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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>STF mantém prorrogação por dez anos de concessão de ônibus de São José do Rio Preto (SP) e reafirma critérios para renovar contratos que valem para todo o Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/26/stf-mantem-prorrogacao-por-dez-anos-de-concessao-de-onibus-de-sao-jose-do-rio-preto-sp-e-reafirma-criterios-para-renovar-contratos-que-valem-para-todo-o-brasil/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:01:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Plenário reafirma quatro condições mínimas para que uma concessão de serviço público possa ser prorrogada ADAMO BAZANI O STF (Supremo Tribunal Federal) manteve válida a prorrogação por dez anos da concessão do transporte coletivo urbano de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, e, em uma decisão que vai além do caso [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="784" height="449" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/sjtp.jpg?fit=784%2C449&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/sjtp.jpg?w=784&amp;ssl=1 784w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/sjtp.jpg?resize=300%2C172&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/sjtp.jpg?resize=150%2C86&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/sjtp.jpg?resize=768%2C440&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/sjtp.jpg?resize=400%2C229&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 784px) 100vw, 784px" /> <p><em>Plenário reafirma quatro condições mínimas para que uma concessão de serviço público possa ser prorrogada </em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O STF (Supremo Tribunal Federal) manteve válida a prorrogação por dez anos da concessão do transporte coletivo urbano de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, e, em uma decisão que vai além do caso do município, reafirmou os critérios que a administração pública deve observar para renovar contratos de concessão sem realizar uma nova licitação.</p>
<p>A ementa do julgamento foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 26 de agosto de 2026. O julgamento propriamente dito ocorreu no plenário virtual entre 5 e 15 de junho de 2026. Por unanimidade, os ministros rejeitaram os pedidos da ação apresentada pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro), seguindo o voto do relator, ministro Cristiano Zanin.</p>
<p>A discussão envolvia a Lei Municipal nº 13.995, de 2021, que autorizou a prefeitura de São José do Rio Preto a estender por mais dez anos a concessão dos serviços de ônibus da cidade. A legislação foi questionada sob a alegação de que a renovação sem uma nova concorrência pública contrariaria dispositivos constitucionais relacionados à licitação, à legalidade, à impessoalidade e à eficiência.</p>
<p>Mais relevante para outros sistemas de transporte é a parte da decisão em que o STF reafirma quatro condições mínimas para que uma concessão de serviço público possa ser prorrogada:</p>
<ol>
<li>o contrato que será prorrogado deve ter sido originalmente precedido de licitação;</li>
<li>o edital da licitação original e o próprio contrato devem prever a possibilidade de prorrogação;</li>
<li>a renovação não pode ser automática, mas resultado de uma decisão discricionária da administração pública;</li>
<li>a administração deve demonstrar que a prorrogação é vantajosa para o poder público e para a prestação do serviço.</li>
</ol>
<p>Esses quatro requisitos aparecem expressamente na ementa publicada nesta quarta-feira.</p>
<p>A decisão, portanto, não significa que prefeituras possam simplesmente estender contratos de ônibus que estejam perto do vencimento. Ao contrário: o STF reforçou que a renovação depende da situação jurídica do contrato original e, principalmente, de uma decisão administrativa fundamentada.</p>
<p><strong>STF entendeu que Rio Preto realizou avaliações técnicas e financeiras</strong></p>
<p>No caso de São José do Rio Preto, o Supremo registrou que existiam elementos indicando que a conclusão da prefeitura pela vantajosidade da prorrogação foi antecedida por avaliações de natureza técnica e financeira.</p>
<p>A Corte também estabeleceu um limite importante para sua própria atuação: segundo o acórdão, não cabe ao STF, em uma ação de controle concentrado de constitucionalidade, refazer de maneira aprofundada toda a análise técnica, econômica e probatória utilizada pela administração para tomar a decisão.</p>
<p>Foi justamente esse ponto que pesou no resultado. O tribunal entendeu que, existindo elementos técnicos e financeiros que deram suporte à escolha administrativa, não seria adequado transformar a ação constitucional em uma espécie de auditoria detalhada sobre cada premissa adotada pela prefeitura.</p>
<p>Isso não significa, entretanto, que estudos de vantajosidade fiquem imunes a fiscalização.</p>
<p>Tribunais de Contas, Ministério Público, órgãos de controle e o próprio Poder Judiciário, pelas vias processuais adequadas, continuam podendo analisar eventual descumprimento contratual, ilegalidades concretas, ausência de estudos ou inconsistências na documentação.</p>
<p>O que o STF delimitou é que uma ação de controle abstrato de constitucionalidade não é o instrumento apropriado para reexaminar minuciosamente fatos, planilhas, projeções de demanda, custos e demais elementos técnicos de um contrato específico.</p>
<p><strong>Concessões começaram com licitação realizada em 2010</strong></p>
<p>A situação de São José do Rio Preto atende a um ponto considerado fundamental pelo STF: as empresas não receberam originalmente a operação dos ônibus sem concorrência pública.</p>
<p>A concessão decorreu da Concorrência nº 27/2010, promovida pela prefeitura. Os contratos foram celebrados em 2011 com a Circular Santa Luzia Ltda. e a Expresso Itamarati S.A., empresa integrante do Grupo Comporte.</p>
<p>Em 2014, o TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) julgou regulares tanto a concorrência como os contratos firmados com as duas empresas para a prestação e exploração do transporte coletivo municipal.</p>
<p>Atualmente, Circular Santa Luzia e Expresso Itamarati integram o Consórcio RioPretrans, que centraliza atividades relacionadas à gestão do sistema, bilhetagem e atendimento, enquanto as empresas continuam responsáveis pela operação das linhas.</p>
<p>Os contratos originais já admitiam prorrogação. A própria Lei Municipal nº 13.995/2021 determina que a extensão por dez anos fosse feita conforme a cláusula de prorrogação existente nos contratos e respeitando a Lei Federal nº 8.987/1995, a Lei das Concessões.</p>
<p>Esse aspecto é decisivo porque elimina uma das situações que o STF considera incompatíveis com a Constituição: estender a duração de uma concessão originalmente concedida sem licitação ou criar posteriormente uma possibilidade de renovação que não estava prevista quando os concorrentes disputaram o serviço.</p>
<p><strong>Renovação em 2021 teve outorga de R$ 20 milhões</strong></p>
<p>A renovação foi aprovada pela Câmara Municipal em outubro de 2021, quando os contratos celebrados dez anos antes se aproximavam do fim.</p>
<p>Antes da votação definitiva, foram realizadas quatro audiências públicas. Como contrapartida pela extensão da concessão, Circular Santa Luzia e Expresso Itamarati assumiram o pagamento de uma outorga de R$ 20 milhões ao município, segundo informações divulgadas na época pela própria Câmara.</p>
<p>A lei foi sancionada em 27 de outubro de 2021, e os termos aditivos de prorrogação foram assinados dois dias depois. Com isso, a operação foi estendida até 2031. Documentos oficiais posteriores da prefeitura confirmam os aditivos de prorrogação dos dois contratos.</p>
<p><strong>O que o PSB questionava</strong></p>
<p>A contestação chegou ao STF em 2024.</p>
<p>O PSB sustentava que a extensão teria ocorrido praticamente no encerramento dos contratos e sem demonstração suficiente de que manter as atuais empresas seria mais vantajoso do que promover uma nova licitação.</p>
<p>Também argumentava que a lei teria permitido uma renovação automática e que não haviam sido apresentados dados técnicos e orçamentários suficientes para justificar a escolha.</p>
<p>Quando a ação foi protocolada, o próprio STF informou que o partido apontava possível violação aos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade e eficiência.</p>
<p>O Plenário, entretanto, não acolheu esses argumentos e considerou suficientes, para efeito do controle de constitucionalidade, os elementos que demonstravam a existência de análises técnicas e financeiras anteriores à decisão administrativa.</p>
<p><strong>Decisão interessa diretamente a outras concessões municipais de ônibus</strong></p>
<p>O alcance do julgamento é especialmente relevante em um momento no qual diversas cidades brasileiras possuem concessões de ônibus antigas ou próximas do término.</p>
<p>A decisão não cria um direito das empresas à renovação.</p>
<p>Mesmo quando o contrato permite uma extensão, cabe ao poder público decidir se quer exercê-la. O STF é explícito ao caracterizar essa escolha como discricionária, o que significa que a prefeitura, governo estadual ou outro poder concedente deve analisar conveniência, oportunidade e interesse público.</p>
<p>Da mesma forma, uma cláusula contratual permitindo a prorrogação não basta isoladamente.</p>
<p>É necessário demonstrar a vantajosidade da decisão.</p>
<p>Na prática, uma avaliação consistente pode comparar, entre outros elementos, os investimentos que serão exigidos do atual operador, condições tarifárias, qualidade do serviço, renovação de frota, custos de transição, situação econômico-financeira da concessão, riscos operacionais e resultados que poderiam ser obtidos por meio de uma nova concorrência.</p>
<p>Ou seja: a administração precisa ser capaz de explicar por que renovar é melhor do que licitar novamente.</p>
<p><strong>STF já havia analisado prorrogação no transporte por ônibus do ABC Paulista</strong></p>
<p>Um dos precedentes citados expressamente na decisão de São José do Rio Preto é particularmente importante para o setor de transporte coletivo.</p>
<p>Em 2023, no julgamento de uma ação sobre o Corredor Metropolitano ABD, entre São Mateus, na capital paulista, e Jabaquara, passando por municípios do ABC, o STF considerou constitucional a prorrogação antecipada da concessão então operada pela Metra.</p>
<p>A extensão foi vinculada a novos investimentos, incluindo o projeto do BRT-ABC.</p>
<p>Naquele julgamento, prevaleceu o entendimento de que uma prorrogação pode ser constitucional quando um estudo técnico demonstra que a solução é mais vantajosa para a administração do que promover uma nova licitação. O STF também ressaltou que não caberia à Corte substituir a administração na avaliação técnica detalhada da escolha.</p>
<p>Outro precedente citado agora é a decisão de 2023 que manteve lei do município de São Paulo com diretrizes para prorrogação e relicitação de contratos de parceria. Na ocasião, o STF já havia destacado a necessidade de licitação original, previsão de prorrogação no edital e no contrato e demonstração de vantagem para a administração.</p>
<p>A ementa do caso de Rio Preto cita ainda outro julgamento de 2026 relacionado aos limites do controle concentrado diante de questões que exigem aprofundamento técnico e probatório.</p>
<p>Assim, a decisão desta quarta-feira não surge isoladamente. Ela reforça uma linha jurisprudencial que vem sendo construída pelo Supremo sobre concessões de serviços públicos.</p>
<p><strong>Não é uma autorização geral para renovar contratos antigos</strong></p>
<p>Para os municípios, há uma diferença fundamental entre usar o precedente e simplesmente reproduzir a solução adotada por São José do Rio Preto.</p>
<p>Uma concessão que nunca tenha sido licitada, por exemplo, não passa a poder ser renovada porque o STF admitiu a prorrogação em Rio Preto.</p>
<p>Da mesma maneira, um contrato cujo edital original não previa extensão enfrenta um obstáculo relevante.</p>
<p>E, mesmo quando os dois requisitos estão presentes, a prefeitura ainda precisa justificar por que pretende renovar e apresentar documentação que demonstre a vantagem da escolha.</p>
<p>O próprio STF já registrou em sua jurisprudência que prorrogações diretas e automáticas não encontram amparo constitucional e que concessões não precedidas de licitação não podem ser indefinidamente perpetuadas.</p>
<p>Esse é provavelmente o principal reflexo do julgamento para cidades que terão contratos de ônibus vencendo nos próximos anos: a prorrogação é juridicamente possível, mas precisa ser tratada como uma decisão administrativa excepcional e fundamentada, e não como simples continuação automática do operador atual.</p>
<p><strong>Circular Santa Luzia também foi selecionada para R$ 22,8 milhões do Novo PAC</strong></p>
<p>Há ainda outra frente de renovação de frota em São José do Rio Preto, distinta do contrato de aluguel dos ônibus elétricos.</p>
<p>Em fevereiro de 2026, o Ministério das Cidades selecionou uma proposta da Circular Santa Luzia para financiamento de R$ 22,8 milhões pelo Novo PAC – Mobilidade Urbana, no subeixo Renovação de Frota.</p>
<p>O objeto publicado pelo Governo Federal é a aquisição de ônibus para o transporte público coletivo urbano, e o agente financeiro indicado é o Banco Mercedes-Benz do Brasil. A portaria não especifica que esses veículos sejam elétricos e, portanto, essa operação não deve ser confundida com a locação dos ônibus da Eletra.</p>
<p>O conjunto dessas movimentações mostra que o sistema cuja concessão foi prorrogada até 2031 atravessa, paralelamente à discussão jurídica, uma etapa de investimentos e reformulação da frota.</p>
<p>Para outras cidades, no entanto, o recado jurídico do STF permanece independente da tecnologia empregada nos ônibus: qualquer renovação contratual precisa partir de uma concessão originalmente licitada, estar prevista desde o edital e o contrato, decorrer de uma escolha efetiva da administração e ser acompanhada de demonstração técnica da vantajosidade.</p>
<p>É esse conjunto de condições, e não simplesmente a existência de novos investimentos ou de ônibus novos, que o Supremo reafirmou como baliza para a prorrogação de concessões de serviços públicos.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>São Paulo suspende contrato de R$ 379 milhões do Corredor Norte-Sul; desapropria 21,8 mil m² para corredor na zona leste e estende fiscalização das obras do Imirim</title>
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    <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 09:05:11 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Diário Oficial reúne três decisões sobre infraestrutura de ônibus: Lote 2 do Norte-Sul volta a ter contrato suspenso, imóveis em Cidade Líder e Itaquera são declarados de utilidade pública e acompanhamento do Corredor Imirim é prorrogado até outubro ADAMO BAZANI Três decisões publicadas no Diário Oficial da Cidade de São Paulo desta quarta-feira, 26 de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="678" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Bandeira-1-1-1.jpg?fit=1024%2C678&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Bandeira-1-1-1.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Bandeira-1-1-1.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Bandeira-1-1-1.jpg?resize=1024%2C678&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Bandeira-1-1-1.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Bandeira-1-1-1.jpg?resize=768%2C509&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Bandeira-1-1-1.jpg?resize=400%2C265&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Diário Oficial reúne três decisões sobre infraestrutura de ônibus: Lote 2 do Norte-Sul volta a ter contrato suspenso, imóveis em Cidade Líder e Itaquera são declarados de utilidade pública e acompanhamento do Corredor Imirim é prorrogado até outubro</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Três decisões publicadas no Diário Oficial da Cidade de São Paulo desta quarta-feira, 26 de agosto de 2026, mexem com projetos de corredores de ônibus em diferentes regiões da capital.</p>
