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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p>A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p>A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p>Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p>Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Ônibus da Rota Transportes invade ponto de apoio rodoviário em Itambé (BA), deixando mortos e feridos nesta segunda-feira (06)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/06/onibus-da-rota-transportes-invade-ponto-de-apoio-rodoviario-em-itambe-ba-deixando-mortos-e-feridos-nesta-segunda-feira-06/</link>
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    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:20:54 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Acidente na BA-263 aconteceu por volta das 7h ARTHUR FERRARI Um acidente envolvendo um ônibus da empresa Rota Transportes deixou ao menos dois mortos e vários feridos na manhã desta segunda-feira (6), em Itambé, no sudoeste da Bahia. O veículo avançou sobre uma estrutura utilizada por passageiros às margens da BA-263, nas proximidades de um [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Matheus-RibeiroOnibus-Brasil.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Matheus-RibeiroOnibus-Brasil.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Matheus-RibeiroOnibus-Brasil.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Matheus-RibeiroOnibus-Brasil.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Matheus-RibeiroOnibus-Brasil.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Matheus-RibeiroOnibus-Brasil.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Acidente na BA-263 aconteceu por volta das 7h</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um acidente envolvendo um ônibus da empresa Rota Transportes deixou ao menos dois mortos e vários feridos na manhã desta segunda-feira (6), em Itambé, no sudoeste da Bahia. O veículo avançou sobre uma estrutura utilizada por passageiros às margens da BA-263, nas proximidades de um posto de combustíveis, por volta das 7h.</p>
<p>O coletivo fazia rota entre cidades do sul e sudoeste baiano. A parada em Itambé ocorreu após cerca de 57 quilômetros de viagem, quando o ônibus atingiu o espaço utilizado para embarque, desembarque e atendimento de passageiros.</p>
<p>Com o impacto, parte da área de entrada foi danificada e pessoas que aguardavam transporte foram atingidas. As informações iniciais apontam ao menos duas mortes no local e três pessoas feridas. Até o momento, não foram divulgadas as identidades das vítimas.</p>
<p>De acordo com dados preliminares, o coletivo operava em trajeto com aproximadamente 240 quilômetros de extensão. O acidente aconteceu durante a parada prevista na cidade, quando o veículo acabou invadindo a área de circulação de passageiros.</p>
<p>Segundo informações do Sindmetro, o motorista relatou que o ônibus teria apresentado falha nos freios enquanto realizava a aproximação para embarque e desembarque. A possível causa, no entanto, ainda será confirmada pelas autoridades responsáveis pela apuração.</p>
<p>Pessoas que estavam nas proximidades prestaram os primeiros atendimentos e acionaram equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que encaminharam os feridos para atendimento médico.</p>
<p>A Polícia Militar foi acionada e as circunstâncias do acidente seguem sob investigação. As autoridades ainda não divulgaram detalhes adicionais sobre o ocorrido.</p>
<p>A ocorrência permanece em atualização.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Incêndio destrói ônibus interestadual na BR-101 em Nossa Senhora do Socorro (SE)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/06/incendio-destroi-onibus-interestadual-na-br-101-em-nossa-senhora-do-socorro-se/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:40:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Chamas se espalharam rapidamente após evacuação e mobilizaram bombeiros durante a madrugada ARTHUR FERRARI Um ônibus interestadual foi completamente destruído após um incêndio registrado na madrugada desta segunda-feira (06), na BR-101, nas proximidades do povoado Pau Ferro, em Nossa Senhora do Socorro (SE). A ocorrência foi atendida por equipes do 4º Grupamento do Corpo de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/9656014c-ec7d-4135-9f55-879e851198bf-e1775477158713.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Chamas se espalharam rapidamente após evacuação e mobilizaram bombeiros durante a madrugada</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um ônibus interestadual foi completamente destruído após um incêndio registrado na madrugada desta segunda-feira (06), na BR-101, nas proximidades do povoado Pau Ferro, em Nossa Senhora do Socorro (SE). A ocorrência foi atendida por equipes do 4º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe.</p>
<p>Segundo as informações apuradas, o motorista percebeu o início do fogo ainda durante o trajeto e interrompeu a viagem para retirar rapidamente todos os passageiros. Apesar da evacuação imediata, o incêndio ganhou intensidade em poucos minutos, impossibilitando a retirada de bagagens e outros pertences pessoais.</p>
<p>As chamas se espalharam de forma significativa e chegaram a oferecer risco para estruturas próximas à rodovia, incluindo rede elétrica, residências e um posto de combustível localizado nas imediações.</p>
<p>Após a chegada das equipes, foi iniciado o combate direto ao incêndio. Com o controle do fogo, os bombeiros realizaram o trabalho de rescaldo, procedimento necessário para evitar novos focos e garantir a segurança do local.</p>
<p>A operação foi coordenada pelo sargento Jonathas Alves. Apesar da gravidade da ocorrência, não houve registro de vítimas. O veículo teve perda total, sendo registrados apenas danos materiais.</p>
