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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Fetpesp diz que fim da escala 6×1 foi açodado e injustificado; todos os 32 contratos das empresas de ônibus da capital paulista poderão ser revistos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/fetpesp-diz-que-fim-da-escala-6x1-foi-acodado-e-injustificado-todos-os-32-contratos-das-empresas-de-onibus-da-capital-paulista-poderao-ser-revistos/</link>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 15:39:32 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Como mostrou o Diário do Transporte, mobilidade terá regras específicas, mas todas as empresas terão de reduzir a carga horária dos trabalhadores ADAMO BAZANI A Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo (Fetpesp) criticou a rapidez com que o Senado Federal aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-15-at-12.33.22.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <div>Como mostrou o<em><strong> Diário do Transporte,</strong></em> mobilidade terá regras específicas, mas todas as empresas terão de reduzir a carga horária dos trabalhadores</div>
<div>
<p>ADAMO BAZANI</p>
<p>A Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo (Fetpesp) criticou a rapidez com que o Senado Federal aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que acaba com a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição dos salários. Em posicionamento oficial, o presidente da entidade, Mauro Herszkowicz, classificou a aprovação como açodada e injustificada, diante dos impactos financeiros e operacionais previstos para o transporte coletivo de passageiros. A federação também alertou que a mudança poderá desencadear uma nova rodada de renegociações dos 32 contratos de concessão das empresas de ônibus da cidade de São Paulo.</p>
<p>A manifestação ocorre após a aprovação da PEC, nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, por 75 votos favoráveis e apenas um contrário em cada um dos dois turnos no Senado. Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> nesta quinta-feira (15), o texto prevê regras diferenciadas para a organização de escalas e folgas em atividades de funcionamento contínuo, como o transporte de passageiros, mas mantém a obrigação de redução gradual da jornada. A proposta também estabelece mecanismos de adaptação dos contratos de concessão, com o objetivo de preservar o equilíbrio econômico-financeiro dos serviços. A nova legislação deverá entrar em vigor gradualmente, após a promulgação pelo Congresso Nacional.</p>
<p>No posicionamento, intitulado &#8220;<strong>Desafios para o equilíbrio financeiros do setor de transportes de passageiros&#8221;,</strong> a Fetpesp afirma:</p>
<p><em>“Nada justifica o açodamento para a aprovação, no Senado Federal, da proposta de emenda constitucional (PEC) que acaba com a escala 6X1 e faz uma transição para a escala 5X2, reduzindo a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais, com manutenção do mesmo salário, sem uma criteriosa avaliação dos impactos sobre os custos das empresas operadoras do transporte de passageiros e de outros setores econômicos.”</em></p>
<p>A entidade sustenta que as características da operação do transporte coletivo, que exige trabalhadores disponíveis em diferentes horários, durante todos os dias da semana, deverão ampliar os desafios de contratação de pessoal e de organização das equipes.</p>
<p>Segundo a federação, o aumento das despesas poderá afetar os custos dos sistemas e exigir maior participação financeira do poder público.</p>
<p>“A adoção do regime de trabalho proposto na PEC deve trazer enormes desafios <em>estruturais para o setor, pois estamos tratando de um serviço essencial e de operação ininterrupta (praticamente, 24 horas por dia, sete dias da semana), com mão de obra intensiva.”</em></p>
<p>A Fetpesp acrescenta que a necessidade de contratar mais profissionais poderá ter reflexos sobre as tarifas pagas pelos passageiros.</p>
<h3>Entidade cita aumento de custos e possibilidade de reajustes nas passagens</h3>
<p>Um dos principais argumentos apresentados pela Fetpesp é o peso da mão de obra nas despesas das operadoras.</p>
<p>Segundo a federação, estudos da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) projetam aumento de até 15% nos custos relacionados à mão de obra com a redução da jornada e impactos que, nas estimativas mencionadas pela entidade, poderiam chegar a 9% nos preços das passagens dos ônibus urbanos e rodoviários.</p>
<p>A associação informa que a mão de obra representa aproximadamente 43% dos custos totais de operação dos sistemas urbanos.</p>
<p>Esses percentuais correspondem a projeções setoriais. O eventual reajuste das tarifas dependerá da estrutura de custos, das condições dos contratos, dos mecanismos de remuneração das empresas e das decisões dos poderes concedentes.</p>
<p>Nas cidades em que as empresas recebem subsídios públicos, parte das despesas adicionais poderá ser considerada no cálculo das compensações pagas pelas prefeituras.</p>
<p>Em outros modelos contratuais, a discussão poderá envolver receitas tarifárias, remuneração por quilômetro, produtividade operacional e revisão de custos.</p>
<p>A Fetpesp relaciona essas despesas à necessidade de manter os serviços durante os sete dias da semana, mesmo com a diminuição da carga horária individual dos empregados.</p>
<p>“Ampliar esta despesa, evitando o repasse integral para as tarifas, exigirá o aumento dos subsídios, impactando diretamente os orçamentos públicos municipais”, afirma a entidade.</p>
<p>No município de São Paulo, o transporte coletivo já opera com subsídios para complementar a remuneração das concessionárias. A revisão dos custos trabalhistas poderá, portanto, integrar as discussões entre as empresas e o poder público sobre o financiamento do sistema.</p>
<h3>Falta de motoristas preocupa empresas de ônibus</h3>
<p>Outro ponto levantado pela federação é a dificuldade de contratar motoristas profissionais, problema que já afeta operadoras urbanas, metropolitanas e rodoviárias.</p>
<p>A Fetpesp cita dados da Pesquisa CNT Perfil Empresarial, da Confederação Nacional do Transporte, segundo os quais 53,4% das empresas de ônibus urbanos relataram dificuldades para contratar motoristas.</p>
<p>O levantamento é utilizado pela entidade para argumentar que a necessidade de ampliar os quadros funcionais poderá encontrar obstáculos no mercado de trabalho.</p>
<p>No posicionamento, a federação menciona ainda estimativa de 240 mil novos trabalhadores necessários para atender à reorganização das escalas, atribuída à Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística).</p>
<p>Essa projeção abrange atividades do setor de transportes e não corresponde exclusivamente à necessidade das concessionárias de ônibus urbanos.</p>
<p>A avaliação da Fetpesp é de que a redução da jornada ocorrerá em um momento de dificuldades para o preenchimento de postos de trabalho, especialmente nas funções que exigem habilitação profissional, treinamento e experiência.</p>
<p>O<strong><em> Diário do Transporte</em> </strong>mostrou, em reportagem publicada nesta quinta-feira (15), que a falta de motoristas já representa uma preocupação para diferentes segmentos.</p>
<p>No transporte rodoviário interestadual, por exemplo, a Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati) estima um déficit de aproximadamente 26 mil motoristas.</p>
<p>A necessidade de ampliar as equipes também foi objeto de estudo apresentado em junho de 2026 durante encontro da própria Fetpesp.</p>
<p>Na ocasião, o engenheiro Wan Yu Chih, diretor da WPLEX, apresentou simulações que indicaram necessidade de aproximadamente 20% mais motoristas com a migração para a escala 5×2, conforme as condições operacionais analisadas.</p>
<p>Em um dos cenários, com 100 ônibus em circulação nos dias úteis, 90 aos sábados e 60 aos domingos, a necessidade adicional de profissionais chegou a aproximadamente 21%.</p>
<p>Os resultados variam conforme a programação dos serviços, o número de veículos, a distribuição dos turnos e as regras de organização das folgas.</p>
<p>Por outro lado, representantes dos trabalhadores defendem que a ampliação do descanso e a redução das jornadas poderão melhorar as condições de saúde, a segurança e a qualidade de vida dos profissionais, além de contribuir para tornar a atividade mais atrativa e reduzir a rotatividade.</p>
<h3>Os 32 contratos de ônibus de São Paulo poderão passar por renegociações</h3>
<p>A possibilidade de revisão dos contratos de concessão é um dos pontos destacados pela Fetpesp em sua manifestação.</p>
<p>A entidade afirma:</p>
<p><em>“A aprovação da PEC que acaba com a escala 6×1 pode desencadear uma nova rodada de renegociações dos 32 contratos de concessão de ônibus da cidade de São Paulo.”</em></p>
<p>Os contratos estabelecem obrigações relacionadas à prestação dos serviços, disponibilidade de frota, cumprimento de viagens, operação das linhas e remuneração das concessionárias.</p>
<p>Com a redução da carga horária semanal, as empresas terão de reorganizar a distribuição dos trabalhadores para manter a oferta programada de ônibus.</p>
<p>O eventual aumento das despesas com pessoal poderá ser analisado nos mecanismos de revisão e recomposição do equilíbrio econômico-financeiro.</p>
<p>A própria PEC aprovada pelo Senado prevê procedimentos específicos de adaptação dos contratos públicos que envolvem mão de obra, incluindo concessões e permissões de serviços públicos e parcerias público-privadas.</p>
