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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Artesp renova registro da BB Transporte e de outras quatro operadoras e autoriza Goncalves Transportes para fretamento em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/11/artesp-renova-registro-da-bb-transporte-e-de-outras-quatro-operadoras-e-autoriza-goncalves-transportes-para-fretamento-em-sao-paulo/</link>
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    <pubDate>Sun, 11 Oct 2026 13:01:26 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Fretamento]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões abrangem transporte eventual, contínuo e de estudantes; registros têm validade de um ou cinco anos, conforme o serviço ADAMO BAZANI A Artesp renovou o registro da BB Transporte e Turismo e de outras quatro operadoras de fretamento e autorizou o registro da Goncalves Transportes e Turismo no Estado de São Paulo. As decisões abrangem [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="680" height="412" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BBTT.jpg?fit=680%2C412&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BBTT.jpg?w=680&amp;ssl=1 680w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BBTT.jpg?resize=300%2C182&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BBTT.jpg?resize=150%2C91&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/BBTT.jpg?resize=400%2C242&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px" /> <div>
<div>
<p><em>Decisões abrangem transporte eventual, contínuo e de estudantes; registros têm validade de um ou cinco anos, conforme o serviço</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Artesp renovou o registro da BB Transporte e Turismo e de outras quatro operadoras de fretamento e autorizou o registro da Goncalves Transportes e Turismo no Estado de São Paulo. As decisões abrangem transporte eventual, contínuo e de estudantes.</p>
<p>A renovação da BB tem validade de cinco anos a partir de 23 de novembro de 2026. Também foram contempladas Kim Transporte e Turismo, Viação Smart Transporte e Turismo, Barbieri Transporte e Turismo e o operador Alessandre Batista da Silva. Para a Goncalves, a autorização vale por cinco anos desde a publicação.</p>
<h3>BB Transporte recebe renovação por cinco anos para fretamento eventual e contínuo</h3>
<p>A BB Transporte e Turismo Ltda. teve renovado seu registro para o transporte coletivo intermunicipal de passageiros por fretamento nas modalidades eventual e contínuo.</p>
<p>A empresa está cadastrada na Artesp sob o registro F5-0302/21. O prazo de cinco anos será contado a partir de 23 de novembro de 2026.</p>
<p>O fretamento contínuo atende deslocamentos recorrentes de grupos contratantes, como transporte de trabalhadores. Já o eventual é destinado a viagens contratadas para ocasiões específicas, como excursões.</p>
<h3>Kim, Viação Smart e Barbieri também têm registros renovados</h3>
<p>A Kim Transporte e Turismo Ltda. recebeu renovação para fretamento eventual e contínuo por cinco anos, contados a partir de 26 de outubro de 2026.</p>
<p>A Viação Smart Transporte e Turismo Ltda. teve o registro renovado nas modalidades contínuo e eventual pelo mesmo prazo, com início na data da publicação, 8 de outubro.</p>
<p>Também foi renovado por cinco anos o registro da Barbieri Transporte e Turismo Ltda., cadastrada na Artesp sob o número F3-3906/21. A validade para os serviços eventuais e contínuos começa na publicação.</p>
<h3>Goncalves Transportes recebe autorização de registro</h3>
<p>A Goncalves Transportes e Turismo Ltda., identificada na publicação pelo registro F1-4807, recebeu autorização de registro junto ao serviço de transporte coletivo intermunicipal de passageiros por fretamento da Artesp.</p>
<p>A autorização contempla as modalidades eventual e contínuo e tem validade de cinco anos desde 8 de outubro de 2026.</p>
<p>Entre as seis decisões publicadas, a da Goncalves corresponde à autorização de registro. As demais são renovações.</p>
<h3>Transporte de estudantes tem prazo de um ano</h3>
<p>A Artesp renovou o registro do operador Alessandre Batista da Silva para fretamento na modalidade estudantes.</p>
<p>Nesse caso, a validade é de um ano contado a partir da publicação, diferentemente dos cinco anos estabelecidos para as empresas contempladas nas modalidades eventual e contínuo.</p>
<h3>Confira as operadoras, os serviços e os prazos</h3>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Operadora</th>
<th>Serviço e decisão</th>
<th>Validade</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>BB Transporte e Turismo</td>
<td>Renovação para fretamento eventual e contínuo</td>
<td>Cinco anos desde 23/11/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Kim Transporte e Turismo</td>
<td>Renovação para fretamento eventual e contínuo</td>
<td>Cinco anos desde 26/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Smart Transporte e Turismo</td>
<td>Renovação para fretamento contínuo e eventual</td>
<td>Cinco anos desde 08/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Barbieri Transporte e Turismo</td>
<td>Renovação para fretamento eventual e contínuo</td>
<td>Cinco anos desde 08/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Alessandre Batista da Silva</td>
<td>Renovação para transporte de estudantes</td>
<td>Um ano desde 08/10/2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Goncalves Transportes e Turismo</td>
<td>Autorização de registro para fretamento eventual e contínuo</td>
<td>Cinco anos desde 08/10/2026</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As decisões foram publicadas pela Superintendência de Transporte Coletivo da Artesp. Elas tratam do registro dos prestadores de fretamento e não representam criação de linhas regulares de ônibus com venda individual de passagens.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
<div>
<div></div>
</div>
</div>
<div>
<div>
<div></div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>HISTÓRIA: Basílica de Aparecida (SP): Santuário da Fé, Paraíso dos Ônibus movidos, acima de tudo, pela Fé</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/11/historia-basilica-de-aparecida-sp-santuario-da-fe-paraiso-dos-onibus-movidos-acima-de-tudo-pela-fe/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 11 Oct 2026 11:01:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[História]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Desde a construção, até os dias atuais, local é um dos principais destinos para quem viaja de ônibus. Ao longo da história, modelos e empresas que, assim como a devoção, marcaram a vida de romeiros, devotos e profissionais de transportes ADAMO BAZANI O veículo é o ônibus, o combustível é o diesel, mas o que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="884" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-06-at-16.38.20-e1791315662926.jpeg?fit=1024%2C884&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Desde a construção, até os dias atuais, local é um dos principais destinos para quem viaja de ônibus. Ao longo da história, modelos e empresas que, assim como a devoção, marcaram a vida de romeiros, devotos e profissionais de transportes</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O veículo é o ônibus, o combustível é o diesel, mas o que move mesmo é a Fé. Muito antes de a Basílica de Aparecida, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo, ganhar sua configuração atual, os ônibus já levavam romeiros ao terreno diante do templo em construção. As fotografias reunidas nesta reportagem mostram essa história: a igreja crescia no alto do morro, enquanto, embaixo, fileiras de veículos e seus passageiros ajudavam a transformar Aparecida em um destino de alcance nacional.</p>
<p>Essa ligação atravessou gerações e continua presente no Santuário que recebeu 10,49 milhões de visitantes em 2025 e mantém um estacionamento com 1.694 vagas para ônibus. Na cobertura especial do Dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrado nesta segunda-feira, 12 de outubro de 2026, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> revisita a trajetória da devoção, da construção e das máquinas que permitiram a tantas famílias chegar até a Padroeira do Brasil.</p>
<p>O Santuário Nacional guarda muitas histórias: momentos de ligação com uma Força Maior, relatos de milagres, lágrimas, sorrisos. Mas um dos aspectos menos lembrados é a presença dos ônibus em toda essa trajetória.</p>
<p>Para quem gosta de transportes, os registros são também um passeio pela memória das estradas brasileiras. Volvo com carroceria Carbrasa, GM Coach, Twin Coach, monoblocos Mercedes-Benz, Caio Bossa Nova, Grassi, Marcopolo, Tecnobus Tribus, Nielson e Busscar, CMA Flecha Azul e Paradiso 1200 G7 fazem parte do repertório de modelos e fabricantes lembrados nessa relação entre ônibus e romarias.</p>
<p>Cada nome pode despertar uma lembrança diferente. Para alguns, a primeira viagem com os pais; para outros, uma excursão organizada pela igreja, a profissão do pai, a pintura de uma empresa ou o lugar escolhido junto à janela. Certamente, muitos vão olhar essas fotografias com saudosismo e uma certa vontade de voltar à simplicidade de tempos que não voltam mais.</p>
<h3>A Basílica ainda era uma obra, mas os ônibus já faziam parte da paisagem</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-537612" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi3.jpg?resize=679%2C600&#038;ssl=1" alt="" width="679" height="600" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi3.jpg?w=679&amp;ssl=1 679w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi3.jpg?resize=300%2C265&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi3.jpg?resize=150%2C133&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi3.jpg?resize=400%2C353&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-537613" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi.jpg?resize=849%2C553&#038;ssl=1" alt="" width="849" height="553" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi.jpg?w=849&amp;ssl=1 849w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi.jpg?resize=300%2C195&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi.jpg?resize=768%2C500&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 849px) 100vw, 849px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das imagens mais expressivas mostra a grande fachada cercada por andaimes, no alto de um terreno ainda pouco urbanizado. À sua frente, os ônibus aparecem estacionados em filas, com carrocerias arredondadas, janelas pequenas e desenhos que hoje só costumam ser encontrados em acervos e veículos preservados.</p>