<p>A SPTrans formalizou nova suspensão do contrato de R$ 379,46 milhões do Lote 2 do Corredor Norte-Sul – Trecho 2, projeto que abrange parte do eixo formado pelas avenidas 23 de Maio, Professor Ascendino Reis, Rubem Berta e Moreira Guimarães.</p>
<p>Na zona leste, o prefeito Ricardo Nunes declarou de utilidade pública uma área total de 21.854 m² em Cidade Líder e Itaquera especificamente para implantação de corredor de ônibus. O decreto abre caminho para desapropriações judiciais ou aquisição dos imóveis por acordo.</p>
<p>Já na zona norte, a SIURB adotou novo cronograma físico-financeiro e prorrogou até 31 de outubro de 2026 o contrato da SPObras para assistência e apoio à fiscalização das obras de reforma do Corredor Imirim.</p>
<p><strong>CORREDOR NORTE-SUL: contrato de R$ 379,46 milhões volta a ser suspenso</strong></p>
<p>O ato de maior impacto financeiro é o novo Termo de Suspensão referente ao contrato da SPTrans com o Consórcio Norte Sul.</p>
<p>O contrato nº 2023/0675-02-00 envolve desenvolvimento de projeto executivo e execução das obras do Corredor Norte-Sul – Trecho 2 – Lote 2.</p>
<p>O extrato publicado nesta quarta-feira confirma a suspensão, mas não apresenta no texto divulgado o motivo da medida nem fixa uma nova data para a retomada dos serviços.</p>
<p>Dados oficiais da SPTrans mostram que o contrato foi firmado por R$ 379.462.138,58. A vigência registrada originalmente vai de 25 de junho de 2024 a 24 de abril de 2027.</p>
<p><strong>Lote 2 tem aproximadamente 4,6 km e cinco paradas no canteiro central</strong></p>
<p>Documentos técnicos da própria SPTrans detalham a área atingida pelo contrato.</p>
<p>O Lote 2 corresponde ao sistema viário entre a Rua Dr. Luiz Falgetano Sobrinho e o Viaduto João Julião da Costa Aguiar, na Avenida dos Bandeirantes.</p>
<p>O eixo principal percorre as avenidas 23 de Maio, Professor Ascendino Reis, Rubem Berta e Moreira Guimarães.</p>
<p>São aproximadamente 4,6 quilômetros e cinco paradas previstas com embarque e desembarque pelo lado esquerdo, implantadas junto ao canteiro central.</p>
<p>Entre os projetos executivos já produzidos aparecem estruturas como as paradas Pedro de Toledo e Aratãs, com intervenções de acessibilidade e adequações das plataformas.</p>
<p><strong>Trecho 2 liga Terminal Bandeira à Avenida dos Bandeirantes</strong></p>
<p>O Trecho 2 como um todo começa na região do Terminal Bandeira e segue até o Viaduto João Julião da Costa Aguiar, sobre a Avenida dos Bandeirantes.</p>
<p>A SPTrans apresentou o empreendimento como uma intervenção em um dos principais eixos de transporte entre as regiões central e sul da cidade.</p>
<p>As obras foram divididas em dois lotes.</p>
<p>O Lote 1 foi contratado com o Consórcio Corredor Norte Sul JRC por aproximadamente R$ 339,85 milhões.</p>
<p>O Lote 2, agora novamente suspenso, ficou com o Consórcio Norte Sul por R$ 379,46 milhões.</p>
<p>Somente os dois contratos principais de projeto executivo e obras somam aproximadamente R$ 719,3 milhões.</p>
<p>Durante a análise do edital, documentação do Tribunal de Contas do Município indicava valor estimado de aproximadamente R$ 785,76 milhões para os dois lotes do Trecho 2.</p>
<p><strong>Não é a primeira suspensão do Lote 2</strong></p>
<p>A publicação desta quarta-feira não representa a primeira interrupção formal do contrato.</p>
<p>O cadastro de contratos da própria SPTrans registra termos de suspensão assinados em fevereiro de 2026 e um terceiro termo formalizado em maio.</p>
<p>Em 6 de maio, por exemplo, foi registrado o terceiro termo de suspensão do mesmo contrato.</p>
<p>Há ainda contratos paralelos de apoio à supervisão das obras. No caso específico do Lote 2, o contrato de serviços técnicos de supervisão também recebeu novo termo de suspensão com efeitos a partir de 24 de agosto de 2026.</p>
<p>Assim, a publicação atual deve ser entendida dentro de uma sequência de interrupções contratuais do projeto, e não como um episódio isolado.</p>
<p>O extrato publicado agora, porém, não esclarece a causa da nova suspensão.</p>
<p><strong>ZONA LESTE: 21.854 m² são destinados a corredor de ônibus</strong></p>
<p>Em outro ato de grande importância para a mobilidade, o Decreto nº 65.463 declara de utilidade pública imóveis particulares em Cidade Líder e Itaquera necessários à implantação de corredor de ônibus.</p>
<p>A área total é de 21.854 m².</p>
<p>Os terrenos estão distribuídos por cinco plantas de desapropriação. A primeira reúne 5.750 m²; a segunda, 3.945 m²; a terceira, 4.780 m²; a quarta, 5.117 m²; e a quinta, 2.262 m².</p>
<p>O decreto autoriza que os imóveis sejam desapropriados judicialmente ou adquiridos mediante acordo com os proprietários.</p>
<p>As despesas serão pagas com dotações orçamentárias próprias de cada exercício.</p>
<p>O decreto não informa o nome do corredor</p>
<p>Há outro processo de desapropriação envolvendo Cidade Líder relacionado ao Corredor de Ônibus Aricanduva. Em janeiro de 2026, a Prefeitura atualizou um decreto anterior e identificou expressamente o empreendimento como Corredor Aricanduva, abrangendo Vila Matilde, Aricanduva, Carrão, São Mateus e Cidade Líder e uma área de 16.657,33 m².</p>
<p><strong>CORREDOR IMIRIM: contrato de apoio à fiscalização vai até 31 de outubro</strong></p>
<p>Na zona norte, a mudança é de natureza diferente.</p>
<p>A SIURB prorrogou até 31 de outubro de 2026 o contrato com a SPObras destinado à assistência e ao subsídio técnico à fiscalização das obras de reforma do Corredor de Ônibus da Avenida Imirim.</p>
<p>O trecho fica entre a Avenida Deputado Emílio Carlos e a Alameda Afonso Schmidt.</p>
<p>O ato também determina a adoção de um novo cronograma físico-financeiro para o contrato de fiscalização.</p>
<p>É importante distinguir: o despacho publicado nesta quarta-feira trata especificamente do contrato de apoio e fiscalização da obra, e não é, por si só, uma prorrogação expressa do contrato principal de construção.</p>
<p><strong>Reforma do Imirim começou em 2023 e deveria durar 16 meses</strong></p>
<p>A obra principal foi contratada em 2023 com o Consórcio Corredor Imirim.</p>
<p>O contrato original tinha valor de R$ 71.827.565,60 e prazo de 16 meses.</p>
<p>A execução abrange aproximadamente 4,6 km da Avenida Imirim, da região da Avenida Deputado Emílio Carlos até a Alameda Afonso Schmidt.</p>
<p>Quando anunciou o início das intervenções, a Prefeitura estimou que aproximadamente 112 mil passageiros seriam beneficiados diariamente.</p>
<p>Segundo os dados oficiais divulgados na ocasião, a movimentação varia de aproximadamente 50 a 150 ônibus por hora nos períodos de maior demanda.</p>
<p><strong>Pavimento de concreto, plataformas, ultrapassagens e monitoramento</strong></p>
<p>O projeto prevê implantação de pavimento rígido no corredor, elevação das plataformas para melhorar o embarque e desembarque, adequação das paradas, melhorias de acessibilidade e ajustes na largura das vias.</p>
<p>Também estão previstas faixas de ultrapassagem nas paradas, melhorias de drenagem, sinalização, iluminação, valas técnicas, remanejamento das redes de telecomunicação e de postes e implantação de sistemas de monitoramento.</p>
<p>A Prefeitura informou ainda, quando lançou a intervenção, investimento complementar de aproximadamente R$ 48 milhões para enterramento da rede elétrica.</p>
<p><strong>Contrato de fiscalização começou em R$ 7,16 milhões</strong></p>
<p>Além dos R$ 71,8 milhões da obra principal, a Prefeitura contratou a SPObras para fornecer assistência técnica à fiscalização.</p>
<p>Esse contrato foi assinado em julho de 2023 por R$ 7.166.549,55, inicialmente também com vigência de 16 meses.</p>
<p>É justamente este contrato que aparece novamente no Diário Oficial desta quarta-feira.</p>
<p>Com o novo despacho, a SIURB adota o cronograma físico-financeiro atualizado e mantém a atuação da SPObras no acompanhamento das intervenções até 31 de outubro de 2026.</p>
<p>Assim, os três atos publicados no mesmo Diário Oficial mostram situações bastante diferentes da política de corredores de ônibus da cidade: uma obra de grande porte com sucessivas suspensões contratuais no eixo Norte-Sul; uma nova frente de desapropriações na zona leste; e um corredor em reforma na zona norte cujo acompanhamento técnico continua sendo prorrogado.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>São Paulo adia fiscalização das novas regras para bicicletas elétricas e autopropelidos; orientação começa em 28 de agosto e autuações ficam para 45 dias depois</title>
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    <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 08:41:46 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Prefeitura mantém limites de 6 km/h e 20 km/h e locais permitidos para circulação, mas cria período educativo antes do início da fiscalização; regras atingem bicicletas elétricas, patinetes e outros equipamentos de mobilidade individual ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo alterou o cronograma de entrada em vigor das novas regras para circulação de bicicletas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="531" height="376" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/images-2-1.jpg?fit=531%2C376&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/images-2-1.jpg?w=531&amp;ssl=1 531w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/images-2-1.jpg?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/images-2-1.jpg?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/images-2-1.jpg?resize=400%2C283&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 531px) 100vw, 531px" /> <p><em>Prefeitura mantém limites de 6 km/h e 20 km/h e locais permitidos para circulação, mas cria período educativo antes do início da fiscalização; regras atingem bicicletas elétricas, patinetes e outros equipamentos de mobilidade individual</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo alterou o cronograma de entrada em vigor das novas regras para circulação de bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual autopropelidos, como patinetes elétricos, nas vias da capital.</p>
<p>A Portaria SMT.SEMTRA nº 025, publicada no Diário Oficial da Cidade desta quarta-feira, 26 de agosto de 2026, determina que as campanhas educativas começam nesta sexta-feira, 28 de agosto, mas as ações de fiscalização de trânsito somente terão início depois de 45 dias contados dessa data.</p>
<p>Na prática, a Prefeitura criou um período adicional de adaptação às normas. A regulamentação original, publicada em 14 de agosto, estabelecia simplesmente que as regras entrariam em vigor em 28 de agosto. Agora, a data será o marco para orientação dos usuários, enquanto a fiscalização ficará para aproximadamente meados de outubro.</p>
<p>Os limites de velocidade e as regras sobre onde cada tipo de equipamento pode circular não foram modificados.</p>
<p>Segundo a justificativa da nova portaria, a alteração busca permitir “amplo conhecimento” dos novos parâmetros de circulação e ampliar o período de ações informativas aos usuários. A Secretaria Executiva de Mobilidade e Trânsito também cita a necessidade de conciliar segurança viária e segurança jurídica para a atuação dos agentes fiscalizadores.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou em 14 de agosto, quando a regulamentação original foi publicada, que a Prefeitura estabeleceu velocidades máximas diferentes conforme o tipo de veículo e o espaço utilizado para circulação.</p>
<p><strong>O que muda agora</strong></p>
<p>A Portaria nº 025 altera somente o artigo que tratava da vigência da regulamentação.</p>
<p>A partir de 28 de agosto serão desenvolvidas campanhas educativas relacionadas aos parâmetros de circulação. A fiscalização começa apenas depois de transcorridos 45 dias a partir desta data.</p>
<p>Assim, as regras não foram suspensas nem revogadas. O que foi postergado é o início da fase fiscalizatória.</p>
<p>A Prefeitura argumenta que este intervalo será utilizado para informar a população sobre os limites de velocidade, locais permitidos e proibições estabelecidas pela regulamentação.</p>
<p><strong>Bicicletas elétricas continuam limitadas a 20 km/h em ciclovias e ciclofaixas</strong></p>
<p>A Portaria SMT.SEMTRA nº 023, que continua sendo a base da regulamentação, determina velocidade máxima de 20 km/h para bicicletas elétricas em ciclovias e ciclofaixas implantadas na pista.</p>
<p>Quando a bicicleta elétrica utiliza ciclofaixa em calçada ou canteiro compartilhada com pedestres, calçada ou canteiro com circulação compartilhada ou uma via ou área destinada a pedestres, o limite é de 6 km/h.</p>
<p>Nas ruas e avenidas que não possuem ciclovia ou ciclofaixa, a bicicleta elétrica pode circular junto ao bordo da pista, acompanhando o sentido dos demais veículos, desde que a velocidade regulamentada da via seja de até 50 km/h.</p>
<p>A regulamentação proíbe bicicletas e bicicletas elétricas em vias de trânsito rápido e rodovias que não possuam acostamento ou faixa própria. Há exceção para bicicletas próprias para uso esportivo, observadas as condições previstas na norma.</p>
<p><strong>Patinetes e outros autopropelidos em pé têm regras diferentes</strong></p>
<p>Para os chamados equipamentos de mobilidade individual autopropelidos conduzidos em pé, categoria na qual estão os patinetes elétricos enquadrados na regulamentação, é permitida circulação em ciclovias, ciclofaixas instaladas na pista e ciclorrotas, com velocidade de até 20 km/h.</p>
<p>Em ciclofaixas implantadas em calçadas ou canteiros e compartilhadas com pedestres, o máximo é de 6 km/h.</p>
<p>Também é permitida a circulação desses equipamentos em ruas e avenidas cuja velocidade regulamentada seja de até 40 km/h. Mesmo nessas vias, entretanto, o equipamento conduzido em pé não pode superar 20 km/h.</p>
<p><strong>Equipamentos com condução sentada ou montada podem usar vias de até 50 km/h</strong></p>
<p>Os equipamentos autopropelidos nos quais o usuário circula sentado ou montado possuem tratamento diferente.</p>
<p>Nas ciclovias e ciclofaixas implantadas na pista, o limite é de 20 km/h. Em ciclofaixas instaladas em calçada ou canteiro e compartilhadas com pedestres, a velocidade máxima é de 6 km/h.</p>
<p>Quando não houver ciclovia ou ciclofaixa, esses equipamentos podem circular em vias cuja velocidade regulamentada seja de até 50 km/h, obedecendo à regulamentação existente no local.</p>
<p><strong>Onde os autopropelidos não podem circular</strong></p>
<p>A regulamentação proíbe os equipamentos autopropelidos conduzidos em pé em vias com velocidade máxima superior a 40 km/h. Para os conduzidos sentados ou montados, a proibição vale nas vias acima de 50 km/h.</p>
<p>Também é proibida a circulação destes equipamentos em calçadas e passeios, calçadas ou canteiros com trânsito compartilhado entre bicicletas e pedestres e vias ou áreas destinadas aos pedestres.</p>
<p>A exceção é para equipamentos semelhantes a cadeiras de rodas utilizados por pessoas com deficiência ou comprometimento da mobilidade.</p>
<p>As bicicletas elétricas recebem tratamento diferente em alguns desses espaços e podem circular em áreas compartilhadas com pedestres, mas com velocidade limitada a 6 km/h.</p>
<p><strong>Regulamentação passou por consulta pública</strong></p>
<p>Antes da edição das regras definitivas, a Prefeitura colocou uma proposta em consulta pública pela plataforma Participe+. O período de contribuições foi de 24 de maio a 8 de junho de 2026 e recebeu 277 manifestações.</p>
<p>A regulamentação municipal complementa a Resolução Contran nº 996/2023, que estabelece em âmbito nacional a classificação e os requisitos de bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual autopropelidos.</p>
