Concessionária Iveco em São Paulo apresenta Soul Class, apostando na retomada deste segmento
Publicado em: 28 de maio de 2017
Veículo foi feito por parceria entre a Iveco e Caio e reúne, de acordo com as fabricantes, novos conceitos de acessibilidade e segurança
ADAMO BAZANI
As representantes da montadora Iveco apostam no lançamento da marca, em parceria com a encarroçadora de ônibus Caio, o micro Soul Class.
O veículo foi apresentado oficialmente à imprensa no dia 18 de abril deste ano, evento que teve a cobertura do Diário do Transporte.
Segundo a Caio e a Iveco, o modelo trata-se do primeiro micro-ônibus “inclusivo” do pais.
Em vez de cadeira de transbordo, para atender à legislação que entra em vigor a partir de julho, o ônibus possui plataforma elevatória com poltrona dos mesmos padrões das demais no salão de passageiros. A solução, além de oferecer inclusão a quem depende de cadeira de rodas, também traz a vantagem de permitir o uso desta poltrona por qualquer passageiro, caso não haja nenhum usuário que dependa do acionamento da plataforma. Relembre:
Agora os veículos começam a chegar em maior número nas concessionárias.
Neste último sábado, a representante da marca Cofipe, na capital paulista, fez a apresentação do modelo, que tem versões executiva, fretamento e escolar.
O gerente comercial da representante, Fábio Giordano, se disse otimista com o modelo que, segundo ele, alia a qualidade da montadora Iveco e a robustez da carroceria Caio.
Apesar da retração da produção e vendas por causa da crise econômica e dificuldades de créditos, que se intensificaram a partir de 2013 e provocaram uma queda de cerca de 70% na comercialização de veículos comerciais pesados desde então, o mercado acredita na retomada de alguns segmentos, em especial de ônibus de pequeno porte.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Colaborou Hélio Luiz Oliveira



Amigos, boa noite.
É foto desse ai só “dis costas”.
Porque aquele “bico” é triste.
Mas vamos ver de perto, para checar a ergonometria para o piloto e para os passageiros.
Quem sabe, mas …
Att,
Paulo Gil