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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Unidade da Marcopolo em São Mateus conquista primeiro reconhecimento regional no GPTW Espírito Santo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/27/unidade-da-marcopolo-em-sao-mateus-conquista-primeiro-reconhecimento-regional-no-gptw-espirito-santo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 27 May 2026 21:00:28 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Operação alcança o 10º lugar entre as melhores empresas para trabalhar do Estado VINÍCIUS DE OLIVEIRA A Marcopolo entrou pela primeira vez no ranking regional Great Place to Work (GPTW) Espírito Santo 2026, com a unidade de São Mateus (ES) alcançando o 10º lugar entre as melhores empresas para trabalhar do Estado. A conquista reforça [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/27052026-Marcopolo_GPTW-ES_Sao-Mateus-Aerea-e1779912261516.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Operação alcança o 10º lugar entre as melhores empresas para trabalhar do Estado</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A Marcopolo entrou pela primeira vez no ranking regional Great Place to Work (GPTW) Espírito Santo 2026, com a unidade de São Mateus (ES) alcançando o 10º lugar entre as melhores empresas para trabalhar do Estado.</p>
<p>A conquista reforça a estratégia da companhia voltada à valorização das pessoas, ao desenvolvimento profissional e à construção de um ambiente de trabalho pautado pelo engajamento e pela evolução contínua. A Marcopolo também avança em sua meta de figurar entre as dez melhores empresas para trabalhar do Brasil no segmento industrial até 2030.</p>
<p>“Fazer parte deste ranking tem um significado muito importante para a nossa operação, porque reconhece um trabalho construído diariamente pelas equipes da unidade de São Mateus. Mais do que processos, buscamos desenvolver um ambiente em que as pessoas se sintam valorizadas, ouvidas e motivadas a crescer junto com a empresa”, afirma Cristiano Jackson Manica, gerente de Manufatura da unidade de São Mateus.</p>
<p>Entre as iniciativas desenvolvidas pela unidade estão programas de capacitação técnica, desenvolvimento de lideranças e oportunidades de crescimento interno, além de ações voltadas à saúde e bem-estar, diversidade e inclusão e valorização dos colaboradores.</p>
<p>A operação conta ainda com iniciativas como a universidade corporativa UniMarcopolo, o CTM – Centro de Treinamento Marcopolo, programas de mobilidade interna e internacional, a Escola de Formação Profissional Marcopolo e projetos de inovação e integração das equipes, fortalecendo a cultura organizacional e a atração de talentos para o ambiente industrial.</p>
<p>A Certificação GPTW é conquistada a partir de um diagnóstico do clima organizacional realizado com os colaboradores, por meio de pesquisa anônima e sigilosa. O ranking Great Place to Work avalia empresas com base em critérios como credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem. As organizações certificadas atingem pelo menos 70% no índice de confiança dos colaboradores, avaliado por questionário online. Presente em mais de 100 países, a GPTW já avaliou mais de 10 mil empresas e impacta cerca de 12 milhões de profissionais todos os anos.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Marco Legal do Transporte Coletivo acaba de chegar a Lula que terá 15 dias para sancionar ou vetar</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/27/marco-legal-do-transporte-coletivo-acaba-de-chegar-a-lula-que-tera-15-dias-para-sancionar-ou-vetar/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 27 May 2026 20:11:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Novo conjunto de normas promete mecanismos que devem modernizar contratos de ônibus e baratear passagens, abrindo até mesmo caminho para um &#8220;tarifa-zero sustentável&#8221; ADAMO BAZANI Chegou à mesa do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, a redação final do PL – Projeto de Lei 3278/21, do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-17.09.17.jpeg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-17.09.17.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-17.09.17.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-17.09.17.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-17.09.17.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-17.09.17.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-17.09.17.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-17.09.17.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Novo conjunto de normas promete mecanismos que devem modernizar contratos de ônibus e baratear passagens, abrindo até mesmo caminho para um &#8220;tarifa-zero sustentável&#8221;</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Chegou à mesa do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, a redação final do PL – Projeto de Lei 3278/21, do então senador Antônio Anastasia, hoje ministro do TCU (Tribunal de Contas da União), que institui o chamado <strong><em>“Marco Legal do Transporte Público”.</em></strong></p>
<p>A proposta tramitava no Congresso desde 2021. Em agosto de 2024, foi aprovado pelo Senado e só foi finalmente aprovado em 13 de maio de 2026, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/13/marco-legal-do-transporte-coletivo-e-finalmente-aprovado-pelo-plenario-da-camara-dos-deputados-nesta-quarta-feira-13-apos-cinco-anos/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/13/marco-legal-do-transporte-coletivo-e-finalmente-aprovado-pelo-plenario-da-camara-dos-deputados-nesta-quarta-feira-13-apos-cinco-anos/</a></p>
<p>O novo conjunto de normas promete mecanismos que devem modernizar contratos de ônibus e baratear passagens, abrindo até mesmo caminho para um &#8220;tarifa-zero sustentável&#8221;, com fontes reais e duradouras de financiamento.</p>
<p>A partir de agora, Lula terá até 15 dias úteis para sancionar totalmente, sancionar alguns artigos ou vetar completamente o PL, mas a estimativa é que antes mesmo deste prazo, seja inteiramente aprovado uma vez que o texto foi estruturado após debate de diversas correntes técnicas e políticas, com a participação da União.</p>
<p>Entre as diversas previsões do Marco Legal estão a destinação mínima de 60% da Cide-Combustíveis para operações urbanas, podendo financiar os transportes coletivos; a separação entre remuneração das empresas de ônibus da tarifa, a criação de mais fontes extratarifárias e a inserção de mais modalidades de transporte dentro dos contratos de concessões das viações, o fortalecimento de gestões metropolitanas para linhas intermunicipais.</p>
<p>Na última semana, em 21 de maio de 2026, durante o ZURB – Seminário de Mobilidade Urbana, realizado em Recife (PE) pelo Urbana-PE, sindicato que reúne empresas de transporte da região, com cobertura presencial do Diário do Transporte, o diretor de Gestão da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), Marcos Bicalho, disse que a expectativa é de que o Marco Legal seja aprovado até 10 de junho de 2026 por Lula.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/21/zurb-marco-legal-do-transporte-publico-deve-ter-sancao-de-lula-ate-10-de-junho-de-2026/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/21/zurb-marco-legal-do-transporte-publico-deve-ter-sancao-de-lula-ate-10-de-junho-de-2026/</a></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-517309" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Documento-A4-Branco-e-Lilas-32.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Documento-A4-Branco-e-Lilas-32.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Documento-A4-Branco-e-Lilas-32.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Documento-A4-Branco-e-Lilas-32.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Documento-A4-Branco-e-Lilas-32.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Documento-A4-Branco-e-Lilas-32.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Documento-A4-Branco-e-Lilas-32.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Documento-A4-Branco-e-Lilas-32.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Documento-A4-Branco-e-Lilas-32.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-517310" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-9.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-9.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-9.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-9.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-9.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-9.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-9.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-9.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-9.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-517311" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-9.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-9.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-9.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-9.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-9.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-9.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-9.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-9.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-9.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>De acordo com Marcos Bicalho, um dos principais avanços do Marco Legal é a divisão de responsabilidades sobre o transporte público entre União, estados e municípios.</p>
<p>Atualmente, segundo ele, a responsabilidade pela gestão dos sistemas recai principalmente sobre prefeitos e governadores.</p>
<p>Outro destaque apontado por Bicalho é o aumento da segurança jurídica nos contratos e na gestão do transporte público, o que pode favorecer a adoção de inovações nos serviços prestados dentro das concessões.</p>
<p>O especialista também ressaltou mudanças relacionadas à estrutura tarifária, que podem abrir espaço para tarifas mais baixas aos passageiros.</p>
<p>Segundo ele, a principal alteração está na diferenciação entre os conceitos previstos na Lei de Mobilidade Urbana de 2012. Pela legislação atual, existiam as definições de tarifa pública e tarifa de remuneração das empresas.</p>
<p>Com o novo Marco Legal, a remuneração das operadoras passa a ser tratada separadamente da tarifa paga pelos usuários. Na prática, isso permite que parte da remuneração das empresas venha de outras fontes de receita, sem necessidade de incorporar integralmente esses custos ao valor da passagem.</p>
<p>Outro ponto previsto no texto é a possibilidade de delegação de gestão entre os entes públicos. A União poderá delegar serviços aos estados, como no caso de linhas interestaduais semiurbanas. Os estados poderão transferir a gestão aos municípios, que, por sua vez, poderão criar consórcios ou compartilhar a administração com cidades vizinhas.</p>
