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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p>A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p>A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p>Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p>Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>VÍDEO: &#8220;PAC da Mobilidade é excelente, mas redução da burocracia tornaria programa mais efetivo&#8221;</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/17/video-pac-da-mobilidade-e-excelente-mas-reducao-da-burocracia-tornaria-programa-mais-efetivo/</link>
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    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 15:00:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[De acordo com vice da Mercedes-Benz, Walter Barbosa, mais crédito direto aos operadores e menores prazos entre a liberação de recursos e o faturamento dos ônibus estão entre os caminhos para melhorar programas de estímulo à renovação de frota ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA Apesar dos benefícios trazidos na renovação de frota e qualificação [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="716" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/04/WhatsApp-Image-2026-04-16-at-18.24.42-e1776374719914.jpeg?fit=1024%2C716&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>De acordo com vice da Mercedes-Benz, Walter Barbosa, mais crédito direto aos operadores e menores prazos entre a liberação de recursos e o faturamento dos ônibus estão entre os caminhos para melhorar programas de estímulo à renovação de frota</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p><div style="width: 1914px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-511420-2" width="1914" height="1080" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Walter-MBB.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Walter-MBB.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Walter-MBB.mp4</a></video></div></p>
<p>Apesar dos benefícios trazidos na renovação de frota e qualificação dos transportes coletivos, programas de incentivo a mobilidade do Governo Federal, como o PAC da Mobilidade e o Refrota, podem melhorar para conseguirem uma efetividade maior.</p>
<p>A opinião é do vice-presidente do segmento de ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, Walter Barbosa, em resposta ao criador e editor-chefe do <strong>Diário do Transporte</strong>, Adamo Bazani, em evento nesta quinta-feira, 16 de abril de 2026.</p>
<p>De acordo com Barbosa, o PAC da Mobilidade é muito bem-vindo, entretanto o crédito poderia, por exemplo, ser direto ao operador de transporte em diversas linhas.</p>
<p>Segundo o executivo, os volumes liberados são expressivos em reais, mas nem sempre isso é possível se converter em um curto prazo em volumes de ônibus novos para a população, e o motivo disso, de acordo com a avaliação do executivo, é a burocracia. Assim, nem todo recurso disponível acaba sendo empenhado de fato.</p>
<p>Walter Barbosa também citou o Refrota, o programa de financiamento de compra de frota nova de ônibus.</p>
<p>Mesmo havendo a linha para o operador privado, o vice-presidente da Mercedes-Benz aponta um longo prazo entre a aprovação do financiamento, a liberação do recurso e o faturamento do veículo, isso sem contar com a fabricação do ônibus. Tudo isso, de acordo com Walter Barbosa, poderia ser melhorado.</p>
<p>O <strong>Diário do Transporte</strong> tem mostrado as liberações dos recursos do PAC para a renovação de ônibus tanto a diesel menos poluente Euro 6 como com outras fontes de tração, como elétricos e a biometano.</p>
<p>Walter Barbosa ainda defende a ampliação do diálogo entre a indústria, os operadores e o Governo Federal.</p>
<p>O executivo também lembra que muitas vezes as prefeituras são responsáveis pelas licitações de compras de ônibus, justamente porque é dinheiro de ente público para ente público, mas nem sempre elas têm a capacitação técnica para formular um edital de aquisição de veículos.</p>
<p>Confira na íntegra o que disse o vice-presidente do segmento de ônibus da Mercedes-Benz, Walter Barbosa, em resposta a Adamo Bazani:</p>
<p>“Imagine o seguinte, hoje se eu fechar um carro com cliente do Refrota, normalmente isso leva 120 dias até eu conseguir fazer o faturamento. Está ótimo, eu só tenho que agradecer ao programa, mas se a gente puder reduzir essa burocracia, a gente consegue fazer mais carros. Por exemplo, o PAC da Mobilidade ajuda? Lógico que ajuda, 35 bilhões liberados, 10 bilhões em 2024, 4,4 bilhões em 2025, esse ano 2,2 bilhões, mas a gente não consegue utilizar esse recurso na sua totalidade devido a essas questões burocráticas. E vou dar um exemplo, o PAC da Mobilidade, normalmente o recurso sai do governo para o governo, e esse município que recebe o recurso, ele precisa muitas vezes fazer uma licitação, e ele não tem o conhecimento de como fazer essa licitação, tem operadores já com contrato de concessão naquele município, então eu acho assim, óbvio que toda e qualquer ajuda é sempre muito bem-vinda, o PAC da Mobilidade, lógico que ajuda, mas a gente tem que trabalhar formas de reduzir os processos burocráticos para gerar um volume maior.”</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Águia Branca reforça viagens regionais prevendo alta na demanda para o feriado de Tiradentes</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/17/aguia-branca-reforca-viagens-regionais-prevendo-alta-na-demanda-para-o-feriado-de-tiradentes/</link>
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    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:30:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa aumenta oferta de ônibus diante da procura por deslocamentos de curta e média distância ARTHUR FERRARI A Viação Águia Branca reforçou a operação para o feriado prolongado de Tiradentes, entre os dias 18 e 21 de abril, com foco em viagens de curta e média distância. A estratégia foi adotada após a identificação de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-13.jpg?fit=800%2C534&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-13.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-13.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-13.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-13.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-13.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Empresa aumenta oferta de ônibus diante da procura por deslocamentos de curta e média distância</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A Viação Águia Branca reforçou a operação para o feriado prolongado de Tiradentes, entre os dias 18 e 21 de abril, com foco em viagens de curta e média distância. A estratégia foi adotada após a identificação de um perfil de passageiro com decisões mais próximas da data do embarque e maior procura por destinos regionais.</p>
<p>No Espírito Santo, onde a empresa possui forte atuação, foram disponibilizados 45 ônibus extras com saídas a partir de Vitória (ES), Linhares (ES), Colatina (ES) e São Mateus (ES). Segundo a empresa, a movimentação apresenta distribuição mais pulverizada entre diferentes destinos, com destaque para deslocamentos entre cidades próximas e viagens para visitas familiares.</p>
<p>Entre os principais mercados, São Paulo (SP) concentra o maior volume de passageiros. Até o momento, mais de 8 mil passagens foram comercializadas, com a inclusão de 102 ônibus extras. O reforço representa aumento de 30% em relação à operação regular, totalizando 879 viagens programadas, considerando os trajetos de ida e volta.</p>
<p>No Rio de Janeiro (RJ), também houve ampliação significativa, com 100 ônibus adicionais e crescimento de 23% na oferta. Ao todo, foram programadas 1.063 viagens para o período.</p>
<p>Já na Bahia e em Minas Gerais, o reforço foi direcionado para cidades com demanda consolidada, como Itabuna (BA), Ilhéus (BA), Teixeira de Freitas (BA), Vitória da Conquista (BA), Governador Valadares (MG) e Viçosa (MG).</p>
<p>De acordo com Thiago Juffo, o comportamento dos passageiros neste feriado difere de outros períodos prolongados. “A gente percebe um passageiro mais flexível, que decide viajar mais perto da data e busca opções rápidas, principalmente para destinos próximos. Por isso, a operação precisa acompanhar esse movimento quase em tempo real”, afirma.</p>
<p>A empresa informou ainda que o monitoramento da demanda é contínuo, com ajustes na oferta conforme a movimentação observada em cada região durante o período do feriado prolongado.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>World Public Transport Day reforça papel da bilhetagem como “motor silencioso” da mobilidade urbana, diz Cassiano Rusycki</title>
