<?xml version="1.0"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">
<channel>
	<title>Diário do Transporte</title>
	<link>https://diariodotransporte.com.br</link>
	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
  <lastBuildDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</lastBuildDate>
  <atom:link href="https://diariodotransporte.com.br/2017/03/24/empresa-de-onibus-de-santo-andre-e-condenada-a-pagar-indenizacao-para-idosa-que-fraturou-coluna/" rel="self" type="application/rss+xml" />
  <item>
    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=494300</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=358722</guid>
  </item>
  <item>
    <title>SPTrans assina contratos de R$ 191 milhões para peças de ônibus, manutenção mecânica e modernização tecnológica em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/sptrans-assina-contratos-de-r-191-milhoes-para-pecas-de-onibus-manutencao-mecanica-e-modernizacao-tecnologica-em-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/sptrans-assina-contratos-de-r-191-milhoes-para-pecas-de-onibus-manutencao-mecanica-e-modernizacao-tecnologica-em-sao-paulo/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 22 Oct 2026 14:01:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Três contratações publicadas nesta quinta-feira (22) têm prazos de um a cinco anos; maior contrato, de R$ 99,37 milhões, envolve atualização dos sistemas tecnológicos da empresa municipal ADAMO BAZANI A SPTrans (São Paulo Transporte), responsável pela gestão do sistema municipal de ônibus da capital paulista, publicou nesta quinta-feira, 22 de outubro de 2026, três contratos [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="791" height="558" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1466.jpg?fit=791%2C558&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1466.jpg?w=791&amp;ssl=1 791w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1466.jpg?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1466.jpg?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1466.jpg?resize=768%2C542&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1466.jpg?resize=400%2C282&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 791px) 100vw, 791px" /> <p><em>Três contratações publicadas nesta quinta-feira (22) têm prazos de um a cinco anos; maior contrato, de R$ 99,37 milhões, envolve atualização dos sistemas tecnológicos da empresa municipal</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A SPTrans (São Paulo Transporte), responsável pela gestão do sistema municipal de ônibus da capital paulista, publicou nesta quinta-feira, 22 de outubro de 2026, três contratos que somam R$ 191,019 milhões para aquisição de peças de ônibus e vans, prestação de serviços de manutenção mecânica e modernização de sua infraestrutura tecnológica. As contratações foram assinadas entre os dias 13 e 15 de outubro, com prazos que variam de 12 a 60 meses, e envolvem as empresas SAT Comercial Auto Peças, Truck-Center Ferreirense e Omega Tecnologia da Informação.</p>
<p>Do montante total, R$ 91,64 milhões correspondem a fornecimento de peças e serviços de manutenção de veículos, enquanto R$ 99,379 milhões estão destinados à aquisição e implantação de uma solução computacional integrada nas unidades Boa Vista e Santa Rita da SPTrans. Os contratos abrangem atividades importantes para a estrutura de gestão e manutenção do transporte coletivo, em um momento no qual a Prefeitura de São Paulo também administra diretamente serviços anteriormente operados pela Transwolff, nos lotes D10 e D11. Os extratos publicados, entretanto, não especificam que os contratos de peças e manutenção sejam destinados exclusivamente a esses lotes.</p>
<p>As publicações foram feitas pela Gerência de Contratações Administrativas da SPTrans e estabelecem os valores de referência dos serviços e fornecimentos.</p>
<p>A empresa municipal é responsável pelo planejamento, programação, fiscalização e gerenciamento dos serviços prestados pelas concessionárias de ônibus da capital. Além disso, mantém estruturas operacionais e administrativas que dão suporte à fiscalização, ao atendimento, à manutenção de veículos sob sua responsabilidade e aos sistemas de tecnologia utilizados na gestão dos transportes.</p>
<h2>Compra de R$ 68 milhões envolve peças para ônibus e vans</h2>
<p>O maior contrato diretamente relacionado a veículos foi firmado com a SAT Comercial Auto Peças Ltda., no valor de R$ 68 milhões.</p>
<p>A contratação prevê a aquisição de peças destinadas a ônibus e vans, conforme especificações do termo de referência, abrangendo os lotes 1 e 2 do fornecimento.</p>
<p>O contrato foi assinado em 13 de outubro de 2026, tem duração de 12 meses e utiliza valores com base em agosto deste ano.</p>
<p>A empresa contratada está identificada pelo CNPJ 23.340.816/0001-60.</p>
<p>A aquisição de peças é uma etapa essencial para manter a disponibilidade de veículos e reduzir o tempo de permanência nas oficinas. Entre as atividades de manutenção de frotas de transporte coletivo estão revisões programadas e intervenções necessárias para corrigir desgastes ou falhas que comprometam a circulação.</p>
<p>O extrato não apresenta a relação individualizada dos componentes, as quantidades previstas ou os modelos de ônibus e vans que serão contemplados. Essas especificações integram o termo de referência mencionado na publicação.</p>
<p>Também não há identificação expressa das garagens ou dos contratos de operação cujos veículos receberão os materiais.</p>
<p>Por essa razão, o valor de R$ 68 milhões representa o montante contratado para o fornecimento, não sendo possível concluir, apenas pelo resumo publicado, quantos veículos serão atendidos ou qual será o consumo efetivo de peças durante os 12 meses.</p>
<h2>Truck-Center recebe contrato de R$ 23,64 milhões para manutenção de ônibus</h2>
<p>Outro contrato foi firmado com a Truck-Center Ferreirense Comércio de Peças e Serviços Automotivas Ltda., no valor de R$ 23,64 milhões.</p>
<p>O objeto é a prestação de serviços mecânicos de manutenção preventiva, corretiva e assistência técnica em ônibus, com fornecimento de peças novas originais ou genuínas.</p>
<p>Os serviços correspondem aos lotes 1, 2 e 10 da contratação.</p>
<p>O contrato foi assinado em 14 de outubro e tem vigência de 12 meses, considerando valores com base em setembro de 2026.</p>
<p>A empresa está identificada pelo CNPJ 09.155.378/0001-39.</p>
<p>A manutenção preventiva compreende intervenções programadas destinadas a reduzir a ocorrência de falhas e preservar as condições de funcionamento dos veículos. Já a manutenção corretiva corresponde aos reparos necessários quando são identificados defeitos ou problemas de funcionamento.</p>
<p>Em sistemas de transporte coletivo, a execução dessas atividades interfere diretamente na disponibilidade da frota e na regularidade das viagens.</p>
<p>Ônibus imobilizados por problemas mecânicos podem comprometer a programação operacional, especialmente nos horários de maior movimento, quando a quantidade de veículos em circulação precisa ser compatível com a demanda de passageiros.</p>
<p>O contrato também contempla fornecimento de peças, mas com finalidade vinculada aos serviços de manutenção mecânica previstos.</p>
<p>Os R$ 23,64 milhões correspondem ao valor total divulgado para a contratação.</p>
<p>O extrato não apresenta a quantidade de ônibus abrangida, os valores unitários das intervenções ou a localização das oficinas nas quais os serviços serão realizados.</p>
<h2>Modernização tecnológica terá investimento contratado de R$ 99,379 milhões</h2>
<p>O contrato de maior valor entre os três foi firmado com a Omega Tecnologia da Informação Ltda., para modernização da infraestrutura tecnológica da SPTrans.</p>
<p>A contratação é de R$ 99,379 milhões e prevê vigência de 60 meses, equivalentes a cinco anos.</p>
<p>Assinado em 15 de outubro de 2026, o contrato tem valores com base em setembro deste ano.</p>
<p>A empresa está identificada pelo CNPJ 04.808.453/0001-08.</p>
<p>Segundo o extrato, o objeto é a aquisição de uma solução computacional integrada para modernização do ambiente tecnológico da SPTrans, abrangendo as unidades Boa Vista e Santa Rita.</p>
<p>O fornecimento contempla implantação e configuração da solução tecnológica, além de serviços de garantia, operação assistida, migração, suporte técnico e manutenção.</p>
<p>A migração é uma etapa especialmente relevante em projetos desse tipo, porque envolve a transferência ou adaptação de dados, programas e ambientes de processamento para a nova infraestrutura.</p>
<p>Já a operação assistida permite que a estrutura implantada seja acompanhada tecnicamente durante sua utilização, conforme as condições contratuais.</p>
<p>A modernização dos ambientes computacionais está relacionada à necessidade de manter disponíveis os sistemas utilizados pela empresa responsável pela gestão do transporte coletivo.</p>
<p>A operação de redes urbanas de ônibus exige processamento contínuo de informações, desde a programação e a fiscalização da oferta de viagens até atividades administrativas e de acompanhamento operacional.</p>
<p>O resumo do contrato, entretanto, não individualiza os programas, bancos de dados ou plataformas que serão migrados. Também não estabelece, de maneira expressa, que essa contratação tenha como objeto a substituição do sistema central do Bilhete Único.</p>
<p>Essa distinção é importante porque a infraestrutura tecnológica da SPTrans reúne diferentes atividades e contratos.</p>
<h2>Contratações ocorrem durante administração dos antigos lotes da Transwolff</h2>
<p>Os contratos de peças e manutenção foram publicados em um período de atenção especial sobre a continuidade dos serviços de ônibus nas regiões atendidas pelos lotes D10 e D11, anteriormente operados pela Transwolff.</p>
<p>A empresa passou por processo de intervenção municipal e os serviços ficaram sujeitos à administração por requisição, medida adotada para assegurar a continuidade do atendimento à população.</p>
<p>A situação levou o poder público a assumir responsabilidades operacionais e administrativas relacionadas aos serviços antes executados pela concessionária.</p>
<p>Entre os desafios de uma operação sob administração direta ou requisição estão a manutenção dos veículos, o fornecimento de componentes, a disponibilidade de trabalhadores e a preservação da programação das linhas.</p>
<p>Por isso, contratações de peças e assistência mecânica têm relevância especial no acompanhamento dos custos do sistema.</p>
<p>No entanto, os extratos divulgados nesta quinta-feira não vinculam expressamente os serviços aos antigos lotes D10 e D11.</p>
<p>A identificação da destinação dos contratos depende das especificações constantes dos respectivos termos de referência e de outros documentos da contratação.</p>
<h2>Valores e duração dos contratos</h2>
<p>Os três contratos publicados pela SPTrans são:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>Objeto</th>
<th>Valor</th>
<th>Vigência</th>
</tr>
<tr>
<td>SAT Comercial Auto Peças</td>
<td>Peças para ônibus e vans</td>
<td>R$ 68.000.000,00</td>
<td>12 meses</td>
</tr>
<tr>
<td>Truck-Center Ferreirense</td>
<td>Manutenção mecânica e fornecimento de peças</td>
<td>R$ 23.640.000,00</td>
<td>12 meses</td>
</tr>
<tr>
<td>Omega Tecnologia da Informação</td>
<td>Modernização tecnológica</td>
<td>R$ 99.379.000,00</td>
<td>60 meses</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td></td>
<td>R$ 191.019.000,00</td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Embora os contratos totalizem R$ 191,019 milhões, os valores não representam necessariamente desembolso integral ou pagamento imediato. A execução financeira depende das condições contratuais, do fornecimento dos materiais e da prestação dos serviços.</p>
<p>Também é necessário considerar que a maior contratação tem duração de cinco anos, enquanto as duas destinadas a peças e manutenção possuem vigência de um ano.</p>
<p>A distinção é relevante para a análise dos custos de manutenção e modernização administrativa do sistema municipal.</p>
<p>Para os passageiros, a importância dos investimentos está relacionada à capacidade de manter os ônibus disponíveis, reduzir problemas mecânicos e assegurar o funcionamento das estruturas utilizadas pela SPTrans no gerenciamento do transporte coletivo.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/sptrans-assina-contratos-de-r-191-milhoes-para-pecas-de-onibus-manutencao-mecanica-e-modernizacao-tecnologica-em-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=540621</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Eleições 2026: Rio de Janeiro terá ônibus, BRT, VLT, vans e cabritinhos gratuitos no domingo (25); veja horários e ruas interditadas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/eleicoes-2026-rio-de-janeiro-tera-onibus-brt-vlt-vans-e-cabritinhos-gratuitos-no-domingo-25-veja-horarios-e-ruas-interditadas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/eleicoes-2026-rio-de-janeiro-tera-onibus-brt-vlt-vans-e-cabritinhos-gratuitos-no-domingo-25-veja-horarios-e-ruas-interditadas/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 22 Oct 2026 13:31:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Transporte municipal será gratuito das 6h às 20h, com programação de dias úteis para facilitar o deslocamento dos eleitores; Prefeitura também suspenderá áreas de lazer e fará bloqueios em diferentes regiões da cidade a partir de sábado (24) ADAMO BAZANI Os passageiros de ônibus municipais, BRT, VLT, vans e cabritinhos do Rio de Janeiro poderão [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="537" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/533.jpg?fit=789%2C537&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/533.jpg?w=789&amp;ssl=1 789w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/533.jpg?resize=300%2C204&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/533.jpg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/533.jpg?resize=768%2C523&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/533.jpg?resize=400%2C272&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /> <p><em>Transporte municipal será gratuito das 6h às 20h, com programação de dias úteis para facilitar o deslocamento dos eleitores; Prefeitura também suspenderá áreas de lazer e fará bloqueios em diferentes regiões da cidade a partir de sábado (24)</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Os passageiros de ônibus municipais, BRT, VLT, vans e cabritinhos do Rio de Janeiro poderão utilizar os transportes gratuitamente neste domingo, 25 de outubro de 2026, quando será realizado o segundo turno das eleições. A gratuidade valerá das 6h às 20h, e os serviços deverão operar com a programação habitual dos dias úteis, em vez dos horários reduzidos normalmente adotados aos domingos. A medida foi determinada pela Prefeitura do Rio de Janeiro para facilitar o deslocamento dos eleitores até os locais de votação.</p>
