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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p>A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p>A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p>Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p>Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>HISTÓRIA: O legado da Unesul: do empreendedorismo à atual realidade do setor de transportes</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/10/historia-o-legado-da-unesul-do-empreendedorismo-a-atual-realidade-do-setor-de-transportes/</link>
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    <pubDate>Sun, 10 May 2026 11:00:12 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[História]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Com 62 anos de operação, empresa teve de ceder diante da crise que abalou segmento e o a necessidade de adequação a um cenário marcado por concorrência mais acirrada e busca por eficiência ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari Uma das marcas mais tradicionais de ônibus rodoviários deixará de ser vista nas rodovias brasileiras, em especial [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092757_0000.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092757_0000.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092757_0000.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092757_0000.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092757_0000.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092757_0000.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Com 62 anos de operação, empresa teve de ceder diante da crise que abalou segmento e o a necessidade de adequação a um cenário marcado por concorrência mais acirrada e busca por eficiência</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Arthur Ferrari</strong></em></p>
<p>Uma das marcas mais tradicionais de ônibus rodoviários deixará de ser vista nas rodovias brasileiras, em especial entre o Sul, Sudeste e o Centro-Oeste: a Unesul comunicou o fim das operações.</p>
<p>Além de deixar um legado histórico, o caso da Unesul também não deixa de ser um reflexo e uma lição sobre a atual realidade do setor de transportes.</p>
<p>Com 62 anos de operação, a empresa teve de ceder diante da crise que abalou segmento e o a necessidade de adequação a um cenário marcado por concorrência mais acirrada e busca por eficiência. Mas a transição começou, na prática, há 10 anos.</p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> mostrou nesta semana que o Conselho Superior da Agergs (Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul) oficializou a incorporação de ativos da Unesul pelas empresas Viação Ouro e Prata e Planalto Transportes.</p>
<p><strong>Relembre</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="nsTDzaQLPX"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/07/estado-do-rio-grande-do-sul-oficializa-incorporacao-de-ativos-da-unesul-pelas-empresas-viacao-ouro-e-prata-e-planalto-transportes/">Estado do Rio Grande do Sul oficializa incorporação de ativos da Unesul pelas empresas Viação Ouro e Prata e Planalto Transportes</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Estado do Rio Grande do Sul oficializa incorporação de ativos da Unesul pelas empresas Viação Ouro e Prata e Planalto Transportes&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/07/estado-do-rio-grande-do-sul-oficializa-incorporacao-de-ativos-da-unesul-pelas-empresas-viacao-ouro-e-prata-e-planalto-transportes/embed/#?secret=UuW5DOomep#?secret=nsTDzaQLPX" data-secret="nsTDzaQLPX" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> mostrou que a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) já havia oficializado a transferência das linhas interestaduais.</p>
<p><strong>Relembre</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="ZxN1PEDmUx"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/04/antt-redistribui-linhas-da-unesul-entre-planalto-transportes-e-viacao-ouro-e-prata-apos-cisao/">ANTT redistribui linhas da Unesul após cisão</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ANTT redistribui linhas da Unesul após cisão&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/04/antt-redistribui-linhas-da-unesul-entre-planalto-transportes-e-viacao-ouro-e-prata-apos-cisao/embed/#?secret=bllR1r2hkK#?secret=ZxN1PEDmUx" data-secret="ZxN1PEDmUx" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O legado histórico também é lição.</p>
<p>A companhia foi criada a partir da união de empresas pioneiras, consolidada por Avelino Ângelo Andreis e Danilo Zaffari em 30 de setembro de 1964.</p>
<p>Entre estas empresas, estava a União Erechim, do Rio Grande do Sul, cuja história remete aos anos 1940). O negócio possibilitou a expansão gradativa de intermunicipais gaúchas e interestaduais, conectando o Rio Grande do Sul ao Oeste de Santa Catarina e Paraná.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-514588" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0001.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0001.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0001.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0001.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0001.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0001.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Muita dificuldade, tanto por causa das condições precárias de tráfego, inclusive com vias sem nenhum pavimento, ônibus rústicos e até mesmo concorrência marcada por violência em alguns casos eram os cenários de um país em pleno desenvolvimento urbano.</p>
<p>Mas o crescimento vinha, com aquisições de ônibus e também de outras empresas. Um passo decisivo foi em 1967, quando a Unesul assumiu a Expresso Santos Dumont, fortalecendo a atuação rotas para o litoral gaúcho, especialmente com o advento da Freeway.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-514587" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0002.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0002.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0002.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0002.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0002.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0002.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Investimentos e coragem consolidaram a operação rodoviária.</p>
<p>Enfrentamentos de crises também.</p>
<p>Mas, não basta enfrentar com força, é necessário ter estratégia e atualização constante.</p>
<p>A primeira década dos anos 2000 foi desafiadora no segmento de ônibus rodoviários: a crise de crédito deixando as renovações de frotas mais difíceis e a popularização do setor aéreo, que tiravam passageiros, foram fatores decisivos e somente grandes grupos econômicos resistiam com mais tranquilidade.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-514586" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0003-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0003-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0003-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0003-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0003-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092758_0003-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Em 2016, a Viação Ouro e Prata adquiriu participação na Unesul.</p>
<p>Entre os anos 2024 e 2026, a transição começou a ganhar forma até esta distribuição de linhas.</p>
<p>O encerramento das atividades de uma empresa não pode ser ligado a deméritos, mas a necessidades de aprendizados e estratégias.</p>
<p>O segmento na gestão é como seu cotidiano na operação: sempre dinâmico e a “direção deve ser continuadamente preventiva”.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-514590" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092935_0000.jpg?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092935_0000.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092935_0000.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092935_0000.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092935_0000.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Luis-Otavio-Vicente-Domingues_Onibus-Brasil_20260508_092935_0000.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h1>OFICIALIZAÇÃO:</h1>
<p>O Conselho Superior da Agergs (Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul) oficializou a incorporação de ativos da Unesul pelas empresas Viação Ouro e Prata e Planalto Transportes.</p>
<p>Como já havia mostrado o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a empresa que encerra as atividades depois de mais de 60 anos de atuação, distribuiu as linhas entre as companhias que assumiu os ativos.</p>
<p>Fundada em 1964, com sede em Porto Alegre, a Unesul chegou a ter uma das maiores operações rodoviárias intermunicipais no Rio Grande do Sul e, a partir do estado gaúcho para Santa Catarina e Paraná, no Sul do País, além de Mato Grosso do Sul, no Centro-Oeste.</p>
<p>A companhia comunicou em seu portal oficial a distribuição das linhas, prevista para a partir de 18 de maio – Consulte em: <a href="https://www.unesul.com.br/site/">https://www.unesul.com.br/site/</a></p>
