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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p>A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p>A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p>Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p>Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Atrasos em saídas de ônibus por assembleias sindicais afetam transporte coletivo em Salvador (BA)</title>
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    <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 10:29:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Greve]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Promessa é de regularização gradual somente depois das 8h ADAMO BAZANI Problemas para quem depende de ônibus em Salvador. Motoristas e demais funcionários do sistema estão em campanha salarial e assembleias são realizadas em duas regiões, atrasando a saída dos coletivos. Os atos sindicais ocorrem em Praia Grande (G1 e G2 Plataforma), que abriga ônibus [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1019" height="679" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_071749_Chrome.jpg?fit=1019%2C679&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_071749_Chrome.jpg?w=1019&amp;ssl=1 1019w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_071749_Chrome.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_071749_Chrome.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_071749_Chrome.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_071749_Chrome.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1019px) 100vw, 1019px" /> <p><em>Promessa é de regularização gradual somente depois das 8h</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Problemas para quem depende de ônibus em Salvador.</p>
<p>Motoristas e demais funcionários do sistema estão em campanha salarial e assembleias são realizadas em duas regiões, atrasando a saída dos coletivos.</p>
<p>Os atos sindicais ocorrem em Praia Grande (G1 e G2 Plataforma), que abriga ônibus que rodam no Subúrbio, e na G1 OT Trans, em Campinas de Pirajá, que tem os coletivos das linhas Cajazeiras e outras regiões de Salvador.</p>
<p>A promessa é de regularização gradual somente depois das 8h.</p>
<p>A categoria pede reajuste salarial e nos tickets com índice 5% superior ao da inflação, redução da jornada de trabalho para seis horas diárias, entre outras.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>Linha 15-Prata opera com restrições após problemas na manhã desta quinta (30)</title>
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    <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 10:26:43 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Falha no sistema de sinalização gera impacto na circulação de trens ARTHUR FERRARI Quem utiliza a linha 15-Prata de monotrilho enfrenta problemas desde às 7h05 desta quinta-feira, 30 de abril de 2026, quando uma falha no sistema de sinalização passou a prejudicar a circulação dos trens. De acordo com o Metrô, por meio de nota, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="704" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Viagem_de_Inspecao_no_trecho_Oratorio-Sao_Mateus_Linha_15-Prata_do_Metro_Monotrilho_39484313855-e1716043327678.jpg?fit=1024%2C704&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Falha no sistema de sinalização gera impacto na circulação de trens</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Quem utiliza a linha 15-Prata de monotrilho enfrenta problemas desde às 7h05 desta quinta-feira, 30 de abril de 2026, quando uma falha no sistema de sinalização passou a prejudicar a circulação dos trens.</p>
<p>De acordo com o Metrô, por meio de nota, a operação acontece com velocidade reduzida e maior tempo de parada em toda a extensão do serviço.</p>
<p>Técnicos da estatal trabalham para normalizar o atendimento.</p>
<p><strong>Nota do Metrô na íntegra</strong></p>
<p><em>O Metrô informa que os trens da Linha 15 Prata circulam com restrição de velocidade e maior tempo de parada nas estações, em razão de uma interferência no sistema de sinalização da linha. </em></p>
<p><em>A manutenção atua para solucionar o problema e normalizar o sistema. O Metrô pede desculpas pelos transtornos.</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Linha 10-Turquesa tem falha e atendimento é prejudicado nesta quinta (30)</title>
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    <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 10:06:10 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada ARTHUR FERRARI Os trens da linha 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) operam com restrições desde às 6h47 desta quinta-feira, 30 de abril de 2026, devido a uma falha no sistema de energia elétrica. O atendimento acontece com velocidade reduzida e maior tempo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Design-sem-nome-e1731516680854.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os trens da linha 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) operam com restrições desde às 6h47 desta quinta-feira, 30 de abril de 2026, devido a uma falha no sistema de energia elétrica.</p>
<p>O atendimento acontece com velocidade reduzida e maior tempo de parada no trecho entre as estações Mauá e Rio Grande da Serra.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> procuroru a CPTM, que disse por meio de nota que o problema ocorreu na região de Ribeirão Pires. Um trem com passageiros que seguiam sentido Palmeiras-Barra Funda precisou ser desembarcado na estação Ribeirão Pires. Os usuários trocaram de plataforma e seguiram viagem.</p>
<p>Técnicos da estatal trabalham para normalizar o atendimento.</p>
<p><strong>Nota da CPTM na íntegra</strong></p>
<p><em>Na manhã desta quinta-feira (30/04), devido à falha no sistema de energia na região da estação Ribeirão Pires, identificada por volta das 6h20, os trens da Linha 10-Turquesa circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada nas plataformas entre as estações Mauá e Rio Grande da Serra. Um trem que seguia sentido Palmeiras-Barra Funda precisou ser desembarcado na estação Ribeirão Pires e os passageiros trocaram de plataforma para seguir viagem. A equipe de manutenção foi acionada para normalizar a circulação. A CPTM pede desculpas pelo transtowrno causado aos passageiros.</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Buser e Flixbus nas janelas da ANTT usam estratégias diferentes e vão gerar implicações jurídicas e regulatórias</title>
