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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Expresso Central disponibiliza diversos ônibus de dois andares seminovos para locação imediata</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/01/expresso-central-disponibiliza-diversos-onibus-de-dois-andares-seminovos-para-locacao-imediata/</link>
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    <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 13:37:48 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Cada veículo é configurado com poltronas leito e semileito e anos de fabricação variam entre 2016 e 2025, incluindo oitava geração da Marcopolo (G8) ADAMO BAZANI A Expresso Central, de Goiás, disponibiliza para locação imediata sete ônibus rodoviários de dois andares com 56 lugares cada, sendo 12 poltronas do tipo leito no pavimento inferior e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3_20260901_092229_0002.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3_20260901_092229_0002.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3_20260901_092229_0002.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3_20260901_092229_0002.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3_20260901_092229_0002.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/3_20260901_092229_0002.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Cada veículo é configurado com poltronas leito e semileito e anos de fabricação variam entre 2016 e 2025, incluindo oitava geração da Marcopolo (G8)</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Expresso Central, de Goiás, disponibiliza para locação imediata sete ônibus rodoviários de dois andares com 56 lugares cada, sendo 12 poltronas do tipo leito no pavimento inferior e 44 no segundo piso.</p>
<p>Os veículos, indicados para fretamento turístico, receptivo, religioso e de comprar, e também para linhas rodoviárias regulares de média ou longa distância, estão disponíveis para todo o País.  O contato é Felipe: (62) 998007962</p>
<p>Os anos de fabricação variam entre 2016 e 2025, incluindo o Marcopolo Paradiso 1800 DD já da atual geração 8 (G8).</p>
<p>Há também Marcopolo Paradiso 1800 DD da sétima geração (G7).</p>
<p>As marcas variam entre Mercedes-Benz e Scania e todos os ônibus são entregues revisados e com garantia da empresa?</p>
<p><strong>2016:</strong> Scania K400 – 1 unidade</p>
<p><strong>2018:</strong> Scania K400 – 1 unidade</p>
<p><strong>2020:</strong> Scania K400 – 2 unidades</p>
<p><strong>2020:</strong> Mercedes-Benz O500 RSD &#8211;  1 unidade</p>
<p><strong>2025:</strong> Scania K410 – 2 unidades</p>
<p>Todos os veículos possuem dispositivos como frenagem assistida, controle de estabilidade e aceleração, redução de emissões e consumo de acordo com as normas vigentes em seus anos de fabricação e itens de conforto e segurança, como câmeras, cintos retráteis nas poltronas, porta-copos e tomadas do tipo USB em cada assento, descansa-pernas e sanitários com pressurização e higienização.</p>
<p>Os ônibus recentemente foram locados pela Roderotas, empresa que realiza ligações interestaduais entre diferentes regiões do País.</p>
<h3 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="1ts7jps" data-start="165" data-end="196">Fichas técnicas dos chassis</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-531637" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20260901_092433_0000.png?resize=600%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20260901_092433_0000.png?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20260901_092433_0000.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20260901_092433_0000.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20260901_092433_0000.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
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<thead data-start="198" data-end="233">
<tr data-start="198" data-end="233">
<th class="last:pe-10" data-start="198" data-end="204" data-col-size="sm">Ano</th>
<th class="last:pe-10" data-start="204" data-end="213" data-col-size="sm">Chassi</th>
<th class="last:pe-10" data-start="213" data-end="221" data-col-size="sm">Qtde.</th>
<th class="last:pe-10" data-start="221" data-end="233" data-col-size="sm">Potência</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="254" data-end="471">
<tr data-start="254" data-end="293">
<td data-start="254" data-end="261" data-col-size="sm">2016</td>
<td data-start="261" data-end="279" data-col-size="sm">Scania K400 6&#215;2</td>
<td data-col-size="sm" data-start="279" data-end="283">1</td>
<td data-col-size="sm" data-start="283" data-end="293">400 cv</td>
</tr>
<tr data-start="294" data-end="333">
<td data-start="294" data-end="301" data-col-size="sm">2018</td>
<td data-start="301" data-end="319" data-col-size="sm">Scania K400 6&#215;2</td>
<td data-col-size="sm" data-start="319" data-end="323">1</td>
<td data-col-size="sm" data-start="323" data-end="333">400 cv</td>
</tr>
<tr data-start="334" data-end="373">
<td data-start="334" data-end="341" data-col-size="sm">2020</td>
<td data-start="341" data-end="359" data-col-size="sm">Scania K400 6&#215;2</td>
<td data-start="359" data-end="363" data-col-size="sm">2</td>
<td data-start="363" data-end="373" data-col-size="sm">390 cv</td>
</tr>
<tr data-start="374" data-end="429">
<td data-start="374" data-end="381" data-col-size="sm">2020</td>
<td data-start="381" data-end="406" data-col-size="sm">Mercedes-Benz O500 RSD</td>
<td data-col-size="sm" data-start="406" data-end="410">1</td>
<td data-col-size="sm" data-start="410" data-end="429">Conforme versão</td>
</tr>
<tr data-start="430" data-end="471">
<td data-start="430" data-end="437" data-col-size="sm">2025</td>
<td data-col-size="sm" data-start="437" data-end="452">Scania K410*</td>
<td data-col-size="sm" data-start="452" data-end="456">2</td>
<td data-col-size="sm" data-start="456" data-end="471">410 cv</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p data-start="473" data-end="538">Fonte: Expresso Central / levantamento <strong data-start="512" data-end="538"><em data-start="514" data-end="536">Diário do Transporte</em></strong></p>
<p data-start="540" data-end="828">Nos Scania K400 de 2016, 2018 e 2020, o motor é da família DC13, de seis cilindros e cerca de 13 litros, com 400 cv e torque máximo de aproximadamente 2.100 Nm. Os veículos desse período atendem ao Proconve P7, equivalente ao Euro 5, e utilizam configuração 6&#215;2 para aplicação rodoviária.</p>
<p data-start="830" data-end="1101">No Mercedes-Benz O500 RSD de 2020, a potência exata depende da versão do chassi. A família daquele período possuía opções como O500 RSD 2436, 2441 e 2443. Por isso, é necessário conferir a identificação completa do veículo antes de atribuir potência e torque específicos.</p>
<h3 data-section-id="1wh2ios" data-start="1435" data-end="1455">Paradiso 1800 DD</h3>
<div class="group TyagGW_tableContainer">
<div class="TyagGW_tableWrapper flex flex-col-reverse w-fit" tabindex="-1">
<table class="w-fit min-w-(--thread-content-width)" data-start="1457" data-end="1613">
<thead data-start="1457" data-end="1501">
<tr data-start="1457" data-end="1501">
<th class="last:pe-10" data-start="1457" data-end="1467" data-col-size="sm">Geração</th>
<th class="last:pe-10" data-start="1467" data-end="1481" data-col-size="sm">Comprimento</th>
<th class="last:pe-10" data-start="1481" data-end="1491" data-col-size="sm">Largura</th>
<th class="last:pe-10" data-start="1491" data-end="1501" data-col-size="sm">Altura</th>
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<tbody data-start="1523" data-end="1613">
<tr data-start="1523" data-end="1567">
<td data-start="1523" data-end="1528" data-col-size="sm">G7</td>
<td data-start="1528" data-end="1539" data-col-size="sm">até 15 m</td>
<td data-start="1539" data-end="1548" data-col-size="sm">2,60 m</td>
<td data-start="1548" data-end="1567" data-col-size="sm">cerca de 4,10 m</td>
</tr>
<tr data-start="1568" data-end="1613">
<td data-start="1568" data-end="1573" data-col-size="sm">G8</td>
<td data-start="1573" data-end="1585" data-col-size="sm">14 a 15 m</td>
<td data-start="1585" data-end="1594" data-col-size="sm">2,60 m</td>
<td data-start="1594" data-end="1613" data-col-size="sm">cerca de 4,10 m</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p data-start="1615" data-end="1673">Fonte: Marcopolo / levantamento <strong data-start="1647" data-end="1673"><em data-start="1649" data-end="1671">Diário do Transporte</em></strong></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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  <item>