<p>Com a mudança publicada agora, São Paulo mantém o conteúdo das regras definidas em agosto, mas separa formalmente a fase educativa da fase de fiscalização.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>ANTT revoga autorizações da Via Pevidor, Arca, Império, Três Estrelas e Conexão Brasil, libera 43 fretadoras e dá à Eucatur nova licença internacional</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/26/antt-revoga-autorizacoes-da-via-pevidor-arca-imperio-tres-estrelas-e-conexao-brasil-libera-43-fretadoras-e-da-a-eucatur-nova-licenca-internacional/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 08:01:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Blog Ponto de Ônibus]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Pacote da agência atinge nove linhas regulares e centenas de seções; três decisões trazem 44 registros de fretamento para 43 empresas distintas. Caso da Via Pevidor tem sobreposição de atos judiciais e administrativos publicados em dias consecutivos ADAMO BAZANI A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) publicou nesta quarta-feira, 26 de agosto de 2026, um [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="813" height="513" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ttoytoy.jpg?fit=813%2C513&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ttoytoy.jpg?w=813&amp;ssl=1 813w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ttoytoy.jpg?resize=300%2C189&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ttoytoy.jpg?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ttoytoy.jpg?resize=768%2C485&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ttoytoy.jpg?resize=400%2C252&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 813px) 100vw, 813px" /> <p><em>Pacote da agência atinge nove linhas regulares e centenas de seções; três decisões trazem 44 registros de fretamento para 43 empresas distintas. Caso da Via Pevidor tem sobreposição de atos judiciais e administrativos publicados em dias consecutivos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) publicou nesta quarta-feira, 26 de agosto de 2026, um amplo pacote de decisões que mexe com linhas regulares interestaduais e internacionais de ônibus e com o transporte por fretamento.</p>
<p>Cinco decisões da SUPAS (Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros) revogam autorizações que haviam sido concedidas, na condição sub judice, à Via Pevidor (Via Pevidor Ltda.), Auto Viação Arca (Andreatur Transportes e Serviços Ltda.), Grupo Império Turismo (Imperial Log Turismo e Cargas Ltda.), Três Estrelas Transportes (Transportadora J.D.F. Ltda.) e Conexão Brasil (Conexão Brasil Ltda.).</p>
<p>Somadas, são nove linhas principais afetadas. Os anexos das decisões que haviam concedido essas operações relacionavam 485 registros de seções, considerando a soma bruta e, portanto, sem eliminar mercados repetidos entre diferentes atos.</p>
<p>Em outra decisão, a ANTT homologou licença originária com validade de dez anos para a Eucatur (Capital do Café Transporte Coletivo de Passageiros Ltda.) operar a linha internacional Manaus (AM)–Caracas, na Venezuela, passando por Pacaraima (RR) e Santa Elena de Uairén. No mesmo ato, foi revogada a licença que estava formalmente em nome da Eucatur (Solimões Transportes de Passageiros e Cargas Ltda.).</p>
<p>A identificação merece atenção: consulta cadastral pelo CNPJ 34.473.546/0001-81, exatamente o informado pela ANTT para a Capital do Café, confirma que o nome fantasia da matriz é Eucatur. Já a filial de Manaus, CNPJ terminado em 0002-62, aparece com nome fantasia Capital do Café, enquanto a filial de Boa Vista, terminada em 0003-43, novamente aparece como Eucatur.</p>
<p>Também a razão social Solimões Transportes de Passageiros e Cargas Ltda. aparece em bases cadastrais com Eucatur como nome fantasia. Assim, juridicamente, o que a Decisão SUPAS nº 1.240 faz é substituir a titularidade da licença entre duas razões sociais diferentes, e não propriamente promover uma troca entre duas marcas comerciais distintas.</p>
<p>Por fim, as Decisões SUPAS nº 1.242, 1.243 e 1.244 autorizam empresas a prestar transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional em regime de fretamento. São 44 registros nos três anexos, correspondentes a 43 empresas diferentes, porque Brenno Egberto da Silva Souza &amp; Cia Ltda. aparece em dois atos com o mesmo CNPJ e o mesmo TAF.</p>
<p>As decisões foram assinadas em 19 de agosto de 2026 pelo superintendente Juliano de Barros Samôr e entraram em vigor com a publicação.</p>
<p><strong>Eucatur (Capital do Café) recebe Manaus–Caracas por dez anos e licença da razão social Solimões é revogada</strong></p>
<p>A Decisão SUPAS nº 1.240 é referente ao processo administrativo nº 50500.179069/2024-88 e homologa a expedição de licença originária para a Eucatur (Capital do Café Transporte Coletivo de Passageiros Ltda.), CNPJ 34.473.546/0001-81.</p>
<p>A licença permite a prestação do serviço regular internacional entre Manaus, no Amazonas, e Caracas, na Venezuela, nos dois sentidos, utilizando a fronteira Pacaraima, no Brasil, e Santa Elena de Uairén, na Venezuela.</p>
<p>O prazo é de dez anos contado da publicação no Diário Oficial da União. A própria decisão ressalva que a licença poderá terminar antes nas hipóteses previstas no Decreto Federal nº 2.975, de 1º de março de 1999, que internalizou o acordo de transporte rodoviário internacional entre Brasil e Venezuela.</p>
<p>No mesmo ato, a SUPAS revogou a Licença Originária identificada como Documento de Idoneidade nº 21/2016, que havia sido concedida à Eucatur (Solimões Transportes de Passageiros e Cargas Ltda.) para a mesma Manaus–Caracas.</p>
<p>A licença da razão social Solimões tinha origem na Portaria SUPAS nº 114, de 16 de novembro de 2016. Aquele ato concedeu licenças originárias de dez anos a diversas empresas de transporte internacional e relacionou expressamente a Solimões à Manaus–Caracas.</p>
<p><strong>Eucatur já estava na Manaus–Caracas antes da Solimões</strong></p>
<p>O histórico da linha é ainda mais antigo e mostra uma continuidade da marca Eucatur por diferentes estruturas empresariais.</p>
<p>Em 2013, a Portaria SUPAS nº 913 renovou a Licença Originária nº 2.286/2001 da então Eucatur – Empresa União Cascavel de Transporte e Turismo Ltda. para a Manaus–Caracas. Na época, a validade foi fixada até 31 de dezembro de 2014 ou até a conclusão do processo licitatório que então era previsto, o que ocorresse primeiro.</p>
<p>Em 2016, a licença passou a constar formalmente para a razão social Solimões Transportes de Passageiros e Cargas Ltda.</p>
<p>Agora, em 2026, a licença originária é emitida para a razão social Capital do Café Transporte Coletivo de Passageiros Ltda., cujo nome fantasia cadastrado na matriz é novamente Eucatur.</p>
<p>Há outros sinais formais dessa reorganização entre as razões sociais. Em dezembro de 2024, a ANTT emitiu para a Eucatur (Capital do Café Transporte Coletivo de Passageiros Ltda.) os TARs das linhas Manaus–Boa Vista e Manaus–Rorainópolis, e registrou expressamente nos dois atos que as operações eram objeto de “cisão parcial” da Solimões Transportes de Passageiros e Cargas Ltda.</p>
<p>Na Manaus–Boa Vista, o TAR nº AMRR1559001 compreende os mercados Manaus–Boa Vista, Manaus–Caracaraí, Manaus–Mucajaí, Manaus–Rorainópolis, Presidente Figueiredo–Boa Vista, Presidente Figueiredo–Caracaraí, Presidente Figueiredo–Mucajaí e Presidente Figueiredo–Rorainópolis.</p>
<p>Já o TAR nº AMRR1559002, da Manaus–Rorainópolis, compreende Manaus–Rorainópolis e Presidente Figueiredo–Rorainópolis.</p>
<p>Em setembro de 2025, a ANTT chegou a negar pedido da Capital do Café para operação simultânea dessas duas linhas no trecho Manaus–Rorainópolis, mas voltou ao assunto no mês seguinte: pela Decisão SUPAS nº 1.456, de 7 de outubro de 2025, deferiu a operação simultânea. O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou essa autorização na ocasião.</p>
<p>A Capital do Café também já havia sido habilitada pela Decisão SUPAS nº 639, de setembro de 2024, a solicitar TARs no novo marco regulatório do transporte interestadual.</p>
<p><strong>Cinco empresas perdem atos que somavam nove linhas principais</strong></p>
<p>As demais decisões publicadas nesta quarta-feira cumprem determinações judiciais e retiram atos que haviam permitido operações em caráter sub judice.</p>
<p>São atingidas:</p>
<p>Via Pevidor (Via Pevidor Ltda.): Várzea Grande (MT)–Ponta Porã (MS);</p>
<p>Auto Viação Arca (Andreatur Transportes e Serviços Ltda.): Curitiba (PR)–São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG)–São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG)–Curitiba (PR);</p>
<p>Grupo Império Turismo (Imperial Log Turismo e Cargas Ltda.): Rio de Janeiro (RJ)–Erechim (RS);</p>
<p>Três Estrelas Transportes (Transportadora J.D.F. Ltda.): Anápolis (GO)–São Paulo (SP), Goiânia (GO)–São Paulo (SP) e Uberaba (MG)–Goiânia (GO);</p>
<p>Conexão Brasil (Conexão Brasil Ltda.): Porangatu (GO)–São Paulo (SP).</p>
<p><strong>VIA PEVIDOR: situação é mais complexa e dois atos da ANTT precisam ser lidos em conjunto</strong></p>
<p>A situação da Via Pevidor (Via Pevidor Ltda.), CNPJ 44.850.399/0001-75, é a mais complexa do pacote.</p>
<p>A Decisão SUPAS nº 1.236, assinada em 19 de agosto e publicada nesta quarta-feira (26), revoga a Decisão SUPAS nº 1.998, de 22 de dezembro de 2025, que havia autorizado, sub judice, a linha Várzea Grande (MT)–Ponta Porã (MS) e suas seções. O novo ato informa que cumpre decisão judicial relativa a outro mandado de segurança.</p>
<p>Há um detalhe processual: a Decisão nº 1.998/2025, quando concedeu a operação, mencionava o Mandado de Segurança nº 1130055-65.2025.4.01.3400. Já a Decisão nº 1.236/2026, que agora revoga aquele ato, aponta o Mandado de Segurança nº 1026255-21.2025.4.01.3400. Os atos, porém, fazem referência ao mesmo processo administrativo da ANTT nº 50505.042653/2025-10 e ao expediente administrativo judicial nº 00672.052442/2025-95.</p>
<p><strong>Diretoria Colegiada autorizou a mesma linha um dia antes desta publicação</strong></p>
<p>Isso não significa, por si só, que se possa afirmar que a Via Pevidor deixou de estar autorizada a operar Várzea Grande–Ponta Porã.</p>
<p>Na terça-feira, 25 de agosto de 2026, portanto um dia antes da publicação da Decisão nº 1.236, o DOU trouxe a Deliberação ANTT nº 237, assinada pela Diretoria Colegiada em 21 de agosto.</p>
<p>Esse ato suspendeu, também sub judice, os efeitos da Decisão SUPAS nº 830, de maio de 2026, e autorizou expressamente a Via Pevidor a operar duas linhas:</p>
<p>Várzea Grande (MT)–Ponta Porã (MS) e Belo Horizonte (MG)–Guarapari (ES).</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou essa autorização na terça-feira (25).</p>
<p>A cronologia ajuda a entender:</p>
<p>Em setembro de 2024, a Decisão SUPAS nº 616 habilitou a Via Pevidor a solicitar TARs.</p>
<p>Em novembro de 2025, a Decisão nº 1.694 autorizou, sub judice, Belo Horizonte–Guarapari.</p>
<p>Em dezembro de 2025, a Decisão nº 1.998 autorizou, também sub judice, Várzea Grande–Ponta Porã, com 63 seções.</p>
<p>Em 20 de maio de 2026, a Decisão SUPAS nº 830 inabilitou a empresa e cassou as duas autorizações. O ato também revogou a habilitação de 2024 e as decisões das duas linhas.</p>
<p>Posteriormente, uma decisão judicial no Procedimento Comum Cível nº 1045580-45.2026.4.01.3400 suspendeu os efeitos da cassação. O Voto DLA nº 57/2026 registra que a SUPAS havia aberto procedimento para avaliar a manutenção das condições de habilitação e a capacidade técnica e operacional da empresa e que uma nota técnica concluiu, naquele momento, pela falta de comprovação de requisitos. O Judiciário, entretanto, determinou a suspensão da inabilitação e da cassação, sem impedir que a Agência realize nova análise regular dos requisitos não alcançados pela ordem judicial.</p>
<p>Em julho, a Decisão SUPAS nº 1.102 já havia suspendido os efeitos da nº 830, em cumprimento à decisão judicial.</p>
<p>Em 21 de agosto, a Diretoria Colegiada aprovou a Deliberação nº 237, confirmando a autorização sub judice das duas linhas.</p>
<p>Por isso, a Decisão nº 1.236 publicada agora não deve ser lida isoladamente como prova de paralisação da Várzea Grande–Ponta Porã: ela revoga o ato originário nº 1.998/2025, mas existe uma deliberação posterior da Diretoria Colegiada que autoriza expressamente a operação da mesma linha em cumprimento a outra decisão judicial.</p>
<p><strong>As 63 seções da Várzea Grande–Ponta Porã</strong></p>
<p>A Decisão nº 1.998 tinha uma estrutura de 63 mercados, formada por todas as combinações entre nove pontos em Mato Grosso do Sul e sete em Mato Grosso.</p>
<p>Os nove pontos sul-mato-grossenses eram Bandeirantes, Campo Grande, Coxim, Dourados, Jaraguari, Ponta Porã, Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste e Sonora.</p>
<p>Cada um deles estava autorizado em ligação com Campo Verde, Cuiabá, Jaciara, Juscimeira, Rondonópolis, São Pedro da Cipa e Várzea Grande, todos em Mato Grosso. Nove origens multiplicadas pelos sete destinos resultam nas 63 seções do anexo.</p>
<p><strong>AUTO VIAÇÃO ARCA: três atos revogados e 118 registros de seções</strong></p>
<p>A Decisão SUPAS nº 1.237 revoga três autorizações da Auto Viação Arca (Andreatur Transportes e Serviços Ltda.), CNPJ 01.502.456/0001-12.</p>
<p>São as Decisões SUPAS nº 1.981, 1.982 e 1.983, todas de 18 de dezembro de 2025 e publicadas em 24 de dezembro daquele ano.</p>
<p>Elas haviam autorizado, sub judice, Curitiba–São Paulo, Belo Horizonte–São Paulo e Belo Horizonte–Curitiba. O ato desta quarta-feira cita o Mandado de Segurança nº 1121565-54.2025.4.01.3400 e o processo ANTT nº 50505.056895/2025-91.</p>
<p>Consulta cadastral pelo CNPJ confirma que Andreatur Transportes e Serviços Ltda. utiliza o nome fantasia Auto Viação Arca.</p>
<p>A Curitiba–São Paulo tinha 14 seções. Campina Grande do Sul e Curitiba, no Paraná, podiam se ligar a Embu das Artes, Itapecerica da Serra, Jacupiranga, Juquitiba, Registro, São Paulo e Taboão da Serra.</p>
<p>A Belo Horizonte–São Paulo tinha nove seções, todas destinadas à capital paulista: Belo Horizonte, Betim, Cambuí, Carmo da Cachoeira, Carmópolis de Minas, Extrema, Itatiaiuçu, Perdões e Três Corações.</p>
<p>A Belo Horizonte–Curitiba era a maior, com 95 registros. Belo Horizonte, Betim, Cambuí, Carmo da Cachoeira, Carmópolis de Minas, Extrema, Itatiaiuçu, Perdões e Três Corações tinham combinações com Campina Grande do Sul, Curitiba, Embu das Artes, Itapecerica da Serra, Jacupiranga, Juquitiba, Registro, São Paulo e Taboão da Serra. Além disso, Campina Grande do Sul e Curitiba tinham mercados próprios para Embu das Artes, Itapecerica da Serra, Jacupiranga, Juquitiba, Registro, São Paulo e Taboão da Serra.</p>
<p>Somados os três anexos, são 118 registros de seções, embora parte deles apareça simultaneamente em mais de uma das autorizações.</p>
<p><strong>Histórico da Auto Viação Arca na ANTT</strong></p>
<p>A situação regulatória da empresa é anterior aos atos de dezembro.</p>
<p>Em janeiro de 2024, pela Decisão SUPAS nº 72, a ANTT emitiu a Licença Operacional nº 233 para a Auto Viação Arca (Andreatur Transportes e Serviços Ltda.) em cumprimento a decisão judicial e incluiu numerosos mercados partindo de São Bernardo do Campo, Indianópolis e Cana Verde.</p>
<p>Em agosto de 2024, a Decisão nº 431 habilitou a empresa a solicitar TAR pelo modelo regulatório da Resolução nº 6.033/2023.</p>
<p>Em outubro daquele ano, a Decisão nº 1.511 adequou a antiga licença e emitiu o TAR MGSP0248002 para Indianópolis (MG)–São Bernardo do Campo (SP), incluindo mercados para Campinas, Jundiaí, Osasco, Pirassununga, Ribeirão Preto e São Paulo.</p>
<p>Já em outubro de 2025, antes das decisões judiciais de dezembro, a SUPAS havia negado à empresa o TAR Belo Horizonte–Curitiba sob a justificativa de que os mercados pleiteados não estavam autorizados à requerente. A negativa constou da Decisão nº 1.443.</p>
<p>Dois meses depois, as Decisões nº 1.981 a nº 1.983 concederam as três operações em cumprimento à ordem judicial. Agora, os três atos são revogados, também por determinação judicial.</p>
<p><strong>GRUPO IMPÉRIO TURISMO: Rio de Janeiro–Erechim tinha 128 seções</strong></p>
<p>A Decisão SUPAS nº 1.238 revoga a autorização do Grupo Império Turismo (Imperial Log Turismo e Cargas Ltda.), CNPJ 48.881.707/0001-80, para a linha Rio de Janeiro (RJ)–Erechim (RS).</p>
<p>O nome fantasia Grupo Império Turismo é confirmado pelas informações cadastrais vinculadas ao CNPJ.</p>
<p>A autorização havia sido concedida pela Decisão SUPAS nº 686, de 7 de abril de 2026, em cumprimento ao Mandado de Segurança nº 1112726-40.2025.4.01.3400 e no processo ANTT nº 50505.051594/2025-71. Agora, o mesmo conjunto processual é citado para a revogação.</p>
<p>Antes de obter a autorização judicial, a empresa já havia tentado receber o mesmo TAR administrativamente. A Decisão SUPAS nº 1.356, de setembro de 2025, indeferiu a Rio de Janeiro–Erechim porque, segundo a SUPAS, os mercados pleiteados não estavam autorizados à empresa.</p>