<p>De acordo com o documento oficial do Governo do Rio Grande do Sul, agora, a cisão das companhias é reconhecida e validada pela Agergs no âmbito das linhas intermunicipais.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte </em></strong>mostrou que a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) já havia oficializado a transferência das linhas interestaduais.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/04/antt-redistribui-linhas-da-unesul-entre-planalto-transportes-e-viacao-ouro-e-prata-apos-cisao/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/04/antt-redistribui-linhas-da-unesul-entre-planalto-transportes-e-viacao-ouro-e-prata-apos-cisao/</a></p>
<p>A Planalto Transportes Ltda. assume 15 autorizações, concentradas em ligações entre Paraná e Rio Grande do Sul, além de conexões com Santa Catarina:</p>
<p>* Foz do Iguaçu (PR) – Caxias do Sul (RS) (e variações)</p>
<p>* Foz do Iguaçu (PR) – Porto Alegre (RS) (diversos itinerários)</p>
<p>* Foz do Iguaçu (PR) – Ijuí (RS)</p>
<p>* Foz do Iguaçu (PR) – Passo Fundo (RS)</p>
<p>* Porto Alegre (RS) – Guaíra (PR)</p>
<p>* Porto Alegre (RS) – Barracão (PR) via Chapecó (SC)</p>
<p>* Porto Alegre (RS) – Chapecó (SC)</p>
<p>* Santo Ângelo (RS) – Marechal Cândido Rondon (PR)</p>
<p>* Taquara (RS) – Barracão (PR)</p>
<p>* Passo Fundo (RS) – Pato Branco (PR)</p>
<p>* Francisco Beltrão (PR) – Porto Alegre (RS)</p>
<p>Já a Viação Ouro e Prata S.A. asume ligações interestaduais mais longas:</p>
<p>* Florianópolis (SC) – Cascavel (PR)</p>
<p>* Florianópolis (SC) – Campo Grande (MS)</p>
<p>* Porto Alegre (RS) – União da Vitória (PR)</p>
<p>* Soledade (RS) – Brusque (SC)</p>
<p>Em 2016, a Viação Ouro e Prata adquiriu participação na Unesul.</p>
<p>Entre os anos 2024 e 2026, a transição começou a ganhar forma até esta distribuição de linhas.</p>
<p>A história da Unesul Transportes iniciou no ano de 1964 quando a União Erechim de Transportes – que já atuava desde a década de 1940 operando linhas entre Porto Alegre, Passo Fundo, Erechim e Caxias do Sul e dessas cidades para o Oeste de Santa Catarina e Paraná &#8211; segmentou seus serviços. A ideia, segundo a empresa, em seu portal, era manter o escopo inicial de dar suporte e fornecer transporte aos gaúchos que embarcaram na onda migratória para além das fronteiras do Rio Grande do Sul e também adaptar-se aos novos tempos com a expansão dos negócios e a implantação de novos serviços.</p>
<p>A empresa ainda informou que os serviços atendem mais de 200 municípios no RS, SC, PR e MS, no Brasil e também no Paraguai.</p>
<p>Em seu portal, a Unesul também relacionou um “Perguntas e Respostas” sobre a transferência.</p>
<p>Principais Dúvidas:<br />
1. O que está acontecendo com a Unesul?<br />
A Unesul está passando por uma reestruturação operacional. As linhas de transporte interestadual e intermunicipal estão sendo redistribuídas para duas empresas: Viação Ouro e Prata e Planalto Transportes.</p>
<p>2. Vou poder seguir usando as linhas da Unesul?<br />
As viagens continuam acontecendo normalmente, com os mesmos horários e itinerários. O que muda é a empresa operadora das linhas.</p>
<p>3. Minha passagem já comprada continua válida?<br />
Sim. Todas as passagens adquiridas com a Unesul seguem válidas e serão aceitas normalmente pelas novas empresas operadoras.</p>
<p>4. Onde compro passagens a partir de agora?<br />
A compra de passagens ainda pode ser feita por meio do site da Unesul e, a partir do dia 06, as vendas passarão a ser redirecionadas nos sites e pontos de venda da Viação Ouro e Prata e da Planalto Transportes, conforme o destino pretendido.</p>
<p>5. Os horários ou itinerários vão mudar?<br />
Todos os horários e trajetos serão mantidos – e as empresas terão autonomia para qualificar e ampliar as linhas disponíveis.</p>
<p>6. A mudança será imediata?<br />
Não, a transição acontece de forma gradual ao longo do mês de maio.</p>
<p>7. Quem autorizou essa mudança?<br />
O processo foi autorizado e está sendo acompanhado pelos órgãos reguladores: Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), DAER e Metroplan.</p>
<p>8. Haverá impacto na qualidade do serviço?<br />
A mudança foi planejada justamente para garantir a continuidade e a melhoria da experiência dos passageiros.</p>
<p>9. Quem devo procurar em caso de dúvidas ou atendimento?<br />
Durante a transição, os canais da Unesul seguem disponíveis. Gradualmente, o atendimento será direcionado às novas operadoras.</p>
<p>10. Por que essa mudança está acontecendo?<br />
A iniciativa faz parte de um movimento de evolução operacional, buscando mais eficiência e sustentabilidade para o serviço de transporte.</p>
<p>11. As empresas vão se desfazer dos ônibus da Unesul?<br />
A Ouro e Prata e a Planalto vão assumir os ônibus, de acordo com as linhas que ficarão sob responsabilidade de cada uma. Gradualmente, os veículos terão sua identidade visual atualizada.</p>
<p>12. Como fica a linha da Unesul para Assunção, no Paraguai?<br />
A linha será operada pela Planalto.</p>
<p>13. Como fica o serviço de encomendas da Unesul?<br />
Os serviços de encomendas da Unesul serão operados conforme a escolha do usuário: ou pela Planalto Encomendas ou pela VIOPEX.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 645 9007.</p>
<p>No fim de março de 2026, ao cobrir lançamentos de modelos de ônibus de fretamento da encarroçadora Comil, o Diário do Transporte, esteve em Erechim (RS), a terceira maior cidade indústria gaúcha e percebeu a predominância da atuação da UneSul na região.</p>
<p>Relembre reportagem</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="b3h6ufZDfn"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/18/entrevista-e-fotos-ineditas-comil-apresenta-dois-novos-modelos-de-onibus-para-fretamento/">ENTREVISTA E FOTOS INÉDITAS: Comil apresenta dois novos modelos de ônibus para fretamento</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ENTREVISTA E FOTOS INÉDITAS: Comil apresenta dois novos modelos de ônibus para fretamento&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/18/entrevista-e-fotos-ineditas-comil-apresenta-dois-novos-modelos-de-onibus-para-fretamento/embed/#?secret=s5sBtV1mWo#?secret=b3h6ufZDfn" data-secret="b3h6ufZDfn" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514421" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514420" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS-2.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS-2.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS-2.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS-2.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS-2.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS-2.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS-2.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS-2.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/DOE-RS-2.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>Veja fotos da movimentação da empresa</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-513717" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260322-wa00097712584106229226466.jpg?resize=1600%2C1056&#038;ssl=1" width="1600" height="1056" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260322-wa00097712584106229226466.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260322-wa00097712584106229226466.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260322-wa00097712584106229226466.jpg?resize=1024%2C676&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260322-wa00097712584106229226466.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260322-wa00097712584106229226466.jpg?resize=768%2C507&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260322-wa00097712584106229226466.jpg?resize=1536%2C1014&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260322-wa00097712584106229226466.jpg?resize=400%2C264&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-513718" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00027356390073009161249.jpg?resize=1600%2C1200&#038;ssl=1" width="1600" height="1200" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00027356390073009161249.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00027356390073009161249.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00027356390073009161249.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00027356390073009161249.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00027356390073009161249.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00027356390073009161249.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00027356390073009161249.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><cite></cite></p>