    <title>Real Brasil celebra 35 anos com compra de 30 novos ônibus Marcopolo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/01/real-brasil-celebra-35-anos-com-compra-de-30-novos-onibus-marcopolo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 13:02:45 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Lote reúne modelos Viaggio G8 e micro-ônibus Senior para reforçar operações de fretamento e turismo no Rio de Janeiro ARTHUR FERRARI A Transporte e Turismo Real Brasil, que completa 35 anos de atuação em 2026, está renovando e ampliando sua frota com a aquisição de 30 novos veículos da Marcopolo. O lote é formado por [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/01092026-Marcopolo_Real-Brasil_1.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/01092026-Marcopolo_Real-Brasil_1.jpg?w=5000&amp;ssl=1 5000w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/01092026-Marcopolo_Real-Brasil_1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/01092026-Marcopolo_Real-Brasil_1.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/01092026-Marcopolo_Real-Brasil_1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/01092026-Marcopolo_Real-Brasil_1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/01092026-Marcopolo_Real-Brasil_1.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/01092026-Marcopolo_Real-Brasil_1.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/01092026-Marcopolo_Real-Brasil_1.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/01092026-Marcopolo_Real-Brasil_1.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Lote reúne modelos Viaggio G8 e micro-ônibus Senior para reforçar operações de fretamento e turismo no Rio de Janeiro</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A Transporte e Turismo Real Brasil, que completa 35 anos de atuação em 2026, está renovando e ampliando sua frota com a aquisição de 30 novos veículos da Marcopolo.</p>
<p>O lote é formado por 10 ônibus Viaggio G8 1050, 10 unidades do Viaggio G8 900 e outros 10 micro-ônibus Senior Fretamento. Os veículos serão destinados às operações de fretamento e turismo da empresa no Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Parte dos veículos foi entregue em fevereiro, e a conclusão do fornecimento está prevista para setembro de 2026, por meio da filial da Marcopolo no Rio de Janeiro (RJ).</p>
<p>A Real Brasil possui uma frota superior a 300 veículos e atua nos segmentos de transporte para empresas, eventos e viagens turísticas.</p>
<p>&#8220;A parceria entre a Real Brasil e a Marcopolo é construída sobre uma relação de confiança, colaboração e apoio mútuo ao longo dos anos. Essa conexão sólida tem sido fundamental para impulsionar resultados e garantir soluções alinhadas às necessidades do mercado, reforçando o compromisso de ambas as empresas com a excelência e a inovação”, comenta Elimar Vasconcelos, diretor da Real Brasil.</p>
<p>Os novos veículos contam com itens voltados ao transporte de passageiros, como poltronas semileito e Executiva, sistemas de climatização, tomadas USB individuais, equipamentos de entretenimento a bordo, geladeira e dispositivos de acessibilidade.</p>
<p>“As entregas para a Real Brasil em 2026 são uma ótima oportunidade de celebrarmos o aniversário de 35 anos dessa grande empresa e fortalecer ainda mais a parceria comercial.</p>
<p>A Real Brasil é referência no Fretamento do Rio e, esse longo relacionamento, que é baseado na confiança e transparência, reitera a força da nossa marca e a diversificação do portfólio de soluções para diferentes aplicações, com foco em robustez, conforto, eficiência e design”, destaca Rafael Carillo, gerente da Marcopolo Rio de Janeiro.</p>
<p>A incorporação dos 30 veículos ocorre durante o ano em que a operadora completa três décadas e meia de atividades e amplia a capacidade de sua frota para atender aos segmentos de fretamento e turismo.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>ARTESP autoriza mudanças para Cometa, nega pedidos da Rápido D’Oeste, abre disputas com Pássaro Marron, Ultra e Rápido Brasil, mantém multas de Guerino e Jacareí</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/01/artesp-autoriza-mudancas-para-cometa-nega-pedidos-da-rapido-doeste-abre-disputas-com-passaro-marron-ultra-e-rapido-brasil-mantem-multas-de-guerino-e-jacarei/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 12:01:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões envolvem linhas rodoviárias, multas e autorizações de fretamento no Estado de São Paulo. Estão incluídas também Andreucci, J. Fazio, M.A. da Silva do Prado, Polizeli Tur, Ruzon, Sercom e E. Maciel ADAMO BAZANI A ARTESP (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo) publicou nesta terça-feira, 1º de setembro [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260517_092804.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260517_092804.jpg?w=4096&amp;ssl=1 4096w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260517_092804.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260517_092804.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260517_092804.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260517_092804.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260517_092804.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260517_092804.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260517_092804.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG_20260517_092804.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Decisões envolvem linhas rodoviárias, multas e autorizações de fretamento no Estado de São Paulo. Estão incluídas também Andreucci, J. Fazio, M.A. da Silva do Prado, Polizeli Tur, Ruzon, Sercom e E. Maciel</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A ARTESP (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo) publicou nesta terça-feira, 1º de setembro de 2026, um amplo pacote de decisões sobre o transporte intermunicipal. A Viação Cometa recebeu autorização para alterar, em caráter experimental, as operações das linhas Praia Grande–Aparecida e São Caetano do Sul–Praia Grande, enquanto a agência negou mudanças solicitadas pela Rápido D’Oeste entre Ribeirão Preto e Sertãozinho e pela E. Maciel de Barros entre Penápolis e Alto Alegre. A Cometa também enfrenta impugnações da Pássaro Marron, Ultra e Rápido Brasil em outros dois mercados.</p>
<p>No mesmo conjunto de publicações, a agência rejeitou defesas apresentadas pela Guerino Seiscento e Viação Jacareí em 24 autos de infração, mantendo multas que somam R$ 971,85, ainda passíveis de recurso. A ARTESP também publicou 19 decisões ligadas ao fretamento, com novos registros para empresas como Andreucci, J. Fazio, M.A. da Silva do Prado, Polizeli Tur e Ruzon, além de negar o registro solicitado pela Sercom Locações e Engenharia.</p>
<p><strong>Cometa poderá mudar por 180 dias operações entre Praia Grande e Aparecida e entre São Caetano e Praia Grande; Rápido D’Oeste e E. Maciel têm pedidos negados</strong></p>
<p>A ARTESP autorizou duas alterações operacionais solicitadas pela Viação Cometa.</p>
<p>A primeira envolve a linha rodoviária entre Praia Grande, com origem ou referência em Vila Mirim, e Aparecida.</p>
<p>A mudança foi autorizada em caráter experimental por 180 dias, seguindo uma nova tabela de horários e distâncias apresentada pela empresa.</p>
<p>A Cometa terá até 15 dias após a publicação da decisão para iniciar a operação nas novas condições. Encerrados os 180 dias, caso não haja manifestação dos interessados, a tabela experimental será considerada efetiva pela agência.</p>
<p>A mesma sistemática foi adotada para a linha rodoviária entre São Caetano do Sul, no ABC Paulista, e Praia Grande, na Baixada Santista.</p>
<p>Também neste caso, a ARTESP autorizou a nova operação por 180 dias, estabeleceu prazo de até 15 dias para início e informou que a tabela poderá tornar-se definitiva de forma tácita ao fim do período experimental caso não haja manifestação contrária.</p>
<p>As decisões são relevantes para os passageiros porque não tratam de autorização de novas linhas, mas de alterações na forma como serviços já existentes são operados, com mudanças previstas nas respectivas tabelas de horários e distâncias.</p>
<p>Em sentido contrário, a ARTESP negou um pedido da Rápido D’Oeste para alteração operacional e requilometragem da linha semiurbana entre Ribeirão Preto e Sertãozinho.</p>
<p>A publicação informa o indeferimento, mas não detalha no extrato quais mudanças de horários, itinerário ou quilometragem haviam sido pretendidas pela transportadora.</p>
<p>Também foi rejeitado um pedido da E. Maciel de Barros &amp; Cia. Ltda. referente à linha semiurbana Penápolis–Alto Alegre.</p>