<p>Além da operação especial dos transportes coletivos, a cidade terá interdições e alterações de trânsito em diversos bairros, começando no sábado (24). A CET-Rio mobilizará suas equipes para orientar os motoristas, acompanhar a circulação de veículos e realizar ajustes nos semáforos. Também serão suspensas as áreas de lazer do município e a Área de Proteção ao Ciclismo de Competição (APCC) – Circuito Marcos Hama, para ampliar a capacidade das vias durante o período eleitoral.</p>
<p>Segundo a Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), os operadores de ônibus, BRT, VLT, vans e cabritinhos foram formalmente orientados a cumprir a programação prevista para dias úteis durante o período de gratuidade.</p>
<p>Isso significa que a oferta de transporte deverá ser maior do que a normalmente disponibilizada aos domingos, quando várias linhas circulam com intervalos mais longos e menor quantidade de veículos.</p>
<p>A gratuidade está prevista no Decreto Rio nº 58.518, publicado no Diário Oficial do Município em 17 de agosto de 2026.</p>
<p>A medida dá continuidade à política de transporte gratuito adotada pela cidade nas eleições de 2022 e 2024.</p>
<h3>Como vai funcionar o transporte gratuito no segundo turno</h3>
<p>A gratuidade terá início às 6h e terminará às 20h do domingo, 25 de outubro.</p>
<p>Estão abrangidos os seguintes serviços municipais:</p>
<ul>
<li>Ônibus convencionais municipais;</li>
<li>BRT;</li>
<li>VLT;</li>
<li>Cabritinhos, que atendem comunidades e regiões com características específicas de acesso;</li>
<li>Vans do transporte complementar municipal.</li>
</ul>
<p>Durante essas 14 horas, os passageiros poderão utilizar os serviços contemplados sem o pagamento da tarifa.</p>
<p>A programação determinada pela Prefeitura é a de dias úteis, medida que busca ampliar a disponibilidade de veículos e reduzir o tempo de espera nos deslocamentos.</p>
<p>A orientação vale para os operadores dos serviços municipais, incluindo os sistemas convencionais de ônibus e as redes de BRT e VLT.</p>
<p>A gratuidade estabelecida pela Prefeitura se refere aos serviços municipais. Os transportes administrados por outros entes públicos, como os trens metropolitanos, o metrô e os ônibus intermunicipais, estão sujeitos às regras das respectivas autoridades responsáveis.</p>
<p>Para os passageiros que dependem de mais de um sistema de transporte, é importante considerar essa diferença no planejamento da viagem.</p>
<h3>CET-Rio fará operação especial de trânsito e suspenderá áreas de lazer</h3>
<p>A Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro (CET-Rio) realizará uma operação especial para atender às necessidades de circulação relacionadas ao segundo turno.</p>
<p>As interdições foram definidas conforme solicitações do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e abrangem ruas e avenidas utilizadas para as atividades da Justiça Eleitoral.</p>
<p>Todo o efetivo da CET-Rio será mobilizado para acompanhar a movimentação nas rotas de acesso aos locais de votação.</p>
<p>A Prefeitura também prevê a adoção de planos semafóricos específicos nos principais corredores de tráfego.</p>
<p>Técnicos instalados no Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio) acompanharão a circulação de veículos por meio das câmeras de monitoramento e poderão ajustar os tempos dos sinais conforme as condições observadas ao longo do dia.</p>
<p>A recomendação é que os motoristas antecipem seus deslocamentos, observem a sinalização provisória e sigam as orientações dos agentes de trânsito.</p>
<p>A Prefeitura também orienta a população a dar preferência ao transporte coletivo e realizar as travessias em locais seguros e sinalizados.</p>
<h3>Confira as interdições por região e bairro</h3>
<p>Os bloqueios começam no sábado, 24 de outubro, e continuam em diferentes horários no domingo, 25. As restrições abrangem vias do Centro, das zonas Sul, Norte, Sudoeste e Oeste.</p>
<p><strong>CENTRO</strong></p>
<p>No sábado (24), das 6h às 23h59, serão interditados:</p>
<ul>
<li>Rua da Alfândega, entre a Rua Primeiro de Março e a Avenida Rio Branco;</li>
<li>Rua Souza e Silva, entre a Rua Sacadura Cabral e a Rua do Moinho;</li>
<li>Rua Sacadura Cabral, em meia pista, entre a Rua Souza e Silva e a Rua do Livramento.</li>
</ul>
<p>No domingo (25), das 6h às 23h59:</p>
<ul>
<li>Avenida Presidente Vargas, pista junto às edificações de numeração ímpar, entre a Avenida Rio Branco e a Rua Primeiro de Março;</li>
<li>Praça Pio X, pista junto às edificações de numeração ímpar, entre a Rua da Quitanda e a Rua da Candelária.</li>
</ul>
<p><strong>SÃO CRISTÓVÃO</strong></p>
<p>No sábado (24), das 12h às 17h:</p>
<ul>
<li>Rua Barão de Itapagipe, entre a Avenida Paulo de Frontin e a Rua do Matoso.</li>
</ul>
<p><strong>GAMBOA</strong></p>
<p>No sábado (24), das 8h às 18h, e no domingo (25), das 15h às 23h59:</p>
<ul>
<li>Rua Souza e Silva, entre a Rua Sacadura Cabral e a Rua do Moinho;</li>
<li>Rua Sacadura Cabral, faixa da direita, entre a Rua Souza e Silva e a Rua do Livramento.</li>
</ul>
<p>Os motoristas que circulam pela região portuária devem observar especialmente os bloqueios da Rua Sacadura Cabral e da Rua Souza e Silva, que também aparecem na programação de interdições do Centro.</p>
<p><strong>ZONA SUL — GÁVEA</strong></p>
<p>No sábado (24), das 7h às 18h, e no domingo (25), da 1h às 22h:</p>
<ul>
<li>Praça Santos Dumont, pista interna junto às edificações, entre os números 40 e 02;</li>
<li>Rua Major Rubens Vaz, entre os números 51 e 170.</li>
</ul>
<p>As restrições alcançam vias utilizadas para circulação e acesso a estabelecimentos da região, sendo recomendável atenção aos desvios sinalizados.</p>
<p><strong>ZONA NORTE — ENGENHO NOVO</strong></p>
<p>No sábado (24), das 6h às 16h, e no domingo (25), das 12h às 22h:</p>
<ul>
<li>Rua Dias da Cruz, uma faixa junto às edificações de numeração ímpar, entre a Rua Borja Reis e a Rua Adolfo Bergamini.</li>
</ul>
<p><strong>OLARlA</strong></p>
<p>No sábado (24), das 9h às 20h, e no domingo (25), das 7h às 20h:</p>
<ul>
<li>Rua Filomena Nunes, entre a Rua Carlina e a Rua Leopoldina Rego.</li>
</ul>
<p><strong>PAVUNA</strong></p>
<p>No sábado (24) e no domingo (25), das 5h às 20h:</p>
<ul>
<li>Praça Nossa Senhora das Dores, entre a Rua Maria Joaquina e a Rua Comendador Guerra, incluindo a via interna sem denominação.</li>
</ul>
<p><strong>CAMPINHO</strong></p>
<p>No sábado (24) e no domingo (25), das 10h às 15h:</p>
<ul>
<li>Rua Dr. Jaime Marques de Araújo, entre a Rua Pinto Teles e a Estrada Intendente Magalhães;</li>
<li>Praça Márcia Mendes, entre a Rua Dr. Jaime Marques de Araújo e a Rua Cirilo da Silveira;</li>
<li>Rua Francisco Cupello, em toda a extensão;</li>
<li>Rua José da Silva Caboatan, em toda a extensão;</li>
<li>Rua José Félix de Mariz, entre a Rua Cirilo da Silveira e a Rua General Fernando Batalha.</li>
</ul>
<p>Os bloqueios nessa região envolvem diferentes vias próximas umas das outras, o que pode exigir ajustes nos trajetos locais durante os horários determinados.</p>
<p><strong>ILHA DO GOVERNADOR</strong></p>
<p>No domingo (25), das 6h às 20h:</p>
<ul>
<li>Rua Ericeira, faixa junto às edificações de numeração par, entre a Estrada do Galeão e a Rua Sargento João Lopes;</li>
<li>Estrada do Galeão, faixa junto às edificações de numeração par, entre a Rua Ericeira e a Rua Boêmia.</li>
</ul>
<p>As interdições serão parciais, envolvendo faixas específicas das vias.</p>
<p><strong>ZONA SUDOESTE — BARRA DA TIJUCA</strong></p>
<p>A partir das 6h de sábado (24), com continuidade durante o domingo (25):</p>
<ul>
<li>Avenida Ayrton Senna, duas faixas da pista lateral, em frente à edificação de número 2.001.</li>
</ul>
<p>A restrição envolve a pista lateral, sendo importante que os motoristas observem a sinalização e as condições de circulação nas faixas disponíveis.</p>
<p><strong>ZONA OESTE — DEODORO</strong></p>
<p>No sábado (24), das 8h às 15h, e no domingo (25), das 6h às 20h:</p>
<ul>
<li>Rua Jorge Schmidt, entre a Rua João Vicente e a Rua Regente Lima e Silva.</li>
</ul>
<p><strong>SENADOR CAMARÁ</strong></p>
<p>No sábado (24), das 12h às 18h, e no domingo (25), das 4h às 21h:</p>
<ul>
<li>Avenida Ministro Ary Franco, entre a Rua Almeida Pires e a Rua Sitia.</li>
</ul>
<p><strong>CAMPO GRANDE</strong></p>
<p>No sábado (24) e no domingo (25), das 6h às 23h59:</p>
<ul>
<li>Rua Rondônia, entre a Rua Timbaúba e a Praça Maina.</li>
</ul>
<p>Também no sábado (24) e no domingo (25), das 6h às 20h:</p>
<ul>
<li>Rua Nova Betânia, em toda a extensão.</li>
</ul>
<p><strong>SANTA CRUZ</strong></p>
<p>No sábado (24), das 12h às 17h, e no domingo (25), das 5h às 21h:</p>
<ul>
<li>Rua das Palmeiras Imperiais, entre a Vila Olímpica e a Rua Ferreira Nobre;</li>
<li>Rua Martinho de Campos, entre o número 25 e a Rua Marquês de Maricá;</li>
<li>Rua Marquês de Maricá, entre a Rua Martinho de Campos e a Rua Fernanda.</li>
</ul>
<h3>Orientações para quem vai votar</h3>
<p>A principal recomendação é planejar o deslocamento com antecedência, especialmente para os eleitores que precisam atravessar diferentes regiões da cidade.</p>
<p>Como os ônibus, BRT, VLT, vans e cabritinhos municipais circularão com a programação de dias úteis e terão gratuidade das 6h às 20h, o transporte coletivo será uma alternativa para evitar congestionamentos e dificuldades de estacionamento nos arredores dos locais de votação.</p>
<p>Os passageiros devem considerar que os bloqueios de trânsito poderão provocar alterações de percurso ou de pontos de parada em linhas que circulam pelas vias atingidas.</p>
<p>A definição dessas mudanças operacionais dependerá das condições de cada região e das orientações dos órgãos responsáveis.</p>
<p>Para quem optar pelo automóvel, a CET-Rio recomenda atenção à sinalização provisória e às determinações dos agentes.</p>
<p>A suspensão das áreas de lazer e do Circuito Marcos Hama também deverá ser considerada por quem costuma utilizar esses espaços aos domingos.</p>
<p>O esquema especial foi organizado para facilitar o acesso às seções eleitorais e dar suporte às atividades da Justiça Eleitoral durante o segundo turno.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/eleicoes-2026-rio-de-janeiro-tera-onibus-brt-vlt-vans-e-cabritinhos-gratuitos-no-domingo-25-veja-horarios-e-ruas-interditadas/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=540694</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Metrô do Recife prepara bilheterias para receber Pix, cartões e QR Code em nova licitação da CBTU</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/metro-do-recife-prepara-bilheterias-para-receber-pix-cartoes-e-qr-code-em-nova-licitacao-da-cbtu/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/metro-do-recife-prepara-bilheterias-para-receber-pix-cartoes-e-qr-code-em-nova-licitacao-da-cbtu/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 22 Oct 2026 13:01:32 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Contratação abrange estações Recife e Joana Bezerra e serviços das linhas Sul elétrica e diesel; iniciativa acompanha modernização da bilhetagem, que também avança no Metrô de São Paulo ADAMO BAZANI A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) abriu uma licitação para contratar serviços de comercialização e troca de bilhetes e cartões no sistema de trens [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="678" height="452" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-6.jpg?fit=678%2C452&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-6.jpg?w=678&amp;ssl=1 678w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-6.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-6.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/images-6.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px" /> <p><em>Contratação abrange estações Recife e Joana Bezerra e serviços das linhas Sul elétrica e diesel; iniciativa acompanha modernização da bilhetagem, que também avança no Metrô de São Paulo</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) abriu uma licitação para contratar serviços de comercialização e troca de bilhetes e cartões no sistema de trens metropolitanos do Recife, incluindo operações com Pix, cartões de crédito e débito, dinheiro e tecnologias Smart Card e QR Code. A contratação abrangerá as estações Recife, Joana Bezerra e as estações atendidas pelas linhas Sul elétrica e diesel, além de serviços de conferência da arrecadação e apoio à fiscalização das bilheterias.</p>
<p>O aviso foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 22 de outubro de 2026, com abertura das propostas marcada para 16 de novembro. A iniciativa ocorre em meio à modernização das formas de pagamento no transporte coletivo brasileiro. Em São Paulo, por exemplo, todas as máquinas de autoatendimento da Linha 1-Azul do Metrô passam a receber Pix nesta quinta-feira (22), com ampliação prevista para as linhas 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata até 30 de outubro.</p>
<p>A futura contratada também deverá atuar na conferência dos valores arrecadados e no suporte à fiscalização das bilheterias abrangidas pela contratação.</p>
<p>O fornecimento de materiais necessários ao atendimento das demandas da CBTU integra o objeto da concorrência.</p>
<p>A contratação procura reunir serviços operacionais necessários à manutenção das atividades de bilheteria, que continuam sendo importantes mesmo com a ampliação dos canais digitais de pagamento.</p>
<p>O aviso de licitação não estabelece, por si só, que todos os meios de pagamento já estejam disponíveis em todas as estações.</p>