<p>O projeto também prevê a criação das chamadas Unidades Regionais de Transporte Coletivo para linhas intermunicipais, funcionando de forma semelhante às autoridades metropolitanas de transporte, com participação conjunta de estados e municípios.</p>
<p>Bicalho ainda destacou que o Marco Legal esclarece a destinação de recursos da Cide-Combustíveis para o financiamento do transporte público.</p>
<p>Os contratos atualmente em vigor poderão ser adaptados às novas regras estabelecidas pela legislação.</p>
<p>Entre os itens obrigatórios previstos pelo Marco Legal nos contratos de concessão estão cláusulas de multa para empresas e poder público em casos de descumprimento contratual, a separação entre tarifa pública e remuneração das operadoras, além de mecanismos de reequilíbrio econômico-financeiro e compartilhamento de riscos.</p>
<p>O texto também estabelece diretrizes para criação de mecanismos capazes de distribuir melhor as atividades econômicas nos horários de pico, buscando reduzir congestionamentos e minimizar os impactos da superlotação nos sistemas de transporte coletivo.</p>
<p>Bicalho também destacou que Estados e Municípios terão de discriminar fontes de custeio de gratuidades.</p>
<p>Após sancionada, a lei terá um ano para ser regulamentada e aplicada.</p>
<p><strong>ÔNIBUS MENOS POLUENTES:</strong></p>
<p>Além disso, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> a nova lei pode impulsionar as frotas de ônibus elétricos e também de modelos a combustão que não sejam a diesel, mas que poluam menos, como o biometano (combustível obtido com a decomposição de resíduos), diesel verde e biodiesel.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/14/marco-legal-do-transporte-deve-impulsionar-onibus-eletricos-e-de-outras-tecnologias-alternativas-ao-diesel/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/14/marco-legal-do-transporte-deve-impulsionar-onibus-eletricos-e-de-outras-tecnologias-alternativas-ao-diesel/</a></p>
<p>Em pelo menos quatro artigos, há previsibilidade sobre transição energética dos serviços de mobilidade, incluindo não somente os veículos, mas a viabilização da infraestrutura. Além disso, o projeto aprovado, que ainda precisa ser sancionado pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, para virar lei, deixa claro que colocar veículos e infraestruturas menos poluentes não poderá pesar no bolso do passageiro:</p>
<p><strong>*Art. 3º* Os serviços de transporte público coletivo deverão ser prestados com base nos seguintes princípios fundamentais:</strong></p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em>V – transição energética sustentável com utilização de novas</em></p>
<p><em>tecnologias e de fontes renováveis de energia para a redução dos impactos</em></p>
<p><em>ambientais, mantendo a modicidade da tarifa;</em></p>
<p><strong>Art. 6º Para os fins do disposto nesta Lei, considera-se:</strong></p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em>XIX – transição energética do transporte público coletivo: política de substituição gradual de combustíveis fósseis por combustíveis renováveis, com menor geração de poluentes locais e gases de efeito estufa;</em></p>
<p><strong>*Art. 9º* O titular dos serviços é responsável pelo planejamento da</strong></p>
<p><strong>rede de transporte público coletivo, englobando:</strong></p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em>VIII – as estratégias programadas e progressivas para a transição</em></p>
<p><em>energética do transporte público coletivo sem que o eventual aumento de</em></p>
<p><em>custos recaia sobre os passageiros;</em></p>
<p><strong>*Art. 19*. O financiamento da infraestrutura de transporte público</strong></p>
<p><strong>coletivo dar-se-á em conformidade com as disposições da Política Nacional de</strong></p>
<p><strong>Mobilidade Urbana estabelecida na Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012 (Lei</strong></p>
<p><strong>de Mobilidade Urbana), mediante:</strong></p>
<p><em>V – que promovam a redução de emissões de poluentes locais e</em></p>
<p><em>gases de efeito estufa e incentivem a transição tecnológica para fontes mais</em></p>
<p><em>limpas;</em></p>
<p>Contratos de transportes mais modernos, com mais possibilidades de serviços e com indicadores de qualidade claros; recursos além das tarifas pagas pelos usuários para deixar as passagens mais baratas; remunerações pelos serviços prestados e não só por passageiro transportado para melhorar intervalos e frota, além de reduzir lotação também são algumas das evoluções esperadas com o novo conjunto de leis.</p>
<p>Os diferentes setores que trabalham com tecnologias alternativas ao diesel, como a de produção de ônibus elétricos, veem com otimismo a aprovação pela Câmara, após cinco anos de tramitação no Congresso.</p>
<p><strong><em> “Acompanhamos a realidade do setor de transportes porque, apesar de hoje sermos fabricantes, nossa raiz é de operadores. Sabemos das dificuldades de operadores, trabalhadores, gestores públicos e passageiros. Ao prever a transição energética, consolidando a realidade dos transportes mais limpos, o Marco Legal vai além da mobilidade e se torna fundamental no viver melhor nas cidades. A Vida Agradece” –</em></strong> diz a diretora-presidente da Eletra, Milena Braga Romano, empresa nacional que fabrica tecnologia para ônibus elétricos, com sede em São Bernardo do Campo (SP).</p>
<p>Responsável pela área de veículos pesados da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), Ieda Oliveira, que representa os fabricantes, acredita em impactos positivos na indústria, mas de forma gradual</p>
<p><strong><em>“É muito importante não somente a viabilização do custeio para a aquisição dos ônibus elétricos, mas a organização da infraestrutura, que foi incluída no projeto. Certamente vai haver impactos positivos na indústria, mas de forma gradual, até a implantação e consolidação desde a regulamentação, capacitação dos municípios até a aplicação na pratica”</em></strong> – acredita Ieda.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou em primeira-mão, nesta quarta-feira, 13 de maio de 2026, a aprovação do PL – Projeto de Lei 3278/21, do então senador Antônio Anastasia, hoje ministro do TCU (Tribunal de Contas da União), que regulamenta regras sobre mobilidade que possibilitam formas de financiamento extra-tarifárias em ônibus, trens e metrôs; além de modernizar contratos com as prestadoras de serviços.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/13/marco-legal-do-transporte-coletivo-e-finalmente-aprovado-pelo-plenario-da-camara-dos-deputados-nesta-quarta-feira-13-apos-cinco-anos/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/13/marco-legal-do-transporte-coletivo-e-finalmente-aprovado-pelo-plenario-da-camara-dos-deputados-nesta-quarta-feira-13-apos-cinco-anos/</a></p>
<p>No Senado, já houve a aprovação, em 2024, da proposta, que tem o objetivo de possibilitar a aplicação dos financiamentos aos transportes públicos já previstos na lei nacional de mobilidade de 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MARCO REGULATÓRIO – MITOS E VERDADES E UMA EXTENSA TRAMITAÇÃO:</strong></p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em primeira-mão, no dia 18 de março de 2026, de última hora, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Hotta, disse que PL – Projeto de Lei 3278/21 passaria por mais ajustes e seria votado logo depois do fim da janela parlamentar, em abril.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/18/votacao-do-marco-legal-do-transporte-coletivo-fica-para-abril-por-ajustes-no-texto/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/18/votacao-do-marco-legal-do-transporte-coletivo-fica-para-abril-por-ajustes-no-texto/</a></p>
<p>No Senado, já houve a aprovação, em 2024, da proposta, que tem o objetivo de possibilitar a aplicação dos financiamentos aos transportes públicos já previstos na lei nacional de mobilidade de 2012.</p>
<p>Dentre as melhorias previstas nos sistemas de mobilidade, documento também é um dos principais caminhos traçados pelo Governo Federal para implementar ônibus elétricos e alternativas menos poluentes que poderão diminuir as taxas de gases poluentes nos grandes centros urbanos.</p>
<p>O projeto já vem sendo postergado no Congresso por cinco longos anos, desde 2021.</p>
<p>Vale ressaltar que o projeto de lei em questão não deve criar mais impostos, já que não se trata de um documento de natureza tributária.</p>
<p>O <strong>Diário do Transporte</strong> divulgou em março de 2026, um trecho do Setorial Cidades, um dos documentos interministeriais que formam o Plano Clima do Brasil para até 2035.</p>
<p>Nele está descrito que a implementação das novas regras sobre os contratos, operações e financiamentos do transporte público devem ser implantadas por concreto até 2028.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/17/marco-legal-dos-transportes-urbanos-entra-na-pauta-da-camara-e-e-essencial-para-cumprimento-de-metas-de-reducao-de-emissoes/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/17/marco-legal-dos-transportes-urbanos-entra-na-pauta-da-camara-e-e-essencial-para-cumprimento-de-metas-de-reducao-de-emissoes/</a></p>
<p>Ainda em fevereiro de 2026, prefeitos-membros da FNP (Frente Nacional dos Prefeitos), em Brasília, para pressionar o presidente da Câmara, Hugo Motta, a acelerar neste ano de 2026 a a votação do PL – Projeto de Lei 3278, que cria o chamado Marco Legal ou Marco Regulatório dos Transportes Urbanos.</p>
<p>A reunião surtiu efeito.</p>
<p>Em 09 de fevereiro de 2026, com 304 votos a favor e 113 contrários, a Câmara dos Deputados, em Brasília, aprovou nesta segunda-feira, 09 de fevereiro de 2026, regime de Urgência para votação do Marco Legal do Transporte Público (PL – Projeto de Lei 3278/21, do ex-senador e hoje ministro do TCU – Tribunal de Contas da União, Antonio Anastasia).</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/09/urgente-camara-aprova-regime-de-urgencia-para-votacao-do-marco-legal-do-transporte-publico/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/09/urgente-camara-aprova-regime-de-urgencia-para-votacao-do-marco-legal-do-transporte-publico/</a></p>
<p>De lá para cá, o projeto sofreu diversas alterações.</p>
<p>A parte em que abria a possibilidade de os aplicativos de transporte individual, como Uber e 99, financiarem o transporte coletivo público foi retirada, assim como a limitação de cinco anos para que 60% da CIDE (o imposto sobre os combustíveis) sejam aplicados obrigatoriamente em áreas urbanas. Agora, a obrigatoriedade é em período indeterminado. Vale lembrar que o Projeto de Lei do Marco Legal do Transporte Coletivo nunca criou um imposto, mas, na prática, permite a melhor aplicação das possibilidades geradas por uma lei federal já existente de 2012 a que instituiu a Política Nacional de Mobilidade Urbana.</p>
