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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Tubarão (SC) garante continuidade do transporte coletivo após saída do Consórcio Cidade Azul</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/04/tubarao-sc-garante-continuidade-do-transporte-coletivo-apos-saida-do-consorcio-cidade-azul/</link>
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    <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 17:30:53 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nova operadora será contratada de forma temporária para manter o serviço sem interrupções; créditos dos cartões atuais serão preservados YURI SENA A Prefeitura de Tubarão informou que o transporte coletivo urbano continuará operando normalmente após o dia 12 de junho de 2026, data prevista para o encerramento das atividades do Consórcio Cidade Azul (CCA), atual [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="542" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-04-at-14.06.49-e1780592838846.jpeg?fit=800%2C542&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Nova operadora será contratada de forma temporária para manter o serviço sem interrupções; créditos dos cartões atuais serão preservados</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura de Tubarão informou que o transporte coletivo urbano continuará operando normalmente após o dia 12 de junho de 2026, data prevista para o encerramento das atividades do Consórcio Cidade Azul (CCA), atual concessionário do serviço no município.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com nota oficial divulgada pela administração municipal, uma nova empresa está em fase de contratação para assumir a operação do sistema de forma temporária, pelo período de até um ano. A medida tem como objetivo garantir a continuidade do atendimento aos passageiros enquanto é realizado um novo processo licitatório para a concessão definitiva do serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a prefeitura, não haverá interrupção das operações durante a transição entre as empresas, assegurando a manutenção do transporte público para os usuários da cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O encerramento da concessão ocorre após decisão judicial definitiva que autorizou a rescisão do contrato firmado em 5 de julho de 2019. A ação foi ajuizada em setembro de 2023 e teve seu desfecho em 21 de maio de 2026, sem possibilidade de novos recursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto destacado pela administração municipal é a preservação dos créditos dos passageiros. Os valores carregados nos cartões de transporte adquiridos há menos de um ano serão integralmente aceitos pela empresa que assumir a operação do sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A prefeitura informou ainda que os detalhes operacionais da nova prestadora de serviços, bem como os procedimentos para migração e utilização dos cartões de transporte, serão divulgados nos próximos dias.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Trens RJ recebe fiscalização do CREA-RJ nos primeiros dias de operação da malha ferroviária fluminense</title>
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	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 17:00:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Visita técnica ocorreu três dias após início das atividades da nova operadora, que assumiu a gestão de 270 quilômetros de vias e 104 estações no estado YURI SENA A Trens RJ recebeu nesta terça-feira, 2 de junho de 2026, representantes do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) para o início [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="687" height="458" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/02/trem-supervia.jpg?fit=687%2C458&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/02/trem-supervia.jpg?w=687&amp;ssl=1 687w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/02/trem-supervia.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/02/trem-supervia.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2023/02/trem-supervia.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 687px) 100vw, 687px" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Visita técnica ocorreu três dias após início das atividades da nova operadora, que assumiu a gestão de 270 quilômetros de vias e 104 estações no estado</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Trens RJ recebeu nesta terça-feira, 2 de junho de 2026, representantes do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) para o início de uma ação de fiscalização voltada ao exercício profissional da engenharia na nova operadora ferroviária do estado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A visita ocorreu apenas três dias após o início das operações da empresa, que passou a administrar a malha ferroviária urbana fluminense, composta por aproximadamente 270 quilômetros de extensão, cinco ramais e 104 estações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o encontro, foram discutidos procedimentos relacionados à regularização das atividades técnicas e ao acompanhamento das atribuições dos profissionais de engenharia que atuam na operação ferroviária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a empresa, a fiscalização faz parte do processo de adequação às normas regulatórias e de fortalecimento da estrutura técnica necessária para a gestão do sistema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Representantes do CREA-RJ destacaram que a aproximação com a nova operadora busca assegurar que os serviços sejam executados em conformidade com as exigências legais e técnicas da profissão, além de contribuir para a valorização dos profissionais ligados ao Sistema Confea/Crea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Trens RJ assumiu recentemente a operação do sistema ferroviário de passageiros do Rio de Janeiro, substituindo a SuperVia após quase três décadas. O novo modelo contratual prevê remuneração baseada na quilometragem operada, diferentemente do modelo anterior, que tinha como referência o número de passageiros transportados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os principais desafios apontados para a nova fase da operação estão a modernização da infraestrutura ferroviária, o combate aos furtos de cabos e equipamentos ao longo da via permanente e a melhoria da confiabilidade do serviço prestado aos passageiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As obras de recuperação e atualização de sistemas deverão ser executadas gradualmente nos próximos anos, dentro do plano de investimentos previsto para a nova operação.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>MP investiga alta de tarifa de ônibus e subsídios em Campinas (SP) acima da inflação</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/04/mp-investiga-alta-de-tarifa-de-onibus-e-subsidios-em-campinas-sp-acima-da-inflacao/</link>