<p>O texto estabelece prazo de até um ano após a publicação da emenda constitucional para os aditamentos contratuais abrangidos por essas disposições.</p>
<p>No caso da capital paulista, a aplicação das novas regras poderá envolver negociações entre concessionárias, Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte e SPTrans, responsável pela gestão do sistema municipal.</p>
<p>A necessidade e a extensão de eventuais revisões dependerão da análise das condições de cada contrato e dos impactos efetivamente demonstrados pelas operadoras.</p>
<h3>Fetpesp também aponta retomada gradual da tributação sobre a folha de pagamento</h3>
<p>A federação relaciona os possíveis impactos da nova jornada à reoneração gradual da folha de pagamentos, estabelecida pela Lei nº 14.973, de 2024.</p>
<p>A legislação criou um período de transição para a retomada das contribuições previdenciárias patronais de setores anteriormente beneficiados pela desoneração.</p>
<p>O processo começou em 2025 e prevê a retomada integral da tributação sobre a folha a partir de janeiro de 2028, conforme as regras aplicáveis.</p>
<p>Na avaliação da Fetpesp, os efeitos financeiros dessa transição deverão ser considerados juntamente com as novas despesas trabalhistas decorrentes da redução da jornada.</p>
<p>Apesar das críticas à tramitação e aos impactos econômicos, a federação afirma que sua posição não é contrária ao conteúdo da proposta.</p>
<p>“A FETPESP não se posiciona contra a proposta da PEC, mas defende que ela só seja adotada após uma ampla discussão sobre os efeitos econômicos e operacionais que a mudança no regime de trabalho pode ocasionar.”</p>
<h3>Como ficam as regras para empresas de ônibus e trabalhadores</h3>
<p>A PEC 221/2019 foi aprovada pelo Senado em dois turnos na quarta-feira, 14 de outubro, com 75 votos favoráveis e apenas um contrário em cada votação.</p>
<p>Como já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, a proposta segue para promulgação pelo Congresso Nacional.</p>
<p>As principais mudanças previstas são:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Prazo após a publicação da emenda</th>
<th>Regras previstas</th>
</tr>
<tr>
<td>Primeiros dois meses</td>
<td>Período de transição para adaptação das empresas e das normas coletivas</td>
</tr>
<tr>
<td>Após dois meses</td>
<td>Jornada máxima de 42 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado</td>
</tr>
<tr>
<td>Após mais 12 meses</td>
<td>Jornada máxima de 40 horas semanais, com limite geral de oito horas diárias</td>
</tr>
<tr>
<td>Durante a transição</td>
<td>Preservação dos salários e dos pisos salariais</td>
</tr>
<tr>
<td>Até um ano</td>
<td>Adaptação dos contratos públicos abrangidos pelas disposições da PEC</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A proposta estabelece dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos.</p>
<p>Para atividades que exigem funcionamento contínuo, como o transporte coletivo, acordos e convenções coletivas poderão estabelecer regimes excepcionais de compensação das folgas.</p>
<p>Nessas situações, deverá ser respeitada a média de dois dias de descanso por semana dentro do mês-calendário, além da garantia de pelo menos um dia de repouso a cada período máximo de uma semana.</p>
<p>Assim, motoristas e demais trabalhadores poderão ser escalados para atividades aos sábados, domingos e feriados, conforme a organização dos serviços e as condições previstas na legislação.</p>
<p>A negociação coletiva permitirá adaptar a distribuição das folgas às características das operações, mas as empresas continuarão submetidas à redução progressiva da jornada semanal.</p>
<p>A PEC também admite que legislação posterior estabeleça condições específicas para determinadas categorias e atividades, respeitados os limites constitucionais.</p>
<p>No transporte rodoviário, essas regras deverão ser conciliadas com a Lei nº 13.103, de 2015, conhecida como Lei do Motorista, e com as decisões judiciais que disciplinam jornadas, intervalos e períodos de descanso dos profissionais.</p>
<p>Para os passageiros, a manutenção dos horários, das frequências e da oferta de ônibus dependerá da organização das escalas pelas operadoras e da gestão dos contratos pelo poder público.</p>
<p>Para os trabalhadores, a principal mudança será a ampliação dos períodos de descanso e a redução das horas semanais sem diminuição dos salários.</p>
<p>Já as empresas terão de avaliar a necessidade de contratações, os ajustes operacionais e os efeitos financeiros da nova organização do trabalho.</p>
<h3>Relembre a cobertura do Diário do Transporte nesta quinta-feira (15)</h3>
<p>O Diário do Transporte detalhou, em duas reportagens publicadas nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, os efeitos da proposta para empresas, trabalhadores, passageiros e gestores públicos.</p>
<p>Na primeira reportagem, o jornal apresentou as principais mudanças na jornada e os possíveis efeitos sobre a saúde, o descanso, a contratação de profissionais, os custos operacionais e a continuidade dos serviços.</p>
<p>Leia: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/fim-da-escala-6x1-veja-os-impactos-na-vida-dos-trabalhadores-e-na-operacao-das-empresas-de-onibus-e-de-transporte-de-cargas/">Fim da escala 6×1: veja os impactos na vida dos trabalhadores e na operação das empresas de ônibus e de transporte de cargas</a></p>
<p>Na segunda reportagem, a publicação analisou as possibilidades de negociação coletiva, compensação de folgas, regulamentação de regimes diferenciados e adaptação dos contratos de concessão dos serviços públicos.</p>
<p>Leia: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/setor-de-transportes-tera-regras-diferenciadas-com-fim-da-escala-6x1-mas-empresas-de-onibus-e-cargas-terao-de-reduzir-jornadas/">Setor de transportes terá regras diferenciadas com fim da escala 6×1, mas empresas de ônibus e cargas terão de reduzir jornadas</a></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/fetpesp-diz-que-fim-da-escala-6x1-foi-acodado-e-injustificado-todos-os-32-contratos-das-empresas-de-onibus-da-capital-paulista-poderao-ser-revistos/feed/</wfw:commentRss>
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  </item>
  <item>
    <title>Prefeitura do Rio de Janeiro cria centro de fiscalização 24 horas para ônibus, BRT, VLT e Sistema Rio, com controle de viagens, intervalos e frota em tempo real</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/prefeitura-do-rio-de-janeiro-cria-centro-de-fiscalizacao-24-horas-para-onibus-brt-vlt-e-sistema-rio-com-controle-de-viagens-intervalos-e-frota-em-tempo-real/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 15:01:39 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nova estrutura vai reunir dados de GPS, bilhetagem Jaé, câmeras e sensores para identificar viagens não realizadas, ônibus em comboio, atrasos e descumprimento da programação; medida também acompanhará a implantação do Sistema Rio e fornecerá informações para avaliação e fiscalização das empresas ADAMO BAZANI A Prefeitura do Rio de Janeiro criou um centro permanente de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260423_090247-1-1024x768-1.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260423_090247-1-1024x768-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260423_090247-1-1024x768-1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260423_090247-1-1024x768-1.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260423_090247-1-1024x768-1.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260423_090247-1-1024x768-1.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Nova estrutura vai reunir dados de GPS, bilhetagem Jaé, câmeras e sensores para identificar viagens não realizadas, ônibus em comboio, atrasos e descumprimento da programação; medida também acompanhará a implantação do Sistema Rio e fornecerá informações para avaliação e fiscalização das empresas</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro criou um centro permanente de monitoramento do transporte público, que funcionará 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana e feriados, para acompanhar em tempo real a circulação dos ônibus municipais, do BRT, do VLT e, progressivamente, dos serviços complementares. O Centro de Operações de Mobilidade Rio (COM Rio), instituído por decreto publicado nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, também será responsável por acompanhar a implantação do Sistema Rio, que substituirá gradualmente o atual modelo de operação dos ônibus da cidade.</p>
<p>A nova estrutura utilizará informações de GPS, bilhetagem eletrônica Jaé, câmeras, sensores e programação das linhas para identificar viagens que deixam de ser realizadas, intervalos excessivos, ônibus circulando em comboios, desvios de itinerário e frota abaixo da quantidade determinada. A partir dessas informações, poderá acionar as empresas para regularizar partidas, reforçar a oferta de veículos e corrigir problemas durante a operação, além de produzir registros que serão utilizados pela Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) na fiscalização dos contratos e na avaliação da qualidade dos serviços.</p>
<p>O Decreto Rio nº 58.772, assinado pelo prefeito Eduardo Cavaliere em 14 de outubro, estabelece que o COM Rio funcionará nas instalações do Centro de Operações e Resiliência (COR), em regime ininterrupto, com equipes organizadas em turnos.</p>
<p>A unidade será vinculada à Secretaria Municipal de Transportes e integrada por servidores e colaboradores já lotados ou designados pela pasta, sem criação de novos cargos, empregos ou funções.</p>