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    <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 09:15:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ao editor-chefe e criador do Diário do Transporte, Adamo Bazani, os advogados especializados Rita Januzzi Turquino e Lucas Sahão Turquino, dizem que uma optou por ser soberana e independente e outra adotou um caminho aparentemente mais cômodo, mas ambas correm riscos jurídicos ADAMO BAZANI O mercado de ônibus rodoviários interestaduais está bastante agitado com a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Buser-x-Flixbus.jpg?fit=800%2C533&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Buser-x-Flixbus.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Buser-x-Flixbus.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Buser-x-Flixbus.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Buser-x-Flixbus.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Buser-x-Flixbus.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Ao editor-chefe e criador do <strong>Diário do Transporte</strong>, Adamo Bazani, os advogados especializados Rita Januzzi Turquino e Lucas Sahão Turquino, dizem que uma optou por ser soberana e independente e outra adotou um caminho aparentemente mais cômodo, mas ambas correm riscos jurídicos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O mercado de ônibus rodoviários interestaduais está bastante agitado com a primeira abertura de &#8220;janelas&#8221; para a criação de novas linhas.</p>
<p>Mas além do que já era esperado, a consolidação de grupos empresariais tradicionais, como Guanabara, Gontijo, Princesa dos Campos, entre outros, novos operadores chamam a atenção nessas linhas rodoviárias. E não se trata, por exemplo, apenas do tipo de dono de empresa de fretamento ou de linha de ônibus urbano que decidiu partir para o rodoviário interestadual.</p>
<p>O destaque é para as chamadas &#8220;start-ups&#8221;, empresas que atuam no transporte por meio de plataformas tecnológicas.</p>
<p>De um lado, a brasileira Buser, que surgiu em 2017 e se caracterizou pelo que chama de &#8220;fretamento colaborativo&#8221;, modelo que é alvo de um debate jurídico sobre se é legal ou não no Brasil.  Do outro lado, a gigante alemã Flixbus.  Mais nova no Brasil, desde 2021, mas com atuação desde 2011 na Europa, tanto por meio de empresas parceiras com seu patrimônio. A Flixbus, na Europa, inclusive atua com ônibus próprios e ferrovia.</p>
<p>Apesar de serem empresas ligadas à tecnologia, as formas como conseguiram entrar no mercado de linhas regulares no âmbito das janelas da ANTT são bem diferentes.</p>
<p>Ambas com acertos ou riscos, mas, certamente, com impactos regulatórios e jurídicos.</p>
<p>O editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, revelou que, com a marca própria Flixbus, a gigante alemã conseguiu 1158 mercados onde não havia oferta até então e 72 mercados onde já há uma oferta. Ela se inscreveu com sua própria marca.</p>
<p>Já a Buser vai operar 27 mercados, porém, só conseguiu porque comprou duas empresas de linhas regulares que já tinham pedido mercados e que já possuíam autorizações anteriores em outras linhas: a Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal.</p>
<p>Os advogados especializados Rita Januzzi Turquino e Lucas Sahão Turquino, disseram ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> que uma optou por ser soberana e independente e outra adotou um caminho aparentemente mais cômodo, mas ambas correm riscos jurídicos.</p>
<p><strong><em>“A Flixbus foi direta ao ponto. Isso significa que a Flixbus terá de construir sua operação do zero no Brasil: obter TAR (Termo de Autorização Rodoviária), organizar frota, escalar operações, cumprir exigências regulatórias de habilitação técnica, econômico-financeira e jurídica. É uma aposta de longo prazo, mas também uma aposta soberana — a marca opera com total autonomia, sem depender de terceiros para honrar as autorizações conquistadas”</em></strong> – disse a advogada Rita Januzzi</p>
<p><strong><em>A Buser escolheu uma rota diferente: em vez de solicitar autorizações em nome próprio, adquiriu o controle de duas viações já habilitadas. Essa estratégia tem vantagens claras: velocidade na regularização, aproveitamento de ativos já constituídos e menor exposição ao risco de questionamentos sobre capacidade técnica. Mas também tem seus pontos de atenção.  Qualquer irregularidade nesse processo pode contaminar a validade das próprias autorizações &#8211;</em></strong> complementou Lucas Sahão Turquino.</p>
<p>Ambos profissionais alertam que para os transportadores já estabelecidos, o recado é claro: o período de proteção pelo modelo de autorização exclusiva chegou ao fim em boa parte das rotas. A concorrência chegou — e veio com capital, tecnologia e apetite.</p>
<p>Os especialistas enviaram ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> o seguinte artigo:</p>
<p><strong>Buser e Flixbus nas janelas da ANTT: estratégias diferentes, mesmo destino</strong></p>
<p><em>Por Januzzi e Turquino Advogados – Especialistas em Transportes</em></p>
<p><strong><em>A abertura das janelas extraordinárias da ANTT escancarou uma disputa que vai muito além de quem opera mais rotas. Ela revelou, com clareza, que o transporte rodoviário interestadual de passageiros entrou de vez na era da concorrência real — e que os novos players chegaram para ficar. Dois nomes concentram boa parte da atenção: Buser e Flixbus. Ambas são plataformas digitais, ambas cresceram desafiando o modelo tradicional, e ambas saíram das janelas com autorizações em mãos. Mas os caminhos que escolheram para chegar até aqui não poderiam ser mais diferentes — e isso tem implicações jurídicas e regulatórias relevantes.</em></strong></p>
<p><strong><em>A Flixbus foi direta ao ponto</em></strong></p>
<p><strong><em>A empresa alemã não comprou ninguém. Não se associou a nenhuma viação tradicional. Apresentou seus requerimentos diretamente à ANTT sob sua própria marca e saiu contemplada em 1.158 mercados antes desatendidos, além de 72 onde já havia concorrência. Isso significa que a Flixbus terá de construir sua operação do zero no Brasil: obter TAR (Termo de Autorização Rodoviária), organizar frota, escalar operações, cumprir exigências regulatórias de habilitação técnica, econômico-financeira e jurídica. É uma aposta de longo prazo, mas também uma aposta soberana — a marca opera com total autonomia, sem depender de terceiros para honrar as autorizações conquistadas.</em></strong></p>