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    <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 16:06:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[É outra frente de promotoria envolvendo os transportes na cidade. Nesta quarta-feira (03), suspeitas de fraude em licitação fizeram com que MP e Polícia Civil deflagrassem operação ADAMO BAZANI A promotora Luciana Ribeiro Guimarães Viegas de Carvalho, do Ministério Público Estadual de São Paulo, deu início a um inquérito civil para investigar por que a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="575" height="349" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-2.png?fit=575%2C349&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-2.png?w=575&amp;ssl=1 575w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-2.png?resize=300%2C182&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-2.png?resize=150%2C91&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-2.png?resize=400%2C243&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 575px) 100vw, 575px" /> <p><em>É outra frente de promotoria envolvendo os transportes na cidade. Nesta quarta-feira (03), suspeitas de fraude em licitação fizeram com que MP e Polícia Civil deflagrassem operação</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A promotora Luciana Ribeiro Guimarães Viegas de Carvalho, do Ministério Público Estadual de São Paulo, deu início a um inquérito civil para investigar por que a tarifa de ônibus e os subsídios ao sistema de transportes de Campinas, no interior de São Paulo, tiveram aumentos acima da inflação.</p>
<p>De acordo com representação da promotora, o Centro de Apoio Operacional à Execução (CAEx) do MP encontrou erros nos cálculos da Emdec, empresa da prefeitura responsável pelo gerenciamento dos transportes, que favoreceram as companhias de ônibus que operam na cidade.</p>
<p>Além disso, segundo a justificativa do inquérito, os documentos apresentados pela Emdec não provaram a necessidade dos índices aplicados nos reajustes</p>
<p><strong><em>&#8220;O CAEx concluiu que não é possível afirmar que os índices de reajuste aplicados encontram respaldo nos dados apresentados, nem se o aumento é compatível com os custos do sistema, tendo em vista a inexistência das memórias de cálculo e a impossibilidade de realização de auditoria&#8221; </em>– </strong>diz.</p>
<p>A tarifa do Vale-Transporte subiu para R$ 6,50 e a do Bilhete Único para R$ 6,00 em 2026, alta de até 5,26%. A inflação acumulada foi de 4,26% de acordo com o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve de referência no caso. A promotoria também apura a elevação expressiva das verbas públicas destinadas a custear o sistema de ônibus.</p>
<p>Já os subsídios à operação das empresas de ônibus passaram de R$ 139,5 milhões para R$ 218,4 milhões ao longo de 2025, alta nominal de 56,56%.</p>
<p>Em nota, a Emdec disse que vai responder aos questionamentos do MP , que os índices foram aplicados usando critérios técnicos e se baseando nas variações de custos de operações dos transportes.</p>
<p><strong><em>A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) informou que a administração municipal já está fornecendo todos os documentos solicitados pelos promotores. Segundo a empresa pública, as planilhas são embasadas em estudos de composição de custos feitos em conjunto com a Secretaria de Transportes (Setransp).</em></strong></p>
<p><strong><em>A empresa pública defende que as tarifas adotadas em 2026 são necessárias para garantir o equilíbrio econômico-financeiro do sistema. A justificativa oficial indica que o cálculo leva em conta a variação dos custos operacionais do setor, como o preço dos insumos, do combustível e os dissídios da mão de obra.</em></strong></p>
<p>É outra frente de promotoria envolvendo os transportes na cidade.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> nesta quarta-feira 03 de junho de 2026, suspeitas de fraude em licitação fizeram com que MP e Polícia Civil deflagrassem uma operação</p>
<p>A licitação é de R$ 11,8 bilhões.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/03/ssp-confirma-que-operacao-deflagrada-em-campinas-ocorreu-apos-denuncia-sobre-possiveis-irregularidades-em-licitacao-bilionaria-de-onibus/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/03/ssp-confirma-que-operacao-deflagrada-em-campinas-ocorreu-apos-denuncia-sobre-possiveis-irregularidades-em-licitacao-bilionaria-de-onibus/</a></p>
<p>A SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Estado de São Paulo confirmou, em nota oficial, que a operação deflagrada em Campinas ocorreu após denúncia sobre irregularidades em licitação bilionária de ônibus na cidade.</p>
<p><strong><em>De acordo com os investigadores, a apuração se iniciou após a divulgação de vídeos que mostravam uma reunião realizada em 1º de abril deste ano na sede de uma empresa de transporte de passageiros, em Paulínia, que revelou possíveis irregularidades em uma licitação pública.</em> </strong>&#8211; diz a nota oficial da SSP.</p>
<p>Um dos alvos é vereador Vini Oliveira (Cidadania), de Campinas. A investigação começou após a divulgação de um vídeo em que o parlamentar aparece recebendo uma caixa preta com envelopes supostamente com dinheiro.</p>
<p>Em nota, a Emdec, empresa da prefeitura responsável pelos transportes, informou que &#8220;a empresa em questão não opera o transporte público coletivo de Campinas, mas confirmou que a viação é uma das vencedoras da concorrência</p>
<p><strong><em>&#8220;Cabe ressaltar que o foco da investigação não é o processo de licitação. Porém, como é uma das empresas que compõe um dos consórcios vencedores da licitação, a Emdec acompanha a investigação e tem interesse no esclarecimento dos fatos. Cabe ressaltar ainda que o foco da investigação não é o processo de licitação.&#8221;</em></strong></p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a Polícia Civil e o Ministério Público cumpriram nesta quarta- feira, 3 de junho de 2026, 11 mandados de busca e apreensão em Campinas e Paulínia, no interior de São Paulo.</p>
<p>Entre as apurações estão possíveis crimes de corrupção envolvendo a licitação dos transportes coletivos por ônibus na cidade.</p>
<p>Como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, a concorrência teve como vencedores a Sancetur (Lote Sul) e o Consórcio Grande Campinas (Lote Norte).</p>
<p>A licitação envolve dois contratos de R$ 11,8 bilhões no total.</p>
<p>A reportagem do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> também mostrou que tanto a Justiça como o TCE impediram a homologação do resultado.</p>
<p><strong>Relembre</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="b7J6XJJ1cY"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/25/justica-atende-mobicampi-e-suspende-prazo-final-para-recursos-contra-licitacao-de-onibus-de-campinas-sp-que-seria-nesta-terca-26/">Justiça atende MobiCampi e suspende prazo final para recursos contra licitação de ônibus de Campinas (SP) que seria nesta terça (26)</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Justiça atende MobiCampi e suspende prazo final para recursos contra licitação de ônibus de Campinas (SP) que seria nesta terça (26)” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/25/justica-atende-mobicampi-e-suspende-prazo-final-para-recursos-contra-licitacao-de-onibus-de-campinas-sp-que-seria-nesta-terca-26/embed/#?secret=1g1iHb8qVp#?secret=b7J6XJJ1cY" data-secret="b7J6XJJ1cY" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), em nota, a ação tem como objetivo reunir provas para uma investigação sobre possíveis irregularidades envolvendo um agente público municipal e empresários do setor de transporte coletivo.</p>