<h3>Fiscalização acompanhará viagens realizadas, ônibus em circulação e cumprimento dos horários</h3>
<p>Uma das principais atribuições do COM Rio será comparar a programação estabelecida para cada linha com a operação efetivamente realizada.</p>
<p>O sistema poderá acompanhar a quantidade de veículos em circulação, viagens executadas, intervalos entre partidas, horários, itinerários e cumprimento da programação determinada pelo município.</p>
<p>O monitoramento permitirá identificar diferentes situações que afetam o passageiro.</p>
<p>Entre elas estão os intervalos superiores aos programados, a formação de comboios, quando dois ou mais ônibus de uma mesma linha circulam muito próximos depois de um período de espera, e as viagens previstas que deixam de ser realizadas.</p>
<p>Também serão acompanhados veículos parados, desvios de itinerário e outras ocorrências que possam comprometer a prestação do serviço.</p>
<p>Na prática, a estrutura será utilizada para identificar problemas durante a própria operação, permitindo que a Secretaria Municipal de Transportes acione os responsáveis antes que as irregularidades se prolonguem.</p>
<p>O decreto estabelece que o COM Rio poderá solicitar às empresas o reforço da oferta, a regularização das partidas e a correção de desvios, respeitando a programação operacional e os contratos vigentes.</p>
<p>Também poderá acionar diretamente as equipes de fiscalização da SMTR e solicitar a atuação de outros órgãos municipais.</p>
<h3>GPS e bilhetagem Jaé serão utilizados de forma integrada para verificar a operação</h3>
<p>O decreto determina a integração de oito grupos de informações utilizados no acompanhamento dos transportes.</p>
<p>O primeiro corresponde à localização dos veículos por GPS, permitindo verificar os deslocamentos da frota.</p>
<p>O segundo reúne os dados da bilhetagem digital Jaé, incluindo validações e informações de demanda por linha, veículo e horário.</p>
<p>Também será utilizada a programação operacional vigente, com ordens de serviço, quadros de horários, itinerários e frota determinada, inclusive em formato GTFS, padrão utilizado para organizar e compartilhar dados de transporte público.</p>
<p>A unidade terá acesso a imagens de câmeras instaladas nos ônibus, terminais e estações, além de dados de sensores e equipamentos embarcados.</p>
<p>Essas informações poderão ser cruzadas com registros do COR, incluindo ocorrências de trânsito e condições meteorológicas, e com manifestações dos passageiros recebidas pelos canais oficiais.</p>
<p>O oitavo conjunto corresponde aos dados dos sistemas inteligentes de transporte exigidos nos futuros contratos de concessão do Sistema Rio.</p>
<p>A integração permitirá relacionar a localização dos ônibus com as viagens programadas e os registros de utilização do transporte pelos passageiros.</p>
<h3>Novo centro acompanhará a passagem do sistema atual para o Sistema Rio</h3>
<p>A criação do COM Rio está diretamente relacionada à implantação do Sistema Rio – Rede Integrada de Ônibus, projeto de reorganização das concessões municipais de transporte.</p>
<p>O decreto estabelece expressamente que a nova estrutura acompanhará tanto o atual Serviço Público de Transporte de Passageiros por Ônibus (SPPO), enquanto estiver em funcionamento, quanto o Sistema Rio, inclusive durante suas etapas de implantação e transição operacional.</p>
<p>O projeto do Sistema Rio prevê a reorganização da operação por meio de cinco lotes de concessão, com investimentos em frota, infraestrutura, tecnologia e novos mecanismos de acompanhamento da qualidade dos serviços.</p>
<p>A licitação está estruturada para selecionar operadores responsáveis pela prestação do serviço de acordo com parâmetros contratuais de atendimento, frequência e desempenho.</p>
<p>O calendário divulgado para o projeto prevê a apresentação das propostas em 17 de novembro de 2026 e o leilão em 26 de novembro.</p>
<p>Entre os objetivos da reestruturação estão a reorganização da rede de linhas, a integração entre serviços, a renovação da frota e a ampliação da participação dos ônibus elétricos.</p>
<p>O planejamento prevê a incorporação de 250 ônibus elétricos entre 2027 e 2031.</p>
<p>Nesse contexto, o COM Rio terá a atribuição de acompanhar a implantação dos serviços concedidos e verificar o cumprimento dos parâmetros operacionais definidos nos contratos.</p>
<p>A implantação do centro também ocorre em um cenário no qual a remuneração dos operadores considera os quilômetros percorridos, enquanto os contratos preveem indicadores de desempenho e mecanismos de penalização por resultados abaixo dos padrões estabelecidos.</p>
<h3>Dados serão utilizados para calcular indicadores de desempenho e apoiar a fiscalização</h3>
<p>Outro ponto importante do decreto é a determinação de que o COM Rio produza os registros necessários à apuração dos componentes do Índice de Desempenho de Transporte (IDT), previsto nos instrumentos de delegação.</p>
<p>O novo centro deverá consolidar informações sobre a qualidade e a regularidade do atendimento, fornecendo relatórios e evidências aos gestores, fiscais e comissões responsáveis pelo acompanhamento dos contratos.</p>
<p>Entre suas atribuições estão o registro e a preservação das ocorrências identificadas, com mecanismos de rastreabilidade e auditoria.</p>
<p>Esses registros poderão subsidiar processos administrativos de fiscalização e avaliação contratual.</p>
<p>A aplicação de multas e outras penalidades continuará sendo atribuição dos agentes e autoridades competentes, com observância dos procedimentos administrativos, do contraditório e do direito de defesa.</p>
<p>O modelo procura estabelecer uma relação entre os dados registrados automaticamente pelos sistemas e o trabalho de fiscalização desenvolvido pela Secretaria Municipal de Transportes.</p>
<p>O COM Rio também deverá produzir estudos sobre a oferta, a programação operacional e os itinerários, permitindo que as informações coletadas sejam utilizadas no planejamento dos serviços.</p>
<h3>BRT e VLT serão acompanhados em articulação com seus próprios centros de controle</h3>
<p>O decreto estabelece que o monitoramento abrangerá o sistema BRT e o VLT, mediante articulação com seus respectivos centros de controle operacional.</p>
<p>A nova estrutura deverá respeitar as responsabilidades dos órgãos e operadores que já administram os sistemas.</p>
<p>No BRT, o monitoramento poderá contribuir para a análise das condições de circulação dos ônibus, da regularidade das viagens e das ocorrências que afetam corredores, terminais e estações.</p>
<p>A Mobi-Rio, companhia municipal responsável pela operação do BRT, mantém sua própria estrutura de gestão operacional.</p>
<p>No VLT, a articulação permitirá compartilhar informações relevantes para a circulação no Centro e na região portuária, incluindo interferências provocadas por incidentes, alterações no trânsito e eventos.</p>
<p>O decreto também prevê a inclusão progressiva do Sistema de Transporte Unificado Complementar (STUC), conforme os veículos e serviços sejam incorporados às tecnologias necessárias ao monitoramento.</p>
<p>Outros serviços de competência municipal poderão ser acrescentados por decisão do secretário municipal de Transportes.</p>
<h3>Centro poderá atuar em paralisações, fortes chuvas, interdições e grandes eventos</h3>
<p>A atuação do COM Rio também envolverá a coordenação da resposta operacional a situações que afetem o transporte público.</p>
<p>O decreto menciona interdições, incidentes, eventos climáticos, grandes eventos, paralisações e outras situações de contingência.</p>
<p>Nessas circunstâncias, a unidade deverá trabalhar em articulação com o COR, operadores de transporte e demais órgãos municipais responsáveis pelas medidas necessárias.</p>
<p>A integração pretende permitir que informações de diferentes sistemas sejam utilizadas para orientar alterações operacionais, acionar equipes e comunicar ocorrências aos usuários.</p>
<p>A nova unidade também terá atribuição de divulgar informações sobre alterações de itinerário, interrupções, desvios e outras situações relevantes para os passageiros.</p>
<p>A chefia do COM Rio deverá estabelecer protocolos operacionais, definir prioridades, supervisionar as equipes e apresentar relatórios periódicos das atividades à Secretaria Municipal de Transportes.</p>
<p>As empresas responsáveis pelos serviços monitorados deverão manter canais permanentes de comunicação com o centro e atender aos acionamentos realizados dentro das condições previstas nos contratos e atos regulatórios.</p>
<h3>Imagens e informações também poderão auxiliar a segurança pública</h3>
<p>O decreto autoriza o COM Rio a encaminhar informações, imagens e dados relacionados a ocorrências de interesse da segurança pública à CIVITAS e a outros órgãos competentes.</p>
<p>O compartilhamento deverá seguir protocolos formais, com definição da finalidade, dos dados utilizados, dos prazos de armazenamento e dos controles de acesso.</p>
<p>A norma também estabelece regras para o tratamento de informações pessoais, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a política municipal de proteção de dados.</p>
<p>O acesso aos registros e imagens deverá ser limitado aos agentes autorizados, com mecanismos de controle e rastreabilidade.</p>
<p>O encarregado de dados da Secretaria Municipal de Transportes será responsável por atuar na governança dessas informações e elaborar relatório de impacto à proteção de dados pessoais.</p>
<h3>Controle operacional passa a integrar a estrutura permanente de gestão do transporte</h3>
