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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>ANTT suspende 15 testes de velocidade média em rodovias; TCU recomenda ajuste na concessão da Rota das Gerais</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/21/antt-suspende-15-testes-de-velocidade-media-em-rodovias-tcu-recomenda-ajuste-na-concessao-da-rota-das-gerais/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 08:31:01 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Projetos somente poderão ser retomados depois de adequações em estudos, sinalização e comunicação aos motoristas; tribunal também cobra revisão de faixas adicionais em trechos de Minas Gerais ADAMO BAZANI A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) suspendeu 15 projetos-piloto de fiscalização de velocidade média em rodovias federais concedidas. A paralisação foi determinada para permitir ajustes [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-21-at-03.06.40.jpeg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-21-at-03.06.40.jpeg?w=1262&amp;ssl=1 1262w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-21-at-03.06.40.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-21-at-03.06.40.jpeg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-21-at-03.06.40.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-21-at-03.06.40.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-21-at-03.06.40.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p dir="auto" data-start="3045" data-end="3238"><em data-start="3045" data-end="3238">Projetos somente poderão ser retomados depois de adequações em estudos, sinalização e comunicação aos motoristas; tribunal também cobra revisão de faixas adicionais em trechos de Minas Gerais</em></p>
<p dir="auto" data-start="3240" data-end="3258"><em data-start="3240" data-end="3258"><strong data-start="3241" data-end="3257">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p dir="auto" data-start="3260" data-end="3645">A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) suspendeu 15 projetos-piloto de fiscalização de velocidade média em rodovias federais concedidas. A paralisação foi determinada para permitir ajustes nos estudos técnicos, principalmente em relação à sinalização e à comunicação com os usuários, e os testes somente poderão ser retomados depois de uma autorização expressa da agência.</p>
<p dir="auto" data-start="3647" data-end="3952">Também na área de rodovias, o TCU (Tribunal de Contas da União) recomendou que a ANTT altere o projeto da concessão conhecida como Rota das Gerais, que abrange trechos das BRs 116 e 251 em Minas Gerais. O objetivo é adequar a localização de faixas adicionais às condições de geometria e relevo da rodovia.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="14s1qge" data-start="3954" data-end="4024">Testes de velocidade média ficam suspensos por prazo indeterminado</h3>
<p dir="auto" data-start="4026" data-end="4188">As 15 decisões foram publicadas pela Superintendência de Infraestrutura Rodoviária da ANTT no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 21 de setembro de 2026.</p>
<p dir="auto" data-start="4190" data-end="4455">Os projetos haviam sido autorizados em 9 de setembro, mas ficaram suspensos poucos dias depois. Segundo a agência, são necessários ajustes nos estudos técnicos sobre a sinalização e a forma de comunicação aos motoristas, com o objetivo de aprimorar os experimentos.</p>
<p dir="auto" data-start="4457" data-end="4648">A ANTT não estabeleceu um prazo para a conclusão dessas adequações. A retomada dependerá de manifestação expressa da superintendência responsável pela fiscalização das concessões rodoviárias.</p>
<p dir="auto" data-start="4650" data-end="4864">Entre as rodovias alcançadas pelas autorizações originais estão trechos das BRs 101, 163, 277, 376, 386, 040 e 050, além de rodovias estaduais administradas dentro de contratos federais, como as PRs 151, 444 e 862.</p>
<p dir="auto" data-start="4866" data-end="5026">Há projetos em concessões operadas por empresas como Ecovias Capixaba, Ecovias Minas Goiás, Motiva Pantanal, ViaCosteira, ViaSul e concessionárias do grupo EPR.</p>
<p dir="auto" data-start="5028" data-end="5322">Na BR-101, no Espírito Santo, por exemplo, o experimento abrangia diferentes segmentos entre os quilômetros 102 e 125. Na BR-050, em Minas Gerais, havia um trecho de aproximadamente 10,8 quilômetros, enquanto na BR-101, em Santa Catarina, o teste estava previsto entre os quilômetros 312 e 315.</p>
<p dir="auto" data-start="5324" data-end="5494">No Paraná, uma das autorizações alcançava segmentos da PR-444 e da PR-862. Também havia teste previsto na BR-163 em Mato Grosso do Sul, na região de São Gabriel do Oeste.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="iv8hgl" data-start="5496" data-end="5544">Como funciona o controle de velocidade média</h3>
<p dir="auto" data-start="5546" data-end="5768">Diferentemente do radar convencional, que registra a velocidade do veículo em um ponto específico, o sistema calcula quanto tempo o automóvel levou para percorrer uma distância conhecida entre dois pontos de monitoramento.</p>
<p dir="auto" data-start="5770" data-end="6078">Se o tempo registrado for menor que o necessário para cumprir o limite regulamentado, o sistema identifica que a velocidade média ficou acima da permitida. A tecnologia busca reduzir a prática de frear apenas nas proximidades dos radares e voltar a acelerar logo depois.</p>
<p dir="auto" data-start="6080" data-end="6339">Na fase experimental autorizada pela ANTT, os projetos teriam duração inicial de 180 dias. As concessionárias deveriam encaminhar relatórios mensais com dados de tráfego, comportamento dos condutores, confiabilidade dos equipamentos e resultados operacionais.</p>
<p dir="auto" data-start="6341" data-end="6559">Também estava previsto que não seriam aplicadas multas ou outras penalidades exclusivamente com base na velocidade média durante o período de testes. A suspensão impede, por enquanto, o avanço dessa etapa experimental.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="e50vxh" data-start="6561" data-end="6621">TCU pede mudança em faixas adicionais da Rota das Gerais</h3>
<p dir="auto" data-start="6623" data-end="6819">Em outra decisão relacionada às rodovias federais, o plenário do TCU recomendou que a ANTT revise a posição das faixas adicionais previstas no Programa de Exploração da Rodovia da Rota das Gerais.</p>
<p dir="auto" data-start="6821" data-end="7047">A recomendação alcança os trechos entre os quilômetros 377 e 378,6 e entre os quilômetros 382,4 e 384. Para o tribunal, a localização das faixas deve ser compatível com as características geométricas e topográficas da rodovia.</p>
<p dir="auto" data-start="7049" data-end="7238">A ANTT deverá informar ao TCU, no prazo de 60 dias após a notificação, quais providências adotou. Caso decida não seguir a recomendação, a agência deverá apresentar justificativas técnicas.</p>
<p dir="auto" data-start="7240" data-end="7553">A Rota das Gerais envolve a concessão de trechos das BRs 116 e 251 em Minas Gerais, ligando a região de Montes Claros e a divisa com a Bahia à área de Governador Valadares. A análise faz parte do acompanhamento realizado pelo TCU sobre a estruturação do projeto de concessão.</p>
<p dir="auto" data-start="7975" data-end="8034"><em data-start="7975" data-end="8034"><strong data-start="7976" data-end="8033">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>ANTT corrige CNPJ da Auto Viação Progresso em autorização de linha entre Paraíba e Pernambuco</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/09/21/antt-corrige-cnpj-da-auto-viacao-progresso-em-autorizacao-de-linha-entre-paraiba-e-pernambuco/</link>
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    <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 08:01:44 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Alteração cadastral alcança decisão que incluiu novo trecho no serviço entre Campina Grande e o Sertão pernambucano; mercados autorizados permanecem os mesmos ADAMO BAZANI A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) corrigiu o CNPJ da Empresa Auto Viação Progresso em uma decisão relacionada à linha interestadual entre Campina Grande, na Paraíba, e Petrolina, em Pernambuco. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="675" height="471" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/progresso.jpg?fit=675%2C471&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/progresso.jpg?w=675&amp;ssl=1 675w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/progresso.jpg?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/progresso.jpg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/progresso.jpg?resize=400%2C279&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 675px) 100vw, 675px" /> <p dir="auto" data-start="102" data-end="262"><em data-start="102" data-end="262">Alteração cadastral alcança decisão que incluiu novo trecho no serviço entre Campina Grande e o Sertão pernambucano; mercados autorizados permanecem os mesmos</em></p>
<p dir="auto" data-start="264" data-end="282"><em data-start="264" data-end="282"><strong data-start="265" data-end="281">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p dir="auto" data-start="284" data-end="595">A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) corrigiu o CNPJ da Empresa Auto Viação Progresso em uma decisão relacionada à linha interestadual entre Campina Grande, na Paraíba, e Petrolina, em Pernambuco. A retificação foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 21 de setembro de 2026.</p>