<p><strong><em>Do ponto de vista jurídico, esse modelo exige atenção redobrada ao cumprimento dos requisitos da Resolução ANTT nº 6.033/23 e suas atualizações, especialmente quanto à comprovação de capacidade operacional compatível com o volume de mercados autorizados. Autorizações não utilizadas ou linhas não iniciadas dentro dos prazos regulamentares podem gerar caducidade — um risco real quando se fala em mais de mil mercados novos.</em></strong></p>
<p><strong><em>A Buser jogou pelo método da aquisição.</em></strong></p>
<p><strong><em>A Buser escolheu uma rota diferente: em vez de solicitar autorizações em nome próprio, adquiriu o controle de duas viações já habilitadas — a Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, e a Expresso JK, do Distrito Federal. As autorizações das janelas vieram, portanto, em nome dessas empresas, que já carregam o histórico regulatório necessário perante a ANTT.</em></strong></p>
<p><strong><em>Essa estratégia tem vantagens claras: velocidade na regularização, aproveitamento de ativos já constituídos e menor exposição ao risco de questionamentos sobre capacidade técnica. Mas também tem seus pontos de atenção.  Qualquer irregularidade nesse processo pode contaminar a validade das próprias autorizações.</em></strong><strong><em> Além disso, a Buser carrega o desafio de integrar culturas empresariais distintas — startups e viações tradicionais têm DNA operacional muito diferente.</em></strong></p>
<p><strong><em>O que os dois caminhos têm em comum</em></strong></p>
<p><strong><em>Independentemente da estratégia escolhida, Buser e Flixbus enfrentam o mesmo ambiente: um mercado que dobrou de tamanho em número de mercados autorizados, com concorrência acirrada de gigantes tradicionais como a Gontijo — que saiu das janelas com mais de 3.000 novos mercados. A pressão para efetivamente iniciar e manter as operações será grande, e a ANTT terá papel fiscalizatório central nesse processo.</em></strong></p>
<p><strong><em>Para os transportadores já estabelecidos, o recado é claro: o período de proteção pelo modelo de autorização exclusiva chegou ao fim em boa parte das rotas. A concorrência chegou — e veio com capital, tecnologia e apetite.</em></strong></p>
<p><strong><em>Nossa leitura como advogados do setor</em></strong></p>
<p><strong><em>Esta janela da ANTT não está sendo apenas um evento regulatório, mas sim um divisor de águas para o transporte rodoviário interestadual brasileiro. Quem entende as regras do jogo — prazos, obrigações pós-autorização, exigências de habilitação, riscos de caducidade — sai na frente. Quem subestima a complexidade regulatória, independentemente do tamanho ou do capital, corre o risco de conquistar autorizações no papel e não conseguir sustentá-las na prática.</em></strong></p>
<p><strong><em>Acompanhamos de perto esse movimento e seguimos à disposição de transportadores, operadores e novos entrantes que precisem navegar com segurança nesse novo cenário.</em></strong></p>
<p><strong><em>Reportagem: Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<p><strong><em>Artigo: Rita Januzzi Turquino e Lucas Sahão Turquino</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>GRUPOS TRADICIONAIS X &#8220;START UPS&#8221;</strong></p>
<p>Se a abertura das janelas tem sido aproveitada por grandes novos grupos tradicionais, as chamadas “strarups” também se beneficiam.</p>
<p>Em 28 de abril de 2026, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, mostrou que o aplicativo  Buser vai operar 27 mercados.</p>
<p>As operações se darão por meio da compra recente pelo aplicativo das empresas Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal.</p>
<p>Somente em relação aos chamados mercados “desatendidos”, que são ligações para as quais não havia nenhuma oferta, são 26, sendo 18 pela empresa do ABC e oito pela JK.</p>
<p>Barbacena (MG) x Santo André (SP); Campo Belo (MG) x São Bernardo do Campo (SP); Formiga (MG) x São José do Rio Preto (SP); são alguns exemplos pela Santa Maria e; Morrinhos (MG) x Belo Horizonte (MG); Pinhas (PR) x Registro (SP) e Rio de Janeiro (RJ) x Itaquaquecetuba (SP), pela JK, são casos dos mercados antes sem oferta de ligações.</p>
<p>Já entre os mercados que tinham a atuação de uma só empresa, a Buser vai operar, pela Expresso JK, a ligação Contagem (MG) x Três Rios (RJ).</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="lLdRnmuWSq"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/">EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/embed/#?secret=8MgqpCQrpB#?secret=lLdRnmuWSq" data-secret="lLdRnmuWSq" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>No dia 27 de abril de 2026, Adamo Bazani mostrou que a plataforma internacional Flixbus conseguiu autorizações para operar diretamente linhas de ônibus nestas janelas.</p>
<p>Foram 1158 mercados onde não havia oferta até então, que são chamados pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), de mercados desatendidos, tendo a Flixbus como contemplada 1.: Alagoinhas (BA) x Jaboatão dos Guararapes (PE); Balneário Camboriú (SC) x Umbaúba (SE); Bayeux (PB) x Santo André (SP); Camapuã (MS) x Cascavel (PR) estão entre os exemplos.</p>
<p>A plataforma também vai atender 72 mercados onde já há uma oferta, como Curitiba (PR) x São Vicente.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="eRdfWovzNH"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/">EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/embed/#?secret=WNn6y3v9ZI#?secret=eRdfWovzNH" data-secret="eRdfWovzNH" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Os modelos de negócios foram escolhidos de forma diferente.</p>
<p>Enquanto a Flixbus fez as solicitações diretas por sua marca, a Buser foi contemplada por meio das compras de viações de linhas regulares que fez.</p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou em primeira mão, de forma oficial, a aquisição.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="r5ugnG66nd"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/">Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/embed/#?secret=xuyZSv584z#?secret=r5ugnG66nd" data-secret="r5ugnG66nd" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>O QUE SÃO JANELAS E QUANTAS SÃO:</strong></p>
<p>As chamadas &#8216;janelas de entrada&#8217; são períodos predefinidos pela agência durante os quais empresas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros podem apresentar requerimentos para obter novas autorizações de linhas ou para a ampliação de serviços já existentes. Fora dessas janelas, o sistema regulatório é, em regra, fechado para novos pedidos.</p>