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    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:25:36 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Para CEO da Mais Mobi, sistemas digitais deixaram de ser apenas pagamento e passaram a estruturar planejamento, governança e financiamento do transporte público ALEXANDRE PELEGI No dia 17 de abril, o mundo celebra pela primeira vez o World Public Transport Day, iniciativa global liderada pela UITP (União Internacional de Transporte Público) para destacar o papel [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="733" height="583" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-17-at-11.37.16.jpeg?fit=733%2C583&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-17-at-11.37.16.jpeg?w=733&amp;ssl=1 733w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-17-at-11.37.16.jpeg?resize=300%2C239&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-17-at-11.37.16.jpeg?resize=150%2C119&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-17-at-11.37.16.jpeg?resize=400%2C318&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 733px) 100vw, 733px" /> <p><em>Para CEO da Mais Mobi, sistemas digitais deixaram de ser apenas pagamento e passaram a estruturar planejamento, governança e financiamento do transporte público</em></p>
<p><em><strong>ALEXANDRE PELEGI</strong></em></p>
<p>No dia 17 de abril, o mundo celebra pela primeira vez o World Public Transport Day, iniciativa global liderada pela UITP (União Internacional de Transporte Público) para destacar o papel essencial do transporte coletivo na economia, na inclusão social e na sustentabilidade das cidades. A data surge com um objetivo claro: reforçar que mobilidade urbana deve ser tratada como infraestrutura estratégica para o desenvolvimento — e não apenas como deslocamento.</p>
<p>Nesse contexto, um elemento muitas vezes invisível ganha protagonismo: a bilhetagem eletrônica. Para Cassiano Rusycki, CEO da Mais Mobi, esse sistema se consolidou como o verdadeiro “motor silencioso” da mobilidade urbana contemporânea.</p>
<p>“Por trás de cada embarque em ônibus, trem ou metrô, existe a bilhetagem eletrônica. Ela é um elemento muitas vezes invisível, mas absolutamente decisivo para o funcionamento do sistema como um todo”, afirma.</p>
<p>Segundo ele, a mobilidade urbana passou por uma transformação estrutural nos últimos anos. “A digitalização da bilhetagem deixou de ser apenas uma evolução operacional. Hoje, ela é a base estratégica para o desenvolvimento de cidades inteligentes.”</p>
<p>Os números no Brasil mostram a dimensão dessa mudança. “Já temos sistemas de bilhetagem digital presentes em mais de mil cidades brasileiras, atendendo dezenas de milhões de passageiros diariamente, com uma base instalada enorme de validadores. Isso mostra que a tecnologia já é parte estrutural do transporte público”, explica.</p>
<p><strong>Dados como base da mobilidade</strong></p>
<p>Rusycki destaca que o principal impacto dessa transformação está na geração e uso de dados.</p>
<p>“Hoje, decisões sobre planejamento de frota, frequência de linhas, integração modal e até subsídios são baseadas em dados gerados pela bilhetagem eletrônica. Sem dados, não há mobilidade eficiente.”</p>
<p>Ele reforça que esse movimento também é reconhecido internacionalmente. “A própria UITP aponta que a bilhetagem evoluiu muito além do pagamento. Ela se tornou uma chave digital para integração entre modais, planejamento de demanda e gestão em tempo real.”</p>
<p>*Tarifa zero e o desafio da governança*</p>
<p>Ao abordar o avanço de políticas públicas como tarifa zero e subsídios, o executivo destaca que o papel da tecnologia se torna ainda mais crítico.</p>
<p>“A tarifa zero já é realidade em centenas de cidades brasileiras, e muitos municípios adotam subsídios para sustentar a operação. Isso amplia o acesso, o que é extremamente positivo, mas também aumenta a necessidade de controle e transparência.”</p>
<p>Para ele, a sustentabilidade desses modelos depende diretamente da qualidade dos dados.</p>
<p>“É nesse contexto que a bilhetagem eletrônica se mostra essencial. Ela permite monitorar gratuidades, acompanhar a demanda em tempo real, evitar fraudes e avaliar o impacto das políticas públicas com precisão.”</p>
<p>E faz um alerta claro: “Sem dados auditáveis, iniciativas como tarifa zero e subsídios correm o risco de perder sustentabilidade financeira e operacional.”</p>
<p><strong>Mais do que pagamento: uma ferramenta de Estado</strong></p>
<p>Rusycki enfatiza que a bilhetagem deixou de ser um sistema transacional para se tornar uma ferramenta de governança pública.</p>
<p>“Hoje, estamos falando de uma ferramenta que apoia o poder público na tomada de decisão, melhora o planejamento da oferta e garante transparência no uso dos recursos.”</p>
<p>Ele lembra que, enquanto o debate público costuma focar na infraestrutura física, há uma transformação silenciosa em curso.</p>
<p>“Quando pensamos em mobilidade urbana, imaginamos corredores de ônibus, expansão de trilhos, novas estações. Tudo isso é fundamental. Mas, nos bastidores, existe uma transformação ainda mais profunda acontecendo.”</p>
<p>E conclui: “Para que toda essa engrenagem funcione — envolvendo passageiros, operadores e poder público —, com dados, planejamento e eficiência, a bilhetagem eletrônica atua todos os dias de forma silenciosa, conduzindo a mobilidade urbana.”</p>
<p><em><strong>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Greve no transporte coletivo de Divinópolis (MG) prejudica milhares de passageiros nesta sexta-feira (17)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/17/greve-no-transporte-coletivo-de-divinopolis-mg-prejudica-milhares-de-passageiros-nesta-sexta-feira-17/</link>
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    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:02:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Reivindicações de trabalhadores incluem aumento salarial, benefícios e mudanças na carga horária ARTHUR FERRARI O transporte coletivo de Divinópolis (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte, não funciona nesta nesta sexta-feira, 17 de abril de 2026, durante greve de trabalhadores do sistema. O movimento envolve cerca de 280 profissionais vinculados ao Sindicato dos Trabalhadores em [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="572" height="388" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sem-titulo-15.png?fit=572%2C388&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sem-titulo-15.png?w=572&amp;ssl=1 572w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sem-titulo-15.png?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sem-titulo-15.png?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sem-titulo-15.png?resize=400%2C271&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 572px) 100vw, 572px" /> <p><em>Reivindicações de trabalhadores incluem aumento salarial, benefícios e mudanças na carga horária</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>O transporte coletivo de Divinópolis (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte, não funciona nesta nesta sexta-feira, 17 de abril de 2026, durante greve de trabalhadores do sistema. O movimento envolve cerca de 280 profissionais vinculados ao Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Divinópolis, após a ausência de acordo nas negociações trabalhistas com o consórcio responsável pela operação.</p>
<p>Entre as demandas apresentadas pela categoria está a elevação do piso salarial para R$ 4 mil. Atualmente, o vencimento gira em torno de R$ 3 mil. Também fazem parte da pauta o reajuste do vale-alimentação, que passaria de R$ 700 para R$ 1 mil, a manutenção do plano de saúde e a diminuição da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas.</p>
<p>Os trabalhadores também solicitam a incorporação de R$ 450 ao salário fixo, valor atualmente pago de forma separada pela atividade de cobrança de passagens. Outro ponto defendido pelos motoristas é a implementação de uma campanha voltada à valorização profissional.</p>
<p>Segundo o sindicato, não houve apresentação formal de proposta por parte das empresas operadoras, o que levou à deflagração da greve.</p>
<p>Com a interrupção parcial do serviço, a prefeitura adotou medidas emergenciais para reduzir os impactos na mobilidade urbana. Um decreto municipal autorizou a circulação de vans credenciadas para atender a população, com prioridade para itinerários que atendem hospitais e unidades de saúde.</p>
<p>Além disso, o Executivo municipal encaminhou à Câmara Municipal um projeto de lei em regime de urgência para permitir soluções temporárias enquanto as negociações entre trabalhadores e empresas são retomadas.</p>
<p>A paralisação atinge usuários em diferentes regiões da cidade e, até o momento, não há definição sobre quando o serviço será normalizado.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Empresa 1 aposta em Pix no validador, WhatsApp e IA para ampliar acesso ao transporte público</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/17/empresa-1-aposta-em-pix-no-validador-whatsapp-e-ia-para-ampliar-acesso-ao-transporte-publico/</link>