<p>Também não significa que o Pix será aceito diretamente nas catracas.</p>
<p>É necessário distinguir o pagamento de uma passagem na bilheteria ou equipamento de venda do uso de um cartão ou bilhete para liberar a entrada na estação.</p>
<p>Os detalhes da operação serão definidos pelas especificações contratuais e pela implantação dos serviços.</p>
<p>O Smart Card é um cartão eletrônico que armazena ou permite consultar informações necessárias à utilização do sistema de transporte.</p>
<p>Dependendo da tecnologia, pode funcionar com créditos, produtos tarifários e mecanismos de validação nas estações.</p>
<p>Já o QR Code é um código bidimensional que pode ser utilizado para identificar uma passagem ou autorizar o acesso, conforme as características do sistema.</p>
<p>Essas tecnologias podem coexistir com pagamentos por Pix, cartões bancários e dinheiro.</p>
<p>O passageiro, por exemplo, pode pagar uma passagem por meio digital e receber um bilhete com QR Code para apresentá-lo ao equipamento de validação.</p>
<p>Também pode utilizar um cartão eletrônico de transporte, conforme as modalidades disponíveis.</p>
<p>As possibilidades específicas para os usuários da CBTU dependerão das regras e dos equipamentos utilizados na operação.</p>
<p>Essa distinção evita confundir o meio de pagamento com a tecnologia empregada para validar a passagem.</p>
<h2>Recife e Joana Bezerra são pontos importantes da operação</h2>
<p>As estações Recife e Joana Bezerra possuem papel relevante na circulação de passageiros do sistema metroferroviário pernambucano.</p>
<p>A estação Recife atende a região central da capital e funciona como ponto de conexão com diferentes deslocamentos urbanos.</p>
<p>Joana Bezerra possui importância nas integrações entre o transporte sobre trilhos e os deslocamentos realizados na Região Metropolitana.</p>
<p>A contratação também alcança o atendimento das estações da Linha Sul elétrica e dos serviços ferroviários diesel definidos pela CBTU.</p>
<p>A estrutura de bilheteria é importante tanto para passageiros habituais quanto para usuários ocasionais, que podem não possuir cartões de transporte ou precisar de assistência para adquirir passagens.</p>
<p>A ampliação dos meios de pagamento pode reduzir a dependência de dinheiro em espécie e oferecer alternativas de aquisição.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a manutenção do atendimento presencial é relevante para quem não utiliza aplicativos bancários ou enfrenta dificuldades com serviços digitais.</p>
<h2>São Paulo amplia Pix no Metrô a partir desta quinta-feira</h2>
<p>A modernização das formas de pagamento também avança no Metrô de São Paulo.</p>
<p>Conforme anunciado pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> na quarta-feira, 21 de outubro, todas as máquinas de autoatendimento da Linha 1-Azul passam a aceitar Pix nesta quinta-feira (22).</p>
<p>A implantação começou na terça-feira (20), com previsão de expansão para as demais linhas administradas diretamente pelo Metrô.</p>
<p>Na Linha 2-Verde, a habilitação está prevista para 23 e 26 de outubro.</p>
<p>Na Linha 3-Vermelha, a implantação está programada para 27 e 28 de outubro.</p>
<p>Na Linha 15-Prata, de monotrilho, a atualização dos equipamentos deverá ocorrer em 29 e 30 de outubro.</p>
<p>A conclusão da implantação nas quatro linhas está prevista para 30 de outubro.</p>
<p>Em São Paulo, o usuário poderá efetuar o pagamento por Pix na máquina de autoatendimento e receber um bilhete unitário impresso com QR Code.</p>
<p>Esse bilhete deverá ser utilizado no leitor da catraca para permitir a entrada.</p>
<p>A modalidade é diferente do pagamento diretamente nas catracas por cartões bancários de aproximação, smartphones ou relógios inteligentes.</p>
<h2>Bilhetagem digital amplia alternativas, mas exige integração</h2>
<p>A evolução dos sistemas de bilhetagem representa uma mudança importante na forma como as pessoas utilizam o transporte coletivo.</p>
<p>Durante décadas, os sistemas dependeram de bilhetes físicos específicos, fichas, cartões magnéticos e venda presencial.</p>
<p>Posteriormente, os cartões eletrônicos permitiram ampliar o controle da arrecadação, organizar benefícios tarifários e desenvolver mecanismos de integração entre linhas e modalidades.</p>
<p>Mais recentemente, a adoção de QR Code, aplicativos, carteiras digitais e cartões bancários por aproximação ampliou as alternativas disponíveis.</p>
<p>O Pix acrescenta outra possibilidade de pagamento, especialmente para passageiros que preferem utilizar o saldo de contas bancárias em vez de carregar dinheiro ou utilizar cartões físicos.</p>
<p>Entretanto, a modernização não depende apenas da disponibilidade dos meios de pagamento.</p>
<p>Também exige equipamentos confiáveis, comunicação entre sistemas, segurança das transações, atendimento em caso de falhas e procedimentos adequados para conferência financeira.</p>
<p>Nos sistemas integrados, é necessário considerar ainda as regras de transferência entre ônibus, trens e metrô, que nem sempre são reproduzidas automaticamente em bilhetes avulsos.</p>
<p>A coexistência de diferentes opções pode facilitar a utilização do transporte, desde que as tecnologias sejam implantadas com informações claras para os passageiros.</p>
<h2>Licitação terá abertura em novembro</h2>
<p>A contratação da CBTU está identificada como Pregão Eletrônico SRP nº 90009/GOLIC/2026.</p>
<p>A documentação foi disponibilizada a partir de 21 de outubro, com sessão pública prevista para 16 de novembro de 2026, às 10h.</p>
<p>O procedimento envolve a Superintendência de Trens Urbanos do Recife.</p>
<p>A vencedora deverá prestar os serviços conforme as condições estabelecidas na contratação, abrangendo os canais de venda e as atividades de apoio previstas.</p>
<p>Para os passageiros, o principal interesse está na ampliação das possibilidades de pagamento e no funcionamento das bilheterias, com alternativas para quem utiliza meios digitais e para quem ainda depende de atendimento presencial.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/metro-do-recife-prepara-bilheterias-para-receber-pix-cartoes-e-qr-code-em-nova-licitacao-da-cbtu/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=540587</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Artesp mantém negativa de revisão contratual da Next Mobilidade e desmembra análise</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/artesp-mantem-negativa-de-revisao-contratual-da-next-mobilidade-e-desmembra-analise/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/artesp-mantem-negativa-de-revisao-contratual-da-next-mobilidade-e-desmembra-analise/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:26:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão também mantém encaminhamentos sobre cronograma e projeto do BRT-ABC e não trata de recurso contra a caducidade ADAMO BAZANI A Artesp manteve a negativa ao pedido da Next Mobilidade para revisão contratual. Trata-se da aplicação de uma espécie de fórmula paramétrica, prevista a cada três anos, com, por exemplo, novos investimentos não previstos , [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="699" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/next.jpeg?fit=1024%2C699&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/next.jpeg?w=1525&amp;ssl=1 1525w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/next.jpeg?resize=300%2C205&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/next.jpeg?resize=1024%2C699&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/next.jpeg?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/next.jpeg?resize=768%2C524&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/next.jpeg?resize=400%2C273&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Decisão também mantém encaminhamentos sobre cronograma e projeto do BRT-ABC e não trata de recurso contra a caducidade</em><br><br><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br><br>A Artesp manteve a negativa ao pedido da Next Mobilidade para revisão contratual. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se da aplicação de uma espécie de fórmula paramétrica, prevista a cada três anos, com, por exemplo, novos investimentos não previstos , etc</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os pedidos já feitos pelo grupo à agência reguladora, estão aumentar a remuneração prevista no contrato da concessão do transporte metropolitano do ABC Paulista e mudança em cronograma do BRT. A decisão, publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo rejeita um pedido de reconsideração da concessionária por ausência de fatos novos, mas preserva expressamente a continuidade da primeira revisão ordinária do contrato em outro processo administrativo.<br><br>A Next Mobilidade esclarece que a própria agência desmembrou a revisão para dar continuidade à análise dos temas que ficaram pendentes. Assim, embora tenha sido mantida a negativa ao aumento da remuneração, as discussões sobre a revisão contratual não foram integralmente encerradas. A publicação também não corresponde à rejeição de um recurso contra a caducidade da concessão, assunto tratado em procedimento distinto.<br><br>A concessionária é responsável pelo Corredor Metropolitano ABD, pelas linhas intermunicipais da antiga Área 5 e pela implantação do BRT-ABC. Na publicação, aparece com a razão social ABC Sistema de Transporte SPE S.A., associada à marca Next Mobilidade. A Metra — Sistema Metropolitano de Transportes Ltda. também consta como interessada.<br><br>O pedido de aumento se refere à chamada Tarifa de Remuneração, prevista no contrato da empresa. Esse conceito diz respeito à remuneração contratual da concessionária e não deve ser confundido automaticamente com a tarifa cobrada do passageiro.<br><br>A decisão mais recente, a Deliberação Artesp nº 774, foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Diretor em 20 de outubro e publicada no dia seguinte. Ela mantém a Deliberação nº 721, de 22 de setembro, que rejeitou o aumento da remuneração e definiu o tratamento de outras reivindicações da Next.<br><br><strong>Next ressalta que revisão contratual permanece em andamento</strong><br><br>Em posicionamento sobre a publicação, a Next Mobilidade afirma que a continuidade das discussões decorre da separação dos assuntos realizada pela própria agência reguladora.<br><br><em>“Em relação à Deliberação ARTESP nº 774, de 20 de outubro de 2026, a Next Mobilidade esclarece que a Revisão Ordinária mencionada no ato foi desmembrada pela própria ARTESP, que instaurou nova Revisão Ordinária para dar continuidade à análise dos temas que não foram concluídos no procedimento anterior.”</em><br><br>A concessionária ressalta que a negativa da reconsideração não encerra a análise das matérias remanescentes.<br><br><em>“Dessa forma, a Deliberação publicada não representa o encerramento das discussões relativas à revisão contratual da concessão, uma vez que as matérias remanescentes seguem em análise no âmbito do novo procedimento instaurado pela Agência Reguladora.”</em><br><br>A empresa acrescenta que permanece acompanhando o processo e prestando à Artesp todos os esclarecimentos e informações necessários.<br><br>A ressalva sobre a continuidade da revisão também está no texto da decisão. Ao rejeitar a reconsideração, o Conselho Diretor preservou expressamente o prosseguimento da primeira revisão ordinária em outro processo administrativo.<br><br>Portanto, a manutenção da negativa ao aumento da remuneração tem alcance específico e não significa que todas as questões contratuais apresentadas pela concessionária tenham sido encerradas.<br><br><strong>Pedidos incluem remuneração, reequilíbrio e mudanças no BRT-ABC</strong><br><br>A decisão de setembro, mantida agora pela Artesp, detalha os assuntos que estavam reunidos no procedimento.<br><br>O Conselho Diretor confirmou a separação das diferentes reivindicações apresentadas pela Next dentro da revisão ordinária. Naquele processo, o objeto ficou limitado ao pedido de aumento da Tarifa de Remuneração e à reiteração de pleitos de reequilíbrio econômico-financeiro já analisados pela agência em outros procedimentos.<br><br>Também havia solicitações de revisão do cronograma físico de execução, com postergação das obras, e de alterações no projeto e no traçado do BRT-ABC.<br><br><strong>Pedido da Next</strong>: <strong>	Encaminhamento da Artesp mantido pela nova decisão</strong><br><br>Aumento da Tarifa de Remuneração	Pedido indeferido<br>Reiteração de pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro	A agência registrou que já haviam sido analisados pelo Conselho Diretor em outros processos<br>Revisão do cronograma, com postergação das obras	A agência não admitiu a rediscussão naquele procedimento, porque o tema já havia sido objeto de decisão em outro processo<br>Alterações no projeto e no traçado do BRT-ABC	A agência também não admitiu a rediscussão naquele procedimento, pelo mesmo fundamento<br><br>A negativa ao aumento da remuneração foi fundamentada em parecer jurídico e notas técnicas da Artesp.<br><br>Já em relação ao cronograma e às mudanças no BRT, o Conselho Diretor adotou outro encaminhamento: não voltou a examinar esses pedidos naquele procedimento, por entender que já havia deliberado sobre eles em processo próprio.<br><br>Isso significa que a publicação reúne situações diferentes. O aumento da remuneração foi rejeitado, enquanto a tentativa de rediscutir cronograma e projeto não foi admitida naquela tramitação.<br><br>Os assuntos remanescentes da revisão ordinária seguem em outro processo, conforme a ressalva expressa da agência e o esclarecimento apresentado pela Next.<br><br><strong>Decisão não julga recurso contra a caducidade</strong><br><br>Na deliberação de outubro, a Artesp conheceu do pedido de reconsideração e negou provimento no mérito.<br><br>Em linguagem direta, a agência admitiu a solicitação para análise, examinou a tentativa da Next de modificar a decisão de setembro e resolveu manter seu entendimento, alegando ausência de fatos novos.<br><br>Houve, portanto, rejeição de um pedido de reconsideração relacionado à revisão contratual. Não se trata de uma decisão que tenha negado recurso contra o rompimento da concessão.