<p>Com o decreto, o monitoramento em tempo real passa a fazer parte da estrutura formal da Secretaria Municipal de Transportes, reunindo informações que podem ser utilizadas no acompanhamento da operação cotidiana e nos processos de reestruturação do sistema de ônibus.</p>
<p>A nova unidade terá responsabilidades que vão desde a identificação de falhas nas partidas até a produção de análises para revisão de itinerários e oferta de viagens.</p>
<p>O funcionamento será contínuo, com articulação entre empresas operadoras, equipes de fiscalização, centros de controle, órgãos de trânsito e serviços de emergência.</p>
<p>O decreto entrou em vigor nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026. A Secretaria Municipal de Transportes poderá editar normas complementares para disciplinar a execução das atividades do COM Rio.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Prefeitura de São Paulo autoriza mais R$ 5,28 milhões para contrato da SPTrans de gerenciamento e fiscalização dos ônibus</title>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 14:31:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Segundo aditamento representa acréscimo de 2,83% sobre o valor inicial do contrato e inclui readequação da proposta técnica e comercial dos serviços prestados ao sistema municipal ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo autorizou um acréscimo de R$ 5.284.819,00 ao contrato mantido com a SPTrans para os serviços de gerenciamento, fiscalização, planejamento, administração e engenharia [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1128062.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1128062.jpg?w=4077&amp;ssl=1 4077w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1128062.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1128062.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1128062.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1128062.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1128062.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1128062.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1128062.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260930_1128062.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Segundo aditamento representa acréscimo de 2,83% sobre o valor inicial do contrato e inclui readequação da proposta técnica e comercial dos serviços prestados ao sistema municipal</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo autorizou um acréscimo de R$ 5.284.819,00 ao contrato mantido com a SPTrans para os serviços de gerenciamento, fiscalização, planejamento, administração e engenharia do transporte coletivo urbano. A medida foi publicada no Diário Oficial da Cidade desta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, e envolve atividades relacionadas ao acompanhamento da operação dos ônibus municipais, à organização do sistema e à fiscalização dos serviços prestados pelas empresas concessionárias.</p>
<p>O valor adicional corresponde a 2,83% do montante inicial do contrato firmado em 2026 entre a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a São Paulo Transporte S/A (SPTrans). O aditamento está associado a uma readequação da proposta técnica e comercial e recebeu autorização após análise das áreas financeira e jurídica da secretaria. A publicação também autoriza a emissão do empenho correspondente à despesa.</p>
<p>A SPTrans é a empresa responsável pelo gerenciamento do sistema municipal de ônibus da capital paulista, que atende milhões de deslocamentos e reúne concessionárias distribuídas pelas diferentes regiões da cidade.</p>
<p>Entre suas atribuições estão o planejamento operacional, o acompanhamento do cumprimento das viagens, a fiscalização dos serviços, a análise de dados operacionais, o gerenciamento de informações e a administração de instrumentos relacionados à operação do transporte.</p>
<p>Essas atividades fazem parte da estrutura de supervisão do serviço público, cuja prestação cotidiana é realizada pelas empresas operadoras contratadas pela administração municipal.</p>
<h3>Aditamento altera o valor do contrato de gestão do sistema</h3>
<p>A autorização corresponde ao segundo termo aditivo do contrato nº 2/SMT/GAB/2026.</p>
<p>A publicação identifica como objeto a prestação de serviços especializados voltados ao gerenciamento, fiscalização, planejamento, administração e engenharia de transportes, relacionados ao Sistema de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros do Município de São Paulo.</p>
<p>O acréscimo foi autorizado com fundamento na legislação federal de licitações e contratos administrativos e nas normas municipais aplicáveis.</p>
<p>A decisão contempla três medidas: autorização do aditamento, autorização da despesa de R$ 5.284.819,00 e aprovação da minuta do segundo termo aditivo.</p>
<p>O valor será coberto por dotação orçamentária da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte.</p>
<p>Considerando o percentual informado, o valor inicial de referência do contrato corresponde a aproximadamente R$ 186,3 milhões. A parcela adicional representa cerca de 2,84% dessa base.</p>
<h3>Contrato integra estrutura de controle dos serviços de ônibus</h3>
<p>A estrutura contratual entre a Prefeitura e a SPTrans tem natureza diferente dos contratos das concessionárias que operam os ônibus.</p>
<p>Enquanto as operadoras são responsáveis pelo fornecimento dos veículos, motoristas, manutenção e execução das viagens, a SPTrans exerce funções de gestão, supervisão e fiscalização do sistema.</p>
<p>O trabalho abrange o acompanhamento das informações de operação, indicadores, programação dos serviços e outras atividades técnicas necessárias à administração do transporte municipal.</p>
<p>A revisão dos recursos destinados a essas funções ocorre em meio às discussões sobre subsídios públicos, renovação das frotas, eletrificação dos ônibus e fiscalização contratual.</p>
<p>O acréscimo também integra o conjunto de despesas municipais relacionadas à manutenção da estrutura administrativa e técnica necessária ao funcionamento do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>ARTESP rejeita pedidos da Transpen para alterar linhas de ônibus entre São Paulo, Itararé, Ribeira e Apiaí</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/artesp-rejeita-pedidos-da-transpen-para-alterar-linhas-de-onibus-entre-sao-paulo-itarare-ribeira-e-apiai/</link>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 14:01:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões publicadas nesta quinta-feira (15) abrangem três ligações rodoviárias intermunicipais; empresa manifestou desinteresse nas solicitações de mudanças de horários e condições operacionais ADAMO BAZANI A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) rejeitou três pedidos apresentados pela Transpen – Transporte Coletivo e Encomendas Ltda. para alterar a operação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0742082.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0742082.jpg?w=3670&amp;ssl=1 3670w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0742082.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0742082.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0742082.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0742082.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0742082.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0742082.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0742082.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260919_0742082.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Decisões publicadas nesta quinta-feira (15) abrangem três ligações rodoviárias intermunicipais; empresa manifestou desinteresse nas solicitações de mudanças de horários e condições operacionais</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) rejeitou três pedidos apresentados pela Transpen – Transporte Coletivo e Encomendas Ltda. para alterar a operação de linhas rodoviárias intermunicipais que ligam a capital paulista a Itararé, Ribeira e Apiaí, no interior do Estado. As decisões foram publicadas no Diário Oficial desta quinta-feira, 15 de outubro de 2026.</p>
<p>Nos três casos, a agência considerou a manifestação de desinteresse da própria empresa e o tempo transcorrido desde a apresentação das solicitações. As decisões encerram a análise desses pedidos específicos, preservando a necessidade de autorização regulatória para eventuais mudanças futuras na operação.</p>
<h3>Quais são as três ligações envolvidas nas decisões da ARTESP</h3>
<p>A primeira decisão envolve a ligação rodoviária São Paulo–Itararé, registrada nos autos 4040/DER/61. A Transpen havia solicitado alterações operacionais de horários e frequências.</p>
<p>Ao analisar o requerimento, a ARTESP decidiu pelo indeferimento, considerando que a permissionária manifestou desinteresse e que o pedido havia perdido atualidade devido ao tempo transcorrido.</p>
<p>A segunda decisão diz respeito à linha São Paulo–Ribeira, identificada pelos autos 4078/DER/61. Nesse caso, a solicitação era de alteração operacional. A agência adotou a mesma fundamentação para rejeitar o requerimento.</p>
<p>A terceira decisão corresponde à ligação São Paulo–Apiaí, registrada nos autos 8935/DER/80. A empresa havia pedido mudanças nos horários e nas frequências, mas também manifestou desinteresse na continuidade da solicitação.</p>
<p>As três decisões foram formalizadas pela Superintendência de Transporte Coletivo da ARTESP, responsável pela regulamentação e fiscalização do transporte rodoviário intermunicipal de passageiros.</p>