<p>O projeto tem sido alvo de notícias falsas e narrativas políticas. – O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> elaborou um perguntas e respostas com base em explicações de especialistas <strong>– Veja mais abaixo.</strong></p>
<p>Concebido em 2021, no contexto ainda da crise gerada pela pandemia de covid-19, o PL – Projeto de Lei 3278/21, que cria o Marco Legal ou Marco Regulatório do Transporte Público, após muitos atrasos por parte do Congresso Nacional, parece que agora vai sair do papel. O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou em primeira-mão que, em 09 de fevereiro de 2026, foi aprovado o regime de urgência e a estimativa é de que a votação aconteça entre o fim de fevereiro e início de março. Em 11 de fevereiro de 2026 foi tirado o Artigo que previa que aplicativos de transporte individual, como Uber e 99, auxiliassem no financiamento dos transportes públicos, assim como um regime de tributação diferenciada por redução de poluição ao transporte coletivo. A matéria foi aprovada pelo Senado em 2024.</p>
<p>De autoria do ex-senador e hoje ministro do TCU – Tribunal de Contas da União, Antonio Anastasia, a proposta define regras de contratos de operação e de financiamento do transporte coletivo.</p>
<p>Entretanto, tem sido marcada por muita confusão, dúvidas e notícias falsas. Para tentar esclarecer alguns pontos, o editor-chefe e repórter do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, <strong><em>Adamo Bazani,</em></strong> ouviu especialistas, como a advogada Liana Variani, que atua em direito empresarial, o advogado Marcos Lopes, que atua em gestão pública e líderes de entidades que atuaram nos debates para o projeto, como diretor-presidente da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), Francisco Christovam.</p>
<p>Veja alguns pontos:</p>
<p><strong>O PL 3278/21 cria impostos a mais?</strong></p>
<p>Não cria mais impostos porque não é uma matéria de natureza tributária</p>
<p><strong>O Marco Legal do Transporte Público vai fazer com que andar de carro fique mais caro?</strong></p>
<p>Andar de carro não vai ficar mais caro necessariamente mais caro por causa do Marco Legal do Transporte Público. O PL não cria nenhuma taxação. Mas cria mecanismos para as prefeituras e estados aplicarem possibilidades já previstas em lei de 2012 &#8211; Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei Federal Nº 12.587/2012).</p>
<p><strong>As tarifas de ônibus, trens e metrôs podem ficar mais baratas com uma eventual aprovação do PL 3278/21?</strong></p>
<p>Podem, mas não de imediato. Ao conseguir as fontes de recursos extra tarifárias já previstas em lei, será possível reduzir o peso financeiro sobre o bolso do passageiro e sobre os cofres públicos por subsídios diretos. Isso, dependendo de cada cidade, pode resultar em redução de tarifas ou que os próximos aumentos sejam menores.</p>
<p><strong>O PL prevê tarifa-zero?</strong></p>
<p>Não obriga tarifa-zero, mas abre a possibilidade. No artigo 23, na Seção “Do Financiamento da Operação”, ao listar as fontes de financiamento possíveis, o PL, ao se referir sobre as receitas tarifárias usa a observação “quando houver”. Ou seja, pode ou não o custeio vir das tarifas.</p>
<p>Entre as possíveis fontes, de acordo com o texto, estão:</p>
<p>I – receitas de custeio e demais aportes de recursos orçamentários dos poderes públicos federal, estadual, distrital e municipal;</p>
<p>II – receitas tarifárias, quando houver;</p>
<p>III – receitas extratarifárias;</p>
<p>IV – contribuições e taxas decorrentes da justa distribuição dos benefícios e dos ônus do uso dos diferentes modos e serviços de mobilidade urbana;</p>
<p>V – subsídios cruzados intrasetoriais e intersetoriais provenientes de outras categorias de beneficiários dos serviços de transporte;</p>
<p>VI – outras fontes que venham a ser instituídas pelo poder público delegante, com objetivo de assegurar o financiamento do serviço de transporte público e o equilíbrio econômico-financeiro contratual.</p>
<p><strong>Os combustíveis serão uma destas fontes de recursos? Será um imposto novo dos combustíveis?</strong></p>
<p>Não haverá um imposto novo sobre combustíveis. O que o PL propõe é que pelo menos 60% da arrecadação da CIDE-Combustíveis seja obrigatoriamente destinada a áreas urbanas, o que incluiu o transporte público. Ou seja, define uma destinação à CIDE já existente, sem criar ou amentar nada.</p>
<p><strong>Como o PL 3278/21 trata a questão das tarifas?</strong></p>
<p>A proposta é que haja a separação da tarifa pública (paga pelo cidadão) e do custo do serviço, estabelecendo as condições legais para que cada prefeito ou governador, dentro de sua autonomia constitucional, decida sobre o nível de subsídio à passagem de ônibus em sua região. Além disso, define que gratuidades e descontos tarifários — que hoje correspondem a 22% dos custos das tarifas — sejam custeados por recursos já previstos em lei, sem gerar ônus aos demais passageiros.</p>
<p><strong>O que o PL considera como receita extratarifária? É qualquer dinheiro? É subsídio?</strong></p>
<p>Receita extratarifária não é subsídio dos cofres públicos e nem aportes federais, que também são possíveis. Mas é dinheiro que vem de atividades não diretamente a de transportar passageiros, mas que tenham relação, como exploração comercial de terminais e estações, cessão de terrenos para garagens e até créditos carbono. É o que diz o artigo 29 do projeto.</p>
<p>Art. 29. São consideradas receitas extratarifárias aos serviços de transporte público coletivo:</p>
<p>I – receitas de publicidade e direitos de nome nos veículos, terminais, estações, pontos de parada, entre outros;</p>
<p>II – receitas imobiliárias ou de exploração de serviços comerciais nas estações ou em áreas contíguas às infraestruturas de transporte público coletivo;</p>
<p>III – receitas oriundas da cobrança de estacionamento em áreas públicas e da taxação de estacionamentos privados;</p>
<p>IV – receitas decorrentes da cessão de terrenos públicos para construção de garagem;</p>
<p>V – outras receitas definidas em contratos para operação dos serviços de transporte público coletivo e demais serviços correlatos ou em legislação e normas aplicáveis;</p>
<p>VI – oriundas da comercialização de créditos de carbono ou outros mecanismos de compensação ambiental</p>
<p><strong>Vai trazer regas mais claras às concessões de transportes que poderão trazer inovações?</strong></p>
<p>Abre esta possibilidade, inclusive deixando os contratos com as viações menos engessados, como, por exemplo, prevendo serviços extras, pontuais e coletivos sob demanda. Vai depender muito do gestor público e operador de transporte.</p>
<p><strong>O PL vai deixar os contratos e arrecadações com os sistemas de transportes mais transparentes?</strong></p>
<p>Pelo menos esta é a intenção, inclusive, com a divulgação obrigatória de custos, receitas, subsídios, gratuidades e indicadores de qualidade.</p>
<p><strong>O PL do Marco Legal do Transporte Coletivo é perfeito?</strong></p>
<p>Não. Poderia haver mais oportunidades aproveitadas e que podem passar batido. Mas é um avanço para as regras de custeio da mobilidade urbana. Será uma lei, não só uma norma qualquer. Depois de aprovada, será difícil mudar. Apesar de mais de cinco anos de discussão, ainda há pontos como a participação dos aplicativos de transportes de carro e mototáxis no financiamento do transporte coletivo que poderia ser mais bem explorada nas discussões do Marco Legal e foi inviabilizada com a retirada do Artigo 30 da proposta. Seria uma justiça que não se pode perder a oportunidade. Além disso, poderia ampliar mais a possibilidade para a aplicação e instituição de gestões metropolitanas ou autoridades metropolitanas de transportes que versariam sobre as linhas entre cidades diferentes, que hoje na maior parte do País são sobrepostas, não têm integração tarifária e física e sequer são pagas pelos mesmos bilhetes.</p>
<p><strong>Ressalva sobre as regiões metropolitanas</strong></p>
<p>Mas também, sobre as autoridades metropolitanas, o Artigo 38 do PL, ao alterar o Artigo 17 da Lei de Mobilidade Urbana de 2012, apesar de não ser tão claro, abre a possibilidade ao destacar “estruturas de governança interfederativa na área de mobilidade urbana em regiões metropolitanas e aglomerações urbanas”.</p>
<p><strong>O PL fala sobre redução de poluição?</strong></p>
<p>Sim ao prever, por exemplo, que planejamento do transporte público coletivo deverá estabelecer meta de redução de emissões de poluentes atmosféricos e gases de efeito estufa decorrentes da queima de combustíveis fósseis para o transporte público coletivo.</p>
<p><strong>Existem exemplos práticos e atuais que podem ser melhorados ou ampliados com a aprovação do Marco Legal do Transporte Coletivo?</strong></p>
<p>Sim, porque um dos objetivos, segundo os defensores da proposta, é permitir modernizações nos contratos com as viações, aumentando as exigências quanto a transparência e a criação de novos atendimentos.</p>
<p>Práticas recentes atuais, consideradas inovadoras mesmo com os atuais modelos de financiamento e contratações, podem ser ampliadas ou colocadas em prática com, a maior segurança jurídica, além de serem abertas novas possibilidades.</p>
<p>O Circular da Saúde, em Santo André, no ABC Paulista, é um destes modelos do que pode ser ampliado.</p>
<p>O sistema de ônibus regulares com base no conceito de transporte sob demanda utilizado por aplicativos como Uber e 99, chegou a 200 mil passageiros em quatro meses e com possibilidades previstas no projeto de lei, outras iniciativas poderão ser adotadas por prefeitos e viações.</p>
<p>A linha começou a operar em 25 de outubro de 2025, e a procura tem aumentado.</p>
<p>Trata-se de uma linha de ônibus que liga mais de 10 unidades de saúde, entre particulares e públicas, na cidade de Santo André. O nome é Circular da Saúde, com a designação B 45 (Hospital Mário Covas – Bairro Paraíso/Vila Luzita – Jardim Represa).</p>
<p>A novidade deste serviço é que, além de cumprir um papel social, a linha foi concebida com o conceito de transporte sob demanda, mas faz parte do sistema comum, com intervalos regulares, tarifa comum e todas as gratuidades previstas. A diferença está na roteirização como a linha foi concebida. Além de ouvir reivindicações da população, a prefeitura de Santo André e a Viação Guaianazes usaram dados de solicitações de corridas de carros de aplicativo e de bilhetagem eletrônica (embarque e reembarque) e fez o trajeto considerado ideal.</p>
<p>O resultado foi que ao atender às reais necessidades dos usuários, atraiu demanda logo no primeiro dia de operação.</p>