<p>É um contraste que ajuda a compreender a história do lugar: o prédio ainda estava sendo erguido, mas a viagem já acontecia. Os romeiros não esperaram a conclusão do conjunto arquitetônico para chegar.</p>
<p>Em outra fotografia, a estrada contorna o morro e uma sequência de pessoas sobe em direção à construção. Um ônibus aparece na parte inferior da cena. Não há o pátio organizado que conhecemos hoje; há o caminho, o terreno e a movimentação de uma comunidade que já utiliza aquele espaço.</p>
<p>O registro em que os veículos aparecem mais próximos permite observar detalhes das dianteiras, dos para-brisas divididos e dos letreiros. Um ônibus ocupa o centro com a indicação “RESERVADO”; outro, à direita, traz “ESPECIAL” e a identificação Grassi na carroceria. Ao fundo, a torre também está envolta pela estrutura da obra.</p>
<p>As palavras nos letreiros ajudam a contar como esses deslocamentos eram organizados. A imagem de um ônibus reservado a um grupo é parte da memória das excursões: um veículo, um destino compartilhado e um horário combinado para voltar.</p>
<p>Nas vistas mais abertas, a dimensão do movimento fica ainda mais evidente. O estacionamento ocupa grande parte do primeiro plano e as fileiras parecem se estender até a base do morro. A Basílica inacabada é o centro religioso da fotografia; os ônibus são a estrutura de transporte que permite a presença de tantos visitantes.</p>
<h3>Uma fotografia diante do ônibus também era uma fotografia da família</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537611" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/coap.jpg?resize=609%2C424&#038;ssl=1" alt="" width="609" height="424" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/coap.jpg?w=609&amp;ssl=1 609w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/coap.jpg?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/coap.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/coap.jpg?resize=400%2C278&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 609px) 100vw, 609px" /></p>
<p>O registro identificado como acervo COAP aproxima o leitor das pessoas. Três figuras posam diante de um ônibus com o letreiro “ESPECIAL”, enquanto a Basílica e a torre aparecem ao fundo.</p>
<p>O veículo não está ali como elemento secundário. Ele participa do retrato, assim como o templo. Era o ônibus que havia tornado possível aquela chegada e que depois faria parte das lembranças da viagem.</p>
<p>A fotografia também mostra por que não basta contar a história dos transportes apenas por fichas técnicas. A dianteira, as janelas e os emblemas interessam aos pesquisadores e aos entusiastas; as pessoas ao lado lembram a finalidade de tudo aquilo.</p>
<p>Nos arquivos enviados, algumas versões reproduzem a mesma tomada histórica da Basílica em obras, com diferenças de enquadramento, qualidade e créditos. São reproduções de uma mesma cena, e não evidências de três visitas distintas.</p>
<h3>Do rio Paraíba do Sul ao primeiro lugar de oração</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-537614" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparci3.webp?resize=721%2C483&#038;ssl=1" alt="" width="721" height="483" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparci3.webp?w=721&amp;ssl=1 721w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparci3.webp?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparci3.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparci3.webp?resize=400%2C268&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 721px) 100vw, 721px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-537615" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi2.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi2.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi2.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi2.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi2.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecudi2.jpg?w=1083&amp;ssl=1 1083w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>A história da devoção começa em outubro de 1717, nas águas do rio Paraíba do Sul, na região de Guaratinguetá. João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia pescavam para atender à passagem da comitiva de Dom Pedro de Almeida e Portugal, o Conde de Assumar.</p>
<p>Segundo a tradição preservada pelo Santuário, os pescadores recolheram primeiro o corpo e depois a cabeça de uma pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição. Após o encontro, a pesca teria se tornado abundante, episódio que os devotos reconhecem como o primeiro milagre associado à imagem.</p>
<p>“Aparecida” passou a identificar a imagem encontrada nas águas. Trata-se de um título da devoção a Maria, mãe de Jesus, e não da história de uma mulher chamada Aparecida.</p>
<p>A imagem ficou inicialmente sob os cuidados da família de Felipe Pedroso. Em 1732, seu filho Atanásio construiu um oratório aberto ao público. A devoção se ampliou, ganhou autorização eclesiástica em 1743 e chegou à igreja do Morro dos Coqueiros, inaugurada em 26 de julho de 1745.</p>
<p>Os relatos de graças ajudaram a espalhar essa devoção. Entre os episódios presentes na tradição de Aparecida estão o das velas que se reacenderam e o de Zacarias, homem escravizado cujas correntes teriam se soltado durante a oração. São narrativas religiosas conservadas pelo Santuário e pelos fiéis, que explicam parte do significado da peregrinação.</p>
<h3>A devoção cresceu, e o espaço precisou crescer com ela</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-537616" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/477601240_1564647427541065_7494267089606276382_n.jpg?resize=634%2C408&#038;ssl=1" alt="" width="634" height="408" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/477601240_1564647427541065_7494267089606276382_n.jpg?w=634&amp;ssl=1 634w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/477601240_1564647427541065_7494267089606276382_n.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/477601240_1564647427541065_7494267089606276382_n.jpg?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/477601240_1564647427541065_7494267089606276382_n.jpg?resize=400%2C257&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 634px) 100vw, 634px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-537618" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/480106690_1564647400874401_1732874092260073424_n.jpg?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/480106690_1564647400874401_1732874092260073424_n.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/480106690_1564647400874401_1732874092260073424_n.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/480106690_1564647400874401_1732874092260073424_n.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/480106690_1564647400874401_1732874092260073424_n.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/480106690_1564647400874401_1732874092260073424_n.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/480106690_1564647400874401_1732874092260073424_n.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>O aumento da procura exigiu sucessivas mudanças no lugar de acolhimento. A igreja conhecida hoje como Basílica Histórica, ou Basílica Velha, foi inaugurada em 1888. Recebeu o título de Basílica Menor em 1908 e continua sendo parte fundamental da visita a Aparecida.</p>
<p>A imagem foi coroada solenemente em 8 de setembro de 1904. Em 16 de julho de 1930, o papa Pio XI declarou Nossa Senhora da Conceição Aparecida Padroeira do Brasil. Esses marcos deram reconhecimento formal a uma devoção que já havia ultrapassado os limites do Vale do Paraíba.</p>
<p>Em 1953, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil definiu 12 de outubro como a data da festa da Padroeira, próxima ao período do encontro da imagem. O feriado nacional foi estabelecido em 1980.</p>
<p>O calendário religioso passou, assim, a se refletir também no calendário dos transportes. Romarias precisam de planejamento: reunir o grupo, contratar o veículo, organizar a saída, definir as paradas e assegurar a volta.</p>
<h3>A construção da nova Basílica começou em 1955; o acolhimento, ainda durante as obras</h3>
<p>A pedra fundamental da nova Basílica foi lançada em 10 de setembro de 1946. O início efetivo da construção ocorreu em 11 de novembro de 1955, com a concretagem das fundações das colunas da Nave Norte.</p>
<p>O projeto arquitetônico foi elaborado por Benedito Calixto de Jesus Neto, a pedido do cardeal Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta. A ampliação respondia a uma necessidade concreta: a Basílica Histórica já não comportava o crescimento da peregrinação.</p>
<p>A obra foi sustentada pela colaboração dos devotos. O Santuário informa que o conjunto tem cerca de 25 milhões de tijolinhos, material que se tornou uma das marcas de sua arquitetura.</p>
<p>Em 21 de junho de 1959, começou o atendimento aos romeiros no novo espaço. Inicialmente, era realizado aos domingos, com apenas uma das quatro alas parcialmente construída. Esse dado explica o que as fotografias deixam tão claro: construção e peregrinação conviveram durante muitos anos.</p>
<p>A inauguração da Rodovia Presidente Dutra, em janeiro de 1951, também favoreceu a circulação entre São Paulo, Rio de Janeiro e o Vale do Paraíba, no período em que o novo templo começava a tomar forma.</p>
<p>Em 4 de julho de 1980, o papa João Paulo II sagrou o altar central e o templo recebeu o título de Basílica Menor. A transferência definitiva da imagem da antiga igreja para a nova ocorreu em 3 de outubro de 1982. No ano seguinte, em 3 de outubro, a CNBB declarou oficialmente a Basílica como Santuário Nacional.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Marco</th>
<th>Data</th>
</tr>
<tr>
<td>Encontro da imagem no rio Paraíba do Sul</td>