<p>O Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe orienta que, em situações de emergência, a população deve acionar o número 193, canal gratuito de atendimento.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Prefeitura do Rio de Janeiro publica regras de circulação de ciclomotores, patinetes e bicicletas a eletricidade</title>
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    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:07:10 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Opinião]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Em vias onde carros e ônibus podem circular acima de 60 km/h, este tipo de modalidade fica proibida ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari A prefeitura do Rio de Janeiro publicou nesta segunda-feira, 06 de abril de 2026, a regulamentação sobre transportes individuais motorizados elétricos como ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes elétricos. O decreto 57823, de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="799" height="553" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-06-at-07.54.49-e1775473528111.jpeg?fit=799%2C553&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Em vias onde carros e ônibus podem circular acima de 60 km/h, este tipo de modalidade fica proibida</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Arthur Ferrari</em></strong></p>
<p>A prefeitura do Rio de Janeiro publicou nesta segunda-feira, 06 de abril de 2026, a regulamentação sobre transportes individuais motorizados elétricos como ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes elétricos.</p>
<p>O decreto 57823, de 2026, abrange os seguintes veículos:</p>
<p><strong>ciclomotor:</strong> veículo automotor de duas ou três rodas, provido de motor de combustão interna ou elétrico, conduzido na posição sentada e desprovido de pedal;</p>
<p><strong>bicicleta elétrica:</strong> bicicleta dotada de motor elétrico com pedal e a existência ou não de dispositivo acelerador;</p>
<p><strong>autopropelido:</strong> aquele dotado de sistema próprio de propulsão, dispensando esforço físico contínuo do usuário para sua locomoção, de uso individual, de dimensões reduzidas e sem uso de pedal;</p>
<p><strong>patinete elétrico:</strong> autopropelido dotado de 2 ou 3 rodas e motorização elétrica integrada, cuja característica fundamental e obrigatória é ser projetado, exclusivamente para a condução do passageiro em posição ortostática (em pé), sendo vedada a existência, de assento, selim ou qualquer dispositivo que permita a condução na posição sentada</p>
<p><strong>VIAS E VELOCIDADE:</strong></p>
<p>O decreto proíbe esta modalidade vias onde carros e ônibus podem circular acima de 60 km/h.</p>
<p>Já em vias com limites de velocidade entre 40 km/h e 60 km/h, ciclomotores podem circular pela direita do sentido de fluxo e bicicletas elétricas e patinetes elétricos ficam proibidos.</p>
<p>Já em ruas e avenidas com limite de 40 km/h, os ciclomotores podem circular à direita e as bicicletas elétricas e patinetes elétricos devem seguir por ciclovias, ciclorrotas ou ciclofaixas. Se não houver estes espaços, podem circular pela direita do sentido da via.</p>
<p>Os ciclomotores precisam ser licenciados e emplacados, os condutores devem ter CNH categoria A e não podem circular pelas ciclovias, ciclorrotas e ciclofaixas.</p>
<p>Todos estes veículos devem empreender uma velocidade máxima de 25 km/h e as bicicletas podem levar um passageiro, desde que com um banco a mais e compatível com a idade do “garupa”.</p>
<p>Em calçadas ou outras áreas para pedestres, os ciclomotores são proibidos e as bicicletas e patinetes a eletricidade podem desde que de forma excepcional e somente numa velocidade de até 6 km/h, dando sempre prioridade a quem está a pé.</p>
<p>Os condutores e passageiros de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes elétricos deverão utilizar capacete de segurança, sendo que, no caso dos ciclomotores, o capacete precisa ter viseira ou o condutor deve usar óculos de proteção.</p>
<p>Os ciclomotores não podem ser conduzidos por pessoas com menos de 18 anos, com exceção em caso de pessoas com deficiência em que o uso seja indicado e autorizado.</p>
<p>Os ciclomotores devem ser regularizados e emplacados até o dia 31 de dezembro de 2026, ainda conforme o decreto assinado pelo prefeito Eduardo Cavaliere.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-509559" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-3.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-3.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-3.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-3.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-3.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-3.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-3.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-3.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-3.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-509560" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-3.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-3.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-3.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-3.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-3.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-3.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-3.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-3.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-3.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-509561" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3-1.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3-1.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3-1.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3-1.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3-1.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3-1.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3-1.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3-1.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/3-1.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-509565" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Design-sem-nome.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>Incentivo a indústria de trens no Brasil também pode abrir as portas para ampliar produção de ônibus elétricos por outras marcas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/06/incentivo-a-industria-de-trens-no-brasil-tambem-pode-abrir-as-portas-para-ampliar-producao-de-onibus-eletricos-por-outras-marcas/</link>