<p>Levantamento independente realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, em dezembro de 2025, mostrou que a linha é a que recebeu melhor avaliação entre os sistemas de todo o Brasil, com 91% de aprovação.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/12/22/entrevista-hospital-mario-covas-e-poupatempo-da-saude-circular-da-saude-de-santo-andre-sp-e-o-servico-de-transportes-publicos-com-melhor-avaliacao-do-brasil-mas-prolongamento-pode-aperfeicoar-ate/">https://diariodotransporte.com.br/2025/12/22/entrevista-hospital-mario-covas-e-poupatempo-da-saude-circular-da-saude-de-santo-andre-sp-e-o-servico-de-transportes-publicos-com-melhor-avaliacao-do-brasil-mas-prolongamento-pode-aperfeicoar-ate/</a></p>
<p>O prefeito de Santo André, na Grande São Paulo, Gilvan Ferreira, conversou com o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, e disse que enquanto o PL do Marco Legal não se torna realidade, ainda assim, com criatividade, ouvindo a população e usando as tecnologias já existentes, é possível avançar.</p>
<p><strong><em>“Não precisa ser Uber ou 99 para ser transporte sob demanda. O Coletivo também pode: Basta ouvir a população, ter criatividade e usar os recursos tecnológicos já existentes” </em></strong>– disse.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/11/nao-precisa-ser-uber-ou-99-para-ser-transporte-sob-demanda-o-coletivo-tambem-pode-basta-ouvir-a-populacao-ter-criatividade-e-usar-os-recursos-tecnologicos-ja-existentes/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/11/nao-precisa-ser-uber-ou-99-para-ser-transporte-sob-demanda-o-coletivo-tambem-pode-basta-ouvir-a-populacao-ter-criatividade-e-usar-os-recursos-tecnologicos-ja-existentes/</a></p>
<p>Ferreira foi um dos dirigentes municipais que esteve no início de fevereiro, juntamente com colegas da FNP (Frente Nacional dos Prefeitos), em Brasília, para pressionar o presidente da Câmara, Hugo Motta, a acelerar neste ano de 2026 a a votação do PL – Projeto de Lei 3278, que cria o chamado Marco Legal ou Marco Regulatório dos Transportes Urbanos.</p>
<p>A reunião surtiu efeito.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/27/marco-legal-do-transporte-coletivo-acaba-de-chegar-a-lula-que-tera-15-dias-para-sancionar-ou-vetar/feed/</wfw:commentRss>
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  </item>
  <item>
    <title>Aposentadoria especial para motoristas de ônibus, cobradores e caminhoneiros: especialista explica decisão do STJ que reconheceu este direito</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/27/aposentadoria-especial-para-motoristas-de-onibus-cobradores-e-caminhoneiros-especialista-explica-decisao-do-stj-que-reconheceu-este-direito/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 27 May 2026 19:35:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[De acordo com a advogada Liana Variani, entendimento da Corte dá mais força à necessidade de produção de provas técnicas para demandas junto ao INSS ADAMO BAZANI Instagram:  https://www.instagram.com/varianimarins/ O Diário do Transporte mostrou em primeira-mão recentemente que ao julgar ações judiciais enquadradas no “Tema 1307”, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que motoristas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2333/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-18.20.04.jpeg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2333/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-18.20.04.jpeg?w=1537&amp;ssl=1 1537w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2333/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-18.20.04.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2333/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-18.20.04.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2333/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-18.20.04.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2333/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-18.20.04.jpeg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2333/05/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-18.20.04.jpeg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>De acordo com a advogada Liana Variani, entendimento da Corte dá mais força à necessidade de produção de provas técnicas para demandas junto ao INSS</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong>Instagram:</strong>  <a href="https://www.instagram.com/varianimarins/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/varianimarins/</a></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou em primeira-mão recentemente que ao julgar ações judiciais enquadradas no “Tema 1307”, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que motoristas de ônibus, cobradores e caminhoneiros têm direito à aposentadoria especial desde que comprovem exposição a agentes nocivos à saúde, mesmo após a vigência da Lei nº 9.032/1995.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/09/stj-decide-que-motoristas-de-onibus-e-caminhao-e-cobradores-tem-direito-a-aposentaria-especial-se-comprovarem-exposicao-a-agentes-nocivos-a-saude-diz-ibdp/" target="_blank" rel="noopener">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/09/stj-decide-que-motoristas-de-onibus-e-caminhao-e-cobradores-tem-direito-a-aposentaria-especial-se-comprovarem-exposicao-a-agentes-nocivos-a-saude-diz-ibdp/</a></p>
<p>O Governo Federal, por meio do INSS, pode recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal), já que as ações não devem ser contra empresas, mas contra a Previdência.</p>
<p>Há ainda muitas dúvidas sobre a decisão e o que pode impactar na vida de trabalhadores e empresas de transportes.</p>
<p>Por isso, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, procurou a advogada especialista em direito empresarial, Liana Variani, considerada referência nesta área, com as principais dúvidas de empresas e trabalhadores.</p>
<p><strong><u>ACOMPANHE A ENTREVISTA E TIRE AS PRINCIPAIS DÚVIDAS:</u></strong></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Eventuais ações judiciais devem ser contra as empresas?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Não, em essência, são demandas junto ao INSS, por se tratar de pagamento previdenciário. Mas as empresas de transportes devem estar atentas a eventuais riscos jurídicos que podem ter com este entendimento do STJ.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Quais são estes riscos?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Para as empresas, o impacto é relevante: aumenta o risco de passivos previdenciários e trabalhistas caso não haja documentação adequada das condições de trabalho, como PPP e laudos atualizados.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E como as empresas devem proceder?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Esse cenário reforça a importância de uma atuação preventiva, com revisão de processos internos, controle de jornada e adequação das condições de trabalho, especialmente no setor de transporte de passageiros de longa distância e logística e cargas, mas na realidade dos transporte do coletivo urbano, apesar de as operações terem um acompanhamento melhor das garagens, até pelas linhas não serem tão longas como as dos rodoviários, há também situações que podem trazer alterações contínuas em jornadas, como trânsito, enchentes, acidentes. Assim, podem se fazer necessárias ações como até mesmo uma melhor programação de tráfego e jornadas dos trabalhadores com base no perfil das linhas operadas, cruzando dados da rotina do colaborador com fatores como distância das garagens a pontos finais e da casa do trabalhador ao local onde vai render o colega, que não necessariamente é nas garagens. Locais onde o tráfego é difícil e até mesmo com mais falta de segurança pública também contam</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E os trabalhadores, o que precisam saber?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>A decisão do STJ reforça que o reconhecimento da aposentadoria especial para motoristas e cobradores não decorre apenas da função exercida, mas da efetiva comprovação de exposição a agentes nocivos ou condições prejudiciais à saúde, como a penosidade.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Então, ganha força a necessidade de o trabalhador, com o auxílio de um (a) advogado (a), reunir todo o tipo de prova que for possível.?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Isso mesmo. Na prática, a decisão não representa necessariamente uma ampliação automática de direitos, mas sim uma valorização da prova técnica.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: As condições de trabalho então pesam muito?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Com certeza. Foi o que você citou numa reportagem anterior sobre o tema, Adamo. Um profissional que trabalha continuadamente num ônibus não conservado ou numa via de alta vibração e tráfego ruim, com poeira, buracos e solavanco que gerem traumas repetitivos pode ser submetido a condições e agentes nocivos aos quais os motoristas de um ônibus elétrico, com ar-condicionado, silencioso, num corredor exclusivo não vão ser expostos.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Então o melhor caminho é que empresas, trabalhadores e diferentes setores dentro da mesma empresa sentem e conversem para evitar riscos e desgastes?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Isso mesmo. Não se pode vender ilusão aos trabalhadores e pânico aos empregadores. Uma porque as demandas são junto ao INSS. Outra porque, como falamos, a decisão reforça o poder das provas e não uma aplicação automática da aposentadoria especial “só” (entre aspas) porque o profissional é motorista de ônibus, cobrador ou caminhoneiro. Assim, ele pode demandar ao INSS e não conseguir. Não é uma garantia 100%. Por isso, o melhor é que todos os lados busquem segurança jurídica e, acima de tudo, qualidade de vida. O melhor é que todos se ouçam e haja uma integração entre diferentes departamentos dentro da empresa e entre as empresas e trabalhadores.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E existem profissionais que auxiliam nesta integração?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARANI:</strong> <em>Sim. É uma das aéreas que eu e outros colegas advogados atuamos e, ainda, não é de conhecimento amplo de empresas e trabalhadores: o direito preventivo. Mas as buscas por este tipo de acompanhamento têm crescido e evitado dores de cabeça para todos os lados.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI:</strong> <strong>A decisão do STJ reforça então essa necessidade de prever riscos jurídicos?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Certamente. Mais do que uma discussão jurídica, a decisão evidencia a necessidade de integração entre compliance trabalhista e gestão de riscos previdenciários dentro das empresas.</em></p>
<p><strong>Os contatos do escritório de Liana Variani são: </strong></p>
<p><strong>E-mail:</strong> <a href="mailto:contato@varianimarins.com.br" target="_blank" rel="noopener">contato@varianimarins.com.br</a></p>
<p><strong>Telefone/Whatsapp:</strong> (54) 9 9658-5476</p>