<td>Outubro de 1717</td>
</tr>
<tr>
<td>Inauguração da igreja do Morro dos Coqueiros</td>
<td>26 de julho de 1745</td>
</tr>
<tr>
<td>Inauguração da atual Basílica Histórica</td>
<td>1888</td>
</tr>
<tr>
<td>Coroação da imagem</td>
<td>8 de setembro de 1904</td>
</tr>
<tr>
<td>Proclamação como Padroeira do Brasil</td>
<td>16 de julho de 1930</td>
</tr>
<tr>
<td>Pedra fundamental da nova Basílica</td>
<td>10 de setembro de 1946</td>
</tr>
<tr>
<td>Início efetivo da construção</td>
<td>11 de novembro de 1955</td>
</tr>
<tr>
<td>Primeiro atendimento no novo templo</td>
<td>21 de junho de 1959</td>
</tr>
<tr>
<td>Sagração do altar por João Paulo II</td>
<td>4 de julho de 1980</td>
</tr>
<tr>
<td>Transferência definitiva da imagem</td>
<td>3 de outubro de 1982</td>
</tr>
<tr>
<td>Declaração como Santuário Nacional</td>
<td>3 de outubro de 1983</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Os pátios mostram a passagem das gerações de ônibus</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537619" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/479731241_1565330857472722_6022847192354345950_n.jpg?resize=593%2C387&#038;ssl=1" alt="" width="593" height="387" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/479731241_1565330857472722_6022847192354345950_n.jpg?w=593&amp;ssl=1 593w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/479731241_1565330857472722_6022847192354345950_n.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/479731241_1565330857472722_6022847192354345950_n.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/479731241_1565330857472722_6022847192354345950_n.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 593px) 100vw, 593px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537620" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/a-1-1.webp?resize=1024%2C746&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="746" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/a-1-1.webp?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/a-1-1.webp?resize=300%2C219&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/a-1-1.webp?resize=150%2C109&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/a-1-1.webp?resize=768%2C560&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/a-1-1.webp?resize=400%2C291&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>Nas imagens coloridas, a Basílica já aparece com sua presença monumental, diante de um estacionamento tomado por rodoviários. Mudam as carrocerias, as pinturas e a forma de organizar os veículos; permanece o destino.</p>
<p>A fotografia do acervo Ônibus é História mostra um pátio densamente ocupado. No primeiro plano, é possível ler a identificação Setlar em um dos ônibus. Atrás, sucessivas filas de veículos de diferentes empresas dão dimensão visual ao encontro de romarias.</p>
<p>Na imagem creditada a Josivaldo Oliveira, do Ônibus Brasil, o ponto de vista mais alto permite observar a distribuição dos ônibus e a circulação das pessoas entre as fileiras. A fotografia apresenta o estacionamento como parte do funcionamento do Santuário: é ali que muitos grupos chegam, se orientam e se reúnem novamente.</p>
<p>O registro de Mateus C. Barbosa traz uma sequência de ônibus com a Basílica ao fundo. O templo e os veículos dividem o enquadramento, mostrando que a infraestrutura de acolhimento também inclui o espaço necessário para estacionar, desembarcar e organizar o retorno.</p>
<p>Nos registros de Adamo Bazani, a história alcança outra geração. Um Marcopolo Paradiso 1200 G7 da Cometa passa com “LORENA” no letreiro, tendo a Basílica e a rede de hotéis ao fundo. Em outra cena, um rodoviário de dois pisos da Proctur aparece junto ao portal de acesso, com pintura religiosa na lateral.</p>
<p>Do ônibus antigo com para-brisa dividido ao veículo de dois andares, essas fotografias permitem acompanhar transformações sem perder de vista o que une os registros: pessoas que precisam se deslocar para viver sua devoção.</p>
<h3>Aparecida é um destino de milhões, mas o perfil do transporte está mudando</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537622" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecida-decr-e1602672943730.webp?resize=730%2C529&#038;ssl=1" alt="" width="730" height="529" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecida-decr-e1602672943730.webp?w=730&amp;ssl=1 730w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecida-decr-e1602672943730.webp?resize=300%2C217&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecida-decr-e1602672943730.webp?resize=150%2C109&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/aparecida-decr-e1602672943730.webp?resize=400%2C290&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 730px) 100vw, 730px" /></p>
<p>Os números ajudam a dimensionar essa relação. Segundo o balanço do Santuário Nacional, foram registrados 10.486.118 visitantes em 2025, ante 9.057.885 em 2024. No Dia da Padroeira de 2025, a presença chegou a 152 mil pessoas; entre 3 e 12 de outubro, foram 494 mil.</p>
<p>O levantamento também revela uma mudança: em comparação com 2019, a presença de ônibus de turismo no estacionamento caiu cerca de 22%, enquanto a de veículos de passeio aumentou 17%.</p>
<p>Em 2025, carros de até cinco lugares representaram 90% dos veículos estacionados; ônibus e vans, somados, corresponderam a 4%. Esses percentuais medem veículos, não passageiros. Não permitem afirmar que apenas 4% dos visitantes chegaram de transporte coletivo.</p>
<p>Além da diferença de capacidade, o estacionamento do Santuário não é uma contagem de todos os embarques e desembarques na cidade.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Indicador</th>
<th>Dado divulgado</th>
</tr>
<tr>
<td>Visitantes em 2024</td>
<td>9.057.885</td>
</tr>
<tr>
<td>Visitantes em 2025</td>
<td>10.486.118</td>
</tr>
<tr>
<td>Dia da Padroeira de 2025</td>
<td>152 mil pessoas</td>
</tr>
<tr>
<td>Novena e festa, de 3 a 12 de outubro de 2025</td>
<td>494 mil pessoas</td>
</tr>
<tr>
<td>Ônibus de turismo: 2025 frente a 2019</td>
<td>Queda de cerca de 22%</td>
</tr>
<tr>
<td>Veículos de passeio: 2025 frente a 2019</td>
<td>Aumento de 17%</td>
</tr>
<tr>
<td>Vagas atuais para ônibus no Santuário</td>
<td>1.694</td>
</tr>
<tr>
<td>Vagas atuais para automóveis no Santuário</td>
<td>5.954</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os dados são do Santuário Nacional. A visitação corresponde ao balanço de 2025; a capacidade do estacionamento é a informada em sua página de serviços consultada em outubro de 2026.</p>
<h3>Para o setor de transportes, a romaria representa trabalho e planejamento</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-537601" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/15ce7525-4745-4768-bc67-b6f743d349f4-e1791313832748.jpg?resize=800%2C444&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="444" /></p>
<p>A estrutura de 1.694 vagas para ônibus traduz a importância desse modo de transporte no acolhimento. Como exemplo de capacidade, e não como contagem de público, 40 passageiros por veículo equivaleriam a 67.760 pessoas transportadas se todas essas vagas fossem ocupadas por ônibus com essa lotação.</p>
<p>Para as empresas, o destino envolve a organização de veículos, motoristas e horários, além das condições de circulação e estacionamento. Para os grupos, permite fazer a viagem juntos, com embarques e retorno combinados. Para a cidade, os visitantes utilizam hotéis, restaurantes, lojas e serviços.</p>
<p>Essa relação também aparece em ações documentadas das transportadoras. Em 2017, no tricentenário do encontro da imagem, a Pássaro Marron colocou em circulação ônibus com adesivação comemorativa. Na ocasião, a empresa também relatou participação no transporte de bispos para encontros da CNBB no Santuário.</p>
<p>O vínculo, portanto, inclui excursões, viagens regulares e atendimento a eventos religiosos. É uma demanda de transporte que acompanha o calendário e a dimensão nacional da devoção.</p>
<p>O estacionamento também se transforma. Em setembro de 2026, o Santuário anunciou leitura automática de placas, totens de autoatendimento e pagamento pelo celular. A tarifa divulgada para ônibus e micro-ônibus era de R$ 95 por diária, sujeita a alteração.</p>
<p>As fotografias antigas mostram terrenos ainda pouco estruturados; o sistema atual precisa organizar milhares de vagas e fluxos de entrada e saída. A história da acolhida é também a história dessa adaptação.</p>
<h3>Há viagens que continuam depois que o ônibus volta para casa</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-537623" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/64d071e2-3086-4c96-ac0b-704a3b725aaa.png?resize=819%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="819" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/64d071e2-3086-4c96-ac0b-704a3b725aaa.png?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/64d071e2-3086-4c96-ac0b-704a3b725aaa.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/64d071e2-3086-4c96-ac0b-704a3b725aaa.png?resize=120%2C150&amp;ssl=1 120w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/64d071e2-3086-4c96-ac0b-704a3b725aaa.png?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/64d071e2-3086-4c96-ac0b-704a3b725aaa.png?resize=400%2C500&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/64d071e2-3086-4c96-ac0b-704a3b725aaa.png?resize=150%2C187&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/64d071e2-3086-4c96-ac0b-704a3b725aaa.png?w=1122&amp;ssl=1 1122w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></p>
<p>Para o motorista, a chegada pode representar mais uma etapa de uma jornada de trabalho. Para o passageiro, pode ser uma promessa cumprida, um agradecimento, um pedido ou a primeira visita ao lugar sobre o qual ouviu falar desde criança.</p>
<p>As fotografias guardam tudo isso sem precisar explicar cada história individual. O letreiro “ESPECIAL”, o retrato diante da carroceria, a fileira de ônibus sob o morro e o veículo moderno passando diante da Basílica são fragmentos de uma experiência compartilhada.</p>
<p>Nem todas as empresas permaneceram. Nem todos os modelos sobreviveram. Mas os registros permitem lembrar os profissionais e os passageiros que fizeram parte dessas viagens.</p>