<p><cite><strong>A</strong></cite></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-513715 alignnone size-full" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00044204057633236005562.jpg?resize=1600%2C1066&#038;ssl=1" width="1600" height="1066" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00044204057633236005562.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00044204057633236005562.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00044204057633236005562.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00044204057633236005562.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00044204057633236005562.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00044204057633236005562.jpg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00044204057633236005562.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><cite></cite></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-513716 alignnone size-full" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00033139415051917189684.jpg?resize=1600%2C1200&#038;ssl=1" width="1600" height="1200" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00033139415051917189684.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00033139415051917189684.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00033139415051917189684.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00033139415051917189684.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00033139415051917189684.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00033139415051917189684.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00033139415051917189684.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><cite></cite></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-513719 alignnone size-full" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00016882262525535481069.jpg?resize=1600%2C1200&#038;ssl=1" width="1600" height="1200" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00016882262525535481069.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00016882262525535481069.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00016882262525535481069.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00016882262525535481069.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00016882262525535481069.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00016882262525535481069.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/img-20260504-wa00016882262525535481069.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><cite><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></cite></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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    <title>Trens da linha 11-Coral não circulam entre as estações Luz e Palmeiras-Barra Funda da CPTM entre 8h e 17h deste domingo (10)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/10/trens-da-linha-11-coral-nao-circulam-entre-as-estacoes-luz-e-palmeiras-barra-funda-da-cptm-entre-8h-e-17h-deste-domingo-10/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 10 May 2026 09:00:32 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Empresa realiza nova etapa de obras de manutenção e modernização ao longo da via férrea VINÍCIUS DE OLIVEIRA Neste domingo, 10 de maio, as linhas da CPTM sofrem alterações para a realização de obras de manutenção e modernização ao longo da via férrea. Confira o que muda: Linha 10-Turquesa &#8211; Das 4h às 6h, permanece [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/03/CPTM-Linha-11-Coral-usar-e1733219546380.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Empresa realiza nova etapa de obras de manutenção e modernização ao longo da via férrea</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Neste domingo, 10 de maio, as linhas da CPTM sofrem alterações para a realização de obras de manutenção e modernização ao longo da via férrea.</p>
<p>Confira o que muda:</p>
<p><strong>Linha 10-Turquesa</strong></p>
<p>&#8211; Das 4h às 6h, permanece a alteração de embarque e desembarque nas estações Brás (plataforma 2) e Juventus-Mooca (plataforma 3), para carga de dormentes inservíveis.</p>
<p><strong>Linha 11-Coral</strong></p>
<p>&#8211; Das 8h às 17h, os trens não circulam entre as estações Luz e Palmeiras-Barra Funda para realização de testes de comando e supervisão das chaves seccionadoras de trecho. Como alternativa, os passageiros devem utilizar a Linha 10-Turquesa.</p>
<p>&#8211; Das 23h30 até o fim da operação, os passageiros devem utilizar a plataforma 2 para embarque e desembarque nas estações Calmon Viana, Suzano e Jundiapeba. As alterações são para revisão geral com retencionamento do travessão na via.</p>
<p><strong>Linha 12-Safira</strong></p>
<p>&#8211; Das 4h às 7h, os passageiros devem utilizar a plataforma 2 para embarque e desembarque nas estações Jardim Helena-Vila Mara e São Miguel Paulista. No trecho, haverá carga de materiais inservíveis.</p>
<p><strong>Expresso Aeroporto</strong></p>
<p>&#8211; Das 8h às 17h, os trens partem da Estação da Luz, não havendo embarque e desembarque na Estação Palmeiras-Barra Funda, com intervalos de 1 hora para teste de comando e supervisão das chaves seccionadoras de trecho.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Eucatur (Solimões) consegue autorização para operar 852 novos mercados em sua malha interestadual em primeira janela de linha da ANTT</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/10/eucatur-solimoes-consegue-autorizacao-para-operar-852-novos-mercados-em-sua-malha-interestadual-em-primeira-janela-de-linha-da-antt/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 10 May 2026 07:21:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Companhia está entre as grandes que vão expandir ainda mais com o novo procedimento do Governo Federal ADAMO BAZANI Se é oportunidade para pequenos operadores de transportes rodoviários e até aplicativos como Buser e Flixbus, a primeira “janela” de mercados em linhas interestaduais da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para solicitações de novas operações [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="786" height="549" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-09-at-20.02.38.jpeg?fit=786%2C549&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-09-at-20.02.38.jpeg?w=786&amp;ssl=1 786w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-09-at-20.02.38.jpeg?resize=300%2C210&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-09-at-20.02.38.jpeg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-09-at-20.02.38.jpeg?resize=768%2C536&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-09-at-20.02.38.jpeg?resize=400%2C279&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 786px) 100vw, 786px" /> <p><em>Companhia está entre as grandes que vão expandir ainda mais com o novo procedimento do Governo Federal</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Se é oportunidade para pequenos operadores de transportes rodoviários e até aplicativos como Buser e Flixbus, a primeira “janela” de mercados em linhas interestaduais da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para solicitações de novas operações também é prato cheio para grandes grupos empresariais se consolidarem e, literalmente, marcarem território.</p>
<p>Um deles é da Eucatur (Empresa União Cascavel de Transportes e Turismo Ltda), que pelo CNPJ da Solimões Transportes de Passageiros e Cargas Ltda &#8211;  07549414000113 obteve a liberação de 852 novos mercados de linhas entre diversos estados que vão expandir a atuação em sua já extensa malha.</p>
<p>Deste total, 701 são em ligações ponto a ponto onde não havia atendimento e 151 em rotas com uma empresa ligando até agora.</p>
<p><strong>TOTAL NO BRASIL</strong></p>
<p>A ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p><strong>O QUE SÃO ESTES MERCADOS?</strong></p>
<p>Cada mercado corresponde, simplificando a explicação, a um trecho dentro das linhas, que significa o ponto a ponto para embarque ou desembarque desde que entre cidades de estados diferentes para não competir com as linhas intermunicipais. Assim, uma única linha pode ter dezenas de mercados.</p>
<p>Por exemplo, uma linha entre Santo André (SP) e Salvador (BA): se a empresa é autorizada a, dentro desta mesma linha, vender passagens no sentido Bahia entre 1) Santo André (SP) x Campos dos Goytacazes (RJ); 2) Santo André (SP) x Vitória (ES); 3) Santo André (SP) x Teixeira de Freitas (BA), serão quatro mercados nesta linha: as três paradas (Campos dos Goytacazes, Vitória e Teixeira de Freitas) mais o destino (Salvador).</p>
<p>Esta divisão ocorre para ampliar as opções dos passageiros e permitir que as empresas vendam passagens em assentos que forem ir desocupando no meio da viagem.</p>
<p><strong>Veja alguns exemplos da Solimões (EUCATUR):</strong></p>
<p><strong>Mercados sem nenhuma empresa operando: 701</strong></p>
<p>Alta Floresta (MT) x Araras (SP); Araxá (MG) x Itaquaquecetuba (SP); Betim (MG) x Cáceres (MT); Betim (MG) x Porto Velho (RO); Brasília (DF) x Barra do Bugres (MT);</p>
<p><strong>Mercados com uma empresa até agora operando: 151</strong></p>
<p>Amambai (MS) x Guaíra (PR); Anápolos (GO) x Alto Garças (MT); Belo Horizonte (MG) x Alto Araguaia (MT); Brasília (DF) x Sapezal (MT); Cianorte (PR) x Joinville (SC); Ji-Paraná (RO) x Ribeirão Preto (SP); Uberaba (MG) x Arquimedes (GO); Campo Grande (MS) x Cianorte (PR); Curitiba (PR) x Caçapava (SP); Itumbiara (GO) x Diamantino (MG); Goiânia (G) x Mirassol D’Oeste (MT); Humaitá (AM) x Ribeirão Preto (SP); Sete Lagoas (MG) x Candeias do Jamari (RO); Várzea Grande (MT) x Criciúma (SC)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>GRUPOS TRADICIONAIS X &#8220;START UPS&#8221;</strong></p>
<p>A ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p>Cada &#8220;janela da ANTT&#8221; é uma oportunidade para, de acordo com as atuais regras do setor, que as empresas solicitem autorizações para operar, privilegiando trechos onde não há nenhum tipo de atendimento ainda ou apenas uma companhia atuando.</p>
<p>Já cada mercado corresponde, simplificando a explicação, a um trecho dentro das linhas, que significa o ponto a ponto para embarque ou desembarque desde que entre cidades de estados diferentes para não competir com as linhas intermunicipais. Assim, uma única linha pode ter dezenas de mercados.</p>
<p>Por exemplo, uma linha entre Santo André (SP) e Salvador (BA): se a empresa é autorizada a, dentro desta mesma linha, vender passagens no sentido Bahia entre 1) Santo André (SP) x Campos dos Goytacazes (RJ); 2) Santo André (SP) x Vitória (ES); 3) Santo André (SP) x Teixeira de Freitas (BA), serão quatro mercados nesta linha: as três paradas (Campos dos Goytacazes, Vitória e Teixeira de Freitas) mais o destino (Salvador).</p>