<p><strong>Instagram:</strong>  <a href="https://www.instagram.com/varianimarins/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/varianimarins/</a></p>
<p><strong><u>REFORMA PREVIDENCIÁRIA NÃO MUDOU ESTA REGRA PARA IBDP:</u></strong></p>
<p>A dúvida jurídica se deu justamente por causa da Reforma Previdenciária de 2019.</p>
<p>A Reforma da Previdência (2019) instituiu a idade mínima para a aposentadoria especial:</p>
<ul>
<li><strong>15 anos de exposição:</strong> 55 anos de idade (risco alto &#8211; ex: mineração subterrânea).</li>
<li><strong>20 anos de exposição:</strong> 58 anos de idade (risco médio &#8211; ex: amianto, mineração superficial).</li>
<li><strong>25 anos de exposição:</strong> 60 anos de idade (risco baixo &#8211; ex: ruído, agentes biológicos, químicos).</li>
</ul>
<p>Segundo o IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), que participa do processo, a reforma alterou regras previdenciárias, como exigir a comprovação de exposição permanente a agentes nocivos para a concessão da aposentadoria especial. De acordo com a alteração,  o trabalho deve ser nocivo de forma contínua, e não ocasional, eliminando o enquadramento apenas por categoria profissional a partir de 29 de abril de 1995.</p>
<p>O Instituto sustentou junto ao STJ que a atividade de dirigir ônibus e caminhão, assim como de cobrador, permanece marcada por condições especiais prejudiciais à saúde e à integridade física, ainda que o enquadramento automático por categoria profissional tenha sido extinto pela legislação previdenciária.</p>
<p>Segundo a manifestação apresentada ao tribunal pelo instituto científico-jurídico, a penosidade não desapareceu com a mudança legal, mas passou a exigir comprovação técnica individualizada, especialmente por meio de perícia judicial, considerando fatores como vibração de corpo inteiro, calor, ruído, postura inadequada, longas jornadas, ausência de descanso adequado e tensão psicológica permanente.</p>
<p>Vale lembrar que por causa da Reforma Previdenciária de 2019 foi criada uma regra de transição para a aposentadoria especial.</p>
<p><strong>Regra de Transição (Pontos):</strong><br />
Para quem já trabalhava na área, existe uma regra baseada em pontos (idade + tempo de contribuição)</p>
<ul>
<li><strong>86 pontos:</strong> 25 anos de atividade especial (e idade mínima exigida).</li>
<li><strong>76 pontos:</strong> 20 anos de atividade especial.</li>
<li><strong>66 pontos:</strong> 15 anos de atividade especial.</li>
</ul>
<p><strong>Valor da Aposentadoria (Cálculo):</strong></p>
<ol>
<li>Calcula-se a média de 100% dos salários de contribuição desde julho de 1994 (ou início).</li>
<li>O valor inicial é 60% dessa média.</li>
<li>Acrescenta-se 2% para cada ano que superar 15 anos de contribuição (mulheres) ou 20 anos (homens)</li>
</ol>
<p>comprovação é feita obrigatoriamente através do PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) e do LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho).</p>
<p><em>O tempo especial trabalhado até 13/11/2019 pode ser convertido em comum com acréscimo (geralmente multiplicado por 1,4 para homens e 1,2 para mulheres) se o segurado não atingir os requisitos para a aposentadoria especial.</em></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>SuperVia tem trens extras para Fluminense x La Guaira no Maracanã nesta quarta-feira (27)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/27/supervia-tem-trens-extras-para-fluminense-x-la-guaira-no-maracana-nesta-quarta-feira-27/</link>
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    <pubDate>Wed, 27 May 2026 19:30:41 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Partida pela Copa Libertadores contará com reforço nas linhas de Japeri, Santa Cruz e Saracuruna nesta quarta-feira ARTHUR FERRARI Os torcedores que vão acompanhar a partida entre Fluminense e La Guaira, nesta quarta-feira, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), terão esquema especial de circulação de trens da SuperVia antes e depois do [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/08/supervia-trem-e1691879565614.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Partida pela Copa Libertadores contará com reforço nas linhas de Japeri, Santa Cruz e Saracuruna nesta quarta-feira</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os torcedores que vão acompanhar a partida entre Fluminense e La Guaira, nesta quarta-feira, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), terão esquema especial de circulação de trens da SuperVia antes e depois do jogo válido pela Copa Libertadores.</p>
<p>Segundo a concessionária, haverá reforço operacional no período de ida ao estádio. Entre 18h e 20h, os trens com partidas de Japeri (RJ), Santa Cruz (RJ) e Saracuruna (RJ), com destino à Central do Brasil, circularão com intervalo médio de 15 minutos.</p>
<p>Após o encerramento da partida, a estação Maracanã terá viagens extras para atender o retorno dos passageiros. Os embarques ocorrerão com destino aos ramais de Santa Cruz, Japeri e Saracuruna.</p>
<p>Para Santa Cruz (RJ), os trens paradores sairão às 23h55, 00h10, 00h25 e 00h40, com intervalos de 15 minutos.</p>
<p>Já para Japeri (RJ), os serviços expressos partirão às 23h54, 00h09, 00h24 e 00h39, também com intervalo de 15 minutos.</p>
<p>No ramal Saracuruna (RJ), as viagens paradoras ocorrerão à 00h, 00h20 e 00h40, com intervalos de 20 minutos.</p>
<p>A SuperVia informou ainda que a estação Maracanã permanecerá aberta para embarque até 00h25. As demais estações funcionarão apenas para desembarque dos passageiros.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Prefeitura de Porto Alegre recebe autorização do Ministério da Fazenda para captar R$ 447 milhões para comprar 100 ônibus elétricos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/27/prefeitura-deporto-alegre-recebe-autorizacao-do-ministerio-da-fazenda-para-captar-r-447-milhoes-para-comprar-100-onibus-eletricos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 27 May 2026 19:05:13 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Município deve formalizar do contrato com o BNDES. Cidade conta com modelos da Marcopolo e Eletra com Caio ADAMO BAZANI A prefeitura de Porto Alegre (RS) recebeu autorização da Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda, para contratar financiamento de R$ 447 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="586" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/bfd4e55d-9f2a-47c8-9b90-5297a6371e6b-e1779909990624.jpg?fit=800%2C586&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Município deve formalizar do contrato com o BNDES. Cidade conta com modelos da Marcopolo e Eletra com Caio</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A prefeitura de Porto Alegre (RS) recebeu autorização da Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda, para contratar financiamento de R$ 447 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p>O dinheiro será utilizado para a compra de 100 ônibus elétricos.</p>
<p>A informação foi divulgada pela administração municipal nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026.</p>
<p>Como havia mostrado o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> a tomada do empréstimo foi autorizada pela Câmara Municipal em 17 de novembro de 2025, que aprovou o Projeto de Lei 057/2025, de autoria do Executivo.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/11/17/camara-municipal-de-porto-alegre-aprova-projeto-da-prefeitura-para-a-compra-de-100-onibus-eletricos/">https://diariodotransporte.com.br/2025/11/17/camara-municipal-de-porto-alegre-aprova-projeto-da-prefeitura-para-a-compra-de-100-onibus-eletricos/</a></p>
<p>Na nota desta quarta-feira (27), a prefeitura informou que o próximo passo é a elaboração da minuta do contrato com o BNDES, cuja assinatura deve ser realizada nos próximos meses.</p>
<p>O secretário municipal de Planejamento e Gestão, Cezar Schirmer, disse que os veículos serão entregues em etapas pelo fabricante, entre cinco e dez unidades de cada vez e que os veículos devem ampliar o conforto dos passageiros, uma vez que ônibus elétricos, além de não emitirem nenhum poluente atmosférico na poluição, geram um nível de ruído muito baixo, trepidam menos, possuem ar-condicionado, tomadas USB e vidros com tratamento contra raios ultravioletas do Sol.</p>
<p><strong><em>“O [Programa] POA Futura amplia o trabalho da prefeitura para qualificar o transporte coletivo. A chegada dos ônibus elétricos representa ganhos imediatos para a saúde da população e para o meio ambiente”,</em></strong>  disse</p>
<p>O secretário municipal de Mobilidade Urbana, Adão de Castro Júnior, por sua vez, disse que a distribuição dos 100 ônibus seguirá o planejamento da prefeitura para eletrificação das linhas.</p>
<p>Ainda de acordo com o gestor, com o dinheiro também serão comprados os carregadores das baterias destes veículos.</p>
<p><strong><em>“O financiamento obtido por meio do POA Futura representa um avanço importante para a modernização do transporte público de Porto Alegre. A aquisição de mais 100 ônibus elétricos e das estações de recarga faz parte das ações do Programa Mais Transporte para qualificar o sistema, oferecendo mais conforto, eficiência e sustentabilidade para a população, além de contribuir para a redução da emissão de poluentes e para uma mobilidade mais limpa e moderna na Capital”,</em></strong> explicou.</p>
<p>Os ônibus elétricos comprados pela prefeitura vão ser repassados para as empresas privadas.</p>
<p>Atualmente, a cidade conta com ônibus das marcas Eletra-Caio e Marcopolo.</p>
<p>&#8211; A prefeitura adquire os veículos e se responsabiliza pelo financiamento;</p>
<p>&#8211; As empresas de ônibus recebem estes coletivos e pagam para a prefeitura pelo modelo de subvenção econômica adotado para a aquisição de ônibus elétricos, que tem como objetivo principal retirar o custo da desvalorização dos veículos (depreciação do capital) do cálculo da tarifa de transporte público, beneficiando diretamente os clientes do sistema de transporte.</p>
<p>Como havia mostrado o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, o anúncio do projeto de 100 ônibus elétricos com a infraestrutura de carregamento foi feito em setembro de 2025, quando a prefeitura apresentou o primeiro veículo de um lote inicial de quatro ônibus superarticulados de tecnologia 100% nacional produzida pela Eletra, de São Bernardo do Campo (SP), que atendeu aos critérios do chamamento público lançado em 2023 pela SMMU, dentro do Programa Mais Transporte, para <em>“modernizar a mobilidade urbana e aprimorar o serviço aos passageiros do transporte coletivo de Porto Alegre”.</em></p>