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    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 09:23:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Em apresentação das instalações da chinesa CRRC, em, Araraquara (SP), Alckmin disse que fabricantes receberão financiamentos e apoios em terrenos e desapropriações ADAMO BAZANI A abertura das portas do Brasil para a indústria internacional de trens e de implementos metroferroviários também pode ampliar a produção de outros veículos e equipamentos voltados ao transporte público, como [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="529" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/312769f6-4b6a-40d5-9474-bf25436a2868-e1774476056536.jpg?fit=800%2C529&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Em apresentação das instalações da chinesa CRRC, em, Araraquara (SP), Alckmin disse que fabricantes receberão financiamentos e apoios em terrenos e desapropriações</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A abertura das portas do Brasil para a indústria internacional de trens e de implementos metroferroviários também pode ampliar a produção de outros veículos e equipamentos voltados ao transporte público, como ônibus elétricos.</p>
<p>A avaliação é de técnicos do próprio Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.</p>
<p>O intuito não é viabilizar importações ou montagens de veículos, que viriam para cá no formato de CKD, mas exigir produção local com níveis mínimos de peças nacionais, permitindo apenas a importação de itens que ainda não possuem fabricação em série no Brasil.</p>
<p>Em 25 de março de 2026, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, durante a apresentação das instalações da chinesa CRRC, em Araraquara (SP), o vice-presidente e até então titular da pasta, Geraldo Alckmin, disse que fabricantes receberão financiamentos por meio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), além de apoios para aquisição de terrenos, contato com custeio até mesmo das desapropriações.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/25/governo-federal-diz-que-quer-atrair-mais-fabricas-de-trens-para-o-brasil-e-que-nao-vai-apenas-financiar-via-bndes-mas-ceder-areas-e-bancar-desapropriacoes/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/25/governo-federal-diz-que-quer-atrair-mais-fabricas-de-trens-para-o-brasil-e-que-nao-vai-apenas-financiar-via-bndes-mas-ceder-areas-e-bancar-desapropriacoes/</a></p>
<p>A CRRC é sócia do Grupo Comporte, gigante em ônibus, da família do fundador da GOL Linhas Aéreas na TIC Trens, concessionária do TIC (Trem Intercidades), entre a capital paulista e Campinas, no interior de São Paulo, e para renovação da frota da linha 7-Rubi, de trens metropolitanos.</p>
<p>Inicialmente, na planta de Araraquara (SP), que funcionará onde estava instalada a fábrica de carros da Hyundai, serão produzidos os trens para esta concessão.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/25/governo-federal-diz-que-quer-atrair-mais-fabricas-de-trens-para-o-brasil-e-que-nao-vai-apenas-financiar-via-bndes-mas-ceder-areas-e-bancar-desapropriacoes/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/25/governo-federal-diz-que-quer-atrair-mais-fabricas-de-trens-para-o-brasil-e-que-nao-vai-apenas-financiar-via-bndes-mas-ceder-areas-e-bancar-desapropriacoes/</a></p>
<p>A parceria entre o Grupo Comporte e a chinesa CRRC também viabilizou a compra de 90 ônibus elétricos pela Viação Piracicabana, companhia do conglomerado brasileiro, para o sistema de transportes do Distrito Federal, como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>. Os veículos chegam ao DF em maio.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/07/onibus-eletricos-chineses-da-piracicabana-do-grupo-comporte-chegam-em-maio-para-o-sistema-do-distrito-federal-sao-90-unidades/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/07/onibus-eletricos-chineses-da-piracicabana-do-grupo-comporte-chegam-em-maio-para-o-sistema-do-distrito-federal-sao-90-unidades/</a></p>
<p><strong>DIVERSAS MARCAS:</strong></p>
<p>Além da própria CRRC, outras gigantes que atuam nas produções metroferroviárias também fazem ônibus elétricos e a hidrogênio.</p>
<p>A própria Hyundai, com o braço ferroviário Rotem, possui unidade dedicada a ônibus elétricos.</p>
<p>A Mitsubishi Electric BV fabrica trens, composições de metrô e pela Mitsubishi Fuso Truck and Bus Corporation, da Daimler Truck, que, por sua vez, controla A Mercedes-Benz também tem forte atuação em ônibus elétricos.</p>
<p>A fabricante espanhola de trens CAF é proprietária da Solaris, com tecnologia de ônibus elétricos.</p>
<p>Não significa necessariamente que estas marcas se interessarão por plantas no Brasil, mas o Governo Federal sinalizou a disposição de, caso haja interesse, juntamente com o negócio metroferroviário, também incentivar o desenvolvimento local de ônibus elétricos a bateria e a hidrogênio.</p>
<p>O BNDES disponibilizou linhas de financiamentos que já somaram R$ 6,6 bilhões para ônibus elétricos e projeta mais ampliações de frotas. Várias licitações locais já pedem coletivos menos poluentes.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>Livoltek obtém certificação do Inmetro para carregadores elétricos e reforça presença no Brasil</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/06/livoltek-obtem-certificacao-do-inmetro-para-carregadores-eletricos-e-reforca-presenca-no-brasil/</link>