<p>No recorte de mercados, foram registradas 47.291 solicitações válidas. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos e 8.912 a mercados operados por apenas uma empresa. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%.</p>
<p>A reportagem completa do editor e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, sobre as janelas, você confere neste link:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="ziJQNj4sm0"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/">ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/embed/#?secret=TUfmimz5Lw#?secret=ziJQNj4sm0" data-secret="ziJQNj4sm0" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Trivia prepara agentes para assumir atendimento nas linhas 11, 12, 13 e Expresso Aeroporto</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/30/trivia-prepara-agentes-para-assumir-atendimento-nas-linhas-11-12-13-e-expresso-aeroporto/</link>
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    <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 08:46:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Concessionária intensifica formação de 700 profissionais que atuarão diretamente com passageiros a partir do início da nova operação em julho YURI SENA A concessionária Trivia segue com a preparação das equipes que irão atuar nas linhas 11-Coral, 12-Safira, 13-Jade e no Expresso Aeroporto, cuja operação será iniciada em julho de 2026. Ao todo, 700 agentes [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="700" height="371" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/fea1734f-1561-46cc-b2b8-cb3d84fe8e2e.jpg?fit=700%2C371&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/fea1734f-1561-46cc-b2b8-cb3d84fe8e2e.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/fea1734f-1561-46cc-b2b8-cb3d84fe8e2e.jpg?resize=300%2C159&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/fea1734f-1561-46cc-b2b8-cb3d84fe8e2e.jpg?resize=150%2C80&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/fea1734f-1561-46cc-b2b8-cb3d84fe8e2e.jpg?resize=400%2C212&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Concessionária intensifica formação de 700 profissionais que atuarão diretamente com passageiros a partir do início da nova operação em julho</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concessionária Trivia segue com a preparação das equipes que irão atuar nas linhas 11-Coral, 12-Safira, 13-Jade e no Expresso Aeroporto, cuja operação será iniciada em julho de 2026. Ao todo, 700 agentes de Atendimento e Segurança participam de um processo de capacitação voltado ao suporte aos passageiros e à rotina operacional das estações e trens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O treinamento reúne mais de 490 horas de atividades teóricas e práticas e aborda 23 temas relacionados ao funcionamento do sistema ferroviário, como atendimento ao público, primeiros socorros, segurança, comunicação e procedimentos operacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das aulas em sala, os profissionais também realizam visitas técnicas em campo para conhecer de forma mais próxima a estrutura e a dinâmica das linhas concedidas. A formação começou no início do ano e deve ser concluída em maio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), a média anual de treinamento nas empresas brasileiras é de 26 horas por colaborador, número inferior à carga horária aplicada pela nova concessionária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo seletivo para formação da equipe começou em setembro de 2025 e reuniu cerca de 21 mil candidatos. Após etapas de triagem, entrevistas e avaliações, 700 profissionais foram escolhidos para integrar o quadro de atendimento e segurança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre eles está Alexandra Correia Paixão, que trabalhou por 12 anos no setor de segurança da CPTM e decidiu migrar para a nova operação privada. Ela assumirá uma função de liderança entre os agentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também selecionado, Marcos Roberto Lopes da Rocha destaca que o preparo técnico e emocional será fundamental para lidar com situações de rotina e de emergência no transporte ferroviário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Trivia será responsável pela operação, manutenção e expansão das linhas concedidas após vencer o leilão realizado em 2025. A concessão inclui as linhas 11, 12, 13 e o serviço Expresso Aeroporto, com gestão prevista até 2050.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Escassez de motoristas de ônibus no mercado obriga empresas a investir em formação interna de profissionais. Fim da escala 6 x 1 pode ter impacto. O que diz especialista</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/30/escassez-de-motoristas-de-onibus-no-mercado-obriga-empresas-a-investir-em-formacao-interna-de-profissionais-fim-da-escala-6-x-1-pode-ter-impacto-o-que-diz-especialista/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/30/escassez-de-motoristas-de-onibus-no-mercado-obriga-empresas-a-investir-em-formacao-interna-de-profissionais-fim-da-escala-6-x-1-pode-ter-impacto-o-que-diz-especialista/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 08:45:16 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Mas há exemplos positivos:  Pássaro Verde, de Minas Gerais, promoveu 8% de mão de obra própria em programa de capacitação. Suzantur investiu em aprendizes. Advogada especializada indica caminhos e cuidados ADAMO BAZANI A falta de motoristas de ônibus capacitados no mercado, tanto dos setores urbano, de fretamento e rodoviários, tem levado as empresas a ampliarem [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="829" height="570" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-13.17.34.jpeg?fit=829%2C570&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-13.17.34.jpeg?w=829&amp;ssl=1 829w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-13.17.34.jpeg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-13.17.34.jpeg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-13.17.34.jpeg?resize=768%2C528&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-13.17.34.jpeg?resize=400%2C275&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 829px) 100vw, 829px" /> <p><em>Mas há exemplos positivos:  Pássaro Verde, de Minas Gerais, promoveu 8% de mão de obra própria em programa de capacitação. </em><em>Suzantur investiu em aprendizes. Advogada especializada indica caminhos e cuidados</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A falta de motoristas de ônibus capacitados no mercado, tanto dos setores urbano, de fretamento e rodoviários, tem levado as empresas a ampliarem programas internos de capacitação e promocional e promoções de cargos.</p>