<h3>Importância das linhas para o sudoeste paulista e o Vale do Ribeira</h3>
<p>As ligações abrangidas pelos processos atendem a municípios localizados em diferentes regiões do interior paulista.</p>
<p>Itararé fica na região sudoeste do Estado, próxima à divisa com o Paraná. Apiaí e Ribeira estão na região do Alto Ribeira, território caracterizado por cidades de menor porte, áreas rurais e deslocamentos regionais.</p>
<p>O transporte rodoviário intermunicipal tem importância para passageiros que precisam chegar à capital por motivos profissionais, familiares, comerciais, educacionais e de saúde, além de possibilitar conexões com outros serviços rodoviários.</p>
<p>As decisões administrativas sobre horários e frequências têm relevância porque a oferta de viagens interfere diretamente nas possibilidades de deslocamento dos moradores dessas localidades.</p>
<p>Em uma ligação rodoviária, a frequência corresponde à quantidade de viagens oferecidas em determinado período. Mudanças nessa programação podem afetar o tempo de espera, os horários de saída e chegada e as possibilidades de conexão dos passageiros.</p>
<p>Por isso, alterações operacionais solicitadas pelas empresas dependem da análise do poder público responsável pela regulamentação do serviço.</p>
<h3>O que acontece com os pedidos indeferidos</h3>
<p>Os indeferimentos publicados em 15 de outubro correspondem às três solicitações apresentadas pela Transpen.</p>
<p>A manutenção ou modificação das condições operacionais autorizadas das linhas depende dos atos regulatórios aplicáveis a cada ligação. Para uma eventual nova alteração, a operadora deverá observar os procedimentos estabelecidos pela ARTESP.</p>
<p>A análise também demonstra a importância da atualização dos processos administrativos de transporte. Solicitações apresentadas em determinado contexto operacional podem perder pertinência com a passagem do tempo e com a mudança das necessidades de atendimento.</p>
<p>As decisões sobre Itararé, Ribeira e Apiaí integram as atividades de acompanhamento dos serviços rodoviários intermunicipais exercidas pela ARTESP em todo o Estado de São Paulo.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Ministério do Planejamento reduz em R$ 338 milhões limite de empenho do Ministério das Cidades até dezembro</title>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 13:31:21 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Alteração publicada no Diário Oficial da União redistribui limites orçamentários entre ministérios; medida envolve a programação de despesas federais e merece acompanhamento dos investimentos em mobilidade urbana ADAMO BAZANI O Ministério do Planejamento e Orçamento publicou nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, uma portaria que reduz em R$ 338 milhões o limite de movimentação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-14.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-14.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-14.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-14.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-14.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> <p><em>Alteração publicada no Diário Oficial da União redistribui limites orçamentários entre ministérios; medida envolve a programação de despesas federais e merece acompanhamento dos investimentos em mobilidade urbana</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Ministério do Planejamento e Orçamento publicou nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, uma portaria que reduz em R$ 338 milhões o limite de movimentação e empenho do Ministério das Cidades até dezembro deste ano. A alteração, prevista na Portaria GM/MPO nº 441, de 14 de outubro, também estabelece redução de R$ 253,5 milhões no limite considerado até novembro e promove ampliações correspondentes para os ministérios da Fazenda, Meio Ambiente e Mudança do Clima e Portos e Aeroportos.</p>
<p>A medida modifica a programação orçamentária do governo federal, estabelecendo novos limites para a execução de despesas classificadas em diferentes categorias. O Ministério das Cidades concentra políticas públicas que incluem habitação, saneamento e mobilidade urbana, entre elas programas de financiamento de infraestrutura de transportes coletivos, corredores de ônibus e projetos ferroviários urbanos. A alteração exige atenção à execução financeira dessas iniciativas, pois o limite de empenho determina a capacidade de os órgãos assumirem compromissos dentro do orçamento autorizado.</p>
<h3>Redução alcança R$ 338 milhões até dezembro</h3>
<p>A portaria apresenta os seguintes valores para o Ministério das Cidades:</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Período de referência</th>
<th>Redução do limite</th>
</tr>
<tr>
<td>Até novembro de 2026</td>
<td>R$ 253.500.000</td>
</tr>
<tr>
<td>Até dezembro de 2026</td>
<td>R$ 338.000.000</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Os valores estão classificados como RP 3, categoria orçamentária associada a despesas primárias discricionárias que se enquadram nessa modalidade de programação.</p>
<p>Os anexos apresentam os valores para cada período de referência. O limite até dezembro supera o de novembro em R$ 84,5 milhões.</p>
<p>A alteração se refere aos limites autorizados de movimentação e empenho, instrumento utilizado para controlar a execução do orçamento.</p>
<p>O empenho é a etapa em que a administração pública formaliza uma obrigação de pagamento vinculada a uma despesa autorizada.</p>
<p>Sua realização não corresponde necessariamente à liberação imediata do dinheiro ou ao pagamento de uma obra ou serviço.</p>
<h3>Portaria amplia limites de três ministérios</h3>
<p>A mesma publicação apresenta ampliações para outros órgãos federais.</p>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Ministério</th>
<th>Até novembro</th>
<th>Até dezembro</th>
</tr>
<tr>
<td>Fazenda</td>
<td>R$ 220.152.505</td>
<td>R$ 300.000.000</td>
</tr>
<tr>
<td>Meio Ambiente e Mudança do Clima</td>
<td>R$ 18.871.270</td>
<td>R$ 20.000.000</td>
</tr>
<tr>
<td>Portos e Aeroportos</td>
<td>R$ 14.476.225</td>
<td>R$ 18.000.000</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>R$ 253.500.000</td>
<td>R$ 338.000.000</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>As ampliações estão classificadas como RP 2, relativa a despesas primárias discricionárias.</p>
<p>Os valores totais ampliados correspondem aos valores reduzidos no Ministério das Cidades em cada período.</p>
<p>A portaria integra os procedimentos de gestão da programação financeira e orçamentária do governo federal.</p>
<h3>Mobilidade urbana está entre as áreas de atuação do Ministério das Cidades</h3>
<p>O Ministério das Cidades desempenha papel na estruturação de programas federais destinados a municípios e estados.</p>
<p>Na mobilidade urbana, sua atuação envolve iniciativas relacionadas à modernização do transporte coletivo, financiamento de sistemas de ônibus, corredores exclusivos, BRTs e infraestrutura ferroviária urbana.</p>
<p>Entre os instrumentos utilizados nesse segmento estão o Pró-Transporte, com recursos associados ao FGTS, e programas de renovação de frotas voltados ao transporte coletivo.</p>
<p>O financiamento de ônibus de baixa emissão e de veículos elétricos também integra o conjunto mais amplo de políticas públicas relacionadas à transformação da mobilidade.</p>
<p>A execução de projetos financiados com recursos federais pode envolver diferentes fontes orçamentárias e financeiras, inclusive operações de crédito e fundos com regulamentação específica.</p>
<p>A portaria publicada nesta quinta-feira estabelece uma alteração global da programação do Ministério das Cidades na categoria indicada, abrangendo o conjunto das políticas dessa classificação.</p>
<p>O acompanhamento dos programas de mobilidade dependerá da execução orçamentária das ações e de seus respectivos instrumentos de financiamento.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Busscar entrega Vissta Buss 365 NB1 à GL Turismo no Uruguai</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/busscar-entrega-vissta-buss-365-nb1-a-gl-turismo-no-uruguai/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 13:17:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Modelo de 15 metros montado sobre chassi Volvo B450R 6&#215;2 reúne conectividade, entretenimento, recursos de segurança e espaço para viagens de turismo ARTHUR FERRARI A Busscar entregou um ônibus Vissta Buss 365 NB1 à GL Turismo, empresa do Uruguai. O veículo foi configurado para operações de turismo e conta com capacidade para 50 passageiros, poltronas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="547" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-2.png?fit=800%2C547&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-2.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-2.png?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-2.png?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-2.png?resize=768%2C525&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome-2.png?resize=400%2C274&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <div><em>Modelo de 15 metros montado sobre chassi Volvo B450R 6&#215;2 reúne conectividade, entretenimento, recursos de segurança e espaço para viagens de turismo</em></div>
<div>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A Busscar entregou um ônibus Vissta Buss 365 NB1 à GL Turismo, empresa do Uruguai. O veículo foi configurado para operações de turismo e conta com capacidade para 50 passageiros, poltronas do tipo Class Leito Turismo e diferentes recursos voltados ao conforto durante viagens de longa duração.</p>