<p>Neste caso, a transportadora havia solicitado tanto uma alteração operacional como a paralisação de uma seção da linha. A ARTESP indeferiu as duas pretensões.</p>
<p><strong>Pássaro Marron contesta mudança da Cometa na São Paulo–Lorena, enquanto Ultra e Rápido Brasil questionam alteração na Osasco–São Vicente</strong></p>
<p>Ao mesmo tempo em que conseguiu autorização para mudanças em duas linhas, a Cometa enfrenta contestações de outras transportadoras em dois processos diferentes.</p>
<p>Na ligação rodoviária São Paulo–Lorena, pelo itinerário da Via Dutra, a Empresa de Ônibus Pássaro Marron apresentou impugnação ao pedido da Cometa para modificar a tabela de horários.</p>
<p>A ARTESP abriu prazo de sete dias, contado da publicação desta terça-feira, para vistas e eventuais contrarrazões.</p>
<p>Isso significa que ainda não há, neste procedimento específico, uma decisão definitiva da agência sobre a alteração pretendida pela Cometa. A publicação atual abre uma etapa para manifestação em razão da contestação apresentada pela concorrente.</p>
<p>Há situação semelhante na linha rodoviária entre Osasco e São Vicente.</p>
<p>Neste mercado, a alteração operacional da tabela de horários solicitada pela Cometa foi impugnada conjuntamente pela Ultra S/A – Transportes Interurbanos e pela Viação Rápido Brasil.</p>
<p>A agência também abriu sete dias para vistas e eventuais contrarrazões.</p>
<p>Assim, a Cometa aparece em quatro decisões distintas publicadas pela ARTESP: conseguiu autorização experimental para mudar as operações Praia Grande–Aparecida e São Caetano do Sul–Praia Grande, mas ainda enfrenta questionamentos de concorrentes nas ligações São Paulo–Lorena e Osasco–São Vicente.</p>
<p><strong>ARTESP rejeita defesas em dez multas da Guerino Seiscento e 14 da Viação Jacareí; empresas ainda podem recorrer</strong></p>
<p>Outro bloco da publicação trata de autos de infração aplicados pela fiscalização do transporte coletivo rodoviário intermunicipal.</p>
<p>A ARTESP registrou “não provimento” para as defesas relativas a dez autos atribuídos à Guerino Seiscento Transportes e outros 14 da Viação Jacareí.</p>
<p>No caso da Guerino Seiscento, os valores individuais são de R$ 35,21 ou R$ 49,30. As dez penalidades relacionadas na publicação totalizam R$ 408,46.</p>
<p>Para a Viação Jacareí, são 14 penalidades, também com valores individuais de R$ 35,21 ou R$ 49,30. Somadas, correspondem a R$ 563,39.</p>
<p>O conjunto das multas das duas empresas chega, portanto, a R$ 971,85.</p>
<p>Os valores relativamente baixos de cada auto não significam, entretanto, que a publicação encerre os procedimentos. As empresas ainda têm possibilidade de recorrer.</p>
<p>A ARTESP estabeleceu prazo de 15 dias para apresentação de recurso ao Conselho Diretor, com vencimento em 16 de setembro de 2026.</p>
<p>Caso não haja recurso, o pagamento deverá ser realizado no prazo de 30 dias contado da publicação, com vencimento em 1º de outubro de 2026.</p>
<p>Segundo a agência, a falta de recolhimento dentro do prazo pode levar à inscrição do débito no Cadin estadual, além de outras sanções previstas na regulamentação.</p>
<p>A publicação não descreve, na tabela dos autos, qual irregularidade operacional deu origem a cada uma das 24 multas. Portanto, não é possível atribuir aos casos uma infração específica apenas com as informações disponibilizadas nesta edição do Diário Oficial.</p>
<p><strong>Andreucci, J. Fazio, M.A. da Silva do Prado, Polizeli Tur e Ruzon recebem registros para fretamento; Sercom tem pedido negado</strong></p>
<p>A Superintendência de Transporte Coletivo da ARTESP publicou ainda 19 decisões relacionadas a registros de fretamento, reunindo novas autorizações, renovações e um indeferimento.</p>
<p>Entre os novos registros para transporte coletivo intermunicipal sob fretamento eventual e contínuo está a Andreucci Transporte Turístico e Mobilidade Urbana Ltda. A autorização terá validade de cinco anos.</p>
<p>A J. Fazio Transporte e Turismo Ltda. também recebeu registro por cinco anos nas modalidades eventual e contínuo.</p>
<p>Na mesma condição estão a M.A. da Silva do Prado Transportes Ltda. e a Polizeli Tur Transporte e Turismo Ltda., ambas com registros por cinco anos para fretamento eventual e contínuo.</p>
<p>A Ruzon Transportes, Locadora e Turismo Ltda. foi outra autorizada nas modalidades contínuo e eventual pelo mesmo período.</p>
<p>Também receberam novos registros a João Filipini Carmona e Outros, para fretamento próprio por cinco anos, e a RMJ Paisagismo Porto Feliz Ltda., igualmente na modalidade próprio e pelo mesmo período.</p>
<p>Já a Sercom Locações e Engenharia Ltda. teve resultado contrário.</p>
<p>A agência não autorizou o registro pedido pela empresa para fretamento próprio. Segundo a publicação, a negativa ocorreu “em razão do descumprimento dos dispositivos legais”, sem que o extrato detalhe quais exigências específicas deixaram de ser atendidas.</p>
<p><strong>ARTESP também renova registros de empresas e operadores de transporte de estudantes e fretamento próprio</strong></p>
<p>O pacote desta terça-feira inclui ainda diversas renovações.</p>
<p>A empresa de Adriano Augusto de Cairos teve renovado por um ano o registro para transporte de estudantes. Alexandre Pereira da Silva Janucci e Aparecido Rodrigues Chaves também tiveram seus registros de estudantes renovados por um ano.</p>
<p>Diatom Mineração e HD Sistemas de Limpeza e Descartáveis tiveram renovação por cinco anos na modalidade de fretamento próprio. A H.J Auto Transportes teve renovação de um ano para transporte de estudantes.</p>
<p>Também foram renovadas as autorizações de João Carlos Gomes, José Aparecido Pereira e Vanda Alice Leite para transporte de estudantes, cada uma por um ano.</p>
<p>A Tapias Locações e Transporte teve renovado o registro para fretamento eventual e contínuo por cinco anos a partir de 26 de novembro de 2026. A GP&amp;F Transportes também obteve renovação por cinco anos nas modalidades eventual e contínuo.</p>
<p>Com isso, as publicações desta terça-feira abrangem desde alterações nas linhas regulares e disputas entre permissionárias até penalidades e entrada ou permanência de operadores no segmento de fretamento intermunicipal fiscalizado pela ARTESP.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>BYD vai apresentar SkyShuttle, transporte sobre trilhos só com baterias, como adiantado pelo Diário do Transporte</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/01/byd-vai-apresentar-skyshuttle-transporte-sobre-trilhos-so-com-baterias-como-adiantado-pelo-diario-do-transporte/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:29:04 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Novidade será destaque da marca na Semana de Tecnologia Metroferroviária 2026, que acontece em São Paulo entre 1º e 4 de setembro. Experiência do monotrilho da Linha 17-Ouro também é tema da fabricante ADAMO BAZANI Um sistema leve sobre trilhos, mais flexível e que não depende de infraestrutura de trajeto para alimentação elétrica, tendo baterias. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="489" height="325" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/byr.jpg?fit=489%2C325&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/byr.jpg?w=489&amp;ssl=1 489w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/byr.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/byr.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/byr.jpg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 489px) 100vw, 489px" /> <p data-start="453" data-end="654"><em>Novidade será destaque da marca na Semana de Tecnologia Metroferroviária 2026, que acontece em São Paulo entre 1º e 4 de setembro. Experiência do monotrilho da Linha 17-Ouro também é tema da fabricante</em></p>
<p data-start="656" data-end="674"><em data-start="656" data-end="674"><strong data-start="657" data-end="673">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p data-start="676" data-end="810">Um sistema leve sobre trilhos, mais flexível e que não depende de infraestrutura de trajeto para alimentação elétrica, tendo baterias.</p>
<p data-start="812" data-end="1183">O sistema é uma das apostas da divisão de trilhos da BYD e será um dos destaques da marca na Semana de Tecnologia Metroferroviária 2026, que acontece em São Paulo entre 1º e 4 de setembro no Nikkey Palace Hotel (Rua Galvão Bueno, 425, Liberdade, São Paulo &#8211; SP). A programação oficial da 32ª edição confirma os quatro dias de evento.</p>
<p data-start="1185" data-end="1572">A novidade foi adiantada pelo <em data-start="1215" data-end="1241"><strong data-start="1216" data-end="1240">Diário do Transporte</strong></em>, em 15 de junho de 2026, em entrevista do diretor-técnico da BYD, Alexandre Barbosa. Na ocasião, durante a Conferência de Cooperação Econômica e Comercial 2026 China (Shenzhen) – Brasil (São Paulo), o executivo também falou dos planos da marca de ampliar a oferta de tecnologia e equipamentos para sinalização e controle de trens.</p>