<p>As estimativas da CNT (Confederação Nacional do Transporte) é que a escassez de motoristas de ônibus urbanos e metropolitanos atinge 53,4% das viações. Quanto ao pessoal da manutenção, 63,2% das companhias de transportes de passageiros relatam falta de mecânicos e profissionais do setor.</p>
<p>A entidade ainda se mostrou temerosa em relação ao fim da escala 6 x 1. Segundo a CNT, se para alguns setores pode ser indiferente, para outras atividades, como de transportes, que não podem parar, a limitação da carga horária pode ampliar esse déficit de trabalhadores. Se para a demanda atual, já faltam motoristas, de os ajustes na escala obrigarem mais contratações, pode ser mais difícil ainda preencher vagas.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou o levantamento da CNT.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/19/com-falta-de-motoristas-e-pessoal-de-manutencao-empresarios-de-transportes-se-mostram-contra-o-fim-da-jornada-6x1/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/19/com-falta-de-motoristas-e-pessoal-de-manutencao-empresarios-de-transportes-se-mostram-contra-o-fim-da-jornada-6&#215;1/</a></p>
<p>A advogada especializada em risco empresarial, <strong><em>Liana Variani</em></strong>, explicou ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> que agora é ainda mais importante que tanto as empresas como os trabalhadores estejam alertas às movimentações no Congresso.</p>
<p>Nesta terça-feira, 28 de abril de 2026, o presidente da Câmara Federal, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou os parlamentares que estarão à frente da Comissão Especial que vai analisar as propostas para o novo modelo: o deputado Alencar Santana (PT-SP) foi apresentado como presidente e o deputado Leo Prates (Republicanos-BA) como relator.</p>
<p>Para Liana, o interessante é que empresas se antecipem e os programas internos de capacitação e motivação são fundamentais.</p>
<p><strong><em>“Não basta apenas promover. Deve-se criar um clima que motive o trabalhador a ficar. Não é só a dificuldade em contratar, mas manter, reduzir a rotatividade do cargo</em></strong>” – explicou.</p>
<p>Mas a especialista faz um alerta.</p>
<p><strong><em>“Preferencialmente, todo trabalho de capacitação, promoção e motivação deve envolver diferentes setores da empresa. E tudo sempre com a avaliação de riscos jurídicos para que boas iniciativas não resultem, mesmo sem intenção, em problemas para ambos os lados” </em></strong>– complementou Liana Variani.</p>
<p>Uma das empresas que diz colher frutos positivos da ampliação de programas internos de capacitação é Viação Pássaro Verde, de Minas Gerais.</p>
<p>De acordo com nota da companha desta quarta-feira, 29 de abril de 2026, apenas no segundo semestre de 2025, 35 trabalhadores foram promovidos, o equivalente a 8% do quadro total da empresa, que conta atualmente com cerca de 450 funcionários.</p>
<p>A coordenadora de Recursos Humanos da empresa, Elaine Almeida, concorda com a linha de pensamento da especialista Liana Variani.</p>
<p>Manter os profissionais pode ser até mais desafiador que contratar.</p>
<p><strong><em>“Promover internamente é uma forma de valorizar o colaborador e reter talentos. Além disso, mantemos profissionais que já conhecem nossa cultura, nossos valores e nossa missão, o que torna o processo mais eficiente. Temos como desafio ampliar a formação de profissionais dentro da própria empresa, preparando-os para novas funções e garantindo a continuidade desse ciclo de desenvolvimento”</em></strong> – relatou.</p>
<p>Um dos caminhos para tentar enfrentar e minimizar esta falta de motoristas e demais profissionais do setor de transportes é entender os motivos.</p>
<p>Centrais sindicais de trabalhadores e representantes de empresários enumeram situações como condições de trabalho, salários, valorização interna, valorização por parte da sociedade, segurança pública, perspectivas de crescimento e mais facilidade de acesso à formação acadêmica outras ocupações fora do setor que tem recebido mais reconhecimento.</p>
<p>Muitos destes pontos, necessitam de negociações coletivas, diálogo entre as diferentes entidades de classe. Mas outras ações podem ser tomadas internamente pelas empresas.</p>
<p>E, algumas vezes, para tomar iniciativas internas, uma ajuda externa pode ser fundamental.</p>
<p>Entidades de educação e capacitação como Sest/Senat ou Fundação Dom Cabral são alguns exemplos.</p>
<p>A empresa Suzantur, de ônibus urbanos do ABC Paulista, fez uma parceria com o Sest/Sent de Santo André (SP) e desenvolveu o programa <strong><em>“Aprendiz de Motorista Profissional”,</em></strong> voltado para pessoas que possuem CNH (Carteira Nacional de Habilitação) categorias D ou E, já possuem o curso de transporte coletivo, querem trabalhar com ônibus urbanos, mas não conseguem oportunidade por não terem experiência.</p>
<p>A companhia conseguiu formar já diferentes turmas.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>Alta do diesel pressiona transporte público e leva Busvale a recomendar revisão de contratos na região</title>
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    <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 08:30:07 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Associação orienta análise técnica individualizada e defende soluções com poder público para reequilíbrio econômico-financeiro sem repasse automático ao passageiro ALEXANDRE PELEGI &#160; A alta persistente do óleo diesel levou a Busvale — Associação das Empresas de Transporte Coletivo de Passageiros do Vale do Paraíba e Litoral Norte — a orientar suas associadas a analisarem e, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="588" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_054728_Chrome.jpg?fit=1024%2C588&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_054728_Chrome.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_054728_Chrome.jpg?resize=300%2C172&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_054728_Chrome.jpg?resize=1024%2C588&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_054728_Chrome.jpg?resize=150%2C86&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_054728_Chrome.jpg?resize=768%2C441&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_054728_Chrome.jpg?resize=400%2C230&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p>Associação orienta análise técnica individualizada e defende soluções com poder público para reequilíbrio econômico-financeiro sem repasse automático ao passageiro</p>