<br><br>A Artesp também registrou ciência das ressalvas e declarações unilaterais apresentadas pela concessionária. Esse registro significa que tomou conhecimento das manifestações, sem representar, por si só, acolhimento dos argumentos.<br><br><strong>Impasse contratual envolve obras e serviços já utilizados pela população</strong><br><br>A publicação ocorre em meio à discussão sobre os atrasos do BRT-ABC. Como mostrou o Diário do Transporte, a Artesp aprovou, em 5 de outubro, a abertura de um processo de caducidade que poderá resultar na extinção da concessão.<br><br>A agência aponta descumprimento de prazos para a entrega do corredor. A Next, por sua vez, sustenta que a apuração das responsabilidades precisa considerar interferências em redes de serviços públicos, licenciamentos, desapropriações e alterações de projetos que afetaram a execução das obras.<br><br>A revisão contratual e o procedimento de caducidade têm objetos distintos, embora ambos envolvam a mesma concessão.<br><br>A discussão exige atenção também porque o contrato abrange o Corredor Metropolitano ABD e linhas intermunicipais em funcionamento, além da implantação do BRT-ABC.<br><br>No caso da decisão publicada nesta semana, o efeito é a manutenção da negativa ao aumento da remuneração e dos demais encaminhamentos definidos em setembro. A análise dos temas remanescentes da revisão ordinária permanece em andamento em outro processo, como ressalta a Next Mobilidade.<br><br><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/artesp-mantem-negativa-de-revisao-contratual-da-next-mobilidade-e-desmembra-analise/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=540723</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Bilhetagem digital passa a integrar o Monitriip na plataforma da ONBOARD</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/bilhetagem-digital-passa-a-integrar-o-monitriip-na-plataforma-da-onboard/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/bilhetagem-digital-passa-a-integrar-o-monitriip-na-plataforma-da-onboard/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:08 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Plataforma reúne reserva de poltronas, venda de passagens e emissão de BP-e, com envio de dados operacionais ao sistema de monitoramento da ANTT ALEXANDRE PELEGI A ONBOARD, empresa de tecnologia para bilhetagem digital, anunciou a integração de sua plataforma ao Monitriip, sistema de monitoramento do transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros da ANTT (Agência [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="900" height="601" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/viaggio-site-latera.png?fit=900%2C601&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/viaggio-site-latera.png?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/viaggio-site-latera.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/viaggio-site-latera.png?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/viaggio-site-latera.png?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/viaggio-site-latera.png?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /> <p><em>Plataforma reúne reserva de poltronas, venda de passagens e emissão de BP-e, com envio de dados operacionais ao sistema de monitoramento da ANTT</em></p>
<p><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p>A ONBOARD, empresa de tecnologia para bilhetagem digital, anunciou a integração de sua plataforma ao Monitriip, sistema de monitoramento do transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). Com a iniciativa, a companhia amplia sua atuação no segmento rodoviário.</p>
<p>Segundo a empresa, a plataforma permite reunir reserva de poltronas, venda de passagens e emissão do BP-e (Bilhete de Passagem Eletrônico). A comercialização pode ser feita no guichê, no comércio eletrônico, em aplicativo e a bordo dos veículos.</p>
<p>Os canais compartilham o mesmo controle de reservas. Na venda embarcada, o motorista utiliza o aplicativo que também permite registrar a abertura da viagem. Com a integração, os dados da operação são encaminhados à ANTT pela própria plataforma.</p>
<p>O Monitriip reúne informações utilizadas pela agência no acompanhamento dos serviços, como localização e velocidade dos veículos, jornada do motorista, início e término das viagens e dados dos bilhetes.</p>
<p><strong><em>Gestão de diferentes operações</em></strong></p>
<p>A solução também pode ser integrada a outros sistemas de gestão comercial e venda de passagens rodoviárias, de acordo com a ONBOARD.</p>
<p>Outro foco são as empresas que atuam em mais de uma modalidade de transporte. A proposta é concentrar a bilhetagem de operações urbanas, semiurbanas, rodoviárias, hidroviárias e sobre trilhos, reunindo vendas, dados e relatórios.</p>
<p><em>“Quem opera em mais de uma modalidade precisava lidar com sistemas diferentes para cada tipo de linha. Com a integração ao Monitriip, a operadora passa a ter o urbano e o rodoviário na mesma plataforma, cumprindo a exigência da ANTT sem uma ferramenta à parte”</em>, afirma Luiz Renato, CEO da ONBOARD.</p>
<p>Fundada em 2016, a companhia trabalha com bilhetagem baseada na conta do passageiro, conhecida pela sigla ABT, com processamento em nuvem e suporte a diferentes meios de pagamento. Segundo dados divulgados pela empresa, são cerca de 5 milhões de transações mensais em operações distribuídas por dez estados e quatro capitais.</p>
<p><strong><em>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/bilhetagem-digital-passa-a-integrar-o-monitriip-na-plataforma-da-onboard/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=540726</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Estudantes cobram ônibus da Rápido d’Oeste após as aulas noturnas entre Casa Branca e Vargem Grande do Sul e levam reclamação à Assembleia de SP</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/estudantes-cobram-onibus-da-rapido-doeste-apos-as-aulas-noturnas-entre-casa-branca-e-vargem-grande-do-sul-e-levam-reclamacao-a-assembleia-de-sp/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/estudantes-cobram-onibus-da-rapido-doeste-apos-as-aulas-noturnas-entre-casa-branca-e-vargem-grande-do-sul-e-levam-reclamacao-a-assembleia-de-sp/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 22 Oct 2026 11:30:16 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Passageira afirma que último horário da ligação intermunicipal não atende ao término das aulas e pede viagem por volta das 22h; manifestação foi incluída na pauta da Comissão de Transportes e Comunicações  ADAMO BAZANI Estudantes que dependem dos ônibus intermunicipais entre Casa Branca e Vargem Grande do Sul, no interior de São Paulo, estão cobrando [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="728" height="472" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/doeswoe.png?fit=728%2C472&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/doeswoe.png?w=728&amp;ssl=1 728w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/doeswoe.png?resize=300%2C195&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/doeswoe.png?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/doeswoe.png?resize=400%2C259&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /> <p><em>Passageira afirma que último horário da ligação intermunicipal não atende ao término das aulas e pede viagem por volta das 22h; manifestação foi incluída na pauta da Comissão de Transportes e Comunicações </em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Estudantes que dependem dos ônibus intermunicipais entre Casa Branca e Vargem Grande do Sul, no interior de São Paulo, estão cobrando uma viagem que permita o retorno para casa depois das aulas noturnas. A reclamação foi encaminhada à Comissão de Transportes e Comunicações da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). A ligação é atendida pela empresa Rápido d’Oeste, que oferece viagens entre os dois municípios.</p>
<p>Segundo a manifestação, o último ônibus parte antes do encerramento das atividades universitárias, prejudicando estudantes que precisam do transporte coletivo para continuar frequentando as aulas. A passageira responsável pela reclamação pede um horário de retorno próximo das 22h e relata já ter procurado a empresa, a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) e órgãos municipais para tentar resolver o problema.</p>
<p>A reclamação foi incluída entre os assuntos apresentados aos deputados da Comissão de Transportes e Comunicações para conhecimento e eventual encaminhamento de providências.</p>
<p>A ligação entre Casa Branca e Vargem Grande do Sul é relativamente curta, com viagens rodoviárias de aproximadamente 30 minutos.</p>
<p>Em consultas realizadas a plataformas de comercialização de passagens, a Rápido d’Oeste aparece como operadora do percurso, com saídas de Casa Branca às 8h20, 12h15, 16h30 e 21h, entre os horários anunciados.</p>
<p>No sentido de Vargem Grande do Sul para Casa Branca, também são oferecidas viagens ao longo do dia, com partidas anunciadas às 8h, 12h e 15h, por exemplo.</p>
<p>O valor de referência encontrado para as passagens é de R$ 10,40, sujeito às condições de comercialização e à data da viagem.</p>
<p>A demanda apresentada à Assembleia se concentra na disponibilidade de transporte após o término das aulas, período em que estudantes precisam retornar ao município onde residem.</p>
<p>A falta de uma partida compatível pode obrigar os alunos a sair mais cedo da universidade, recorrer a transporte particular ou depender de outras pessoas para voltar para casa.</p>
<p>O problema ganha importância porque municípios do interior mantêm relações de deslocamento para trabalho, educação e atendimento médico, e os horários de ônibus nem sempre acompanham a rotina de quem trabalha ou estuda à noite.</p>
<h2>Pedido de providências à ARTESP</h2>
<p>A ARTESP é responsável pela regulamentação e fiscalização das linhas regulares intermunicipais de passageiros no Estado de São Paulo.</p>
<p>Mudanças de horários e frequências dos serviços precisam observar as condições operacionais e as autorizações correspondentes.</p>
<p>No caso de Casa Branca e Vargem Grande do Sul, a solicitação é para que a programação contemple também os estudantes que encerram suas atividades universitárias no período noturno.</p>
<p>A manifestação encaminhada à Assembleia reforça uma reivindicação que, segundo a passageira, já foi apresentada à transportadora e aos órgãos públicos.</p>
<p>O assunto poderá ser acompanhado pela Comissão de Transportes e Comunicações, que reúne demandas relacionadas à prestação dos serviços públicos estaduais.</p>
<p>A discussão envolve uma necessidade concreta dos passageiros: a existência de um ônibus em horário que permita frequentar as aulas até o final e retornar para casa pelo transporte coletivo regular.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/estudantes-cobram-onibus-da-rapido-doeste-apos-as-aulas-noturnas-entre-casa-branca-e-vargem-grande-do-sul-e-levam-reclamacao-a-assembleia-de-sp/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=540400</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Reforma Tributária: ANTT cria grupo para avaliar impactos nos contratos de rodovias, ferrovias e transporte de passageiros</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/reforma-tributaria-antt-cria-grupo-para-avaliar-impactos-nos-contratos-de-rodovias-ferrovias-e-transporte-de-passageiros/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/reforma-tributaria-antt-cria-grupo-para-avaliar-impactos-nos-contratos-de-rodovias-ferrovias-e-transporte-de-passageiros/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 22 Oct 2026 11:01:39 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Medida federal acompanha discussão iniciada pela ARTESP em São Paulo, que abriu consulta pública sobre efeitos da CBS nos contratos de concessão em 2027 e 2028; possíveis mudanças de custos não significam aumento automático de tarifas ADAMO BAZANI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) criou um grupo de trabalho para estudar os impactos da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="893" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1114522.jpg?fit=1024%2C893&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1114522.jpg?w=3180&amp;ssl=1 3180w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1114522.jpg?resize=300%2C262&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1114522.jpg?resize=1024%2C893&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1114522.jpg?resize=150%2C131&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1114522.jpg?resize=768%2C670&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1114522.jpg?resize=1536%2C1339&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1114522.jpg?resize=2048%2C1786&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1114522.jpg?resize=400%2C349&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20260822_1114522.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Medida federal acompanha discussão iniciada pela ARTESP em São Paulo, que abriu consulta pública sobre efeitos da CBS nos contratos de concessão em 2027 e 2028; possíveis mudanças de custos não significam aumento automático de tarifas</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) criou um grupo de trabalho para estudar os impactos da Reforma Tributária sobre os contratos de concessão de rodovias e ferrovias federais e sobre os serviços regulados de transporte de cargas e passageiros. A iniciativa pretende estabelecer critérios técnicos para identificar eventuais mudanças nos custos e nas receitas decorrentes do novo sistema de impostos, além de avaliar se essas alterações poderão justificar revisões contratuais ou outras medidas regulatórias.</p>
<p>A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 22 de outubro de 2026, um dia depois de a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) abrir consulta pública sobre os efeitos da substituição do PIS e da Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) nos contratos de concessão em 2027 e 2028. As duas iniciativas mostram a preparação das agências reguladoras para as mudanças tributárias, mas não representam autorização automática para reajustes de passagens, pedágios ou compensações financeiras às empresas.</p>