<p>Foram apreendidos documentos, anotações, pen-drives, dinheiro em espécie, celulares e outros dispositivos, que serão analisados. Os agentes apreenderam também R$ 30 mil em espécie na empresa, R$ 4 mil na casa do assessor do vereador;</p>
<p>As medidas foram cumpridas por equipes do Núcleo Especial de Combate aos Crimes Econômicos e Contra a Ordem Tributária (Neccold), da Divisão de Investigações Gerais (DIG) do Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Campinas, com acompanhamento do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).</p>
<p>De acordo com os investigadores, a apuração se iniciou após a divulgação de vídeos que mostravam uma reunião realizada em 1º de abril deste ano na sede de uma empresa de transporte de passageiros, em Paulínia, que revelou possíveis irregularidades em uma licitação pública.</p>
<p>A Polícia Civil instaurou um inquérito e reuniu provas que deram embasamento para a Justiça expedir os mandados. Os participantes da reunião agora são alvos de uma investigação que busca verificar a suspeita de recebimento de valores supostamente desviados do setor público.</p>
<p>O material apreendido na ação deve ajudar no avanço das investigações, que seguem em andamento.</p>
<p>O TCE recebeu denúncias sobre um possível esquema de conluio na concorrência.</p>
<p>Veja o que diz o relatório do órgão de contas:</p>
<p><strong>Resultados do cruzamento de dados</strong>: A Sancetur (concorrente individual) e as empresas Bampar e Tupi (integrantes do Consórcio Mov Campinas), então concorrentes no Lote Norte. A cadeia de vínculos examinada indica aparente centralização do controle administrativo e societário em torno de uma pessoa física em comum, além de participações cruzadas em consórcios terceiros. <strong>Conexão 1 : Conexão entre a Sancetur, a Tupi e a Bampar por meio de um Administrador comum</strong>. As três empresas estão ligadas indiretamente através do Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior (CPF:) , que possivelmente atua como figura central na administração de todas as entidades conectadas a elas. A Sancetur &#8211; Santa Cecília Turismo Ltda (CNPJ: 69.144.434/0001-61) atua como &#8220;Sociedade Consorciada&#8221; no Consórcio Giz&amp;Lápis (CNPJ: 54.531.556/0001-33), o qual tem o Sr. Belarmino como Administrador. A Tupi &#8211; Transporte Urbano de Piracicaba Ltda (CNPJ: 43.207.151/0001-28) atua como &#8220;Sociedade Consorciada&#8221; no Consórcio Sorocaba (CNPJ: 14.012.270/0001-27), que também tem o Sr. Belarmino como Administrador. A Bampar Participações Ltda. (CNPJ: 07.452.821/0001-08) possui o Sr. Belarmino diretamente como seu Sócio-Administrador. A empresa Transportes Capellini Ltda (CNPJ: 46.090.221/0001-07) (que também possui o Sr. Belarmino como Administrador) estabelece uma ponte societária entre os consórcios ligados às concorrentes do certame: Ela atua como &#8220;Sociedade Consorciada&#8221; no Consórcio Giz&amp;Lápis (mesmo consórcio integrado pela Sancetur). Simultaneamente, atua como &#8220;Sócia&#8221; na Bampar Participações . A Bampar Participações Ltda. atua diretamente como &#8220;Sócia&#8221; de duas outras empresas: Paradela Participações Ltda. (CNPJ: 07.450.404/0001-26) ; Viação Campo dos Ouros Ltda. (CNPJ: 05.600.628/0001-41). Ambas as empresas acima também possuem o Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior atuando como Administrador, reforçando possível atuação em grupo econômico sob gestão unificada.</p>
<p><strong>Conexão 2:</strong> <strong>A Sancetur (concorrente individual), Consórcio Mov Campinas (Tupi e Bampar), Consórcio Grande Campinas (Rhema, Transporte Coletivo Grande Marília, entre outras), Consórcio Andorinha (Rhema, New Hope e WMW Locação) e Consórcio VCP Mobilidade (Mobicamp e Red Log),</strong> todas participantes dos Lotes Norte e Sul. A extensa teia societária, administrativa e de contatos demonstra que os amplos grupos econômicos por trás dessas empresas convergem através de cruzamentos em associações e compartilhamento de contatos comerciais. A cadeia de vínculos a seguir detalha a eventual ponte que interliga as empresas do Consórcio Grande Campinas e do Consórcio Andorinha ao núcleo de controle da Sancetur e do Consórcio Mov Campinas.</p>
<p><strong>Conexão 1 :</strong> <strong>Conexão do Consórcio Grande Campinas e Andorinha (via Transporte Coletivo Grande Marília e Rhema Mobilidade Ltda) ao Grupo Constantino.</strong> A Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19), integrante do Consórcio Grande Campinas e do Consórcio Andorinha, possui vínculo indireto com a Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0001-39), integrante do Consórcio Grande Campinas. Esta, por sua vez, compartilha, por meio de sua matriz e de uma e suas filiais, os endereços de e-mail e de telefone de contato corporativo (fiscalgiaruss@gmail.com; 11 4355-1500) com a empresa Diferencial Empreendimentos Imobiliários Ltda (CNPJ: 11.669.005/ 0001-28) e Aeropar Participações S.A. (CNPJ: 06.076.478/ 0001-81). A Diferencial Empreendimentos e a Aeropar Participações S.A. são entidades que direta e indiretamente são administradas/dirigidas por membros da família Constantino</p>
<p><strong>Conexão 2 : Conexões entre o “Grupo Constantino” e o “Grupo de Walter Godoy Bueno”.</strong> Avançando na teia, o diagrama revela que o elo entre os núcleos se dá por duas vias. Primeiro pela governança compartilhada de pessoas jurídicas. Constata-se que membros do “Grupo Constantino” figuram no quadro diretivo como Administradores das empresas Ingá Turismo e Serviços Ltda. (CNPJ: 75.769.265/ 0001-58) e Mapa Comércio, Locação e Manutenção de Veículos Ltda. (CNPJ: 06.079.923/0001-67). O gráfico demonstra que essas empresas estão atreladas à Empresa de Ônibus Pássaro Marron S/A por meio da utilização conjunta de telefones e endereços eletrônicos (a exemplo do telefone 11 3775-3892 e do e-mail contabilidade@passaromarron.com.br ). Dando seguimento, constata-se que a própria Pássaro Marron S/A compartilha, por meio do Consórcio Metropolitano de Transportes (CNPJ: 07.096.200/0001-39) um segundo nível de canais de contato (destacando-se o e-mail reparticoes@cordeirolima.com.br e o telefone 11 2478-3609) com diversas outras pessoas jurídicas. Dentre as entidades que utilizam estes mesmos canais, figuram as empresas VGM Participações Ltda e VUG Participações Ltda . Conforme apurado, no Lote Sul o certame contou com a participação do Consórcio VCP Mobilidade , integrado pela Red Log Ltda (CNPJ: 40.951.719/0001-22) e pela recém criada Mobicamp Ltda (CNPJ: 64.803.889/0001-28, constituída em 30/01/2026). Embora a fundação recente da Mobicamp a tenha omitido das buscas iniciais de vínculos sistêmicos, o aprofundamento em seu Quadro de Sócios e Administradores (QSA) revela que a empresa possui como únicas sócias exatamente a VGM Participações e a VUG Participações . Além disso, o próprio Sr. Walter Godoy Bueno (CPF:) assina não apenas como representante das sócias cotistas, mas atua também como Administrador direto da Mobicamp. Além da interligação evidenciada por meio do Sr. Walter Godoy Bueno e da empresa Mobicamp, a análise do diagrama revela um segundo vetor de conexão independente que liga o “Grupo Constantino” aos representantes do Consórcio VCP Mobilidade, desta vez através da sua outra empresa consorciada, a Red Log Ltda . A cadeia de vínculos dessa segunda via se materializa passo a passo através de cruzamentos societários diretos e compartilhamento de quadros administrativos, conforme detalhado a seguir:</p>