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    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 08:00:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Equipamentos AC e DC da empresa passam a contar com certificação de conformidade emitida por organismo acreditado, atestando segurança, desempenho e confiabilidade ALEXANDRE PELEGI A Livoltek Power Brasil Ltda. conquistou a certificação de conformidade para suas estações de carregamento de veículos elétricos comercializadas no país. O reconhecimento foi emitido pelo PCN do Brasil Ltda., organismo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="945" height="1024" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pcn.jpeg?fit=945%2C1024&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pcn.jpeg?w=1078&amp;ssl=1 1078w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pcn.jpeg?resize=277%2C300&amp;ssl=1 277w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pcn.jpeg?resize=945%2C1024&amp;ssl=1 945w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pcn.jpeg?resize=138%2C150&amp;ssl=1 138w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pcn.jpeg?resize=768%2C832&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pcn.jpeg?resize=400%2C433&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pcn.jpeg?resize=150%2C163&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 945px) 100vw, 945px" /> <p><em>Equipamentos AC e DC da empresa passam a contar com certificação de conformidade emitida por organismo acreditado, atestando segurança, desempenho e confiabilidade</em></p>
<p><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p>A <strong>Livoltek Power Brasil Ltda.</strong> conquistou a certificação de conformidade para suas estações de carregamento de veículos elétricos comercializadas no país. O reconhecimento foi emitido pelo <strong>PCN do Brasil Ltda.</strong>, organismo acreditado pelo Inmetro, e atesta que os equipamentos atendem às normas técnicas brasileiras baseadas na <strong>ABNT NBR IEC 61851</strong>, referência internacional para sistemas de recarga elétrica.</p>
<p>Na prática, a certificação abrange todo o portfólio da empresa no Brasil, incluindo carregadores <strong>AC (corrente alternada)</strong> para uso residencial e comercial e equipamentos <strong>DC (corrente contínua)</strong> — de recarga rápida e ultrarrápida — com potência de até 240 kW.</p>
<p>A <strong>Livoltek</strong> é uma empresa global de tecnologia voltada a soluções de energia inteligente, com atuação em áreas como inversores solares, armazenamento de energia e infraestrutura para mobilidade elétrica. No Brasil, a companhia tem ampliado sua presença com foco no fornecimento de carregadores para veículos elétricos, acompanhando o crescimento do mercado de eletromobilidade.</p>
<p>A certificação de conformidade é um processo formal que comprova que um produto atende a normas técnicas e regulatórias específicas.</p>
<p>No caso dos carregadores elétricos, isso significa que os equipamentos foram testados e avaliados para garantir:</p>
<ul>
<li><strong>S<em>egurança elétrica</em></strong><em> (proteção contra choques, falhas e sobrecargas)</em></li>
<li><em><strong>Desempenho adequado</strong> (funcionamento dentro dos parâmetros esperados)</em></li>
<li><em><strong>Confiabilidade operacional</strong> (uso contínuo sem riscos ao usuário ou à rede elétrica)</em></li>
</ul>
<p>Essa certificação é especialmente relevante em um setor sensível como o de recarga elétrica, que envolve altas potências e interação direta com veículos e infraestrutura urbana.</p>
<p>O PCN do Brasil Ltda. é um organismo de certificação responsável por avaliar se produtos atendem às normas exigidas no país.</p>
<p>Quando se diz que ele é “acreditado pelo Inmetro”, significa que o próprio organismo certificador foi auditado e reconhecido pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), e possui competência técnica e independência para realizar certificações válidas no território nacional</p>
<p>Ou seja, não se trata de um selo privado ou comercial: é um reconhecimento dentro do sistema oficial brasileiro de avaliação da conformidade.</p>
<p>Para o mercado e para o usuário final, a certificação traz implicações diretas:</p>
<ul>
<li><em><strong>Maior segurança para instalação e uso dos carregadores</strong></em></li>
<li><em><strong>Conformidade com exigências regulatórias brasileiras</strong>, facilitando projetos e licitações</em></li>
<li><em><strong>Redução de riscos técnicos e jurídicos</strong> para operadores, empresas e gestores públicos</em></li>
<li><em><strong>Padronização tecnológica</strong>, alinhada a normas internacionais</em></li>
</ul>
<p>Além disso, a certificação tende a ser um diferencial competitivo em um mercado em expansão, no qual a confiança na infraestrutura de recarga é um fator decisivo para a adoção de veículos elétricos.</p>
<p>A obtenção do selo reforça o posicionamento da Livoltek no Brasil e ocorre em um momento de avanço da mobilidade elétrica no país, com crescimento da frota eletrificada e maior demanda por infraestrutura confiável de recarga.</p>
<p><strong><em>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>

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  <item>
    <title>Prefeitura de Bauru (SP) formaliza contrato de R$ 2,3 milhões com a Infra S.A. para estudo de viabilidade de VLT*</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/06/prefeitura-de-bauru-sp-formaliza-contrato-de-r-23-milhoes-com-a-infra-s-a-para-estudo-de-viabilidade-de-vlt/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 07:51:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Extrato publicado no Diário Oficial da União confirma contratação para elaboração do EVTEA; proposta preliminar prevê quase 29 km de rede e reaproveitamento de trilhos de carga_ _*ALEXANDRE PELEGI*_ A Prefeitura de Bauru (SP) formalizou a contratação da Infra S.A., estatal federal sucessora da Valec, para elaborar o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="679" height="452" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281229.jpeg?fit=679%2C452&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281229.jpeg?w=679&amp;ssl=1 679w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281229.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281229.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281229.jpeg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px" /> 