<p>Em Aparecida, o ônibus não é apenas aquilo que fica do lado de fora enquanto a história acontece dentro da igreja. Ele participa da história desde a partida. E, para muita gente, a lembrança da Basílica começa justamente ali: no primeiro degrau, no assento junto à janela e no momento em que o motorista coloca o veículo na estrada.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>CPTM mantém trechos interrompidos neste domingo e terá novas mudanças no feriado</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/11/cptm-mantem-trechos-interrompidos-neste-domingo-e-tera-novas-mudancas-no-feriado/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 11 Oct 2026 09:00:48 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Linhas 11-Coral e 12-Safira têm bloqueio entre Brás e Tatuapé até as 20h; na segunda-feira (12), obras também afetarão a circulação da Linha 11 YURI SENA Os passageiros da CPTM devem se preparar para novas alterações na circulação dos trens nesta segunda-feira (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida. As intervenções darão continuidade às obras de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="460" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/18e3f445-1694-498d-869a-a31098edbc00-e1791495266596.jpg?fit=800%2C460&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Linhas 11-Coral e 12-Safira têm bloqueio entre Brás e Tatuapé até as 20h; na segunda-feira (12), obras também afetarão a circulação da Linha 11</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os passageiros da CPTM devem se preparar para novas alterações na circulação dos trens nesta segunda-feira (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida. As intervenções darão continuidade às obras de manutenção e modernização realizadas durante o fim de semana, com mudanças na Linha 11-Coral e reflexos nos deslocamentos entre Tatuapé e Brás.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste domingo (11), os trens operam com os intervalos médios habituais do dia, mas o trecho entre Brás e Tatuapé permanece interditado nas linhas 11-Coral e 12-Safira até as 20h. Durante esse período, os passageiros devem utilizar a Linha 3-Vermelha do Metrô para seguir viagem entre as regiões afetadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A circulação por via única também ocorre na Linha 10-Turquesa. Das 7h às 9h, a alteração acontece entre Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires. Depois, das 10h às 12h, haverá circulação por via única na Estação Rio Grande da Serra para manutenção preventiva de um aparelho de mudança de via.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Expresso Aeroporto está suspenso durante toda a operação comercial deste domingo. Para chegar ao Aeroporto de Guarulhos, os passageiros devem utilizar a Linha 13-Jade, acessando-a pela Linha 12-Safira a partir dos trechos em funcionamento ou das conexões com o Metrô.</span></p>
<p><b>Mudanças na segunda-feira (12)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No feriado, a CPTM adotará os intervalos médios habituais de domingo. Na Linha 11-Coral, das 4h às 17h, os trens circularão por via única entre Corinthians-Itaquera e José Bonifácio, em razão de obras na laje da antiga estação Artur Alvim.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também das 4h às 17h, o trecho entre Tatuapé e Corinthians-Itaquera ficará totalmente interditado para a continuidade dos trabalhos na rede aérea e da reforma do Viaduto Guadalajara. Os passageiros deverão recorrer à Linha 3-Vermelha do Metrô para realizar os deslocamentos afetados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir das 17h e até o fim da operação comercial, a circulação na Estação Tatuapé será feita por via única para lançamento de cabo isolado e revisão da rede aérea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As intervenções integram o cronograma de manutenção e modernização do sistema ferroviário. A CPTM orienta os usuários a acompanhar os avisos sonoros, painéis eletrônicos e sinalizações nas estações antes e durante a viagem.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Família mantém tradição de trabalho na ferrovia há quatro gerações</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/10/familia-mantem-tradicao-de-trabalho-na-ferrovia-ha-quatro-geracoes/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 11 Oct 2026 01:00:27 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Coordenadora de estações da ViaMobilidade começou na operação e hoje acompanha o interesse da filha de 10 anos pelos trens YURI SENA A relação da família de Nathália Souza com o transporte ferroviário atravessa quatro gerações. Atualmente coordenadora de estações das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, ela começou a trabalhar no setor há 17 anos e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="827" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/23a476f1-29a8-4944-ae2b-c479b8787cb9-e1791491115248.jpg?fit=1024%2C827&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Coordenadora de estações da ViaMobilidade começou na operação e hoje acompanha o interesse da filha de 10 anos pelos trens</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A relação da família de Nathália Souza com o transporte ferroviário atravessa quatro gerações. Atualmente coordenadora de estações das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, ela começou a trabalhar no setor há 17 anos e hoje acompanha a filha Rebecca, de 10 anos, demonstrar interesse pelo universo dos trens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Rebecca costuma fazer passeios ferroviários com a mãe e conhece parte da trajetória profissional dos familiares que trabalharam no setor. O avô de Nathália atuou na ferrovia e se aposentou como supervisor de estação. O pai e um tio também trabalharam no segmento, como operadores de trem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Eu acompanho o trabalho da minha mãe, do meu avô e do meu bisavô e acho muito legal conhecer as histórias deles nos trilhos. Também adoro quando minha mãe me leva para passear de trem”, conta Rebecca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nathália iniciou a carreira como Agente de Atendimento e Segurança (AAS), função que envolvia a venda de bilhetes e o apoio às atividades das estações. Depois, passou por outras áreas até assumir a coordenação das estações das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-538074" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1e2b3789-c989-45e6-8cab-cb73241afe4a.jpg?resize=1024%2C846&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="846" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A convivência com o trabalho da mãe permite que Rebecca tenha contato com diferentes aspectos da operação ferroviária. Segundo Nathália, a filha acompanha a rotina das estações e demonstra curiosidade sobre as funções desempenhadas pelos profissionais do sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A convivência com esse ambiente permite que Rebeca descubra, ainda na infância, como funciona uma estação, quem são os profissionais que fazem o sistema acontecer e o que existe por trás de uma viagem de trem”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da história familiar, a concessionária promove em outubro uma ação com filhos de colaboradores para divulgar orientações de segurança aos passageiros. Crianças gravaram mensagens que serão reproduzidas nas linhas 4-Amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda entre os dias 12 e 19 de outubro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os avisos orientam os passageiros a aguardar os trens atrás da faixa amarela, permitir o desembarque antes de entrar nos vagões e respeitar o espaço entre o trem e a plataforma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também serão veiculadas recomendações para não correr nas estações, segurar o corrimão nas escadas rolantes, oferecer assentos a passageiros prioritários e manter crianças próximas durante o deslocamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em caso de queda de objetos nos trilhos, a orientação é não tentar recuperá-los por conta própria e procurar um funcionário da estação.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  <item>
    <title>Linha 7-Rubi terá operação diferenciada neste domingo (11)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/10/linha-7-rubi-tera-operacao-diferenciada-neste-domingo-11/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 11 Oct 2026 00:00:24 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Alterações entre Botujuru e Campo Limpo Paulista ocorrerão durante todo o domingo para continuidade das obras do TIC Eixo Norte YURI SENA A Linha 7-Rubi terá mudanças na operação neste domingo, 11 de outubro de 2026, devido à continuidade das obras de modernização relacionadas ao projeto do Trem Intercidades (TIC) Eixo Norte. As intervenções serão [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="555" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Linha-7-possui-mao-inglesa-e1776374185722.jpeg?fit=1024%2C555&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Alterações entre Botujuru e Campo Limpo Paulista ocorrerão durante todo o domingo para continuidade das obras do TIC Eixo Norte</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Linha 7-Rubi terá mudanças na operação neste domingo, 11 de outubro de 2026, devido à continuidade das obras de modernização relacionadas ao projeto do Trem Intercidades (TIC) Eixo Norte. As intervenções serão realizadas entre as estações Botujuru e Campo Limpo Paulista, das 4h à meia-noite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante todo o período de operação comercial, os trens circularão por uma única via entre as duas estações. Com isso, os passageiros deverão utilizar a mesma plataforma para embarque e desembarque nos dois sentidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também não haverá viagens diretas entre Palmeiras-Barra Funda e Jundiaí. Quem realizar o trajeto completo deverá fazer a transferência na estação Francisco Morato para prosseguir a viagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A previsão é de intervalos de 12,5 minutos entre Palmeiras-Barra Funda e Francisco Morato. Já no trecho entre Francisco Morato e Jundiaí, o intervalo programado será de 30 minutos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As alterações estão relacionadas às obras que envolvem serviços na rede aérea, sinalização e via permanente para a modernização da Linha 7-Rubi e implantação do TIC Eixo Norte, entre São Paulo e Campinas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A TIC Trens orienta os passageiros a ficarem atentos aos avisos sonoros nos trens e estações e à sinalização disponível nas plataformas. Agentes de atendimento e segurança também estarão nos locais para prestar orientações durante a operação.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Manaus (AM) terá nova linha de ônibus para conectar conjunto Manauara à Torquato Tapajós</title>