<ol>
<li>O Sr. Henrique Constantino (CPF:) , vinculado indiretamente aos Consórcios Grande Campinas e Andorinha, atua como Sócio da Viação Santos Dumont Ltda. (CNPJ: 02.162.190/0001-79) .</li>
<li>A Viação Santos Dumont atua diretamente como Sócia da Onipar Empreendimentos e Participações Ltda. (CNPJ: 04.000.349/ 0001-84) .</li>
<li>A Onipar Empreendimentos possui como Sócia-Administradora a Sra. Camila Portela Redeghieri Daher (CPF:, que atua como elo de transição na rede.</li>
<li>Expandindo a teia societária, a Sra. Camila Portela também exerce o cargo de Sócia-Administradora na empresa Itajaí Transportes Coletivos Ltda. (CNPJ: 06.346.461/ 0001-05) e da empresa Red Log Ltda. (CNPJ: 40.951.719/0001-22) .</li>
<li>Na governança da Itajaí Transportes, constatasse a atuação conjunta com o Sr. Joubert Beluomini (CPF:) , que divide o controle da empresa na condição de Sócio-Administrador.</li>
<li>O elo final consolida-se ao observar que o Sr. Joubert Beluomini é o Administrador direto da empresa Red Log Ltda. (CNPJ: 40.951.719/0001-22) .</li>
</ol>
<p>Como a Red Log Ltda integra formalmente o Consórcio VCP Mobilidade (que disputou o Lote Sul ao lado da Mobicamp). Tais elementos sugerem que o Consórcio VCP Mobilidade pode estar duplamente conectado aos demais consórcios das concorrentes: por um lado, via Mobicamp (conectada a Walter Godoy Bueno e, consequentemente, aos Constantinos) e, por outro, via Red Log (conectada a Joubert Beluomini, Camila Portela e, sucessivamente, à Viação Santos Dumont e a Henrique Constantino). Desse modo, a teia delineada pode sugerir que empresas que figuraram formalmente como concorrentes diretas dentro de um mesmo lote (a exemplo do Lote Sul, onde a Mobicamp concorre contra a Sancetur e consórcio integrado pela Rhema), assim como licitantes que disputaram lotes distintos (como o Consórcio Grande Campinas no Lote Norte conectando-se indiretamente ao Consórcio VCP Mobilidade no Lote Sul), integram uma mesma malha de vínculos indiretos.</p>
<p><strong>Conexão 3 : O Elo no topo – Conexão entre Walter Godoy Bueno e o núcleo de Belarmino Junior (Sancetur e Consórcio Mov Campinas).</strong> A convergência estrutural das redes ganha se consolida na cúpula diretiva da GUARUPASS &#8211; Associação das Concessionárias de Transporte Urbano de Passageiros de Guarulhos e Região (CNPJ: 74.504.937/0001-30). O diagrama revela que o elo institucional neste ponto ocorre pela atuação conjunta de representantes dos diferentes núcleos no comando desta associação. A análise detalhada do quadro confirma que o Sr. Walter Godoy Bueno atua como Diretor desta associação. Em conjunto com ele na mesma diretoria, figura o Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior (CPF: 129.742.028-45), que também exerce o cargo de Diretor . Cabe destacar, para fins de estrita precisão, que o vínculo gerencial com a GUARUPASS se dá exclusivamente por meio do Sr. Belarmino Junior, não havendo participação ou assento de seu pai (Sr. Belarmino da Ascenção Marta) na diretoria desta entidade. Soma-se a este quadro gerencial a figura do Sr. José Roberto Iasbek Felicio , que ocupa o cargo de Presidente da associação, unindo formalmente na mesma governança os gestores das diversas ramificações societárias (correlacionadas com o Consórcio VCP Mobilidade). Como já evidenciado em análises anteriores, o Sr. Belarmino Junior é a figura central possuindo vínculo indireto com as empresas Sancetur (concorrente 1) e das empresas Bampar e Tupi (integrantes do Consórcio Mov Campinas, concorrente 2). A atuação simultânea destes atores na direção da GUARUPASS materializa, portanto, um possível ponto de contato e controle unificado no topo da cadeia empresarial das licitantes</p>
<p><strong>Conexão 4 : A integração do núcleo isolado (WMW, New Hope e Auto Viação Suzano) ao certame</strong>. WMW Locação de Veículos (CNPJ: 10.742.588/0001-02), New Hope Terceirização e Transportes (CNPJ: 09.474.700/0001-92) e Auto Viação Suzano Ltda (CNPJ: 12.278.903/0001-18), são aparentemente conectadas entre si por administradores próprios (como Merciana Alves e Welter Franca) e telefones em comum. Apesar de constarem isoladamente na representação visual da rede societária, a conexão orgânica e comercial dessas empresas com o restante do macro-grupo se evidencia de forma incontestável na própria licitação, uma vez que elas se consorciaram formalmente à Rhema e à Transporte Coletivo Grande Marília para formar o Consórcio Grande Campinas e o Consórcio Andorinha, integrando a teia e participando ativamente da dinâmica de vínculos dos Lotes Norte e Sul. Assim, diante dos apontamentos expostos, revela-se necessária a manifestação dessa Administração acerca dos fatos narrados, devendo apresentar esclarecimentos específicos sobre os vínculos identificados, sua eventual repercussão na condução e no resultado da licitação, especialmente com relação às diligências realizadas para resguardar a regularidade da contratação.</p>
<p><strong>ASPECTOS DETECTADOS Sobre os fatos apresentados na representação</strong>:</p>
<p>O sistema identificou possível existência de vínculo entre as empresas citadas na representação. A cadeia de vínculos examinada indica a existência de conexão indireta entre a Nova Via Transportes (CNPJ: 39.742.141/0001-15) e Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19).</p>
<p><strong>Conexão entre a Nova Via Transportes (CNPJ: 39.742.141/0001-15) e Ekos Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 03.177.014/0001-73).</strong> A Nova Via tem como sócia a empresa Ekos Transportes e Turismo Ltda, sendo que o Sr. Norival Antonio do Prado aparece como Administrador da Nova Via e Sócio-Administrador da Ekos. Conexão entre a Ekos Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 03.177.014/0001-73) e Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0001-39). A Ekos consta localizada na Rua Aristeu Antonio de Paula, 15, Conjunto 17, Campinas/SP. O mesmo endereço consta como sede de uma filial da Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0002-10).</p>
<p><strong>Conexão entre a Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0001-39), Smile Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 05.564.404/0001-21) e S.T.P. Mobilidade Ltda (CNPJ: 18.397.297.00001-36).</strong> A Transporte Coletivo Grande Marília Ltda possui a Sra. Paula Anely Sikansi (CPF: 150.368.278-13) como Sócia-Administradora em comum com a Smile Transportes. A empresa S.T.P. Mobilidade Ltda (CNPJ: 18.397.297.00001-36) está localizada no mesmo endereço da Matriz Smile Transportes. Além disso, a S.T.P. possui como Sócio-Administrador o Sr. Emerson de Jesus (CPF: 119.294.448-85) que também é Sócio-Administrador da Transporte Coletivo Grande Marília Ltda.</p>