<p>Extrato publicado no Diário Oficial da União confirma contratação para elaboração do EVTEA; proposta preliminar prevê quase 29 km de rede e reaproveitamento de trilhos de carga_<br><br>_*ALEXANDRE PELEGI*_<br><br>A Prefeitura de Bauru (SP) formalizou a contratação da Infra S.A., estatal federal sucessora da Valec, para elaborar o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) de um projeto de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no município. O extrato do contrato foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 06 de abril de 2026, e confirma o valor de R$ 2,3 milhões, com vigência de 12 meses e prazo de execução de nove meses, contados a partir da ordem de serviço.&nbsp; <br><br>Segundo o extrato, o Contrato nº 14.203/2026 foi assinado em 31 de março de 2026 entre a Prefeitura Municipal de Bauru, CNPJ 46.137.410/0001-80, e a INFRA S.A., razão social VALEC – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., CNPJ 42.150.664/0001-87. A contratação foi feita por dispensa de licitação nº 10/2026, com fundamento no artigo 75, inciso IX, da Lei Federal nº 14.133/2021, combinado com o artigo 7º da Lei Federal nº 12.404/2011.&nbsp; <br><br>A publicação no DOU complementa a informação já divulgada pelo _*Diário do Transporte*_ em 30 de março de 2026, quando a Prefeitura havia autorizado a contratação da consultoria especializada para o EVTEA. Na ocasião, o município informou que o estudo serviria de base para avaliar a implantação, operação e manutenção de um sistema de VLT em Bauru, no âmbito do Termo de Colaboração nº 969603/2024/MCIDADES/CAIXA.&nbsp; <br><br>*Projeto prevê uso de trilhos já existentes*<br><br>De acordo com as informações já publicadas anteriormente, a proposta preliminar em análise prevê uma rede de aproximadamente 28,8 quilômetros, distribuída em três ramais e com cerca de 34 estações ou pontos de parada. A diretriz central é o reaproveitamento da malha ferroviária existente, hoje usada predominantemente para transporte de cargas.&nbsp; <br><br>Essa característica torna o projeto mais complexo do ponto de vista regulatório e operacional. Isso porque a implantação do VLT dependerá não apenas da conclusão do estudo, mas também de articulações com o governo federal, com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e com a concessionária que hoje opera a malha na região, atualmente a Rumo.&nbsp; <br><br>*Contratação avança do ato de autorização para a formalização contratual*<br><br>A diferença entre a publicação de 30 de março e a de 06 de abril é que, agora, o processo passa da fase de autorização e ratificação da dispensa para a etapa de formalização contratual no Diário Oficial da União, detalhando número do contrato, partes, prazo, valor e data de assinatura. No portal de licitações da Prefeitura de Bauru, a dispensa já aparecia vinculada ao processo nº 189.500/2025, com autorização da prefeita em 26 de março de 2026.&nbsp; <br><br>Com isso, Bauru dá um passo institucional relevante para tentar tirar do papel uma antiga discussão sobre transporte sobre trilhos no município. Ainda assim, o eventual VLT segue em fase embrionária: não há, por enquanto, definição de obras, cronograma de implantação ou modelo operacional. Esses pontos deverão ser justamente objeto do EVTEA, que indicará se o projeto se sustenta técnica, econômica e ambientalmente.&nbsp; <br><br>*_Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes_*</p>
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    <title>VIAÇÃO ESMERALDA renuncia linha entre Paraná e São Paulo e ANTT cancela TAR</title>
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    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 07:15:15 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão da SUPAS revoga autorização anterior e encerra operação entre Campina da Lagoa (PR) e São Paulo (SP), via Campo Mourão ALEXANDRE PELEGI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) homologou o pedido de renúncia da Viação Esmeralda Transportes ao Termo de Autorização (TAR) nº PRSP0184004, que operava a linha Campina da Lagoa (PR) – [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="480" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images28929.jpeg?fit=640%2C480&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images28929.jpeg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images28929.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images28929.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images28929.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /> 
<p><em>Decisão da SUPAS revoga autorização anterior e encerra operação entre Campina da Lagoa (PR) e São Paulo (SP), via Campo Mourão</em><br><br><strong>ALEXANDRE</strong> PELEGI <br><br>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) homologou o pedido de renúncia da Viação Esmeralda Transportes ao Termo de Autorização (TAR) nº PRSP0184004, que operava a linha Campina da Lagoa (PR) – São Paulo (SP), via Campo Mourão, conforme a Decisão SUPAS nº 664/2026, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (06).<br><br>Com a decisão, todas as operações vinculadas ao TAR estão automaticamente canceladas, com vigência a partir de 3 de abril de 2026.<br><br>Linha renunciada<br>	•	Campina da Lagoa (PR) – São Paulo (SP), via Campo Mourão<br>	•	Inclui todas as seções operacionais vinculadas<br><br>A medida também revoga a Decisão SUPAS nº 2.488/2024, que anteriormente tratava da autorização da linha.<br><br>De acordo com a Resolução ANTT nº 6.033/2023, a empresa deverá:<br>	•	Garantir o atendimento aos passageiros com viagens já vendidas<br>	•	Oferecer reembolso ou remarcação<br>	•	Cumprir integralmente os direitos previstos para cancelamentos<br><br>*O que significa a renúncia de um TAR?*<br><br>A renúncia é o ato pelo qual a empresa abre mão de operar uma linha autorizada pela ANTT. Na prática:<br>	•	A linha deixa de existir no sistema regulado<br>	•	Todas as seções associadas são encerradas<br>	•	A empresa perde o direito de exploração daquele mercado específico<br><br>*_Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes_*</p>