<p>Na ocasião, a prefeitura estimou a inclusão de mais 100 ônibus elétricos em Porto Alegre, dos quais 70 articulados de 30 padrons (dois eixos e comprimento entre 12,1 metros e 13,5 metros).</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/09/19/video-em-primeira-mao-porto-alegre-passa-a-ter-o-primeiro-onibus-superarticulado-100-eletrico-da-cidade-com-tecnologia-integralmente-nacional-e-piso-baixo/">https://diariodotransporte.com.br/2025/09/19/video-em-primeira-mao-porto-alegre-passa-a-ter-o-primeiro-onibus-superarticulado-100-eletrico-da-cidade-com-tecnologia-integralmente-nacional-e-piso-baixo/</a></p>
<p>Para a aquisição da frota de 100 unidades e dos equipamentos de recarga, a prefeitura deve realizar licitações.</p>
<p>Os veículos não emitem poluição nas operações e têm um nível de ruído muito reduzido, considerados mais confortáveis e com vida útil maior que os modelos de mesmas dimensões a diesel ou biometano/GNV (Gás Natural Veicular).</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Do dado bruto à confiança do passageiro: por que a inteligência operacional virou peça-chave no transporte público</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/27/do-dado-bruto-a-confianca-do-passageiro-por-que-a-inteligencia-operacional-virou-peca-chave-no-transporte-publico/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 27 May 2026 18:30:39 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Maurício Corte, da Clever Devices, afirma que a transformação do transporte coletivo depende da capacidade de converter dados operacionais brutos em informação tratada, útil e confiável para passageiros, operadores e gestores ALEXANDRE PELEGI O transporte público ainda enfrenta um desafio que vai muito além da operação: reconquistar a confiança das pessoas. Em um cenário em [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="805" height="478" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mauricio-Corte.jpeg?fit=805%2C478&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mauricio-Corte.jpeg?w=805&amp;ssl=1 805w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mauricio-Corte.jpeg?resize=300%2C178&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mauricio-Corte.jpeg?resize=150%2C89&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mauricio-Corte.jpeg?resize=768%2C456&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mauricio-Corte.jpeg?resize=400%2C238&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 805px) 100vw, 805px" /> <p><em>Maurício Corte, da </em><a href="https://www.cleverdevices.com/?utm_source=chatgpt.com"><em>Clever Devices</em></a><em>, afirma que a transformação do transporte coletivo depende da capacidade de converter dados operacionais brutos em informação tratada, útil e confiável para passageiros, operadores e gestores</em></p>
<p><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p>O transporte público ainda enfrenta um desafio que vai muito além da operação: reconquistar a confiança das pessoas. Em um cenário em que ônibus, trens e metrôs frequentemente são vistos como “a opção de quem não tem alternativa”, cresce a percepção de que tecnologia e inteligência operacional podem desempenhar um papel decisivo para mudar essa relação entre o sistema e o passageiro. Para Maurício Corte, VP de Contas Estratégicas LATAM da <a href="https://www.cleverdevices.com/?utm_source=chatgpt.com">Clever Devices</a>, a transformação começa pela forma como o setor consegue converter dados operacionais em informação útil e, posteriormente, em inteligência aplicada à mobilidade urbana.</p>
<p>“O transporte público urbano ainda carrega uma percepção muito negativa. Ele continua sendo visto por muita gente como uma solução para quem não tem escolha, e não como uma opção legítima de mobilidade. Isso é resultado de experiências ruins acumuladas ao longo do tempo e de uma construção social associada à ineficiência”, afirma Maurício Corte. “Para romper esse ciclo, é preciso mudar a relação entre o usuário e o sistema. E essa mudança passa diretamente pela maneira como usamos os dados operacionais para gerar informação relevante.”</p>
<p>Segundo ele, o setor já produz um volume gigantesco de registros diariamente, mas ainda aproveita pouco desse potencial.</p>
<p>“Cada ônibus em circulação produz milhares de registros operacionais todos os dias: velocidade, paradas, tempo de embarque, intervalos entre veículos e condições de trânsito. Mas dado bruto, isoladamente, não é informação. É apenas matéria-prima, muitas vezes desorganizada e pouco utilizável”, explica. “A informação surge quando esses dados são tratados, correlacionados, contextualizados e transformados em algo compreensível e aplicável à operação e à experiência do passageiro.”</p>
<p>Maurício Corte ressalta que o grande desafio do transporte público moderno não está mais na coleta de dados.</p>
<p>“O desafio hoje não é produzir dados, porque o sistema já gera volumes enormes disso o tempo inteiro. O ponto central é transformar esse material bruto em informação tratada, confiável e útil para operadores, gestores e passageiros. Só depois dessa etapa é possível avançar para níveis mais sofisticados de inteligência aplicada”, afirma.</p>
<p>Para ele, previsibilidade e confiança caminham juntas.</p>
<p>“A diferença entre esperar sem saber quando o ônibus vai chegar e ter a informação de que ele passará em cinco minutos parece pequena, mas muda completamente a experiência do usuário”, diz. “Quando uma pessoa no metrô deixa passar um trem lotado porque sabe que o próximo vem em três minutos, ela está exercendo controle sobre o próprio tempo. Isso é extremamente poderoso. Informação confiável gera sensação de segurança e melhora a percepção de qualidade do serviço.”</p>
<p>O executivo destaca que os sistemas inteligentes de transporte vão muito além do rastreamento de veículos.</p>
<p>“Muita gente ainda associa ITS apenas ao GPS do ônibus, mas estamos falando de algo muito mais sofisticado. Esses sistemas consolidam informações de operação, frequência, desempenho e comportamento da frota em tempo real”, afirma. “Isso permite que gestores acompanhem desvios operacionais e atuem preventivamente antes que um problema se espalhe pela rede.”</p>
<p>Na avaliação dele, o transporte urbano exige soluções tecnológicas capazes de lidar com ambientes extremamente dinâmicos e imprevisíveis.</p>
<p>“Os modelos determinísticos tradicionais funcionam relativamente bem em cenários estáveis, mas o transporte urbano está longe de ser estável. Trânsito, acidentes, clima, eventos inesperados e variações de demanda mudam o cenário o tempo inteiro”, observa. “Por isso existe um risco quando o mercado transforma qualquer solução digital em algo revolucionário. Muitas vezes a tecnologia apenas digitaliza processos antigos sem resolver os problemas reais.”</p>
<p>Maurício Corte afirma que a inovação verdadeira ocorre quando a tecnologia consegue agir sobre a complexidade operacional do sistema.</p>
<p>“O avanço concreto está em soluções capazes de processar incertezas, redistribuir frota dinamicamente, ajustar rotas em tempo real e antecipar problemas antes que eles se transformem em crises operacionais”, explica. “Se o sistema identifica, por exemplo, que veículos estão começando a se agrupar em um corredor e corrige automaticamente a operação para evitar o efeito comboio, isso tem impacto direto na experiência do passageiro.”</p>
<p>Segundo ele, os ganhos vão muito além da relação com o usuário.</p>
<p>“A manutenção deixa de ser apenas corretiva e passa a incorporar lógica preditiva. Isso reduz custos, aumenta disponibilidade da frota e melhora a eficiência operacional”, afirma. “Ao mesmo tempo, os operadores conseguem adequar a oferta à demanda real, e não apenas a estimativas feitas meses antes. E os gestores passam a tomar decisões estratégicas com base em informações concretas, não em percepção ou intuição.”</p>
<p>O executivo faz um alerta de que a transformação digital também exige governança e transparência.</p>
<p>“Existem desafios importantes relacionados à fragmentação de bases de dados, sistemas legados difíceis de integrar e questões de privacidade”, diz. “Além disso, quando algoritmos passam a influenciar decisões operacionais, contratuais ou de distribuição de recursos, transparência e auditabilidade se tornam fundamentais. Não basta o sistema funcionar; ele precisa ser compreensível e confiável.”</p>
<p>Para Maurício Corte, o futuro do transporte coletivo dependerá da capacidade de equilibrar eficiência tecnológica e responsabilidade pública.</p>
<p>“O transporte público do futuro precisa combinar diferentes abordagens tecnológicas, mas sempre com foco no interesse público”, conclui. “Quando isso acontece, o transporte coletivo deixa de ser visto como última alternativa e passa efetivamente a competir com outras formas de deslocamento urbano.”</p>
<p>E acrescenta: “Reconquistar a confiança do cidadão não será um processo rápido. Mas cada vez que alguém consegue planejar sua viagem, receber uma informação precisa e chegar ao destino conforme esperado, damos um passo nessa direção. A verdadeira revolução é devolver às pessoas algo que nunca deveria ter sido perdido: a confiança de que o sistema vai funcionar quando elas precisarem.”</p>
<p><strong>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</strong></p>
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    <title>STM fecha 2025 com cumprimento de 68,35% das metas e aponta queda na demanda dos trilhos em SP</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/27/stm-fecha-2025-com-cumprimento-de-6835-das-metas-e-aponta-queda-na-demanda-dos-trilhos-em-sp/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 27 May 2026 18:00:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Uso do transporte metroferroviário abaixo do previsto e atraso em projetos afetaram índice de bonificação da Secretaria dos Transportes Metropolitanos; expansão da frota e adesão ao Geoportal atingiram objetivos estabelecidos ARTHUR FERRARI A Secretaria dos Transportes Metropolitanos de São Paulo (STM) publicou nesta quarta-feira (27), no Diário Oficial do Estado, a resolução que oficializa o [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="733" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Linha-2-Verde-e1660258216293.png?fit=1024%2C733&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Linha-2-Verde-e1660258216293.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Linha-2-Verde-e1660258216293.png?resize=300%2C215&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Linha-2-Verde-e1660258216293.png?resize=150%2C107&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Linha-2-Verde-e1660258216293.png?resize=768%2C550&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Linha-2-Verde-e1660258216293.png?resize=400%2C287&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Uso do transporte metroferroviário abaixo do previsto e atraso em projetos afetaram índice de bonificação da Secretaria dos Transportes Metropolitanos; expansão da frota e adesão ao Geoportal atingiram objetivos estabelecidos</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A Secretaria dos Transportes Metropolitanos de São Paulo (STM) publicou nesta quarta-feira (27), no Diário Oficial do Estado, a resolução que oficializa o Índice Agregado de Cumprimento de Metas (IACM) da Bonificação por Resultados referente ao exercício de 2025. O percentual final ficou em 68,35%.</p>