<p><strong>Conexão entre a Smile Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 05.564.404/0001-21) e Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19).</strong></p>
<p>A Smile possui uma filial de mesmo nome (CNPJ: 05.564.404.0004-74), com endereço em Rodovia Lix da Cunha, 3930, Jardim do Lago Continuação -Campinas/SP; e telefone 19-3255-3778. Por sua vez, a Rhema encontra-se localizada na Av. Dr. Heitor Nascimento, 196, Bloco B, Sala 3, Morumbi – Paulínia/SP; e, apesar da distinção dos endereços, possui atribuído o mesmo telefone da filial Smile (19-3255-3778).</p>
<p><strong>Consulta a sistema de informações deste E. Tribunal &#8211; Empresas que participaram do certame, segundo ATA juntada na representação: LOTE NORTE</strong></p>
<ol>
<li><strong> Empresa Sancetur &#8211; Santa Cecília Turismo Ltda CNPJ nº 69.144.434/0001-61. </strong></li>
<li><strong> Consórcio Grande Campinas (vencedora),</strong> formado por: • Rhema Mobilidade Ltda CNPJ nº 14.026.139/ 0001-19; • Transporte Coletivo Grande Marília Ltda CNPJ nº 35.532.864/0001-39; • Nova Via Transportes e Serviços Ltda CNPJ nº 39.742.141/0001-25; • WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda CNPJ nº 10.742.588/ 0001-02; • Auto Viação Suzano Ltda 12.278.903/0001-28. 1. Consórcio Mov Campinas, formado por: • Bampar Participações Ltda CNPJ nº 07.452.821/0001-08; • Tupi-Transportes Urbano de Priracicaba Ltda CNPJ nº 43.207.151/0001-28.</li>
</ol>
<p><strong>LOTE SUL</strong></p>
<ol>
<li><strong> Empresa Sancetur &#8211; Santa Cecília Turismo Ltda CNPJ nº 69.144.434/0001-61 (vencedora).</strong></li>
<li><strong> Consórcio Andorinha</strong>, formado por: • Rhema Mobilidade Ltda CNPJ nº 14.026.139/ 0001-19; • New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda CNPJ nº 09.474.700/0001-92; • WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda CNPJ nº 10.742.588/ 0001-02</li>
<li><strong> Consórcio VCP Mobilidade,</strong> formado por: • Mobicamp Ltda CNPJ nº 64.803.889/0001-28; Talvez pela sua data de fundação (30/01/2026, em São Paulo), a empresa Mobicamp LTDA de CNPJ 64.803.889/0001-28, não aparece no sistema. Por esta razão, incluí os(as) sócios(as) na pesquisa. Sua atividade principal, conforme a Receita Federal, é 49.21-3-01 &#8211; Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, municipal. Sua situação cadastral até o momento é Ativa. Quadro de Sócios e Administradores: Vgm Participacoes LTDA &#8211; CNPJ: 31046460000184 &#8211; Sócio Representado por Walter Godoy Bueno – Administrador; Vug Participacoes LTDA &#8211; CNPJ: 31045044000161 &#8211; Sócio Representado por Walter Godoy Bueno – Administrador; Walter Godoy Bueno – Administrador. • Red Log Ltda CNPJ nº 40.951.719/0001-22</li>
</ol>
<p><strong>O que diz a Prefeitura de Campinas:</strong></p>
<p><strong>Confira nota na íntegra</strong></p>
<p><em>Sobre a licitação do Transporte Público, a Prefeitura de Campinas informa que:</em></p>
<p><em>&#8211; O Tribunal de Contas não suspendeu a licitação do Transporte de Campinas.</em></p>
<p><em>&#8211; O órgão sugeriu que a homologação das empresas que ofereceram os melhores lances só fosse feita pela Prefeitura após o encaminhamento de respostas aos questionamentos apresentados pelo Tribunal.</em></p>
<p><em>&#8211; A Prefeitura realizou 18 diligências nas empresas, entre elas oito de capacidade técnica, quatro de readequação de planilha orçamentária/modelagem e seis de checagem de endereços das empresas. Além disso, foram feitas duas diligências pela B3, realizadora do leilão, sobre a composição de capital social das empresas que tiveram os lances vencedores.</em></p>
<p><em>&#8211; A checagem dos endereços das sedes das empresas foi feita após ofício da Polícia Civil com questionamentos sobre a possível sobreposição de destino entre empresas integrantes do consórcio vencedor; alteração de capital social de uma das consorciadas em período próximo ao certame e questionamentos quanto à exequibilidade da proposta.</em></p>
<p><em>&#8211; Diante disso, a Prefeitura de Campinas solicitou que as diligências fossem feitas pelo Primeiro Cartório de Notas da cidade. Houve necessidade de autorização de um juiz corregedor devido ao fato de alguns endereços serem de outros municípios.</em></p>
<p><em>&#8211; Cabe esclarecer que é justamente nessa fase, de habilitação, que ocorre a checagem de documentação, avaliação da capacidade operacional e técnica, além de outras diligências, das empresas que ofereceram os melhores lotes no leilão. Essa etapa está em andamento e não há prazo para sua conclusão.</em></p>
<p><strong>O que diz o Consórcio Grande Campinas, vencedor da licitação do Lote Norte</strong></p>
<p><em>O Consórcio Grande Campinas, vencedor do Lote Norte na licitação de 2026 para operar o Transporte Público de Campinas (SP) e composto pelas empresas Rhema Mobilidade Ltda., Transporte Coletivo Grande Marília Ltda., Nova Via Transportes e Serviços Ltda., WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda. e Auto Viação Suzano Ltda., vem a público negar a existência de vínculo empresarial com as demais empresas citadas no despacho do TCESP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo). Reforçam ainda a lisura do Consórcio no cumprimento às regras do Edital da </em></p>
<p><em>Concorrência nº 15/2025, em cujo teor há a previsão de atuação nos leilões dos lotes Sul e Norte, visto que mais de uma participante deu lance nos dois lotes. </em></p>
<p><em>As empresas que compõem o Consórcio Grande Campinas reafirmam a plena confiança na Justiça e reiteram que estão à disposição para apresentar os esclarecimentos devidos. </em></p>
<p><em>Os representantes do Consórcio Grande Campinas reforçam o compromisso com os investimentos necessários à melhoria do transporte para a população da cidade, que merece um serviço público digno e adequado, com ônibus novos e limpos e com cumprimento de horários, esperando por parte da Prefeitura uma breve decisão sobre a licitação com o aval dos órgãos responsáveis. </em></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-512455" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_20260424_105731_0000.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-512456" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2_20260424_105731_0001.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<h2><strong>OS LANCES, OS CONTRATOS E QUEM É QUEM:</strong></h2>
<p>Foi dado prosseguimento em 05 de março de 2026, na licitação do novo sistema de ônibus municipais de Campinas, maior cidade do interior de São Paulo, que envolve contratos de 15 anos avaliados em R$ 11 bilhões neste período.</p>
<p>Sancetur, da família Chedid, para o lote Sul; e para o lote Norte, o Consórcio Grande Campinas apresentaram as propostas com o menor valor de custo para o município.</p>
<p>Para o lote Sul, a proposta da Sancetur foi de tarifa de remuneração de R$ 9,54 (deságio de 14,90% sobre o valor teto do edital de R$ 11,21).</p>
<p>Já para o lote Norte, o que teve a maior disputa com uma sucessão de vários lances entre os concorrentes, e o consórcio composto por empresas como Rhema e Nova Via, propôs tarifa de remuneração de R$ 9,49 (deságio de 19,3% sobre o limite de R$ 11,76 no edital).</p>