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    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 13:00:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Diretor comercial João Valle detalha, em entrevista ao Diário do Transporte, estratégias da empresa em Belo Horizonte, com destaque para casos em Florianópolis, Fortaleza e Guarulhos ALEXANDRE PELEGI Durante visita à sede da Empresa 1, em Belo Horizonte, o jornalista Alexandre Pelegi, do Diário do Transporte, conversou com João Valle, diretor comercial da companhia, sobre [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="750" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/empresa-1.jpg?fit=960%2C750&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/empresa-1.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/empresa-1.jpg?resize=300%2C234&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/empresa-1.jpg?resize=150%2C117&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/empresa-1.jpg?resize=768%2C600&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/empresa-1.jpg?resize=400%2C313&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /> <p><em>Diretor comercial João Valle detalha, em entrevista ao <strong>Diário do Transporte</strong>, estratégias da empresa em Belo Horizonte, com destaque para casos em Florianópolis, Fortaleza e Guarulhos</em></p>
<p><em><strong>ALEXANDRE PELEGI</strong></em></p>
<p>Durante visita à sede da <strong>Empresa 1</strong>, em Belo Horizonte, o jornalista Alexandre Pelegi, do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, conversou com João Valle, diretor comercial da companhia, sobre os avanços recentes da empresa em meios de pagamento, digitalização e novos produtos para o transporte público.</p>
<p>A visita ocorreu a convite da Empresa 1, que recebeu Pelegi para participação no podcast <em>Vozes da Mobilidade</em>, iniciativa voltada ao relacionamento com clientes. Na ocasião, o jornalista participou de uma entrevista com Dimas Barreira, presidente do Sindiônibus de Fortaleza.</p>
<p>Na conversa com Valle, o foco recaiu sobre a transformação do ecossistema de pagamentos no transporte, a digitalização de processos e os próximos passos da empresa — incluindo soluções com inteligência artificial.</p>
<p><strong>“O jovem não quer mais depender de ponto físico”</strong></p>
<p>Segundo João Valle, o último ano foi marcado por um direcionamento claro: ampliar o acesso ao transporte por meio da diversificação dos meios de pagamento e da digitalização da jornada do usuário.</p>
<p>“O jovem hoje não quer mais ir até um ponto físico para fazer recarga ou solicitar um cartão. Ele quer resolver tudo pelo celular”, afirma.</p>
<p>A partir dessa percepção, a empresa avançou na oferta de soluções digitais, incluindo recarga via WhatsApp e aplicativos, além da introdução do Pix diretamente nos validadores.</p>
<p>“Hoje você pode entrar no ônibus sem cartão. Basta abrir o aplicativo do banco, fazer um Pix e a catraca é liberada. É um meio extremamente acessível”, explica.</p>
<p><strong>Cadastro estudantil digital reduz fricção</strong></p>
<p>Outro avanço destacado por Valle foi a digitalização do cadastro estudantil, já implantada em cidades como Uberlândia, Florianópolis e Guarulhos.</p>
<p>“O estudante envia toda a documentação pelo aplicativo. Se houver algum problema, o próprio sistema aponta. Isso evita deslocamentos desnecessários e torna o processo muito mais eficiente”, diz.</p>
<p>A iniciativa reduz burocracia e melhora a experiência do usuário, além de otimizar a análise por parte dos operadores e gestores públicos.</p>
<p><strong>Florianópolis: o fim do dinheiro embarcado</strong></p>
<p>Entre os casos mais emblemáticos, Valle destaca Florianópolis, onde a empresa participou de uma mudança estrutural no sistema: a retirada do dinheiro físico dentro dos ônibus.</p>
<p>“Com o decreto municipal, surgiu o desafio: como substituir o dinheiro embarcado? A resposta foi o Pix no validador”, afirma.</p>
<p>A solução foi implementada tanto nos ônibus quanto nas estações, acompanhada de forte campanha de comunicação.</p>
<p>“Não foi só tecnologia. Teve muita comunicação, orientação nos terminais, equipes explicando. Isso foi decisivo para o sucesso”, ressalta.</p>
<p><strong>Fortaleza: tecnologia com viés social</strong></p>
<p>Valle também destacou Fortaleza como um dos principais polos de inovação no transporte público brasileiro.</p>
<p>“Fortaleza é uma referência. Muitos produtos foram desenvolvidos em conjunto com operadores locais”, afirma.</p>
<p>Um dos exemplos é o bilhete único integrado, que abrange diferentes modais e incorpora políticas sociais.</p>
<p>“Hoje, pessoas desempregadas recebem 20 passagens por mês, durante seis meses, para procurar emprego. É tecnologia com impacto social direto”, explica.</p>
<p><strong>Guarulhos: modernização e novos serviços</strong></p>
<p>Em Guarulhos, o principal desafio foi a modernização do sistema de bilhetagem, ainda em fase de implantação.</p>
<p>“A Guarupass investiu fortemente em novos validadores e confiou na nossa tecnologia. Isso abriu espaço para novos serviços”, afirma.</p>
<p>Entre as novidades estão o cadastro estudantil digital e a recarga via chatbot no WhatsApp.</p>
<p>“É uma evolução completa do sistema. E ainda temos mais novidades por vir”, antecipa.</p>
<p><strong>Inteligência artificial será destaque na Lat.Bus</strong></p>
<p>Para a próxima edição da Lat.Bus, maior feira de transporte da América Latina, a Empresa 1 prepara o lançamento de novos produtos com uso de inteligência artificial.</p>
<p>“A gente está trazendo inovação com um viés forte de IA. Ainda não posso detalhar, mas já estamos pilotando em uma cidade”, revela Valle.</p>
<p>Além das soluções tecnológicas, o estande da empresa contará com a gravação do podcast <em>Vozes da Mobilidade</em> diretamente do evento.</p>
<p>“A ideia é dar voz aos nossos clientes, contar histórias e compartilhar experiências do setor”, diz.</p>
<p><strong>Experiência também passa pelo detalhe</strong></p>
<p>Em tom descontraído, Valle confirmou que a tradição será mantida: o estande da empresa seguirá oferecendo os já conhecidos doces de leite, além de uma novidade.</p>
<p>“Este ano vamos levar também um café gourmet, 100% arábica, produzido no Sul de Minas. É um brinde para quem passar por lá”, conta.</p>
<p><strong>Ecossistema em transformação</strong></p>
<p>Ao longo da entrevista, fica evidente que a estratégia da Empresa 1 está centrada na ampliação do acesso, na simplificação da experiência do usuário e na integração entre tecnologia e operação.</p>
<p>Mais do que novos meios de pagamento, a empresa busca redesenhar a relação do passageiro com o transporte — um movimento que passa, cada vez mais, pelo digital, pela conveniência e, agora, pela inteligência artificial.</p>
<p><strong><em>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>LDO Cidade de São Paulo – 2027: Ônibus “menos poluentes” geram impacto bilionário em empréstimos; e 20 processos de viações representam risco de R$ 1 bilhão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/17/ldo-cidade-de-sao-paulo-2027-onibus-menos-poluentes-geram-impacto-bilionario-em-emprestimos-e-20-processos-de-viacoes-representam-risco-de-r-1-bilhao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 11:38:43 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ao todo, estão previstas uma receita total de R$ 138,6 bilhões. Corredores e BRTs permanecem nas metas para até 2028 ADAMO BAZANI O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, enviou à Câmara Municipal o projeto de Lei de Diretrizes do Orçamento referente ao ano de 2027, que traz as estimativas de receitas e gastos do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="619" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/476457104_2565514603656134_7575072302200437034_n-e1776425404531.jpg?fit=1024%2C619&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Ao todo, estão previstas uma receita total de R$ 138,6 bilhões. Corredores e BRTs permanecem nas metas para até 2028</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, enviou à Câmara Municipal o projeto de Lei de Diretrizes do Orçamento referente ao ano de 2027, que traz as estimativas de receitas e gastos do poder público, considerando, além de gastos para manter a administração pública, a estimativa de quanto vai custar o cumprimento das metas de obras e investimentos do PPA &#8211; Plano Plurianual da Gestão (2025-2028).</p>
<p>De acordo com o documento, ao todo, estão previstas uma receita total de R$ 138,6 bilhões. Para 2026, o Orçamento foi projetado para ser de R$ 137,3 bilhões.</p>