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	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 10 Oct 2026 23:00:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviço C-902 começa a operar em 13 de outubro e permitirá integração temporal com outras rotas do transporte coletivo ARTHUR FERRARI Uma nova linha de ônibus passará a atender o conjunto Manauara, no bairro Santa Etelvina, zona Norte de Manaus (AM), a partir da próxima terça-feira (13). O serviço C-902, do modal complementar, foi criado [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="547" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome.png?fit=800%2C547&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome.png?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome.png?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome.png?resize=768%2C525&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Design-sem-nome.png?resize=400%2C274&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Serviço C-902 começa a operar em 13 de outubro e permitirá integração temporal com outras rotas do transporte coletivo</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Uma nova linha de ônibus passará a atender o conjunto Manauara, no bairro Santa Etelvina, zona Norte de Manaus (AM), a partir da próxima terça-feira (13). O serviço C-902, do modal complementar, foi criado para ampliar as opções de transporte para moradores do conjunto e de comunidades próximas.</p>
<p>A nova rota fará a ligação entre o conjunto Manauara e a avenida Torquato Tapajós, um dos principais corredores viários da região. No local, os passageiros poderão utilizar a integração temporal para continuar a viagem em outras linhas do sistema sem a necessidade de iniciar um novo deslocamento a partir do bairro.</p>
<p>O itinerário também estabelece conexões com vias de grande circulação, entre elas as avenidas 7 de Maio, Campos Sales e José Henrique Bentes, além da própria Torquato Tapajós. A operação deverá facilitar ainda o acesso a equipamentos como o shopping Via Norte e o hospital Delphina Aziz.</p>
<p>De acordo com o planejamento do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), algumas comunidades da região não contavam com atendimento direto do transporte coletivo. A implantação da C-902 busca ampliar a cobertura do sistema nesses pontos e oferecer uma conexão com os principais corredores de deslocamento.</p>
<p>O trajeto previsto inclui a rua Doutora Bernadete Alexandra, rua João Monte Fusco, rua Matamata, rua Paxiúba, rua Nossa Senhora de Fátima, rua Santa Etelvina, avenida Torquato Tapajós, avenida 7 de Maio, rua das Laranjeiras, novamente a rua Nossa Senhora de Fátima, avenida Campos Sales e avenida José Henrique Bentes.</p>
<p>Segundo o diretor de Operações de Transportes do IMMU, Antônio Costa Neto, a conexão com a Torquato Tapajós será um dos principais objetivos do novo serviço.</p>
<p>“A criação da linha C-902 é para ligar o conjunto Manauara diretamente ao corredor da Torquato Tapajós e outras áreas da cidade. O objetivo é garantir que esses moradores utilizem a integração temporal de forma prática e acessem áreas de serviço com menos tempo de deslocamento”, afirmou Costa Neto.</p>
<p>A entrada em operação da linha C-902 ocorre dentro das ações de ampliação da cobertura do transporte coletivo em áreas de crescimento urbano de Manaus (AM). A proposta é criar novas conexões entre comunidades e corredores estruturais do sistema, reduzindo a necessidade de deslocamentos maiores para acessar outras linhas.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>Prefeitura do Rio de Janeiro altera pontos de cinco linhas intermunicipais no Terminal Alvorada</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/10/prefeitura-do-rio-de-janeiro-altera-pontos-de-cinco-linhas-intermunicipais-no-terminal-alvorada/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 10 Oct 2026 22:30:39 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Mudança concentra operações na Plataforma D, com novos locais definidos para embarque e desembarque de passageiros ARTHUR FERRARI A Prefeitura do Rio de Janeiro (RJ), por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), reorganizou os pontos de embarque e desembarque de cinco linhas de ônibus intermunicipais que operam no Terminal Alvorada, na Barra da Tijuca. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="702" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Sem-titulo.png?fit=1024%2C702&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Sem-titulo.png?w=1261&amp;ssl=1 1261w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Sem-titulo.png?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Sem-titulo.png?resize=1024%2C702&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Sem-titulo.png?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Sem-titulo.png?resize=768%2C526&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Sem-titulo.png?resize=400%2C274&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Mudança concentra operações na Plataforma D, com novos locais definidos para embarque e desembarque de passageiros</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro (RJ), por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), reorganizou os pontos de embarque e desembarque de cinco linhas de ônibus intermunicipais que operam no Terminal Alvorada, na Barra da Tijuca.</p>
<p>Com a alteração, os serviços passaram a utilizar a Plataforma D do terminal. A mudança envolve linhas que atendem passageiros com destino a municípios da Região Metropolitana e do interior do estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Os novos locais foram distribuídos entre diferentes colunas da plataforma, de acordo com cada serviço.</p>
<p>A linha 400T, que liga a Barra da Tijuca a Belford Roxo, passou a realizar embarque e desembarque na coluna D41.</p>
<p>Já a 425T, com itinerário entre a Barra da Tijuca e Queimados, utiliza a coluna D35.</p>
<p>A 410T, que faz a ligação entre a Barra da Tijuca e São João de Meriti, foi direcionada para a coluna D44.</p>
<p>Na coluna D47 estão concentradas as operações da linha 420T, que atende os trajetos Barra da Tijuca – Nilópolis e Barra da Tijuca – Resende.</p>
<p>Por fim, a linha 417T, responsável pela ligação entre a Barra da Tijuca e Xerém, distrito de Duque de Caxias, passou a utilizar a coluna D51.</p>
<p>Segundo a Prefeitura, a reorganização dos pontos tem como objetivo melhorar as condições de espera, circulação, segurança e acessibilidade dos passageiros dentro do Terminal Alvorada.</p>
<p>Com a mudança, os usuários das cinco linhas devem observar a nova identificação na Plataforma D antes de realizar o embarque.</p>
<p><strong>Novos pontos na Plataforma D:</strong></p>
<ul>
<li><strong>400T — Barra da Tijuca x Belford Roxo:</strong> coluna D41;</li>
<li><strong>425T — Barra da Tijuca x Queimados:</strong> coluna D35;</li>
<li><strong>410T — Barra da Tijuca x São João de Meriti:</strong> coluna D44;</li>
<li><strong>420T — Barra da Tijuca x Nilópolis / Barra da Tijuca x Resende:</strong> coluna D47;</li>
<li><strong>417T — Barra da Tijuca x Xerém:</strong> coluna D51.</li>
</ul>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>VÍDEO: Ônibus elétrico da Spencer apresenta defeito e se envolve em acidente com caminhão na Zona Norte de São Paulo</title>
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	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 10 Oct 2026 22:10:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Veículo que operava pela linha 2014/10 aguardava a chegada do guincho quando foi atingido por um caminhão, que deixou o local em seguida; não houve registro de vítimas YURI SENA Um ônibus elétrico da empresa Spencer apresentou defeito e se envolveu em um acidente com um caminhão na manhã deste sábado, 10 de outubro de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="448" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/fecd0519-489f-48fc-b5aa-ba5711359122-e1791670022807.jpg?fit=800%2C448&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Veículo que operava pela linha 2014/10 aguardava a chegada do guincho quando foi atingido por um caminhão, que deixou o local em seguida; não houve registro de vítimas</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><div style="width: 576px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-538413-2" width="576" height="1040" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/onibus.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/onibus.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/onibus.mp4</a></video></div></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um ônibus elétrico da empresa Spencer apresentou defeito e se envolveu em um acidente com um caminhão na manhã deste sábado, 10 de outubro de 2026, na Rua Dario Vilares Barbosa, no Jardim Peri, Zona Norte de São Paulo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo informações da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e da SPTrans, a ocorrência foi registrada por volta das 9h30. O coletivo operava pela linha 2014/10, no sentido Centro, e aguardava a chegada do guincho quando foi atingido pelo caminhão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com os órgãos municipais, o motorista do caminhão deixou o local após a colisão. Não houve registro de vítimas.</span></p>