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    <title>ANTT autoriza 28 empresas para operação no fretamento interestadual</title>
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    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 06:37:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões SUPAS nº 665 e 666 liberam novas transportadoras para atuar no regime de fretamento rodoviário ALEXANDRE PELEGI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou 28 empresas a operar no transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional de passageiros sob regime de fretamento, conforme as Decisões SUPAS nº 665 e 666/2026, publicadas no Diário Oficial [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="550" height="412" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281029.jpeg?fit=550%2C412&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281029.jpeg?w=550&amp;ssl=1 550w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281029.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281029.jpeg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/images281029.jpeg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /> 
<p><br><em>Decisões SUPAS nº 665 e 666 liberam novas transportadoras para atuar no regime de fretamento rodoviário</em><br><br><em>ALEXANDRE PELEGI</em><br><br>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou 28 empresas a operar no transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional de passageiros sob regime de fretamento, conforme as Decisões SUPAS nº 665 e 666/2026, publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira (06).<br><br>As autorizações permitem que as empresas passem a atuar no modelo de fretamento, que inclui viagens sob contrato, turismo e transporte sob demanda, conforme regras da Resolução nº 4.777/2015.<br><br>_*Empresas autorizadas no fretamento (ANTT – SUPAS nº 665 e 666/2026)*_<br><br>*Decisão SUPAS nº 666/2026*<br><br>Empresa	TAF	CNPJ<br>Agência de Viagens e Turismo Miechuanski Ltda	426089	09.524.592/0001-15<br>Autobless Transporte e Turismo Ltda	011244	65.291.259/0001-84<br>Cotransepa Cooperativa de Transporte Escolar, Passageiros e Turismo do Agreste	011245	30.713.046/0001-19<br>D G Tur Ltda	011246	64.020.830/0001-63<br>JC Transporte &amp; Turismo Ltda	011247	57.943.262/0001-07<br>Le Tour Transportes Ltda	003882	35.654.684/0001-20<br>Moria Transporte e Turismo Ltda	316036	07.461.237/0001-19<br>Patricia Carla Jose Ltda	011248	34.186.868/0001-40<br>Piemonte Viagens e Turismo Ltda	011249	62.968.669/0001-29<br>Pisom Tour Transporte Ltda	003655	26.107.707/0001-95<br>Prime Plus Locação de Veículos e Transportes Turísticos Ltda	000035	05.114.481/0001-80<br>Propptur Transportes e Terraplanagem Ltda	011250	27.127.635/0001-00<br>RLJ Transporte e Estética Ltda	007070	32.982.673/0001-80<br>Zeck Tur Viagens e Turismo Ltda	011251	63.958.234/0001-66<br><br><br>*Decisão SUPAS nº 665/2026*<br><br>Empresa	TAF	CNPJ<br>Alberi Zuza de Lima Ltda	011234	09.320.008/0001-00<br>Antonio Olegario Leal	011235	30.235.540/0001-15<br>Eudemir Pereira de Jesus Ltda	011236	64.606.465/0001-73<br>Exclusiva Transportes Ltda	011237	31.824.462/0001-57<br>F.A.S. Viagens e Transportes Turismo Ltda	011217	82.256.009/0001-22<br>J. A. Cavalcante dos Santos Ltda	007337	24.259.234/0001-16<br>Kinho Transportes e Turismo Ltda	438131	01.128.270/0001-45<br>Marcos Felipe Grobelski Ltda	011238	65.170.577/0001-97<br>Marques Turismo e Transportes Ltda	011239	50.110.463/0001-84<br>O. de Melo Raulino Transportes Ltda	011240	33.666.095/0001-36<br>Paulinho Tur Transportes Ltda	011241	55.552.367/0001-00<br>R Transportes e Locação de Mão de Obra Ltda	005096	16.587.944/0001-47<br>TN Transportes Ltda	011242	64.416.586/0001-52<br>Três Amigos Transportes Ltda	011243	04.461.590/0001-00<br><br>*Regras e condições*<br><br>As empresas deverão cumprir:<br>	•	As normas da Resolução ANTT nº 4.777/2015<br>	•	Emissão de licença de viagem via sistema da ANTT<br>	•	Manutenção das condições operacionais exigidas<br><br>O descumprimento pode resultar em:<br>	•	Renúncia automática da autorização<br>	•	Cassação do termo<br>	•	Aplicação de sanções administrativas<br><br>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</p>
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    <title>Tem uma balança no trem: tecnologia da Linha 4-Amarela mede peso em tempo real e melhora conforto e segurança</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 01:00:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Solução pioneira com inteligência artificial informa a lotação por vagão, apoia decisões operacionais e garante melhor alinhamento do trem à plataforma VINÍCIUS DE OLIVEIRA Pode parecer curioso, mas toda vez que um cliente embarca em um trem da Linha 4-Amarela, operada pela ViaQuatro – empresa da Motiva, contribui para um dado essencial à operação: o [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/unnamed-e1775080986381.png?fit=800%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Solução pioneira com inteligência artificial informa a lotação por vagão, apoia decisões operacionais e garante melhor alinhamento do trem à plataforma</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Pode parecer curioso, mas toda vez que um cliente embarca em um trem da Linha 4-Amarela, operada pela ViaQuatro – empresa da Motiva, contribui para um dado essencial à operação: o peso transportado em cada vagão, medido em tempo real. A informação, processada por um sistema baseado em inteligência artificial, torna a viagem mais confortável, previsível e segura.</p>