<p>Esta divisão ocorre para ampliar as opções dos passageiros e permitir que as empresas vendam passagens em assentos que forem ir desocupando no meio da viagem.</p>
<p>Com a marca própria Flixbus, a gigante alemã conseguiu 1158 mercados onde não havia oferta até então e 72 mercados onde já há uma oferta, somando 1230 mercados. A FlixBus está no Brasil desde 2021, mas a atuação na Europa começou em 2011 e hoje se tornou gigante, tendo, inclusive frota própria de ônibus e operando até mesmo ferrovias.</p>
<p>A Buser, criada no Brasil em 2017, obteve 27 mercados autorizados, sendo 26 onde não havia atendimento e um para concorrer onde há uma empresa apenas. Mas as liberações não foram para a Buser em si, mas para duas empresas de linhas regulares que comprou, a Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal. Ambas já atuavam no setor dessas linhas. O aplicativo Buser se caracterizou pelo que chama de &#8220;fretamento colaborativo&#8221;, modelo que é alvo de um debate jurídico sobre se é legal ou não no Brasil.</p>
<p><strong>Veja os detalhes:</strong></p>
<p>Em 28 de abril de 2026, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, mostrou que o aplicativo  Buser vai operar 27 mercados.</p>
<p>As operações se darão por meio da compra recente pelo aplicativo das empresas Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal.</p>
<p>Somente em relação aos chamados mercados “desatendidos”, que são ligações para as quais não havia nenhuma oferta, são 26, sendo 18 pela empresa do ABC e oito pela JK.</p>
<p>Barbacena (MG) x Santo André (SP); Campo Belo (MG) x São Bernardo do Campo (SP); Formiga (MG) x São José do Rio Preto (SP); são alguns exemplos pela Santa Maria e; Morrinhos (MG) x Belo Horizonte (MG); Pinhas (PR) x Registro (SP) e Rio de Janeiro (RJ) x Itaquaquecetuba (SP), pela JK, são casos dos mercados antes sem oferta de ligações.</p>
<p>Já entre os mercados que tinham a atuação de uma só empresa, a Buser vai operar, pela Expresso JK, a ligação Contagem (MG) x Três Rios (RJ).</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="6i79fNDPRb"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/">EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/embed/#?secret=FQPmURAiqc#?secret=6i79fNDPRb" data-secret="6i79fNDPRb" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>No dia 27 de abril de 2026, Adamo Bazani mostrou que a plataforma internacional Flixbus conseguiu autorizações para operar diretamente linhas de ônibus nestas janelas.</p>
<p>Foram 1158 mercados onde não havia oferta até então, que são chamados pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), de mercados desatendidos, tendo a Flixbus como contemplada 1.: Alagoinhas (BA) x Jaboatão dos Guararapes (PE); Balneário Camboriú (SC) x Umbaúba (SE); Bayeux (PB) x Santo André (SP); Camapuã (MS) x Cascavel (PR) estão entre os exemplos.</p>
<p>A plataforma também vai atender 72 mercados onde já há uma oferta, como Curitiba (PR) x São Vicente.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="aSuqguCRlx"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/">EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/embed/#?secret=PraF2KjZql#?secret=aSuqguCRlx" data-secret="aSuqguCRlx" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Os modelos de negócios foram escolhidos de forma diferente.</p>
<p>Enquanto a Flixbus fez as solicitações diretas por sua marca, a Buser foi contemplada por meio das compras de viações de linhas regulares que fez.</p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou em primeira mão, de forma oficial, a aquisição.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="GRYAAeSpTg"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/">Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/embed/#?secret=Wi3SqXyxMk#?secret=GRYAAeSpTg" data-secret="GRYAAeSpTg" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou também que mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela.</p>
<p>Segundo Amobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia), não há evidências ainda de que os benefícios para empresas e para os passageiros serão reais e muitos destes mercados não serão possíveis.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="DCkNneQ4Rc"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/mesmo-com-participacao-da-buser-e-flixbus-na-primeira-janela-da-antt-associacao-que-reune-aplicativos-ve-resultados-com-cautela/">Mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/mesmo-com-participacao-da-buser-e-flixbus-na-primeira-janela-da-antt-associacao-que-reune-aplicativos-ve-resultados-com-cautela/embed/#?secret=NVTnjD9jyX#?secret=DCkNneQ4Rc" data-secret="DCkNneQ4Rc" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani, conversou em uma reportagem especial de <strong><em>“pós-divulgação dos resultados dos mercados aprovados”</em></strong> com vários advogados especializados neste setor e em segurança jurídica.</p>
<p>Todos entendem que houve avanços, mas também entendem ser necessária cautela e aliaram riscos jurídicos e operacionais.</p>
<p><strong><em>“Grande parte dos mercados concedidos não vai ser operada, porque muitos destes mercados não são viáveis ou não conseguem compor uma linha rentável na prática. Resumindo: a janela no final pode ser uma grande ilusão” </em></strong>– explicou o advogado especializado em transportes rodoviários, considerado uma das referências no setor, Ilo Löbel da Luz.</p>
<p>Por este motivo, a advogada especializada em direito empresarial, Liana Variani, aponta também que, além da viabilidade econômica toda nova operação precisa ser avaliada pelo ponto de vista de risco jurídico.</p>
<p><strong><em>“Toda regulamentação nova requer uma análise aprofundada por equipes de advogados especializados. Esta avaliação deve considerar as novas regras em si, a tal letra fria, mas as realidades próprias da empresa, levando em conta o contexto operacional, organizacional, concorrencial e até mesmo geográfico de determina operação. Vale a pena, então, entender o texto e o contexto de forma ampla e individualizada ao mesmo tempo”</em></strong> – disse.</p>
<p><strong><em>“Para empresas que nunca operaram no modal rodoviário interestadual — como parece ser o caso de pelo menos parte das contempladas nesta rodada —, a curva de aprendizado regulatório pode ser longa e custosa. Infrações no início da operação, mesmo que involuntárias, geram autuações com penalidades significativas, suspensões e até cassação da autorização”. </em></strong>– detalhou a advogada especializada no setor rodoviário, Rita Januzzi.</p>
<p>Segundo o especialista em direito voltado para a área de transportes, o advogado Lucas Turquino, haverá acirramento concorrencial riscos de litígio.</p>
<p><strong><em>“Um ponto que merece atenção jurídica é o acirramento competitivo que os resultados desta janela revelam — e em alguns casos, explicitamente agravam. Alguns novos vão aparecer outros vão se ampliar”</em></strong> – disse.</p>
<p>A matéria especial você acessa neste link:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="B4N53wRlwh"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/primeira-janela-de-onibus-rodoviarios-da-antt-pode-ser-pura-ilusao-grande-parte-dos-mercados-aprovados-nao-vai-virar-realidade-e-vai-ter-muita-briga-na-justica/">ENTREVISTAS: Primeira janela de ônibus rodoviários da ANTT pode ser “pura ilusão”, grande parte dos mercados aprovados não vai virar realidade e vai ter muita briga na Justiça</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ENTREVISTAS: Primeira janela de ônibus rodoviários da ANTT pode ser “pura ilusão”, grande parte dos mercados aprovados não vai virar realidade e vai ter muita briga na Justiça&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/primeira-janela-de-onibus-rodoviarios-da-antt-pode-ser-pura-ilusao-grande-parte-dos-mercados-aprovados-nao-vai-virar-realidade-e-vai-ter-muita-briga-na-justica/embed/#?secret=f57JgJVwjX#?secret=B4N53wRlwh" data-secret="B4N53wRlwh" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>O QUE SÃO JANELAS E QUANTAS SÃO:</strong></p>
<p>As chamadas &#8216;janelas de entrada&#8217; são períodos predefinidos pela agência durante os quais empresas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros podem apresentar requerimentos para obter novas autorizações de linhas ou para a ampliação de serviços já existentes. Fora dessas janelas, o sistema regulatório é, em regra, fechado para novos pedidos.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 24 de abril de 2026, a ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%.</p>
<p>A reportagem completa do editor e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, sobre as janelas, você confere neste link:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="NsdoqtRe8h"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/">ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/embed/#?secret=r581v0EhJN#?secret=NsdoqtRe8h" data-secret="NsdoqtRe8h" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>TOTAL NO BRASIL</strong></p>
<p>A ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p><strong>O QUE SÃO ESTES MERCADOS?</strong></p>
<p>Cada mercado corresponde, simplificando a explicação, a um trecho dentro das linhas, que significa o ponto a ponto para embarque ou desembarque desde que entre cidades de estados diferentes para não competir com as linhas intermunicipais. Assim, uma única linha pode ter dezenas de mercados.</p>