<p dir="auto" data-start="597" data-end="841">A medida é exclusivamente cadastral e não modifica os trechos autorizados, os municípios atendidos ou as condições operacionais do serviço. O CNPJ que constava anteriormente foi substituído pelo número correspondente à matriz da transportadora.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="1wwo0ho" data-start="843" data-end="894">Correção alcança autorização publicada em março</h3>
<p dir="auto" data-start="896" data-end="1059">A retificação foi feita pela Supas (Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros) em decisão originalmente publicada em 2 de março de 2026.</p>
<p dir="auto" data-start="1061" data-end="1208">Onde constava o CNPJ 10.788.677/0022-14, a ANTT determinou que passe a constar o CNPJ 10.788.677/0001-90 para a Empresa Auto Viação Progresso Ltda.</p>
<p dir="auto" data-start="1210" data-end="1557">A decisão original havia modificado o Termo de Autorização de Serviços Regulares, conhecido como TAR, referente à linha Campina Grande/PB–Petrolina/PE. Na ocasião, a agência incluiu o trecho entre Campina Grande e Lagoa Grande, em Pernambuco, e consolidou os mercados que poderiam ser operados pela companhia.</p>
<p dir="auto" data-start="1559" data-end="1838">Entre as ligações relacionadas ao termo estão serviços partindo de Campina Grande e Barra de Santana, na Paraíba, para cidades pernambucanas como Arcoverde, Caruaru, Petrolina, Salgueiro, Santa Maria da Boa Vista, Serra Talhada, Toritama, Santa Cruz do Capibaribe e Lagoa Grande.</p>
<p dir="auto" data-start="1840" data-end="1969">A inclusão de Campina Grande–Lagoa Grande também reiniciou a contagem do período mínimo de atendimento exigido para esse mercado.</p>
<h3 dir="auto" data-section-id="1qopcil" data-start="1971" data-end="2033">Ato não representa nova autorização ou mudança de operação</h3>
<p dir="auto" data-start="2035" data-end="2271">A publicação desta segunda-feira não concede uma nova linha à Auto Viação Progresso e tampouco amplia os mercados anteriormente aprovados. Trata-se apenas da correção da identificação cadastral da transportadora na decisão já existente.</p>
<p dir="auto" data-start="2273" data-end="2379">Assim, passageiros e municípios atendidos não devem perceber mudanças na operação em razão da retificação.</p>
<p dir="auto" data-start="2857" data-end="2916"><em data-start="2857" data-end="2916"><strong data-start="2858" data-end="2915">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Escritório de Milton Leite em São Paulo tem HDs com imagens de câmeras, dinheiro e documentos levados; polícia investiga</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 07:13:50 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Possível furto está entre as linhas de apuração, que também deve verificar se a retirada dos materiais tem relação com a operação sobre suspeitas de infiltração do PCC no transporte coletivo ADAMO BAZANI O escritório do ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite, na zona sul da capital paulista, teve HDs que armazenavam [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sp2-prisao-milton-leite-20260918-1559-frame-1434.jpeg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sp2-prisao-milton-leite-20260918-1559-frame-1434.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sp2-prisao-milton-leite-20260918-1559-frame-1434.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sp2-prisao-milton-leite-20260918-1559-frame-1434.jpeg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sp2-prisao-milton-leite-20260918-1559-frame-1434.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sp2-prisao-milton-leite-20260918-1559-frame-1434.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sp2-prisao-milton-leite-20260918-1559-frame-1434.jpeg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/sp2-prisao-milton-leite-20260918-1559-frame-1434.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p dir="auto" data-start="126" data-end="318"><em data-start="126" data-end="318">Possível furto está entre as linhas de apuração, que também deve verificar se a retirada dos materiais tem relação com a operação sobre suspeitas de infiltração do PCC no transporte coletivo</em></p>
<p dir="auto" data-start="320" data-end="338"><strong data-start="320" data-end="338"><em data-start="322" data-end="336">ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)">
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" dir="auto" data-start="340" data-end="581">O escritório do ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite, na zona sul da capital paulista, teve HDs que armazenavam imagens de câmeras de segurança, dinheiro e papéis levados na noite deste domingo, 20 de setembro de 2026.</p>
<p dir="auto" data-start="583" data-end="969">A Polícia Civil investiga as circunstâncias da ocorrência e quem retirou os materiais do imóvel. Uma das possibilidades analisadas é a de furto, mas os investigadores também devem apurar se o episódio possui alguma relação com a Operação Vectura Corrupta, que investiga suspeitas de infiltração do PCC (Primeiro Comando da Capital) em empresas do transporte coletivo e no poder público.</p>
<p dir="auto" data-start="971" data-end="1152">Até a publicação desta reportagem, não havia sido informado o período das gravações armazenadas nos equipamentos.</p>
<p dir="auto" data-start="1154" data-end="1330">A polícia também não havia esclarecido se houve sinais de arrombamento, quantas pessoas participaram da ação e se outras câmeras da região registraram a movimentação no imóvel.</p>
<p dir="auto" data-start="1332" data-end="1392"><strong data-start="1332" data-end="1392">Retirada dos HDs pode dificultar recuperação das imagens</strong></p>
<p dir="auto" data-start="1394" data-end="1689">Os HDs guardavam gravações produzidas pelas câmeras de segurança do escritório. A retirada dos equipamentos pode dificultar a verificação de quem entrou no imóvel e dos horários de movimentação, caso as imagens não estejam armazenadas simultaneamente em servidores externos ou sistemas de nuvem.</p>
<p dir="auto" data-start="1691" data-end="1855">A perícia e os investigadores devem procurar outros equipamentos, registros eletrônicos e imagens de imóveis vizinhos que possam ajudar a reconstituir a ocorrência.</p>
<p dir="auto" data-start="1857" data-end="2117">A polícia também deverá verificar se houve retirada seletiva de materiais ou se outros objetos foram levados. Essa análise poderá ajudar a diferenciar um possível crime patrimonial de uma ação direcionada aos documentos e às gravações existentes no escritório.</p>
<p dir="auto" data-start="2119" data-end="2345">Por enquanto, não há confirmação de que os materiais estejam diretamente relacionados às investigações envolvendo Milton Leite. Essa possível ligação integra o conjunto de hipóteses que deverá ser analisado pela Polícia Civil.</p>
<p dir="auto" data-start="2347" data-end="2424"><strong data-start="2347" data-end="2424">Operação investiga suspeitas de infiltração do PCC no transporte coletivo</strong></p>
<p dir="auto" data-start="2426" data-end="2829">Milton Leite é um dos investigados na Operação Vectura Corrupta, deflagrada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e pela Polícia Civil. A investigação apura suspeitas de infiltração de integrantes do PCC em empresas de transporte coletivo, corrupção de servidores públicos, lavagem de dinheiro, interferência em contratos e financiamento eleitoral ilícito.</p>
<p dir="auto" data-start="2831" data-end="3155">O ex-presidente da Câmara Municipal teve a prisão temporária decretada e apresentou-se à polícia na sexta-feira (18). A Justiça manteve a detenção após audiência de custódia. Milton Leite nega envolvimento com a organização criminosa e afirma não ser proprietário de empresas de ônibus.</p>
<p dir="auto" data-start="3157" data-end="3431">Entre as suspeitas investigadas está a de que Leite seria o proprietário de fato da Transwolff, antiga operadora do sistema municipal de ônibus de São Paulo. O ex-vereador e a empresa negam que ele tenha participação societária ou atuação na administração da transportadora.</p>
<p dir="auto" data-start="3433" data-end="3681">A Transwolff foi investigada na Operação Fim da Linha, deflagrada em 2024 pelo Ministério Público, sob suspeita de ligação com integrantes do PCC e lavagem de dinheiro. A Prefeitura de São Paulo encerrou os contratos da empresa em dezembro de 2025.</p>
<p dir="auto" data-start="3683" data-end="3939">A Operação Vectura Corrupta também atingiu empresários do setor de ônibus, funcionários e ex-dirigentes da SPTrans, políticos, advogados e pessoas apontadas como ligadas à facção criminosa. Entre os detidos está o ex-presidente da SPTrans Levi de Oliveira.</p>
<p dir="auto" data-start="3941" data-end="4000" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="3941" data-end="4000" data-is-last-node=""><em data-start="3943" data-end="3998">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
</div>
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    <title>VÍDEO: Ônibus da Piracicabana perde o controle e avança sobre plataforma na Rodoviária de Campinas</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 04:37:34 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ocorrência foi registrada na noite deste domingo (20) no Terminal Multimodal Ramos de Azevedo; causas ainda serão apuradas ADAMO BAZANI Um ônibus rodoviário da Viação Piracicabana perdeu o controle e avançou sobre uma plataforma do Terminal Multimodal Ramos de Azevedo, a Rodoviária de Campinas, no interior de São Paulo, na noite deste domingo, 20 de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="923" height="516" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CAMOINAS.jpg?fit=923%2C516&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CAMOINAS.jpg?w=923&amp;ssl=1 923w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CAMOINAS.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CAMOINAS.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CAMOINAS.jpg?resize=768%2C429&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/CAMOINAS.jpg?resize=400%2C224&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 923px) 100vw, 923px" /> <p dir="auto" data-start="102" data-end="226"><em data-start="102" data-end="226">Ocorrência foi registrada na noite deste domingo (20) no Terminal Multimodal Ramos de Azevedo; causas ainda serão apuradas</em></p>