<p>Em julho de 2025, a Decisão nº 1.013 também havia negado ao Grupo Império Turismo (Imperial Log Turismo e Cargas Ltda.) a linha Rio de Janeiro–Foz do Iguaçu pelo mesmo fundamento regulatório.</p>
<p>A Decisão nº 686 veio depois, por força judicial, autorizando Rio de Janeiro–Erechim com nada menos que 128 seções.</p>
<p>Para manter todas as seções sem repetir 128 linhas individualmente, o anexo pode ser condensado de forma integral pelas origens:</p>
<p>Itajaí, Balneário Camboriú e Itapema tinham, cada uma, seções para Aparecida, Itapeva, Itapetininga, Sorocaba, Osasco e São José dos Campos.</p>
<p>Porto Alegre tinha mercados para Aparecida, Barra Velha, Içara, Itapema, Osasco, Itapeva, Itapetininga, Sorocaba e São José dos Campos.</p>
<p>Passo Fundo tinha Aparecida, Içara, Itapetininga, Itapeva, Osasco, Itapema, São José dos Campos e Sorocaba.</p>
<p>Araucária concentrava 19 destinos: Aparecida, Erechim, Passo Fundo, São Paulo, Itapeva, Itapetininga, Osasco, São José dos Campos, Sorocaba, Balneário Camboriú, Barra Velha, Caxias do Sul, Criciúma, Içara, Itajaí, Itapema, Joinville, Porto Alegre e Rio de Janeiro.</p>
<p>Criciúma tinha Aparecida, São Paulo, Itapeva, Itapetininga, São José dos Campos, Sorocaba e Osasco.</p>
<p>Içara tinha Aparecida, São Paulo, Itapetininga, São José dos Campos, Sorocaba e Osasco.</p>
<p>Erechim tinha Aparecida, Sorocaba, Osasco, Itapeva, Itapetininga e São José dos Campos.</p>
<p>Caxias do Sul tinha Aparecida, São Paulo, Joinville, Itapema, Itajaí, Itapeva, São José dos Campos, Sorocaba, Içara e Osasco.</p>
<p>Barra Velha tinha Osasco, Aparecida, Itapeva, Itapetininga, Sorocaba e São José dos Campos.</p>
<p>Ponta Grossa tinha Barra Velha, Criciúma, Erechim, Passo Fundo, Sorocaba, Itajaí, Itapeva, Itapetininga, Porto Alegre, Caxias do Sul, Içara, Rio de Janeiro, Osasco, São José dos Campos e Aparecida.</p>
<p>Curitiba tinha Aparecida, Sorocaba, Caxias do Sul, Içara, Itapetininga, Itapeva, Osasco e São José dos Campos.</p>
<p>Rio de Janeiro tinha Erechim, Itapetininga, Itapeva, Osasco, Itajaí, Itapema, Porto Alegre, Criciúma, Içara e Caxias do Sul.</p>
<p>Joinville tinha Osasco, Aparecida, Itapeva, Itapetininga, Sorocaba e São José dos Campos.</p>
<p>Esse conjunto corresponde às 128 seções constantes da autorização concedida em abril.</p>
<p><strong>TRÊS ESTRELAS: três linhas e 53 registros de seções deixam de valer pelo ato publicado</strong></p>
<p>A Três Estrelas Transportes (Transportadora J.D.F. Ltda.), CNPJ 07.241.838/0001-16, é atingida pela Decisão SUPAS nº 1.239.</p>
<p>A consulta cadastral confirma Três Estrelas Transportes como nome fantasia da Transportadora J.D.F. Ltda.</p>
<p>A decisão revoga três atos de 24 de novembro de 2025:</p>
<p>Decisão nº 1.740 — Anápolis (GO)–São Paulo (SP);</p>
<p>Decisão nº 1.741 — Goiânia (GO)–São Paulo (SP);</p>
<p>Decisão nº 1.742 — Uberaba (MG)–Goiânia (GO).</p>
<p>Todas haviam sido concedidas sub judice no Mandado de Segurança nº 1120731-51.2025.4.01.3400 e no processo da ANTT nº 50505.056074/2025-54.</p>
<p>Na Anápolis–São Paulo havia 25 seções: as origens Anápolis, Aparecida de Goiânia, Goiânia, Itumbiara e Morrinhos podiam se ligar a Campinas, Ribeirão Preto e São Paulo, no Estado de São Paulo, e a Uberaba e Uberlândia, em Minas Gerais. São cinco origens multiplicadas por cinco destinos.</p>
<p>Na Goiânia–São Paulo havia 20 seções, usando Aparecida de Goiânia, Goiânia, Itumbiara e Morrinhos como origens para os mesmos cinco destinos: Campinas, Ribeirão Preto, São Paulo, Uberaba e Uberlândia.</p>
<p>Na Uberaba–Goiânia eram oito seções: Aparecida de Goiânia, Goiânia, Itumbiara e Morrinhos em combinação com Uberaba e Uberlândia.</p>
<p>Os três anexos totalizavam 53 registros, com sobreposições.</p>
<p>A Três Estrelas Transportes (Transportadora J.D.F. Ltda.) havia sido habilitada pela ANTT em setembro de 2024 para solicitar TARs conforme a Resolução nº 6.033/2023.</p>
<p>Assim, a trajetória do processo atual é: habilitação administrativa em 2024; concessão das três operações sub judice em novembro de 2025; e revogação dessas autorizações em agosto de 2026 em cumprimento à decisão judicial.</p>
<p>Diferentemente das decisões de Via Pevidor, Auto Viação Arca, Grupo Império Turismo e Conexão Brasil, o novo ato referente à Três Estrelas não traz um artigo específico determinando reembolso ou compra de passagem em outra transportadora para bilhetes emitidos depois da publicação.</p>
<p><strong>CONEXÃO BRASIL: 123 seções na Porangatu–São Paulo</strong></p>
<p>A Decisão SUPAS nº 1.241 revoga a autorização concedida à Conexão Brasil (Conexão Brasil Ltda.), CNPJ 43.351.361/0001-95, para Porangatu (GO)–São Paulo (SP).</p>
<p>O CNPJ confirma que nome empresarial e nome fantasia são Conexão Brasil.</p>
<p>A operação havia sido autorizada pela Decisão SUPAS nº 1.693, de 17 de novembro de 2025, em condição sub judice. O processo da ANTT é o nº 50505.050374/2025-20 e a medida estava vinculada ao Mandado de Segurança nº 1111413-44.2025.4.01.3400.</p>
<p>O anexo tinha 123 seções.</p>
<p>Anápolis, Aparecida de Goiânia, Caldas Novas, Goiânia, Jaraguá, Piracanjuba, Porangatu, Rialma e Uruaçu tinham, cada uma, 11 mercados: Araguari, Campinas, Cravinhos, Jundiaí, Limeira, Osasco, Ribeirão Preto, Rio Claro, São Paulo, Uberaba e Uberlândia.</p>
<p>Isso corresponde a 99 registros.</p>
<p>Araguari, Uberaba e Uberlândia tinham, cada uma, mais oito mercados com Campinas, Cravinhos, Jundiaí, Limeira, Osasco, Ribeirão Preto, Rio Claro e São Paulo.</p>
<p>São mais 24 registros, totalizando as 123 seções.</p>
<p>Antes dessa autorização judicial, a empresa acumulava pedidos negados pela SUPAS pela justificativa de ausência de mercados previamente autorizados. Em 2025 houve indeferimentos de diferentes pleitos envolvendo, entre outras ligações, Anápolis e municípios paulistas, além de linhas ligando localidades de Goiás ao Piauí, Tocantins e outros estados.</p>
<p>A Decisão nº 1.693 modificou esse cenário especificamente para Porangatu–São Paulo em cumprimento a ordem judicial. Agora esse ato também é revogado.</p>
<p><strong>Passageiros: quatro das cinco decisões determinam reembolso ou compra de bilhete em outra empresa</strong></p>
<p>Nas decisões referentes à Via Pevidor (Via Pevidor Ltda.), Auto Viação Arca (Andreatur Transportes e Serviços Ltda.), Grupo Império Turismo (Imperial Log Turismo e Cargas Ltda.) e Conexão Brasil (Conexão Brasil Ltda.), a ANTT determinou expressamente que, se houver bilhetes emitidos depois da publicação do ato, as transportadoras devem assegurar os direitos dos passageiros.</p>
<p>As alternativas destacadas são devolução dos valores pagos ou aquisição, às custas da própria transportadora atingida, de bilhete em outra empresa autorizada, conforme a Lei nº 11.975/2009 e a Resolução ANTT nº 6.033/2023.</p>
<p>A Decisão nº 1.239, relativa à Três Estrelas Transportes (Transportadora J.D.F. Ltda.), não reproduz essa determinação específica no texto publicado.</p>
<p><strong>FRETAMENTO: 44 registros de autorização correspondem a 43 empresas diferentes</strong></p>
<p>As Decisões SUPAS nº 1.242, 1.243 e 1.244 autorizam transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional de passageiros em regime de fretamento.</p>
<p>As empresas devem cumprir a Resolução ANTT nº 4.777/2015 e demais normas aplicáveis. Os atos estabelecem possibilidade de nulidade do termo em caso de ilegalidade, cassação se houver perda das condições indispensáveis ou infração grave e aplicação das sanções regulamentares.</p>
<p>Também determinam a liberação de acesso ao sistema para emissão das licenças de viagem a partir da publicação.</p>
<p>O DOU informa nesses anexos a razão social, o TAF e o CNPJ. Por isso, nesta relação, os nomes são reproduzidos exatamente como empresas jurídicas, sem atribuir nomes fantasia que não aparecem no ato:</p>
<ul>
<li><strong>Decisão SUPAS nº 1.242:</strong> +55 Transporte Turístico e Executivo Ltda. — TAF 011708 — CNPJ 44.840.600/0001-33; Antonio Piano Lopes Transporte Ltda. — 011709 — 68.482.311/0001-78; Azevedo Tur SGSapucaí Ltda. — 011710 — 68.003.529/0001-00; Brenno Egberto da Silva Souza &amp; Cia Ltda. — 011711 — 31.292.241/0001-85; CCN Transporte e Turismo Ltda. — 011712 — 51.818.827/0001-48; Expresso Uni_Bus Transportes Ltda. — 011713 — 25.253.798/0001-04; JC Transporte VM Ltda. — 011714 — 19.181.198/0001-85; NDI Tur Agência de Viagens e Turismo Ltda. — 007574 — 49.211.199/0001-96; Opera Transporte Ltda. — 003023 — 34.860.421/0001-04; Paratigi Transportes e Locação Ltda. — 011715 — 05.215.945/0001-44; Pozzer Turismo Ltda. — 011716 — 68.401.571/0001-71; Samuel Turismo Ltda. — 011717 — 68.300.923/0001-00; Skala Expresso Locações Cargas e Viagens Ltda. — 011718 — 68.384.160/0001-15; Tami Tur Transportadora Turística Ltda. — 011719 — 39.858.826/0001-21; Venancio Transportes Ltda. — 007762 — 20.231.066/0001-08.</li>
<li><strong>Decisão SUPAS nº 1.243:</strong> C&amp;W Transportes e Turismo Ltda. — TAF 011720 — CNPJ 66.425.121/0001-93; Expresso São Bento Ltda. — 007660 — 76.544.501/0001-09; Goss Transporte e Turismo Ltda. — 006984 — 13.096.421/0001-00; Jaime Almeida Dias Transportes Ltda. — 007749 — 50.534.402/0001-44; JB Turismo Ltda. — 011721 — 51.919.265/0001-29; Nando Transportes Ltda. — 011722 — 43.300.017/0001-77; R R de Melo Cardial Ltda. — 006326 — 12.621.075/0001-79; Renato Zarate Vera Ltda. — 011723 — 50.453.365/0001-40; Ronaldo Trindade Transportes Ltda. — 011724 — 58.657.277/0001-71; Silvana Rodrigues de Camargo Ltda. — 004420 — 20.120.314/0001-35; Valle Rio Negro Engenharia Subaquática Ltda. — 011725 — 27.339.171/0001-04; Viação São Francisco Ltda. — 011726 — 67.895.608/0001-00; W. K. Fretamento e Turismo Ltda. — 011727 — 29.128.214/0001-20.</li>
<li><strong>Decisão SUPAS nº 1.244:</strong> Adilson Pereira Figueiredo Ltda. — TAF 011728 — CNPJ 34.015.191/0001-87; Amorim Transporte e Turismo Ltda. — 011729 — 44.743.394/0001-43; Brenno Egberto da Silva Souza &amp; Cia Ltda. — 011711 — 31.292.241/0001-85; Caponi Locadora de Veículos Ltda. — 007740 — 08.981.309/0001-11; Elis M. P. Girardello Transportes Ltda. — 437223 — 13.566.318/0001-86; Higo da Costa Ferreira Ltda. — 011730 — 67.594.676/0001-21; Imme Tour Transporte e Turismo Ltda. — 011731 — 68.588.022/0001-58; Izabel M. da Silva Viagens e Turismo Ltda. — 011732 — 29.767.058/0001-47; J. R. C. Martins Ltda. — 011733 — 20.982.999/0001-29; Life Brasil Transportes Executivo Ltda. — 003271 — 01.761.813/0001-67; M.K.F. Locadora de Vans Ltda. — 011734 — 14.437.384/0001-19; Martinslima Transportes &amp; Turismo Ltda. — 007928 — 51.390.116/0001-15; Turis Santa Rita Ltda. — 001467 — 03.542.001/0001-56; Vanturismo Transportes de Passageiros Ltda. — 007881 — 51.077.383/0001-37; Viação B&amp;D Turismo Ltda. — 011735 — 65.769.786/0001-51; VTR Transporte Rodoviário de Passageiros Ltda. — 258225 — 18.538.045/0001-80.</li>
</ul>
<p>Assim, são 15 registros na Decisão nº 1.242, 13 na nº 1.243 e 16 na nº 1.244, totalizando 44. Como Brenno Egberto da Silva Souza &amp; Cia Ltda., CNPJ 31.292.241/0001-85 e TAF 011711, aparece tanto na primeira quanto na terceira decisão, o número de CNPJs diferentes é 43.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>CPTM reforça ações de conscientização sobre a violência contra a mulher durante o Agosto Lilás</title>
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    <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 01:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Campanha nos trens e entrega de brinquedos à entidade que acolhe mulheres vítimas de violência estão entre as iniciativas realizadas pela empresa neste mês VINÍCIUS DE OLIVEIRA Ao longo do mês de agosto, a CPTM reforça a importância da conscientização sobre a violência contra a mulher por meio de iniciativas que somam à mobilização do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Estacao-Ferraz-de-Vasconcelos.webp?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Estacao-Ferraz-de-Vasconcelos.webp?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Estacao-Ferraz-de-Vasconcelos.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Estacao-Ferraz-de-Vasconcelos.webp?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Estacao-Ferraz-de-Vasconcelos.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Estacao-Ferraz-de-Vasconcelos.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Estacao-Ferraz-de-Vasconcelos.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Campanha nos trens e entrega de brinquedos à entidade que acolhe mulheres vítimas de violência estão entre as iniciativas realizadas pela empresa neste mês</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>Ao longo do mês de agosto, a CPTM reforça a importância da conscientização sobre a violência contra a mulher por meio de iniciativas que somam à mobilização do Agosto Lilás, iniciativa dedicada a ampliar o conhecimento sobre os direitos das mulheres, as diferentes formas de violência e os mecanismos disponíveis para proteção, acolhimento e denúncia.</p>
<p>O tema ganha ainda mais relevância diante dos dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP). Em 2025, 18,5 mil agressores foram presos por violência doméstica no Estado, número 31,2% superior ao registrado no ano anterior. Já nos dois primeiros meses de 2026, São Paulo contabilizou 55 casos de feminicídio, ante 42 no mesmo período de 2025.</p>
<p>As ações realizadas neste mês dão continuidade ao trabalho desenvolvido pela CPTM sobre violência contra a mulher e os serviços disponíveis para atendimento e proteção.</p>
<p>Neste ano, a companhia utiliza um de seus principais canais de comunicação com os passageiros para ampliar o alcance da mensagem. Durante todo o mês, as telas instaladas nos trens e estações exibem uma campanha de conscientização sobre o abuso sexual, físico e moral contra mulheres, levando informação aos passageiros e contribuindo para a identificação e denúncia de situações. A presença deste tipo de iniciativa no transporte público contribui para ampliar o acesso à informação e aproximar os serviços de proteção da população.</p>
<p>As iniciativas de agosto também incluíram uma ação de solidariedade voltada a mulheres e crianças em situação de vulnerabilidade. Nesta quinta-feira (20/08), a CPTM realizou a primeira entrega de 200 brinquedos arrecadados pela Campanha Criança Feliz 2026 à Casa de Isabel, entidade sem fins lucrativos que oferece acolhimento temporário a mulheres vítimas de violência doméstica e em situação de risco pessoal e social, juntamente com seus filhos. Os brinquedos foram destinados às crianças acolhidas pela entidade, que realizará uma celebração no Dia das Crianças, em outubro.</p>
<p>Segunda a coordenadora do Comitê de Responsabilidade Social da CPTM, Natália Prado, “Escolher uma instituição que acolhe mulheres vítimas de violência e seus filhos para a primeira entrega da Campanha Criança Feliz deste ano foi uma decisão muito significativa. É uma forma de levar acolhimento também às crianças que vivenciam, com suas mães, um momento tão delicado”.</p>
<p>Já Mari Dejacira Carvalho Lopes, coordenadora da Casa de Isabel, ressalta a importância de parcerias como a realizada com a CPTM e do apoio da população para a continuidade do trabalho desenvolvido pela entidade. “As doações são fundamentais para o nosso trabalho e fazem diferença no dia a dia das mulheres e crianças que acolhemos. Cada contribuição nos ajuda a oferecer um ambiente mais acolhedor e a atender necessidades que vão além do básico, especialmente em um momento tão delicado na vida dessas famílias.”</p>
<p>Para encerrar as ações de Agosto Lilás, no dia 26, a Estação Ferraz de Vasconcelos recebe uma iniciativa em referência aos 20 anos da Lei Maria da Penha, celebrados neste mês. Realizada em parceria com a Casa da Mulher Paulista Ferrazense, a ação conta com a distribuição de materiais informativos, orientações aos passageiros e atividades educativas voltadas à conscientização e à prevenção da violência contra as mulheres. A iniciativa também busca ampliar o conhecimento sobre os direitos previstos na legislação e os mecanismos de proteção e apoio disponíveis às vítimas.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>20 anos da Lei Maria da Penha</p>
<p>Data: quarta-feira (26/08)</p>
<p>Local: Estação Ferraz de Vasconcelos, Linha 11-Coral</p>