<p>ALEXANDRE PELEGI</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A alta persistente do óleo diesel levou a Busvale — Associação das Empresas de Transporte Coletivo de Passageiros do Vale do Paraíba e Litoral Norte — a orientar suas associadas a analisarem e, quando necessário, revisarem os contratos de operação do transporte coletivo urbano. A entidade aponta que o cenário atual foge ao padrão histórico e compromete diretamente a sustentabilidade financeira das operações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com a associação, trata-se de uma elevação “extraordinária e contínua” dos preços do combustível, impulsionada por fatores externos. “Esse movimento não decorre de variáveis internas do setor, mas de questões como tensões geopolíticas e a dependência brasileira de insumos importados”, afirma a Busvale. ￼</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesse contexto, a entidade entende que há respaldo jurídico para revisão contratual. “Estamos diante de um fato superveniente e imprevisível, o que permite a revisão extraordinária dos contratos para restabelecer o equilíbrio econômico-financeiro e assegurar a continuidade do serviço”, destaca. ￼</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Busvale, no entanto, ressalta que não defende o repasse automático dos custos ao passageiro. “A prioridade é preservar a modicidade tarifária e construir soluções em conjunto com o poder público, evitando que o usuário seja diretamente impactado”, pontua. ￼</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre as alternativas sugeridas estão mecanismos como revisão da tarifa de remuneração, subsídios, aportes compensatórios, uso de receitas extratarifárias e a reprogramação de obrigações contratuais. “O objetivo é evitar a descontinuidade dos serviços e um possível colapso do sistema de transporte”, afirma a entidade. ￼</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A recomendação estabelece ainda que cada operadora deverá realizar uma análise técnica individualizada antes de formalizar pedidos de revisão. “É fundamental comprovar o impacto direto da alta do diesel sobre o equilíbrio financeiro de cada contrato, já que não existe uma solução única para todas as operações”, reforça. ￼</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, a Busvale destaca a importância da articulação institucional. “A coordenação entre operadoras, poder concedente e órgãos reguladores será determinante para enfrentar os efeitos da atual crise energética e garantir a continuidade de um serviço essencial à população”, conclui. ￼</p>
<p>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</p>
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    <title>OECI, concessionária do Rodoanel Norte, reverte prejuízo bilionário e fecha 2025 com lucro de R$ 217 milhões após saída da recuperação judicial</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/30/oeci-concessionaria-do-rodoanel-norte-reverte-prejuizo-bilionario-e-fecha-2025-com-lucro-de-r-217-milhoes-apos-saida-da-recuperacao-judicial/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 08:20:18 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Resultado é impactado por reestruturação societária, ajuste financeiro e aumento de capital; receita cresce 71% no ano ALEXANDRE PELEGI Ligada historicamente ao grupo Odebrecht Engenharia e Construção — hoje sob a marca Novonor — e com atuação em projetos como o Rodoanel Norte, a OECI S.A. encerrou 2025 com lucro líquido de R$ 217,3 milhões, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/54020392812_182438b651_o1-1024x768-1.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/54020392812_182438b651_o1-1024x768-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/54020392812_182438b651_o1-1024x768-1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/54020392812_182438b651_o1-1024x768-1.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/54020392812_182438b651_o1-1024x768-1.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/54020392812_182438b651_o1-1024x768-1.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p>Resultado é impactado por reestruturação societária, ajuste financeiro e aumento de capital; receita cresce 71% no ano</p>
<p>ALEXANDRE PELEGI</p>
<p>Ligada historicamente ao grupo Odebrecht Engenharia e Construção — hoje sob a marca Novonor — e com atuação em projetos como o Rodoanel Norte, a OECI S.A. encerrou 2025 com lucro líquido de R$ 217,3 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 3,88 bilhões registrado em 2024. O desempenho ocorre no contexto da reestruturação do grupo e da conclusão do processo de recuperação judicial, oficialmente encerrado em março de 2026.</p>
<p>Os dados constam das demonstrações financeiras publicadas no Diário Oficial do Estado de São Paulo nesta quinta-feira, 30 de abril de 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Receita cresce, mas operação ainda é pressionada*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A companhia registrou receita líquida de R$ 1,45 bilhão em 2025, alta de 71% em relação aos R$ 847 milhões do ano anterior. Apesar disso, o resultado operacional ainda foi negativo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Prejuízo operacional: R$ 58,1 milhões</p>
<p>* Lucro bruto: R$ 54,2 milhões (reversão ante prejuízo em 2024)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O resultado final positivo veio, principalmente, do desempenho financeiro:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Resultado financeiro: +R$ 268 milhões (contra -R$ 3,97 bilhões em 2024)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse efeito está diretamente ligado à reestruturação das dívidas no âmbito do plano de recuperação judicial (PRJ), incluindo ajustes a valor justo e reversões contábeis relevantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Obras e presença internacional*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A OECI mantém atuação em grandes projetos de infraestrutura no Brasil e no exterior. Entre as principais obras citadas:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Rodoanel Norte (SP)</p>
<p>* BR-386 (RS)</p>
<p>* Ponte de Guaratuba (PR)</p>
<p>* Canal do Sertão (AL)</p>