<p>Um dos maiores operadores atuais de Campinas, o Grupo Belarmino, disputou o lote Norte pau a pau com o consórcio.</p>
<p>Com nova contratação, as linhas serão divididas em dois lotes, Norte e Sul, e são previstos investimentos de R$ 900 milhões em frota nova, contando com modelos elétricos.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, os cinco grupos empresariais que participaram tiveram a documentação aprovada pela prefeitura e foram considerados aptos a continuar para esta fase.</p>
<p>Nesta quinta-feira (05), foi a vez de conhecer as propostas econômicas, abertas na B3 – Bolsa de Valores de São Paulo, na região central da capital paulista.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou.</p>
<p>Pelos critérios da concorrência, vai ser considerado vencedor quem oferecer a menor tarifa técnica por lote, depois da aprovação por parte do poder público.</p>
<p>Tarifa técnica não é o que o passageiro paga nas catracas, mas é o que a empresa recebe como remuneração por passageiro transportado (o que inclui o valor das passagens, subsídios e outras receitas).</p>
<p>Agora, a comissão de licitação da prefeitura vai analisar a viabilidade das propostas para depois declarar o vencedor do lote Sul e o vencedor do lote Norte.</p>
<p>As propostas foram:</p>
<p><strong>LOTE SUL:</strong></p>
<p>Valor máximo no edital: R$ 11,21</p>
<p><strong>&#8211; Sancetur &#8211; Santa Cecilia Turismo Ltda;</strong></p>
<p>R$ 9,56 – deságio de 14,72%. Depois do Consórcio Andorinha ter apresentado proposta de R$ 9,55, a Sancetur baixou para R$ 9,54 ( -14,90%)</p>
<p><strong>&#8211; Consórcio Andorinha, composto pelas empresas Rhema Mobilidade Ltda, New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda e WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda;</strong></p>
<p>R$ 10,99- deságio de 01,96%. Depois, no viva-voz baixou para R$ 9,55 (-14,81%)</p>
<p><strong>&#8211; Consórcio VCP Mobilidade, composto pelas empresas Mobicamp Ltda e Red Log Ltda.</strong></p>
<p>R$ 10,67 – deságio de 04,82%</p>
<p><strong>LOTE NORTE:</strong></p>
<p>Valor máximo no edital: R$ 11,76</p>
<p><strong>&#8211; Sancetur &#8211; Santa Cecilia Turismo Ltda;</strong></p>
<p>R$ 11,50 (deságio de 2,21%). Depois baixou para R$ 10,32</p>
<p><strong>&#8211; Consórcio Grande Campinas, composto pelas empresas Rhema Mobilidade Ltda, Transporte Coletivo Grande Marília Ltda, Nova Via Transportes e Serviços Ltda, WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda e Auto Viação Suzano Ltda;</strong></p>
<p>R$ 10,34 (deságio de 12,07%). Depois baixou para R$ 10,33; R$ 10,31; R$ 9,99; R$ 9,87 (- 16,07%); R$ 9,75 (- 17,09%); R$ 9,63 (-18,11%), R$ 9,61, R$ 9,49 (-19,3%).</p>
<p><strong>&#8211; Consórcio Mov Campinas, composto pelas empresas Bampar Participações Ltda. e Tupi-Transporte Urbano de Piracicaba Ltda.</strong></p>
<p>R$ 11,75 (deságio de 0,09%), depois foi para R$ 9,98 (deságio de 15,14%); R$ 9,86 (deságio de 16,16%); R$ 9,74 (-17,18%); R$ 9,62% (- 18,20%); R$ 9,60 (-18,37%);</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em reportagem especial, detalhou cada um destes consórcios. – Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/26/saiba-quem-e-quem-na-bilionaria-licitacao-de-onibus-de-campinas-sp/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/26/saiba-quem-e-quem-na-bilionaria-licitacao-de-onibus-de-campinas-sp/</a></p>
<p><strong>LOTE NORTE:</strong></p>
<p><strong>EMPRESA SANCETUR – SANTA CECILIA TURISMO LTDA.;</strong></p>
<p><strong>CONSÓRCIO GRANDE CAMPINAS,</strong> composto pelas empresas RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), TRANSPORTE COLETIVO GRANDE MARÍLIA LTDA., NOVA VIA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA., WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA. e AUTO VIAÇÃO SUZANO LTDA.;</p>
<p><strong>CONSÓRCIO MOV CAMPINAS</strong>, composto pelas empresas: BAMPAR PARTICIPAÇÕES LTDA. (EMPRESA LÍDER) e TUPI-TRANSPORTE URBANO DE PIRACICABA LTDA.</p>
<p><strong>LOTE SUL:</strong></p>
<p><strong>EMPRESA SANCETUR – SANTA CECILIA TURISMO LTDA.;</strong></p>
<p><strong>CONSÓRCIO ANDORINHA,</strong> composto pelas empresas: RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), NEW HOPE TERCEIRIZAÇÃO E TRANSPORTES CATANDUVA LTDA. E WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA.</p>
<p><strong>CONSÓRCIO VCP MOBILIDADE,</strong> composto pelas empresas: MOBICAMP LTDA. (EMPRESA LÍDER) E RED LOG LTDA.</p>
<p><strong>QUEM É QUEM:</strong></p>
<p><strong>SANCETUR:</strong></p>
<p>Pertencente ao mais relevante braço da família Chedid, que é considerada poderosa nos transportes. Atua em mais de 20 cidades, em especial no interior e no litoral de São Paulo, mas também está em sistemas de outros estados, como na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>De tão forte e incisiva, a Sancetur com um só ofício conseguiu com que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, liberasse imediatamente valores de subsídios e repasses atrasados, algo que as empresas locais, inclusive do poderoso Jacob Barata Filho, do Grupo Guanabara, tentavam há tempos.</p>
<p>Com a marca SOU (Sistema de Ônibus Urbanos) ao lado do nome da cidade correspondente, tem ganhado cada vez mais espaço em licitações ou contratos emergenciais.</p>
<p>Recentemente, ia dar um dos passos mais ousados do Grupo Chedid, ao assumir a gigante operação da Transwolff, na capital paulista, com 1206 ônibus, 111 linhas e 555 mil passageiros por mês, na zona Sul. A Transwolff foi descredenciada do sistema de transportes da cidade de São Paulo após ter sido alvo de uma Operação do Ministério Público de São Paulo que investiga possível ligação da empresa, que surgiu da cooperativa Cooperpam, com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Mas após instabilidades na transição dos contratos, desistiu do negócio, que chegou a ser anunciado em fevereiro de 2026 pelo prefeito Ricardo Nunes. A onda de ataques a 1,5 mil ônibus em São Paulo que ocorreu entre junho e agosto de 2025 foi atribuída pela Polícia Civil a esta mudança contratual.</p>
<p><strong>CONSÓRCIO MOV CAMPINAS</strong></p>
<p>É do Grupo Belarmino, que já atua nos transportes municipais de Campinas, com a VB Transportes, cuja operação constantemente é alvo de reclamações de usuários. Tem como fundador o empresário português Belarmino de Ascenção Marta, é um dos maiores conglomerados do setor, em especial no Estado de São Paulo. Nascido em Vilar de Rei, na região de Trás-os-Montes, em Portugal; em 15 de agosto de 1937, Belarmino começou no ramo de transportes, na capital paulista, em 1961, juntamente com cunhado Antonio José Fonseca e amigos, fundando a Auto Viação Brasil Luxo.</p>