<p dir="auto" data-start="228" data-end="246"><strong data-start="228" data-end="246"><em data-start="230" data-end="244">ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><div style="width: 720px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-534754-2" width="720" height="1280" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Onibus_Expresso_de_Prata_Rodoviaria_de_Campinas_Diario_do_Transporte.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Onibus_Expresso_de_Prata_Rodoviaria_de_Campinas_Diario_do_Transporte.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Onibus_Expresso_de_Prata_Rodoviaria_de_Campinas_Diario_do_Transporte.mp4</a></video></div></p>
<p dir="auto" data-start="248" data-end="479">Um ônibus rodoviário da Viação Piracicabana perdeu o controle e avançou sobre uma plataforma do Terminal Multimodal Ramos de Azevedo, a Rodoviária de Campinas, no interior de São Paulo, na noite deste domingo, 20 de setembro de 2026.</p>
<p dir="auto" data-start="481" data-end="718">O veículo subiu na área destinada à circulação e à espera dos passageiros. Até a publicação desta reportagem, não havia confirmação oficial sobre pessoas feridas emestado grave nem detalhes sobre o que provocou a movimentação descontrolada do coletivo.</p>
<p dir="auto" data-start="720" data-end="1023">As circunstâncias da ocorrência ainda serão apuradas. Entre os pontos que precisam ser esclarecidos estão se o motorista passou mal no momento do acidente, se houve falha mecânica ou no sistema de freios e se o veículo estava em manobra, estacionado ou se preparava para iniciar uma viagem.</p>
<p dir="auto" data-start="1025" data-end="1191">Também não havia, até o momento, informações sobre eventuais danos estruturais à plataforma nem sobre possíveis alterações nos embarques e desembarques da rodoviária.</p>
<p dir="auto" data-start="1193" data-end="1479">O <strong data-start="1195" data-end="1221"><em data-start="1197" data-end="1219">Diário do Transporte</em></strong> procurou a Piracicabana e a administração do Terminal Multimodal Ramos de Azevedo para obter informações sobre passageiros, funcionários, danos, causas preliminares e a retirada do ônibus do local. A reportagem será atualizada assim que houver retorno.</p>
<p dir="auto" data-start="1481" data-end="1654">O terminal, inaugurado em 2008, concentra operações de ônibus rodoviários intermunicipais e interestaduais e integra o complexo de transportes da região central de Campinas.</p>
<p dir="auto" data-start="1656" data-end="1715" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><strong data-start="1656" data-end="1715" data-is-last-node=""><em data-start="1658" data-end="1713">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Curitiba (PR) atinge marca de 50 Abrigos Amigos em funcionamento</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 01:00:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Iniciativa tem como foco a proteção das mulheres que utilizam o transporte público VINÍCIUS DE OLIVEIRA A cidade de Curitiba (PR) agora conta com 50 Abrigos Amigos em funcionamento. Trata-se de painéis digitais de pontos de ônibus em telas de atendimento remoto por videochamada para reforçar a segurança para os passageiros no período noturno, com [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/00581352.png?fit=800%2C533&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/00581352.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/00581352.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/00581352.png?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/00581352.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/00581352.png?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Iniciativa tem como foco a proteção das mulheres que utilizam o transporte público</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A cidade de Curitiba (PR) agora conta com 50 Abrigos Amigos em funcionamento. Trata-se de painéis digitais de pontos de ônibus em telas de atendimento remoto por videochamada para reforçar a segurança para os passageiros no período noturno, com foco especial na proteção das mulheres.</p>
<p>A iniciativa é realizada em parceria com a concessionária de mobiliário urbano Eletromídia e a operadora de telefonia Claro.</p>
<p>Os equipamentos estão disponíveis para os passageiros todos os dias, sempre das 20h às 5h.</p>
<p>Nos últimos três meses, foram registradas 400 chamadas, sendo 398 pedidos de companhia e dois pedidos de acolhimento social.</p>
<p>De acordo com a prefeitura de Curitiba, os horários mais requisitados são das 20h às 23h.</p>
<p>O primeiro ponto foi inaugurado em 1º de junho, na Avenida Marechal Deodoro, 555, em frente ao prédio da Receita Federal, no Centro, local por onde passam 11 linhas de ônibus.</p>
<h3>Confira aqui a lista completa dos abrigos em funcionamento</h3>
<ul>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Alameda Princesa Isabel, 1555 </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Alferes Ângelo Sampaio, 58</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Anita Garibaldi (praça Pedro Alexandre Brotto)</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Anita Garibaldi, 2671 </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Com. Franco, 2958 </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Com. Franco, 5664 </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida do Batel, 1824 </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Iguacu, 2713  </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Iguacu, 3939 </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Manoel Ribas, 940</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Manoel Ribas, 5811 </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Munhoz da Rocha, 1089</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Nossa Sra de Lourdes, 350</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Presidente Arthur Bernardes, 43</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Presidente Arthur Bernardes, 242</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Presidente Getúlio Vargas, 1696 </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Pres Kennedy, 2221 </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida São José, 468</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Sete de Setembro, 1855</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Vicente Machado, 1643 </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Victor Ferreira do Amaral, 2700</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Avenida Victor Ferreira do Amaral, 243 </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Parque Barigui (Avenida Cândido Hartmann, 2300) </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Amâncio Moro, estádio Couto Pereira</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Amintas de Barros, 510</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Augusto Stresser, 1184</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Augusto Stresser, 2029</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Bento Viana, 42</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Bento Viana, 995</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Campos Sales, praça Nossa Sra da Glória</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Carlos Klemtz, 800</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Cel Francisco Heraclito dos Santos, 345 </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Chile, 1678</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Eduardo Sprada, 5251</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Francisco Derosso, 3493</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Francisco Raitani 6065</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Gal Mário Tourinho, 2315</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Imaculada Conceição, 1174</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Itatiaia, 30</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Itupava, 1012</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua João Gava, 870</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Marechal Deodoro, 555</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Mateus Leme, 5839 </span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Monteiro Tourinho, 1354</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Nilo Cairo, 350</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Padre Agostinho, 2885</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Rua Padre Germano Mayer, 1039</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Prof Nilo Brandão, 711</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">Visconde de Nácar, 1300</span></li>
<li><span class="ck-list-bogus-paragraph">XV de Novembro, 2254</span></li>
</ul>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  <item>
    <title>HISTÓRIA &#8211; ESPECIAL: Há 11 anos, ANTT autorizava incorporação da São Geraldo pela Gontijo; compra havia sido realizada em 2003</title>