<p data-start="1574" data-end="1583">Relembre:</p>
<p data-start="1585" data-end="1748"><a class="decorated-link" href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/15/entrevista-byd-vai-investir-em-people-mover-e-sinalizacao-de-trens-pesados-no-brasil-e-nos-vizinhos-da-america-latina/" target="_new" rel="noopener" data-start="1585" data-end="1748">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/15/entrevista-byd-vai-investir-em-people-mover-e-sinalizacao-de-trens-pesados-no-brasil-e-nos-vizinhos-da-america-latina/</a></p>
<p data-start="1750" data-end="2798">Em termos simples, o BYD SkyShuttle é uma espécie de “metrô leve elevado sobre pneus”. Em vez de o veículo andar sobre trilhos de aço como um metrô ou VLT tradicional, ele usa rodas de borracha e circula por uma via exclusiva, normalmente construída em elevado. O sistema é elétrico, automatizado e foi pensado principalmente para trajetos de média ou menor demanda, como ligações entre bairros, estações, aeroportos, centros empresariais ou como alimentador de sistemas de metrô e trem. É importante não confundir o SkyShuttle com o SkyRail da própria BYD. O SkyRail é efetivamente um monotrilho do tipo straddle, de maior carregamento. Já o SkyShuttle é um sistema mais leve e de menor capacidade. A própria BYD classifica mundialmente o SkyRail como uma solução de média capacidade e o SkyShuttle como uma alternativa de menor capacidade, destinada também a ramais, conexões com grandes sistemas de transporte, grandes conjuntos urbanos e áreas em que uma infraestrutura mais pesada pode não ser necessária.</p>
<p data-start="2800" data-end="2873">A experiência do monotrilho da Linha 17-Ouro também é tema da fabricante.</p>
<h3 data-section-id="1n6o84v" data-start="2875" data-end="2945">BYD quer mostrar atuação que vai além de carros e ônibus elétricos</h3>
<p data-start="2947" data-end="3179">Embora seja mais conhecida no Brasil atualmente pelos automóveis e ônibus elétricos, a BYD possui uma divisão específica de sistemas de transporte guiado e vem tentando ampliar essa presença no mercado brasileiro e latino-americano.</p>
<p data-start="3181" data-end="3585">O portfólio é baseado principalmente em duas famílias. O SkyRail é o sistema de monotrilho de média capacidade, com veículos sobre pneus que se apoiam e são guiados por uma viga elevada. Já o SkyShuttle foi concebido como uma solução mais leve, automatizada e de menor capacidade, para complementar redes estruturais e atender corredores em que a demanda não justificaria necessariamente um metrô pesado.</p>
<p data-start="3587" data-end="3977">Segundo a própria fabricante, sua atuação no segmento não se restringe ao fornecimento dos veículos. A companhia diz deter tecnologias relacionadas aos trens, aparelhos de mudança de via, vigas-guia, sistemas automáticos de controle da circulação, bogies, acoplamento entre carros e outros componentes necessários à implantação e operação dos sistemas.</p>
<p data-start="3979" data-end="4296">Essa característica é relevante para os planos que a empresa vem apresentando para o Brasil. Além de oferecer SkyRail e SkyShuttle, a BYD pretende disputar espaço em equipamentos e sistemas que podem ser aplicados também a projetos ferroviários convencionais, como sinalização, controle e gerenciamento da circulação.</p>
<p data-start="4298" data-end="4629">Na entrevista publicada pelo <em data-start="4327" data-end="4353"><strong data-start="4328" data-end="4352">Diário do Transporte</strong></em> em junho, Alexandre Barbosa já havia explicado que a estratégia não estaria limitada aos sistemas de monotrilho ou people mover. A intenção é aumentar a participação em diferentes componentes tecnológicos de projetos metroferroviários, inclusive de trens de maior capacidade.</p>
<h3 data-section-id="15esez6" data-start="4631" data-end="4707">Linha 17-Ouro tornou-se a principal vitrine ferroviária da BYD no Brasil</h3>
<p data-start="4709" data-end="4840">É justamente a Linha 17-Ouro do Metrô de São Paulo que representa hoje a principal aplicação da divisão ferroviária da BYD no País.</p>
<p data-start="4842" data-end="5252">A companhia forneceu os 14 trens destinados ao trecho implantado e participa de uma série de sistemas associados à operação, incluindo portas de plataforma, alimentação elétrica, aparelhos de mudança de via e tecnologias relacionadas ao Centro de Controle Operacional. O trabalho também envolveu etapas de instalação, integração entre equipamentos, testes e certificações.</p>
<p data-start="5254" data-end="5496">O monotrilho utiliza tecnologia diferente do SkyShuttle. Na Linha 17, os trens circulam sobre pneus em uma viga de concreto elevada, no sistema conhecido como straddle monorail, no qual o veículo se apoia sobre a viga e é guiado lateralmente.</p>
<p data-start="5498" data-end="5876">A Linha 17-Ouro está atualmente em operação transitória, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, ainda sem cobrança de tarifa, segundo o Metrô de São Paulo. O trecho conta com oito estações, entre Morumbi e Washington Luís, passando pelo Aeroporto de Congonhas e permitindo integração com outros sistemas de transporte da capital paulista.</p>
<p data-start="5878" data-end="6107">O próprio Metrô define o monotrilho como um sistema de média capacidade, operado sobre pneus em via elevada e com tecnologia driverless, ou seja, sem a necessidade de condutor dentro do trem.</p>
<p data-start="6109" data-end="6348">Para a BYD, a entrada em operação permite agora levar à discussão do setor não apenas uma proposta tecnológica, mas a experiência acumulada desde as etapas de projeto e implantação até testes, integração e funcionamento efetivo do sistema.</p>
<h3 data-section-id="1dr9tlj" data-start="6350" data-end="6415">BYD terá duas apresentações durante a Semana Metroferroviária</h3>
<p data-start="6417" data-end="6517">A fabricante programou duas apresentações técnicas para a 32ª Semana de Tecnologia Metroferroviária.</p>
<p data-start="6519" data-end="6712">A primeira, “Tecnologia BYD SkyShuttle: conectando cidades ao futuro”, está prevista para 2 de setembro, às 14h50, e será apresentada por Luan Meneses, gerente de Novos Negócios da BYD SkyRail.</p>
<p data-start="6714" data-end="6970">De acordo com o material divulgado pela companhia, a apresentação vai detalhar como o SkyShuttle pode ser utilizado em trajetos que necessitam de sistemas mais flexíveis e integráveis à infraestrutura urbana existente.</p>
<p data-start="6972" data-end="7168">No dia seguinte, 3 de setembro, também às 14h50, José Junior, gerente de Material Rodante da BYD SkyRail, participa da palestra “Da implantação à operação: a tecnologia por trás da Linha 17-Ouro”.</p>
<p data-start="7170" data-end="7323">A proposta é apresentar aspectos técnicos e a experiência acumulada durante a implantação do monotrilho paulistano.</p>
<h3 data-section-id="1e5i9g0" data-start="7325" data-end="7411">SkyRail, SkyShuttle, trens e sistemas: veja onde a BYD atua no transporte coletivo</h3>
<p data-start="7413" data-end="7522">A presença da BYD no transporte público é, portanto, mais abrangente do que a fabricação de ônibus elétricos.</p>
<p data-start="7524" data-end="7874">No segmento metroferroviário e de transporte guiado, a empresa possui o SkyRail, de média capacidade; o SkyShuttle, de menor capacidade; material rodante; aparelhos de mudança de via; sistemas de controle automático; alimentação elétrica; portas de plataforma; tecnologias de controle operacional e componentes de infraestrutura dos sistemas guiados.</p>
<p data-start="7876" data-end="8216">No SkyRail, a BYD informa que desenvolve o conjunto completo do sistema, incluindo veículos, estruturas de via, estações e sistemas de comunicação. A fabricante indica capacidade de aproximadamente 10 mil a 30 mil passageiros por hora e sentido para essa família, dependendo da configuração do projeto.</p>
<p data-start="8218" data-end="8714">Já o SkyShuttle ocupa uma faixa inferior de demanda. A própria empresa o apresenta internacionalmente como alternativa para ramais de grandes cidades, ligações com terminais de transporte, grandes conjuntos residenciais, áreas de renovação urbana e outras situações nas quais sistemas de menor porte podem fazer a conexão com redes estruturais. Entre as características divulgadas estão operação automatizada, baixo consumo de energia e menor nível de ruído.</p>