<p>O índice é utilizado para cálculo da Bonificação por Resultados (BR), prevista na Lei Complementar nº 1.361, de 2021, e leva em consideração o desempenho da pasta em indicadores ligados à expansão da infraestrutura metroferroviária, modernização tecnológica, planejamento da mobilidade e volume de passageiros transportados.</p>
<p>Entre os projetos que atingiram integralmente as metas previstas estão a expansão da frota de trens das Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha do Metrô e a adesão de municípios ao Geoportal STM, plataforma de compartilhamento de dados georreferenciados para planejamento metropolitano.</p>
<p>No caso da compra de novos trens, a STM informou que todas as etapas da fase monitorada em 2025 foram concluídas, incluindo habilitação das empresas, análise de recursos, homologação da licitação, manifestações das áreas econômicas do governo e assinatura do contrato para aquisição dos 44 novos trens.</p>
<p>Já o Geoportal STM contabilizou a adesão de 33 municípios das regiões metropolitanas atendidas pela secretaria. A plataforma reúne dados territoriais e de mobilidade urbana para subsidiar estudos e políticas públicas.</p>
<p>Outro indicador analisado foi a Pesquisa Origem e Destino (OD) nas regiões metropolitanas e na Aglomeração Urbana de Franca (SP). O projeto atingiu 93,34% da meta estabelecida. Segundo a nota técnica, houve avanço em etapas como elaboração de estudos técnicos, definição do termo de referência, pesquisa de mercado e assinatura contratual. A única pendência apontada foi a publicação do contrato no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP), realizada apenas em janeiro de 2026.</p>
<p>Por outro lado, dois indicadores tiveram desempenho abaixo do esperado e impactaram diretamente o resultado final da secretaria.</p>
<p>Um deles foi a atualização do sistema de comunicação do material rodante da Linha 2-Verde do Metrô, ligado à implantação do sistema CBTC. De acordo com a STM, as etapas previstas não foram concluídas no prazo inicialmente definido devido à complexidade técnica do projeto e às exigências do Banco Mundial, responsável pelo financiamento da expansão.</p>
<p>Outro fator que puxou o índice para baixo foi a demanda de passageiros no sistema metroferroviário paulista. A meta estabelecida para 2025 era de 2,018 bilhões de passageiros transportados, mas o total registrado ficou em cerca de 1,998 bilhão.</p>
<p>Segundo a secretaria, a diferença foi causada principalmente pela manutenção do trabalho remoto e híbrido após a pandemia, além de impactos de obras, modernizações e interrupções operacionais temporárias no sistema.</p>
<p>A resolução foi assinada pelo secretário dos Transportes Metropolitanos, Marco Antonio Assalve, e entrou em vigor na data de sua publicação.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Via Metro, Princesa e Guanabara vão operar linhas intermunicipais no Litoral Leste e Vale do Jaguaribe após abertura de mercado pela ARCE</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/27/via-metro-princesa-e-guanabara-vao-operar-linhas-intermunicipais-no-litoral-leste-e-vale-do-jaguaribe-apos-abertura-de-mercado-pela-arce/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 27 May 2026 17:30:43 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[A partir desta sexta-feira (29), regiões passam a contar com “lote espelho”, permitindo que novas empresas operem horários semelhantes aos já existentes da São Benedito Autovia YURI SENA O transporte rodoviário intermunicipal nas regiões do Litoral Leste e do Vale do Jaguaribe, no Ceará, vai contar, a partir desta sexta-feira (29), com o chamado “lote [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="735" height="445" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/9e21986d-1bf3-4f8e-aaef-c5bcfed600c5.jpg?fit=735%2C445&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/9e21986d-1bf3-4f8e-aaef-c5bcfed600c5.jpg?w=735&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/9e21986d-1bf3-4f8e-aaef-c5bcfed600c5.jpg?resize=300%2C182&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/9e21986d-1bf3-4f8e-aaef-c5bcfed600c5.jpg?resize=150%2C91&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/9e21986d-1bf3-4f8e-aaef-c5bcfed600c5.jpg?resize=400%2C242&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 735px) 100vw, 735px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">A partir desta sexta-feira (29), regiões passam a contar com “lote espelho”, permitindo que novas empresas operem horários semelhantes aos já existentes da São Benedito Autovia</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O transporte rodoviário intermunicipal nas regiões do Litoral Leste e do Vale do Jaguaribe, no Ceará, vai contar, a partir desta sexta-feira (29), com o chamado “lote espelho”, modelo que permitirá o espelhamento das linhas atualmente operadas pela São Benedito Autovia por outras empresas do setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O anúncio foi confirmado pelo deputado estadual Guilherme Bismarck, que informou a entrada das empresas Via Metro, Princesa e Guanabara na operação das linhas da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o parlamentar, o novo modelo permitirá que outras empresas operem horários semelhantes aos atualmente realizados pela São Benedito. Na prática, caso exista uma viagem programada para determinado município às 8h, por exemplo, outra empresa poderá oferecer um serviço próximo deste horário, como às 7h50, 8h10 ou 8h20.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A implementação ocorre em duas etapas, com início nesta sexta-feira (29) e ampliação prevista para a próxima sexta-feira, dia 5 de Junho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como noticiou o </span><b><i>Diário do Transporte</i></b><span style="font-weight: 400;"> nesta terça-feira (26), a Agência Reguladora do Estado do Ceará anunciou a abertura do bolsão operacional do transporte rodoviário intermunicipal nas regiões do Litoral Leste e Vale do Jaguaribe, mercado que até então possuía atendimento exclusivo da São Benedito Autovia.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Relembre: </span></i></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="7bMYzPIxE2"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/26/novas-empresas-poderao-atender-litoral-leste-e-vale-do-jaguaribe-no-ceara-apos-arce-anunciar-abertura-do-mercado-rodoviario/">Novas empresas poderão atender Litoral Leste e Vale do Jaguaribe, no Ceará, após ARCE anunciar abertura do mercado rodoviário</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Novas empresas poderão atender Litoral Leste e Vale do Jaguaribe, no Ceará, após ARCE anunciar abertura do mercado rodoviário” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/26/novas-empresas-poderao-atender-litoral-leste-e-vale-do-jaguaribe-no-ceara-apos-arce-anunciar-abertura-do-mercado-rodoviario/embed/#?secret=U3OkZhw3Vt#?secret=7bMYzPIxE2" data-secret="7bMYzPIxE2" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A medida deve beneficiar passageiros que utilizam as ligações entre Fortaleza e cidades do interior, como Aracati, Beberibe, Fortim, Icapuí, Itaiçaba, Jaguaruana, Limoeiro do Norte, Morada Nova e Russas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a agência reguladora, a abertura do mercado busca ampliar a concorrência e aumentar a oferta de horários e rotas aos passageiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda segundo Guilherme Bismarck, as três empresas escolhidas já fazem parte do sistema intermunicipal do estado e participaram do processo licitatório realizado em 2009. Por isso, receberão aditivos contratuais e ordens de serviço para atuar nos bolsões em que anteriormente não operavam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O parlamentar também afirmou que a decisão ocorre paralelamente ao processo de fiscalização envolvendo a São Benedito Autovia, que responde a um procedimento relacionado à possível caducidade da concessão. Segundo ele, o processo chegou a prever o cancelamento da licença operacional, mas a empresa obteve decisão judicial suspendendo temporariamente a medida.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Ônibus da Guanabara especial do São João de Campina Grande começa a circular nesta semana</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/27/onibus-da-guanabara-especial-do-sao-joao-de-campina-grande-comeca-a-circular-nesta-semana/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/27/onibus-da-guanabara-especial-do-sao-joao-de-campina-grande-comeca-a-circular-nesta-semana/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 27 May 2026 16:45:30 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Segundo empresa, que é transportadora oficial do evento, há rotas a partir de diversos estados para a localidade. Diário do Transporte noticiou em primeira mão o veículo ADAMO BAZANI/YURI SENA A Expresso Guanabara informou nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, que começa nesta semana a circular o ônibus com adesivação especial em homenagem ao [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="544" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/a1c73c7a-7462-4f3f-bbfa-dd0f8b1cb9b9-e1779899892877.jpg?fit=800%2C544&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Segundo empresa, que é transportadora oficial do evento, há rotas a partir de diversos estados para a localidade. <strong>Diário do Transporte</strong> noticiou em primeira mão o veículo</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI/YURI SENA</strong></em></p>
<p>A Expresso Guanabara informou nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, que começa nesta semana a circular o ônibus com adesivação especial em homenagem ao São João de Campina Grande, na Paraíba.</p>
<p>A empresa é a transportadora rodoviária oficial do evento, considerado um dos maiores e mais movimentados festejos juninos do Nordeste e do Brasil.</p>
<p>Em 14 de maio de 2026, o <em><strong>Diário do Transporte</strong> </em>noticiou em primeira mão tanto o lançamento do veículo temático quanto a participação da empresa no evento.</p>