<p>* Emissário submarino de Praia Grande (SP)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No exterior, destaque para projetos em Angola, como refinarias, ferrovia e aeroporto de Cabinda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Recuperação judicial e reestruturação*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O grupo entrou em recuperação judicial em junho de 2024, com homologação do plano em março de 2025. O processo foi encerrado em março de 2026, após cumprimento das condições estabelecidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os principais efeitos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Transferência das dívidas reestruturadas para outras empresas do grupo</p>
<p>* Redução relevante do passivo financeiro</p>
<p>* Reorganização societária com a OECPAR como holding</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A companhia destaca que não figura diretamente como devedora das obrigações reestruturadas no plano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O patrimônio líquido saltou de R$ 863 milhões para R$ 2,41 bilhões em 2025, impulsionado por aportes dos acionistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O capital social chegou a R$ 9 bilhões, após sucessivos aumentos ao longo do ano — incluindo aportes em dinheiro, ativos e participações societárias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Passivos e riscos ainda relevantes*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar da melhora, a empresa ainda carrega desafios importantes:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Prejuízos acumulados: R$ 5,7 bilhões</p>
<p>* Contingências possíveis: R$ 264 milhões</p>
<p>* Dívidas tributárias renegociadas: cerca de R$ 49,5 milhões (após acordo com desconto de 65%)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há ainda exposição a riscos típicos do setor:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Variação cambial (operações internacionais)</p>
<p>* Contratos a preço fixo</p>
<p>* Dependência de grandes projetos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O caixa da companhia fechou 2025 em R$ 184,2 milhões, crescimento frente a R$ 124,3 milhões em 2024.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por outro lado:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Fluxo operacional: negativo em R$ 290 milhões</p>
<p>* Investimentos: consumo de R$ 738 milhões</p>
<p>* Financiamentos: entrada líquida de R$ 1,08 bilhão (principalmente capitalização)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O balanço mostra uma empresa em transição:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Melhora contábil relevante, puxada por reestruturação</p>
<p>* Operação ainda pressionada, com margens apertadas</p>
<p>* Dependência de capitalização e ajustes financeiros</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em termos práticos, a OECI sai do ciclo mais agudo da crise, mas ainda busca consolidar uma recuperação sustentável no campo operacional.</p>
<p>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Andorinha amplia receita, melhora resultado e reforça caixa, mas mantém pressão financeira no balanço de 2025</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/30/andorinha-amplia-receita-melhora-resultado-e-reforca-caixa-mas-mantem-pressao-financeira-no-balanco-de-2025/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 08:10:02 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa registra crescimento de 13% na receita líquida e lucro de R$ 5,5 milhões, enquanto endividamento e despesas financeiras seguem como principal desafio operacional ALEXANDRE PELEGI A Empresa de Transportes Andorinha S/A encerrou 2025 com avanço relevante de receita e melhora no resultado líquido, mas ainda sob forte pressão financeira, segundo balanço publicado no Diário [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="606" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_053735_Chrome.jpg?fit=1024%2C606&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_053735_Chrome.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_053735_Chrome.jpg?resize=300%2C178&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_053735_Chrome.jpg?resize=1024%2C606&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_053735_Chrome.jpg?resize=150%2C89&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_053735_Chrome.jpg?resize=768%2C454&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Screenshot_20260430_053735_Chrome.jpg?resize=400%2C237&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p>Empresa registra crescimento de 13% na receita líquida e lucro de R$ 5,5 milhões, enquanto endividamento e despesas financeiras seguem como principal desafio operacional</p>
<p>ALEXANDRE PELEGI</p>
<p>A Empresa de Transportes Andorinha S/A encerrou 2025 com avanço relevante de receita e melhora no resultado líquido, mas ainda sob forte pressão financeira, segundo balanço publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo desta quinta-feira, 30 de abril de 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A receita bruta da companhia atingiu R$ 241,3 milhões, crescimento de aproximadamente 13% em relação a 2024. Descontadas as deduções, a receita líquida somou R$ 207,8 milhões, impulsionada principalmente pelo transporte de passageiros, que respondeu por mais de R$ 211 milhões do faturamento total.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O lucro líquido do exercício foi de R$ 5,58 milhões, acima dos R$ 4,61 milhões registrados no ano anterior. O resultado operacional também avançou, chegando a R$ 35,9 milhões, indicando melhora na atividade principal da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar do desempenho operacional positivo, o balanço evidencia um ponto estrutural conhecido do setor: o peso das despesas financeiras. O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 28,5 milhões, consumindo boa parte do ganho operacional. As despesas financeiras somaram R$ 28,9 milhões, muito acima das receitas financeiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os custos dos serviços prestados chegaram a R$ 132,1 milhões, acompanhando a expansão da operação. Já as despesas operacionais ultrapassaram R$ 34,5 milhões, com destaque para despesas administrativas e comerciais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por outro lado, a empresa registrou ganho relevante com venda de imobilizado, que ajudou a sustentar o resultado operacional, indicando possível estratégia de ajuste de ativos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Endividamento segue elevado*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No passivo, o destaque é o volume de obrigações financeiras. A companhia encerrou 2025 com:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* um valor relevante de R$ 107,7 milhões em financiamentos e empréstimos somados (circulante e não circulante)</p>