<p data-start="8716" data-end="9184">Além dos sistemas ferroviários, a BYD mantém no Brasil atividades relacionadas a chassis de ônibus elétricos, baterias, veículos de passeio eletrificados, módulos fotovoltaicos e armazenamento de energia. O release da empresa destaca justamente essa combinação entre eletrificação, baterias, veículos e soluções sobre trilhos como parte da estratégia de ampliar sua atuação em mobilidade.</p>
<p data-start="9186" data-end="9570">A apresentação do SkyShuttle em São Paulo, portanto, ocorre em um momento no qual a fabricante tenta transformar a experiência adquirida com a Linha 17-Ouro em porta de entrada para uma atuação mais ampla no mercado metroferroviário brasileiro, tanto com novos sistemas completos de transporte como com equipamentos, sinalização, controle e componentes tecnológicos para outras redes.</p>
<p data-start="9572" data-end="9631" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="9572" data-end="9631" data-is-last-node=""><strong data-start="9573" data-end="9630">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Ônibus da Movebuss bate contra muro na Zona Sul de São Paulo deixando feridos nesta terça-feira (1°)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/01/onibus-da-movebuss-bate-contra-muro-na-zona-sul-de-sao-paulo-deixando-feridos-nesta-terca-feira-1/</link>
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    <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 10:50:23 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Acidente aconteceu na Rua Carneiro da Cunha, na Saúde; Corpo de Bombeiros prestou atendimento às vítimas ARTHUR FERRARI Um ônibus do sistema municipal de São Paulo bateu contra um muro, deixando seis pessoas feridas na manhã desta terça-feira, 1° de setembro de 2026, na Rua Carneiro da Cunha, na Saúde, Zona Sul da capital. O [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="530" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG-20260901-WA0006.jpg?fit=1024%2C530&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG-20260901-WA0006.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG-20260901-WA0006.jpg?resize=300%2C155&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG-20260901-WA0006.jpg?resize=1024%2C530&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG-20260901-WA0006.jpg?resize=150%2C78&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG-20260901-WA0006.jpg?resize=768%2C397&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG-20260901-WA0006.jpg?resize=1536%2C795&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMG-20260901-WA0006.jpg?resize=400%2C207&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Acidente aconteceu na Rua Carneiro da Cunha, na Saúde; Corpo de Bombeiros prestou atendimento às vítimas</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um ônibus do sistema municipal de São Paulo bateu contra um muro, deixando seis pessoas feridas na manhã desta terça-feira, 1° de setembro de 2026, na Rua Carneiro da Cunha, na Saúde, Zona Sul da capital.</p>
<p>O Corpo de Bombeiros foi acionado e prestou atendimento às vítimas. De acordo com a corporação, todas se feriram levemente, sendo quatro mulheres e dois homens, e foram encaminhadas ao atendimento de saúde.</p>
<p>O coletivo, que fazia a linha 4734/10 &#8211; Vila Moraes/Metrô Saúde, pertence à concessionária Movebuss.</p>
<p>O Diário do Transporte procurou a SPTrans (São Paulo Transporte), responsável pelo gerenciamento do sistema de ônibus na ciddade de São Paulo, que disse por meio de nota que uma equipe do Programa de Redução de Acidentes de Transporte (PRAT) apura a ocorrência.</p>
<p><strong>Nota da SPTrans na íntegra</strong></p>
<p><em>A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que uma equipe do Programa de Redução de Acidentes de Transporte (PRAT) apura a ocorrência desta terça-feira (1º), às 6h12, na Rua Carneiro da Cunha, sentido bairro, Saúde. O caso envolveu um ônibus da Movebuss, que operava pela linha 4734/10 Vl. Moraes – Metrô Saúde. O Corpo de Bombeiros foi acionado para a ocorrência.</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Linha 12-Safira tem problemas e opera parcialmente nesta terça-feira (1°)</title>
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	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 10:30:54 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada ARTHUR FERRARI Quem utiliza a linha 12-Safira de trens metropolitanos em São Paulo enfrenta problemas desde às 6h53 desta terça-feiran 1° de setembro de 2026, devido a problemas no sistema. Os trens circulam parcialmente, atendendo somente no trecho entre Jardim Romano e Calmon Viana, devido a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="449" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?fit=800%2C449&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cptm-linha12-safira-trem-serie-9000-estacao-suzano-dez-21.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Trens circulam com velocidade reduzida e maior tempo de parada</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Quem utiliza a linha 12-Safira de trens metropolitanos em São Paulo enfrenta problemas desde às 6h53 desta terça-feiran 1° de setembro de 2026, devido a problemas no sistema.</p>
<p>Os trens circulam parcialmente, atendendo somente no trecho entre Jardim Romano e Calmon Viana, devido a falha no sistema de energia.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> procurou a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que disse por meio de nota que o problema foi identificado entre as estações Calmon Viana e Itaim Paulista. As restrições na circulação acontecem para viabilizar a atuação da equipe de manutenção.</p>
<p><strong>Nota da CPTM na íntegra</strong></p>
<p><em>Na manhã desta terça-feira (01/09), às 6h53, foi identificada uma falha na rede aérea de energia entre as estações Calmon Viana e Itaim Paulista, da Linha 12-Safira da CPTM. Para a atuação da equipe de manutenção, os trens circulam com restrição de velocidade, o que pode ampliar o intervalo entre as composições. A CPTM lamenta os transtornos causados aos passageiros.</em></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>SPTrans adia para 24 de setembro de 2026 licitação de plano de saúde para 3.641 trabalhadores dos lotes D10 e D11 referentes a Transwolff</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/01/sptrans-adia-para-24-de-setembro-de-2026-licitacao-de-plano-de-saude-para-3-641-trabalhadores-dos-lotes-d10-e-d11-referentes-a-transwolff/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 10:01:14 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Disputa estava marcada para esta quarta-feira (2); mudanças no edital tratam de exigências financeiras às concorrentes e de remoção de pacientes entre hospitais ADAMO BAZANI A SPTrans (São Paulo Transporte) adiou para 24 de setembro de 2026 a licitação destinada à contratação de um plano de saúde empresarial para aproximadamente 3.641 trabalhadores dos lotes D10 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="691" height="479" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tw-adia.jpg?fit=691%2C479&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tw-adia.jpg?w=691&amp;ssl=1 691w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tw-adia.jpg?resize=300%2C208&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tw-adia.jpg?resize=150%2C104&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/tw-adia.jpg?resize=400%2C277&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 691px) 100vw, 691px" /> <p><em>Disputa estava marcada para esta quarta-feira (2); mudanças no edital tratam de exigências financeiras às concorrentes e de remoção de pacientes entre hospitais</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A SPTrans (São Paulo Transporte) adiou para 24 de setembro de 2026 a licitação destinada à contratação de um plano de saúde empresarial para aproximadamente 3.641 trabalhadores dos lotes D10 e D11 do sistema municipal de ônibus, operações que anteriormente eram concedidas à Transwolff, na zona Sul da cidade de São Paulo. A disputa estava prevista para esta quarta-feira, 2 de setembro.</p>
<p>A mudança foi publicada no Diário Oficial da Cidade desta terça-feira, 1º de setembro, depois de alterações no edital e no Termo de Referência que, segundo a própria SPTrans, interferem na preparação das propostas. Entre os ajustes estão regras de comprovação de patrimônio líquido das empresas interessadas e a obrigação de disponibilizar, quando necessária, remoção dos beneficiários entre hospitais sem cobrança adicional. A nova abertura das propostas e a disputa de preços estão marcadas para 24 de setembro, às 10h.</p>