<p>A família de Belarmino possui controle total único, sociedade ou participação em empresas como: Sambaíba Transportes Urbanos (a segunda maior frota da cidade de São Paulo, com 1,3 mil ônibus), ConSor &#8211; Consórcio Sorocaba, Comercial Sambaíba de Viaturas, Empresa Bragantina de Varrição e Coleta de Lixo – Embralixo, Empresa São José, MoV Vinhedo &#8211; Rápido Sumaré, MoV Paulínia &#8211; Rápido Sumaré, MoV São João da Boa Vista &#8211; Rápido Sumaré, MoV Nova Odessa &#8211; Rápido Sumaré, MoV Louveira &#8211; West Side,  MoV Itu &#8211; West Side, MoV Avaré &#8211; West Side,  MoV Boituva &#8211; West Side,  MoV Sumaré &#8211; Viação Ouro Verde, MoV Monte Mor &#8211; Rápido Campinas, MoV Franca (no lugar da São José), Nossa Senhora de Fátima Auto Ônibus, Rápido Luxo Campinas, Rápido Sumaré, Transportes Capellini, ValleSul Transportes e Turismo, VB Transportes e Turismo, VBex Encomendas, VB Cargas, Viaje Mais, Viação Atual, Viação Avante, Viação Campo dos Ouros (Guarulhos-SP), Viação Itu, Viação Lira (LiraBus),  Viação Ouro Verde, Viação Transguarulhense, Vila Real Transportes e Serviços, West Side Viagens e Turismo, Monte Alegre Agência de Turismo, entre outras.</p>
<p><strong>CONSÓRCIO GRANDE CAMPINAS:</strong></p>
<p>RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), TRANSPORTE COLETIVO GRANDE MARÍLIA LTDA., NOVA VIA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA., WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA. e AUTO VIAÇÃO SUZANO LTDA.;</p>
<p>É o consórcio com maior número de empresas, o que não significa que sejam companhias mais fortes ou maiores. Muitas delas, inclusive são marcadas por polêmicas e investigações como descredenciamentos com suspeitas de irregularidades, todas contestadas pelos operadores.</p>
<p>A Nova Via, ligada ao Grupo da Smile Turismo, atua no transporte urbano em Santa Bárbara d&#8217;Oeste, região metropolitana de Campinas.</p>
<p>A empresa, em Santa Bárbara, possui em torno de 80 funcionários e mais de 35 veículos. Os veículos rodam cerca de 160.000 quilômetros, por mês.</p>
<p>A Smile Transportes e Turismo tem cerca de 40 anos, sede em Paulínia e filiais em Campinas, Sumaré, Paraibuna, Fernandópolis e Marília, conta atualmente com mais de 800 funcionários e 500 veículos.</p>
<p>A Nova Via Transportes e Serviços Ltda tem como principal sócio, de acordo com a Junta Comercial de São Paulo, Norival Antonio do Prado, e a Ekos Transportes e Turismo. A Ekos é registrada em nome de Norival e já chegou a ser denominada de Nakasone Transportes. Já figurou como sócio da Nova Via, Antônio Felício Júnior. A família Felício também é conhecida por forte influência nos transportes, com atuação e fundação em grupos de empresas como Viação Danúbio Azul (Grupo VIDA), da Grande São Paulo e interior paulista; Rápido D&#8217;Oeste, de Ribeirão Preto; e a VoePass Linhas Aéreas (antiga Passaredo), fundada por José Luiz Felício, que morreu em 2023.</p>
<p>De acordo com reportagens de imprensa local, a Smile chegou a ser denunciada por suposta formação de cartel e falsificação de documentos nos transportes de Paulínia, também na região de Campinas. A denúncia, protocolada por uma advogada na prefeitura de Paulínia, apontou para uma possível “cartelização” com a empresa S.TP. Mobilidade e os rombos aos cofres públicos chegariam a R$ 19 milhões. A prefeitura decidiu pelo rompimento dos contratos.</p>
<p>A Rhema Transportes, por sua vez, é registrada em nome de Claudio Luis Ferreira Coutinho e Paulo Roberto Leme. Atua com fretamento e em serviços de transporte escolar em Paulínia</p>
<p>A New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda já teve as denominações Nova Esperança Locadora de Veiculos Ltda e Virtual Express Serviços de Entrega Rápida Ltda. De acordo com a Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), figura como sócio principal Marcos Welder França dos Santos, de Guarulhos, na Grande São Paulo.</p>
<p>A WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda tem sedes em Guarulhos e Arujá, na Grande São Paulo, e, segundo a Jucesp, é registrada em nome de Merciana Alves dos Santos Franca, da mesma família da New Hope. A atuação principal é em fretamento.</p>
<p>A Auto Viação Suzano Ltda, segundo a Junta Comercial, tem como sócio principal Welter França Souto Ferreira, ou seja, o mesmo da New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda. Atua em Santa Isabel (SP), Catanduva (SP) e Balneário Camboriú (SC).</p>
<p>A Transporte Coletivo Grande Marília é registrada em nome de Emerson de Jesus e Paula Anely Sikans. Atua em Marília, no interior de São Paulo, praticamente com a mesma pintura da Nova Via, de Santa Bárbara d’Oeste</p>
<p><strong>CONSÓRCIO ANDORINHA</strong></p>
<p>RHEMA MOBILIDADE LTDA. (EMPRESA LÍDER), NEW HOPE TERCEIRIZAÇÃO E TRANSPORTES CATANDUVA LTDA. E WMW LOCAÇÃO DE VEÍCULOS E SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA.</p>
<p>Rhema e WMW estão também no Consórcio Grande Campinas – os detalhes acima.</p>
<p>De diferente, mas nem não diferente, é a New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda</p>
<p>A empresa já teve as denominações Nova Esperança Locadora De Veiculos Ltda e Virtual Express Serviços de Entrega Rápida Ltda. De acordo com a Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), figura como sócio principal Marcos Welder França dos Santos, de Guarulhos, na Grande São Paulo.</p>
<p>Marcos Welder França dos Santos é sócio também, segundo a Jucesp, da Auto Viação Suzano Ltda, que está no Consórcio Grande Campinas.</p>
<p>A família atua na WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda, que está no Consórcio Grande Campinas.</p>
<p><strong>CONSÓRCIO VCP MOBILIDADE</strong></p>
<p>MOBICAMP LTDA. (EMPRESA LÍDER) E RED LOG LTDA.</p>
<p>Na prática, é composto também por empresas que atuam na cidade: Expresso Campibus Ltda (do Grupo NIFF, família Felício Yasbek e Viação Arujá), Onicamp Transporte Coletivo e Itajaí Transportes Coletivos (Camila Portela Redighieri Daher e Joubert Beluomini). Mas o caminho societário é complexo.</p>
<p>A MobiCamp tem o quadro de sócios formado pela VGM Participações Ltda, VUG Participações Ltda e Walter Godoy Bueno</p>
<p>A VGM, com sede em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, tem como sócia registrada Valéria Garcia Mansur e o objeto social é Holdings de Instituições Não-Financeiras Compra e Venda e Imóveis Próprios</p>
<p>A VUG tem como sócio-administrador Walter Godoy Bueno e o objeto social é o mesmo da VGM.</p>
<p>A Red Log, por sua vez, é formada pela Agromaquinas Locações Ltda, de Vila Velha (ES) e pelos sócios Camila Portela Redighieri Daher, Joubert Beluomini, Lorena Portela Redighieri e Rápido Santo Amaro Ltda.</p>
<p>Joubert Beluomini é sócio de Camila Portela Redighieri Daher na Itajaí e Onicamp Transporte Coletivo Ltda, que também opera já no transporte municipal de Campinas, além de aparecerem em comum na Rápido Santo Amaro Ltda.</p>
<h2><strong>DENÚNCIA E SUSPENSÃO NO TCE &#8211; TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO:</strong></h2>
<p>O TCE (Tribunal de Contas do Estado) de São Paulo suspendeu o andamento da licitação do sistema de ônibus de Campinas, no interior paulista, que envolve contratos de R$ 11,8 bilhões em 15 anos.</p>
<p>A publicação da decisão foi em 24 de abril de 2026.</p>
<p>A corte de contas recebeu denúncias de suposto conluio entre grandes grupos empresariais de ônibus espalhados pelo País para que operem, de forma mascarada, ao mesmo tempo nos dois lotes operacionais, e com possível uso de empresas menores que serviriam como espécies de “laranjas” para desconfigurar a manipulação.</p>