<p><em>Confira a nota da SPTrans: </em></p>
<p><em><strong>A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que, por volta das 9h30 deste sábado (10), foi registrada ocorrência com o ônibus da Spencer, que operava pela linha 2014/10, na Rua Dario Vilares Barbosa, sentido centro, Jd. Peri. O coletivo apresentou defeito e, enquanto aguardava o guincho, foi atingido por um caminhão, que deixou o local em seguida. Não há registros de vítimas.</strong></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No dia 3 de outubro, um ônibus elétrico da Spencer atingiu carros e um imóvel na Zona Norte de São Paulo. O caso foi registrado na mesma região da cidade e, na ocasião, a ocorrência foi noticiada pelo </span><b><i>Diário do Transporte</i></b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Relembre: </span></i></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="1ucpYr4rXr"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/03/video-onibus-eletrico-da-spencer-atinge-carros-e-imovel-na-zona-norte-de-sao-paulo-em-segundo-acidente-com-veiculo-deste-tipo-na-semana/">VÍDEO: Ônibus elétrico da Spencer atinge carros e imóvel na Zona Norte de São Paulo em segundo acidente com veículo deste tipo na semana</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“VÍDEO: Ônibus elétrico da Spencer atinge carros e imóvel na Zona Norte de São Paulo em segundo acidente com veículo deste tipo na semana” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/03/video-onibus-eletrico-da-spencer-atinge-carros-e-imovel-na-zona-norte-de-sao-paulo-em-segundo-acidente-com-veiculo-deste-tipo-na-semana/embed/#?secret=m0JPBArwmw#?secret=1ucpYr4rXr" data-secret="1ucpYr4rXr" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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  <item>
    <title>Campo Grande (MS) terá operação especial de ônibus no feriado municipal, neste domingo (11) e no Dia de Nossa Senhora Aparecida, na segunda-feira (12)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/10/campo-grande-ms-tera-operacao-especial-de-onibus-no-feriado-municipal-neste-domingo-11-e-no-dia-de-nossa-senhora-aparecida-na-segunda-feira-12/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 10 Oct 2026 21:00:32 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Escalas diferentes serão aplicadas nas linhas durante o fim de semana prolongado, com veículos de reserva para reforçar o atendimento ARTHUR FERRARI O transporte coletivo de Campo Grande (MS) terá uma programação especial durante os feriados de 11 e 12 de outubro. A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) definiu diferentes escalas para os [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transporte-publico-onibus-3.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transporte-publico-onibus-3.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transporte-publico-onibus-3.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transporte-publico-onibus-3.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transporte-publico-onibus-3.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transporte-publico-onibus-3.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transporte-publico-onibus-3.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Escalas diferentes serão aplicadas nas linhas durante o fim de semana prolongado, com veículos de reserva para reforçar o atendimento</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>O transporte coletivo de Campo Grande (MS) terá uma programação especial durante os feriados de 11 e 12 de outubro. A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) definiu diferentes escalas para os ônibus urbanos, considerando a demanda prevista nos dois dias.</p>
<p>No domingo (11), feriado de Criação de Mato Grosso do Sul, todas as linhas da Capital operarão conforme a tabela tradicional utilizada aos domingos e feriados.</p>
<p>Já na segunda-feira (12), Dia de Nossa Senhora Aparecida, o sistema terá uma programação diferenciada entre os serviços. As linhas 244, 322, 410, 418, 419, 422 e 424 seguirão a programação definida de acordo com as necessidades logísticas do setor industrial.</p>
<p>As linhas 515 e 522, por sua vez, funcionarão conforme o plano operacional adotado aos sábados. As demais linhas do transporte coletivo seguirão a tabela convencional de domingos e feriados.</p>
<p>Para atender possíveis variações na demanda durante a segunda-feira, três veículos permanecerão como reserva, com respectivas equipes, nos terminais do sistema. Além disso, um ônibus adicional será incorporado à operação habitual entre 5h e 19h.</p>
<p>A operação será acompanhada pelo Consórcio Guaicurus, responsável pelo monitoramento do sistema de transporte coletivo da cidade. A fiscalização da Agetran poderá determinar mudanças na operação e reforços na frota caso sejam identificados veículos com excesso de passageiros.</p>
<p>Os principais períodos de atenção definidos para o acompanhamento da demanda serão das 5h30 às 8h30, das 10h30 às 13h30 e das 16h às 18h30.</p>
<p>Durante essas faixas de horário, a agência municipal fará o acompanhamento da circulação dos ônibus e poderá determinar adequações na oferta de veículos de acordo com o comportamento da demanda.</p>
<p>Com a combinação de escalas, veículos reservas e possibilidade de reforço, a programação busca manter o atendimento do transporte coletivo durante os dois feriados, que neste ano formam um período prolongado de circulação para os usuários do sistema.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Bilhete Único de São Paulo é citado pela UITP entre referências mundiais de bilhetagem e PIX aparece entre novas alternativas para o transporte público</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/10/bilhete-unico-de-sao-paulo-e-citado-pela-uitp-entre-referencias-mundiais-de-bilhetagem-e-pix-aparece-entre-novas-alternativas-para-o-transporte-publico/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 10 Oct 2026 20:30:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Relatório internacional coloca sistema paulistano ao lado de Oyster, de Londres, Navigo, de Paris, Octopus, de Hong Kong, e Suica, do Japão; estudo aponta pagamentos instantâneos como possibilidade para reduzir custos e dependência de cartões próprios, movimento que já começa a aparecer em sistemas brasileiros ADAMO BAZANI O Bilhete Único de São Paulo (SP) aparece [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="753" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20250119_093143-Copia.jpg?fit=1024%2C753&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20250119_093143-Copia.jpg?w=3376&amp;ssl=1 3376w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20250119_093143-Copia.jpg?resize=300%2C220&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20250119_093143-Copia.jpg?resize=1024%2C753&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20250119_093143-Copia.jpg?resize=150%2C110&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20250119_093143-Copia.jpg?resize=768%2C564&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20250119_093143-Copia.jpg?resize=1536%2C1129&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20250119_093143-Copia.jpg?resize=2048%2C1505&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20250119_093143-Copia.jpg?resize=400%2C294&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20250119_093143-Copia.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p data-start="157" data-end="470"><em data-start="157" data-end="470">Relatório internacional coloca sistema paulistano ao lado de Oyster, de Londres, Navigo, de Paris, Octopus, de Hong Kong, e Suica, do Japão; estudo aponta pagamentos instantâneos como possibilidade para reduzir custos e dependência de cartões próprios, movimento que já começa a aparecer em sistemas brasileiros</em></p>
<p data-start="472" data-end="490"><em data-start="472" data-end="490"><strong data-start="473" data-end="489">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p data-start="492" data-end="1208">O Bilhete Único de São Paulo (SP) aparece em um relatório de 2026 da UITP (Associação Internacional de Transportes Públicos) entre os sistemas de cartões inteligentes de transporte mais conhecidos do mundo, ao lado do Oyster, de Londres; Octopus, de Hong Kong; Navigo, de Paris; e Suica, do Japão. No mesmo estudo, dedicado à evolução da bilhetagem e dos pagamentos no transporte coletivo, o Brasil volta a ser citado em uma geração tecnológica mais recente: o PIX é apresentado entre os sistemas nacionais de pagamento que podem funcionar como canal complementar para ônibus, metrôs e trens, com menor dependência de cartões proprietários.</p>
<p data-start="1210" data-end="2045">Na prática, o Brasil aparece nos dois extremos de uma transformação que já está acontecendo nas cidades: São Paulo mantém o Bilhete Único como peça central das integrações tarifárias, mas testa pagamentos por celular em 2,2 mil ônibus e 296 linhas; o Rio de Janeiro (RJ) expandiu o PIX diretamente nos validadores de toda a frota municipal e implantou a bilhetagem digital Jaé; Curitiba (PR) já aceita cartões bancários por aproximação em toda a rede; e o Rio Grande do Sul prepara uma PPP com tecnologia ABT, na qual as informações da viagem passam a ser processadas em contas no sistema central. O cenário não aponta necessariamente para o fim dos cartões de transporte, mas para a convivência de diferentes meios de pagamento e para uma mudança sobre onde ficam os dados e as regras tarifárias.</p>
<h3 data-section-id="1xb52gx" data-start="2047" data-end="2140">BILHETE ÚNICO PAULISTANO APARECE AO LADO DE SISTEMAS DE LONDRES, PARIS, HONG KONG E JAPÃO</h3>
<p data-start="2142" data-end="2334">O relatório “Ticketing &amp; Payments in Public Transport – Beyond demystification”, publicado pela UITP em junho de 2026, dedica uma parte à história da cobrança de tarifas no transporte público.</p>
<p data-start="2336" data-end="2672">A entidade lembra que, dos anos 1950 ao fim da década de 1980, predominavam meios como fichas, bilhetes de papel e cartões com tarja magnética. A transformação se acelerou nos anos 1990 com cartões inteligentes sem contato, tecnologias de comunicação e novos sistemas de informação aos passageiros.</p>