<p>Horário: 10h às 14h</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Campina Grande (PB) cria linha e amplia trajetos de ônibus para atender 25 mil passageiros</title>
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    <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Mudanças incluem novo serviço entre Aluízio Campos e Catolé e extensões de percursos até conjuntos Bento Figueiredo e Araxá ARTHUR FERRARI O transporte coletivo de Campina Grande (PB) tem mudanças desdde segunda-feira, 24 de agosto de 2026, com a criação de uma nova linha e a ampliação dos itinerários de outros dois serviços. De acordo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-20260817-WA0017-1-1920x1440-1.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-20260817-WA0017-1-1920x1440-1.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-20260817-WA0017-1-1920x1440-1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-20260817-WA0017-1-1920x1440-1.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-20260817-WA0017-1-1920x1440-1.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-20260817-WA0017-1-1920x1440-1.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-20260817-WA0017-1-1920x1440-1.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMG-20260817-WA0017-1-1920x1440-1.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Mudanças incluem novo serviço entre Aluízio Campos e Catolé e extensões de percursos até conjuntos Bento Figueiredo e Araxá</em></p>
<p><strong><em>ARTHUR FERRARI</em></strong></p>
<p>O transporte coletivo de Campina Grande (PB) tem mudanças desdde segunda-feira, 24 de agosto de 2026, com a criação de uma nova linha e a ampliação dos itinerários de outros dois serviços. De acordo com a Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP), as alterações devem beneficiar diretamente cerca de 25 mil pessoas.</p>
<p>A principal novidade é a criação da linha 040, que fará a ligação entre o Conjunto Habitacional Aluízio Campos e o bairro do Catolé. O novo serviço permitirá deslocamentos diretos entre as duas regiões, reduzindo a necessidade de os passageiros realizarem trajetos até o Centro antes de seguir para áreas como o Shopping Partage, a sede da STTP e a Apae.</p>
<p>Além da nova linha, a STTP ampliará o atendimento de dois itinerários já existentes.</p>
<p>A linha 500 passará a atender o Conjunto Bento Figueiredo. Com a extensão, os moradores da localidade terão acesso direto ao transporte coletivo sem precisar percorrer maiores distâncias para alcançar pontos atendidos pela rede.</p>
<p>Já a linha 333 terá seu percurso estendido até o Conjunto Araxá. A alteração amplia a cobertura do serviço na região e aproxima o transporte público dos moradores do conjunto.</p>
<p>As três mudanças foram definidas a partir de demandas apresentadas pelas próprias comunidades nas assembleias do Orçamento Participativo da cidade. Segundo a prefeitura, as solicitações foram encaminhadas à STTP durante as atividades de participação popular e serviram de base para as alterações na rede.</p>
<p>Com a criação da linha 040 e as extensões dos trajetos das linhas 500 e 333, a administração municipal busca ampliar a conexão entre bairros, conjuntos habitacionais e áreas de serviços de Campina Grande (PB).</p>
<p>Os novos itinerários e informações sobre os serviços poderão ser consultados no MobiCG, aplicativo oficial da Prefeitura de Campina Grande para o transporte público. A ferramenta está disponível para dispositivos com sistemas iOS e Android.</p>
<p>As alterações entram em vigor em 24 de agosto e fazem parte das medidas de adequação da rede municipal às demandas apresentadas pelos usuários do transporte coletivo.</p>
<p><strong><em>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Prefeitura de São Paulo entra com pedido de liminar no STJ para Ministério da Fazenda assinar garantias para empréstimos na compra de novos ônibus elétricos</title>
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    <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 23:30:31 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Transações deverão ser efetuadas junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), somando cerca de R$ 3,5 bilhões, considerando também melhorias para a área da saúde na capital paulista VINÍCIUS DE OLIVEIRA Nesta terça-feira, 25 de agosto, a Prefeitura de São Paulo entrou com um pedido de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/unnamed-3.jpg?fit=800%2C533&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/unnamed-3.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/unnamed-3.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/unnamed-3.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/unnamed-3.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/unnamed-3.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Transações deverão ser efetuadas junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), somando cerca de R$ 3,5 bilhões, considerando também melhorias para a área da saúde na capital paulista</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Nesta terça-feira, 25 de agosto, a Prefeitura de São Paulo entrou com um pedido de liminar no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra o Ministério da Fazenda.</p>
<p>A administração da capital paulista solicita que o ministério libere garantias para um empréstimo de US$ 701,9 milhões, cerca de R$ 3,5 bilhões, que possibilitarão os contratos de financiamento com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); o valor será utilizado na aquisição de ônibus elétricos para o sistema de mobilidade e em melhorias na área da saúde.</p>
<p>A prefeitura espera um retorno nas próximas 48 horas, seja com a assinatura da pasta ou uma explicação sobre a omissão até então.</p>
<p>O documento enviado pela gestão do prefeito Ricardo Nunes aponta também que o Senado já teria autorizado os empréstimos em resoluções publicadas no Diário Oficial da União no último dia 17 de agosto.</p>
<p>A equipe de reportagem do <strong>Diário do Transporte</strong> contatou a prefeitura paulista para mais informações sobre o pedido de liminar.</p>
<p>Como noticiou o <strong>Diário do Transporte</strong>, apenas as transações envolvendo a aquisição de novos ônibus elétricos atingirão US$ 496,6 milhões, aproximadamente R$ 2,5 bilhões.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="v1Prey4uOP"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/exclusivo-prefeitura-de-sao-paulo-aciona-senado-e-tcu-e-acusa-governo-federal-de-reter-financiamentos-para-onibus-eletricos/">EXCLUSIVO: Prefeitura de São Paulo aciona Senado e TCU e acusa Governo Federal de reter financiamentos para ônibus elétricos &#8211; Veja documentos</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“EXCLUSIVO: Prefeitura de São Paulo aciona Senado e TCU e acusa Governo Federal de reter financiamentos para ônibus elétricos – Veja documentos” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/07/exclusivo-prefeitura-de-sao-paulo-aciona-senado-e-tcu-e-acusa-governo-federal-de-reter-financiamentos-para-onibus-eletricos/embed/#?secret=M7njfzTFSt#?secret=v1Prey4uOP" data-secret="v1Prey4uOP" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Licitação de ônibus de Curitiba é destacada em agenda com o BNDES que fala sobre 80 elétricos; Banco vai financiar fiação subterrânea</title>
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  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/25/licitacao-de-onibus-de-curitiba-e-destacada-em-agenda-com-o-bndes-que-fala-sobre-80-eletricos-banco-vai-financiar-fiacao-subterranea/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 23:14:17 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nova concessão terá cinco lotes, R$ 3,9 bilhões em investimentos e leilão em novembro; Diário do Transporte acompanha desde o início a preparação da concorrência ADAMO BAZANI A Prefeitura de Curitiba e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) fizeram nesta terça-feira, 25 de agosto de 2026, um balanço dos projetos de mobilidade [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/00578694.png?fit=800%2C533&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/00578694.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/00578694.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/00578694.png?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/00578694.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/00578694.png?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Nova concessão terá cinco lotes, R$ 3,9 bilhões em investimentos e leilão em novembro; <strong>Diário do Transporte</strong> acompanha desde o início a preparação da concorrência</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de Curitiba e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) fizeram nesta terça-feira, 25 de agosto de 2026, um balanço dos projetos de mobilidade urbana desenvolvidos em parceria, uma semana depois da publicação do edital que vai definir os operadores dos ônibus da capital paranaense pelos próximos 15 anos. A concorrência prevê cinco lotes, R$ 3,9 bilhões em investimentos, integração temporal mais ampla e 250 ônibus elétricos entre 2027 e 2031. As propostas deverão ser entregues em 17 de novembro e o leilão está marcado para 26 de novembro, na B3, em São Paulo.</p>
<p>No mesmo encontro, a Prefeitura informou que uma operação de crédito de R$ 380 milhões com o BNDES está direcionada atualmente à aquisição de 80 ônibus elétricos, entre articulados e modelos Padrón, além de um eletroposto. A informação representa uma atualização em relação ao desenho divulgado anteriormente pelo próprio município e pelo banco, que previa 54 ônibus e dois eletropostos com os mesmos R$ 380 milhões. Curitiba já possui sete ônibus 100% elétricos na frota regular e documentos tarifários da Urbs mostram também a permanência dos ônibus híbridos no sistema. Depois do balanço da mobilidade, Prefeitura e BNDES assinaram um protocolo para estudar uma PPP destinada ao enterramento de redes elétricas e de telecomunicações.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanha desde as primeiras etapas a preparação da nova licitação, incluindo a modelagem, audiências, questionamentos técnicos, mudanças de cronograma, discussão sobre as tecnologias de propulsão, manifestações das atuais empresas, análise de especialistas e os episódios judiciais que antecederam a publicação do edital definitivo.</p>
<p><strong>LICITAÇÃO FINALMENTE ESTÁ NA RUA; PROPOSTAS SERÃO RECEBIDAS EM 17 DE NOVEMBRO</strong></p>
<p>O edital da nova concessão foi publicado em 19 de agosto de 2026.</p>
<p>A entrega das propostas ocorrerá das 10h às 12h de 17 de novembro, na sede da B3, na capital paulista.</p>
<p>Há aqui uma correção importante em relação ao release divulgado pela Prefeitura nesta terça-feira (25). O texto diz, em determinado trecho, que o leilão está marcado para 17 de novembro. Pelo edital e pela própria comunicação oficial da Urbs de 19 de agosto, 17 de novembro é a data de entrega das propostas.</p>
<p>A sessão pública do leilão está marcada para 26 de novembro de 2026, às 10h, também na B3.</p>
<p>O novo modelo foi batizado de SIM (Sistema Integrado de Mobilidade) e dará continuidade à RIT (Rede Integrada de Transporte).</p>
<p>Serão cinco lotes.</p>
<p>Dois deles, BRT1 e BRT2, concentram as linhas estruturais, como expressos, Linha Direta e Ligeirões. O BRT1 terá 20 linhas e atendimento predominantemente na região Sul. O BRT2 terá 17 linhas, principalmente nas regiões Norte e Oeste.</p>
<p>Os três demais lotes serão regionais. O Norte terá 100 linhas, o Sul, 92, e o Oeste, 84. Neles estarão predominantemente linhas alimentadoras e convencionais.</p>
<p>Os contratos terão duração de 15 anos.</p>
<p>A Prefeitura estima R$ 3,9 bilhões em investimentos no período, dos quais 96,75% serão destinados à frota e 3,25% à infraestrutura de recarga elétrica e novas estações-tubo.</p>
<p>Só nos cinco primeiros anos, a previsão é de aproximadamente R$ 2,44 bilhões em investimentos. A subvenção municipal prevista é de R$ 893,6 milhões, principalmente para aquisição de ônibus elétricos e implantação dos eletropostos.</p>
<p>O custo global estimado para a prestação dos serviços chega a R$ 18,75 bilhões em 15 anos, aproximadamente R$ 1,25 bilhão por ano.</p>
<p><strong>FROTA ATUAL TEM 1.207 ÔNIBUS E SISTEMA TRANSPORTA CERCA DE 580 MIL PESSOAS POR DIA ÚTIL</strong></p>
<p>Segundo os dados apresentados pela Urbs quando o edital foi lançado, Curitiba possui atualmente 302 linhas, 22 terminais de integração, 89 quilômetros de vias exclusivas para ônibus e frota operacional de 1.207 veículos, dos quais 154 são biarticulados.</p>
<p>O sistema registra aproximadamente 588 mil viagens de ônibus por mês e transporta cerca de 580 mil passageiros nos dias úteis, chegando a 13,6 milhões de passageiros por mês.</p>
<p>Entre as mudanças prometidas para a próxima concessão está a ampliação da integração temporal.</p>
<p>A intenção é permitir que passageiros que utilizem o cartão-transporte da Urbs façam conexões entre linhas em outros pontos da cidade, sem depender exclusivamente da entrada em terminais e estações-tubo para não pagar nova tarifa.</p>
<p>Segundo a Urbs, a expectativa é reduzir em 4,7 pontos percentuais a quantidade de transbordos.</p>
<p><strong>250 ÔNIBUS ELÉTRICOS ESTÃO PREVISTOS NA NOVA CONCESSÃO</strong></p>
<p>O edital definitivo prevê a entrada de 250 ônibus elétricos entre 2027 e 2031.</p>
<p>Segundo a divisão apresentada pela Prefeitura, serão:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Tipo</strong></td>
<td><strong>Quantidade</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Biarticulados elétricos</td>
<td>141</td>
</tr>
<tr>
<td>Articulados elétricos</td>
<td>98</td>
</tr>
<tr>
<td>Padrón elétricos</td>
<td>7</td>
</tr>
<tr>
<td>Comuns elétricos</td>
<td>4</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>250</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A Prefeitura informa que 90 elétricos deverão estar disponíveis já no início da nova operação.</p>
<p>Pela concentração desses veículos nas linhas de maior capacidade, o município calcula que aproximadamente um terço dos lugares oferecidos no sistema será atendido por ônibus elétricos.</p>
<p>Também serão adquiridos 151 novos ônibus a diesel Euro 6 ao longo da implantação prevista no edital.</p>
<p>Todos os elétricos terão ar-condicionado. Os ônibus novos a diesel também deverão receber climatização, mas a renovação será gradual.</p>
<p>A previsão da Prefeitura é chegar a 50% da frota climatizada em 2031 e à totalidade em até 12 anos.</p>
<p><strong>OS R$ 380 MILHÕES DO BNDES: DE 54 PARA 80 ÔNIBUS NAS INFORMAÇÕES DA PREFEITURA</strong></p>
<p>A situação da operação de R$ 380 milhões merece uma explicação específica porque os números oficiais divulgados ao longo do projeto mudaram.</p>
<p>Em maio de 2024, Curitiba anunciou ter sido selecionada no Novo PAC para uma operação de R$ 380 milhões destinada à aquisição de 54 ônibus elétricos.</p>
<p>Em dezembro daquele ano, o próprio BNDES informou oficialmente que havia aprovado R$ 380 milhões do Fundo Clima para a compra dos 54 veículos elétricos e implantação de dois eletropostos, com respectivos carregadores. A página do banco continuava com essa informação mesmo após atualização realizada em maio de 2026.</p>
<p>Em 2025, quando a Prefeitura encaminhou à Câmara Municipal as autorizações para contratação das operações de crédito, o desenho continuava sendo de 54 ônibus articulados elétricos destinados ao Inter 2 e Interbairros II, além de dois eletropostos públicos.</p>
<p>Agora, em 25 de agosto de 2026, a Prefeitura apresenta outro quantitativo.</p>
<p>O release oficial diz que os mesmos R$ 380 milhões serão destinados a 80 ônibus elétricos, entre articulados e Padrón, para as linhas Inter 2, Interbairros II e Interbairros I, além de um eletroposto nas proximidades do Terminal Capão da Imbuia.</p>
<p>O texto desta terça-feira informa ainda que a operação foi aprovada pela diretoria do BNDES e segue para aprovação da STN (Secretaria do Tesouro Nacional).</p>
<p>Assim, a atualização oficial da Prefeitura aponta:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Etapa</strong></td>
<td><strong>Configuração informada</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Maio de 2024</td>