<p>Todos os trens da linha contam com uma tecnologia pioneira que calcula o peso de cada carro e transforma esse dado em informações objetivas para o público. Nas telas das estações, os clientes conseguem visualizar o nível de ocupação de cada vagão antes mesmo da chegada da composição à plataforma. Assim, podem escolher a melhor porta para embarcar, distribuindo-se de forma mais equilibrada ao longo do trem.</p>
<p>O benefício, no entanto, vai além do conforto. A leitura precisa do peso também contribui para a segurança operacional. Como a carga transportada influencia a altura do trem, cada vagão pode sofrer pequenas variações em relação à plataforma. Com os dados captados em tempo real, o sistema ajusta o alinhamento da composição, reduzindo possíveis desníveis e tornando o embarque e desembarque mais seguros.</p>
<p>As informações são acompanhadas pelo Centro de Controle Operacional (CCO), que monitora continuamente o peso por vagão e a estimativa de clientes transportados. Os dados são cruzados com imagens das câmeras dos trens e das estações, permitindo à equipe avaliar a demanda e, se necessário, adotar estratégias operacionais, como ajustes na oferta de trens.</p>
<p><strong>Como funciona a tecnologia</strong></p>
<p>Implantado de forma pioneira pela ViaQuatro, o software utiliza inteligência artificial para processar dados gerados pelos próprios trens durante a circulação. Sensores instalados nos sistemas de suspensão informam, em tempo real, a pressão exercida sobre os amortecedores. A ferramenta converte essa informação em quilos e calcula o peso de cada vagão com alta precisão.</p>
<p>Nas telas das estações, a ocupação é representada por barras em seis níveis:</p>
<ul>
<li>até duas barras verdes indicam vagão com menor ocupação;</li>
<li>até quatro barras amarelas sinalizam ocupação intermediária;</li>
<li>cinco ou seis barras vermelhas indicam maior concentração de passageiros.</li>
</ul>
<p>Abaixo do indicador de lotação, também são exibidas as portas de acesso correspondentes a cada vagão, facilitando a orientação na plataforma e incentivando uma distribuição mais equilibrada ao longo do trem.</p>
<p>“Essa tecnologia amplia nossa capacidade de gestão da operação em tempo real e, ao mesmo tempo, oferece mais autonomia ao cliente. Com informação clara e acessível, ele pode decidir onde embarcar e ter uma viagem mais confortável. É a inteligência artificial aplicada para tornar a experiência mais simples, eficiente e segura no dia a dia”, afirma Antonio Marcio Barros Silva, diretor da ViaQuatro.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>HISTÓRIA: Diferentes momentos da 407M-10 Vl. Monumento &#8211; Metrô Vila Mariana, uma linha na rota do desenvolvimento do transporte</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/04/05/historia-diferentes-momentos-da-407m-10-vl-monumento-metro-vila-mariana-uma-linha-na-rota-do-desenvolvimento-do-transporte/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 05 Apr 2026 23:57:44 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Linha se tornou uma das “queridinhas” cuja memória mostra como a mobilidade induziu o desenvolvimento das regiões do Ipiranga e Vila Mariana ADAMO BAZANI Cada linha, uma história. Uma ligação por ônibus é muito mais que um serviço de mobilidade essencial. Reflete também como se desenvolveram as regiões e até mesmo usos e costumes específicos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="743" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-27-at-09.00.36.jpeg?fit=743%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-27-at-09.00.36.jpeg?w=743&amp;ssl=1 743w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-27-at-09.00.36.jpeg?resize=300%2C233&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-27-at-09.00.36.jpeg?resize=150%2C116&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-27-at-09.00.36.jpeg?resize=400%2C310&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 743px) 100vw, 743px" /> <p><em>Linha se tornou uma das “queridinhas” cuja memória mostra como a mobilidade induziu o desenvolvimento das regiões do Ipiranga e Vila Mariana</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Cada linha, uma história.</p>
<p>Uma ligação por ônibus é muito mais que um serviço de mobilidade essencial. Reflete também como se desenvolveram as regiões e até mesmo usos e costumes específicos de um bairro e de uma cidade.</p>
<p>A 407M-10 (Vila Monumento/Metrô Vila Mariana) é um dos exemplos de linha “queridinha” da capital paulista, servindo às tradicionais regiões do Ipiranga e Vila Mariana.</p>
<p>Atualmente, operado pela concessionária Via Sudeste (antiga Via Sul), o serviço chegou a ser suspenso ao longo da história, mas em 2019, a SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora dos ônibus da cidade, anunciou a reativação do atendimento total, inclusive aos sábados e domingos, conforme comunicado de novembro daquele ano:</p>
<p><strong><em>A partir de domingo 10/11/2019, a linha irá operar também aos domingos e feriados.</em></strong></p>
<p><strong><em>Motivo:  atendimento ao bairro da Vl. Monumento.</em></strong></p>
<p>A 407M-10 chegou a ter em seu letreiro a inscrição Vila Madalena. A mudança com a redução de trajeto ocorreu em 2013, conforme comunicado da época:  <strong><em>Alteração operacional da linha 407M/10. A partir de sábado, 05/10/2013, a linha: 407M/10 Vila Monumento &#8211; Vila Madalena atenderá até a Pça. da Sé, em sistema circular. Sua nova denominação será: 407M/10 Vila Monumento &#8211; Pça. da Sé &#8211; circular. </em></strong></p>