<p>Em relação a mobilidade, a meta do PPA sobre substituição da frota de ônibus a diesel por 2.200 coletivos de matriz energética mais limpa, tem um impacto bilionário estimado</p>
<p>Estas aquisições, que são financiadas por empréstimos assumidos pela prefeitura, têm operação de créditos previstos ainda a fazer de R$ 4,2 bilhões, com a seguinte divisão:</p>
<p>Operação de Crédito – SF/PMSP/Ônibus Elétrico-BNDES-Opcred SF 04/23 – R$ 3 bilhões</p>
<p>Operações de Crédito – BIRD &#8211; Aquisição de Ônibus – R$ 603,1 milhões;</p>
<p>Operações de Crédito – BID &#8211; Aquisição de Ônibus – R$ 588, 8 milhões.</p>
<p>Já em relação a espaços para prioridade ao transporte coletivo, com destinações previstas em R$ 6,46 bilhões (R$ 6.466.086.759,00) no PPA, são consideradas no Orçamento, metas como:</p>
<p><em>Substituir 2.200 ônibus movidos a diesel por veículos de matriz energética mais limpa, reforçando o</em><br />
<em>compromisso da cidade com a preservação ambiental. 6.466.086.759</em><br />
<em>Entregar 8 piscinões e iniciar a construção de outros 6 para reduzir alagamentos e dar mais segurança à</em><br />
<em>população.</em><br />
<em>Entregar o novo Centro de Operações da SPTrans, para melhorar o monitoramento da frota de ônibus</em><br />
<em>municipal e a qualidade do serviço prestado.</em><br />
<em> Iniciar a operação do BRT Aricanduva, para reduzir o tempo de deslocamento entre a Radial Leste, a partir</em><br />
<em>da altura da Estação Carrão do Metrô, e o Terminal São Mateus.</em><br />
<em> Iniciar a operação do trecho I do novo BRT Radial Leste e as obras do trecho II, para reduzir o tempo de</em><br />
<em>deslocamento entre a região e o Centro.</em><br />
<em>Requalificar 8,3 quilômetros da Avenida Celso Garcia, para facilitar os deslocamentos entre o Terminal</em><br />
<em>Parque Dom Pedro II e a estação Bresser-Mooca do Metrô.</em><br />
<em>Entregar o Corredor Itaquera-Líder, com 9,3 quilômetros de extensão nos dois sentidos, para facilitar a</em><br />
<em>circulação de ônibus em vias essenciais para a mobilidade na Zona Leste.</em><br />
<em>Requalificar a faixa exclusiva da avenida Amador Bueno, na Zona Leste, proporcionando mais segurança,</em><br />
<em>conforto e agilidade para os passageiros</em><br />
<em>Requalificar a faixa exclusiva da avenida Imirim para oferecer mais segurança, conforto e agilidade aos</em><br />
<em>passageiros da Zona Norte.</em><br />
<em>Requalificar o Corredor Itapecerica, para oferecer mais segurança, conforto e agilidade aos passageiros que</em><br />
<em>se deslocam entre os terminais João Dias e Capelinha.</em><br />
<em>Requalificar a faixa exclusiva da avenida Interlagos, proporcionando mais segurança, conforto e agilidade</em><br />
<em>para os passageiros.</em><br />
<em>Entregar o novo Terminal Itaquera, para que a região possa contar com mais linhas de ônibus e seja</em><br />
<em>facilitada a integração com o Metrô e a CPTM.</em><br />
<em>Iniciar as obras do novo Terminal Itaim Paulista, que oferecerá integração com a Estação Itaim Paulista da</em><br />
<em>Linha 12-Safira da CPTM.</em><br />
<em>Iniciar as obras do novo Terminal Perus, junto à Estação Perus da Linha 7-Rubi da CPTM, para reestruturar a</em><br />
<em>circulação de ônibus dos dois lados da linha férrea.</em><br />
<em>Iniciar a construção do Terminal Pedreira/Mar Paulista para integrar linhas de ônibus e transporte</em><br />
<em>hidroviário na Zona Sul.</em><br />
<em>Iniciar a construção do Terminal Cocaia para integrar linhas de ônibus e transporte hidroviário na Zona Sul</em><br />
<em>Contratar as obras de dois novos atracadouros na Represa Billings para expandir o Aquático SP e</em><br />
<em>proporcionar à população da Zona Sul uma mobilidade mais sustentável e integrada.</em><br />
<em>Elaborar os estudos necessários para viabilização do Aquático Guarapiranga, que vai ampliar o uso do modal</em><br />
<em>hidroviário na região sul.</em><br />
<em>Iniciar o prolongamento da Avenida Carlos Caldeira Filho, ligando-a à Estrada do M’Boi Mirim e beneficiando</em><br />
<em>diretamente cerca de 870 mil moradores.</em><br />
<em>Concluir a duplicação da Avenida Senador Teotônio Vilela, para melhorar a mobilidade na região da Cidade</em><br />
<em>Dutra.</em><br />
<em>Realizar a duplicação da Ponte Jurubatuba, para maior fluidez no trânsito local e segurança nos</em><br />
<em>deslocamentos.</em><br />
<em>Realizar as obras do Complexo Viário João Beiçola, para maior fluidez no trânsito local e segurança nos</em><br />
<em>deslocamentos.</em><br />
<em>Iniciar as obras da Ponte Graúna-Gaivotas, que estabelecerá nova conexão viária sobre a Represa Billings.</em><br />
<em>Entregar o Túnel Cecília Lottenberg, integrando importantes eixos viários e garantindo conexões cicloviárias</em><br />
<em>estratégicas.</em><br />
<em>Iniciar as obras de prolongamento da Avenida Jornalista Roberto Marinho até a Rodovia dos Imigrantes,</em><br />
<em>criando um parque linear, aumentando a área verde e melhorando as condições de mobilidade.</em><br />
<em>Entregar a segunda e a terceira fase da requalificação da Avenida Santo Amaro, para melhorar a segurança e</em><br />
<em>a mobilidade na região.</em><br />
<em>Iniciar as obras de requalificação da Avenida Juscelino Kubitschek (Boulevard JK), aumentando a arborização</em><br />
<em>e a permeabilidade do solo, tornando-a mais segura e convidativa para pedestres e ciclistas.</em><br />
<em>Iniciar o alargamento da Rua Ribeirão Claro, redistribuindo o tráfego local e beneficiando importantes polos</em><br />
<em>econômicos como Vila Olímpia, Itaim Bibi, Moema e Jardins.</em><br />
<em>Iniciar a construção do novo Túnel Sena Madureira, que irá melhorar a mobilidade na região da Vila Mariana</em><br />
<em>e facilitar o acesso a diversos bairros.</em><br />
<em>Iniciar o prolongamento da Avenida Imperador até a Avenida José Aristodemo Pinotti, promovendo</em><br />
<em>requalificação urbana e garantindo melhor articulação da malha viária na Zona Leste.</em><br />
<em>Entregar a Ponte Pirituba-Lapa, que vai melhorar a fluidez do trânsito na região.</em><br />
<em>Iniciar as obras de prolongamento da Avenida Marquês de São Vicente (novo Boulevard Marquês de São</em><br />
<em>Vicente), melhorando a mobilidade no centro expandido e conectando-o à Zona Leste.</em><br />
<em>Atingir 1.000 quilômetros de malha cicloviária, estimulando uma mobilidade que contribui para a</em><br />
<em>preservação ambiental e promove qualidade de vida.</em><br />
<em>Entregar o calçadão do Triângulo Histórico, iniciar as obras do Quadrilátero da República e da esplanada da</em><br />
<em>liberdade e viabilizar a ppp do Novo Parque Dom Pedro II, para impulsionar a transformação da região</em></p>
<p><strong>PROCESSOS DE VIAÇÕES CONTRA PREFEITURA:</strong></p>
<p>São considerados como riscos ficais, ou seja, dinheiro que a prefeitura vai tentar evitar que saia dos cofres públicos, mas podem acabar saindo, 20 processos de empresas de ônibus contra a administração.</p>
<p>Estes riscos já existiam porque vêm de processos debatidos há anos, mas podem ter decisões judiciais favoráveis às viações que cobram diferentes tipos de ressarcimentos e indenizações. Todo este risco é de cerca de R$ 1 bilhão que podem ser em favor dos empresários de ônibus.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-511530" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260417_082710_0000.png?resize=600%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260417_082710_0000.png?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260417_082710_0000.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260417_082710_0000.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260417_082710_0000.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p><strong>TROCA DE FROTA ATRASADA E META FLEXIBILIZADA:</strong></p>
<p>A meta de Nunes em sua gestão anterior, que se encerrou em dezembro de 2024, era de 2,6 mil ônibus elétricos. Mas a esta projeção foi frustrada.</p>
<p>Por causa desse não cumprimento, a frota do transporte coletivo da cidade de São Paulo está envelhecendo.</p>
<p>A cidade hoje possui em operação, cerca de 1,3 mil coletivos movidos a eletricidade, entre 189 trólebus e a, maioria, a bateria que precisam de recarga. Apesar de ser a maior frota deste tipo de coletivo no Brasil, o número de cerca de 1,3 mil em abril de 2026 está abaixo da meta que era de 2,6 mil até dezembro de 2026 e representa uma pequena parte da frota de cerca de 13 mil coletivos das empresas que prestam serviços no sistema municipal gerenciado pela SPTrans (São Paulo Transporte).</p>
<p>Ocorre que, como desde 17 de outubro de 2022, por determinação da gestão municipal, as viações não podem mais comprar ônibus movidos a óleo diesel e a infraestrutura não avançou, a frota está ficando envelhecida. Por causa disso, em 2023, a SPTrans autorizou que, mediante a mais revisões, a idade máxima de cada ônibus subisse de 10 anos para 13 anos. Em 2026, excepcionalmente para os mídis (micrões), que contam com menos opções no mercado de elétricos, foram autorizados veículos com 14 anos de ano/modelo, chegando a 15 de fabricação.</p>