<td>54 elétricos</td>
</tr>
<tr>
<td>Dezembro de 2024</td>
<td>BNDES aprova R$ 380 mi para 54 elétricos + 2 eletropostos</td>
</tr>
<tr>
<td>2025</td>
<td>Município mantém projeto de 54 elétricos + 2 eletropostos</td>
</tr>
<tr>
<td>25 de agosto de 2026</td>
<td>Prefeitura passa a informar 80 elétricos + 1 eletroposto</td>
</tr>
<tr>
<td>Próxima etapa informada</td>
<td>Aprovação pela STN</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A Prefeitura não detalhou no comunicado desta terça-feira a razão técnica para a mudança de 54 para 80 veículos nem explicou como o quantitativo foi ampliado mantendo-se o financiamento em R$ 380 milhões.</p>
<p>Também não informou neste release uma data definitiva para licitação, compra ou entrada em operação desses 80 veículos.</p>
<p>Portanto, os 80 ônibus não devem ser confundidos com os 90 elétricos previstos para o início da nova concessão nem com o total de 250 elétricos projetado até 2031. São frentes relacionadas à eletrificação, mas com instrumentos e cronogramas próprios.</p>
<p><strong>SETE ELÉTRICOS JÁ FAZEM PARTE DA FROTA REGULAR</strong></p>
<p>Curitiba já possui sete ônibus 100% elétricos incorporados definitivamente à operação.</p>
<p>Os primeiros seis começaram a circular em julho de 2024 nas linhas 010 – Interbairros I, sentido horário, e 011 – Interbairros I, sentido anti-horário.</p>
<p>São ônibus BYD D9W de 13,2 metros, com capacidade informada para 90 passageiros e autonomia aproximada de 250 quilômetros.</p>
<p>O sétimo veículo é um Volvo BZL de 12,6 metros e capacidade para 85 passageiros, incorporado à linha 863 – Água Verde.</p>
<p>Em documentos tarifários da própria Urbs, a frota elétrica aparece dividida entre eComum e ePadrón.</p>
<p>Além dos sete veículos definitivos, Curitiba vem realizando testes com diferentes fabricantes.</p>
<p>Já passaram pelo programa modelos de Eletra, Volvo, Marcopolo, BYD, Ankai e Mercedes-Benz.</p>
<p>O chamamento para testes de ônibus elétricos foi prorrogado até 2026.</p>
<p><strong>BIARTICULADO ELÉTRICO DA VOLVO JÁ FOI TESTADO, MAS NÃO É UM DOS SETE DA FROTA DEFINITIVA</strong></p>
<p>Outra frente de avaliação foi o Volvo BZRT biarticulado 100% elétrico.</p>
<p>O veículo possui aproximadamente 27,6 metros e pode receber até oito conjuntos de baterias, com capacidade total de 720 kWh.</p>
<p>O conjunto utiliza dois motores elétricos, com potência combinada da ordem de 400 kW, aproximadamente 540 cv, e transmissão automatizada de duas velocidades.</p>
<p>A autonomia declarada pode chegar a 250 quilômetros, dependendo da configuração e das condições de operação.</p>
<p>Esse ônibus participou de testes para subsidiar a definição das características da futura frota de alta capacidade, mas não deve ser somado aos sete ônibus elétricos já incorporados em caráter permanente.</p>
<p><strong>HÍBRIDOS FAZEM PARTE DA HISTÓRIA DA ELETROMOBILIDADE DE CURITIBA E AINDA APARECEM NA FROTA</strong></p>
<p>A transição energética da cidade não começou com os ônibus totalmente elétricos.</p>
<p>Curitiba incorporou em 2012 uma frota de 30 ônibus híbridos Volvo, que combinam motor de combustão e propulsão elétrica.</p>
<p>Nesses veículos, a energia das frenagens é reaproveitada para carregar as baterias e o motor elétrico participa principalmente das arrancadas e acelerações, reduzindo o tempo de funcionamento do motor a combustão em situações de maior consumo.</p>
<p>O número diminuiu com o envelhecimento e a renovação da frota.</p>
<p>Na planilha oficial da tarifa técnica referente a março de 2026, a Urbs contabilizava 27 veículos da categoria Padrón Híbrido na frota operante. O mesmo documento registrava sete ônibus elétricos, sendo um eComum e seis ePadrón.</p>
<p>Não há indicação no edital atual de compra de uma nova geração de híbridos.</p>
<p>A matriz inicialmente programada na concessão concentra os novos investimentos em ônibus a diesel Euro 6 e elétricos a bateria.</p>
<p>Em audiências acompanhadas pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a Urbs afirmou que tecnologias diferentes poderão ser introduzidas futuramente, mas dependerão de alterações contratuais e eventual recomposição econômico-financeira.</p>
<p><strong>CRONOGRAMA DOS ELÉTRICOS DE CURITIBA</strong></p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Período</strong></td>
<td><strong>Marco</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>2012</td>
<td>Entrada dos primeiros 30 híbridos em frota regular</td>
</tr>
<tr>
<td>2023</td>
<td>Ampliação dos testes estruturados com ônibus elétricos</td>
</tr>
<tr>
<td>Julho de 2024</td>
<td>Seis BYD elétricos entram na frota regular</td>
</tr>
<tr>
<td>Setembro de 2024</td>
<td>Volvo BZL amplia frota regular para sete elétricos</td>
</tr>
<tr>
<td>Dezembro de 2024</td>
<td>BNDES anuncia R$ 380 mi para 54 elétricos e dois eletropostos</td>
</tr>
<tr>
<td>2025</td>
<td>Prefeitura obtém autorizações para operações com BNDES e KfW</td>
</tr>
<tr>
<td>2025/2026</td>
<td>Teste do biarticulado elétrico Volvo BZRT</td>
</tr>
<tr>
<td>Agosto de 2026</td>
<td>Prefeitura passa a informar 80 ônibus no projeto de R$ 380 mi</td>
</tr>
<tr>
<td>2027</td>
<td>Edital prevê início da incorporação da nova frota elétrica</td>
</tr>
<tr>
<td>2027 a 2031</td>
<td>Entrada planejada de 250 elétricos da nova concessão</td>
</tr>
<tr>
<td>Até 2031</td>
<td>141 biarticulados, 98 articulados, 7 Padrón e 4 comuns elétricos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Há ainda uma segunda operação internacional, com o banco alemão KfW, de até € 100 milhões. O planejamento apresentado anteriormente previa 84 ônibus elétricos, especialmente biarticulados para o futuro Ligeirão Leste/Oeste, além de eletropostos e sistemas fotovoltaicos. Em 2025, a Prefeitura estimava chegar à assinatura dessa operação até dezembro de 2026.</p>
<h1 style="text-align: center;"><strong>A LICITAÇÃO DO SISTEMA DE ÔNIBUS</strong></h1>
<p><strong>LICITAÇÃO COMEÇOU A SER ESTRUTURADA EM 2023</strong></p>
<p>O caminho até o edital publicado em agosto de 2026 foi longo e teve várias alterações de calendário.</p>
<p>Segundo a própria Urbs, a modelagem da nova concessão começou em 2023 em parceria com o BNDES. A Prefeitura decidiu não simplesmente prorrogar por mais dez anos os contratos existentes e passou a desenvolver outro modelo de concessão.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanha esta preparação desde as etapas preliminares e também repercutiu os questionamentos que surgiram durante o processo.</p>
<p>Em agosto de 2025, a Prefeitura estimava publicar o edital em novembro daquele ano, com leilão em janeiro de 2026 e início dos contratos em junho.</p>
<p>A consulta pública começou em 19 de setembro de 2025.</p>
<p>As audiências foram realizadas em 1º e 15 de outubro, e a consulta, inicialmente prevista para terminar em outubro, acabou prorrogada até 17 de novembro de 2025.</p>
<p>Houve também um road show para potenciais investidores em 6 de outubro.</p>
<p>O cronograma inicial não foi cumprido.</p>
<p><strong>EM ABRIL, PREFEITURA PROMETEU EDITAL PARA O DIA 27 E LEILÃO EM JULHO</strong></p>
<p>Em 6 de abril de 2026, o município anunciou uma nova programação.</p>
<p>O edital seria lançado em 27 de abril e o leilão deveria ocorrer em até 90 dias, no mês de julho.</p>
<p>Pouco mais de duas semanas depois, em 24 de abril, a Prefeitura informou que o documento ainda passava por ajustes.</p>
<p>Entre as razões apresentadas estavam a mudança no cenário internacional dos preços do petróleo e a decisão de antecipar alguns investimentos voltados ao conforto dos passageiros.</p>
<p>O edital novamente não saiu naquele prazo.</p>
<p><strong>DIÁRIO DO TRANSPORTE ACOMPANHOU DIVERGÊNCIAS, RISCOS E QUESTIONAMENTOS</strong></p>
<p>Durante a elaboração do projeto, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou diferentes discussões em torno da concorrência.</p>
<p>Na audiência pública de outubro de 2025, a reportagem questionou aspectos como a divisão operacional dos lotes, possível quilometragem morta, infraestrutura de energia elétrica e a escolha do modelo de concessão.</p>
<p>O presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto, afirmou na ocasião que a Copel havia avaliado os pontos de fornecimento de energia e que os locais destinados à recarga estavam mapeados. Também sustentou que o modelo jurídico escolhido pela Prefeitura tinha respaldo legal.</p>
<p>Em julho de 2026, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> ouviu especialista sobre mecanismos de proteção em licitações públicas diante do risco de infiltração de organizações criminosas em atividades como transporte coletivo.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/20/modelos-atuais-de-licitacao-podem-abrir-espaco-para-infiltracao-do-crime-organizado-no-transporte-coletivo-curitiba-preocupa-alerta-especialista/?utm_source=chatgpt.com">Modelos atuais de licitação podem abrir espaço para infiltração do crime organizado no transporte coletivo; Curitiba preocupa, alerta especialista</a></p>
<p>Em 5 de agosto, o site revelou um ofício da Urbs à Fipecafi envolvendo a continuidade dos estudos relativos à licitação e uma divergência de entendimento com as empresas operadoras sobre quem deveria arcar com os custos desse trabalho.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/05/licitacao-de-onibus-em-curitiba-oficio-da-urbs-a-fipecafi-afirma-que-prefeitura-nao-pagara-continuidade-dos-estudos-da-licitacao-documento-contrapoe-entendimento-defendido-pelas-viacoes/?utm_source=chatgpt.com">Ofício da Urbs à Fipecafi afirma que Prefeitura não pagará continuidade dos estudos da licitação</a></p>
<p>Finalmente, em 19 de agosto, após autorização da 5ª Câmara Cível do TJ-PR, a Prefeitura publicou o edital definitivo. A modelagem também passou por análise prévia do TCE-PR.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/19/curitiba-pr-lanca-edital-para-nova-concessao-do-transporte-coletivo-propostas-podem-ser-apresentadas-ate-novembro/?utm_source=chatgpt.com">Curitiba lança edital para nova concessão do transporte coletivo</a></p>
<p><strong>CRONOGRAMA COMPLETO DA LICITAÇÃO ATÉ AGORA</strong></p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Data/período</strong></td>
<td><strong>Etapa e situação</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>2023</td>
<td>Prefeitura e BNDES iniciam estruturação da nova concessão</td>
</tr>
<tr>
<td>Agosto de 2025</td>
<td>Município detalha modelo e prevê edital para novembro</td>
</tr>
<tr>
<td>26 de agosto de 2025</td>
<td>Lei municipal autoriza extensão dos contratos atuais por até 24 meses para transição</td>
</tr>
<tr>
<td>19 de setembro de 2025</td>
<td>Abertura da consulta pública</td>
</tr>
<tr>
<td>1º de outubro de 2025</td>
<td>Primeira audiência pública</td>
</tr>
<tr>
<td>6 de outubro de 2025</td>
<td>Road show com investidores</td>
</tr>
<tr>
<td>15 de outubro de 2025</td>
<td>Segunda audiência pública</td>
</tr>
<tr>
<td>17 de novembro de 2025</td>
<td>Encerramento da consulta, após prorrogação</td>
</tr>
<tr>
<td>Novembro de 2025</td>
<td>Antiga previsão de publicação do edital não se concretiza</td>
</tr>
<tr>
<td>Janeiro de 2026</td>
<td>Antiga previsão de leilão não se concretiza</td>
</tr>
<tr>
<td>6 de abril de 2026</td>
<td>Prefeitura anuncia edital para 27 de abril</td>
</tr>
<tr>
<td>24 de abril de 2026</td>
<td>Município informa novos ajustes e posterga publicação</td>
</tr>
<tr>
<td>Julho de 2026</td>
<td>Nova previsão de leilão também não se concretiza</td>
</tr>
<tr>
<td>5 de agosto de 2026</td>
<td><strong><em>Diário do Transporte</em></strong> revela discussão Urbs/FIpecafi sobre continuidade dos estudos</td>
</tr>
<tr>
<td>Agosto de 2026</td>
<td>Disputa judicial antecede publicação; 5ª Câmara Cível do TJ-PR autoriza prosseguimento</td>
</tr>
<tr>
<td>19 de agosto de 2026</td>
<td>Edital definitivo publicado</td>
</tr>
<tr>
<td>17 de novembro de 2026</td>
<td>Entrega das propostas na B3, das 10h às 12h</td>
</tr>
<tr>
<td>26 de novembro de 2026</td>
<td>Leilão dos cinco lotes na B3, às 10h</td>
</tr>
<tr>
<td>Após o leilão</td>
<td>Habilitação, homologação, constituição das SPEs e assinatura dos contratos</td>
</tr>
<tr>
<td>Transição</td>
<td>Pode se estender por até 24 meses, conforme legislação aprovada para continuidade do serviço</td>
</tr>
<tr>
<td>2027 a 2031</td>
<td>Implantação progressiva dos 250 elétricos previstos no novo modelo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A legislação sancionada em agosto de 2025 permite que os atuais contratos sejam mantidos por até 24 meses para evitar interrupção do serviço durante a troca de operadores e implantação da nova concessão.</p>
<p><strong>NOVA CONCESSÃO TAMBÉM PREVÊ LINHAS CONECTORAS, CIRCULAR CENTRO E TRANSPORTE SOB DEMANDA</strong></p>
<p>O edital inclui quatro novas linhas chamadas de conectoras: Tatuquara–Carmo, Pinheirinho–Centenário, Portão–Capão da Imbuia e Santa Felicidade–Bairro Alto.</p>
<p>Também está previsto o retorno do Circular Centro com ônibus elétricos.</p>
<p>Outra inovação será um projeto-piloto de transporte sob demanda.</p>
<p>A previsão é testar nove micro-ônibus ou midi-ônibus durante 12 meses, com possibilidade de agendamento por aplicativo e itinerários definidos de forma dinâmica conforme a demanda dos passageiros.</p>
<p>O edital também considera, a partir de 2031, a possível implantação do VLT Expresso Metropolitano, previsto para ligar o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, ao Centro Cívico de Curitiba.</p>
<p><strong>DEPOIS DA MOBILIDADE, BNDES E PREFEITURA ASSINAM PROTOCOLO PARA ENTERRAR FIAÇÃO</strong></p>
<p>Depois do balanço dos projetos de transporte, a Prefeitura e o BNDES assinaram nesta terça-feira um protocolo de intenções voltado a outro projeto de infraestrutura urbana: o enterramento das redes de energia elétrica e telecomunicações.</p>
<p>Curitiba pretende contratar estudos para a estruturação de uma PPP (Parceria Público-Privada).</p>
<p>Segundo a Prefeitura, seria a primeira cidade brasileira a contratar com o BNDES uma modelagem deste tipo especificamente para redes subterrâneas de energia e telecomunicações, e os estudos poderão servir de laboratório para a elaboração de um marco regulatório nacional.</p>
<p>O protocolo ainda não significa contratação da PPP nem início das obras.</p>
<p>Nesta primeira etapa serão tomadas providências para a contratação dos estudos técnicos especializados do BNDES, prevista pela Prefeitura para até o fim de novembro de 2026.</p>
<p><strong>PROJETO INICIAL É DE 120 KM E R$ 1,2 BILHÃO</strong></p>
<p>A intenção preliminar é estudar cerca de 120 quilômetros de vias.</p>
<p>A Prefeitura estima aproximadamente R$ 1,2 bilhão para o enterramento da infraestrutura nesse recorte inicial.</p>
<p>O estudo deverá priorizar o Centro e regiões próximas, especialmente áreas mais densas, históricas e turísticas ou consideradas mais vulneráveis a interrupções provocadas por eventos climáticos.</p>
<p>A modelagem terá de envolver não apenas Prefeitura e BNDES, mas também concessionárias e órgãos federais.</p>
<p>Isso ocorre porque os serviços de eletricidade e telecomunicações são regulados em esfera federal, envolvendo respectivamente Aneel e Anatel, e possuem contratos de concessão que precisam ser compatibilizados com uma eventual PPP municipal.</p>
<p>Entre os pontos a serem estudados estarão divisão de responsabilidades, remuneração, modelo econômico, segurança jurídica e fontes capazes de viabilizar o investimento privado.</p>
<p>Assim, o encontro desta terça-feira colocou lado a lado duas agendas de longo prazo de Curitiba: uma já na fase concreta de licitação, que é a substituição do atual modelo de concessão dos ônibus, e outra ainda na etapa inicial de estudos, destinada a avaliar como transformar redes aéreas de energia elétrica e telecomunicações em infraestrutura subterrânea.</p>