<p>A alteração ocorre um dia depois de a SPTrans divulgar novo boletim de esclarecimentos sobre a concorrência, que ainda mantinha a realização do pregão para 2 de setembro. Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a contratação integra uma série de serviços que passaram a ser estruturados diretamente pela companhia municipal para manter os antigos lotes da Transwolff funcionando enquanto não são escolhidos os novos concessionários.</p>
<p><strong>Mudanças no edital fizeram SPTrans dar mais três semanas para preparação das propostas</strong></p>
<p>O comunicado publicado nesta terça-feira altera pontos relacionados à qualificação econômico-financeira das empresas interessadas.</p>
<p>Pela nova redação, caso a licitante não alcance determinado resultado previsto no edital, deverá comprovar patrimônio líquido na forma estabelecida pela concorrência.</p>
<p>A SPTrans também modificou a regra referente à remoção hospitalar. A futura contratada terá de disponibilizar, quando necessário, serviço próprio ou contratado para transportar beneficiários entre hospitais, sem custos para os trabalhadores, nas situações estabelecidas pelas normas da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).</p>
<p>Como as mudanças podem interferir nos cálculos, na documentação e na preparação das propostas, a companhia decidiu reabrir o prazo.</p>
<p>O recebimento das ofertas, a abertura das propostas e o início da disputa de preços passam a ocorrer simultaneamente em 24 de setembro, às 10h, pela plataforma eletrônica utilizada pela SPTrans.</p>
<p><strong>Plano é destinado a aproximadamente 3.641 trabalhadores e não inclui dependentes</strong></p>
<p>A concorrência prevê assistência médica, hospitalar, cirúrgica e obstétrica por meio de plano empresarial registrado na ANS para os empregados diretamente vinculados às operações dos lotes D10 e D11.</p>
<p>Em esclarecimentos anteriores, a SPTrans informou que a estimativa utilizada para a licitação é de 3.641 beneficiários titulares, com base em junho de 2026. Dependentes legais e agregados não fazem parte da contratação. Entre os beneficiários estão motoristas de ônibus e trabalhadores de outras funções necessárias à manutenção das duas operações.</p>
<p>O plano deverá ter abrangência estadual e a documentação prevê modalidades de acomodação em enfermaria e apartamento, além de regras de coparticipação.</p>
<p>Também será necessário separar administrativamente os empregados de D10 e D11, inclusive para faturamento, mantendo duas estruturas identificadas apesar de ambas estarem atualmente sob responsabilidade da SPTrans.</p>
<p><strong>Contratação faz parte da estrutura temporária montada depois da saída da Transwolff</strong></p>
<p>O plano médico é apenas uma das contratações necessárias para que a Prefeitura mantenha as operações que pertenciam à Transwolff.</p>
<p>Levantamento do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou que a SPTrans também abriu concorrências para vigilância e segurança patrimonial das garagens e instalações, manutenção preventiva e corretiva dos ônibus, fornecimento e recuperação de componentes e recapagem de pneus. São serviços normalmente administrados pelas próprias concessionárias de transporte coletivo.</p>
<p>Os contratos vêm sendo estruturados como uma espécie de ponte entre a operação atual e a futura concessão. A documentação permite que alguns deles sejam encerrados antes do prazo inicialmente previsto caso a Prefeitura conclua a licitação dos lotes D10 e D11 e os novos operadores assumam os serviços.</p>
<p><strong>Transwolff perdeu definitivamente D10 e D11 em dezembro de 2025</strong></p>
<p>Os dois lotes eram operados pela Transwolff Transportes e Turismo, que sofreu intervenção da Prefeitura em abril de 2024, após a deflagração da Operação Fim da Linha pelo Ministério Público de São Paulo.</p>
<p>A intervenção ocorreu enquanto eram investigadas suspeitas envolvendo integrantes da direção da empresa e possíveis relações com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). As apurações criminais seguem uma esfera própria e não devem ser confundidas com as decisões administrativas sobre os contratos de transporte.</p>
<p>Em dezembro de 2025, a Prefeitura declarou a caducidade das concessões D10 e D11. Com a extinção dos contratos, a SPTrans passou a utilizar instalações, veículos, equipamentos, peças e estruturas necessárias para impedir a interrupção das linhas, além de manter trabalhadores vinculados à prestação dos serviços.</p>
<p>No início de 2026, chegou a ser preparada uma contratação emergencial da Sancetur para assumir as operações, mas a empresa posteriormente informou que não teria condições de assumir integralmente os lotes. A Prefeitura voltou então a concentrar a operação e avançou na preparação da nova concessão.</p>
<p><strong>Nova concessão ainda não tem data para ocorrer</strong></p>
<p>A proposta de edital para devolver D10 e D11 ao modelo de concessão privada foi encaminhada ao TCM-SP (Tribunal de Contas do Município) em junho de 2026, mas a disputa definitiva ainda não tem data anunciada.</p>
<p>O prefeito Ricardo Nunes já informou ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> que a Prefeitura pretende reorganizar a rede antes da licitação, reduzindo sobreposições entre linhas. A projeção apresentada pela administração é de redução próxima de 20% no número de linhas diretamente vinculadas aos dois futuros lotes e de uma frota atualmente próxima de 1,2 mil ônibus para algo entre 700 e 800 veículos.</p>
<p>Segundo a Prefeitura, isso não significaria necessariamente redução proporcional da oferta, uma vez que parte das linhas poderá ser transferida para concessionárias que já operam em áreas vizinhas.</p>
<p>Enquanto essa definição não ocorre, a SPTrans precisa continuar contratando diretamente serviços necessários ao funcionamento cotidiano da operação. O adiamento do plano de saúde para 24 de setembro é mais um capítulo dessa estrutura temporária.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Prefeitura de São Paulo publica outra parte de financiamento para ônibus elétricos: US$ 248,3 milhões do BIRD se somam a US$ 248,3 milhões do BID</title>
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    <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 09:01:01 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Contrato divulgado nesta terça-feira (1º) é diferente do publicado na segunda-feira (31); operações com Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento totalizam US$ 496,6 milhões para eletrificação e melhorias no transporte ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo publicou nesta terça-feira, 1º de setembro de 2026, o contrato de outra parte do financiamento internacional destinado [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="694" height="469" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/27878.jpg?fit=694%2C469&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/27878.jpg?w=694&amp;ssl=1 694w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/27878.jpg?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/27878.jpg?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/27878.jpg?resize=400%2C270&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 694px) 100vw, 694px" /> <p><em>Contrato divulgado nesta terça-feira (1º) é diferente do publicado na segunda-feira (31); operações com Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento totalizam US$ 496,6 milhões para eletrificação e melhorias no transporte</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo publicou nesta terça-feira, 1º de setembro de 2026, o contrato de outra parte do financiamento internacional destinado à eletrificação dos ônibus da capital. São US$ 248,3 milhões do BIRD (Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento), instituição do Grupo Banco Mundial, que se somam aos outros US$ 248,3 milhões do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) cujo contrato foi publicado e detalhado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> nesta segunda-feira (31).</p>
<p>Assim, não se trata da republicação do mesmo empréstimo. São duas operações diferentes, de igual valor, que juntas chegam a US$ 496,6 milhões. Os recursos são destinados à descarbonização e modernização da frota pública de ônibus, melhorias na gestão do sistema e políticas de mobilidade urbana. A Prefeitura estima que o conjunto das duas linhas de crédito tenha capacidade financeira para apoiar aproximadamente 1,1 mil ônibus elétricos, embora isso não signifique que esta quantidade de veículos já esteja comprada ou contratada.</p>
<p>Na operação divulgada nesta terça-feira, o contrato é o de empréstimo nº 9821-BR e foi assinado em 25 de agosto de 2026. O Município de São Paulo é o mutuário, o BIRD é o financiador e a União aparece como garantidora.</p>