<p>Para dar conta do carregamento de 50 ônibus elétricos comuns ou 30 articulados, é necessário elevar a potência da rede de distribuição de baixa para média ou alta tensão, caso contrário pode “cair a energia” de bairros inteiros atendidos pelas atuais redes de baixa tensão, faltando fornecimento nas casas, estabelecimentos comerciais, hospitais e escolas. Além disso, as garagens e os bairros das garagens precisam ter subestações de energia como as que existem no metrô e trens.</p>
<p>O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, atribuiu o atraso na eletrificação ao fato de a Enel não fazer esta adequação na potência das redes e não realizar as ligações para as garagens, muito embora, apesar de especialistas concordarem com esta posição, indicam outros pontos, como a disponibilidade limitada de alguns modelos, como os próprios micrões muito usados nos bairros onde operam as empresas que surgiram de cooperativas de transportes, e até mesmo precipitação por parte de Nunes ao proibir ônibus a diesel, sem ter certeza da infraestrutura.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> esteve em diferentes garagens e, principalmente entre 2024 e 2025, constatou dezenas de ônibus elétricos parados, 0 km, sem poder funcionar porque não conseguiam carregar as baterias.</p>
<p>O atraso na eletrificação abriu margem para o debate de outras alternativas ao diesel, como os ônibus movidos a biometano (combustível obtido com a decomposição de resíduos). Tanto é que a meta para 2028 foi mudada. O número de coletivos foi alterado para 2,2 mil e o termo não poluentes (referindo-se aos elétricos) foi trocado para mais sustentáveis ou menos poluentes que o diesel.</p>
<p>A empresa concessionária de transportes, Sambaíba, que opera na zona Norte, iniciou em 2024, inclusive, um projeto com a fabricante MWM de conversão de ônibus 0 km a diesel em modelos a biometano.</p>
<p>A prefeitura de São Paulo publicou em 10 de abril de 2026, atualizações nos contratos (aditivos contratuais) com as empresas de ônibus da cidade.</p>
<p>Os modelos mais velhos, com até 11 anos &#8211; acima dos sete anos de idade permitidos nos contratos originais para os miniônibus, e com até 13 anos &#8211; acima dos dez anos para os demais modelos, mesmo com as recentes entregas de coletivos elétricos, seguem mantidos.</p>
<p>Assim, os minis de ano-modelo 2015/2016/2017/2018 e os demais ano-modelo 2013/2014/2015 que deveriam sair do sistema, vão poder ficar até o fim deste ano.</p>
<p>No caso dos micrões (mídis), configuração com menos opções de elétricos e são muito usados nos bairros pelas ex-cooperativas, como já havia mostrado o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em janeiro de 2026, segundo SPTrans (São Paulo Transporte), que deveriam ser baixados entre o fim de 2025 e início de 2026 receberam ainda mais um ano de autorização, sendo admitidos veículos fabricados em 2011 desde que ano-modelo 2012.</p>
<p>As publicações dos aditivos foram noticiadas pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/11/prefeitura-de-sao-paulo-atualiza-contratos-com-empresas-de-onibus-permitindo-modelos-mais-velhos-com-medo-de-sistema-entrar-em-colapso-por-falta-de-veiculos/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/11/prefeitura-de-sao-paulo-atualiza-contratos-com-empresas-de-onibus-permitindo-modelos-mais-velhos-com-medo-de-sistema-entrar-em-colapso-por-falta-de-veiculos/</a></p>
<p>O editor-chefe e criador do Diário do Transporte, Adamo Bazani, também em primeira-mão revelou em 10 de abril de 2026, em entrevista com o diretor de Desenvolvimento da Scania, Marcelo Gallão, que a fabricante de chassis e tecnologia e a encarroçadora Caio desenvolvem para a cidade de São Paulo uma linha de diferentes configurações de ônibus movidos a biometano, gás obtido da decomposição de resíduos, e que também operam com GNV (Gás Veicular Natural); todo esse desenvolvimento em parceria com fornecedoras de tubulações e cilindros.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/11/entrevista-scania-e-caio-desenvolvem-diferentes-configuracoes-de-onibus-a-biometano-para-a-capital-paulista/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/11/entrevista-scania-e-caio-desenvolvem-diferentes-configuracoes-de-onibus-a-biometano-para-a-capital-paulista/</a></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Busscar entrega dez Vissta Buss 365 à Viação LIRABUS</title>
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	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 10:20:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículos encarroçados sobre chassis Volvo B320R 4&#215;2 contam com 46 poltronas Class Superpullman ARTHUR FERRARI A encarroçadora BUSSCAR concluiu a entrega de 10 unidades do modelo Vissta Buss 365 à Viação LIRABUS, reforçando a frota da empresa em operações rodoviárias. A incorporação dos veículos amplia a presença do modelo em serviços voltados ao transporte de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/post_Lirabus-VB-365-1-e1776421237239.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Veículos encarroçados sobre chassis Volvo B320R 4&#215;2 contam com 46 poltronas Class Superpullman</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A encarroçadora BUSSCAR concluiu a entrega de 10 unidades do modelo Vissta Buss 365 à Viação LIRABUS, reforçando a frota da empresa em operações rodoviárias. A incorporação dos veículos amplia a presença do modelo em serviços voltados ao transporte de passageiros com foco em conforto e desempenho.</p>
<p>Os ônibus foram desenvolvidos para atender demandas operacionais que exigem maior padrão de qualidade. Entre os itens disponíveis estão sistema de ar-condicionado com filtragem anti-pólen, renovação de ar e dois tetos solares, além de isolamento acústico no salão de passageiros.</p>
<p>A parte interna também inclui iluminação em LED distribuída no porta-pacotes, janelas e base das poltronas. Os veículos contam ainda com sanitário traseiro com sistema de odorização, bagageiros com abertura eletrônica e soluções de organização interna.</p>
<p>No quesito tecnologia, os modelos possuem display informativo com dados como temperatura e velocidade, além de entradas USB individuais e sistema multimídia com tela sensível ao toque. O conjunto de som dispõe de seis alto-falantes distribuídos pelo salão.</p>
<p>A configuração contempla 46 poltronas do tipo Class Superpullman, equipadas com apoio de braços, apoio para os pés, cintos de segurança retráteis e porta-copos. Os veículos também oferecem recursos de acessibilidade, como elevador para cadeirantes, assentos identificados e cintos de três pontos.</p>
<p>Em relação à segurança e operação, os ônibus possuem sensores de estacionamento, câmera de ré, faróis auxiliares e dispositivos de comunicação interna, incluindo campainhas e botão de emergência no sanitário.</p>
<p>As carrocerias foram montadas sobre chassis Volvo B320R 4&#215;2, utilizados em aplicações rodoviárias pela robustez e desempenho.</p>
<p>“Nosso foco com o Vissta Buss 365 é entregar um produto que faça sentido na operação, contribuindo para a rotina do operador com soluções que impactam diretamente a produtividade, a manutenção e a qualidade do serviço”, afirma Paulo Corso, Diretor Comercial da BUSSCAR.</p>
<p>A entrega reforça a atuação da fabricante no segmento rodoviário, acompanhando a demanda por veículos com maior nível de tecnologia e conforto no transporte de passageiros.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Linhas de ônibus no Shopping Aricanduva terão mudanças a partir de 18 de abril</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/17/linhas-de-onibus-no-shopping-aricanduva-terao-mudancas-a-partir-de-18-de-abril/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 08:35:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Readequação altera pontos finais de 14 linhas e redistribui atendimento para vias próximas YURI SENA A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte e a SPTrans informaram que 14 linhas de ônibus que atendem a região do Shopping Aricanduva terão mudanças operacionais a partir de sábado, 18 de abril. A medida prevê o remanejamento dos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="545" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/0ff56bb1-c956-4a30-8fa0-f0a19424afc8-e1776373509727.jpg?fit=800%2C545&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Readequação altera pontos finais de 14 linhas e redistribui atendimento para vias próximas</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte e a SPTrans informaram que 14 linhas de ônibus que atendem a região do Shopping Aricanduva terão mudanças operacionais a partir de sábado, 18 de abril. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A medida prevê o remanejamento dos pontos finais e ajustes no atendimento aos passageiros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo os órgãos, a alteração ocorre devido ao aumento do fluxo de caminhões e carretas para carga e descarga após a abertura de um novo estabelecimento comercial na Rua Marengo, somado à operação de um supermercado já existente. O cenário poderia impactar a circulação dos ônibus e a permanência dos veículos nos pontos finais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a readequação, parte das paradas será transferida para vias próximas, como a Avenida Principal Leste, Rua Charles Manguin, Avenida Savoy City e Rua Costeira. O objetivo é manter o atendimento ao shopping com maior segurança e regularidade operacional.</span></p>