<p>No transporte, o próximo marco objetivo é 17 de novembro, com a entrega das propostas dos cinco lotes. Nove dias depois, em 26 de novembro, está previsto o leilão que deverá definir quem disputará a operação do sistema de ônibus de Curitiba pelos próximos 15 anos.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Cármen Lúcia propõe adiar julgamento no STF sobre lei de Minas Gerais que restringe Buser e fretamento por aplicativos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/25/carmen-lucia-propoe-adiar-julgamento-no-stf-sobre-lei-de-minas-gerais-que-restringe-buser-e-fretamento-por-aplicativos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 22:43:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Relatora abriu prazo para contrarrazões após destaque de Fachin; até a noite desta terça (25), processo ainda constava na pauta de quarta-feira (26) ADAMO BAZANI Colaborou Vinícius de Oliveira A ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), propôs nesta terça-feira, 25 de agosto de 2026, o adiamento do julgamento sobre a validade de dispositivos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="769" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-25-at-19.40.36.jpeg?fit=1024%2C769&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-25-at-19.40.36.jpeg?w=1447&amp;ssl=1 1447w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-25-at-19.40.36.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-25-at-19.40.36.jpeg?resize=1024%2C769&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-25-at-19.40.36.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-25-at-19.40.36.jpeg?resize=768%2C577&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-25-at-19.40.36.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Relatora abriu prazo para contrarrazões após destaque de Fachin; até a noite desta terça (25), processo ainda constava na pauta de quarta-feira (26)</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
<p>A ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), propôs nesta terça-feira, 25 de agosto de 2026, o adiamento do julgamento sobre a validade de dispositivos da lei de Minas Gerais que estabelecem restrições ao fretamento intermunicipal e metropolitano de passageiros e atingem modelos intermediados por aplicativos, como o utilizado pela Buser.</p>
<p>Relatora do caso, Cármen Lúcia também determinou a abertura de prazo para apresentação de contrarrazões pelas partes que defendem as normas mineiras. A justificativa é que o julgamento terá de recomeçar depois de um pedido de destaque feito pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, que retirou o processo do plenário virtual. Até a noite desta terça-feira, entretanto, o sistema oficial do Supremo ainda mantinha o julgamento presencial marcado para esta quarta-feira, 26 de agosto de 2026. Assim, o adiamento ainda dependia de alteração da pauta pela Presidência da Corte.</p>
<p>No despacho divulgado nesta terça-feira, Cármen Lúcia argumenta que o reinício do julgamento exige que seja novamente assegurado o direito de manifestação das partes.</p>
<p><strong><em>“Considerando o reinício de julgamento em razão do pedido de destaque, impõe-se garantir aos embargados o exercício do contraditório e da ampla defesa”,</em></strong> escreveu a relatora, ao deferir prazo para contrarrazões e determinar o recomeço da tramitação do recurso.</p>
<p>A controvérsia envolve a Lei Estadual nº 23.941, de 24 de setembro de 2021, que regulamenta o fretamento de veículos de transporte coletivo para viagens intermunicipais e metropolitanas em Minas Gerais.</p>
<p>Entre outros pontos, a legislação exige que as viagens ocorram em circuito fechado, impõe o envio antecipado da lista de passageiros ao poder público e restringe a comercialização individual de lugares e embarques ou desembarques ao longo do itinerário.</p>
<p>Na prática, as regras dificultam modelos nos quais plataformas digitais reúnem passageiros individualmente para formar viagens de fretamento.</p>
<p><strong>JULGAMENTO ESTAVA MARCADO PARA ESTA QUARTA-FEIRA (26)</strong></p>
<p>O processo ainda aparece no sistema oficial do STF entre os casos previstos para julgamento presencial nesta quarta-feira, 26 de agosto.</p>
<p>A data atual já é resultado de mudanças anteriores no cronograma.</p>
<p>Em 2 de julho de 2026, o processo chegou a ser colocado no calendário do Plenário para 19 de agosto. No dia seguinte, essa data foi retirada e o julgamento passou para 26 de agosto.</p>
<p>Em 21 de julho, o STF voltou a registrar oficialmente o processo no calendário para o dia 26.</p>
<p>A mudança agora proposta por Cármen Lúcia ocorre praticamente na véspera dessa sessão.</p>
<p>Caso a Presidência retire efetivamente o processo da pauta, será necessária a definição de uma nova data.</p>
<p><strong>PEDIDO DE FACHIN FEZ JULGAMENTO SAIR DO PLENÁRIO VIRTUAL</strong></p>
<p>A necessidade de reiniciar a análise decorre de uma decisão tomada em abril de 2026.</p>
<p>O caso estava sendo julgado pelo Plenário Virtual do STF entre 17 e 28 de abril.</p>
<p>Durante essa análise, André Mendonça apresentou voto divergente do entendimento de Cármen Lúcia.</p>
<p>Mendonça votou para dar provimento parcial ao recurso e considerar inconstitucionais os artigos 3º, 4º e 5º, o inciso I do artigo 6º e o inciso III do parágrafo único do mesmo artigo da Lei nº 23.941/2021.</p>
<p>Em 22 de abril, Fachin pediu destaque.</p>
<p>O mecanismo retira o processo do ambiente virtual e leva a discussão ao Plenário presencial. Como o julgamento precisa ser reiniciado, Cármen Lúcia entendeu agora que as partes também devem ter nova oportunidade para apresentar suas manifestações.</p>
<p><strong>DISPUTA COMEÇOU COM A LEI MINEIRA DE 2021</strong></p>
<p>A legislação questionada estabelece regras específicas para o fretamento intermunicipal e metropolitano em Minas Gerais.</p>
<p>O artigo 3º determina que a autorização seja concedida apenas para transporte de grupo de pessoas em circuito fechado.</p>
<p>A própria lei define circuito fechado como a viagem de um grupo previamente formado que sai de determinado local, segue ao destino e retorna à origem no mesmo veículo utilizado na ida.</p>
<p>Também é obrigatório enviar ao DER-MG a relação nominal dos passageiros, que deve permanecer a mesma durante os diferentes trechos da viagem.</p>
<p>O artigo 4º estabelece que o pedido de autorização e a lista dos passageiros sejam encaminhados ao DER-MG até seis horas antes do início da viagem.</p>
<p>Já o artigo 5º permite alterações posteriores nessa lista, mas dentro de limites previstos pela própria legislação.</p>
<p>O artigo 6º contém algumas das regras diretamente relacionadas à controvérsia sobre as plataformas.</p>
<p>A lei proíbe que o fretamento seja intermediado por terceiros que promovam a comercialização fracionada ou individualizada de lugares por passageiro.</p>
<p>Também considera característica de transporte público, incompatível com o fretamento previsto na lei, a comercialização individual de passagens, a realização habitual de viagens com regularidade de dias, horários ou itinerários e o embarque ou desembarque ao longo do trajeto ou em terminais utilizados pelo transporte coletivo público.</p>
<p><strong>NOVO QUESTIONA REGRAS; BUSER PARTICIPA DO PROCESSO</strong></p>
<p>O recurso que chegou ao Supremo foi apresentado pelo diretório estadual do Partido Novo em Minas Gerais.</p>
<p>O partido contesta a constitucionalidade das restrições e sustenta, entre outros argumentos, violação aos princípios da livre iniciativa e da livre concorrência.</p>
<p>A Buser participa formalmente do processo como interessada, assim como outras entidades ligadas aos setores de transporte e serviços. O Estado de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa de Minas Gerais estão entre as partes que defendem a legislação.</p>
<p>O argumento das empresas e entidades favoráveis a modelos de fretamento intermediados por plataformas é que a tecnologia e a intermediação digital não deveriam ser impedidas por regras estaduais consideradas excessivamente restritivas.</p>
<p>Do outro lado, os defensores da legislação argumentam que fretamento coletivo e transporte individual por aplicativos são atividades diferentes e que os estados possuem competência para regulamentar o transporte intermunicipal dentro de seus territórios.</p>
<p>Cármen Lúcia tem adotado esse segundo entendimento no processo.</p>
<p><strong>CÁRMEN LÚCIA NEGOU RECURSO EM 2025</strong></p>
<p>Há uma correção importante em relação ao histórico que vinha sendo divulgado sobre o caso.</p>
<p>Não houve, em outubro de 2025, uma decisão colegiada do Plenário do STF mantendo a lei mineira.</p>
<p>Em 13 de outubro daquele ano, Cármen Lúcia, individualmente, negou provimento ao recurso extraordinário.</p>
<p>Depois disso, foram apresentados novos recursos.</p>
<p>No julgamento virtual iniciado em 31 de outubro de 2025, Cármen Lúcia recebeu os embargos de declaração como agravo regimental e votou para negar o recurso e manter seu entendimento anterior.</p>
<p>Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin acompanharam a relatora.</p>
<p>Em 5 de novembro, André Mendonça pediu vista, suspendendo o julgamento para analisar mais detalhadamente o caso.</p>
<p><strong>ANDRÉ MENDONÇA ABRIU DIVERGÊNCIA</strong></p>
<p>Mendonça devolveu o processo para julgamento em março de 2026.</p>
<p>Quando a análise foi retomada no Plenário Virtual em abril, ele discordou de Cármen Lúcia.</p>
<p>O ministro defendeu a declaração de inconstitucionalidade dos principais dispositivos questionados pelo Novo.</p>
<p>A divergência abrange os artigos 3º, 4º e 5º, que tratam de circuito fechado, lista de passageiros e antecedência da autorização, além da proibição de comercialização individual de lugares e da restrição aos embarques e desembarques ao longo da viagem.</p>
<p>Foi depois desse voto que Fachin pediu destaque e levou a controvérsia ao Plenário presencial.</p>
<p>Com o destaque, o placar formado no ambiente virtual deixou de ser suficiente para encerrar o caso e a discussão passou a depender de novo julgamento.</p>
<p><strong>BUSER CITA DECISÃO DE NUNES MARQUES NO PARANÁ</strong></p>
<p>Outro episódio entrou recentemente na discussão.</p>
<p>Em julho de 2026, o ministro Nunes Marques concedeu uma decisão provisória que permitiu à Buser retomar operações no Paraná enquanto o STF não julga definitivamente outro processo relacionado à plataforma.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Nunes Marques suspendeu os efeitos de uma decisão do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) que havia impedido a atuação da Buser no Paraná.</p>
<p>O ministro considerou, naquela análise preliminar, que a ausência de regulamentação específica não poderia, isoladamente, servir como fundamento para impedir a atividade econômica.</p>
<p>A decisão não declarou de forma definitiva que o modelo utilizado pela Buser seja legal nem estabeleceu uma autorização geral para operações de fretamento em circuito aberto. O processo paranaense continua em análise.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/20/nunes-marques-do-stf-autoriza-buser-a-voltar-a-operar-no-parana-afirma-que-falta-de-regulamentacao-nao-pode-ser-impedimento-mas-nao-decide-sobre-legalidade-ou-nao/?utm_source=chatgpt.com">Nunes Marques autoriza Buser a voltar a operar no Paraná, mas não decide definitivamente sobre legalidade do modelo</a></p>
<p>A Buser sustenta que o entendimento de Nunes Marques pode ter relevância para a discussão mineira por também envolver os limites constitucionais à imposição de restrições a modelos de transporte intermediados por plataformas digitais.</p>
<p>Os casos, entretanto, não são juridicamente idênticos.</p>
<p>No Paraná, a controvérsia analisada provisoriamente por Nunes Marques envolve decisão judicial relacionada à atuação da plataforma e à regulamentação aplicável.</p>
<p>Em Minas Gerais, o STF analisa diretamente a constitucionalidade de dispositivos de uma lei estadual específica que estabelece as condições para o fretamento intermunicipal e metropolitano.</p>
<p><strong>O QUE PODE MUDAR EM MINAS GERAIS</strong></p>
<p>Se prevalecer o entendimento de Cármen Lúcia, permanecerão válidas as regras mineiras questionadas.</p>
<p>Se a divergência iniciada por André Mendonça alcançar maioria no Plenário, poderão ser retiradas da legislação exigências consideradas centrais para o atual modelo de fretamento no Estado, entre elas o circuito fechado e algumas restrições à venda individualizada e aos pontos de embarque e desembarque.</p>
<p>Até que haja uma decisão definitiva, a Lei nº 23.941/2021 continua vigente.</p>
<p>E, até a atualização verificada na noite desta terça-feira (25), o sistema oficial do Supremo ainda apresentava o julgamento para esta quarta-feira (26), embora Cármen Lúcia tenha proposto sua retirada da pauta para permitir a abertura do novo prazo processual.</p>
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<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Nova família de micro-ônibus da Mascarello já tem vendas concretizadas para a Grande BH (MG), Santo André (SP) e Holambra (SP). Expectativa é de expansão</title>
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    <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 22:25:18 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Carrocerias]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Geração modernizada dos S2, S3 e S4 foi apresentada na Lat.Bus, na capital paulista, e é promessa da empresa paranaense para crescer no principal segmento da marca ADAMO BAZANI A Mascarello, fabricante de carrocerias de ônibus de Cascavel (PR), está otimista com a nova família de micro-ônibus Micro S2, Micro S3 e Micro S4, em [&#8230;]]]></description>
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<p data-start="324" data-end="342"><em data-start="324" data-end="342"><strong data-start="325" data-end="341">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p data-start="344" data-end="730">A Mascarello, fabricante de carrocerias de ônibus de Cascavel (PR), está otimista com a nova família de micro-ônibus Micro S2, Micro S3 e Micro S4, em decorrência da receptividade, das vendas e da prospecção de negócios que já ocorreram desde o dia de lançamento dos veículos, em 11 de agosto de 2026, durante a Lat.Bus 2026, feira especializada do setor, realizada na capital paulista.</p>
<p data-start="732" data-end="869">Nesta terça-feira, 25 de agosto de 2026, a empresa oficializou a comercialização, ocorrida na feira, das primeiras unidades apresentadas.</p>
<p data-start="871" data-end="1059">Os micro-ônibus, com diferentes portes e configurações, foram adquiridos por empresas de fretamento, turismo e receptivo, com sede em Belo Horizonte (MG), Santo André (SP) e Holambra (SP).</p>
<p data-start="1061" data-end="1111">As empresas e unidades, segundo a Mascarello, são:</p>
<p data-start="1113" data-end="1131"><strong data-start="1113" data-end="1131">Viação Triunfo</strong></p>
<p data-start="1133" data-end="1189">Santa Luzia, Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG)</p>
<p data-start="1191" data-end="1207">01 Micro S2 2027</p>
<p data-start="1209" data-end="1249">Chassi – Mercedes-Benz LO 916/48 Euro VI</p>
<p data-start="1251" data-end="1270">Poltrona rodoviária</p>
<p data-start="1272" data-end="1288">01 Micro S3 2027</p>
<p data-start="1290" data-end="1324">Chassi – Volkswagen 11.180 Euro VI</p>
<p data-start="1326" data-end="1345">Poltrona rodoviária</p>
<p data-start="1347" data-end="1376"><strong data-start="1347" data-end="1376">Mult Fretamento e Turismo</strong></p>
<p data-start="1378" data-end="1391">Holambra (SP)</p>
<p data-start="1393" data-end="1409">01 Micro S3 2027</p>
<p data-start="1411" data-end="1445">Chassi – Volkswagen 11.180 Euro VI</p>
<p data-start="1447" data-end="1466">Poltrona rodoviária</p>
<p data-start="1468" data-end="1515"><strong data-start="1468" data-end="1515">M Tour – Muralha Tour Transportes e Turismo</strong></p>
<p data-start="1517" data-end="1533">Santo André (SP)</p>
<p data-start="1535" data-end="1551">01 Micro S4 2027</p>
<p data-start="1553" data-end="1589">Chassi – Volkswagen 11.180 S Euro VI</p>
<p data-start="1591" data-end="1610">Poltrona rodoviária</p>
<p data-start="1612" data-end="1674">Este segmento para fretamento é o principal para a Mascarello.</p>
<p data-start="1676" data-end="2289">De acordo com o mais recente levantamento consolidado da Fabus, que é a associação que reúne as maiores fabricantes de carrocerias de ônibus do País, o segmento de miniônibus (ao qual a Mascarello é enquadrada pela Fabus) somou, entre janeiro e julho de 2026, o total de 3.094 unidades contando com a Volare (marca da Marcopolo que é vendida já montada) e 1.285 unidades entre todas as marcas para encarroçamento, que é o recorte em que a Mascarello atua. Somente a Mascarello responde por 1.201 destas 1.285 unidades, ou 93,46%, isso na metodologia e classificação da Fabus.</p>