<p><em>Relembre:</em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Yg27nm90RJ"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/14/guanabara-e-transportadora-rodoviaria-oficial-do-sao-joao-de-campina-grande-2026-e-lanca-onibus-com-adesivacao-especial/">Guanabara é transportadora rodoviária oficial do São João de Campina Grande 2026 e lança ônibus com adesivação especial</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Guanabara é transportadora rodoviária oficial do São João de Campina Grande 2026 e lança ônibus com adesivação especial” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/14/guanabara-e-transportadora-rodoviaria-oficial-do-sao-joao-de-campina-grande-2026-e-lanca-onibus-com-adesivacao-especial/embed/#?secret=VG7IppTRmd#?secret=Yg27nm90RJ" data-secret="Yg27nm90RJ" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O São João de Campina Grande será realizado entre os dias 3 de junho e 5 de julho e deve atrair milhares de turistas de diferentes regiões do país, ampliando significativamente a demanda pelo transporte rodoviário interestadual durante o período junino.</p>
<p>Segundo a Expresso Guanabara, a operação especial busca fortalecer a conectividade entre Campina Grande e importantes mercados emissores de passageiros, como Fortaleza, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Goiânia e Teresina.</p>
<p>A empresa destaca que atualmente atende mais de mil localidades brasileiras por meio de linhas diretas e conexões integradas, ampliando o acesso ao destino turístico durante o evento.</p>
<p>Além da circulação do ônibus temático nos terminais rodoviários, a companhia informou que realizará ações promocionais e de ativação de marca em áreas de grande circulação de público durante o São João.</p>
<p>A participação da empresa acompanha o aumento tradicional da procura por viagens rodoviárias no período junino, especialmente para cidades do Nordeste que concentram grandes festas populares.</p>
<p>O gerente de marketing da Expresso Guanabara, Rodrigo Mont’Alverne, afirmou que a iniciativa reforça o papel do transporte rodoviário na conexão de passageiros aos principais eventos culturais e turísticos do país.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Ministério das Cidades se pronuncia sobre visita a fábricas de ônibus elétricos na China</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/27/ministerio-das-cidades-se-pronuncia-sobre-visita-a-fabricas-de-onibus-eletricos-na-china/</link>
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    <pubDate>Wed, 27 May 2026 16:05:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Missão internacional foi divulgada em primeira-mão pelo Diário do Transporte. País asiático é inspiração, diz pasta ADAMO BAZANI O Ministério das Cidades se manifestou nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, sobre a visita de delegação brasileira à cidade de Shenzhen, na China. Trata-se de um projeto chamado “Tour de Estudo de Fabricantes de Ônibus [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Among-the-prototypes-under-construction-was-this-articulated-BRT-vehicle-with-a-raised-floor-and-doors-on-both-sides-for-Ecuador.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Among-the-prototypes-under-construction-was-this-articulated-BRT-vehicle-with-a-raised-floor-and-doors-on-both-sides-for-Ecuador.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Among-the-prototypes-under-construction-was-this-articulated-BRT-vehicle-with-a-raised-floor-and-doors-on-both-sides-for-Ecuador.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Among-the-prototypes-under-construction-was-this-articulated-BRT-vehicle-with-a-raised-floor-and-doors-on-both-sides-for-Ecuador.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Among-the-prototypes-under-construction-was-this-articulated-BRT-vehicle-with-a-raised-floor-and-doors-on-both-sides-for-Ecuador.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Among-the-prototypes-under-construction-was-this-articulated-BRT-vehicle-with-a-raised-floor-and-doors-on-both-sides-for-Ecuador.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Among-the-prototypes-under-construction-was-this-articulated-BRT-vehicle-with-a-raised-floor-and-doors-on-both-sides-for-Ecuador.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Missão internacional foi divulgada em primeira-mão pelo <strong>Diário do Transporte</strong>. País asiático é inspiração, diz pasta</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Ministério das Cidades se manifestou nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, sobre a visita de delegação brasileira à cidade de Shenzhen, na China.</p>
<p>Trata-se de um projeto chamado “Tour de Estudo de Fabricantes de Ônibus Elétricos”, uma missão internacional voltada à troca de experiências entre Brasil, México e África do Sul.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> havia noticiado em primeira-mão a viagem da representação brasileira.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/ministerio-das-cidades-do-brasil-ira-para-a-china-conhecer-fabricacao-de-onibus-eletricos-na-cidade-sede-da-byd/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/ministerio-das-cidades-do-brasil-ira-para-a-china-conhecer-fabricacao-de-onibus-eletricos-na-cidade-sede-da-byd/</a></p>
<p>Em nota à imprensa. o Ministério das Cidades diz que o Brasil tem condições de ser líder regional em eletromobilidade e que missões internacionais como esta são importantes para troca de experiências e atrações de investimentos.</p>
<p>Shenzhen possui a maior frota de ônibus elétricos do mundo, com 16 mil coletivos urbanos, a maior parte com porte semelhante às dimensões do padron brasileiro, e é sede de fabricantes como a BYD.</p>
<p>Na nota, intitulada <strong><em>“O futuro da mobilidade urbana passa pela eletrificação do transporte”,</em></strong> o Ministério das Cidades destaca que Shenzhen é considerada o “Vale do Silício Chinês”.</p>
<p>A pasta ainda classifica o país asiático como inspiração em investimentos na eletomobilidade e destacou que R$ 19,3 bilhões, dos R$ 51,4 bilhões do Novo PAC Mobilidade para infraestrutura e compra de veículos do transporte urbano, estão destinados ao eixo de Renovação de Frota, para aquisição de veículos mais modernos e sustentáveis, incluindo 2.927 ônibus elétricos, 10.071 ônibus com tecnologia Euro 6, 30 ônibus movidos a gás natural veicular (GNV) e 54 veículos sobre trilhos.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte </em></strong>noticiou também que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) mandou representantes para Pequim, na China; e para Frankfurt, na Alemanha; para tentar atrair mais plantas de produção de ônibus elétricos para o Brasil. De acordo com despacho autorizatório publicado em 20 de maio de 2026, o gerente da instituição, Márcio Fróes Miguez, fica em viagem até 29 de maio.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/20/bndes-vai-para-a-china-e-alemanha-para-atrair-novas-fabricas-de-onibus-eletricos-para-o-brasil/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/20/bndes-vai-para-a-china-e-alemanha-para-atrair-novas-fabricas-de-onibus-eletricos-para-o-brasil/</a></p>
<p>Na nota do Ministério das Cidades desta quarta-feira, 27 de maio de 2026, o secretário Nacional de Mobilidade Urbana, Marcos Daniel Souza dos Santos, que foi a Shenzhen, diz que ao Brasil tem demanda para a ampliação da frota de ônibus elétricos e potencial industrial.</p>
<p><strong><em>“É muito importante essa troca de experiências que estamos tendo aqui na China com relação às inovações em mobilidade urbana e eletromobilidade. O Brasil tem potencial industrial e demanda para ser liderança regional em soluções de zero emissão, especialmente em eletrificação. Assim, conseguiremos promover uma mobilidade mais limpa, moderna e inteligente para todos os brasileiros”</em></strong>, afirmou.​</p>
<p>O material ainda traz uma foto de um ônibus com tecnologia BYD e carroceria Comil para fretamento ou transporte regular rodoviário de curta ou média distância.</p>
<p>Veja na íntegra:</p>
<h1 class="documentFirstHeading">O futuro da mobilidade urbana passa pela eletrificação do transporte</h1>
<div id="viewlet-above-content-body">
<div id="media"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/noticia-mcid-n-2217/whatsapp-image-2026-05-27-at-10-31-47.jpeg/%40%40images/b54df488-bc95-49ed-886b-d2d48af6f2b4.jpeg?resize=768%2C444&#038;ssl=1" alt="Na imagem ônibus verde do transporte público" width="768" height="444" /></div>
</div>
<div id="content-core">
<div id="parent-fieldname-text" class="">
<div>
<p class=" ">Cidades cada vez mais conectadas, sustentáveis e tecnológicas já fazem parte da realidade em diferentes partes do mundo. A China é hoje uma das principais referências globais em inovação urbana e eletrificação do transporte público, especialmente em cidades como Shenzhen, que possui grande parte da frota de ônibus e táxis eletrificada.</p>
<p class=" ">Conhecida como o “Vale do Silício Chinês”, Shenzhen abriga gigantes da tecnologia como Huawei, Tencent, DJI e BYD, empresas líderes globais nos setores de smartphones, softwares, drones, veículos elétricos e baterias de lítio.</p>
<p class=" ">Representando o Ministério das Cidades, o secretário Nacional de Mobilidade Urbana, Marcos Daniel Souza dos Santos, participa do “Tour de Estudo de Fabricantes de Ônibus Elétricos”, missão internacional voltada à troca de experiências entre Brasil, México e África do Sul.</p>
<p class=" ">A agenda busca aproximar os países das principais inovações voltadas à mobilidade sustentável, promovendo intercâmbio técnico sobre eletrificação do transporte, novas tecnologias e oportunidades para desenvolvimento de novas parcerias.</p>
<p class=" ">De acordo com o secretário, a troca de experiências internacionais é fundamental para o avanço da mobilidade urbana sustentável no Brasil.</p>
<p class=" ">“É muito importante essa troca de experiências que estamos tendo aqui na China com relação às inovações em mobilidade urbana e eletromobilidade. O Brasil tem potencial industrial e demanda para ser liderança regional em soluções de zero emissão, especialmente em eletrificação. Assim, conseguiremos promover uma mobilidade mais limpa, moderna e inteligente para todos os brasileiros”, afirmou.​</p>
<p class=" ">Os investimentos em mobilidade urbana no Brasil também vêm sendo ampliados por meio do Novo PAC. Ao todo, já foram selecionados R$ 51,4 bilhões em propostas voltadas à melhoria do transporte público e à modernização da infraestrutura urbana.</p>
<p class=" ">Desse total, R$ 19,3 bilhões estão destinados ao eixo de Renovação de Frota, para aquisição de veículos mais modernos e sustentáveis, incluindo 2.927 ônibus elétricos, 10.071 ônibus com tecnologia Euro 6, 30 ônibus movidos a gás natural veicular (GNV) e 54 veículos sobre trilhos.</p>
<p class=" ">O avanço tecnológico e os investimentos em inovação transformaram cidades chinesas em referências globais de mobilidade inteligente e sustentabilidade urbana, experiências que vêm servindo de inspiração para o desenvolvimento de soluções mais modernas e eficientes no transporte público brasileiro.</p>
</div>
</div>
</div>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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