<p>Por exemplo, uma linha entre Santo André (SP) e Salvador (BA): se a empresa é autorizada a, dentro desta mesma linha, vender passagens no sentido Bahia entre 1) Santo André (SP) x Campos dos Goytacazes (RJ); 2) Santo André (SP) x Vitória (ES); 3) Santo André (SP) x Teixeira de Freitas (BA), serão quatro mercados nesta linha: as três paradas (Campos dos Goytacazes, Vitória e Teixeira de Freitas) mais o destino (Salvador).</p>
<p>Esta divisão ocorre para ampliar as opções dos passageiros e permitir que as empresas vendam passagens em assentos que forem ir desocupando no meio da viagem.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/10/eucatur-solimoes-consegue-autorizacao-para-operar-852-novos-mercados-em-sua-malha-interestadual-em-primeira-janela-de-linha-da-antt/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514744</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Grupo Guanabara vai operar mais 1217 mercados em linhas de ônibus rodoviárias interestaduais em janelas da ANTT em diferentes estados</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/09/grupo-guanabara-vai-operar-mais-1217-mercados-em-linhas-de-onibus-rodoviarias-interestaduais-em-janelas-da-antt/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/09/grupo-guanabara-vai-operar-mais-1217-mercados-em-linhas-de-onibus-rodoviarias-interestaduais-em-janelas-da-antt/#comments</comments>
    <pubDate>Sun, 10 May 2026 01:02:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[REPORTAGEM ORIGINALMENTE AO AR EM 30 DE ABRIL DE 2026 Real Expresso, Rápido Federal, UTIL, Viação Sampaio e Brisa integram a marca. Maioria irá para a Real Expresso e há rotas interessantes como Arraial do Cabo x ABC Paulista e Litoral Sul de São Paulo ADAMO BAZANI A primeira janela da ANTT (Agência Nacional de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="773" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_173012.jpg?fit=1024%2C773&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_173012.jpg?w=2659&amp;ssl=1 2659w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_173012.jpg?resize=300%2C226&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_173012.jpg?resize=1024%2C773&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_173012.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_173012.jpg?resize=768%2C579&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_173012.jpg?resize=1536%2C1159&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_173012.jpg?resize=2048%2C1545&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/20260426_173012.jpg?resize=400%2C302&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <h2><strong>REPORTAGEM ORIGINALMENTE AO AR EM 30 DE ABRIL DE 2026</strong></h2>
<p><em>Real Expresso, Rápido Federal, UTIL, Viação Sampaio e Brisa integram a marca. Maioria irá para a Real Expresso e há rotas interessantes como Arraial do Cabo x ABC Paulista e Litoral Sul de São Paulo</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A primeira janela da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), que são os períodos nos quais as empresas propõem novas linhas de ônibus interestaduais, tem provocado grande movimentação neste mercado que mexe com bilhões de reais todos os ônibus.</p>
<p>Foi possível a aprovação da entrada de viações menores, que até então não tinham participação ou operavam poucos serviços, e até mesmo empresas que atuam com plataformas tecnológicas, como Buser (comprando duas companhias que já operavam) com 27 mercados e a Flixbus, que deu a cara a tapa e com a marca própria conseguiu 1230 mercados.</p>
<p>Porém, grandes grupos tradicionais aproveitaram também para se consolidarem e ampliarem a capilaridade das operações.</p>
<p>É o caso do Grupo Guanabara, comandado pela família de Jacob Barata, e reúne marcas como Expresso Guanabara; Real Expresso, Rápido Federal, UTIL, Viação Sampaio e Brisa, que agora integram a marca.</p>
<p>As empresas, que já atendem a milhares de trechos por todo o País, passarão a operar mais 1.217 mercados.</p>
<p>A maioria irá para as operações correspondentes à marca Real Expresso.</p>
<p>Também fazem parte da maioria das liberações da ANTT para o Grupo Guanabara, rotas que até então não tinham nenhuma oferta de transportes. O conglomerado, porém, também vai travar concorrência em linhas que só tinham uma empresa operando.</p>
<p>Há rotas interessantes como Arraial do Cabo x ABC Paulista e Litoral Sul de São Paulo.</p>
<p><strong>Mercados sem atendimento até então 1098: </strong></p>
<p><u>Real Expresso:</u></p>
<p>439 mercados</p>
<p>Exemplos:</p>
<p>Monte Santo de Minas (MG) x Mococa (SP); Osório (RS x Marília (SP); Pará de Miinas (MG) x Rio de Janeiro (RJ); Porangatu (GO) x Rio de Janeiro (RJ);</p>
<p><u>Expresso Guanabara</u></p>
<p>259 mercados</p>
<p>Exemplos:</p>
<p>Água Branca (PI) x São Paulo (SP); Ananindeua (PA) x Caruaru (PE); Brasília (DF) x Santa Luzia (PB); Juazeiro do Norte CE) x Fronteiras (PI)</p>
<p><u>UTIL – União Transporte Interestadual de Luxo</u></p>
<p>138 mercados</p>
<p>Exemplos:</p>
<p>Arraial do Cabo (RJ) x Santo André (SP) x Santos; Cabo Frio (RJ) x Santo André (SP); Saquarema (TJ) x Santos (SP) – via ABC; Três Corações (MG) x São Sebastião (SP)</p>
<p><u>Rápido Federal </u></p>
<p>227 mercados</p>
<p>Exemplos:</p>
<p>Anápolis (GO) x Julio Borges (PI); Bicas (MG) x Duque de Caxias (RJ); Central (BA) x Formosa (GO); Itabora (MG) x Belo Horizonte (MG)</p>
<p><u>Viação Sampaio:</u></p>
<p>35 mercados</p>
<p>Exemplos:</p>
<p>Alfenas (MG) x São Bernardo do Campo (SP); Caxambu (MG) x Santos (SP); Guaxupé (MG) x Barra Mansa (RJ)</p>
<p><strong>Mercados tinham somente uma empresa atendendo até então (monopolistas): 119</strong></p>
<p><u>Real Expresso</u></p>
<p>46 mercados</p>
<p>Exemplos</p>
<p>Anápolis (GO) x São Luís (MA); Brasília (DF) x Araxá (MG); Uberlândia (MG) x Barra Velha (SC);</p>
<p><u>Expresso Guanabara:</u></p>
<p>05 mercados</p>
<p>Exemplos</p>
<p>Codo (MA) x Lucas do Rio Verde (MT); Anápolis (GO) x Natal (RN)</p>
<p><u>Rápido Federal</u></p>
<p>36 mercados</p>
<p>Exemplos</p>
<p>Alvorada do Norte (GO) x Caracol (PI); Brasília (DF) x Divinópolis (MG); Miguel Calmon (BA) x São Paulo (SP); Posse (GO) x Osasco (SP)</p>
<p>UTIL – União Transporte Interestadual de Luxo</p>
<p>16 mercados</p>
<p>Exemplos:</p>
<p><u>Viação Sampaio</u></p>
<p>16 mercados</p>
<p>Exemplos</p>
<p>Andrelândia (MG) x Aparecida (SP); Passa Quatro (MG) x Taubaté (SP); Soledade de Minas (MG) x São Paulo (SP)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>GRUPOS TRADICIONAIS X &#8220;START UPS&#8221;</strong></p>
<p>Se a abertura das janelas tem sido aproveitada por grandes novos grupos tradicionais, as chamadas “strarups” também se beneficiam.</p>
<p>Em 28 de abril de 2026, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, mostrou que o aplicativo  Buser vai operar 27 mercados.</p>
<p>As operações se darão por meio da compra recente pelo aplicativo das empresas Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal.</p>
<p>Somente em relação aos chamados mercados “desatendidos”, que são ligações para as quais não havia nenhuma oferta, são 26, sendo 18 pela empresa do ABC e oito pela JK.</p>
<p>Barbacena (MG) x Santo André (SP); Campo Belo (MG) x São Bernardo do Campo (SP); Formiga (MG) x São José do Rio Preto (SP); são alguns exemplos pela Santa Maria e; Morrinhos (MG) x Belo Horizonte (MG); Pinhas (PR) x Registro (SP) e Rio de Janeiro (RJ) x Itaquaquecetuba (SP), pela JK, são casos dos mercados antes sem oferta de ligações.</p>
<p>Já entre os mercados que tinham a atuação de uma só empresa, a Buser vai operar, pela Expresso JK, a ligação Contagem (MG) x Três Rios (RJ).</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="KSTzP63X3V"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/">EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/embed/#?secret=Hvdg8w5VsS#?secret=KSTzP63X3V" data-secret="KSTzP63X3V" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>No dia 27 de abril de 2026, Adamo Bazani mostrou que a plataforma internacional Flixbus conseguiu autorizações para operar diretamente linhas de ônibus nestas janelas.</p>
<p>Foram 1158 mercados onde não havia oferta até então, que são chamados pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), de mercados desatendidos, tendo a Flixbus como contemplada 1.: Alagoinhas (BA) x Jaboatão dos Guararapes (PE); Balneário Camboriú (SC) x Umbaúba (SE); Bayeux (PB) x Santo André (SP); Camapuã (MS) x Cascavel (PR) estão entre os exemplos.</p>
<p>A plataforma também vai atender 72 mercados onde já há uma oferta, como Curitiba (PR) x São Vicente.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="aRn8ub8YDt"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/">EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/embed/#?secret=JKYjirKR39#?secret=aRn8ub8YDt" data-secret="aRn8ub8YDt" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Os modelos de negócios foram escolhidos de forma diferente.</p>
<p>Enquanto a Flixbus fez as solicitações diretas por sua marca, a Buser foi contemplada por meio das compras de viações de linhas regulares que fez.</p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou em primeira mão, de forma oficial, a aquisição.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="DFmyvRkZbx"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/">Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/embed/#?secret=aN7PmOqL3I#?secret=DFmyvRkZbx" data-secret="DFmyvRkZbx" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>O QUE SÃO JANELAS E QUANTAS SÃO:</strong></p>