<p>Relembre:<br />
<a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/reforma-tributaria-artesp-abre-consulta-sobre-impactos-da-cbs-nos-contratos-de-concessao-de-transportes-de-sao-paulo-em-2027-e-2028/">https://diariodotransporte.com.br/2026/10/21/reforma-tributaria-artesp-abre-consulta-sobre-impactos-da-cbs-nos-contratos-de-concessao-de-transportes-de-sao-paulo-em-2027-e-2028/</a> 01</p>
<h2>ANTT terá quatro grupos de análise</h2>
<p>A portaria publicada nesta quinta-feira divide os estudos em quatro segmentos: rodovias, ferrovias, transporte de cargas e transporte de passageiros.</p>
<p>A separação considera as diferenças entre os serviços.</p>
<p>Uma concessionária rodoviária, por exemplo, possui obrigações relacionadas à manutenção, operação, segurança, atendimento aos usuários e investimentos na infraestrutura.</p>
<p>Uma concessionária ferroviária pode apresentar contratos de longo prazo, investimentos em material rodante, equipamentos, sistemas de controle e manutenção de vias permanentes.</p>
<p>No transporte rodoviário de cargas, os custos envolvem características próprias da atividade, incluindo combustíveis, veículos, manutenção, pessoal e serviços contratados.</p>
<p>Já o transporte de passageiros possui particularidades como a venda de passagens, a operação de linhas, a estrutura de terminais, a manutenção da frota e as obrigações de atendimento aos usuários.</p>
<p>Por isso, os impactos da Reforma Tributária não devem ser presumidos como iguais para todos os segmentos.</p>
<p>A ANTT pretende desenvolver estudos, propor metodologias de avaliação e quantificação, examinar alternativas regulatórias e consolidar as conclusões em um relatório técnico.</p>
<p>Os trabalhos terão prazo inicial de 180 dias, prorrogável por igual período.</p>
<p>As conclusões serão encaminhadas às superintendências responsáveis e posteriormente submetidas à Diretoria Colegiada.</p>
<h2>O que muda com a Reforma Tributária</h2>
<p>A Reforma Tributária sobre o consumo foi instituída pela Emenda Constitucional nº 132, de 2023, e regulamentada principalmente pela Lei Complementar nº 214, de 2025.</p>
<p>A mudança substitui progressivamente tributos sobre bens e serviços por um sistema conhecido como Imposto sobre Valor Agregado dual.</p>
<p>O novo modelo é composto por dois tributos principais.</p>
<p>A CBS, de competência federal, substituirá o PIS e a Cofins.</p>
<p>O IBS, de competência compartilhada entre estados e municípios, substituirá progressivamente o ICMS e o ISS.</p>
<p>Também foi instituído o Imposto Seletivo, com regras próprias de incidência.</p>
<p>A implementação será gradual, com uma etapa de transição em 2026 e mudanças mais relevantes a partir de 2027.</p>
<p>A substituição progressiva dos tributos estaduais e municipais ocorrerá posteriormente, com conclusão do processo prevista para 2033.</p>
<p>Um dos objetivos da reforma é reorganizar a tributação sobre o consumo, com maior uniformidade de regras e mecanismos de aproveitamento de créditos tributários.</p>
<p>Na prática, entretanto, os efeitos sobre cada atividade dependem das características do serviço, das regras específicas de tributação, das possibilidades de aproveitamento de créditos e da estrutura de custos de cada empresa.</p>
<p>No transporte público, essa avaliação é especialmente importante porque determinados serviços possuem tratamentos tributários próprios e diferentes formas de contratação e remuneração.</p>
<p>Não é correto, portanto, aplicar uma estimativa genérica de aumento de custos a todas as empresas de ônibus ou concessionárias ferroviárias.</p>
<h2>Por que os contratos precisam ser analisados</h2>
<p>Contratos de concessão são estruturados com previsões de investimentos, custos, receitas, riscos e obrigações.</p>
<p>Essas condições são consideradas na elaboração das propostas e na definição das regras econômicas do serviço.</p>
<p>Uma alteração na legislação tributária pode modificar parte dessas premissas.</p>
<p>Dependendo do contrato, do tratamento legal e do impacto efetivamente demonstrado, pode surgir uma discussão sobre a necessidade de recomposição do equilíbrio econômico-financeiro.</p>
<p>O equilíbrio econômico-financeiro corresponde à preservação das condições econômicas juridicamente asseguradas ao contrato, observada a distribuição de riscos e as regras aplicáveis.</p>
<p>Isso não significa garantir lucro a qualquer custo nem compensar automaticamente toda alteração de despesa.</p>
<p>A concessionária precisa demonstrar os efeitos alegados, e a agência reguladora deve avaliar a documentação, os cálculos e as disposições contratuais.</p>
<p>Em determinadas situações, a alteração pode elevar custos. Em outras, mecanismos de crédito tributário e mudanças na incidência dos impostos podem produzir resultados diferentes.</p>
<p>Por essa razão, a ANTT estabeleceu que o grupo de trabalho terá caráter técnico e consultivo.</p>
<p>A portaria deixa claro que a criação do grupo não constitui reconhecimento antecipado de desequilíbrio financeiro e que os estudos não vinculam automaticamente a decisão da Diretoria Colegiada.</p>
<h2>ARTESP também iniciou procedimento em São Paulo</h2>
<p>A discussão federal ocorre em paralelo à iniciativa da ARTESP, apresentada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> nesta quarta-feira, 21 de outubro.</p>
<p>A agência paulista abriu a Consulta Pública nº 012/2026 para receber contribuições sobre uma proposta de regulamentação dos efeitos da Reforma Tributária nos contratos submetidos à sua regulação.</p>
<p>O prazo para participação termina em 19 de novembro de 2026.</p>
<p>A proposta pretende estabelecer um calendário para a apuração dos impactos econômico-financeiros e uma metodologia provisória de cálculo para os exercícios de 2027 e 2028.</p>
<p>O foco inicial é a substituição do PIS e da Cofins pela CBS.</p>
<p>A definição de uma metodologia é importante porque permite estabelecer critérios para comparar a situação anterior e posterior à alteração tributária.</p>
<p>Esses critérios poderão envolver a identificação dos tributos substituídos, a apuração da nova incidência, a análise de créditos tributários e os reflexos sobre as receitas e despesas contratuais, conforme a regulamentação que vier a ser aprovada.</p>
<p>A agência paulista deverá examinar as contribuições recebidas antes de deliberar sobre a versão final das regras.</p>
<p>Podem participar empresas, representantes do setor, especialistas, passageiros e demais interessados.</p>
<p>As contribuições devem ser encaminhadas à ARTESP pelo endereço eletrônico <a href="mailto:reformatributaria@artesp.sp.gov.br">reformatributaria@artesp.sp.gov.br</a>, conforme as orientações da consulta pública.</p>
<h2>Qual pode ser o impacto para quem utiliza ônibus, trens e metrô</h2>
<p>A principal preocupação dos usuários é a possibilidade de mudanças nos valores das passagens.</p>
<p>Entretanto, uma eventual alteração na carga tributária de uma transportadora não significa necessariamente que o preço pago pelo passageiro será modificado na mesma proporção.</p>
<p>Nos serviços de transporte coletivo, existem diferentes modelos de remuneração.</p>
<p>Em alguns contratos, a empresa recebe principalmente pela tarifa arrecadada dos passageiros.</p>
<p>Em outros, a remuneração é estabelecida por critérios como quilometragem, custos reconhecidos, indicadores de desempenho e pagamentos públicos.</p>
<p>Também há operações que combinam receitas tarifárias, subsídios e mecanismos de compensação.</p>
<p>Por isso, é necessário distinguir a tarifa pública, paga pelo usuário, da remuneração recebida pelo operador.</p>
<p>Além disso, contratos podem prever instrumentos específicos para tratar mudanças nas condições econômicas, como revisões, compensações financeiras, alterações de obrigações ou outros mecanismos legalmente admitidos.</p>
<p>A escolha não é automática e depende das condições de cada concessão.</p>
<p>No setor ferroviário e no transporte rodoviário, também deverão ser consideradas as diferentes formas de cobrança e remuneração dos serviços.</p>
<h2>Estudos devem orientar as próximas decisões</h2>
<p>O grupo de trabalho da ANTT terá a função de reunir subsídios para decisões futuras.</p>
<p>A portaria determina a elaboração de relatório com os impactos potenciais identificados, as metodologias propostas e as recomendações de encaminhamento.</p>
<p>As superintendências responsáveis deverão examinar os resultados antes de eventual submissão à Diretoria Colegiada.</p>
<p>A ARTESP, por sua vez, está na fase de consulta pública de sua proposta normativa.</p>
<p>As duas iniciativas possuem procedimentos próprios, mas tratam de uma preocupação comum: adaptar a regulação dos transportes à nova estrutura tributária brasileira preservando as condições contratuais e o interesse dos usuários.</p>
<p>A evolução desses estudos será importante para acompanhar possíveis reflexos sobre tarifas, investimentos, custos operacionais e condições de prestação dos serviços.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/reforma-tributaria-antt-cria-grupo-para-avaliar-impactos-nos-contratos-de-rodovias-ferrovias-e-transporte-de-passageiros/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=540604</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Em recuperação judicial, Expresso Gardênia pede transferência de mais três linhas para Viação Sertões em Minas Gerais; empresa também negocia serviço da Viação Presidente</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/em-recuperacao-judicial-expresso-gardenia-pede-transferencia-de-mais-tres-linhas-para-viacao-sertoes-em-minas-gerais-empresa-tambem-negocia-servico-da-viacao-presidente/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/em-recuperacao-judicial-expresso-gardenia-pede-transferencia-de-mais-tres-linhas-para-viacao-sertoes-em-minas-gerais-empresa-tambem-negocia-servico-da-viacao-presidente/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 22 Oct 2026 10:31:07 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Governo mineiro abriu prazo para manifestações sobre quatro ligações intermunicipais; transferência de operações integra estratégia de reorganização financeira da Gardênia, que já teve 34 linhas repassadas a outras empresas em 2025 ADAMO BAZANI A Expresso Gardênia, empresa de ônibus de Minas Gerais que está em recuperação judicial desde 2020, apresentou um novo pedido de transferência [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="751" height="547" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4535.jpg?fit=751%2C547&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4535.jpg?w=751&amp;ssl=1 751w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4535.jpg?resize=300%2C219&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4535.jpg?resize=150%2C109&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4535.jpg?resize=400%2C291&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 751px) 100vw, 751px" /> <p><em>Governo mineiro abriu prazo para manifestações sobre quatro ligações intermunicipais; transferência de operações integra estratégia de reorganização financeira da Gardênia, que já teve 34 linhas repassadas a outras empresas em 2025</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Expresso Gardênia, empresa de ônibus de Minas Gerais que está em recuperação judicial desde 2020, apresentou um novo pedido de transferência de três linhas intermunicipais para a Viação Sertões de Transporte Ltda. A movimentação, publicada no Diário Oficial de Minas Gerais desta quinta-feira, 22 de outubro de 2026, envolve as ligações Pouso Alegre–Vila Passa Quatro, Albertina–Jacutinga e Extrema–Munhoz, todas no Sul de Minas. Na mesma edição, o Governo do Estado abriu análise de outro pedido envolvendo a Viação Presidente, que pretende transferir a linha Delfinópolis–Cássia para a Viação Sertões. Ao todo, são quatro serviços que podem passar para a empresa, caso as solicitações recebam aprovação da Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra).</p>
<p>A movimentação da Gardênia tem relevância financeira porque a transferência de direitos de exploração de linhas faz parte das alternativas apresentadas pela companhia para cumprir compromissos de sua recuperação judicial, reduzir o tamanho da operação e reorganizar suas atividades. Como o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> acompanha desde 2024, a empresa já negociou a transferência de dezenas de serviços, inclusive com autorização judicial, e em janeiro de 2025 teve 34 linhas repassadas a cinco operadoras após decisões do Governo de Minas Gerais. Os novos pedidos publicados nesta quinta-feira estão na fase de análise de anuência prévia, com prazo para manifestação de interessados, e ainda não significam autorização definitiva ou início de operação pela Viação Sertões.</p>
<p>As solicitações constam dos avisos nº 029/2026 e nº 030/2026 do Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano de Minas Gerais.</p>
<p>O órgão abriu prazo de dez dias corridos, contados a partir do primeiro dia útil posterior à publicação, para apresentação de manifestações por escrito e fundamentadas.</p>
<p>Os documentos podem ser protocolados na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, no posto UAI da Praça Sete ou por meio do Sistema Eletrônico de Informações do Governo de Minas Gerais.</p>
<p>Os pedidos ainda deverão passar pela análise administrativa necessária à aprovação das transferências.</p>
<h2>Quais são as quatro linhas que podem ser transferidas para a Viação Sertões</h2>
<p>No procedimento envolvendo a Expresso Gardênia e a Viação Sertões, a Seinfra relaciona três serviços intermunicipais.</p>
<p>A linha 3528 atende à ligação Pouso Alegre–Vila Passa Quatro.</p>
<p>A linha 4646 corresponde ao percurso Albertina–Jacutinga.</p>
<p>Já a linha 4660 conecta Extrema a Munhoz.</p>
<p>No segundo procedimento, apresentado pela Viação Presidente e pela Viação Sertões de Transportes, o pedido envolve a linha 3867, entre Delfinópolis e Cássia.</p>
<p>A relação completa é a seguinte:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Empresa envolvida na transferência</th>