<p data-start="2674" data-end="2718">É neste contexto que aparece São Paulo (SP).</p>
<p data-start="2720" data-end="2799">A UITP relaciona cinco exemplos conhecidos de sistemas baseados em smart cards:</p>
<div class="group TyagGW_tableContainer">
<div class="TyagGW_tableWrapper flex flex-col-reverse w-fit" tabindex="-1">
<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" data-start="2801" data-end="2947">
<thead data-start="2801" data-end="2820">
<tr data-start="2801" data-end="2820">
<th class="last:pe-10" data-start="2801" data-end="2811" data-col-size="sm">Sistema</th>
<th class="last:pe-10" data-start="2811" data-end="2820" data-col-size="sm">Local</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="2831" data-end="2947">
<tr data-start="2831" data-end="2851">
<td data-start="2831" data-end="2840" data-col-size="sm">Oyster</td>
<td data-start="2840" data-end="2851" data-col-size="sm">Londres</td>
</tr>
<tr data-start="2852" data-end="2875">
<td data-start="2852" data-end="2862" data-col-size="sm">Octopus</td>
<td data-start="2862" data-end="2875" data-col-size="sm">Hong Kong</td>
</tr>
<tr data-start="2876" data-end="2894">
<td data-start="2876" data-end="2885" data-col-size="sm">Navigo</td>
<td data-start="2885" data-end="2894" data-col-size="sm">Paris</td>
</tr>
<tr data-start="2895" data-end="2912">
<td data-start="2895" data-end="2903" data-col-size="sm">Suica</td>
<td data-start="2903" data-end="2912" data-col-size="sm">Japão</td>
</tr>
<tr data-start="2913" data-end="2947">
<td data-start="2913" data-end="2929" data-col-size="sm">Bilhete Único</td>
<td data-start="2929" data-end="2947" data-col-size="sm">São Paulo (SP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p data-start="2949" data-end="3299">No modelo representado por esta geração, informações relacionadas à viagem e ao direito de utilização do transporte ficam armazenadas no chip existente no próprio cartão. Segurança do microprocessador, capacidade de memória e rapidez na comunicação sem contato são características fundamentais desta arquitetura.</p>
<p data-start="3301" data-end="3449">O reconhecimento internacional é relevante porque o Bilhete Único se tornou um elemento estrutural da rede paulistana desde sua implantação em 2004.</p>
<p data-start="3451" data-end="3673">Hoje, além de servir para pagamento da tarifa dos ônibus gerenciados pela SPTrans, permite integrações entre ônibus e com o sistema metroferroviário, dentro das regras tarifárias estabelecidas pelo município e pelo Estado.</p>
<p data-start="3675" data-end="3963">Em 2026, a tarifa comum de ônibus é de R$ 5,30. Com o Bilhete Único comum, o passageiro pode fazer até quatro utilizações em ônibus diferentes durante três horas. A integração entre ônibus e sistema metroferroviário custa R$ 9,38 na modalidade comum.</p>
<h3 data-section-id="1n4c7f3" data-start="3965" data-end="4042">SÃO PAULO JÁ ESTÁ INDO ALÉM DO CARTÃO, MAS BILHETE ÚNICO CONTINUA CENTRAL</h3>
<p data-start="4044" data-end="4213">O fato de o Bilhete Único aparecer no relatório como representante de uma geração anterior da bilhetagem não significa que o sistema esteja necessariamente ultrapassado.</p>
<p data-start="4215" data-end="4577">A própria UITP ressalta que uma nova tecnologia não elimina automaticamente aquela que veio antes. Cartões inteligentes, bilhetes móveis, meios bancários e até soluções mais simples podem permanecer simultaneamente porque as redes fizeram investimentos elevados e atendem passageiros com condições e necessidades diferentes.</p>
<p data-start="4579" data-end="4620">São Paulo é um exemplo dessa convivência.</p>
<p data-start="4622" data-end="4843">Em janeiro de 2026, a Prefeitura iniciou um projeto que permite comprar passagens pelo aplicativo Cittamobi, pagar por PIX e validar a viagem aproximando o celular do equipamento instalado no ônibus por meio de Bluetooth.</p>
<p data-start="4845" data-end="5007">A experiência alcançou 2,2 mil ônibus de 296 linhas. Estão disponíveis passagens avulsas e pacotes diário, semanal e mensal.</p>
<p data-start="5009" data-end="5193">Há, entretanto, uma diferença fundamental em relação ao Bilhete Único: a modalidade pelo aplicativo não oferece integração entre ônibus e trilhos.</p>
<p data-start="5195" data-end="5391">A própria regulamentação tarifária de São Paulo para 2026 já prevê que a SPTrans possa disponibilizar outros meios, mencionando QR Code, EMV, Bluetooth e NFC.</p>
<p data-start="5393" data-end="5618">Ou seja, o cartão continua sendo importante justamente porque bilhetagem não é apenas uma forma de entregar dinheiro ao operador. É também o instrumento pelo qual são aplicadas políticas tarifárias, gratuidades e integrações.</p>
<h3 data-section-id="1vskgky" data-start="5620" data-end="5679">PIX REPRESENTA OUTRA PONTA DA EVOLUÇÃO CITADA PELA UITP</h3>
<p data-start="5681" data-end="5733">Mais adiante no mesmo relatório, o Brasil reaparece.</p>
<p data-start="5735" data-end="5868">Desta vez, não como exemplo de cartão inteligente, mas dentro do capítulo sobre os chamados sistemas nacionais abertos de pagamentos.</p>
<p data-start="5870" data-end="5900">A UITP cita nominalmente três:</p>
<div class="group TyagGW_tableContainer">
<div class="TyagGW_tableWrapper flex flex-col-reverse w-fit" tabindex="-1">
<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" data-start="5902" data-end="5987">
<thead data-start="5902" data-end="5922">
<tr data-start="5902" data-end="5922">
<th class="last:pe-10" data-start="5902" data-end="5909" data-col-size="sm">País</th>
<th class="last:pe-10" data-start="5909" data-end="5922" data-col-size="sm">Pagamento</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="5933" data-end="5987">
<tr data-start="5933" data-end="5949">
<td data-start="5933" data-end="5942" data-col-size="sm">Brasil</td>
<td data-start="5942" data-end="5949" data-col-size="sm">PIX</td>
</tr>
<tr data-start="5950" data-end="5971">
<td data-start="5950" data-end="5961" data-col-size="sm">Portugal</td>
<td data-start="5961" data-end="5971" data-col-size="sm">MB Way</td>
</tr>
<tr data-start="5972" data-end="5987">
<td data-start="5972" data-end="5980" data-col-size="sm">Índia</td>
<td data-start="5980" data-end="5987" data-col-size="sm">UPI</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p data-start="5989" data-end="6340">Segundo o documento, esses sistemas estão sendo progressivamente usados como canais complementares no transporte público porque podem oferecer amplo alcance, custos de transação menores e liquidação em tempo real sem exigir necessariamente meios proprietários específicos da empresa ou autoridade de transporte.</p>
<p data-start="6342" data-end="6516">A UITP afirma que eles podem ser empregados para pagamento de viagens unitárias, recargas ou pacotes de mobilidade diretamente a partir de conta bancária ou carteira digital.</p>
<p data-start="6518" data-end="6778">A combinação com sistemas de bilhetagem baseados em conta ainda permite, segundo o estudo, gerar o direito de viagem imediatamente após o pagamento e integrar diferentes modos, como ônibus, metrô, trem e micromobilidade.</p>
<p data-start="6780" data-end="6850">É aí que o contraste com a arquitetura tradicional fica mais evidente.</p>
<p data-start="6852" data-end="6930">No sistema baseado no cartão, o próprio cartão carrega informações essenciais.</p>
<p data-start="6932" data-end="7140">Nas soluções mais recentes, uma parte crescente das informações fica no sistema central e cartão, celular ou outro dispositivo pode funcionar apenas como uma identificação daquele passageiro ou daquela conta.</p>
<h3 data-section-id="9mqty0" data-start="7142" data-end="7202">RIO DE JANEIRO JÁ LEVOU O PIX PARA O VALIDADOR DO ÔNIBUS</h3>
<p data-start="7204" data-end="7290">O uso brasileiro do PIX no transporte já deixou de se restringir à recarga de cartões.</p>
<p data-start="7292" data-end="7704">No Rio de Janeiro (RJ), a Prefeitura ampliou em 30 de maio de 2026 o pagamento via PIX diretamente nos validadores para toda a frota municipal de ônibus. Antes disso, a funcionalidade havia sido testada na linha 634, Bananal–Saens Peña. Nos primeiros dias do teste, mais de 1,5 mil embarques foram feitos dessa forma, com tempo médio informado de 27 segundos por operação.</p>
<p data-start="7706" data-end="7830">O sistema municipal utiliza a plataforma Jaé, que atende ônibus, BRT, VLT, vans e outros serviços regulados pela Prefeitura.</p>
<p data-start="7832" data-end="8015">O passageiro também pode utilizar cartão Jaé ou QR Code pelo celular. No aplicativo, as recargas podem ser feitas por PIX ou cartão de crédito.</p>
<p data-start="8017" data-end="8195">Em agosto de 2026, a Prefeitura informou que o Jaé havia ultrapassado a marca de um bilhão de embarques registrados desde sua implantação.</p>
<p data-start="8197" data-end="8334">O caso carioca mostra, entretanto, que simplesmente ter novos meios de pagamento não elimina a necessidade de uma política de bilhetagem.</p>
<p data-start="8336" data-end="8515">Para ter determinadas integrações tarifárias do Bilhete Único Carioca, por exemplo, é necessária identificação do usuário pelo sistema Jaé.</p>
<p data-start="8517" data-end="8603">É novamente a diferença entre pagar uma passagem e administrar uma política tarifária.</p>
<h3 data-section-id="1n373y2" data-start="8605" data-end="8664">CURITIBA JÁ PERMITE USAR CARTÃO DO BANCO EM TODA A REDE</h3>
<p data-start="8666" data-end="8791">Curitiba (PR) seguiu outro caminho e é um dos exemplos brasileiros mais consolidados de pagamento aberto com cartão bancário.</p>
<p data-start="8793" data-end="9060">Desde 2022, o passageiro pode aproximar diretamente cartões de débito e crédito dos validadores. Atualmente, segundo a Urbs, a possibilidade está disponível no transporte coletivo da capital, sem necessidade de cadastro prévio.</p>
<p data-start="9062" data-end="9431">Celulares e relógios inteligentes com carteiras digitais também voltaram a ser aceitos em março de 2026 em cerca de 1,3 mil ônibus e 330 estações-tubo, depois de uma suspensão adotada em 2024 em razão de fraudes com cartões virtuais. A retomada ocorreu após reforço de protocolos de segurança com bancos, aplicativos e bandeiras.</p>