<p>A linha também foi uma das que receberam redução de frota mais drástica na época da pandemia de covid-19 (2020 a 2023), gerando até mesmo abaixo-assinados online ainda em 2024, como este: <a href="https://www.change.org/p/perman%C3%AAncia-e-aprova%C3%A7%C3%A3o-de-mais-um-%C3%B4nibus-407m-10-vila-monumento-vila-mariana" target="_blank" rel="noopener">https://www.change.org/p/perman%C3%AAncia-e-aprova%C3%A7%C3%A3o-de-mais-um-%C3%B4nibus-407m-10-vila-monumento-vila-mariana</a></p>
<p>A história do bairro Vila Monumento é ligada aos transportes, uma vez que surge no caminho dos bondes, de acordo com entrevista do morador Odair Costa, em 2020, ao blog RPL-VIX, do Bairro. Costa nasceu em Santos em 1934 e se mudou para o bairro em 1947.</p>
<p><strong><em>Em 1904, foram inauguradas no bairro, as linhas percorridas por bondes movidos a tração elétrica: a linha &#8220;Ipiranga&#8221; e a linha &#8220;Fábrica&#8221; ofereceram serviços para a população até 1967. Para esses bondes vencerem o limite entre o Cambuci e o Ipiranga, foi necessário o aterramento de uma região pantanosa. A Vila Monumento nasceu neste caminho dos bondes, entre os bairros do Ipiranga e Cambuci. Era conhecida como &#8220;a barroca&#8221;, &#8220;os morros&#8221;, &#8220;o brejo seco&#8221;, &#8220;o caminhos dos bandeirantes&#8221;, por causa de suas ruas de terra vermelha, neblina e barro.</em></strong></p>
<p>O bairro desde cedo, segundo o relato era movimentado, mas por ser de passagem. Para estudarem, as crianças tinham de pegar ônibus e bondes na época da infância de Odair.</p>
<p><strong><em>A Avenida era bem movimentada, com muitos carros, uma linha de bonde e ônibus, algo que não era muito comum na época, ter tantos meios de locomoção disponíveis na porta de casa, era e ainda é uma avenida movimentada. A escola não ficava perto da minha casa, eu tinha que pagar o bonde ou ônibus até a escola que ficava no parque Dom Pedro II, era o Colégio Estadual Presidente Roosevelt. </em></strong>&#8211; <a href="https://blogrpl.wixsite.com/website" target="_blank" rel="noopener">https://blogrpl.wixsite.com/website</a></p>
<p>A linha 407M-10 é fruto do crescimento da região e sua necessidade de ligação com outras redes de transportes, como o próprio Metrô. A estação Vila Mariana, um dos extremos da 407M-10, é uma das mais antigas da cidade, sendo inaugurada em 14 de setembro de 1974. Uma curiosidade é que com a construção da estação foi aberta a Avenida Professor Noé Azevedo, que faz parte do caminho da 407M-10.</p>
<p>Segundo o portal da SPTrans, atualmente a linha opera de 04h30 à 00h10 e, em dias úteis, o tempo de viagem varia entre 58 minutos (entrepico), 59 minutos (pico da manhã) e 70 minutos (pico da tarde). São 44 paradas no sentido Vila Mariana. A linha é circular</p>
<p>Por ser considerada no sistema de transportes da cidade uma linha de articulação e troncalizada, 407M-10 foi operada pela CMTC (Companhia Municipal de Transportes Coletivos).</p>
<p>Os serviços, inclusive, chegaram a ser prestados pelos tradicionais monoblocos O-371 Urbanos, pintados de vermelho, numas das retas finais da CMTC. O modelo de ônibus se destacava pelo conforto e inovação nos anos 1980/1990, como você relembra nessa reportagem especial. Relembre neste link: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2017/07/02/historia-monobloco-o-371-urbano-o-onibus-do-futuro-sempre/" target="_blank" rel="noopener">https://diariodotransporte.com.br/2017/07/02/historia-monobloco-o-371-urbano-o-onibus-do-futuro-sempre/</a></p>
<p><strong><u>Veja alguns registros históricos da linha 407 M-10</u></strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-433546" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/02/407m.png?resize=498%2C408&#038;ssl=1" alt="" width="498" height="408" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/02/407m.png?w=498&amp;ssl=1 498w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/02/407m.png?resize=300%2C246&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/02/407m.png?resize=150%2C123&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/02/407m.png?resize=400%2C328&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 498px) 100vw, 498px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-433547" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/02/c9e67e_a5bdc5df14d24af59d44173beffdfe1cmv2.jpg?resize=537%2C395&#038;ssl=1" alt="" width="537" height="395" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/02/c9e67e_a5bdc5df14d24af59d44173beffdfe1cmv2.jpg?w=537&amp;ssl=1 537w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/02/c9e67e_a5bdc5df14d24af59d44173beffdfe1cmv2.jpg?resize=300%2C221&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/02/c9e67e_a5bdc5df14d24af59d44173beffdfe1cmv2.jpg?resize=150%2C110&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/02/c9e67e_a5bdc5df14d24af59d44173beffdfe1cmv2.jpg?resize=400%2C294&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 537px) 100vw, 537px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-433456" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/FB_IMG_1737800150040.jpg?resize=720%2C751&#038;ssl=1" alt="" width="720" height="751" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/FB_IMG_1737800150040.jpg?w=720&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/FB_IMG_1737800150040.jpg?resize=288%2C300&amp;ssl=1 288w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/FB_IMG_1737800150040.jpg?resize=144%2C150&amp;ssl=1 144w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/FB_IMG_1737800150040.jpg?resize=400%2C417&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/01/FB_IMG_1737800150040.jpg?resize=150%2C156&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" 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<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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