<th>Linha</th>
<th>Ligação</th>
<th>Empresa interessada</th>
</tr>
<tr>
<td>Expresso Gardênia</td>
<td>3528</td>
<td>Pouso Alegre – Vila Passa Quatro</td>
<td>Viação Sertões</td>
</tr>
<tr>
<td>Expresso Gardênia</td>
<td>4646</td>
<td>Albertina – Jacutinga</td>
<td>Viação Sertões</td>
</tr>
<tr>
<td>Expresso Gardênia</td>
<td>4660</td>
<td>Extrema – Munhoz</td>
<td>Viação Sertões</td>
</tr>
<tr>
<td>Viação Presidente</td>
<td>3867</td>
<td>Delfinópolis – Cássia</td>
<td>Viação Sertões</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A publicação identifica a Viação Sertões como requerente nos dois procedimentos.</p>
<p>Os pedidos são distintos, mas possuem a mesma empresa interessada em assumir as ligações.</p>
<p>A concentração de quatro solicitações indica uma movimentação de reorganização das operações intermunicipais em diferentes regiões de Minas Gerais.</p>
<p>Entretanto, os avisos não apresentam valores de eventual negociação, quantidade de ônibus envolvidos, condições de transferência de empregados, estrutura de garagens ou detalhes sobre o plano operacional proposto.</p>
<p>Também não há, nesses documentos, determinação de alteração imediata dos itinerários, horários ou tarifas.</p>
<p>Esses aspectos deverão ser acompanhados nas próximas etapas dos procedimentos.</p>
<h2>Transferência de linhas tem importância estratégica na recuperação judicial da Gardênia</h2>
<p>A Expresso Gardênia enfrenta dificuldades financeiras que levaram à recuperação judicial iniciada em 2020.</p>
<p>A companhia apresentou alternativas para reorganizar sua estrutura, incluindo alienação de patrimônio, transferência de direitos de operação de linhas e possível redução do porte empresarial.</p>
<p>A estratégia foi explicitada pela própria empresa em julho de 2024, quando informou que pretendia negociar ativos, incluindo parte da frota, imóveis e serviços de transporte.</p>
<p>Na ocasião, a Gardênia afirmou que buscava cumprir o plano de recuperação judicial e honrar compromissos financeiros, preservando suas atividades mesmo que em menor escala.</p>
<p>No contexto da recuperação judicial, a reorganização de operações pode ter diferentes efeitos econômicos.</p>
<p>A transferência de determinados serviços pode permitir que uma empresa concentre recursos em linhas que considere mais adequadas à sua estrutura, reduza despesas operacionais ou obtenha receitas vinculadas a negócios autorizados judicial e administrativamente.</p>
<p>Entretanto, os direitos de exploração do transporte intermunicipal estão sujeitos à regulamentação do poder concedente. Por isso, eventual negociação privada não substitui a necessidade de aprovação pelo Governo do Estado.</p>
<p>No caso dos três novos serviços da Gardênia, a publicação desta quinta-feira confirma o pedido de anuência prévia, mas não apresenta os termos econômicos da negociação nem demonstra quanto a operação poderá representar financeiramente para a recuperação judicial.</p>
<p>A relevância estratégica do pedido decorre do histórico de reorganização da companhia e das medidas que já foram apresentadas nos processos judiciais e administrativos anteriores.</p>
<h2>Justiça autorizou transferências em setembro de 2024</h2>
<p>A possibilidade de transferência de linhas foi um dos principais temas da recuperação judicial da Expresso Gardênia ao longo de 2024.</p>
<p>Em 17 de setembro daquele ano, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> noticiou que a Justiça de Minas Gerais havia autorizado a empresa a negociar direitos de exploração de linhas intermunicipais com outras operadoras.</p>
<p>A autorização judicial havia sido concedida em 6 de setembro de 2024 pela juíza substituta Cláudia Helena Batista, da 2ª Vara Empresarial da Comarca de Belo Horizonte.</p>
<p>Entre as empresas envolvidas nas negociações estavam a Max Tour Fretamentos e Turismo, de São Paulo, e a SC Minas Transportes, vinculada à operação da Santa Cruz.</p>
<p>Na análise judicial, foi considerado que a alienação dos direitos de exploração das linhas correspondia a aproximadamente 4% dos ativos totais da Gardênia.</p>
<p>Segundo os elementos então apresentados ao processo, a concretização dos negócios poderia representar impacto econômico de até R$ 94,9 milhões.</p>
<p>Esse valor se referia às negociações analisadas naquele momento e não deve ser confundido com os pedidos apresentados em outubro de 2026, para os quais o Governo de Minas não divulgou valores.</p>
<p>A decisão judicial de 2024 foi importante porque reconheceu a possibilidade de utilização dessas operações no processo de reorganização da empresa.</p>
<p>Entretanto, a autorização da Justiça não eliminava a necessidade de aprovação administrativa das transferências pela Seinfra.</p>
<p>Essa distinção se tornaria central nos meses seguintes.</p>
<h2>Governo negou transferência para Max Tour apesar de autorização judicial</h2>
<p>Um dos episódios mais relevantes ocorreu em novembro de 2024.</p>
<p>O Governo de Minas Gerais negou o pedido de transferência de linhas da Expresso Gardênia para a Max Tour, empresa de Atibaia, no interior de São Paulo, integrante do Grupo Mimo.</p>
<p>A decisão foi noticiada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> em 25 de novembro de 2024.</p>
<p>A Max Tour havia anunciado anteriormente a aquisição de dez ônibus zero-quilômetro para operar serviços que pretendia assumir da Gardênia.</p>
<p>Entre as ligações discutidas estavam Belo Horizonte–Poços de Caldas, Belo Horizonte–São Sebastião do Paraíso e Belo Horizonte–Cássia.</p>
<p>A empresa apresentou recurso administrativo para tentar reverter a negativa da Seinfra.</p>
<p>Em janeiro de 2025, o Governo manteve a decisão contrária à transferência para a Max Tour.</p>
<p>O episódio demonstrou que uma negociação relacionada à recuperação judicial não resulta automaticamente na transferência da operação de uma linha de transporte coletivo.</p>
<p>Mesmo quando existe autorização judicial para a alienação de direitos, o Governo do Estado precisa analisar as condições regulatórias, administrativas e operacionais da empresa interessada.</p>
<p>A experiência anterior da Gardênia é particularmente importante para compreender a etapa atual dos pedidos envolvendo a Viação Sertões.</p>
<h2>Em janeiro de 2025, Gardênia teve 34 linhas transferidas para cinco empresas</h2>
<p>O processo de reorganização das operações avançou significativamente em janeiro de 2025.</p>
<p>Em 22 de janeiro, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> noticiou a autorização da Seinfra para transferência de mais de 30 linhas da Expresso Gardênia a outras empresas.</p>
<p>No dia seguinte, o Governo confirmou oficialmente o encerramento dos contratos da Gardênia relacionados aos serviços e a transferência de 34 linhas para cinco operadoras.</p>
<p>As empresas que assumiram as ligações foram Viação Serro, Empresa de Auto-Ônibus Santa Rita, SC Minas Transportes, Bonanza Transportes e Viasul Transportes Coletivos.</p>
<p>As linhas atendiam 97 municípios mineiros.</p>
<p>As novas operações foram programadas para começar em 25 de janeiro de 2025.</p>
<p>Na ocasião, a Seinfra informou que a transição seria realizada sem alterações significativas para os passageiros, com manutenção de itinerários, horários e tarifas.</p>
<p>Os bilhetes passaram a ser comercializados pelas empresas responsáveis pelos respectivos serviços.</p>
<p>A relação de transferências envolveu importantes ligações entre Belo Horizonte e cidades do Sul de Minas, além de serviços regionais.</p>
<p>Entre as linhas destinadas à Empresa de Auto-Ônibus Santa Rita estavam Belo Horizonte–Lavras, Belo Horizonte–Itajubá, Belo Horizonte–Pouso Alegre, Belo Horizonte–Alfenas via Varginha, Belo Horizonte–Poços de Caldas e Belo Horizonte–Varginha.</p>
<p>Também foram transferidas à Santa Rita linhas como Jacutinga–Itajubá, Paraisópolis–Pouso Alegre, Ouro Fino–Bueno Brandão, Pouso Alegre–Bueno Brandão, Pouso Alegre–Monte Sião e Sapucaí-Mirim–Paraisópolis.</p>
<p>A SC Minas recebeu ligações como Lambari–Pouso Alegre, Boa Esperança–Alfenas, Pouso Alegre–Poços de Caldas, Pouso Alegre–São Lourenço, Lavras–Varginha, São Lourenço–Itajubá e outras rotas regionais.</p>
<p>A Viação Serro foi relacionada aos serviços Belo Horizonte–Passa Quatro e Belo Horizonte–São Lourenço.</p>
<p>A Bonanza assumiu a ligação Santa Bárbara–Itajubá, enquanto a Viasul foi contemplada com serviços como Belo Horizonte–Cássia, Belo Horizonte–Piumhi, Belo Horizonte–São Sebastião do Paraíso e Belo Horizonte–Guaxupé via MG-050.</p>
<p>O conjunto representou uma redução expressiva das operações até então vinculadas à Gardênia.</p>
<p>Os três novos pedidos de outubro de 2026 devem ser analisados à luz dessa reorganização anterior, mas sem presumir que os procedimentos atuais tenham as mesmas condições comerciais ou administrativas.</p>
<h2>Operação Ponto Final agravou dificuldades da empresa em 2024</h2>
<p>Antes das transferências de 2025, a Gardênia enfrentou uma sucessão de medidas administrativas relacionadas à prestação dos serviços.</p>
<p>Em abril de 2024, o Governo de Minas Gerais iniciou ações de fiscalização no âmbito da Operação Ponto Final.</p>
<p>A Seinfra apontou problemas relacionados às condições de conservação da frota e ao cumprimento de horários.</p>
<p>A fiscalização levou à suspensão de linhas e à convocação de outras empresas para assegurar o atendimento.</p>
<p>Em 27 de junho de 2024, o Governo suspendeu por 90 dias 34 contratos da Gardênia, que abrangiam 78 serviços intermunicipais.</p>
<p>A decisão provocou uma disputa judicial sobre a continuidade da operação e os efeitos da suspensão na recuperação financeira da companhia.</p>
<p>Em 1º de julho de 2024, o juiz Adilon Cláver de Resende, da 2ª Vara Empresarial de Belo Horizonte, suspendeu a medida administrativa que havia interrompido os contratos.</p>
<p>Posteriormente, em 8 de julho, uma decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais restabeleceu os efeitos da resolução estadual.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> acompanhou as decisões e as manifestações de trabalhadores durante aquele período.</p>
<p>A Gardênia informou, em julho de 2024, que a paralisação dos serviços desde abril havia provocado prejuízos de aproximadamente R$ 4,5 milhões e que as perdas poderiam alcançar R$ 6 milhões caso não ocorresse a retomada das operações.</p>
<p>Esses valores correspondiam às estimativas apresentadas pela empresa naquele momento.</p>
<p>O agravamento das dificuldades financeiras aumentou a importância das negociações de ativos e operações, que passaram a integrar a busca de alternativas para o cumprimento das obrigações da recuperação judicial.</p>
<h2>Gardênia também discutiu arrendamento de linhas interestaduais e venda de garagens</h2>
<p>A reorganização da Expresso Gardênia não ficou restrita aos serviços intermunicipais regulados pelo Governo de Minas Gerais.</p>
<p>Em setembro de 2024, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> também noticiou a intenção da empresa de vender imóveis, incluindo garagens, e arrendar direitos de operação relacionados a 21 linhas interestaduais sob regulação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).</p>
<p>A empresa buscava alternativas para obter recursos e reorganizar sua estrutura patrimonial e operacional.</p>
<p>As linhas interestaduais estão sujeitas a um regime regulatório diferente daquele aplicado aos serviços intermunicipais de Minas Gerais.</p>
<p>No transporte interestadual, as condições de operação e eventuais alterações de titularidade precisam observar as regras da ANTT.</p>
<p>Já nas ligações intermunicipais, a análise cabe ao Governo de Minas Gerais, por meio da estrutura de regulação e fiscalização estadual.</p>
<p>Em ambos os casos, a situação judicial da empresa não afasta automaticamente as exigências do órgão responsável pelos serviços.</p>
<h2>O que está em análise e o que pode mudar para os passageiros</h2>
<p>Nos pedidos publicados em 22 de outubro de 2026, o Conselho de Transporte Coletivo Intermunicipal e Metropolitano deverá avaliar a anuência prévia para as transferências.</p>
<p>Essa etapa antecede a eventual aprovação definitiva.</p>
<p>A decisão poderá considerar a documentação apresentada pelas empresas e as manifestações protocoladas dentro do prazo estabelecido.</p>
<p>Se as transferências forem autorizadas, a operação dos serviços poderá passar à Viação Sertões, conforme as condições determinadas pelo poder público.</p>
<p>Nesse cenário, deverão ser observados os requisitos de prestação do transporte intermunicipal, incluindo segurança, regularidade, disponibilidade de veículos e cumprimento das obrigações operacionais.</p>
<p>Para os passageiros, a principal questão é a continuidade das ligações entre os municípios, com informações claras sobre a empresa responsável, os canais de venda de passagens, os pontos de embarque e desembarque e os horários autorizados.</p>
<p>No momento, os avisos publicados pelo Governo de Minas Gerais tratam da análise dos pedidos e não estabelecem uma data para a Viação Sertões assumir os serviços.</p>
<p>A evolução dos procedimentos também será relevante para a recuperação judicial da Expresso Gardênia, porque permitirá verificar se as novas transferências serão autorizadas e de que forma poderão integrar a reorganização financeira da empresa.</p>
<p>O precedente de 2024 e 2025 mostra que as negociações de linhas podem envolver tanto decisões judiciais quanto análises regulatórias, com resultados diferentes conforme as condições de cada operação.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/em-recuperacao-judicial-expresso-gardenia-pede-transferencia-de-mais-tres-linhas-para-viacao-sertoes-em-minas-gerais-empresa-tambem-negocia-servico-da-viacao-presidente/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=540677</guid>
  </item>
  <item>