<p data-start="9433" data-end="9697">Esse episódio também mostra um lado menos visível da digitalização: quanto maior o número de meios aceitos, maior a necessidade de sistemas de prevenção a fraudes, tratamento de transações, segurança cibernética e regras claras sobre quem absorve eventuais perdas.</p>
<h3 data-section-id="1ivbt00" data-start="9699" data-end="9780">CARTÃO BANCÁRIO AINDA NÃO ENTREGA TODOS OS BENEFÍCIOS DO CARTÃO DE TRANSPORTE</h3>
<p data-start="9782" data-end="9886">Outro aspecto observado no Brasil confirma a cautela da UITP em não decretar o fim dos cartões próprios.</p>
<p data-start="9888" data-end="10132">Em Curitiba, o cartão bancário permite as integrações realizadas fisicamente em terminais e estações-tubo, mas não oferece a mesma integração temporal disponível pelo cartão-transporte fora desses locais.</p>
<p data-start="10134" data-end="10212">Em São Paulo (SP), a situação também é diferente conforme o meio de pagamento.</p>
<p data-start="10214" data-end="10545">A SPTrans mantém uma experiência com cartões bancários por aproximação em determinadas linhas, terminais e estações do Expresso Tiradentes. Nessas operações, entretanto, o pagamento por débito ou crédito não dá direito à integração tarifária com outros ônibus ou com a rede metroferroviária.</p>
<p data-start="10547" data-end="10641">Assim, para um turista ou usuário eventual, aproximar o cartão do banco pode ser mais simples.</p>
<p data-start="10643" data-end="10814">Para um trabalhador que faz ônibus, outro ônibus e metrô todos os dias, a política de integração pode fazer do cartão de transporte a opção economicamente mais importante.</p>
<h3 data-section-id="1vkkqu5" data-start="10816" data-end="10865">PRÓXIMA ETAPA É A BILHETAGEM BASEADA EM CONTA</h3>
<p data-start="10867" data-end="10995">O estudo da UITP dedica grande atenção ao ABT, Account-Based Ticketing, que pode ser traduzido como bilhetagem baseada em conta.</p>
<p data-start="10997" data-end="11136">No sistema tradicional, chamado de media-based ticketing, o cartão possui papel central no armazenamento dos créditos e direitos de viagem.</p>
<p data-start="11138" data-end="11364">No ABT, essas informações ficam no back-office, ou seja, no sistema central. O cartão ou celular passa a funcionar principalmente como uma chave que permite localizar a conta do usuário.</p>
<p data-start="11366" data-end="11435">Essa arquitetura facilita a aceitação simultânea de diferentes meios.</p>
<p data-start="11437" data-end="11646">O mesmo passageiro pode, dependendo das regras adotadas, utilizar cartão de transporte, cartão bancário, celular ou outro identificador, enquanto o sistema central calcula a tarifa e registra os deslocamentos.</p>
<h3 data-section-id="10x6h6t" data-start="11648" data-end="11700">RIO GRANDE DO SUL PREPARA PPP JUSTAMENTE COM ABT</h3>
<p data-start="11702" data-end="11768">Esse conceito também já aparece em um projeto brasileiro concreto.</p>
<p data-start="11770" data-end="11921">O Governo do Rio Grande do Sul prepara uma PPP para uma nova bilhetagem eletrônica do transporte metropolitano da Região Metropolitana de Porto Alegre.</p>
<p data-start="11923" data-end="12197">O projeto prevê uma clearing house com solução ABT, cartões de crédito e débito e processamento e armazenamento de dados em nuvem. O contrato foi estimado pelo Estado em aproximadamente R$ 90 milhões e terá prazo previsto de dez anos.</p>
<p data-start="12199" data-end="12298">A iniciativa ilustra como o debate apresentado pela UITP não está distante da realidade brasileira.</p>
<p data-start="12300" data-end="12584">Autoridades de transportes já estão decidindo quem terá os dados, como será feita a compensação financeira entre empresas, quais meios de pagamento poderão ser aceitos e qual empresa ficará responsável por uma infraestrutura digital que se torna cada vez mais central para a operação.</p>
<h3 data-section-id="1uyo0z3" data-start="12586" data-end="12652">PIX NÃO SIGNIFICA NECESSARIAMENTE PASSAR UM QR CODE NA CATRACA</h3>
<p data-start="12654" data-end="12751">Também é importante diferenciar as diferentes formas pelas quais o PIX pode entrar no transporte.</p>
<p data-start="12753" data-end="13021">Em São Paulo (SP), por exemplo, o passageiro do projeto com Bluetooth compra antecipadamente a passagem no aplicativo e paga essa compra por PIX. Na hora de viajar, a liberação ocorre pela comunicação entre telefone e validador.</p>
<p data-start="13023" data-end="13197">No Rio de Janeiro (RJ), foi implantada a possibilidade de realizar o pagamento via PIX diretamente no equipamento instalado no ônibus.</p>
<p data-start="13199" data-end="13287">Em outras situações, o PIX pode ser apenas uma forma de recarregar o cartão tradicional.</p>
<p data-start="13289" data-end="13354">São aplicações diferentes de uma mesma infraestrutura financeira.</p>
<p data-start="13356" data-end="13509">É justamente essa flexibilidade que a UITP destaca ao incluir os sistemas nacionais de pagamentos instantâneos entre as possibilidades para a bilhetagem.</p>
<h3 data-section-id="x7kmz4" data-start="13511" data-end="13556">UMA EVOLUÇÃO DE MAIS DE 20 ANOS NO BRASIL</h3>
<p data-start="13558" data-end="13712">O Bilhete Único paulistano começou a ser implantado em 2004 e representou uma mudança profunda na forma de cobrança dos ônibus da maior cidade brasileira.</p>
<p data-start="13714" data-end="13870">A lógica deixou de ser simplesmente pagar por cada embarque e passou a permitir que o passageiro utilizasse diferentes ônibus dentro de uma janela de tempo.</p>
<p data-start="13872" data-end="13941">Posteriormente, a integração avançou para o sistema metroferroviário.</p>
<p data-start="13943" data-end="14171">Um documento histórico da própria Prefeitura situa 2004 como o marco do Bilhete Único nos ônibus e mostra a evolução anterior desde dinheiro, fichas, passes de papel e bilhetes magnéticos.</p>
<p data-start="14173" data-end="14234">Mais de duas décadas depois, a discussão entra em outra fase.</p>
<p data-start="14236" data-end="14386">A pergunta deixa de ser apenas “qual cartão o passageiro precisa ter?” e passa a ser “o passageiro precisa obrigatoriamente de um cartão específico?”.</p>
<p data-start="14388" data-end="14482">Cartões bancários, telefones, relógios, QR Codes, aplicativos e PIX ampliam as possibilidades.</p>
<h3 data-section-id="1cod5gd" data-start="14484" data-end="14533">O DESAFIO BRASILEIRO É MODERNIZAR SEM EXCLUIR</h3>
<p data-start="14535" data-end="14600">A variedade social brasileira torna essa transição mais complexa.</p>
<p data-start="14602" data-end="14647">Nem todo passageiro possui cartão de crédito.</p>
<p data-start="14649" data-end="14721">Nem todos utilizam smartphones capazes de executar todas as tecnologias.</p>
<p data-start="14723" data-end="14854">Há usuários que dependem de gratuidades, vale-transporte, benefícios estudantis e integrações subsidiadas que exigem identificação.</p>
<p data-start="14856" data-end="14925">Há ainda passageiros que preferem atendimento presencial ou dinheiro.</p>
<p data-start="14927" data-end="15218">A UITP chama atenção justamente para a necessidade de oferecer experiências equitativas para diferentes idades, condições demográficas e escolhas pessoais. Também destaca privacidade e segurança de dados como elementos centrais das novas arquiteturas.</p>
<p data-start="15220" data-end="15480">No Rio de Janeiro (RJ), por exemplo, mesmo com a retirada do pagamento em dinheiro diretamente dentro dos ônibus, a Prefeitura manteve a possibilidade de usar espécie para comprar ou recarregar cartões em pontos físicos.</p>
<p data-start="15482" data-end="15645">É uma distinção relevante: digitalizar o pagamento dentro do veículo não significa necessariamente obrigar toda a população a possuir conta bancária ou smartphone.</p>
<h3 data-section-id="14jg6et" data-start="15647" data-end="15710">BRASIL ESTÁ NOS DOIS MOMENTOS DA HISTÓRIA CONTADA PELA UITP</h3>
<p data-start="15712" data-end="15793">É justamente neste aspecto que a presença brasileira no estudo ganha significado.</p>
<p data-start="15795" data-end="15971">O Bilhete Único de São Paulo é citado ao lado de sistemas mundialmente conhecidos que ajudaram a transformar a bilhetagem ao colocar um chip inteligente no bolso do passageiro.</p>
<p data-start="15973" data-end="16161">O PIX aparece algumas dezenas de páginas depois como exemplo de um caminho no qual o passageiro pode depender cada vez menos de um meio proprietário emitido exclusivamente pelo transporte.</p>
<p data-start="16163" data-end="16518">Entre uma ponta e outra estão as experiências que o Brasil desenvolve atualmente: cartão bancário diretamente no validador em Curitiba (PR), PIX nos ônibus do Rio de Janeiro (RJ), pagamento por aplicativo e Bluetooth em parte da frota de São Paulo (SP) e uma nova estrutura baseada em contas planejada para o transporte metropolitano de Porto Alegre (RS).</p>
<p data-start="16520" data-end="16589">A evolução, entretanto, não precisa significar substituição imediata.</p>
<p data-start="16591" data-end="16800">A própria UITP afirma que a transição para novas tecnologias deve preservar a continuidade do serviço e pode exigir a convivência prolongada de sistemas antigos e novos.</p>
<p data-start="16802" data-end="17166">Mais do que prever o desaparecimento do Bilhete Único ou de outros cartões, portanto, o estudo mostra uma mudança maior: a bilhetagem está deixando de ser apenas o cartão que o passageiro leva no bolso para se transformar em uma plataforma capaz de reconhecer diferentes meios de pagamento, aplicar integrações e benefícios e conectar diversos modos de transporte.</p>
<p data-start="17168" data-end="17338">E o Brasil, segundo os próprios exemplos escolhidos pela UITP, participa tanto da história desta transformação quanto das tecnologias que podem definir sua próxima etapa.</p>
<p data-start="17340" data-end="17399" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="17340" data-end="17399" data-is-last-node=""><strong data-start="17341" data-end="17398">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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