<p>As chamadas &#8216;janelas de entrada&#8217; são períodos predefinidos pela agência durante os quais empresas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros podem apresentar requerimentos para obter novas autorizações de linhas ou para a ampliação de serviços já existentes. Fora dessas janelas, o sistema regulatório é, em regra, fechado para novos pedidos.</p>
<p>No recorte de mercados, foram registradas 47.291 solicitações válidas. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos e 8.912 a mercados operados por apenas uma empresa. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%.</p>
<p>A reportagem completa do editor e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, sobre as janelas, você confere neste link:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="me5makihnP"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/">ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/embed/#?secret=VVrThR3alB#?secret=me5makihnP" data-secret="me5makihnP" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>PRF registra queda de 60% nas mortes durante Operação Dia do Trabalho em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/09/prf-registra-queda-de-60-nas-mortes-durante-operacao-dia-do-trabalho-em-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 10 May 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Fiscalização intensificada e ações educativas marcaram o feriado nas rodovias federais do estado YURI SENA A Polícia Rodoviária Federal divulgou na segunda-feira (04) o balanço da Operação Dia do Trabalho 2026 nas rodovias federais de São Paulo. Os dados apontam redução de 60% no número de mortes em comparação com o mesmo período de 2025. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="732" height="408" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8902ab81-0592-447a-800c-174f68c71326.jpg?fit=732%2C408&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8902ab81-0592-447a-800c-174f68c71326.jpg?w=732&amp;ssl=1 732w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8902ab81-0592-447a-800c-174f68c71326.jpg?resize=300%2C167&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8902ab81-0592-447a-800c-174f68c71326.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8902ab81-0592-447a-800c-174f68c71326.jpg?resize=400%2C223&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 732px) 100vw, 732px" /> <p><span style="font-weight: 400;"><i>Fiscalização intensificada e ações educativas marcaram o feriado nas rodovias federais do estado</i></span></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Polícia Rodoviária Federal divulgou na segunda-feira (04) o balanço da Operação Dia do Trabalho 2026 nas rodovias federais de São Paulo. Os dados apontam redução de 60% no número de mortes em comparação com o mesmo período de 2025.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os dias 30 de abril e 3 de maio, foram registradas duas mortes, contra cinco no ano anterior. No total, a operação contabilizou 52 sinistros, sendo 11 considerados graves, além de 59 pessoas feridas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da queda nos óbitos, houve aumento em algumas infrações. O uso de celular ao volante, por exemplo, passou de 38 registros em 2025 para 54 neste ano. Ao todo, foram lavrados 2.154 autos de infração, um crescimento de cerca de 38%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fiscalização também incluiu controle de velocidade com radares portáteis, que flagraram 1.465 veículos acima do limite permitido. Durante o período, 4 pessoas foram detidas por crimes de trânsito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a PRF, 4.270 pessoas e 3.572 veículos foram fiscalizados, além da realização de 3.156 testes de alcoolemia. As ações educativas alcançaram 1.599 pessoas ao longo do feriado prolongado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a corporação, a redução nos índices de mortalidade está relacionada à intensificação da fiscalização e às atividades de conscientização realizadas nas rodovias.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

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  <item>
    <title>EXCLUSIVO: Desistência de monotrilho no ABC deixa de ser risco fiscal para Orçamento de São Paulo, mas concessões de trilhos, inflação e reforma tributária permanecem</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/09/exclusivo-desistencia-de-monotrilho-no-abc-deixa-de-ser-risco-fiscal-para-orcamento-de-sao-paulo-mas-concessoes-de-trilhos-inflacao-e-reforma-tributaria-permanecem/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 09 May 2026 23:40:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Gestão Tarcísio de Freitas não descarta frustração de arrecadação geral, teme impactos da inflação e admite que pode haver mais reequilíbrios em favor das concessionárias ADAMO BAZANI Colaborou Yuri Sena A gestão do Governador Tarcísio de Freitas teme possíveis impactos para o Orçamento de 2027 gerados por um pico inflacionário, as elevadas taxas de juros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="750" height="500" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/monotrilho-vem-abc-e1532457565222.jpg?fit=750%2C500&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/monotrilho-vem-abc-e1532457565222.jpg?w=750&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/monotrilho-vem-abc-e1532457565222.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/monotrilho-vem-abc-e1532457565222.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/monotrilho-vem-abc-e1532457565222.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /> <p><em>Gestão Tarcísio de Freitas não descarta frustração de arrecadação geral, teme impactos da inflação e admite que pode haver mais reequilíbrios em favor das concessionárias</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Yuri Sena</em></strong></p>
<p>A gestão do Governador Tarcísio de Freitas teme possíveis impactos para o Orçamento de 2027 gerados por um pico inflacionário, as elevadas taxas de juros e os efeitos iniciais da Reforma Tributária.</p>
<p>Além disso, o governo faz ressalvas quanto a concessões, em especial de trilhos, e aponta itens que podem gerar reequilíbrios econômicos em favor das empresas privadas em empreendimentos como linha 4-Amarela de metrô, linha 6-Laranja de metrô, linha 7-Rubi e TIC (Trem Intercidades) São Paulo (SP) x Campinas (SP) e as linhas de trens metropolitanos 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.</p>
<p>Por outro lado, a desistência do Estado por um monotrilho entre o ABC Paulista e a capital (linha 18-Bronze), que foi substituído pelo BRT-ABC (sistema de corredores de ônibus rápidos) deixou de figurar como risco fiscal.</p>
<p>É o que consta no projeto de lei que estabelece as diretrizes orçamentárias para 2027. Trata-se do Projeto de 407/2026 enviado a Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). A receita fiscal primária está estimada em R$ 371,4 bilhões. Já as despesas estão previstas em R$ 365,9 bilhões. Em linhas gerais, a proposta define metas e prioridades da Administração Pública estadual e, se aprovada pela Assembleia, servirá de base para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), que detalha o Orçamento do Estado para o ano seguinte.</p>
<p>Sobre a linha 18-Bronze, a troca pelo BRT deixou de ser risco após acordo de indenização de R$ 335,5 milhões com a Concessionária do Monotrilho Linha 18-Bronze S/A (Vem ABC) firmado no ano passado.</p>
<p>Para o Governo do Estado, houve vantagem aos cofres públicos, uma vez que o risco fiscal pela desistência chegou a ser de R$ 1 bilhão.</p>
<p>Além disso, ao trocar a linha 18-Bronze de monotrilho pelo BRT-ABC foram poupados, em valores corrigidos, mais de R$ 3,2 bilhões da arrecadação. Isso porque, o custo total de implantação do sistema atualmente seria de R$ 7,2 bilhões e os R$ 3,2 bilhões seriam a parcela do Estado. Deste valor, somente em desapropriações seria mais de R$ 1 bilhão em pagamentos de indenização que pesariam os cofres públicos.</p>
<p>O BRT-ABC deve custar R$ 1,2 bilhão e será custeado integralmente pela concessionária privada.</p>
<p>Já em relação a outras concessões de trilhos, os riscos estão nas previsões de contratos que gerariam necessidade de reequilibrar a remuneração das empresas.</p>
<p>No caso da linha 4-Amarela, por exemplo, queda de demanda de passageiros, investimentos extras e até mesmo os impactos da reforma tributária são classificados como riscos.</p>
<p><strong><em>No contexto da prestação dos serviços da concessão patrocinada da Linha 4 – Amarela do Metrô, o contrato prevê duas situações com potencial de impactar o equilíbrio econômico-financeiro do projeto, podendo resultar em desembolsos extraordinários pelo GESP: (i) risco de alteração tributária (até o momento não materializado); e (ii) risco de demanda.</em></strong></p>
<p>No caso da linha 6-Laranja, as apurações sobre o acidente com o afundamento da pista na Marginal Tietê por causa do rompimento da galeria de esgoto em 2022 afetando as obras e a tuneladora (tatuzão) constam na parte dos riscos fiscais, além da ampliação do projeto com mais estações.</p>