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	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 00:43:15 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[História]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão publicada em 16 de setembro de 2015 abriu caminho para a absorção definitiva das linhas, da frota e da estrutura da companhia fundada em Caratinga (MG); trajetória das duas empresas acompanha a expansão do transporte rodoviário brasileiro ADAMO BAZANI A publicação que completa 11 anos na última quarta-feira, 16 de setembro de 2026, marcou [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/adamo-s-geraldo-21300.webp?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/adamo-s-geraldo-21300.webp?w=2048&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/adamo-s-geraldo-21300.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/adamo-s-geraldo-21300.webp?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/adamo-s-geraldo-21300.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/adamo-s-geraldo-21300.webp?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/adamo-s-geraldo-21300.webp?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/adamo-s-geraldo-21300.webp?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p dir="auto" data-start="109" data-end="357"><em data-start="109" data-end="357">Decisão publicada em 16 de setembro de 2015 abriu caminho para a absorção definitiva das linhas, da frota e da estrutura da companhia fundada em Caratinga (MG); trajetória das duas empresas acompanha a expansão do transporte rodoviário brasileiro</em></p>
<p dir="auto" data-start="359" data-end="377"><em data-start="359" data-end="377"><strong data-start="360" data-end="376">ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p dir="auto" data-start="379" data-end="790">A publicação que completa 11 anos na última quarta-feira, 16 de setembro de 2026, marcou o  encerramento definitivo da Companhia São Geraldo de Viação como empresa e marca independente. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) concedeu anuência para que a São Geraldo fosse incorporada pela Empresa Gontijo de Transportes, permitindo a transferência de sua estrutura operacional, frota e linhas.</p>
<p dir="auto" data-start="379" data-end="790">O <strong><em>Diário do Tramsporte </em></strong>relembra a resolução da Agência:</p>
<p dir="auto" data-start="379" data-end="790"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-534195" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-5.jpg?resize=478%2C476&#038;ssl=1" alt="" width="478" height="476" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-5.jpg?w=478&amp;ssl=1 478w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-5.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-5.jpg?resize=150%2C149&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/untitled-design-5.jpg?resize=400%2C398&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 478px) 100vw, 478px" /></p>
<p dir="auto" data-start="792" data-end="1225">A decisão, entretanto, não representou a compra da São Geraldo pela Gontijo. O negócio havia sido acertado no fim de 2003 e concluído em 2004. Durante mais de uma década, as duas empresas permaneceram no mesmo grupo econômico, mas ainda mantinham identidades próprias. A autorização de setembro de 2015 permitiu a incorporação societária e regulatória, seguida pela retirada gradual da marca São Geraldo dos ônibus e das rodoviárias.</p>
<p dir="auto" data-start="1227" data-end="1498">O <em data-start="1229" data-end="1255"><strong data-start="1230" data-end="1254">Diário do Transporte</strong></em> <a class="decorated-link" href="https://diariodotransporte.com.br/?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="1256" data-end="1350">noticiou a autorização da ANTT em 16 de setembro de 2015</a>, destacando que as companhias já faziam parte do mesmo grupo, mas que a medida permitiria a transferência das linhas da São Geraldo para a Gontijo.</p>
<p dir="auto" data-start="1227" data-end="1498">Relembre a notícia:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="N5iUYUUGJA"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2015/09/16/antt-autoriza-incorporacao-da-sao-geraldo-pela-gontijo/">ANTT autoriza incorporação da São Geraldo pela Gontijo</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“ANTT autoriza incorporação da São Geraldo pela Gontijo” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2015/09/16/antt-autoriza-incorporacao-da-sao-geraldo-pela-gontijo/embed/#?secret=VZrFccAPz2#?secret=N5iUYUUGJA" data-secret="N5iUYUUGJA" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p dir="auto" data-start="1542" data-end="1738"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-534199" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-11.jpg?resize=516%2C387&#038;ssl=1" alt="" width="516" height="387" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-11.jpg?w=516&amp;ssl=1 516w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-11.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-11.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-11.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 516px) 100vw, 516px" /></p>
<p dir="auto" data-start="1740" data-end="1928">A compra da São Geraldo ocorreu ainda antes: foi negociada no fim de 2003 e concluída em 2004. Assim, são aproximadamente 23 anos desde o início da aquisição e 22 anos desde sua conclusão.</p>
<p dir="auto" data-start="1930" data-end="2188">O ato da ANTT foi breve. A agência concedeu anuência prévia para a operação de incorporação da Companhia São Geraldo de Viação pela Empresa Gontijo de Transportes. O documento foi assinado pelo então diretor-geral substituto da agência, Marcelo Vinaud Prado.</p>
<p dir="auto" data-start="1930" data-end="2188"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-534208" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/salvrtot.jpg?resize=749%2C191&#038;ssl=1" alt="" width="749" height="191" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/salvrtot.jpg?w=749&amp;ssl=1 749w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/salvrtot.jpg?resize=300%2C77&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/salvrtot.jpg?resize=150%2C38&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/salvrtot.jpg?resize=400%2C102&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 749px) 100vw, 749px" /></p>
<p dir="auto" data-start="2190" data-end="2513">A autorização era necessária porque as linhas rodoviárias interestaduais integram um serviço regulado pelo poder público. Mudanças societárias envolvendo empresas responsáveis por essas ligações dependem de análise do órgão regulador, principalmente quando incluem transferência de mercados, linhas e direitos operacionais.</p>
<h2 dir="auto" data-section-id="zypdfm" data-start="2515" data-end="2591">São Geraldo nasceu em Caratinga e cresceu nas ligações de longa distância</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-534200" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-9-1.jpg?resize=518%2C386&#038;ssl=1" alt="" width="518" height="386" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-9-1.jpg?w=518&amp;ssl=1 518w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-9-1.jpg?resize=300%2C224&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-9-1.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-9-1.jpg?resize=400%2C298&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 518px) 100vw, 518px" /></p>
<p dir="auto" data-start="2593" data-end="2976">Os registros históricos disponíveis apresentam divergência sobre o ano exato de fundação da São Geraldo. Material ligado à memória empresarial do setor aponta 1949, enquanto outras referências indicam 1957. Há consenso, entretanto, de que a empresa nasceu em Caratinga, no leste de Minas Gerais, a partir da aquisição de uma pequena transportadora por um grupo de empresários locais.</p>
<p dir="auto" data-start="2978" data-end="3251">Na década de 1960, sob a liderança do empresário Benito Porcaro, a São Geraldo iniciou uma fase de expansão. A companhia ampliou as ligações dentro de Minas Gerais e avançou para rotas interestaduais, principalmente entre as regiões Sudeste, Nordeste, Norte e Centro-Oeste.</p>
<p dir="auto" data-start="3253" data-end="3536">A empresa passou a operar percursos longos, atravessando diferentes estados e atendendo cidades que ainda possuíam poucas alternativas de transporte. Em muitos desses trajetos, os ônibus rodoviários eram a principal ligação dos municípios menores com as capitais e centros regionais.</p>
<p dir="auto" data-start="3538" data-end="3751">No início dos anos 1980, depois de uma cisão societária, a sede foi transferida para Belo Horizonte. Posteriormente, a estrutura operacional ficou instalada em Contagem, na Região Metropolitana da capital mineira.</p>
<h2 dir="auto" data-section-id="8j50ql" data-start="3753" data-end="3844">Revezamento de motoristas e venda informatizada de passagens fizeram parte da trajetória</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-534201" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/so-geraldo-antigo-9163-2.webp?resize=640%2C400&#038;ssl=1" alt="" width="640" height="400" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/so-geraldo-antigo-9163-2.webp?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/so-geraldo-antigo-9163-2.webp?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/so-geraldo-antigo-9163-2.webp?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/so-geraldo-antigo-9163-2.webp?resize=400%2C250&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p dir="auto" data-start="3846" data-end="4155">A São Geraldo ficou conhecida no setor pelo uso do revezamento de motoristas em viagens de longa duração. Nesse modelo, diferentes profissionais assumiam a condução durante o percurso, reduzindo a necessidade de longas paradas e evitando que um único motorista permanecesse ao volante por períodos excessivos.</p>