<p>Com 15 metros de comprimento, o modelo foi encarroçado sobre chassi Volvo B450R 6&#215;2. A configuração inclui itens de conectividade, entretenimento e climatização, além de equipamentos destinados a auxiliar o motorista e a equipe operacional.</p>
<p>O salão de passageiros recebeu poltronas com espuma viscoelástica e apoios para cabeça, pernas e pés. Os assentos também contam com cintos de segurança de três pontos. Para facilitar o uso de dispositivos eletrônicos durante os trajetos, há tomadas individuais USB-A e USB-C, além de suportes para celulares.</p>
<p>Os revestimentos e acabamentos internos foram definidos conforme as escolhas da GL Turismo, de acordo com as características do serviço prestado pela empresa.</p>
<p>O sistema de climatização reúne ar-condicionado com filtro antipólen e renovação de ar, calefação e dois tetos solares com renovação de ar. O sanitário também é climatizado e dispõe de sistema de odorização e detector de fumaça.</p>
<p>Na área de entretenimento, o ônibus oferece monitores, central multimídia, conexão Wi-Fi e servidor de filmes. A iluminação interna inclui luzes indiretas com cromoterapia e pontos individuais para leitura. O veículo também conta com geladeira de 60 litros e aquecedores elétricos para o atendimento aos passageiros.</p>
<p>Entre os recursos destinados à operação estão o travamento pneumático do bagageiro, acompanhado de alerta no painel, e a iluminação externa na área de acesso ao veículo.</p>
<p>O sistema de portas impede que o ônibus comece a se movimentar enquanto elas estiverem abertas e bloqueia a abertura durante a circulação. Câmeras, sensores e iluminação dianteira em LED também integram os equipamentos que auxiliam o condutor durante a condução e as manobras.</p>
<p>A cabine foi projetada para oferecer ergonomia ao motorista. Para operações com revezamento de condutores, o espaço reservado ao segundo motorista dispõe de climatização, ventilação e comunicação por interfone.</p>
<p>O Vissta Buss 365 NB1 recebeu o prêmio iF Design Award em 2024, reconhecimento citado pela fabricante entre os destaques do modelo.</p>
<p>“Esta configuração mostra o cuidado com cada escolha do projeto e entrega um conjunto muito adequado à proposta de serviço do cliente”, destaca Paulo Corso, Diretor Comercial da BUSSCAR.</p>
<p>Já Fabien Accariès, Gerente de Exportação da BUSSCAR, relacionou a entrega ao trabalho da fabricante no mercado uruguaio. “Conhecer de perto a operação de cada cliente é fundamental para o nosso trabalho. Esta entrega é mais um resultado dessa relação com o mercado uruguaio.”</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
</div>
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  </item>
  <item>
    <title>ARTESP multa Ecovias dos Imigrantes por tempo de espera em pedágios de Diadema, Eldorado e Batistini, em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/artesp-multa-ecovias-dos-imigrantes-por-tempo-de-espera-em-pedagios-de-diadema-eldorado-e-batistini-em-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 13:01:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Agência rejeitou defesa da concessionária após identificar descumprimento de parâmetro contratual de atendimento nas praças da Rodovia dos Imigrantes; empresa pode recorrer ADAMO BAZANI A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) decidiu aplicar multa à concessionária Ecovias dos Imigrantes por descumprimento das condições contratuais relacionadas ao tempo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="596" height="335" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-13-1.jpg?fit=596%2C335&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-13-1.jpg?w=596&amp;ssl=1 596w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-13-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-13-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-13-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 596px) 100vw, 596px" /> <p><em>Agência rejeitou defesa da concessionária após identificar descumprimento de parâmetro contratual de atendimento nas praças da Rodovia dos Imigrantes; empresa pode recorrer</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) decidiu aplicar multa à concessionária Ecovias dos Imigrantes por descumprimento das condições contratuais relacionadas ao tempo de espera dos veículos em três praças de pedágio da Rodovia dos Imigrantes (SP-160), na Região Metropolitana de São Paulo. A decisão, publicada nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, envolve os pedágios de Diadema, Eldorado e Batistini.</p>
<p>A penalidade foi aplicada depois que a Superintendência de Rodovias da ARTESP rejeitou a defesa da concessionária. A fiscalização apontou descumprimento do parâmetro de espera média de três minutos nas filas de pedágio, especificamente no percentual de ocorrências previsto no enquadramento da infração. A Ecovias poderá apresentar recurso ao Conselho Diretor da agência no prazo de 15 dias.</p>
<h3>Decisão envolve três praças de pedágio da Rodovia dos Imigrantes</h3>
<p>Segundo a decisão da ARTESP, a penalidade está relacionada à operação do sistema de controle de arrecadação das praças de pedágio, atividade que integra as obrigações assumidas pela concessionária.</p>
<p>Foram identificadas as seguintes praças:</p>
<ul>
<li>Diadema;</li>
<li>Eldorado;</li>
<li>Batistini.</li>
</ul>
<p>As três estão situadas na Rodovia dos Imigrantes, importante ligação rodoviária entre a Região Metropolitana de São Paulo e a Baixada Santista.</p>
<p>O enquadramento utilizado pela agência está relacionado ao tempo médio de espera na fila de pedágio, com referência ao limite de três minutos nos 15% restantes dos casos.</p>
<p>A decisão identifica o descumprimento como infração relacionada à operação do sistema de controle de arrecadação, classificada no grupo de penalidades previsto na regulamentação da ARTESP.</p>
<h3>Tempo de espera nos pedágios interfere nos deslocamentos entre a Grande São Paulo e o litoral</h3>
<p>A Rodovia dos Imigrantes integra o Sistema Anchieta-Imigrantes, utilizado por veículos particulares, ônibus rodoviários, ônibus de fretamento e veículos de transporte de cargas.</p>
<p>O desempenho das praças de pedágio tem influência sobre o tempo de viagem, especialmente nos períodos de maior movimento.</p>
<p>As filas podem representar atraso para passageiros que utilizam serviços rodoviários, trabalhadores que precisam se deslocar entre diferentes municípios e motoristas que circulam diariamente pelo sistema.</p>
<p>O controle dos tempos de espera integra os mecanismos de avaliação da qualidade dos serviços prestados pela concessionária.</p>
<p>Além das condições de conservação e segurança das rodovias, os contratos de concessão estabelecem obrigações relacionadas à operação dos equipamentos, ao atendimento dos usuários e à circulação dos veículos.</p>
<h3>Ecovias tem prazo para recorrer da multa</h3>
<p>A penalidade foi formalizada pela Superintendência de Rodovias da ARTESP após o indeferimento das defesas apresentadas pela Ecovias dos Imigrantes.</p>
<p>A concessionária foi intimada da decisão e poderá recorrer ao Conselho Diretor da agência no prazo de 15 dias, conforme as disposições da legislação estadual que disciplina os processos administrativos.</p>
<p>A decisão integra a fiscalização das obrigações contratuais das concessionárias de rodovias paulistas, incluindo o desempenho operacional das praças de pedágio.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Passageiro é atingido por tiro dentro de ônibus municipal de São Paulo na Marginal Pinheiros</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/passageiro-e-atingido-por-tiro-dentro-de-onibus-municipal-de-sao-paulo-na-marginal-pinheiros/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 12:50:29 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Disparos ocorreram durante assalto nas proximidades da Ponte do Morumbi; coletivo envolvido atendia a linha 637A-10 ARTHUR FERRARI Um passageiro de 58 anos foi atingido de raspão por um disparo de arma de fogo dentro de um ônibus do transporte público de São Paulo (SP), na noite de quarta-feira (14). A ocorrência foi registrada por [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-08-21-at-14.59.12.webp?fit=800%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-08-21-at-14.59.12.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-08-21-at-14.59.12.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-08-21-at-14.59.12.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-08-21-at-14.59.12.webp?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2023-08-21-at-14.59.12.webp?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <div><em>Disparos ocorreram durante assalto nas proximidades da Ponte do Morumbi; coletivo envolvido atendia a linha 637A-10</em></div>
<div>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um passageiro de 58 anos foi atingido de raspão por um disparo de arma de fogo dentro de um ônibus do transporte público de São Paulo (SP), na noite de quarta-feira (14). A ocorrência foi registrada por volta das 20h45, na pista local da Marginal Pinheiros, na Avenida Major Sílvio de Magalhães Padilha, na altura da Ponte do Morumbi, no sentido bairro.</p>
<p>De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o coletivo havia parado em um ponto quando ocorreu um assalto nas proximidades. Durante a ação criminosa, suspeitos ainda não identificados efetuaram disparos, que atingiram o passageiro e provocaram danos ao ônibus.</p>