<p><strong><em>Em fevereiro de 2022, ocorreu um acidente nas obras, com o desabamento de parte da pista da Marginal Tietê, nas proximidades da Ponte da Freguesia do Ó. Até o final de 2022, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) analisou as causas do evento e seus potenciais impactos regulatórios no contrato. A partir de 2023, a Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI) passou a exercer a função de Poder Concedente, dando continuidade à análise de eventuais desembolsos a título de ressarcimento. Por fim, os Termos Aditivos nº 3/2025 e nº 4/2025 trataram, principalmente, dos estudos de viabilidade e da incorporação de investimentos adicionais relativos à Fase I, com vistas à sua compatibilização com a futura Fase II e à viabilização da expansão da Linha 6. Tais instrumentos também abordaram a expansão do trecho norte (Fase III) e do Tramo Sudeste, os procedimentos de desapropriação, as providências para obtenção de licença ambiental e a execução de obras relacionadas ao sacolão provisório e definitivo. Ademais, disciplinaram a recomposição do equilíbrio econômico-financeiro do contrato em decorrência das alterações promovidas, observando-se o cenário mais vantajoso ao interesse público e a mitigação dos impactos orçamentários</em></strong></p>
<p>No caso do TIC (Trem Intercidades) São Paulo x Campinas, que engloba a linha 7-Rubi, são mencionados os aportes do Governo do Estado nos sete primeiros anos de concessão, que é de 30 anos no total até pagamentos de trabalhos específicos para a MRS Logística em obras e intervenções na malha de transportes de cargas onde opera.</p>
<p><strong><em>A estimativa de impacto orçamentário-financeiro ao longo da vigência da PPP do TIC Eixo Norte considerou a realização de aportes de recursos públicos nos primeiros sete anos de execução das obras, com o objetivo de reduzir os desembolsos anuais associados à contraprestação pecuniária fixa ao longo dos 30 anos de concessão patrocinada. O cronograma de desembolsos também contempla Aporte Condicional, referente às intervenções a serem realizadas pela MRS Logística S.A. no sistema de carga. Embora tais investimentos integrem o escopo do projeto, sua responsabilidade é do Poder Concedente, por estarem diretamente relacionados à infraestrutura da concessão. Por essa razão, foram considerados como despesas do projeto, com previsão de posterior ressarcimento pela operadora de carga.</em></strong></p>
<p>A concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade está entre as que possuem a maior descrição no anexo dos riscos fiscais.</p>
<p>O governo prevê dinheiro do Estado para investimentos no início da concessão e contraprestações financeiras à concessionária.</p>
<p>Até mesmo um sistema que garante cobertura de recursos e compensações por causa de queda ou arrecadação insuficiente pela bilhetagem estão no contrato.</p>
<p><strong><em>A modelagem econômico-financeira consolidada do Lote Alto Tietê apresenta riscos fiscais associados especialmente em razão da combinação entre aportes públicos durante a fase de investimentos e pagamentos contínuos de contraprestação ao longo do contrato. No que se refere aos aportes públicos, observa-se que os desembolsos estão condicionados ao avanço físico-financeiro das obras, o que constitui um mecanismo importante de mitigação de riscos. Ainda assim, há potencial de pressão sobre o orçamento público no curto e médio prazo, sobretudo em cenários de concentração de investimentos ou de eventuais atrasos no cronograma, que podem ensejar reprogramações financeiras ou pleitos de reequilíbrio econômico-financeiro por parte da concessionária. Em relação à contraprestação pecuniária, os pagamentos contínuos ao longo do contrato configuram uma obrigação fiscal de longo prazo, sujeita a riscos como elevação dos custos operacionais e a necessidade de manutenção dos desembolsos independentemente do cenário econômico. Como atenuante, o modelo prevê aumento gradual das contraprestações conforme os investimentos e a capacidade operacional evoluem, com estabilização a partir do 9º ano, contribuindo para mitigar o impacto fiscal ao longo do tempo. Adicionalmente, há risco associado à arrecadação tarifária, uma vez que parte dos recursos projetados decorre da receita da “Clearing” do sistema de bilhetagem da Região Metropolitana de São Paulo. Eventuais frustrações de demanda, alterações na política tarifária ou mudanças no padrão de mobilidade urbana podem reduzir a arrecadação prevista, elevando a necessidade de complementação de recursos pelo Poder Concedente.</em></strong></p>
<p>Quanto à macroeconomia, o Governo do Estado não descarta uma frustração de arrecadação e teme o cenário dos juros altos, da inflação e da transição das regras tributárias nacionais.</p>
<ol>
<li><strong> Frustração de Arrecadação</strong></li>
</ol>
<p>A possibilidade de frustração de arrecadação decorre, principalmente, dos riscos macroeconômicos descritos na</p>
<p>Seção II. Um crescimento do PIB abaixo do projetado, uma desaceleração do consumo mais intensa do que oesperado ou uma queda nos preços dos produtos exportados pelo Estado poderiam resultar em arrecadação de</p>
<p>ICMS e IPVA aquém do previsto na LDO 2027.</p>
<p>Adicionalmente, a transição do sistema tributário em curso (reforma tributária) pode gerar incertezas sobre o</p>
<p>comportamento dos contribuintes e a base de arrecadação durante o período de implementação do IBS e da CBS.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Discrepância de Projeções Macroeconômicas</strong></li>
</ol>
<p>Conforme detalhado no Quadro 1, variações desfavoráveis nas projeções de PIB, inflação, taxa de juros Selic e taxa</p>
<p>de câmbio em relação às hipóteses utilizadas na elaboração da LOA 2025 podem resultar em:</p>
<p>(a) Redução da arrecadação de ICMS e IPVA, pela queda da atividade econômica e do consumo;</p>
<p>(b) Aumento do serviço da dívida pública estadual com a União, sensível à variação do índice de preços IPCA;</p>
<p>(c) Pressão sobre despesas com pessoal e benefícios previdenciários, em caso de inflação superior à projetada.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Outros Riscos Fiscais – Reforma Tributária</strong></li>
</ol>
<p>A Emenda Constitucional nº 132/2023 inaugurou ampla reforma na tributação do consumo no Brasil. O período de</p>
<p>transição, previsto para se estender de 2026 a 2032, introduz riscos inerentes ao seu ineditismo e consequente</p>
<p>dificuldade de antecipação racional, em equilíbrio geral, de seus inúmeros possíveis efeitos dinâmicos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514693" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-12-13.jpg?resize=818%2C632&#038;ssl=1" alt="" width="818" height="632" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-12-13.jpg?w=818&amp;ssl=1 818w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-12-13.jpg?resize=300%2C232&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-12-13.jpg?resize=150%2C116&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-12-13.jpg?resize=768%2C593&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-12-13.jpg?resize=400%2C309&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 818px) 100vw, 818px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514692" 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<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>Mudanças em linhas de ônibus seguem em debate após audiência pública em Paulista (PE)</title>
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    <pubDate>Sat, 09 May 2026 22:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Prefeitura, Consórcio Grande Recife e moradores discutem impactos de alterações em itinerários com destino ao TI Macaxeira YURI SENA As alterações em linhas do transporte público de Paulista continuam gerando debate entre usuários, autoridades e representantes do sistema metropolitano.&#160; Na última quinta-feira (7), a Prefeitura promoveu uma audiência pública para discutir os impactos das mudanças [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="548" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/37b1cbe6-d0a7-4d01-a546-3c317600c7fb-e1778180209575.jpg?fit=800%2C548&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><span style="font-weight: 400"><i>Prefeitura, Consórcio Grande Recife e moradores discutem impactos de alterações em itinerários com destino ao TI Macaxeira</i></span></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">As alterações em linhas do transporte público de Paulista continuam gerando debate entre usuários, autoridades e representantes do sistema metropolitano.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na última quinta-feira (7), a Prefeitura promoveu uma audiência pública para discutir os impactos das mudanças nos itinerários das linhas Arthur Lundgren II/TI Macaxeira e Mirueira/TI Macaxeira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O encontro foi realizado no auditório do SENAI Paulista e reuniu representantes do Consórcio Grande Recife, vereadores, lideranças comunitárias e passageiros afetados pelas mudanças operacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a audiência, usuários relataram dificuldades após a retirada do atendimento direto ao Terminal Integrado da Macaxeira. Entre os principais pontos levantados estiveram o aumento do tempo de deslocamento, necessidade de integrações adicionais e impactos na rotina de trabalhadores e estudantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O secretário municipal de Segurança, Mobilidade e Defesa Civil, Ricardo Medeiros, afirmou que a gestão municipal pretende manter o diálogo com a população antes de qualquer decisão definitiva sobre os itinerários. Segundo ele, as mudanças provocaram forte repercussão entre os passageiros do município.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Representantes do Consórcio Grande Recife afirmaram que as alterações ainda passam por avaliação técnica e que as manifestações apresentadas durante a audiência serão analisadas. A entidade informou que o objetivo é buscar ajustes que melhorem o atendimento sem comprometer a operação do sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lideranças comunitárias também defenderam a retomada das linhas com trajeto direto ao TI Macaxeira, argumentando que as mudanças aumentaram as dificuldades para os usuários do transporte coletivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao fim da reunião, foi definida a elaboração de um documento conjunto com sugestões e reivindicações apresentadas pelos participantes. O material deverá ser encaminhado ao Consórcio Grande Recife para avaliação.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Acidente com ônibus da banda Mastruz com Leite no Maranhão assusta músicos e fãs</title>