<p dir="auto" data-start="4157" data-end="4438">A companhia também esteve entre as empresas rodoviárias que adotaram sistemas informatizados de venda, reservas e emissão de passagens de ida e volta. Eram mudanças importantes em uma época na qual grande parte dos controles ainda era feita manualmente nos guichês das rodoviárias.</p>
<p dir="auto" data-start="4440" data-end="4706">Em 2003, a empresa lançou a chamada TV Santo Forte em parte da frota. Os ônibus receberam aparelhos para exibição de programação durante as viagens. A denominação fazia referência à expressão associada à São Geraldo e utilizada em sua comunicação com os passageiros.</p>
<p dir="auto" data-start="4708" data-end="4999">A empresa também era chamada de Sanger por funcionários, passageiros e admiradores. Antes da incorporação, atendia 17 estados, percorria aproximadamente 95 milhões de quilômetros por ano e possuía uma frota estimada em cerca de 800 veículos, segundo registros históricos publicados na época.</p>
<p dir="auto" data-start="4708" data-end="4999"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-534202" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-10.jpg?resize=596%2C335&#038;ssl=1" alt="" width="596" height="335" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-10.jpg?w=596&amp;ssl=1 596w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-10.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-10.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-10.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 596px) 100vw, 596px" /></p>
<h2 dir="auto" data-section-id="dkb8os" data-start="5001" data-end="5066">Gontijo começou com uma jardineira no interior de Minas Gerais</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-534205" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/0-1.jpg?resize=700%2C442&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="442" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/0-1.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/0-1.jpg?resize=300%2C189&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/0-1.jpg?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/0-1.jpg?resize=400%2C253&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p dir="auto" data-start="5068" data-end="5339">A história da Gontijo começou em 1943, em Carmo do Paranaíba, também no interior de Minas Gerais. O fundador Abílio Pinto Gontijo tinha 19 anos e trabalhava como mecânico quando iniciou o transporte de passageiros com uma jardineira Chevrolet Comercial fabricada em 1940.</p>
<p dir="auto" data-start="5341" data-end="5518">A primeira ligação atendia Carmo do Paranaíba e Patos de Minas. As viagens eram realizadas em estradas de terra, sujeitas a poeira nos períodos secos e a lama durante as chuvas.</p>
<p dir="auto" data-start="5520" data-end="5818">Com o crescimento da demanda, a empresa transferiu sua estrutura para Patos de Minas e ampliou os serviços em direção a Belo Horizonte. Entre as ligações implantadas estavam os trajetos entre a capital mineira e Patos de Minas, passando por São Gotardo ou Três Marias, além da conexão com Pirapora.</p>
<p dir="auto" data-start="5820" data-end="6001">Em 1965, Abílio Gontijo transferiu a sede para Belo Horizonte. A mudança aproximou a empresa de um dos principais centros urbanos do país e facilitou a expansão para outros estados.</p>
<p dir="auto" data-start="6003" data-end="6328">Nas décadas seguintes, a Gontijo avançou para o Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste e Norte. Esse crescimento acompanhou a abertura e pavimentação de rodovias e os movimentos migratórios internos, período em que milhões de brasileiros passaram a viajar entre o interior, as capitais e as novas áreas de desenvolvimento econômico.</p>
<p dir="auto" data-start="6003" data-end="6328"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-534206" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-12.jpg?resize=596%2C335&#038;ssl=1" alt="" width="596" height="335" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-12.jpg?w=596&amp;ssl=1 596w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-12.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-12.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/images-12.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 596px) 100vw, 596px" /></p>
<p dir="auto" data-start="6330" data-end="6423">O grupo também passou a reunir outras empresas, entre elas as viações Nacional e Continental.</p>
<h2 dir="auto" data-section-id="6l8644" data-start="6425" data-end="6501">Compra ampliou presença da Gontijo nas regiões atendidas pela São Geraldo</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-534209" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/GONTIJOMPPR-RJ.jpg?resize=1024%2C768&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="768" /></p>
<p dir="auto" data-start="6503" data-end="6747">Quando a aquisição foi negociada, no fim de 2003, Gontijo e São Geraldo estavam entre as empresas mais conhecidas do transporte rodoviário nacional. As duas possuíam origem mineira, mas haviam construído redes interestaduais de grande extensão.</p>
<p dir="auto" data-start="6749" data-end="6937">A operação permitiu à Gontijo assumir mercados nos quais a São Geraldo possuía presença histórica, especialmente nas ligações de longa distância envolvendo o Nordeste, o Norte e o Sudeste.</p>
<p dir="auto" data-start="6939" data-end="7188">Mesmo depois da conclusão da compra, em 2004, a São Geraldo continuou circulando com nome, pintura, funcionários, guichês e ônibus próprios. Para o passageiro, as empresas ainda apareciam como marcas diferentes, apesar de pertencerem ao mesmo grupo.</p>
<p dir="auto" data-start="7190" data-end="7361">Os valores e as condições comerciais da aquisição não aparecem na resolução da ANTT de 2015. O documento tratou exclusivamente da anuência regulatória para a incorporação.</p>
<h2 dir="auto" data-section-id="1j39myk" data-start="7363" data-end="7431">Autorização de 2015 iniciou retirada gradual da marca São Geraldo</h2>
<p><strong>Relembre a reportagem:</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="rFBWQhYfta"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2015/09/18/gontijo-confirma-fim-da-sao-gerlado/">Gontijo confirma fim da São Geraldo</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Gontijo confirma fim da São Geraldo” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2015/09/18/gontijo-confirma-fim-da-sao-gerlado/embed/#?secret=K7O5hWTlXQ#?secret=rFBWQhYfta" data-secret="rFBWQhYfta" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p dir="auto" data-start="7433" data-end="7603">Com a autorização concedida pela ANTT, a Gontijo pôde avançar na absorção definitiva da companhia adquirida mais de uma década antes. A mudança não ocorreu de uma só vez.</p>
<p dir="auto" data-start="7605" data-end="7839">Inicialmente, ônibus da São Geraldo começaram a receber o nome Gontijo. Posteriormente, os veículos foram repintados ou substituídos, e os guichês, sistemas de venda e demais estruturas passaram a adotar a identidade da incorporadora.</p>
<p dir="auto" data-start="7841" data-end="8171">Para os passageiros, a principal consequência foi a mudança da empresa identificada nas passagens, nos ônibus e nos pontos de atendimento. As ligações não foram simplesmente encerradas por causa da incorporação: passaram a integrar a operação da Gontijo ou de outras empresas do mesmo grupo, conforme as autorizações regulatórias.</p>
<p dir="auto" data-start="8173" data-end="8446">A São Geraldo deixou de existir gradualmente como marca, mas sua rede de linhas, seus veículos, trabalhadores e estruturas foram incorporados à operação do grupo. Parte da história da companhia permaneceu, portanto, nas ligações rodoviárias que continuaram sendo atendidas.</p>
<p dir="auto" data-start="8448" data-end="8789">A decisão de setembro de 2015 encerrou um processo iniciado quase 12 anos antes e reuniu definitivamente duas trajetórias ligadas ao desenvolvimento do transporte rodoviário brasileiro. A Gontijo seguiu em operação, enquanto a São Geraldo passou a fazer parte da memória de passageiros e trabalhadores que atravessaram o país em seus ônibus.</p>
<p dir="auto" data-start="8791" data-end="8850" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em data-start="8791" data-end="8850" data-is-last-node=""><strong data-start="8792" data-end="8849">Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Semana Nacional do Trânsito começa com pedestres entre as maiores vítimas, avanço das mototáxis como novo risco e transporte coletivo essencial para salvar vidas</title>