<p>* Forte concentração em financiamentos de ativo fixo (aquisição de veículos, tipicamente)</p>
<p>* Crescimento das obrigações fiscais no longo prazo, que ultrapassaram R$ 63,9 milhões</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao mesmo tempo, houve redução de parte dos financiamentos de longo prazo, o que indica movimento de amortização, ainda que com impacto no caixa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Patrimônio melhora, mas ainda carrega prejuízos*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O patrimônio líquido subiu para R$ 27,6 milhões (ante R$ 24,5 milhões em 2024), refletindo o lucro do exercício. No entanto, a empresa ainda mantém prejuízos acumulados de R$ 12,6 milhões, herança de exercícios anteriores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Caixa em leve recuperação*</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O caixa e equivalentes fecharam o ano em R$ 3,46 milhões, com geração positiva de R$ 471 mil no período — uma recuperação frente à redução observada no ano anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fundada em 1953, a Andorinha atua no transporte rodoviário de passageiros em linhas interestaduais, intermunicipais e internacionais, além de fretamento e turismo, com presença nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O balanço reforça um retrato típico do setor rodoviário brasileiro: crescimento de receita e demanda, melhora operacional, mas com forte dependência de capital intensivo e impacto relevante do custo financeiro — especialmente em um ambiente de juros elevados.</p>
<p>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</p>
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    <title>ANTT redistribui linhas da Unesul após cisão</title>
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    <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 08:00:15 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Decisões reconfiguram mercado interestadual no Sul, com emissão de novos TARs e transferência de titularidade de 19 linhas ALEXANDRE PELEGI A Agência Nacional de Transportes Terrestres promoveu uma ampla reorganização no transporte rodoviário interestadual ao alterar a titularidade de linhas operadas pela Unesul de Transportes Ltda.. As mudanças constam das Decisões SUPAS nº 758 e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260319_2225141.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260319_2225141.jpg?w=3822&amp;ssl=1 3822w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260319_2225141.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260319_2225141.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260319_2225141.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260319_2225141.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260319_2225141.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260319_2225141.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260319_2225141.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260319_2225141.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Decisões reconfiguram mercado interestadual no Sul, com emissão de novos TARs e transferência de titularidade de 19 linhas</em></p>
<p><strong>ALEXANDRE PELEGI</strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres promoveu uma ampla reorganização no transporte rodoviário interestadual ao alterar a titularidade de linhas operadas pela Unesul de Transportes Ltda.. As mudanças constam das Decisões SUPAS nº 758 e nº 759/2026 e decorrem da cisão parcial da empresa, com redistribuição das operações entre a Planalto Transportes Ltda. e a Viação Ouro e Prata S.A..</p>
<p>As decisões seguem o artigo 217 da Resolução nº 6.033/2023, que regula a transferência de autorizações em casos de reorganização societária.</p>
<p>Pela Decisão SUPAS nº 759, a Planalto Transportes Ltda. assume 15 autorizações, concentradas em ligações entre Paraná e Rio Grande do Sul, além de conexões com Santa Catarina:</p>
<p>* Foz do Iguaçu (PR) – Caxias do Sul (RS) (e variações)<br />
* Foz do Iguaçu (PR) – Porto Alegre (RS) (diversos itinerários)<br />
* Foz do Iguaçu (PR) – Ijuí (RS)<br />
* Foz do Iguaçu (PR) – Passo Fundo (RS)<br />
* Porto Alegre (RS) – Guaíra (PR)<br />
* Porto Alegre (RS) – Barracão (PR) via Chapecó (SC)<br />
* Porto Alegre (RS) – Chapecó (SC)<br />
* Santo Ângelo (RS) – Marechal Cândido Rondon (PR)<br />
* Taquara (RS) – Barracão (PR)<br />
* Passo Fundo (RS) – Pato Branco (PR)<br />
* Francisco Beltrão (PR) – Porto Alegre (RS)</p>
<p>Já a Decisão SUPAS nº 758 transfere quatro mercados para a Viação Ouro e Prata S.A., ampliando sua presença em ligações interestaduais mais longas:</p>
<p>* Florianópolis (SC) – Cascavel (PR)<br />
* Florianópolis (SC) – Campo Grande (MS)<br />
* Porto Alegre (RS) – União da Vitória (PR)<br />
* Soledade (RS) – Brusque (SC)</p>
<p><strong>Reorganização societária e impacto regulatório</strong></p>
<p>As alterações refletem a cisão parcial da Unesul de Transportes Ltda., com divisão de ativos operacionais entre duas empresas já consolidadas no mercado do Sul do país.</p>
<p>Do ponto de vista regulatório, a ANTT apenas reconhece e formaliza a nova configuração societária, emitindo novos Termos de Autorização (TARs) para as empresas sucessoras, sem mudança imediata nas características operacionais dos serviços.</p>
<p>Para os passageiros, não há, em princípio, alteração automática de horários, itinerários ou oferta — mas a responsabilidade jurídica e operacional passa a ser das novas titulares.</p>
<p>A decisão evidencia um redesenho relevante no setor rodoviário interestadual, com a Planalto Transportes Ltda. reforçando sua atuação em corredores regionais do Sul, enquanto a Viação Ouro e Prata S.A. amplia sua presença em rotas mais extensas, inclusive conectando a região Sul ao Centro-Oeste.</p>
<p>O movimento ocorre em meio à consolidação do modelo autorizativo trazido pelo novo marco regulatório, no qual a flexibilidade societária tende a ganhar maior relevância estratégica.</p>
<p>As decisões entram em vigor na data de publicação no Diário Oficial da União.</p>
<p><strong><em>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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