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	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 09 May 2026 21:55:11 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Artistas estavam a caminho de show no interior do Pará quando veículo saiu da pista na BR-226 durante a madrugada deste sábado (09) ARTHUR FERRARI Um ônibus que transportava integrantes da banda Mastruz com Leite se envolveu em um acidente na madrugada deste sábado (09), em um trecho da BR-226, no Maranhão. O veículo saiu [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260509_185211_0000.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260509_185211_0000.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260509_185211_0000.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260509_185211_0000.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260509_185211_0000.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260509_185211_0000.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Artistas estavam a caminho de show no interior do Pará quando veículo saiu da pista na BR-226 durante a madrugada deste sábado (09)</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um ônibus que transportava integrantes da banda Mastruz com Leite se envolveu em um acidente na madrugada deste sábado (09), em um trecho da BR-226, no Maranhão. O veículo saiu da pista e parou em uma área de vegetação às margens da rodovia enquanto o grupo seguia viagem para Brejo Grande do Araguaia (PA).</p>
<p>Apesar do impacto e das imagens divulgadas nas redes sociais após o ocorrido, nenhum ocupante sofreu ferimentos. Os próprios artistas relataram a situação por meio de vídeos publicados na internet horas depois do acidente.</p>
<p>O cantor Gilly Araujo afirmou que a equipe manteve a programação prevista mesmo após o susto. “Não houve feridos, graças a Deus está todo mundo bem. E nós já estamos seguindo viagem a Brejo Grande do Araguaia, no Pará, para fazer um show. E a gente pede que vocês orem por nós e continuem torcendo para que tudo dê certo e a gente possa honrar todos os nossos compromissos, tá bom? Um beijo”, declarou.</p>
<p>Outra integrante do grupo, a cantora Mara Rodrigues, também comentou o episódio nas redes sociais. “Olá pessoal, estamos passando aqui para tranquilizar todos os fãs e amigos. Por volta das 4:30 da manhã, nós tivemos um susto com o nosso ônibus, mas nós queremos dizer que está tudo bem”, disse. Em seguida, completou: “Não houve feridos, graças a Deus está todo mundo bem”.</p>
<p>As circunstâncias que fizeram o motorista perder o controle do ônibus não haviam sido esclarecidas até a publicação desta reportagem.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Rondonópolis (MT) reduz tarifa de ônibus para R$ 2 e prefeitura mantém meta de passagem a R$ 1</title>
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	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 09 May 2026 21:00:23 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Valor do transporte coletivo no município mato-grossense entra em vigor por decreto; gestão afirma que redução gradual busca ampliar número de passageiros e evitar impactos financeiros YURI SENA A Prefeitura de Rondonópolis oficializou nesta quarta-feira (6) a redução da tarifa do transporte coletivo municipal de R$ 3 para R$ 2. A medida foi anunciada pelo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="738" height="480" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/484b1949-bc52-4e61-806b-e9beed1dced1.jpg?fit=738%2C480&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/484b1949-bc52-4e61-806b-e9beed1dced1.jpg?w=738&amp;ssl=1 738w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/484b1949-bc52-4e61-806b-e9beed1dced1.jpg?resize=300%2C195&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/484b1949-bc52-4e61-806b-e9beed1dced1.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/484b1949-bc52-4e61-806b-e9beed1dced1.jpg?resize=400%2C260&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 738px) 100vw, 738px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Valor do transporte coletivo no município mato-grossense entra em vigor por decreto; gestão afirma que redução gradual busca ampliar número de passageiros e evitar impactos financeiros</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura de Rondonópolis oficializou nesta quarta-feira (6) a redução da tarifa do transporte coletivo municipal de R$ 3 para R$ 2. A medida foi anunciada pelo prefeito Cláudio Ferreira durante a inauguração do Terminal Rodoviário José Bonifácio de Andrada e Silva, na região central da cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mudança foi formalizada por meio do decreto municipal nº 13.359, datado de 4 de maio de 2026, e deverá ser publicada no Diário Oficial do Município.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a administração municipal, a nova redução representa uma queda superior a 50% no valor da passagem desde o início da atual gestão, quando a tarifa era de R$ 4,10. Durante o evento, o prefeito voltou a afirmar que a meta do governo é chegar à tarifa de R$ 1 no transporte coletivo urbano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a prefeitura, a redução vem sendo implementada de forma gradual para evitar impactos bruscos nas contas públicas e permitir acompanhamento da evolução da demanda do sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A administração municipal também informou que o número de passageiros transportados cresceu nos últimos dois anos. Em 2024, o sistema registrava média mensal de 238 mil usuários. Em 2025, o volume subiu para cerca de 296 mil passageiros por mês, chegando à média de 320 mil em 2026, segundo dados divulgados pela prefeitura.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>CPTM terá mudanças operacionais em três linhas neste sábado (9) para obras de manutenção</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/09/cptm-tera-mudancas-operacionais-em-tres-linhas-neste-sabado-9-para-obras-de-manutencao/</link>
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    <pubDate>Sat, 09 May 2026 20:00:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Alterações afetam plataformas nas linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira durante o período noturno YURI SENA A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) realizará alterações operacionais em três linhas ferroviárias neste sábado, 9 de maio, para a execução de obras de manutenção, melhorias e modernização da via permanente. As mudanças ocorrerão no período noturno e envolvem [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/03/0dd4032e-5b28-4a32-967e-a8d77307c61a-e1773358072458.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Alterações afetam plataformas nas linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira durante o período noturno</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) realizará alterações operacionais em três linhas ferroviárias neste sábado, 9 de maio, para a execução de obras de manutenção, melhorias e modernização da via permanente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As mudanças ocorrerão no período noturno e envolvem alterações de plataformas para embarque e desembarque nas linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Linha 10-Turquesa, das 22h até o fim da operação comercial, os passageiros deverão utilizar a plataforma 2 na Estação Brás e a plataforma 3 na Estação Juventus-Mooca, em ambos os sentidos. Segundo a CPTM, a alteração é necessária para a realização de carga de dormentes inservíveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já na Linha 11-Coral, também das 22h até o encerramento da circulação dos trens, os embarques e desembarques ocorrerão pela plataforma 2 nas estações Calmon Viana, Suzano e Jundiapeba. No trecho, serão executados serviços de revisão geral com retencionamento do travessão da via férrea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Linha 12-Safira, das 22h até o fim da operação, os passageiros deverão utilizar a plataforma 4 na Estação Tatuapé para embarque e desembarque em ambos os sentidos. De acordo com a companhia, haverá substituição de trilhos, execução de soldas e carga de materiais ao longo do trecho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CPTM informou que colaboradores estarão à disposição nas estações para auxiliar os passageiros durante as alterações operacionais. Os avisos também serão divulgados por meio de painéis eletrônicos, sinalização e mensagens sonoras nas plataformas.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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