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    <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 00:24:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Brasil registrou 37.150 mortes no trânsito em 2024, maior número em oito anos; motociclistas já representam 41,6% dos óbitos, enquanto pedestres continuam expostos à velocidade e à falta de infraestrutura segura ADAMO BAZANI A Semana Nacional do Trânsito, realizada entre 18 e 25 de setembro, começou com um alerta que vai além do comportamento individual [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/897dd44159307989caf0385622a0a967b993fee9.webp?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/897dd44159307989caf0385622a0a967b993fee9.webp?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/897dd44159307989caf0385622a0a967b993fee9.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/897dd44159307989caf0385622a0a967b993fee9.webp?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/897dd44159307989caf0385622a0a967b993fee9.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/897dd44159307989caf0385622a0a967b993fee9.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/897dd44159307989caf0385622a0a967b993fee9.webp?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Brasil registrou 37.150 mortes no trânsito em 2024, maior número em oito anos; motociclistas já representam 41,6% dos óbitos, enquanto pedestres continuam expostos à velocidade e à falta de infraestrutura segura</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Semana Nacional do Trânsito, realizada entre 18 e 25 de setembro, começou com um alerta que vai além do comportamento individual de motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres: o Brasil precisa rever o modelo de mobilidade que estimula deslocamentos individuais motorizados, aumenta a exposição das pessoas ao risco e ainda reserva espaço insuficiente para calçadas, travessias, ciclovias e transporte coletivo.</p>
<p>Os dados mais recentes mostram que os pedestres continuam entre as principais vítimas da insegurança viária e são os usuários mais vulneráveis fisicamente, embora os motociclistas tenham assumido, numericamente, a liderança das mortes no País. O crescimento do uso profissional das motos, incluindo entregas, motofrete e mototáxi por aplicativos, amplia a preocupação, principalmente quando ocorre sem planejamento, fiscalização, formação adequada dos condutores e controle da jornada.</p>
<p>Nesse cenário, investir em ônibus, trens, metrôs, corredores, faixas exclusivas e integração tarifária não é apenas uma política de mobilidade ou de redução de congestionamentos. É também uma política de segurança viária. Quanto maior a participação do transporte coletivo nos deslocamentos, menor tende a ser a exposição de pessoas a viagens individuais em automóveis e motocicletas.</p>
<p>A Semana Nacional do Trânsito é prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro e mobiliza órgãos públicos, entidades e empresas em ações de educação, engenharia e fiscalização. Em 2026, o Conselho Nacional de Trânsito manteve a mensagem nacional “Desacelere. Seu bem maior é a vida”, adotada no calendário das campanhas educativas.</p>
<p><strong>Brasil volta a superar 37 mil mortes no trânsito</strong></p>
<p>O País registrou 37.150 mortes no trânsito em 2024, segundo a base consolidada mais recente do SIM, o Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde.</p>
<p>Foram 2.269 óbitos a mais do que em 2023, quando ocorreram 34.881 mortes. O crescimento de 6,5% levou o Brasil novamente a um patamar próximo ao observado em 2016 e interrompeu parte dos avanços obtidos durante a década passada.</p>
<p>Os números de 2024 foram disponibilizados pelo Ministério da Saúde em dezembro de 2025 e analisados pelo Observatório Nacional de Segurança Viária. As estatísticas nacionais de mortalidade possuem uma defasagem porque dependem da consolidação das declarações de óbito e da revisão dos registros enviados por estados e municípios.</p>
<p>O aumento não ocorreu de maneira uniforme. A Região Norte registrou alta de 15,71%, seguida pelo Nordeste, com 11,61%; Sul, com 6,05%; e Centro-Oeste, com 5,9%. O Sudeste apresentou redução de 0,81%.</p>
<p>Homens representaram 82% das pessoas mortas. A faixa etária com maior quantidade de vítimas foi a de 20 a 24 anos, mostrando que a violência viária atinge principalmente uma população jovem, em idade de estudo, trabalho e formação familiar.</p>
<p><strong>Pedestres não lideram o total nacional, mas continuam entre as maiores vítimas</strong></p>
<p>Os dados nacionais exigem uma correção importante: atualmente, os pedestres não são o grupo com o maior número absoluto de mortes no trânsito brasileiro. Essa posição passou a ser ocupada pelos motociclistas.</p>
<p>Em 2024, 5.682 pedestres morreram em sinistros de trânsito no País. O número continua elevado e representa, em média, mais de 15 pessoas atropeladas e mortas por dia.</p>
<p>Os motociclistas somaram 15.459 mortes, equivalentes a 41,6% de todos os óbitos registrados no trânsito brasileiro naquele ano. Foram 1.982 mortes a mais do que em 2023, com crescimento de 14,71%.</p>
<p>Isso não reduz a gravidade da situação dos pedestres. Pelo contrário: quem está a pé não possui capacete, cinto de segurança, carroceria ou qualquer outra proteção capaz de absorver o impacto de uma colisão.</p>
<p>O Código de Trânsito Brasileiro determina que os veículos de maior porte são responsáveis pela segurança dos menores e que todos devem proteger pedestres e ciclistas. Também estabelece a prioridade do pedestre que atravessa sobre a faixa, inclusive quando o semáforo muda antes da conclusão da travessia.</p>
<p>Na prática, essa prioridade ainda é frequentemente desrespeitada.</p>
<p>Calçadas estreitas, esburacadas ou ocupadas, falta de acessibilidade, travessias longas, tempo semafórico insuficiente, iluminação precária e velocidades incompatíveis com áreas urbanas colocam a pessoa a pé em permanente situação de risco.</p>
<p>Idosos e pessoas com deficiência são especialmente prejudicados. Muitas vezes, o tempo destinado à travessia considera apenas um adulto sem dificuldades de locomoção e não a realidade de quem caminha mais lentamente.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde considera pedestres, ciclistas e motociclistas usuários vulneráveis. Juntos, eles representam mais da metade das mortes no trânsito em todo o mundo. A entidade recomenda calçadas adequadas, pontos seguros de travessia, redução de velocidade e infraestrutura que considere o erro humano sem transformá-lo automaticamente em morte.</p>
<p><strong>Motociclistas lideram mortes e internações</strong></p>
<p>O avanço das motocicletas alterou o perfil da violência viária no Brasil.</p>
<p>A moto possui custo de aquisição e manutenção inferior ao automóvel, permite deslocamentos mais rápidos em cidades congestionadas e se tornou instrumento de trabalho para milhões de pessoas.</p>
<p>Essas características explicam a expansão, mas não eliminam os riscos.</p>
<p>O motociclista não conta com estrutura externa de proteção. Em uma queda ou colisão, seu corpo recebe diretamente o impacto. Quando há passageiro, a exposição envolve duas pessoas, e o equilíbrio da motocicleta também é afetado pelo peso, pela movimentação e pela experiência de quem está na garupa.</p>
<p>Os motociclistas responderam por cerca de 60% das 227 mil internações hospitalares decorrentes de sinistros de trânsito em 2024, segundo dados citados pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego. Além do custo para o Sistema Único de Saúde, essas ocorrências podem gerar afastamentos prolongados, perda de renda, incapacidade permanente e impactos sobre famílias inteiras.</p>
<p>Em São Paulo, o problema também aparece de forma clara. A capital registrou 483 mortes de motociclistas em 2024, o maior número da série histórica e uma alta de 20% em relação aos 403 óbitos de 2023.</p>
<p>Experiências de engenharia viária mostram que é possível reduzir os riscos. Nos trechos com Faixa Azul, o número de mortes de motociclistas caiu de 36, em 2023, para 19, em 2024, uma redução de 47,2%, segundo a CET. O resultado indica que infraestrutura e organização dos fluxos podem ser mais eficazes do que campanhas isoladas.</p>
<p><strong>Crescimento das mototáxis exige regras e planejamento</strong></p>
<p>A expansão das mototáxis por aplicativos acrescenta uma nova preocupação à segurança viária.</p>
<p>O serviço pode oferecer uma alternativa de deslocamento em bairros mal atendidos, locais com topografia difícil e cidades que possuem redes insuficientes de transporte coletivo. Também representa fonte de renda para milhares de trabalhadores.</p>
<p>Mas seu crescimento sem controle não pode ser tratado como uma solução permanente para as deficiências do transporte público.</p>
<p>Quando uma cidade substitui ônibus regulares por viagens individuais em motocicletas, transfere para o passageiro e para o trabalhador uma parcela maior do risco. Também aumenta a quantidade de veículos circulando, em vez de transportar mais pessoas em menos veículos.</p>
<p>A pressão por rapidez, o pagamento por corrida, os sistemas de pontuação e a disputa por chamadas podem incentivar jornadas longas e comportamentos de risco. O passageiro, por sua vez, pode receber capacete de tamanho inadequado, sem certificação, com manutenção desconhecida ou compartilhado sem condições apropriadas de higiene.</p>
<p>A situação exige regulamentação municipal, cadastramento de condutores, fiscalização das motocicletas, equipamentos certificados, seguro, limites operacionais e monitoramento específico dos sinistros envolvendo transporte remunerado.</p>
<p>A Medida Provisória nº 1.360, publicada em maio de 2026, chegou a flexibilizar as exigências federais para mototaxistas, motoboys e trabalhadores do motofrete. Foram suspensas regras como idade mínima de 21 anos, dois anos de habilitação e aprovação em curso especializado.</p>
<p>A medida provisória, entretanto, perdeu a validade sem ser convertida em lei. Com isso, voltaram a valer as exigências originais da Lei Federal nº 12.009, de 2009: idade mínima de 21 anos, pelo menos dois anos de habilitação na categoria A e aprovação em curso especializado regulamentado pelo Contran.</p>
<p>Esses requisitos não resolvem sozinhos o problema, mas funcionam como uma barreira mínima de segurança para uma atividade que transporta passageiros profissionalmente.</p>
