor de R$ 18.887.095,23.
Fica aberto agora o prazo de 5 dias úteis para apresentação de recursos, que vencerá às 17h do próximo dia 19.

Como mostrou o Diário do Transporte, a prefeitura de São Paulo reabriu a licitação no início de abril deste ano, marcando a entrega das propostas para o dia 07 de maio de 2020.
Desde setembro de 2018, a SPTrans tenta realizar a licitação que, naquele ano, foi barrada pelo TCM – Tribunal de Contas do Município.
Em novembro de 2019 o TCM autorizou a SPTrans a retomar o certame. O despacho do conselheiro Edson Simões, autorizando a retomada, foi referendado pelo plenário do órgão de contas em 27 de novembro de 2019, e publicado na edição do Diário Oficial do Município. Segundo a publicação, o contrato tem valor estimado de quase R$ 50 milhões (R$49.672.251,89).
Em janeiro de 2020, a gerenciadora dos transportes retomou a concorrência, mas depois a suspendeu novamente.
No final de março, a gestora então abriu nova consulta pública e no dia 09 de abril de 2020 comunicou a retomada da licitação com previsão de entrega de propostas para 07 de maio.
As obras também contemplam as reformas de guias, sarjetas e calçadas das paradas.
O concreto é mais indicado para locais onde há tráfego maior de ônibus, inclusive com frenagem, por suportar melhor que o asfalto o peso dos veículos de transporte coletivo.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes



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