<p><b><i>Linhas circulares</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As linhas 3721-10, 3737-10 e 3731-10 deixam de ter ponto inicial no shopping e passam a operar no formato circular, mantendo o atendimento na região.</span></p>
<p><em><b>Atendimento pela Av. Aricanduva</b></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As linhas 524M-10, 364A-10 e 4030-10 continuarão atendendo o shopping, com embarque e desembarque em ponto localizado na Avenida Aricanduva, após o início da viagem em novos terminais.</span></p>
<p><strong><i>Novos pontos iniciais</i></strong></p>
<p><em>Avenida Principal Leste</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3023-10 Parque São Rafael</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3134-10 Metrô Tamanduateí</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3729-10 Metrô Carrão</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3791-10 Metrô Artur Alvim</span></p>
<p><em>Avenida Savoy City</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3020-10 COHAB José Bonifácio</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3721-41 Metrô Itaquera</span></p>
<p><em>Avenida Alziro Zarur (Parque Savoy)</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">407A-10 Largo da Concórdia</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">407A-21 Metrô Belém</span></p>
<p><em>Rua Charles Manguin</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3027-10 CPTM Guaianases</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As mudanças passam a valer a partir de 18 de abril e, segundo a SPTrans, foram planejadas para reduzir impactos aos passageiros que utilizam as linhas na região.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Buser na Justiça: Em São Paulo, decisão contra aplicativo e, no Rio, a favor (VEJA AS DECISÕES)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/17/buser-na-justica-em-sao-paulo-decisao-contra-aplicativo-e-no-rio-a-favor-veja-as-decisoes/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/17/buser-na-justica-em-sao-paulo-decisao-contra-aplicativo-e-no-rio-a-favor-veja-as-decisoes/#comments</comments>
    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 08:35:23 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Dois posicionamentos de dois tribunais diferentes mostram a necessidade de lei específica sobre o fretamento por aplicativo. Enquanto briga pelo “fretamento colaborativo” e critica, Buser compra viações para atuar no modelo “tradicional” que trato critica ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira Na mesma semana, duas decisões judiciais em sentido oposto. Em São [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="508" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/66739a20-91a2-4401-b5be-6e375dc85b8e-e1776380153159.jpg?fit=800%2C508&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Dois posicionamentos de dois tribunais diferentes mostram a necessidade de lei específica sobre o fretamento por aplicativo. Enquanto briga pelo “fretamento colaborativo” e critica, Buser compra viações para atuar no modelo “tradicional” que trato critica </em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
<p>Na mesma semana, duas decisões judiciais em sentido oposto. Em São Paulo, a Justiça determinou que a Artesp, agência que regula os transportes no Estado, fiscalize com maior rigor e impediu que o aplicativo de ônibus Buser faça a intermediação de viagens com características de linhas regulares, mas em ônibus de fretamento.</p>
<p>Já no Rio de Janeiro, citando os princípios da livre iniciativa e livre concorrência, a Justiça entende como legal a intermediação junto a empresas de fretamento pelos aplicativos.  <strong>(AO FIM DA REPORTAGEM VEJA AS DUAS DECISÕES).</strong></p>
<p>As contradições e falta de entendimento jurídico unificado não se restringem a São Paulo e Rio de Janeiro apenas.</p>
<p>São, sem exageros, centenas e centenas de sentenças em diversas direções.</p>
<p>Isso mostra a necessidade de haver um entendimento unificado e mais que isso: uma lei que deixe bem claro se o chamado fretamento colaborativo, que é, na prática a operação de ônibus fretados como se fossem de linhas regulares, pode ou não de fato.</p>
<p>É o que o Congresso Nacional debate e uma das Comissões da Câmara aprovou projeto de lei que regulamenta o fretamento e proíbe, na prática, modalidades como a do aplicativo Buser na versão de <em>“fretamento colaborativo”.</em> A tramitação continua e o PL ainda não pode virar lei.</p>
<p>No âmbito do STF (Superior Tribunal de Justiça), uma decisão de 09 de abril de 2026 que, em vez de esclarecer, deu margem a mais um jogo de narrativas entre as viações de linhas regulares e a Buser. A decisão foi sobre o marco regulatório do transporte rodoviário e as versões se concentram sobre se tem efeito específico ao objeto da ação, ou seja, que todas as empresas regulares devem pedir novas linhas pelas atuais regras em vigor, ou, se ao reconhecer a aplicabilidade do marco regulatório, o STF o legitima como um todo, inclusive, as partes que dizem que linhas regulares (circuito aberto) não podem ser prestadas por meio de fretamento <strong>(VEJA TUDO MAIS ABAIXO).</strong></p>
<p>As empresas de linhas regulares alegam uma concorrência desleal porque aplicativos como Buser, em suas versões, querem operar só as melhores ligações e sem assumir obrigações que resultam em custos, como gratuidades e operações mesmo em linhas e horários de menor demanda.</p>
<p>Aplicativos como Buser dizem que não se pode ferir a livre concorrência e que oligopólios de transportes só encarecem as passagens e pioram os serviços com a concentração de mercado.</p>
<p>Em São Paulo, trata-se de um processo movido pela empresa de linhas regulares Pássaro Marron contra a Buser. A sentença, da juíza Maricy Maraldi, da 10ª Vara da Fazenda Pública, é de 14 de abril de 2026, sendo divulgada nesta quinta-feira (16).</p>
<p>A magistrada destacou que comercialização de viagem de forma individual sem ser linha regular contraria lei estadual e que o mero argumento da Buser de que é apenas intermediadora não afasta esta irregularidade à qual é acusada.</p>
<p><strong><em>De fato, a compra através de aplicativo digital equivale a aquisição individual de passagem e representa serviço aberto ao público, uma vez que se mantem acessível a qualquer pessoa até que se atinja o limite mínimo de passageiros para a realização da viagem, em evidente afronta aos artigos 4º e 5º, do Decreto nº 29.912/1989. Nesse sentido, a atuação da corré Buser, ainda que sob a alegação de intermediação tecnológica, revela-se elemento essencial para viabilizar a prestação irregular do serviço, não podendo ser dissociada dos efeitos jurídicos decorrentes.</em></strong></p>
<p>Ainda de acordo com o despacho da juíza, o fato de a Artesp ainda não ter licitado as linhas regulares, que operam com contratos provisórios não pode ser pretexto para que, de forma irregular e sem autorização, alguém possa prestar esta ligação.</p>
<p><strong><em>Ademais, a inexistência de exclusividade formal da autora na exploração da linha não legitima a atuação de particulares à margem do sistema regulado, sob pena de esvaziamento do regime jurídico do serviço público.</em></strong></p>
<p>No Rio de Janeiro, acórdão da Sexta Câmara de Direito Público, também de 14 de abril de 2026, divulgado nesta quinta-feira (16), negou pedido do Sinterj (Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro) que alegaram que a Buser vem disponibilizando  ofertas de viagens a serem realizadas por empresas que não possuem autorização do Poder Público para operar nos trechos indicados e que pretendem competir com as viações de linhas regulares.</p>
<p>O relator-desembargador André Ribeiro entendeu, em seu despacho, que devem prevalecer os princípios da livre iniciativa e livre concorrência.</p>