<p>O debate também precisa separar a proteção dos usuários da disputa comercial entre diferentes modalidades. Mototáxis não devem ser proibidas apenas para proteger mercados existentes, mas também não podem crescer sem regras sob o argumento de inovação.</p>
<p>A prioridade deve ser a vida do passageiro e do trabalhador.</p>
<p><strong>Transporte coletivo é parte da política de segurança no trânsito</strong></p>
<p>Ônibus, trens e metrôs possuem capacidade para transportar um grande número de pessoas utilizando menos veículos e ocupando menos espaço viário por passageiro.</p>
<p>Um ônibus convencional pode substituir dezenas de automóveis ou motocicletas. Em corredores e faixas exclusivas, o ganho aumenta porque o transporte coletivo consegue manter velocidade e regularidade sem disputar o mesmo espaço com o tráfego geral.</p>
<p>A relação entre transporte público e segurança viária não significa que ônibus sejam incapazes de se envolver em sinistros. Veículos grandes exigem motoristas preparados, controle de velocidade, manutenção rigorosa, gestão de jornada e cuidado especial nas conversões, pontos de parada e áreas com circulação de pedestres.</p>
<p>Ainda assim, um sistema de mobilidade baseado em viagens coletivas reduz a quantidade de veículos necessária para transportar a mesma população.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde recomenda cidades voltadas ao deslocamento de pessoas, e não apenas à circulação de carros e motocicletas. A entidade inclui caminhada, bicicleta e transporte público entre os elementos de um sistema multimodal mais seguro e sustentável.</p>
<p>Para que essa escolha seja possível, o transporte coletivo precisa oferecer frequência, confiabilidade, integração e conforto.</p>
<p>Não basta orientar a população a deixar o carro ou a moto em casa se o ônibus demora, está lotado, não chega aos bairros ou cobra uma tarifa incompatível com a renda das famílias.</p>
<p>A falta de transporte coletivo adequado também ajuda a explicar a expansão das mototáxis. Onde o ônibus não atende, demora excessivamente ou obriga o passageiro a fazer várias baldeações, aplicativos encontram uma demanda pronta.</p>
<p>Por isso, segurança viária e qualidade do transporte público não podem ser tratadas separadamente.</p>
<p><strong>Reduzir velocidades é medida necessária</strong></p>
<p>O excesso ou a inadequação da velocidade determina a gravidade de uma ocorrência.</p>
<p>Quanto maior a velocidade, menor o tempo para o motorista perceber o risco e reagir. Também aumenta a distância necessária para frear e a energia transferida ao corpo do pedestre, ciclista ou motociclista.</p>
<p>A redução dos limites precisa ser acompanhada por fiscalização, desenho viário, travessias elevadas, calçadas, iluminação e sincronização semafórica.</p>
<p>A simples instalação de uma placa tem efeito limitado se a avenida larga e retilínea continuar induzindo o motorista a acelerar.</p>
<p>O conceito de Sistema Seguro, adotado pela Organização das Nações Unidas e incorporado ao Pnatrans, o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, parte do princípio de que seres humanos cometem erros. Ruas, veículos e velocidades devem ser planejados para que esses erros não produzam mortes ou lesões graves.</p>
<p><strong>Semana deve ir além das campanhas educativas</strong></p>
<p>Educação no trânsito é indispensável, mas não substitui engenharia, fiscalização e políticas públicas permanentes.</p>
<p>Orientar o pedestre a atravessar na faixa não resolve a falta de faixas. Pedir ao motociclista que dirija com cuidado não elimina a pressão por entregas rápidas. Recomendar que o passageiro escolha o transporte coletivo não funciona quando o ônibus não oferece condições adequadas.</p>
<p>A Semana Nacional do Trânsito deve ser usada para cobrar ações mensuráveis: redução de velocidades em áreas críticas, fiscalização de alcoolemia, combate ao uso do celular, melhoria das calçadas, travessias acessíveis, proteção aos ciclistas, qualificação dos motociclistas profissionais e prioridade real ao transporte coletivo.</p>
<p>O Brasil registrou mais de 37 mil mortes no trânsito em apenas um ano. São mais de cem vidas perdidas por dia.</p>
<p>Os pedestres permanecem entre as maiores vítimas e continuam sendo os usuários com menor proteção. Os motociclistas já lideram as mortes. A expansão desordenada das mototáxis pode agravar esse quadro se repetir o modelo de crescimento ocorrido com entregas e motofrete.</p>
<p>Fortalecer ônibus, trens e metrôs, ao contrário, permite transportar mais pessoas com menor exposição individual ao risco.</p>
<p>A principal mensagem da Semana Nacional do Trânsito não deve se limitar a pedir prudência. Precisa lembrar que decisões sobre transporte, desenho das ruas, fiscalização e ocupação do espaço público determinam quem está protegido e quem continua exposto à possibilidade de não voltar para casa.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>Motorista de ônibus com romeiros que caiu em ribanceira e deixou mortos e feridos é preso em Cruzeiro no Vale do Paraíba</title>
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	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 20 Sep 2026 23:00:37 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Condutor foi detido em flagrante por homicídio culposo após polícia identificar irregularidades na autorização do veículo e no cronotacógrafo YURI SENA Um ônibus de excursão que transportava romeiros para Aparecida (SP) sofreu um acidente na manhã deste domingo, 20 de setembro de 2026, em Cruzeiro, no Vale do Paraíba. O veículo saiu da pista e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="545" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/2ac561c7-7435-4450-b990-2006a7aae48b-e1789945723415.jpg?fit=800%2C545&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Condutor foi detido em flagrante por homicídio culposo após polícia identificar irregularidades na autorização do veículo e no cronotacógrafo</em></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p>Um ônibus de excursão que transportava romeiros para Aparecida (SP) sofreu um acidente na manhã deste domingo, 20 de setembro de 2026, em Cruzeiro, no Vale do Paraíba. O veículo saiu da pista e caiu em uma ribanceira às margens da Rodovia Doutor Avelino Júnior (SP-052).</p>
<p>Seis pessoas morreram e outras 42 ficaram feridas, segundo as informações divulgadas até o momento. O acidente aconteceu por volta das 5h30, no km 232 da rodovia. O ônibus transportava 48 passageiros.</p>
<p>O motorista do ônibus foi preso em flagrante por homicídio culposo, de acordo com a Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP).</p>
<p>Durante a ocorrência, foi constatado que a autorização do veículo para transporte, emitida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), estava vencida.</p>
<p>A Polícia Civil também identificou, inicialmente, questões relacionadas às condições do ônibus e à velocidade desenvolvida pelo veículo. O cronotacógrafo, equipamento utilizado para registrar informações como velocidade e tempo de deslocamento, estava vencido e sem o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).</p>
<p>Após receber voz de prisão, o motorista foi encaminhado para a cadeia de Cruzeiro. A previsão é que ele passe por audiência de custódia na manhã desta segunda-feira (21).</p>
<p>As circunstâncias do acidente ainda são investigadas. A perícia deverá analisar as condições do ônibus, a velocidade desenvolvida no trecho e os fatores que fizeram o veículo sair da pista e cair na ribanceira.</p>
<p><strong>Atendimento às vítimas</strong></p>
<p>Até o início da tarde, 16 vítimas haviam recebido alta e 26 permaneciam em atendimento em unidades de saúde da região, segundo o Governo de São Paulo.</p>
<p>Na Santa Casa de Cruzeiro, 16 pessoas receberam atendimento e tiveram alta. Uma mulher de 64 anos morreu após ser internada na unidade.</p>
<p>A Santa Casa de Lorena atendeu 14 vítimas. Uma delas está em estado grave. Quatro pacientes permanecem na sala de emergência, dois estão em leitos de observação e oito recebem medicação.</p>
<p>Na UPA de Guaratinguetá, dois passageiros permanecem em atendimento.</p>
<p>O motorista também foi submetido ao teste do etilômetro, que apresentou resultado negativo.</p>
<p>O veículo deixou Lavras (MG) por volta das 22h de sábado (19), levando moradores da cidade e de municípios vizinhos que participavam de uma excursão de romeiros com destino a Aparecida.</p>
<p>O ônibus pertence à Botelhos Viagens, empresa sediada em Lavras. Segundo relato de uma familiar ouvido pelo g1, o motorista é proprietário da empresa e ficou ferido no acidente. A esposa dele foi para Cruzeiro na manhã deste domingo em busca de informações sobre as vítimas.</p>
<p><strong>Vítimas identificadas</strong></p>
<p>Três das seis pessoas que morreram no acidente foram identificadas.</p>
<p><em><strong>Sebastião Petronilo, 74 anos</strong></em></p>
<p>Natural de Itumirim (MG), Sebastião Petronilo era passageiro do ônibus. Segundo documentação obtida pelo repórter Gabriel Guimarães, da Rede Vanguarda, ele morreu no acidente.</p>
<p><em><strong>Jairo Antonio de Paula, 47 anos</strong></em></p>
<p>Jairo Antonio de Paula era natural de Lavras (MG) e também estava entre os passageiros. Ele morreu após o ônibus cair na ribanceira.</p>
<p><em><strong>Augusto Antonio de Lima, 63 anos</strong></em></p>
<p>Natural de Itumirim (MG), Augusto Antonio de Lima era passageiro do ônibus e morreu no acidente, conforme documentação obtida pela Rede Vanguarda.</p>