    <title>MobiBrasil e Araucária têm R$ 23,47 milhões em financiamentos selecionados para novos ônibus pelo Governo Federal</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/mobibrasil-e-araucaria-tem-r-2347-milhoes-em-financiamentos-selecionados-para-novos-onibus-pelo-governo-federal/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/mobibrasil-e-araucaria-tem-r-2347-milhoes-em-financiamentos-selecionados-para-novos-onibus-pelo-governo-federal/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 22 Oct 2026 10:01:39 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Recursos do FGTS serão destinados à renovação de frotas em Pernambuco e no Paraná; acesso ao crédito depende de análise bancária, garantias e capacidade financeira das empresas ADAMO BAZANI O Ministério das Cidades selecionou propostas de financiamento que somam R$ 23,47 milhões para a aquisição de ônibus destinados ao transporte coletivo urbano em Pernambuco e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="526" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2641.jpg?fit=1024%2C526&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2641.jpg?w=1245&amp;ssl=1 1245w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2641.jpg?resize=300%2C154&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2641.jpg?resize=1024%2C526&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2641.jpg?resize=150%2C77&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2641.jpg?resize=768%2C395&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/2641.jpg?resize=400%2C206&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Recursos do FGTS serão destinados à renovação de frotas em Pernambuco e no Paraná; acesso ao crédito depende de análise bancária, garantias e capacidade financeira das empresas</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O Ministério das Cidades selecionou propostas de financiamento que somam R$ 23,47 milhões para a aquisição de ônibus destinados ao transporte coletivo urbano em Pernambuco e no Paraná. A maior operação envolve a MobiBrasil Expresso, com R$ 21,66 milhões para renovação de frota nos municípios de Recife, Camaragibe e São Lourenço da Mata. A outra proposta contempla a Araucária Transporte Coletivo, com R$ 1,81 milhão para aquisição de veículos destinados às operações em Araucária e Curitiba.</p>
<p>As seleções foram oficializadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 22 de outubro de 2026, dentro do Novo PAC Mobilidade Urbana, no subeixo Renovação de Frota, pelo programa Pró-Transporte, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os agentes financeiros são o Banco Traton Brasil, no caso da MobiBrasil, e o Banco Moneo, no caso da Araucária. A publicação representa uma etapa importante para viabilizar a compra dos veículos, mas não significa que os recursos já tenham sido liberados ou que os ônibus estejam contratados e entregues.</p>
<h2>MobiBrasil recebe maior valor selecionado</h2>
<p>A MobiBrasil Expresso Ltda., CNPJ 18.938.887/0001-29, foi contemplada com financiamento selecionado de R$ 21.660.000,00.</p>
<p>A proposta está vinculada aos municípios de Recife, Camaragibe e São Lourenço da Mata, que integram a Região Metropolitana do Recife.</p>
<p>A contratação financeira será examinada no âmbito da operação com o Banco Traton Brasil S.A, ligado à Volkswagen.</p>
<p>O valor representa aproximadamente 92,3% do total das duas propostas anunciadas pelo Ministério das Cidades.</p>
<p>A Região Metropolitana do Recife possui uma operação de transporte coletivo marcada pela necessidade de integração entre municípios, terminais e diferentes serviços de ônibus.</p>
<p>A renovação da frota é importante para reduzir problemas decorrentes do envelhecimento dos veículos, melhorar as condições de conforto e acessibilidade e permitir a substituição de unidades que apresentam custos crescentes de manutenção.</p>
<p>Também pode representar ganhos operacionais quando os novos ônibus possuem tecnologias atualizadas de motorização, transmissão, controle de emissões e gerenciamento eletrônico.</p>
<p>A publicação federal não especifica o número de ônibus que serão adquiridos, as carrocerias, os chassis ou os modelos.</p>
<p>Também não estabelece se os veículos terão motorização diesel convencional, elétrica ou outra tecnologia.</p>
<p>Essas informações dependerão da definição do fornecimento e da contratação da operação de crédito.</p>
<h2>Araucária Transporte Coletivo terá financiamento selecionado de R$ 1,81 milhão</h2>
<p>A segunda proposta envolve a Araucária Transporte Coletivo Ltda., CNPJ 75.528.208/0001-87.</p>
<p>O Ministério das Cidades selecionou financiamento de R$ 1.811.196,00 para aquisição de ônibus destinados ao transporte público coletivo urbano nos municípios de Araucária e Curitiba.</p>
<p>O agente financeiro indicado é o Banco Moneo S.A., instituição especializada em operações de financiamento ligadas ao setor de veículos comerciais.</p>
<p>Araucária faz parte da Região Metropolitana de Curitiba e mantém relações de deslocamento com a capital paranaense.</p>
<p>No transporte metropolitano, a renovação de frota interessa tanto aos passageiros que realizam deslocamentos dentro dos municípios quanto àqueles que utilizam serviços de ligação com Curitiba.</p>
<p>Veículos mais novos podem oferecer melhores condições de acessibilidade e conforto, além de maior previsibilidade de manutenção, dependendo das características dos modelos adquiridos.</p>
<p>O valor aprovado na etapa de seleção não permite determinar, isoladamente, quantos ônibus serão incorporados.</p>
<p>A quantidade depende do preço negociado, das especificações técnicas, da participação de recursos próprios e das condições finais do financiamento.</p>
<p>O Pró-Transporte é uma das modalidades de apoio ao investimento em mobilidade urbana que utilizam recursos do FGTS.</p>
<p>A operação não deve ser confundida com uma doação de dinheiro às empresas.</p>
<p>O financiamento é uma operação de crédito, na qual o tomador assume a obrigação de devolver os recursos conforme as condições contratuais.</p>
<p>No caso das propostas selecionadas, a iniciativa integra o Novo PAC, programa federal de investimentos que também contempla infraestrutura e modernização de sistemas de mobilidade.</p>
<p>A seleção feita pelo Ministério das Cidades é uma etapa institucional para que o projeto possa avançar.</p>
<p>Depois dela, ainda existem procedimentos de análise e contratação com a instituição financeira responsável.</p>
<p>O banco avalia o risco da operação, as condições de pagamento, as garantias e outros requisitos aplicáveis.</p>
<p>A empresa precisa demonstrar capacidade de assumir uma dívida de longo prazo sem comprometer sua operação.</p>
<p>Essa distinção é fundamental: um projeto selecionado pelo Governo Federal não equivale a uma operação de crédito definitivamente contratada.</p>
<p>Também não significa que o fabricante já tenha recebido o pedido, iniciado a produção ou entregue os veículos.</p>
<h2>Por que financiar ônibus é um desafio para as empresas</h2>
<p>A aquisição de ônibus novos exige investimentos elevados, especialmente em operações urbanas que dependem de grande quantidade de veículos e de substituições periódicas.</p>
<p>O custo de um ônibus envolve chassi, carroceria, equipamentos obrigatórios, itens de acessibilidade, sistemas eletrônicos e configurações específicas exigidas pelas autoridades responsáveis pelo transporte.</p>
<p>Veículos com maior capacidade, como articulados e biarticulados, normalmente exigem valores mais elevados.</p>
<p>No caso dos ônibus elétricos, além do custo dos veículos, também devem ser considerados os investimentos em carregamento, adequação das garagens e infraestrutura elétrica, conforme o modelo de contratação.</p>
<p>Para as empresas, uma das dificuldades é compatibilizar o prazo de pagamento do financiamento com a geração de receitas do transporte coletivo.</p>
<p>Em muitos sistemas brasileiros, a arrecadação tarifária não é suficiente, isoladamente, para cobrir todos os custos operacionais e investimentos.</p>
<p>O cenário se torna mais complexo quando há perda de passageiros, contratos com remuneração defasada, atrasos em pagamentos públicos ou incerteza sobre a continuidade das concessões.</p>
<p>Instituições financeiras avaliam esses riscos antes de conceder os recursos.</p>
<p>Em determinados casos, contratos de concessão ou permissão próximos do vencimento também podem dificultar o financiamento de ônibus cuja dívida será paga ao longo de vários anos.</p>
<p>O banco precisa avaliar como a empresa continuará gerando receitas e cumprindo suas obrigações durante a vigência do financiamento.</p>
<h2>Garantias, taxas e previsibilidade de receitas influenciam a contratação</h2>
<p>Além das condições econômicas gerais, o acesso ao financiamento depende de garantias aceitas pelo agente financeiro.</p>
<p>Conforme a operação, podem ser exigidas garantias reais, instrumentos fiduciários, compromissos financeiros ou outras formas admitidas pelo banco e pela regulamentação do programa.</p>
<p>A análise considera a situação econômico-financeira da transportadora, o endividamento existente, a capacidade de pagamento e a documentação necessária.</p>
<p>As características do contrato de transporte público também podem influenciar a avaliação.</p>
<p>Uma empresa com remuneração previsível e regras claras de reajuste e revisão contratual tende a oferecer condições de avaliação diferentes das de uma operação sujeita a instabilidade recorrente de receitas.</p>
<p>A definição das taxas de juros, dos prazos de carência e amortização e das garantias depende das regras aplicáveis à linha de crédito e das condições efetivamente contratadas.</p>
<p>As publicações desta quinta-feira não apresentam esses detalhes individualizados para a MobiBrasil e a Araucária.</p>
<h2>Financiamento também interessa às fabricantes</h2>
<p>O fortalecimento das linhas de crédito para renovação de frota possui reflexos sobre a indústria brasileira de ônibus.</p>
<p>As montadoras de chassis, fabricantes de carrocerias, fornecedores de componentes e empresas de tecnologia dependem da capacidade de investimento dos operadores.</p>
<p>Quando as empresas conseguem financiar os veículos, podem transformar necessidades de renovação em pedidos efetivos à indústria.</p>
<p>Por outro lado, dificuldades de acesso ao crédito podem prolongar o uso de ônibus mais antigos, mesmo quando existe necessidade operacional de substituição.</p>
<p>A presença do Banco Traton Brasil na proposta da MobiBrasil e do Banco Moneo na operação da Araucária demonstra a participação de instituições especializadas no financiamento de veículos comerciais.</p>
<p>Essa participação, entretanto, não permite antecipar quais fabricantes fornecerão os ônibus.</p>
<p>A escolha final dos veículos dependerá dos contratos de compra e das exigências de cada operação.</p>
<h2>Quadro dos financiamentos selecionados</h2>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Empresa</th>
<th>Municípios atendidos</th>
<th>Banco</th>
<th>Valor</th>
</tr>
<tr>
<td>MobiBrasil Expresso Ltda.</td>
<td>Recife, Camaragibe e São Lourenço da Mata (PE)</td>
<td>Traton Brasil</td>
<td>R$ 21.660.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Araucária Transporte Coletivo Ltda.</td>
<td>Araucária e Curitiba (PR)</td>
<td>Moneo</td>
<td>R$ 1.811.196,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>Pernambuco e Paraná</td>
<td>—</td>
<td>R$ 23.471.196,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O valor global corresponde às propostas selecionadas para financiamento, e não a recursos repassados gratuitamente às operadoras.</p>
<p>As duas portarias foram assinadas pelo ministro das Cidades, Antonio Vladimir Moura Lima, e têm como objeto a aquisição de ônibus para transporte público coletivo urbano.</p>
<p>As próximas etapas envolvem a análise das condições financeiras, a contratação e, posteriormente, a aquisição e disponibilização dos veículos.</p>
<p>Para os passageiros, o resultado concreto dependerá da entrada dos novos ônibus em circulação, das características dos veículos e da manutenção da qualidade dos serviços.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/mobibrasil-e-araucaria-tem-r-2347-milhoes-em-financiamentos-selecionados-para-novos-onibus-pelo-governo-federal/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=540592</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Guerino Seiscento nega demissão em massa de 180 funcionários em meio a disputas judiciais e suspensões de linhas de ônibus</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/guerino-seiscento-nega-demissao-em-massa-de-180-funcionarios-em-meio-a-disputas-judiciais-e-suspensoes-de-linhas-de-onibus/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/guerino-seiscento-nega-demissao-em-massa-de-180-funcionarios-em-meio-a-disputas-judiciais-e-suspensoes-de-linhas-de-onibus/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 22 Oct 2026 09:31:20 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa de Tupã, no interior paulista, enfrenta um período de mudanças e questionamentos sobre suas operações, mas contesta informações sobre crise; transportadora acumula disputas com a ANTT e grandes grupos empresariais, como Comporte e Andorinha ADAMO BAZANI A empresa de ônibus Guerino Seiscento, sediada em Tupã, no interior de São Paulo, negou em manifestação publicada [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="792" height="526" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/gs-demissoes.jpg?fit=792%2C526&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/gs-demissoes.jpg?w=792&amp;ssl=1 792w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/gs-demissoes.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/gs-demissoes.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/gs-demissoes.jpg?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/gs-demissoes.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 792px) 100vw, 792px" /> <p><em>Empresa de Tupã, no interior paulista, enfrenta um período de mudanças e questionamentos sobre suas operações, mas contesta informações sobre crise; transportadora acumula disputas com a ANTT e grandes grupos empresariais, como Comporte e Andorinha</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A empresa de ônibus Guerino Seiscento, sediada em Tupã, no interior de São Paulo, negou em manifestação publicada nas redes sociais que tenha promovido uma demissão em massa de 180 funcionários. O posicionamento ocorre em um momento de atenção sobre a situação da transportadora, que passou por mudanças administrativas e enfrenta disputas regulatórias e judiciais envolvendo operações de linhas interestaduais e intermunicipais. Nos últimos meses, decisões da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e da Justiça Federal provocaram suspensões e restabelecimentos de autorizações da companhia, com consequências para a oferta de viagens em diferentes estados.</p>