<p>LEIA TAMBÉM:</p>
<p>Prefeitura de São Paulo publica contrato de US$ 248,3 milhões com BID para eletrificação; recursos podem subsidiar cerca de 582 ônibus elétricos</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/31/prefeitura-de-sao-paulo-publica-contrato-de-us-2483-milhoes-com-bid-para-eletrificacao-recursos-podem-subsidiar-cerca-de-582-onibus-eletricos/?utm_source=chatgpt.com">Leia a reportagem publicada pelo Diário do Transporte em 31 de agosto</a></p>
<p><strong>BIRD é a segunda metade dos US$ 496,6 milhões para eletrificação</strong></p>
<p>A semelhança dos valores pode causar confusão, mas os contratos são distintos.</p>
<p>Na segunda-feira (31), a Prefeitura publicou o contrato com o BID, no valor de US$ 248,3 milhões. Nesta terça-feira (1º), aparece no Diário Oficial o empréstimo de outros US$ 248,3 milhões, agora concedido pelo BIRD.</p>
<p>O BIRD é uma das instituições que compõem o Grupo Banco Mundial e concede financiamentos a governos para projetos de desenvolvimento.</p>
<p>Somadas, as operações ficam assim:</p>
<p>BID: US$ 248,3 milhões</p>
<p>BIRD/Banco Mundial: US$ 248,3 milhões</p>
<p>Total: US$ 496,6 milhões</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> já havia mostrado na reportagem de segunda-feira que as duas linhas de crédito fazem parte do mesmo esforço financeiro da Prefeitura para acelerar a eletrificação do sistema municipal de ônibus.</p>
<p>Apesar de fazerem parte do mesmo programa, cada financiamento possui contrato, instituição financeira, condições e mecanismos próprios.</p>
<p><strong>Contrato do BIRD não fala em 582 ônibus como o financiamento do BID</strong></p>
<p>Esta é outra diferença importante.</p>
<p>O contrato com o BID publicado na segunda-feira detalhou expressamente que uma das aplicações do dinheiro é uma subvenção econômica para a aquisição de aproximadamente 582 ônibus elétricos. Também estabeleceu indicadores específicos que condicionam os desembolsos, incluindo a própria entrada de ônibus elétricos em operação.</p>
<p>Já o extrato do contrato com o BIRD publicado agora não apresenta uma quantidade específica de ônibus vinculada aos US$ 248,3 milhões.</p>
<p>O documento informa que o dinheiro será destinado a três grandes áreas: descarbonização e modernização da frota pública de ônibus, fortalecimento da gestão do sistema de transporte público e promoção de políticas de mobilidade urbana inclusivas e sustentáveis.</p>
<p>Portanto, não é possível concluir a partir deste novo extrato quantos ônibus elétricos serão financiados especificamente pelos recursos do BIRD.</p>
<p>A referência de aproximadamente 1,1 mil ônibus corresponde à capacidade financeira estimada pela Prefeitura para o conjunto das operações internacionais, e não a uma compra já fechada desse número de veículos.</p>
<p><strong>Prazos do BIRD também são diferentes dos previstos no contrato com o BID</strong></p>
<p>As condições financeiras divulgadas nesta terça-feira mostram outra diferença entre os dois empréstimos.</p>
<p>No caso do BIRD, o prazo de desembolso vai até 16 de dezembro de 2030. O contrato prevê amortizações entre 15 de junho de 2027 e 15 de dezembro de 2038, com pagamentos semestrais em 15 de junho e 15 de dezembro de cada ano.</p>
<p>Os juros serão calculados com base em uma taxa de referência acrescida de spread variável ou pela taxa que vier a ser aplicada em eventual conversão prevista no contrato.</p>
<p>Há ainda uma comissão inicial de 0,25% sobre o empréstimo e uma comissão de compromisso de 0,25% ao ano sobre o saldo ainda não desembolsado.</p>
<p>O contrato com o BID possui estrutura diferente. Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> nesta segunda-feira, a operação prevê cinco desembolsos vinculados ao cumprimento de resultados e uma carência de 72 meses até a primeira amortização. Os juros têm como referência a SOFR, acrescida dos componentes previstos pelo banco.</p>
<p><strong>União também garante os US$ 248,3 milhões do Banco Mundial</strong></p>
<p>Assim como ocorreu no empréstimo do BID, a União aparece formalmente como garantidora da operação do BIRD.</p>
<p>O extrato publicado pela Prefeitura informa que a garantia está vinculada ao contrato firmado entre a República Federativa do Brasil e o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento.</p>
<p>A questão das garantias federais foi justamente uma das etapas que atrasaram os financiamentos e geraram uma disputa entre a Prefeitura de São Paulo e o Governo Federal.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanha o caso desde o início. Em agosto, a administração municipal levou a questão ao Senado, ao TCU (Tribunal de Contas da União) e posteriormente ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), alegando demora na liberação das garantias necessárias às operações internacionais.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/26/em-primeira-mao-apos-nunes-acionar-stj-tcu-e-senado-governo-federal-libera-garantias-da-uniao-a-financiamento-de-r-35-bilhoes-para-onibus-eletricos-e-saude-pelo-bid-e-bird/">https://diariodotransporte.com.br/2026/08/26/em-primeira-mao-apos-nunes-acionar-stj-tcu-e-senado-governo-federal-libera-garantias-da-uniao-a-financiamento-de-r-35-bilhoes-para-onibus-eletricos-e-saude-pelo-bid-e-bird/</a></p>
<p>Na noite de 25 de agosto, o Governo Federal publicou em edição extra do Diário Oficial da União as autorizações para as garantias de operações internacionais da Prefeitura. A formalização permitiu o avanço dos contratos.</p>
<p>No mesmo dia, 25 de agosto, o contrato agora publicado do BIRD foi assinado pelo secretário municipal da Fazenda, Luis Felipe Vidal Arellano, representando a Prefeitura, e por Cécile Fruman, diretora do Banco Mundial para o Brasil.</p>
<p><strong>BID e BIRD financiam o mesmo objetivo, mas por contratos diferentes</strong></p>
<p>Na prática, São Paulo montou duas operações paralelas para financiar o programa de eletrificação e melhoria do transporte coletivo.</p>
<p>O BID responde por metade dos US$ 496,6 milhões e o BIRD pela outra metade.</p>
<p>No contrato do BID, além da eletrificação, aparecem ações como ferramentas digitais, estudos, monitoramento, melhoria da capacidade de planejamento do transporte, plataforma MaaS, sistema SIGMA e medidas relacionadas à infraestrutura de recarga. A liberação do dinheiro está associada ao cumprimento de indicadores.</p>
<p>No extrato do BIRD publicado nesta terça-feira, a Prefeitura apresenta os objetivos de maneira mais ampla: reduzir emissões, melhorar a qualidade do transporte e aperfeiçoar a capacidade de gestão do sistema municipal.</p>
<p>O contrato do Banco Mundial entra em vigor quando a instituição comunicar que foram atendidas as condições de efetividade. A Prefeitura terá até 120 dias contados da assinatura para cumprir essas condições. As obrigações permanecem até a quitação integral dos valores desembolsados e dos demais encargos previstos.</p>
<p>Com a publicação dos dois contratos em dias consecutivos, ficam formalizadas as duas partes do pacote internacional de US$ 496,6 milhões que a Prefeitura pretende utilizar para acelerar a substituição de ônibus a diesel por veículos de menor emissão local, além de financiar ações de modernização do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo teve problemas no início da operação nesta terça-feira (1°)</title>
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    <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 08:30:37 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada ARTHUR FERRARI Passageiros da linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo enfrentaram dificuldades logo no início do atendimento comercial durante uma falha nesta terça-feira, 1° de setembro de 2026. Os trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada devido a falha em uma [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/08/linha-3-Vermelha.jpg?fit=800%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/08/linha-3-Vermelha.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/08/linha-3-Vermelha.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/08/linha-3-Vermelha.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/08/linha-3-Vermelha.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/08/linha-3-Vermelha.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Passageiros da linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo enfrentaram dificuldades logo no início do atendimento comercial durante uma falha nesta terça-feira, 1° de setembro de 2026.</p>
<p>Os trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada devido a falha em uma composição na região da estação Marechal Deodoro.</p>