<p>As outras três vítimas ainda não foram identificadas oficialmente. Entre elas está uma mulher com idade estimada entre 10 e 19 anos, que morreu no local. Outra vítima é um homem de aproximadamente 50 anos, que estava sem documentos, segundo o Samu.</p>
<p>A sexta vítima é uma mulher de 64 anos que foi socorrida e morreu posteriormente na Santa Casa de Cruzeiro.</p>
<p>A ocorrência mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Militar Rodoviária, DER e Samu.</p>
<p><em>Nota do Corpo de Bombeiros</em></p>
<p><em><strong>O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 5h15 para atender a um acidente de trânsito envolvendo a queda de um ônibus de viagem/passeio em uma ribanceira com aproximadamente 15 metros de desnível, pela Rodovia Doutor Avelino Junior, no município de Cruzeiro.</strong></em></p>
<p><em><strong>As equipes do Corpo de Bombeiros de Cruzeiro, Cachoeira Paulista, Lorena e Guaratinguetá estão empenhadas no local. O oficial responsável pela coordenação dos trabalhos é o tenente Muller.</strong></em></p>
<p><em><strong>No local, foi verificado que havia 48 passageiros. Com a queda, foram constatados cinco óbitos.</strong></em></p>
<p><em><strong>Os outros passageiros estão sendo retirados pelas equipes do Corpo de Bombeiros e transportados com apoio do Samu, sendo classificados como vítimas leves e moderadas.</strong></em></p>
<p><em><strong>Ocorrência em andamento.</strong></em></p>
<p>O Governo do Estado de São Paulo divulgou uma nota de pesar após o acidente.</p>
<p>Confira a íntegra da nota:</p>
<p><em><strong>NOTA DE PESAR</strong></em></p>
<p><em><strong>O Governo do Estado de São Paulo lamenta profundamente o acidente registrado na manhã deste domingo (20), na Rodovia Doutor Avelino Júnior (SP-052), em Cruzeiro, e manifesta solidariedade às vítimas e a seus familiares. Equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e do DER atuam no local.</strong></em></p>
<p><em><strong>O acidente ocorreu por volta das 5h30, no km 232. Um ônibus que seguia em direção a Aparecida perdeu o controle e caiu em uma ribanceira. Cerca de 40 pessoas foram socorridas e encaminhadas a unidades de saúde da região. Até o momento, cinco mortes foram registradas no local. As informações serão atualizadas ao término do registro da ocorrência.</strong></em></p>
<p><em><strong>O motorista do ônibus foi submetido ao teste do etilômetro e o resultado foi negativo. O tráfego segue em sistema de pare e siga no sentido norte, sem registro de congestionamento.</strong></em></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Paranaguá (PR) revitaliza pontos de ônibus e instala monitoramento eletrônico</title>
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    <pubDate>Sun, 20 Sep 2026 21:00:39 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Intervenções incluem reparos, melhorias na iluminação e implantação de novos abrigos em bairros do município YURI SENA A Prefeitura de Paranaguá, no litoral do Paraná, iniciou um programa de recuperação e modernização dos abrigos de ônibus utilizados pelos passageiros do transporte coletivo. Os trabalhos incluem reformas em estruturas existentes e instalação de novos equipamentos em [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="742" height="490" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/02f67fa8-f561-43cc-b004-640f43929359.jpg?fit=742%2C490&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/02f67fa8-f561-43cc-b004-640f43929359.jpg?w=742&amp;ssl=1 742w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/02f67fa8-f561-43cc-b004-640f43929359.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/02f67fa8-f561-43cc-b004-640f43929359.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/02f67fa8-f561-43cc-b004-640f43929359.jpg?resize=400%2C264&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 742px) 100vw, 742px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Intervenções incluem reparos, melhorias na iluminação e implantação de novos abrigos em bairros do município</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura de Paranaguá, no litoral do Paraná, iniciou um programa de recuperação e modernização dos abrigos de ônibus utilizados pelos passageiros do transporte coletivo. Os trabalhos incluem reformas em estruturas existentes e instalação de novos equipamentos em diferentes regiões da cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na região central, as equipes realizam serviços de pintura, reparos estruturais e substituição de peças danificadas. Um dos pontos que recebeu intervenção fica nas proximidades da Biblioteca Pública, onde foram instaladas novas vidraças e realizada a pintura da estrutura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além dos reparos físicos, os abrigos passam por melhorias na rede elétrica e na iluminação. Os locais também serão integrados ao sistema de monitoramento eletrônico do município, conhecido como Muralha Digital.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a Prefeitura, o sistema de segurança deverá acompanhar a movimentação de pessoas nos pontos que receberem a tecnologia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Paralelamente à recuperação dos equipamentos já existentes, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos trabalha na instalação de novos abrigos. O Jardim Jacarandá está entre as regiões que receberam novas estruturas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a administração municipal, as intervenções têm como objetivo oferecer espaços em melhores condições para os passageiros durante a espera pelo transporte coletivo.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>ARTESP orienta motoristas sobre cuidados para dirigir com segurança durante o período de chuvas</title>
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    <pubDate>Sun, 20 Sep 2026 19:00:36 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Agência reforça a importância da manutenção do veículo, da redução da velocidade e de atenção redobrada em situações de chuva forte e alagamentos VINÍCIUS DE OLIVEIRA Com a ocorrência mais frequente de chuvas, os motoristas devem redobrar a atenção ao pegar a estrada. As condições climáticas podem reduzir a visibilidade, deixar a pista escorregadia e [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="600" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/unnamed-8.jpg?fit=800%2C600&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/unnamed-8.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/unnamed-8.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/unnamed-8.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/unnamed-8.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/unnamed-8.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Agência reforça a importância da manutenção do veículo, da redução da velocidade e de atenção redobrada em situações de chuva forte e alagamentos</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Com a ocorrência mais frequente de chuvas, os motoristas devem redobrar a atenção ao pegar a estrada. As condições climáticas podem reduzir a visibilidade, deixar a pista escorregadia e aumentar os riscos durante os deslocamentos. Por isso, a ARTESP orienta os usuários das rodovias concedidas de São Paulo a adotarem alguns cuidados antes e durante a viagem.</p>
<p>Antes de sair, é importante conferir a previsão do tempo e as condições do veículo. Pneus, sistema de freios, faróis, limpadores e palhetas do para-brisa devem estar em boas condições. No caso dos pneus, é importante observar o desgaste dos sulcos e o indicador de desgaste (TWI). Quando o sulco atinge esse indicador, o pneu deve ser substituído.</p>
<p>Durante a viagem, ao perceber a presença de chuva, o motorista deve reduzir a velocidade e manter distância maior em relação ao veículo da frente, garantindo mais tempo de reação e uma frenagem segura. Os faróis baixos devem permanecer acesos para aumentar a visibilidade do veículo para os demais usuários da rodovia.</p>
<p>É importante ter atenção redobrada no momento do início da chuva porque a pista pode ficar mais escorregadia, já que a água se mistura com poeira, óleo e outros resíduos acumulados no asfalto. Por isso, a orientação é evitar manobras e freadas bruscas, realizando os movimentos de forma suave e progressiva.</p>
<p>Outro cuidado importante é evitar trechos alagados. A água acumulada pode esconder obstáculos, provocar a perda de controle do veículo e causar danos graves. O motorista também não deve parar ou trafegar pelo acostamento, que deve ser utilizado exclusivamente em emergências.</p>
<p>Em caso de aquaplanagem, quando os pneus perdem o contato com o asfalto devido à água acumulada, a orientação dos técnicos é manter o volante firme e em linha reta, retirar suavemente o pé do acelerador e não frear bruscamente.</p>
<p>Durante chuvas fortes ou ocorrência de granizo, a recomendação é manter a calma e procurar um local seguro para aguardar a melhora das condições climáticas, como um posto de Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU). O motorista deve evitar parar na pista ou no acostamento.</p>
<p>A ARTESP também orienta que o pisca-alerta não seja utilizado com o veículo em movimento, pois a prática pode induzir outros motoristas a comportamentos inadequados. Para evitar o embaçamento dos vidros, o motorista pode utilizar o ar-condicionado ou a ventilação interna direcionados para o para-brisa.</p>
<p>Antes de viajar, os usuários também devem ter em mãos os contatos das concessionárias responsáveis pelas rodovias que serão utilizadas. Em caso de necessidade, os canais de atendimento podem auxiliar os motoristas durante o trajeto.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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