<p>A vítima recebeu atendimento médico após ser socorrida ao pronto-socorro da Notre Dame. Até as informações divulgadas pela SSP, não havia detalhes sobre o estado de saúde do homem após o atendimento</p>
<p>Em nota, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informaram que o veículo envolvido operava na linha 637A-10, que liga o Terminal Jardim Ângela ao Terminal Pinheiros. O serviço é realizado pela Metrópole.</p>
<p>O coletivo foi recolhido às 1h54 desta quinta-feira (15), algumas horas após a ocorrência.</p>
<p>A Polícia Militar foi acionada para atender ao caso, e a perícia também foi chamada para analisar as circunstâncias dos disparos e os danos causados ao veículo.</p>
<p>A ocorrência foi registrada no 89º Distrito Policial, no Jardim Taboão, como lesão corporal e dano. Os autores do assalto ainda não haviam sido identificados nas informações divulgadas pelas autoridades.</p>
<p><strong>Nota da SPTrans na íntegra</strong></p>
<p><em>A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que a ocorrência foi às 20h45 de quarta-feira (14) na Av. Major Sylvio de Magalhães Padilha (pista local da Marginal Pinheiros) altura da Ponte do Morumbi, sentido bairro, Cidade Jardim. O ônibus atingido operava pela linha 637A/10 Term. Jd. Ângela &#8211; Term. Pinheiros, da Metrópole, e foi recolhido à 1h54 desta quinta-feira (15). O Boletim de Ocorrência foi registrado no 89° DP.</em></p>
<p><strong>Nota da SSP na íntegra</strong></p>
<p><em>Um homem de 58 anos ficou ferido após ser atingido, de raspão, por um disparo de arma de fogo, ocorrido na noite da quarta-feira (14), na Avenida Major Sílvio de Magalhães Padilha, zona oeste da capital.</em></p>
<p><em>Policiais militares foram acionados para atender a ocorrência. Foi constatado que um ônibus havia parado em um ponto, quando houve um assalto nas intermediações. Em dado momento, os criminosos, ainda não identificados, efetuaram disparos que danificaram o coletivo e atingiram a vítima, que estava como passageiro. Ele foi socorrido ao PS da Notre Dame, onde recebeu atendimento médico.</em></p>
<p><em>A perícia foi acionada e o caso foi registrado como lesão corporal e Dano no 89° DP (Jardim Taboão).</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte<br />
</strong></em></p>
</div>
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    <title>Fiscalização de bicicletas elétricas em São Paulo será tema de debate na Câmara após início das ações da CET e GCM</title>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 12:28:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Requerimento apresentado por Renata Falzoni pede audiência sobre abordagens, autuações, segurança viária e direitos de ciclistas, entregadores e usuários de equipamentos elétricos ADAMO BAZANI A fiscalização de bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual em São Paulo deverá entrar na pauta de uma audiência pública da Câmara Municipal, após o início de ações realizadas pela [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="635" height="411" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/screen-shot-2024-09-13-at-20-44-55-opf9iasjrc.webp?fit=635%2C411&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/screen-shot-2024-09-13-at-20-44-55-opf9iasjrc.webp?w=635&amp;ssl=1 635w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/screen-shot-2024-09-13-at-20-44-55-opf9iasjrc.webp?resize=300%2C194&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/screen-shot-2024-09-13-at-20-44-55-opf9iasjrc.webp?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/screen-shot-2024-09-13-at-20-44-55-opf9iasjrc.webp?resize=400%2C259&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 635px) 100vw, 635px" /> <p><em>Requerimento apresentado por Renata Falzoni pede audiência sobre abordagens, autuações, segurança viária e direitos de ciclistas, entregadores e usuários de equipamentos elétricos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A fiscalização de bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual em São Paulo deverá entrar na pauta de uma audiência pública da Câmara Municipal, após o início de ações realizadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), com apoio da Guarda Civil Metropolitana (GCM), em 13 de outubro de 2026. O pedido foi apresentado pela vereadora Renata Falzoni (PSB) e publicado no Diário Oficial desta quinta-feira, 15 de outubro, com o objetivo de discutir as regras de circulação, os procedimentos de abordagem e as condições de segurança para ciclistas, pedestres e outros usuários das vias.</p>
<p>A proposta pretende reunir órgãos públicos, entidades ligadas à mobilidade ativa e trabalhadores que utilizam bicicletas em suas atividades profissionais. Entre os temas que deverão ser debatidos estão os critérios de fiscalização, a identificação dos veículos, a aplicação de multas, os procedimentos de defesa administrativa e a convivência entre bicicletas convencionais, elétricas e equipamentos autopropelidos nos espaços de circulação.</p>
<p>O requerimento foi apresentado à Comissão de Trânsito, Transporte, Mobilidade Urbana e Atividade Econômica.</p>
<p>A iniciativa considera a regulamentação municipal aplicável à circulação desses veículos, incluindo a Portaria SMT/SEMTRA nº 023, de 13 de agosto de 2026, posteriormente alterada pela Portaria nº 025.</p>
<h3>Fiscalização começou em 13 de outubro</h3>
<p>O documento parlamentar registra o início da fiscalização municipal em 13 de outubro, com atuação da CET e apoio da GCM.</p>
<p>A expansão do uso de bicicletas elétricas e outros equipamentos de mobilidade individual trouxe novas situações para o trânsito da capital.</p>
<p>Parte desses veículos compartilha espaços com bicicletas convencionais, enquanto outros possuem características técnicas e operacionais distintas.</p>
<p>A fiscalização envolve questões como identificação dos equipamentos, classificação dos veículos, limites de circulação e respeito às regras estabelecidas pelos órgãos de trânsito.</p>
<p>Para os profissionais de entregas, o tema tem impacto direto sobre as condições de trabalho, uma vez que bicicletas e equipamentos elétricos passaram a integrar as operações de serviços intermediados por aplicativos.</p>
<h3>Câmara quer ouvir entidades e trabalhadores</h3>
<p>O requerimento propõe a participação de representantes da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, Secretaria Executiva de Mobilidade e Trânsito, CET, Secretaria Municipal de Segurança Urbana e Guarda Civil Metropolitana.</p>
<p>Também estão entre os convidados sugeridos a Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade), a União de Ciclistas do Brasil, a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), representantes de grupos de ciclistas e trabalhadores que utilizam bicicletas e equipamentos elétricos.</p>
<p>A iniciativa inclui ainda representantes das prefeituras de Niterói, no Rio de Janeiro, e São José dos Campos, no interior paulista.</p>
<p>O objetivo é permitir a comparação de experiências municipais e discutir os critérios de fiscalização adotados em diferentes localidades.</p>
<h3>Regras de circulação e segurança</h3>
<p>O debate envolve a aplicação das normas de trânsito e a necessidade de garantir condições seguras de deslocamento.</p>
<p>A utilização de equipamentos elétricos ampliou as alternativas de transporte para pequenas distâncias e para atividades profissionais, especialmente entregas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a presença desses veículos em ciclovias, ciclofaixas e vias compartilhadas exige atenção às características de cada modalidade.</p>
<p>A audiência deverá tratar dos procedimentos utilizados pelos agentes fiscalizadores e das garantias previstas para os usuários durante a aplicação das regras.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Motorista de ônibus é preso por suspeita de embriaguez em Curitiba após denúncia de passageiros; nesta semana, condutor da Novo Horizonte/Jotamar provocou acidente na Anchieta com bafômetro positivo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/15/motorista-de-onibus-e-preso-por-suspeita-de-embriaguez-em-curitiba-apos-denuncia-de-passageiros-nesta-semana-condutor-da-novo-horizonte-jotamar-provocou-acidente-na-anchieta-com-bafometro-positivo/</link>
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    <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 12:15:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ocorrências no Paraná e em São Paulo reforçam discussão sobre prevenção ao consumo de álcool, fiscalização das condições dos motoristas e responsabilidade das empresas; caso de Cubatão registrou 0,68 mg/L no teste do bafômetro ADAMO BAZANI Um motorista de ônibus foi preso em Curitiba (PR) após denúncias de passageiros sobre suspeita de embriaguez e realização [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="625" height="470" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ea1858dd-d3e1-42be-baa7-80cc1af2fc13.webp?fit=625%2C470&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ea1858dd-d3e1-42be-baa7-80cc1af2fc13.webp?w=625&amp;ssl=1 625w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ea1858dd-d3e1-42be-baa7-80cc1af2fc13.webp?resize=300%2C226&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ea1858dd-d3e1-42be-baa7-80cc1af2fc13.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/ea1858dd-d3e1-42be-baa7-80cc1af2fc13.webp?resize=400%2C301&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 625px) 100vw, 625px" /> <p><em>Ocorrências no Paraná e em São Paulo reforçam discussão sobre prevenção ao consumo de álcool, fiscalização das condições dos motoristas e responsabilidade das empresas; caso de Cubatão registrou 0,68 mg/L no teste do bafômetro</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Um motorista de ônibus foi preso em Curitiba (PR) após denúncias de passageiros sobre suspeita de embriaguez e realização de manobras perigosas durante uma viagem. A ocorrência, divulgada pela Banda B, chama atenção para os riscos envolvidos na condução de veículos de transporte coletivo sob efeito de álcool e ocorre na mesma semana em que um motorista de 69 anos, da Novo Horizonte/Jotamar, foi preso em flagrante após provocar um engavetamento na Rodovia Anchieta, em Cubatão (SP). No acidente paulista, ocorrido na segunda-feira, 12 de outubro de 2026, o teste do bafômetro apontou 0,68 miligrama de álcool por litro de ar alveolar, resultado que caracteriza crime de trânsito.</p>