<p>A operação foi afetada entre 5h26 e 5h34.</p>
<p>É o segundo dia seguido que a linha 3-Vermelha tem problemas logo nas primeiras horas de atendimento. Como mostroru o Diário do Transporte, o usuários também enfrentou dificuldades na manhã de segunda-feira (31).</p>
<p><strong>Relembre</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="90hKJwKUVp"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/31/linha-3-vermelha-do-metro-teve-problemas-no-inicio-da-operacao-nesta-segunda-31/">Linha 3-Vermelha do Metrô teve problemas no início da operação nesta segunda (31)</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Linha 3-Vermelha do Metrô teve problemas no início da operação nesta segunda (31)” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/31/linha-3-vermelha-do-metro-teve-problemas-no-inicio-da-operacao-nesta-segunda-31/embed/#?secret=SAqnBFhTCl#?secret=90hKJwKUVp" data-secret="90hKJwKUVp" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Novo PAC seleciona R$ 53,2 milhões para Viação Serrana, Viação Anchieta e Expresso Santa Paula comprarem ônibus novos</title>
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    <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 08:01:31 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Crédito com recursos do FGTS terá o Banco Mercedes-Benz como agente financeiro; duas propostas são destinadas ao sistema da Grande Vitória (ES) e uma ao transporte de Belo Horizonte (MG) ADAMO BAZANI O Ministério das Cidades selecionou três novas propostas que somam R$ 53,2 milhões em financiamentos para a compra de ônibus destinados ao transporte [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="679" height="404" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/serrana.jpg?fit=679%2C404&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/serrana.jpg?w=679&amp;ssl=1 679w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/serrana.jpg?resize=300%2C178&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/serrana.jpg?resize=150%2C89&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/serrana.jpg?resize=400%2C238&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px" /> <p><em>Crédito com recursos do FGTS terá o Banco Mercedes-Benz como agente financeiro; duas propostas são destinadas ao sistema da Grande Vitória (ES) e uma ao transporte de Belo Horizonte (MG)</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Ministério das Cidades selecionou três novas propostas que somam R$ 53,2 milhões em financiamentos para a compra de ônibus destinados ao transporte público coletivo urbano. Os recursos, previstos no Novo PAC – Mobilidade Urbana, no subeixo Renovação de Frota, conhecido como Refrota, foram aprovados para a Viação Serrana e a Expresso Santa Paula, no Espírito Santo, e para a Viação Anchieta, em Belo Horizonte, Minas Gerais.</p>
<p>Os atos foram publicados no Diário Oficial da União desta terça-feira, 1º de setembro de 2026, e preveem R$ 21,85 milhões para a Expresso Santa Paula, R$ 16,15 milhões para a Viação Serrana e R$ 15,2 milhões para a Viação Anchieta. Nos três casos, o Banco Mercedes-Benz do Brasil aparece como agente financeiro e o dinheiro tem como fonte o FGTS. A seleção, entretanto, ainda não significa que o financiamento tenha sido contratado ou que os ônibus já tenham sido adquiridos.</p>
<p><strong>Expresso Santa Paula fica com a maior operação, de R$ 21,85 milhões, e Viação Serrana terá R$ 16,15 milhões para o sistema da Grande Vitória</strong></p>
<p>Das três propostas divulgadas, a de maior valor é a da Expresso Santa Paula Ltda., no Espírito Santo: R$ 21,85 milhões para aquisição de ônibus destinados ao transporte público coletivo urbano.</p>
<p>O Diário Oficial relaciona à proposta os municípios de Cariacica, Fundão, Guarapari, Serra, Viana, Vila Velha e Vitória. O agente financeiro indicado é o Banco Mercedes-Benz do Brasil.</p>
<p>A Viação Serrana Ltda. também foi contemplada para o mesmo conjunto de municípios capixabas. Neste caso, o valor máximo do financiamento é de R$ 16,15 milhões, igualmente para aquisição de ônibus para o transporte público urbano e também com o Banco Mercedes-Benz como agente financeiro.</p>
<p>As duas empresas aparecem na relação oficial da Ceturb-ES como operadoras do Sistema Transcol e integrantes do Consórcio Atlântico Sul. A Viação Serrana está sediada na Serra, assim como a Expresso Santa Paula.</p>
<p>Somadas, as duas operações destinadas ao Espírito Santo chegam a R$ 38 milhões.</p>
<p><strong>Viação Anchieta poderá financiar R$ 15,2 milhões em ônibus para Belo Horizonte</strong></p>
<p>Em Minas Gerais, a Viação Anchieta Ltda. teve selecionada uma proposta de R$ 15,2 milhões para aquisição de ônibus destinados ao transporte coletivo urbano de Belo Horizonte.</p>
<p>Também neste caso, o Banco Mercedes-Benz do Brasil foi indicado como agente financeiro da operação.</p>
<p>A Viação Anchieta é uma das empresas do sistema convencional de ônibus da capital mineira e integra o Consórcio Dom Pedro II, que reúne concessionárias responsáveis pela operação de parte das linhas de Belo Horizonte. Documentos da própria Prefeitura e de órgãos públicos municipais relacionam a empresa ao consórcio.</p>
<p>O valor destinado à Anchieta corresponde a aproximadamente 28,6% dos R$ 53,2 milhões selecionados nesta rodada.</p>
<p>As regras da seleção do Novo PAC para Renovação de Frota permitem financiar ônibus elétricos e respectivos equipamentos de recarga ou veículos novos movidos a combustão que atendam à fase Proconve P-8, equivalente ao padrão Euro 6. Há opções para sistemas convencionais, BRTs e corredores exclusivos.</p>
<p><strong>Novos ônibus financiados pelo programa devem ter acessibilidade, ar-condicionado, internet e sistemas de monitoramento</strong></p>
<p>O processo de seleção de 2026 estabelece características mínimas para os ônibus financiados.</p>
<p>Segundo o Ministério das Cidades, os veículos sobre pneus devem ter acessibilidade. O programa também exige ar-condicionado e internet sem fio gratuita para os passageiros, além de sistemas embarcados de bilhetagem, rastreamento e monitoramento da operação.</p>
<p>Outro requisito é a existência de bilhetagem eletrônica no sistema ou sua implantação de forma simultânea ao projeto. Para operadores privados, é necessário ainda que a empresa tenha concessão ou permissão para prestar o serviço e apresente anuência do poder concedente.</p>
<p>Essas exigências fazem com que o financiamento não seja voltado apenas à substituição de ônibus antigos por unidades mais novas, mas também à modernização de equipamentos e serviços disponíveis aos passageiros.</p>
<p><strong>Seleção não representa liberação imediata dos R$ 53,2 milhões</strong></p>
<p>As três portarias publicadas pelo Ministério das Cidades tornam públicas as propostas selecionadas para o setor privado e determinam que as operações sejam implementadas com recursos do FGTS.</p>
<p>Na prática, essa etapa permite que os projetos avancem para a contratação do financiamento.</p>
<p>O próprio Ministério das Cidades informa que, no caso das propostas do setor privado selecionadas em 2026, existe prazo de 12 meses, contado da publicação da seleção, para a contratação da operação.</p>
<p>Portanto, os R$ 53,2 milhões não constituem repasse direto ou dinheiro a fundo perdido às empresas. São operações de crédito para renovação de frota, tendo recursos do FGTS como fonte de financiamento.</p>
<p><strong>Refrota utiliza FGTS para acelerar substituição de ônibus e admite operadores privados</strong></p>
<p>A Renovação de Frota do Novo PAC, também denominada Refrota pelo Ministério das Cidades, é uma linha de financiamento voltada à aquisição de veículos novos para o transporte público coletivo.</p>
<p>Além de estados e municípios, operadores privados que tenham concessão ou permissão podem apresentar propostas. O Ministério das Cidades faz o enquadramento e a seleção, enquanto a contratação financeira ocorre posteriormente com a instituição indicada na operação.</p>
<p>Em seleções anteriores, o programa já destinou recursos para ônibus elétricos e veículos Euro 6 em diversas cidades. Na primeira grande rodada do Novo PAC, divulgada em 2024, foram selecionadas 77 propostas que somavam R$ 10,6 bilhões e previam 2.296 ônibus elétricos, 3.015 ônibus Euro 6 e 39 veículos sobre trilhos.</p>
<p>Agora, com os atos publicados em 1º de setembro de 2026, Viação Serrana, Expresso Santa Paula e Viação Anchieta entram na relação de operadores privados com novas propostas selecionadas para financiar a renovação das frotas.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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