<p><strong><em>De fato, a proteção da livre concorrência decorre da compreensão de que a livre iniciativa, na acepção de liberdade de iniciativa empresarial, pressupõe não apenas a ideia de liberdade para acessar o mercado, mas também a ideia de liberdade para permanecer no mercado, isto é, a livre concorrência, entendida esta como liberdade para exercer a luta econômica sem a interferência do Estado, assim como os obstáculos impostos pelos outros agentes econômicos (privados). Enquanto a liberdade de iniciativa assegura aos indivíduos a liberdade para explorar atividades econômicas, o princípio da livre concorrência orienta a atuação do Estado na proteção dos mercados, para que os agentes econômicos possam ingressar livremente. Portanto, não há qualquer antagonismo entre tais princípios.</em></strong></p>
<p>O magistrado ainda entendeu, sendo seguido pelos colegas, diz que não deve haver abuso do poder regulatório do Estado e que a concorrência é benéfica para qualquer tipo de mercado.</p>
<p><strong><em>É nesse sentido que o art. 4º da Lei nº 13.874/2019 (Lei de Liberdade Econômica) determina que seja evitado o abuso de poder regulatório, de modo a criar reserva de mercado ou favorecer, por meio da regulamentação, grupo econômico ou profissional em prejuízo dos demais concorrentes ou de redigir enunciados que impeçam a entrada de novos competidores no mercado (&#8230;) Por fim, não se pode olvidar que em um mercado em que a livre concorrência é assegurada traz benefícios para a sociedade como um todo, seja porque permite a geração de novos empregos ou porque possibilita uma ampliação do direito de escolha do consumidor que poderá optar pela aquisição de produtos/serviços com preços mais justos e com melhor qualidade.</em></strong></p>
<p><strong>STF:</strong></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou que uma decisão do ministro-presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, de 09 de abril de 2026, confirmou a aplicação do marco regulatório sobre as linhas de ônibus interestaduais rodoviárias regulares.</p>
<p>Assim, todas as empresas devem seguir as atuais normas, o que deve impedir muitas autorizações de linhas sub Júdice, ou seja, discutidas na Justiça e que a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) é obrigada a liberar.</p>
<p>São mais de 300 ações na Justiça com milhares de linhas que diversas empresas, na prática, querem conseguir mesmo sem o atendimento da resolução atual, em vigor desde 2023, com diversas regras, como comprovação da viabilidade econômica e capacidade financeira e operacional, além do critério de preferência nas liberações de linhas em regiões sem nenhum atendimento ou com pouca oferta.</p>
<p>A Abrati, associação que reúne as empresas de linhas regulares, também sustenta que a decisão, na prática, reafirma também a proibição de empresas de fretamento atuarem em regime de circuito aberto, como se fossem linhas regulares, o que afetaria modelos de aplicativos como da gigante Buser.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/14/stf-confirma-marco-regulatorio-dos-onibus-interestaduais-e-reafirma-circuito-fechado-para-fretamento/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/14/stf-confirma-marco-regulatorio-dos-onibus-interestaduais-e-reafirma-circuito-fechado-para-fretamento/</a></p>
<p>Ao publicar o entendimento da Abrati, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> foi procurado pela Buser que argumentou que a reportagem estava “errada” e que “induzia o leitor a erro” por reproduzir essa manifestação da entidade de viações regulares.</p>
<p>A reportagem colocou o posicionamento da Buser, que mesmo assim, tentou alterações na reportagem.</p>
<p>Mas para esclarecer sobre se há realmente impacto na discussão do circuito aberto x circuito fechado, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> procurou um especialista em regulação independente.</p>
<p>Marco Roillin, que não possui nenhuma ligação com qualquer um dos lados, analisou o teor da decisão e entende que sim, pode haver impacto.</p>
<p><strong><em>“A partir do momento que a decisão reafirma a aplicabilidade de uma norma, e não de forma parcial, toda esta norma é avalizada. Não precisa ser o ponto do objeto da ação”</em></strong> – disse.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><strong><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/15/entrevista-decisao-do-stf-pode-agilizar-processos-administrativos-de-linhas-interestaduais-de-onibus-pela-antt-e-ao-reafirmar-marco-regulatorio-limita-aplicativos-entende-especialista/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/15/entrevista-decisao-do-stf-pode-agilizar-processos-administrativos-de-linhas-interestaduais-de-onibus-pela-antt-e-ao-reafirmar-marco-regulatorio-limita-aplicativos-entende-especialista/</a> </strong></p>
<p><strong>CONGRESSO:</strong></p>
<p>omo também mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 13 de abril de 2026, Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3692/21, que que proíbe Buser e outros aplicativos de fretados de fazer linhas comuns e vender passagens individuais.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/14/comissao-da-camara-aprova-pl-projeto-de-lei-que-proibe-buser-pelo-modelo-colaborativo-e-outros-aplicativos-de-fretados-de-fazer-linhas-regulares-e-vender-passagens-individuais/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/14/comissao-da-camara-aprova-pl-projeto-de-lei-que-proibe-buser-pelo-modelo-colaborativo-e-outros-aplicativos-de-fretados-de-fazer-linhas-regulares-e-vender-passagens-individuais/</a></p>
<p>As regras propostas impõem que contratação de ônibus seja por pagamento em grupo; que os apps sigam regras de agências de turismo caso não sejam os donos da frota e que estes ônibus não transportem encomendas. Obrigatoriamente, o regime será por “circuito fechado”, ou seja, não o mesmo grupo de passageiros na ida deve ser o da volta<strong>. – MAIS ABAIXO A EXPLICAÇÃO COMPLETA</strong></p>
<p>A obrigatoriedade já é prevista em resoluções de agências estaduais de transportes e pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), que cuida dos ônibus interestaduais e internacionais, mas ainda não há lei específica sobre o tema.</p>
<p>Segundo a Agência Câmara, para evitar que o fretamento funcione como um ônibus de linha clandestino, o projeto determina as seguintes medidas:</p>
<ul>
<li>pagamento em grupo: o serviço deve ser contratado pelo grupo ou entidade, sendo proibida a cobrança de passagem individual por pessoa;</li>
<li>viagem sem paradas: o ônibus não pode fazer paradas durante o trajeto para embarcar ou desembarcar novos passageiros (proibição de seccionamento);</li>
<li>uso de aplicativos: empresas podem usar a internet para vender os serviços, mas devem seguir as regras de agências de turismo caso não sejam as donas da frota;</li>
<li>proibição de cargas: fica vedado o transporte de mercadorias nesses veículos.</li>
</ul>
<p>A proposta permite que esse serviço seja contratado por meio de aplicativos e plataformas digitais, mas estabelece limites para que não seja confundido com o transporte público comum.</p>
<p>A intenção é garantir que o fretamento sirva apenas a grupos fechados de passageiros, proibindo a venda de poltronas individuais para o público em geral.</p>
<p><strong>BUSER VIRANDO VIAÇÃO:</strong></p>
<p>Enquanto briga por estabelecer o modelo do que chama de “fretamento colaborativo”, a Buser vai “comendo pelas beiradas”.</p>
<p>Após já se estabelecer como vendedora de passagens de viações de linhas regulares, agora, comprou empresas de ônibus que atuam em serviços autorizados da “maneira tradicional” que tanto critica.</p>
<p>O criador e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani, informou em primeira-mão, ainda no fim de março de 2026, que a Holding controlada pela Buser Tecnologia, aplicativo de transporte rodoviário, adquiriu o CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares e empresa Expresso JK, que já havia sido assumida pela companhia de aplicativo.</p>
<p>Segundo apurou o Diário do Transporte, no caso da Santa Maria, com sede em São Bernardo do Campo (SP), a compra não envolveu o fretamento e demais serviços que continuam com a família fundadora da companhia do ABC Paulista.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/</a></p>
<p><strong>&#8211; CIRCUITO ABERTO X CIRCUITO FECHADO:</strong></p>
<p><strong>(Por Adamo Bazani)</strong></p>
<p><strong><u>Circuito aberto</u></strong> é a operação hoje atribuída a empresas de linhas regulares, que saem de terminais oficiais, têm horários de partidas e rotas fixas independentemente se os ônibus saem muitos ou poucos passageiros e concede as gratuidades por lei, como para idosos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência. As passagens podem ser compradas por pessoas individualmente. Exemplo: um ônibus que sai da rodoviária do Tietê, em São Paulo, faz paradas em terminais no meio do caminho, e finaliza a viagem na rodoviária do Rio de Janeiro.</p>