<p>A manifestação da Guerino Seiscento se soma a uma sequência de acontecimentos que vêm sendo acompanhados pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, incluindo conflitos com outras empresas do setor, questionamentos sobre a operação de linhas e ações movidas pela própria transportadora contra decisões regulatórias e movimentos de concentração empresarial. Entre os grupos com os quais a Guerino se envolveu em disputas está o Comporte, um dos maiores conglomerados de transporte de passageiros do Brasil. A companhia de Tupã rejeita a caracterização de que esteja em crise, embora o histórico recente de restrições operacionais e disputas judiciais mostre uma fase particularmente movimentada de sua trajetória.</p>
<h2>Empresa se manifesta sobre informações de desligamentos</h2>
<p>O posicionamento divulgado pela Guerino Seiscento trata de informações que circularam nesta semana sobre o possível desligamento de aproximadamente 180 trabalhadores.</p>
<p>Ao se manifestar publicamente, a transportadora negou a realização de uma demissão em massa nessa proporção.</p>
<p>A manifestação é a versão oficial apresentada pela empresa sobre o assunto. A quantidade de trabalhadores eventualmente desligados, as movimentações do quadro funcional e os reflexos das mudanças operacionais precisam ser distinguidos da informação específica sobre os 180 empregos.</p>
<p>A questão trabalhista tem importância especial porque a operação do transporte rodoviário envolve profissionais de diferentes atividades, como motoristas, equipes de manutenção, atendimento, administração e apoio operacional, distribuídos entre garagens, terminais e pontos de operação.</p>
<p>Mudanças na oferta de viagens podem ter repercussões sobre essa estrutura, assim como decisões relacionadas à continuidade de linhas, horários e mercados atendidos.</p>
<p>No caso da Guerino Seiscento, o assunto surge depois de meses de discussões sobre autorizações de transporte rodoviário, durante os quais a empresa se viu obrigada a interromper serviços e buscou decisões judiciais para restabelecê-los.</p>
<p>Essa sequência ajuda a compreender por que a situação da transportadora desperta atenção entre trabalhadores, passageiros, concorrentes e demais integrantes do mercado de ônibus.</p>
<h2>Disputas provocaram suspensão de 23 linhas interestaduais</h2>
<p>Um dos episódios mais importantes ocorreu em maio de 2026, quando a ANTT determinou a suspensão cautelar de autorizações relacionadas a 23 linhas interestaduais da Guerino Seiscento.</p>
<p>A medida teve origem em questionamentos sobre a utilização de linhas interestaduais para realizar atendimentos entre cidades localizadas dentro do próprio Estado de São Paulo.</p>
<p>A distinção é importante porque o transporte entre estados é regulado pela ANTT, enquanto as ligações intermunicipais dentro do território paulista estão submetidas à competência estadual, exercida pela ARTESP.</p>
<p>A Empresa de Transportes Andorinha, sediada em Presidente Prudente, esteve entre as empresas que questionaram as operações da Guerino.</p>
<p>Segundo a argumentação apresentada, a companhia de Tupã estaria utilizando autorizações federais para realizar atendimentos que deveriam observar as regras estaduais de transporte intermunicipal.</p>
<p>A Guerino contestou as medidas, sustentando que havia questões regulatórias e jurídicas a serem examinadas e defendendo a continuidade dos serviços.</p>
<p>As restrições atingiram ligações relacionadas a destinos como Brasília, no Distrito Federal; Três Lagoas e Campo Grande, em Mato Grosso do Sul; Maringá, Londrina e Curitiba, no Paraná; e Uberlândia, em Minas Gerais, além de diferentes municípios paulistas.</p>
<p>Em 29 de maio, a Justiça Federal concedeu uma decisão favorável à empresa, suspendendo os efeitos da medida administrativa da ANTT. Na avaliação judicial apresentada naquela ocasião, a paralisação das autorizações poderia produzir consequências desproporcionais para passageiros e trabalhadores.</p>
<p>O caso, entretanto, continuou sendo discutido.</p>
<p>Em junho, a Guerino comunicou a suspensão provisória das 23 linhas, em cumprimento às determinações então vigentes.</p>
<p>Em 2 de julho, a Diretoria Colegiada da ANTT manteve a suspensão cautelar, reforçando a posição administrativa da agência sobre a necessidade de apuração das irregularidades apontadas.</p>
<p>Naquele período, a transportadora afirmou que a interrupção dos serviços prejudicava passageiros, trabalhadores, fornecedores e comunidades atendidas.</p>
<h2>Justiça determinou retomadas, mas disputa continuou</h2>
<p>Em 17 de julho, a Corte Especial do Tribunal Regional Federal da 1ª Região concedeu decisão favorável à Guerino Seiscento, permitindo a retomada de atendimentos que haviam sido restringidos.</p>
<p>O desembargador federal Marcos Augusto de Sousa considerou, ao examinar a controvérsia, os efeitos econômicos da suspensão sobre a empresa e as consequências para os passageiros que dependiam das ligações.</p>
<p>A decisão destacou o risco de uma situação de asfixia financeira provocada pela paralisação dos serviços.</p>
<p>Em 27 de julho, outra decisão da Justiça Federal também suspendeu os efeitos de medidas administrativas da ANTT, com restabelecimento provisório das autorizações.</p>
<p>Na ocasião, o entendimento judicial reconheceu a competência fiscalizatória da agência e a existência de elementos que justificavam a apuração administrativa, mas considerou a extensão das restrições aplicadas à transportadora.</p>
<p>Em 29 de julho, a ANTT publicou decisão restabelecendo as autorizações em cumprimento à determinação judicial.</p>
<p>O caso teve mais uma mudança em agosto.</p>
<p>Em 12 de agosto de 2026, uma nova decisão da Justiça Federal revogou despacho anteriormente favorável à companhia e restabeleceu as restrições da ANTT sobre as 23 autorizações.</p>
<p>Essa alternância de decisões administrativas e judiciais tornou a situação operacional da Guerino especialmente complexa, porque envolveu não apenas o direito da transportadora de explorar determinados mercados, mas também os limites entre serviços interestaduais e intermunicipais.</p>
<p>Para os passageiros, a principal consequência prática dessas disputas foi a necessidade de acompanhar a disponibilidade das viagens, uma vez que as determinações alteraram as condições de atendimento das linhas envolvidas.</p>
<p>A situação demonstra a importância de decisões regulatórias e judiciais sobre a continuidade dos serviços de transporte, especialmente em cidades nas quais a oferta de viagens depende de um número limitado de operadores.</p>
<h2>Guerino também enfrenta grandes grupos empresariais</h2>
<p>O histórico de disputas da Guerino Seiscento vai além do conflito envolvendo a Andorinha e a ANTT.</p>
<p>A empresa de Tupã também se tornou conhecida no setor por questionar judicial e administrativamente movimentos de grandes grupos empresariais, especialmente em situações que, na avaliação da transportadora, podem restringir a concorrência.</p>
<p>Um dos principais exemplos envolve o Grupo Comporte, ligado à família de Constantino de Oliveira e com atuação em transporte rodoviário, urbano, metropolitano e ferroviário.</p>
<p>Em junho de 2024, a Guerino obteve uma decisão judicial que suspendeu um chamamento público da ARTESP destinado à operação de 50 linhas intermunicipais no interior paulista.</p>
<p>A discussão envolvia ligações anteriormente atendidas por empresas como Rápido Linense, Viação Adamantina de Transportes e Expresso Adamantina.</p>
<p>Na ação, a Guerino questionou o procedimento adotado para a transferência das operações e apresentou argumentos relacionados à concorrência no mercado.</p>
<p>A disputa também envolveu a possibilidade de participação de empresas ligadas ao Grupo Comporte, incluindo a Viação Piracicabana.</p>
<p>O caso mostrou uma característica da atuação da Guerino Seiscento nos últimos anos: a disposição de recorrer aos órgãos administrativos e ao Judiciário quando entende que decisões ou movimentos empresariais podem prejudicar sua atuação.</p>
<p>Essa postura voltou a aparecer em fevereiro de 2026, quando a companhia pediu ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que reprovasse a aquisição da Reunidas Paulista pela Viação Piracicabana, pertencente ao Grupo Comporte.</p>
<p>Na petição apresentada ao órgão federal, a Guerino argumentou que a concentração de operações sob o controle de grandes grupos poderia afetar a concorrência em determinados mercados de transporte rodoviário.</p>
<p>A empresa apresentou estimativas sobre a participação desses grupos em algumas ligações, defendendo maior atenção aos efeitos da operação sobre os demais concorrentes.</p>
<p>Por sua vez, a defesa do negócio sustentou ao Cade que a aquisição representava uma alteração de controle empresarial e que as características regulatórias do transporte limitavam os riscos concorrenciais apontados.</p>
<p>A análise concorrencial envolve justamente a avaliação dessas diferentes posições, considerando a estrutura dos mercados, a participação dos operadores e os efeitos da concentração empresarial.</p>
<h2>Primeira Janela Extraordinária colocou a empresa em novos mercados</h2>
<p>Outro episódio relevante ocorreu durante a primeira Janela Extraordinária da ANTT, destinada ao exame de solicitações para a operação de mercados interestaduais.</p>
<p>Em maio de 2026, levantamento exclusivo do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> mostrou que a Guerino Seiscento havia obtido autorização para 307 mercados.</p>
<p>Desse total, 268 foram classificados como mercados desatendidos e outros 39 correspondiam a ligações com apenas um operador até então.</p>
<p>As autorizações ampliaram as possibilidades de atuação da companhia em ligações envolvendo Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, São Paulo e o Distrito Federal.</p>
<p>Também colocaram a Guerino em condições de disputar passageiros com empresas de maior porte, incluindo companhias ligadas ao Grupo Comporte, como Penha, Princesa do Norte e Expresso de Prata, além de transportadoras como Gontijo, Garcia e Expresso Nordeste.</p>
<p>Na época, a Guerino possuía uma frota estimada em aproximadamente 450 veículos, entre ônibus rodoviários e veículos utilizados em serviços urbanos e suburbanos.</p>
<p>Fundada em 1946, a empresa tem uma trajetória de oito décadas no transporte de passageiros e consolidou sua presença principalmente no interior paulista e em ligações com estados vizinhos.</p>
<p>A abertura de novos mercados, entretanto, ocorreu em paralelo a disputas sobre as condições de operação e a competência dos órgãos reguladores, o que ajuda a explicar a sequência de decisões administrativas e judiciais registrada ao longo de 2026.</p>
<h2>ARTESP também mantém procedimentos de fiscalização</h2>
<p>Além das questões federais, a Guerino Seiscento aparece em procedimentos de fiscalização relacionados aos serviços intermunicipais paulistas.</p>
<p>Em outubro de 2026, a ARTESP abriu prazo para apresentação de alegações finais de dez empresas em um conjunto de 42 procedimentos administrativos.</p>
<p>A Guerino estava entre as transportadoras relacionadas, com quatro registros referentes a mudanças de horários, alteração de esquema operacional e outro enquadramento regulatório.</p>
<p>Essa etapa permite que as empresas apresentem suas manifestações antes da conclusão da análise administrativa.</p>
<p>Os procedimentos integram a atividade de fiscalização regular dos serviços de transporte, que envolve o cumprimento dos horários autorizados, as condições operacionais e as obrigações das transportadoras.</p>
<p>O acompanhamento dessas questões é importante porque a qualidade do atendimento depende tanto da disponibilidade das linhas quanto da regularidade dos serviços oferecidos aos passageiros.</p>
<h2>Momento da empresa reúne mudanças e disputas ainda relevantes</h2>
<p>A Guerino Seiscento chega ao último trimestre de 2026 em uma situação que chama atenção no mercado de transporte rodoviário brasileiro.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que a empresa contesta informações sobre demissões em massa e rejeita a caracterização de crise, seu histórico recente reúne suspensões de autorizações, decisões judiciais sucessivas, disputas com outras transportadoras e questionamentos perante órgãos reguladores.</p>
<p>São assuntos distintos, mas que ajudam a compreender o contexto em que a manifestação sobre os trabalhadores foi divulgada.</p>
<p>A trajetória da companhia também mostra uma transportadora que procura ampliar sua atuação em mercados interestaduais e, paralelamente, enfrenta discussões sobre as condições legais e regulatórias desses serviços.</p>
<p>Para os trabalhadores, a principal questão é a preservação dos empregos e das condições de trabalho. Para os passageiros, o interesse está na continuidade das viagens, na disponibilidade de alternativas e no cumprimento dos serviços contratados.</p>
<p>Já para o mercado de ônibus, os acontecimentos envolvendo a Guerino Seiscento refletem discussões mais amplas sobre concorrência, concentração empresarial, fiscalização e segurança jurídica no transporte rodoviário.</p>
<p>A manifestação da empresa sobre as informações de desligamentos integra esse cenário e apresenta sua posição diante de um assunto que passou a gerar preocupação sobre o quadro de funcionários.</p>
<p>O acompanhamento dos próximos desdobramentos envolve tanto as questões trabalhistas quanto a situação das linhas, as decisões judiciais e o andamento dos procedimentos regulatórios que afetam a transportadora.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/22/guerino-seiscento-nega-demissao-em-massa-de-180-funcionarios-em-meio-a-disputas-judiciais-e-suspensoes-de-linhas-de-onibus/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=540650</guid>
  </item>
</channel>
</rss>