<p data-start="2291" data-end="2518">O <strong data-start="2293" data-end="2319"><em data-start="2295" data-end="2317">Diário do Transporte</em></strong>, antes mesmo da feira, detalhou os lançamentos que trazem mudanças estéticas, adotando linhas semelhantes às do Horizon, urbano elétrico da marca, apresentado até agora com tecnologias BYD e Eletra.</p>
<p data-start="2520" data-end="2594">Os veículos também possuem inovações funcionais e de materiais empregados.</p>
<p data-start="2596" data-end="2605">Relembre:</p>
<p data-start="2607" data-end="2644"><span class="contents" data-content-reference-start="2599" data-content-reference-end="2879"><span class="" data-state="closed"><a class="decorated-link" href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/04/video-mascarello-antecipa-nova-geracao-de-micro-onibus-que-vai-apresentar-na-lat-bus-2026-modelos-renovados-serao-apresentados-ao-mercado/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">VÍDEO: Mascarello antecipa nova geração de micro-ônibus que vai apresentar na Lat.Bus 2026</a></span></span></p>
<h2 data-section-id="1agyhzt" data-start="2646" data-end="2668">CONHEÇA OS MODELOS:</h2>
<p data-start="2670" data-end="3082">A nova Família Micro compartilha uma série de soluções desenvolvidas pela Mascarello para os três modelos. A fabricante destaca nova identidade visual, cabine do motorista redesenhada, novo painel, alterações ergonômicas e melhorias no isolamento termoacústico. Externamente, foram adotadas nova grade dianteira injetada e assinatura luminosa Full LED com luzes diurnas DRL.</p>
<p data-start="3084" data-end="3356">Segundo a Mascarello, a linha ganhou ainda para-brisa verde para reduzir a incidência de radiação solar no interior da cabine e auxiliar o sistema de climatização. O sistema de retrovisores por câmeras é disponibilizado como opcional.</p>
<p data-start="3358" data-end="3852">Na estrutura, a fabricante diz ter adotado um conceito de plataforma que amplia a padronização de componentes entre os três modelos. O teto combina alumínio e fibra, enquanto componentes externos são fabricados em DCPD. De acordo com a empresa, a proposta é reduzir peso e facilitar reparos e substituição de peças sem comprometer a resistência estrutural. A nova família também passou por testes em condições severas de operação durante o desenvolvimento.</p>
<p data-start="3854" data-end="4001">Apesar da identidade comum, S2, S3 e S4 possuem diferenças de largura, acabamento, tipos de poltronas, aplicações e possibilidades de configuração.</p>
<h3 data-section-id="35bptl" data-start="4003" data-end="4049">MICRO S2 – MODELO MAIS ESTREITO DA FAMÍLIA</h3>
<p data-start="4051" data-end="4341">O Micro S2 é direcionado pela Mascarello às aplicações urbanas, escolares e de fretamento, incluindo operações de trajetos curtos e médios. É o modelo mais estreito dos três: possui 2,25 metros de largura externa, enquanto S3 e S4 chegam a 2,45 metros.</p>
<p data-start="4343" data-end="4568">A carroceria pode ser montada sobre chassis de 9 ou 11 toneladas, em configurações convencionais ou rurais. Para fretamento, a capacidade máxima informada pela fabricante é de 40 lugares.</p>
<p data-start="4570" data-end="4598"><strong data-start="4570" data-end="4598">Ficha técnica – Micro S2</strong></p>
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<tr data-start="4600" data-end="4624">
<th class="last:pe-10" data-start="4600" data-end="4607" data-col-size="sm">Item</th>
<th class="last:pe-10" data-start="4607" data-end="4624" data-col-size="sm">Especificação</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="4635" data-end="5043">
<tr data-start="4635" data-end="4680">
<td data-start="4635" data-end="4648" data-col-size="sm">Aplicações</td>
<td data-start="4648" data-end="4680" data-col-size="sm">Urbano, escolar e fretamento</td>
</tr>
<tr data-start="4681" data-end="4715">
<td data-start="4681" data-end="4695" data-col-size="sm">Comprimento</td>
<td data-start="4695" data-end="4715" data-col-size="sm">7,60 m a 10,65 m</td>
</tr>
<tr data-start="4716" data-end="4744">
<td data-start="4716" data-end="4734" data-col-size="sm">Largura externa</td>
<td data-start="4734" data-end="4744" data-col-size="sm">2,25 m</td>
</tr>
<tr data-start="4745" data-end="4773">
<td data-start="4745" data-end="4763" data-col-size="sm">Largura interna</td>
<td data-start="4763" data-end="4773" data-col-size="sm">2,15 m</td>
</tr>
<tr data-start="4774" data-end="4802">
<td data-start="4774" data-end="4791" data-col-size="sm">Altura externa</td>
<td data-start="4791" data-end="4802" data-col-size="sm">3,235 m</td>
</tr>
<tr data-start="4803" data-end="4830">
<td data-start="4803" data-end="4820" data-col-size="sm">Altura interna</td>
<td data-start="4820" data-end="4830" data-col-size="sm">1,96 m</td>
</tr>
<tr data-start="4831" data-end="4861">
<td data-start="4831" data-end="4841" data-col-size="sm">Chassis</td>
<td data-start="4841" data-end="4861" data-col-size="sm">9 e 11 toneladas</td>
</tr>
<tr data-start="4862" data-end="4912">
<td data-start="4862" data-end="4887" data-col-size="sm">Configuração de chassi</td>
<td data-start="4887" data-end="4912" data-col-size="sm">Convencional ou rural</td>
</tr>
<tr data-start="4913" data-end="4961">
<td data-start="4913" data-end="4947" data-col-size="sm">Capacidade máxima no fretamento</td>
<td data-start="4947" data-end="4961" data-col-size="sm">40 lugares</td>
</tr>
<tr data-start="4962" data-end="4996">
<td data-start="4962" data-end="4986" data-col-size="sm">Poltronas reclináveis</td>
<td data-start="4986" data-end="4996" data-col-size="sm">910 mm</td>
</tr>
<tr data-start="4997" data-end="5043">
<td data-start="4997" data-end="5033" data-col-size="sm">Poltronas urbanas de encosto alto</td>
<td data-start="5033" data-end="5043" data-col-size="sm">820 mm</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p data-start="5045" data-end="5112">Dados oficiais da Mascarello.</p>
<p data-start="5114" data-end="5343">É justamente um Micro S2 sobre Mercedes-Benz LO 916/48 Euro VI que está entre as primeiras vendas da nova geração informadas pela Mascarello nesta terça-feira, destinado à Viação Triunfo, de Santa Luzia, na Grande Belo Horizonte.</p>
<h3 data-section-id="pqla3c" data-start="5345" data-end="5401">MICRO S3 – MAIOR LARGURA E POLTRONAS DE ATÉ 1.000 MM</h3>
<p data-start="5403" data-end="5624">O Micro S3 amplia a largura da carroceria para 2,45 metros e a largura interna para 2,35 metros. O fabricante o posiciona também para as três aplicações: urbana, escolar e fretamento.</p>
<p data-start="5626" data-end="5779">Assim como o S2, pode ser montado sobre chassis convencionais ou rurais de 9 e 11 toneladas e comportar, na configuração para fretamento, até 40 lugares.</p>
<p data-start="5781" data-end="5929">A diferença aparece também nas poltronas. As reclináveis chegam a 1.000 mm, contra 910 mm no S2, enquanto as urbanas de encosto alto possuem 860 mm.</p>
<p data-start="5931" data-end="6184">A Mascarello informa ainda que o S3 pode ser configurado, quando solicitado, de acordo com as diretrizes dos cadernos técnicos da Artesp, em São Paulo, e do Detro, no Rio de Janeiro. O modelo possui homologação R66.</p>
<p data-start="6186" data-end="6321">A R66 é um regulamento das Nações Unidas relacionado à resistência da superestrutura de ônibus.</p>
<p data-start="6323" data-end="6351"><strong data-start="6323" data-end="6351">Ficha técnica – Micro S3</strong></p>
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<th class="last:pe-10" data-start="6353" data-end="6360" data-col-size="sm">Item</th>
<th class="last:pe-10" data-start="6360" data-end="6377" data-col-size="md">Especificação</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="6388" data-end="6899">
<tr data-start="6388" data-end="6433">
<td data-start="6388" data-end="6401" data-col-size="sm">Aplicações</td>
<td data-start="6401" data-end="6433" data-col-size="md">Urbano, escolar e fretamento</td>
</tr>
<tr data-start="6434" data-end="6468">
<td data-start="6434" data-end="6448" data-col-size="sm">Comprimento</td>
<td data-start="6448" data-end="6468" data-col-size="md">8,06 m a 10,65 m</td>
</tr>
<tr data-start="6469" data-end="6497">
<td data-start="6469" data-end="6487" data-col-size="sm">Largura externa</td>
<td data-start="6487" data-end="6497" data-col-size="md">2,45 m</td>
</tr>
<tr data-start="6498" data-end="6526">
<td data-start="6498" data-end="6516" data-col-size="sm">Largura interna</td>
<td data-start="6516" data-end="6526" data-col-size="md">2,35 m</td>
</tr>
<tr data-start="6527" data-end="6555">
<td data-start="6527" data-end="6544" data-col-size="sm">Altura externa</td>
<td data-start="6544" data-end="6555" data-col-size="md">3,235 m</td>
</tr>
<tr data-start="6556" data-end="6583">
<td data-start="6556" data-end="6573" data-col-size="sm">Altura interna</td>
<td data-start="6573" data-end="6583" data-col-size="md">1,96 m</td>
</tr>
<tr data-start="6584" data-end="6614">
<td data-start="6584" data-end="6594" data-col-size="sm">Chassis</td>
<td data-start="6594" data-end="6614" data-col-size="md">9 e 11 toneladas</td>
</tr>
<tr data-start="6615" data-end="6665">
<td data-start="6615" data-end="6640" data-col-size="sm">Configuração de chassi</td>
<td data-start="6640" data-end="6665" data-col-size="md">Convencional ou rural</td>
</tr>
<tr data-start="6666" data-end="6714">
<td data-start="6666" data-end="6700" data-col-size="sm">Capacidade máxima no fretamento</td>
<td data-start="6700" data-end="6714" data-col-size="md">40 lugares</td>
</tr>
<tr data-start="6715" data-end="6751">
<td data-start="6715" data-end="6739" data-col-size="sm">Poltronas reclináveis</td>
<td data-start="6739" data-end="6751" data-col-size="md">1.000 mm</td>
</tr>
<tr data-start="6752" data-end="6798">
<td data-start="6752" data-end="6788" data-col-size="sm">Poltronas urbanas de encosto alto</td>
<td data-start="6788" data-end="6798" data-col-size="md">860 mm</td>
</tr>
<tr data-start="6799" data-end="6877">
<td data-start="6799" data-end="6825" data-col-size="sm">Configuração específica</td>
<td data-start="6825" data-end="6877" data-col-size="md">Pode atender cadernos técnicos da Artesp e Detro</td>
</tr>
<tr data-start="6878" data-end="6899">
<td data-start="6878" data-end="6892" data-col-size="sm">Homologação</td>
<td data-start="6892" data-end="6899" data-col-size="md">R66</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p data-start="6901" data-end="6970">Dados oficiais da Mascarello.</p>
<p data-start="6972" data-end="7173">Das primeiras unidades comercializadas após a apresentação da geração 2027, duas são S3 sobre Volkswagen 11.180 Euro VI: uma para a Viação Triunfo e outra para a Mult Fretamento e Turismo, de Holambra.</p>
<h3 data-section-id="aje149" data-start="7175" data-end="7236">MICRO S4 – FOCO EM FRETAMENTO E INTERMUNICIPAL RODOVIÁRIO</h3>
<p data-start="7238" data-end="7334">O Micro S4 ocupa o topo da nova família e possui uma proposta diferente dos outros dois modelos.</p>
<p data-start="7336" data-end="7606">A Mascarello direciona a carroceria especificamente para fretamento e transporte intermunicipal rodoviário, incluindo viagens de médio percurso. O modelo possui acabamento interno mais refinado e poltronas reclináveis de 1.000 mm.</p>
<p data-start="7608" data-end="7810">As dimensões básicas são semelhantes às do S3: largura externa de 2,45 metros, largura interna de 2,35 metros, altura externa de 3,235 metros e comprimento que pode variar de 8,06 metros a 10,65 metros.</p>
<p data-start="7812" data-end="8022">No S4, entretanto, a fabricante informa apenas a configuração com chassi convencional de 9 ou 11 toneladas, diferentemente de S2 e S3, que também admitem aplicação rural.</p>
<p data-start="8024" data-end="8232">Outra característica especificada pela Mascarello para o S4 é o conjunto de faróis e lanternas em LED em bloco óptico. Assim como o S3, o modelo possui homologação R66.</p>
<p data-start="8234" data-end="8262"><strong data-start="8234" data-end="8262">Ficha técnica – Micro S4</strong></p>
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<th class="last:pe-10" data-start="8264" data-end="8271" data-col-size="sm">Item</th>
<th class="last:pe-10" data-start="8271" data-end="8288" data-col-size="md">Especificação</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="8299" data-end="8756">
<tr data-start="8299" data-end="8354">
<td data-start="8299" data-end="8312" data-col-size="sm">Aplicações</td>
<td data-start="8312" data-end="8354" data-col-size="md">Fretamento e intermunicipal rodoviário</td>
</tr>
<tr data-start="8355" data-end="8389">
<td data-start="8355" data-end="8369" data-col-size="sm">Comprimento</td>
<td data-start="8369" data-end="8389" data-col-size="md">8,06 m a 10,65 m</td>
</tr>
<tr data-start="8390" data-end="8418">
<td data-start="8390" data-end="8408" data-col-size="sm">Largura externa</td>
<td data-start="8408" data-end="8418" data-col-size="md">2,45 m</td>
</tr>
<tr data-start="8419" data-end="8447">
<td data-start="8419" data-end="8437" data-col-size="sm">Largura interna</td>
<td data-start="8437" data-end="8447" data-col-size="md">2,35 m</td>
</tr>
<tr data-start="8448" data-end="8476">
<td data-start="8448" data-end="8465" data-col-size="sm">Altura externa</td>
<td data-start="8465" data-end="8476" data-col-size="md">3,235 m</td>
</tr>
<tr data-start="8477" data-end="8504">
<td data-start="8477" data-end="8494" data-col-size="sm">Altura interna</td>
<td data-start="8494" data-end="8504" data-col-size="md">1,96 m</td>
</tr>
<tr data-start="8505" data-end="8535">
<td data-start="8505" data-end="8515" data-col-size="sm">Chassis</td>
<td data-start="8515" data-end="8535" data-col-size="md">9 e 11 toneladas</td>
</tr>
<tr data-start="8536" data-end="8577">
<td data-start="8536" data-end="8561" data-col-size="sm">Configuração de chassi</td>
<td data-start="8561" data-end="8577" data-col-size="md">Convencional</td>
</tr>
<tr data-start="8578" data-end="8612">
<td data-start="8578" data-end="8598" data-col-size="sm">Capacidade máxima</td>
<td data-start="8598" data-end="8612" data-col-size="md">40 lugares</td>
</tr>
<tr data-start="8613" data-end="8649">
<td data-start="8613" data-end="8637" data-col-size="sm">Poltronas reclináveis</td>
<td data-start="8637" data-end="8649" data-col-size="md">1.000 mm</td>
</tr>
<tr data-start="8650" data-end="8708">
<td data-start="8650" data-end="8663" data-col-size="sm">Iluminação</td>
<td data-start="8663" data-end="8708" data-col-size="md">Faróis e lanternas em LED em bloco óptico</td>
</tr>
<tr data-start="8709" data-end="8734">
<td data-start="8709" data-end="8722" data-col-size="sm">Acabamento</td>
<td data-start="8722" data-end="8734" data-col-size="md">Refinado</td>
</tr>
<tr data-start="8735" data-end="8756">
<td data-start="8735" data-end="8749" data-col-size="sm">Homologação</td>
<td data-start="8749" data-end="8756" data-col-size="md">R66</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p data-start="8758" data-end="8827">Dados oficiais da Mascarello.</p>
<p data-start="8829" data-end="8990">O exemplar comercializado para a M Tour – Muralha Tour Transportes e Turismo, de Santo André, utiliza chassi Volkswagen 11.180 S Euro VI e poltronas rodoviárias.</p>
<p data-start="8992" data-end="9536">A divisão da nova gama mostra a estratégia adotada pela fabricante: manter S2 e S3 com maior possibilidade de aplicações, incluindo urbano, escolar e fretamento, enquanto o S4 concentra características voltadas ao fretamento e ao transporte intermunicipal rodoviário. Na apresentação da Família Micro, a Mascarello definiu o S2 como a alternativa mais voltada a agilidade e eficiência, o S3 como uma configuração intermediária de versatilidade e o S4 como o produto de maior nível de conforto da família.</p>
<p data-start="9538" data-end="9597" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="9538" data-end="9597" data-is-last-node=""><strong data-start="9539" data-end="9596">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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