<p>Os dois episódios colocam em discussão os procedimentos de segurança adotados pelas empresas de ônibus antes e durante as viagens, incluindo a avaliação das condições dos condutores, a prevenção ao consumo de bebidas alcoólicas, o cumprimento das jornadas e períodos de descanso e os canais disponíveis para que passageiros e funcionários comuniquem situações de risco. A legislação brasileira estabelece penalidades administrativas e criminais para a condução sob influência de álcool e também prevê responsabilização de quem entrega ou permite a direção de um veículo a uma pessoa sem condições de conduzi-lo com segurança.</p>
<p>O caso de Curitiba foi noticiado pela Banda B a partir de uma denúncia feita por passageiros sobre o comportamento do condutor.</p>
<p>A atuação dos próprios usuários é um dos aspectos relevantes da ocorrência, pois permite comunicar situações potencialmente perigosas às autoridades.</p>
<p>A notícia da Banda B relata a prisão do motorista por suspeita de embriaguez e direção perigosa. Os detalhes do procedimento policial e os resultados de eventuais exames deverão ser considerados na apuração definitiva das circunstâncias.</p>
<h2>Na Anchieta, bafômetro apontou 0,68 mg/L após ônibus da Novo Horizonte/Jotamar provocar engavetamento</h2>
<p>Na segunda-feira, 12 de outubro, feriado de Nossa Senhora Aparecida, um ônibus rodoviário da Novo Horizonte/Jotamar se envolveu em um engavetamento no quilômetro 47 da Rodovia Anchieta, em Cubatão, no sentido litoral.</p>
<p>Como mostrou o Diário do Transporte, o ônibus atingiu uma caminhonete Ram e um Toyota Corolla, iniciando uma sequência de colisões que envolveu outros automóveis e uma carreta. O coletivo parou após atingir um Fiat Fastback.</p>
<p>A ocorrência provocou ferimentos leves, mobilizou equipes de resgate e deixou congestionamentos de aproximadamente 17 quilômetros na Anchieta.</p>
<p>Uma mulher gestante precisou ser encaminhada para avaliação médica em razão de abalo emocional.</p>
<p>As equipes da Ecovias Imigrantes, Polícia Militar Rodoviária e Corpo de Bombeiros participaram do atendimento.</p>
<p>Todas as faixas da pista no sentido litoral foram interditadas às 17h25. A primeira faixa foi liberada às 18h40, enquanto a segunda permaneceu bloqueada até aproximadamente 21h40.</p>
<p>O congestionamento atingiu o trecho entre os quilômetros 30 e 47 da Anchieta, além de provocar lentidão na Interligação Planalto.</p>
<p>Na terça-feira (13), o Diário do Transporte publicou que o motorista do ônibus, de 69 anos, havia sido preso em flagrante por embriaguez ao volante e lesão corporal culposa na direção de veículo automotor.</p>
<p>Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o teste do bafômetro registrou 0,68 mg/L.</p>
<p>O resultado supera o patamar de 0,34 mg/L considerado para o enquadramento criminal por meio do etilômetro, levando em conta a margem regulamentar de erro do equipamento.</p>
<p>Na apuração inicial, o condutor afirmou que o acelerador do ônibus teria travado na posição de aceleração.</p>
<p>Essa declaração integra os elementos analisados na investigação, juntamente com o resultado do teste de alcoolemia e os demais registros da ocorrência.</p>
<h2>Consumo de álcool compromete reação, percepção de velocidade e capacidade de decisão</h2>
<p>A condução de ônibus exige atenção permanente às condições da via, ao comportamento dos demais veículos e à segurança dos passageiros.</p>
<p>A ingestão de bebidas alcoólicas pode comprometer funções necessárias à direção, incluindo o tempo de reação, a coordenação motora, a percepção de distâncias, a avaliação da velocidade e a tomada de decisões.</p>
<p>Esses efeitos representam riscos especialmente importantes na condução de veículos pesados.</p>
<p>Um ônibus rodoviário pode transportar dezenas de passageiros e necessita de uma distância de frenagem compatível com seu peso, velocidade, condições da pista e características mecânicas.</p>
<p>Em trajetos de serra, como os percorridos pelas rodovias Anchieta e Imigrantes, a presença de declives, curvas e tráfego intenso exige cuidados adicionais.</p>
<p>A embriaguez ao volante também representa riscos nas operações urbanas, em que os motoristas precisam lidar com cruzamentos, semáforos, pedestres, motocicletas e paradas frequentes.</p>
<h2>O que diz a legislação sobre embriaguez ao volante</h2>
<p>O Código de Trânsito Brasileiro estabelece consequências administrativas e criminais para a condução sob influência de álcool.</p>
<p>O artigo 165 classifica a infração como gravíssima, com multa multiplicada por dez, suspensão do direito de dirigir por 12 meses e medidas administrativas previstas na legislação.</p>
<p>Já o artigo 306 prevê detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de obter habilitação para quem conduz veículo automotor com a capacidade psicomotora alterada pela influência de álcool ou outra substância psicoativa.</p>
<p>A comprovação do crime pode ocorrer por testes de alcoolemia, exames clínicos, perícias, imagens, testemunhas e outros meios de prova admitidos pela legislação.</p>
<p>O artigo 298 prevê como circunstância agravante dos crimes de trânsito o exercício de profissão ou atividade que exija cuidados especiais com o transporte de passageiros ou cargas.</p>
<p>A legislação também estabelece consequências específicas quando a condução sob influência de álcool resulta em lesões graves, gravíssimas ou mortes.</p>
<p>O enquadramento depende das circunstâncias e consequências de cada ocorrência, conforme a investigação e a análise das autoridades competentes.</p>
<h2>Empresas de ônibus também devem adotar medidas preventivas</h2>
<p>A segurança do transporte coletivo depende de procedimentos que envolvem motoristas, equipes de operação, responsáveis pela liberação dos veículos e gestores das empresas.</p>
<p>Entre as medidas que podem integrar programas de prevenção estão a orientação permanente dos empregados sobre os riscos do álcool, o acompanhamento das condições dos motoristas e a adoção de protocolos para situações em que um profissional apresente sinais de incapacidade para conduzir.</p>
<p>As empresas também podem estabelecer canais internos para comunicação de situações de risco, permitindo que colegas de trabalho, fiscais e outros funcionários informem ocorrências antes da saída dos ônibus.</p>
<p>A organização desses procedimentos precisa respeitar a legislação trabalhista, as normas de saúde ocupacional e os direitos dos empregados.</p>
<p>Nos serviços rodoviários, em que as viagens podem envolver diferentes cidades e longos períodos de deslocamento, o acompanhamento das equipes exige atenção especial.</p>
<p>A empresa precisa assegurar que o motorista esteja em condições de realizar o trajeto e que os períodos de descanso previstos sejam cumpridos.</p>
<p>O artigo 310 do Código de Trânsito Brasileiro estabelece responsabilização criminal para quem permite, confia ou entrega a direção de veículo automotor a uma pessoa que, por embriaguez ou outras condições previstas na lei, esteja impossibilitada de conduzi-lo com segurança.</p>
<p>A aplicação desse dispositivo depende da comprovação das circunstâncias específicas de cada caso.</p>
<h2>Passageiros podem ajudar a evitar acidentes ao comunicar situações de risco</h2>
<p>O episódio relatado em Curitiba também mostra a importância da participação dos passageiros na identificação de situações potencialmente perigosas.</p>
<p>Manobras bruscas, alterações anormais na condução, dificuldade de manter a trajetória e outros comportamentos que comprometam a segurança podem motivar uma comunicação imediata aos responsáveis pelo serviço.</p>
<p>Em caso de suspeita de que o motorista esteja dirigindo sob influência de álcool, os passageiros podem procurar os canais de atendimento da empresa, comunicar a ocorrência às autoridades e solicitar providências para que a viagem continue em condições seguras.</p>
<p>Nas rodovias federais, a Polícia Rodoviária Federal atende pelo telefone 191. Em situações de emergência, a Polícia Militar pode ser acionada pelo 190.</p>
<p>A prevenção também envolve as empresas, que devem oferecer meios para receber e encaminhar denúncias relacionadas à segurança operacional.</p>
<p>A condução de um ônibus envolve responsabilidade sobre passageiros, pedestres e todos os demais usuários das vias. Os episódios registrados nesta semana reforçam a importância da fiscalização, dos procedimentos de prevenção e do cumprimento das regras de trânsito em todas as modalidades de transporte coletivo.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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