<p><strong><u>Circuito fechado</u></strong> é a operação por fretamento: o grupo de passageiros da ida é o grupo de passageiros da volta, não pode haver venda individual de passagens, nem embarques e desembarques no meio do caminho. Não concede gratuidades de, no caso dos aplicativos, se não tiver uma ocupação mínima (em torno de 40%, cancelam a viagem). Exemplo: um grupo de uma paróquia católica que aluga um ônibus para a Basílica de Nossa Senhora de Aparecida ou um grupo evangélico que quer conhecer o Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo.</p>
<p><strong>&#8211; A queixa das regulares:</strong> A queixa dos operadores de transportes regulares é que os aplicativos de ônibus e empresas de fretamento querem vender passagens e fazer as linhas, mas sem obedecer às regras: como cumprir viagens com ônibus quase vazios; seguir horários fixos, pagar taxas de rodoviárias, conceder gratuidades e “degustar o filé” das linhas, mas sem “roer o osso” das linhas menos rentáveis, o que causaria um desequilíbrio que prejudicaria os menos favorecidos e as linhas de maior apelo social. Por exemplo: um São Paulo x Rio de Janeiro, todo mundo quer fazer, inclusive os aplicativos. Mas sobra para o regular operar, por exemplo, de Rodelas, Cairu e Coronel João Sá, no sertão da Bahia, com mais de 90% da população vivendo em situação de pobreza e extrema pobreza, de acordo com dados de 2022 do Cadastro Único, para cidades também com altas carências de Sergipe como Tomar do Geru, Brejo Grande, Capela, Poço Redondo e Siriri. O “lucro de uma Rio de Janeiro x São Paulo da vida” bancaria uma operação de caráter social entre estes extremos, por exemplo. Se cai a demanda na linha lucrativa, logo, a mais carente é a que sente. Além disso, se da um problema com bagagem ou acidente na viagem, a empresa regular é responsabilizada, mas se isso acontece com o aplicativo, fica aquele empurra-empurra: quem vai “segurar o B.O.” e se responsabilizar: o app ou a empresa de fretamento? Embora que decisões judiciais sobre o tema entendem que haja uma responsabilidade solidária, ou seja, ambas (mas isso só depois de muita luta na Justiça).</p>
<p><strong>Em nota, a Buser se manifestou sobre a decisão de São Paulo</strong></p>
<p><em>A decisão proferida pela 10ª Vara de Fazenda Pública de São Paulo contraria a posição da própria ARTESP — a agência do governo do Estado responsável por regular o transporte em São Paulo. Nos autos do processo, a ARTESP reconheceu expressamente que as empresas de ônibus tradicionais operam até hoje sem contrato, sem licitação e em regime precário desde a Constituição de 1988. São essas mesmas empresas que agora pedem ao Judiciário para proibir um serviço que beneficia milhões de brasileiros.</em></p>
<p><em>A decisão também vai na contramão da jurisprudência do próprio Tribunal de Justiça de São Paulo, que em agosto de 2025 rejeitou uma ação idêntica movida pela mesma Pássaro Marron contra a Buser, em Caraguatatuba, reconhecendo que a irregularidade e precariedade das linhas da Pássaro Marron em SP não lhe dariam o direito de processar a Buser.</em></p>
<p><em>O fretamento colaborativo — em que passageiros se unem pelo aplicativo para dividir o custo de um ônibus fretado — é uma atividade privada legal, protegida pela Constituição. </em></p>
<p><em>Mais de 14 milhões de brasileiros viajam por esse modelo, com preços até 60% menores, mais conforto e mais segurança, em parceria com empresas de turismo devidamente credenciadas.</em></p>
<p><em>A Buser estranha que empresas sem contrato e sem licitação há mais de trinta anos usem o Judiciário como escudo contra a inovação e contra o interesse do consumidor.</em></p>
<p><em>É fundamental destacar que o processo em questão, iniciado em 2018, ignora o avanço regulatório e tecnológico dos últimos anos, bem como a Lei de Liberdade Econômica, que veda o uso do poder estatal para criar reservas de mercado e proteger monopólios obsoletos.</em></p>
<p><em>A decisão ignora ainda o impacto social devastador da suspensão de serviços em rotas muitas vezes desatendidas pelo sistema tradicional.</em></p>
<p><em>A Buser recorrerá e confia que o TJSP reformará a decisão, garantindo o direito de escolha de milhões de brasileiros.</em></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-511437" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-9.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-9.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-9.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-9.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-9.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-9.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-9.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, 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<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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<p><strong><em>Colaborou Vinícius de Oliveira e Yuri Sena</em></strong></p>]]></content:encoded>

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    <title>Prefeitura de São Paulo convoca 84ª reunião do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte para 23 de abril*</title>
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    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 08:12:48 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[_Encontro será realizado de forma virtual, via Microsoft Teams, e discutirá metas da gestão e organização interna do colegiado_ _*ALEXANDRE PELEGI*_ A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) publicou convocação para a 84ª Reunião Ordinária do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT), marcada para o dia 23 de abril de 2026 (quinta-feira), [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="693" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260405_105223.jpg?fit=1024%2C693&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260405_105223.jpg?w=3489&amp;ssl=1 3489w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260405_105223.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260405_105223.jpg?resize=1024%2C693&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260405_105223.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260405_105223.jpg?resize=768%2C520&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260405_105223.jpg?resize=1536%2C1039&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260405_105223.jpg?resize=2048%2C1386&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260405_105223.jpg?resize=400%2C271&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260405_105223.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p><br>_Encontro será realizado de forma virtual, via Microsoft Teams, e discutirá metas da gestão e organização interna do colegiado_<br><br>_*ALEXANDRE PELEGI*_<br><br>A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) publicou convocação para a 84ª Reunião Ordinária do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT), marcada para o dia 23 de abril de 2026 (quinta-feira), das 9h30 às 12h30, com participação aberta ao público.<br><br>A reunião será realizada de forma virtual, por meio da plataforma Microsoft Teams, e poderá ser acompanhada por qualquer interessado mediante acesso ao link disponibilizado pela Prefeitura.<br><br>O encontro será conduzido pelo secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, que também preside o CMTT. A convocação se estende tanto aos conselheiros quanto à população em geral, reforçando o caráter participativo do colegiado.<br><br>*Pauta da reunião*<br><br>Entre os principais temas previstos estão:<br>•	Programa de Metas – Principais ações em trânsito e transporte, com apresentações de: <br>o	Carlos Henrique Costa <br>o	Luccas Gissoni (área de Trânsito) <br>o	João Bonnet (área de Transporte) <br>•	Organização de pautas e fluxo de debates no CMTT, com discussão conduzida pelos conselheiros da bancada da sociedade civil <br><br>O Conselho Municipal de Trânsito e Transporte é um dos principais canais institucionais de diálogo entre o poder público e a sociedade sobre políticas de mobilidade urbana na capital paulista. As reuniões ordinárias permitem acompanhar projetos, discutir diretrizes e propor melhorias para o sistema de transporte e circulação viária.<br><br>A participação aberta, ainda que em formato remoto, amplia o acesso da população aos debates e decisões que impactam diretamente o cotidiano da mobilidade na cidade.<br><br>Link para participação:<br><a href="https://teams.microsoft.com/meet/25005069558372?p=B247OV0uk10f0A8QZt" rel="nofollow">https://teams.microsoft.com/meet/25005069558372?p=B247OV0uk10f0A8QZt</a><br><br>_*Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes*_</p>
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