<p>O editor-chefe e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, teve acesso ao despacho e à denúncia. O documento aponta nomes de empresários, gestores e de empresas que supostamente formariam conexões. Até mesmo supostos elos entre rivais, como o Grupo Sancetur e o Grupo Belarmino foram apresentados. Além disso, grandes conglomerados, como o Grupo Comporte, da família de Constantino de Oliveira, fundador da GOL Linhas Aéreas, fariam parte das conexões apontadas com dados do próprio TCE (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo).</p>
<p>A representação foi formulada pelo advogado André Nardini de Oliveira Roland.</p>
<p><strong><em>Requer-se, assim, que sejam detalhados os mecanismos de controle adotados para prevenção de eventual conluio ou simulação de concorrência, bem como informadas apurações internas já realizadas sobre os fatos ora apontados, inclusive quanto à identificação prévia ou superveniente de tais vínculos </em></strong>– diz o texto ao qual o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> teve acesso.</p>
<p>Na decisão monocrática, o conselheiro do TCE, Dimas Ramalho, determinou que de forma imediata a prefeitura não realize a homologação da licitação e ainda estipulou um prazo de 10 dias para a gestão do prefeito Jorge Saadi se explicar.</p>
<p>A medida é em caráter cautelar.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 05 de março de 2026, a prefeitura deu prosseguimento na licitação do novo sistema de ônibus municipais de Campinas, maior cidade do interior de São Paulo, que envolve contratos de 15 anos avaliados em R$ 11,8 bilhões neste período.</p>
<p>Sancetur, da família Chedid, para o lote Sul; e para o lote Norte, o Consórcio Grande Campinas apresentaram as propostas com o menor valor de custo para o município.</p>
<p>Para o lote Sul, a proposta da Sancetur foi de tarifa de remuneração de R$ 9,54 (deságio de 14,90% sobre o valor teto do edital de R$ 11,21).</p>
<p>A classificação das propostas, que foram apresentadas de forma bem acirrada na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, na prática, mudaria a estrutura empresarial de décadas nos transportes de Campinas, tendo, por exemplo, o Grupo Belarmino, do empresário português Belarmino de Ascenção Marta, como um dos maiores operadores na cidade até então que sairiam.</p>
<p>Apesar da classificação das propostas financeiras, não houve ainda a assinatura de contratos porque a prefeitura analisa a parte técnica e as documentações.</p>
<p>A gestão municipal conseguiu aprovação na Câmara Municipal de dois anos dos atuais contratos por causa da transição.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/15/contratos-com-atuais-empresas-de-onibus-em-campinas-sp-tem-prorrogacao-de-dois-anos-aprovadas-pela-camara-em-segunda-votacao/">https://diariodotransporte.com.br/2026/04/15/contratos-com-atuais-empresas-de-onibus-em-campinas-sp-tem-prorrogacao-de-dois-anos-aprovadas-pela-camara-em-segunda-votacao/</a></p>
<p>A denúncia que chegou ao TCE e ainda necessita de esclarecimentos e apurações, cita grande grupos, como “Grupo Comporte”, da família de Constantino de Oliveira, fundador da GOL Linhas Aéreas, “Grupo Belarmino”, do empresário Belarmino de Ascenção Marta, Sancetur, da família Chedid, e até mesmo o Sindicato das Empresas de Ônibus de Guarulhos, na Grande São Paulo.</p>
<p>De acordo com a representação apresentada ao TCE, há sinais de conexões entre estes grupos empresariais, envolvendo os dois lotes de operação, empresários vencedores, empresários teoricamente perdedores e que sairiam do sistema e empresários ativos no suposto acerto e que sequer apareceram.</p>
<p><strong><em>O sistema identificou possível existência de vínculo entre as empresas citadas na representação. A cadeia de vínculos examinada indica a existência de conexão indireta entre a Nova Via Transportes (CNPJ: 39.742.141/0001-15) e Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19)</em></strong>  &#8211; diz parte da representação.</p>
<p>Além disso, a denúncia mostra que possíveis rivais teriam conexão, como o Grupo Belarmino e a Sancentur.</p>
<p><strong><em>Conexão entre a Sancetur, a Tupi e a Bampar por meio de um Administrador comum. As três empresas estão ligadas indiretamente através do Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior  </em></strong>&#8211; prossegue o texto.</p>
<p><u>VALE LEMBRAR QUE A REPORTAGEM SE TRATA DO RELATO DE DOCUMENTO OFICIAL PUBLICADO E SÓ REPRODUZ AS DENÚNCIAS SEM ATRIBUIR CULPA OU ISENÇÃO. A prefeitura, responsável pela licitação, foi procurada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, que também tenta o contato dos outros citados. O espaço sempre está aberto.</u></p>
<p>Confira as denúncias registradas no TCE.</p>
<p><strong>Resultados do cruzamento de dados</strong>: A Sancetur (concorrente individual) e as empresas Bampar e Tupi (integrantes do Consórcio Mov Campinas), então concorrentes no Lote Norte. A cadeia de vínculos examinada indica aparente centralização do controle administrativo e societário em torno de uma pessoa física em comum, além de participações cruzadas em consórcios terceiros. <strong>Conexão 1 : Conexão entre a Sancetur, a Tupi e a Bampar por meio de um Administrador comum</strong>. As três empresas estão ligadas indiretamente através do Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior (CPF:) , que possivelmente atua como figura central na administração de todas as entidades conectadas a elas. A Sancetur &#8211; Santa Cecília Turismo Ltda (CNPJ: 69.144.434/0001-61) atua como &#8220;Sociedade Consorciada&#8221; no Consórcio Giz&amp;Lápis (CNPJ: 54.531.556/0001-33), o qual tem o Sr. Belarmino como Administrador. A Tupi &#8211; Transporte Urbano de Piracicaba Ltda (CNPJ: 43.207.151/0001-28) atua como &#8220;Sociedade Consorciada&#8221; no Consórcio Sorocaba (CNPJ: 14.012.270/0001-27), que também tem o Sr. Belarmino como Administrador. A Bampar Participações Ltda. (CNPJ: 07.452.821/0001-08) possui o Sr. Belarmino diretamente como seu Sócio-Administrador. A empresa Transportes Capellini Ltda (CNPJ: 46.090.221/0001-07) (que também possui o Sr. Belarmino como Administrador) estabelece uma ponte societária entre os consórcios ligados às concorrentes do certame: Ela atua como &#8220;Sociedade Consorciada&#8221; no Consórcio Giz&amp;Lápis (mesmo consórcio integrado pela Sancetur). Simultaneamente, atua como &#8220;Sócia&#8221; na Bampar Participações . A Bampar Participações Ltda. atua diretamente como &#8220;Sócia&#8221; de duas outras empresas: Paradela Participações Ltda. (CNPJ: 07.450.404/0001-26) ; Viação Campo dos Ouros Ltda. (CNPJ: 05.600.628/0001-41). Ambas as empresas acima também possuem o Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior atuando como Administrador, reforçando possível atuação em grupo econômico sob gestão unificada.</p>
<p><strong>Conexão 2:</strong> <strong>A Sancetur (concorrente individual), Consórcio Mov Campinas (Tupi e Bampar), Consórcio Grande Campinas (Rhema, Transporte Coletivo Grande Marília, entre outras), Consórcio Andorinha (Rhema, New Hope e WMW Locação) e Consórcio VCP Mobilidade (Mobicamp e Red Log),</strong> todas participantes dos Lotes Norte e Sul. A extensa teia societária, administrativa e de contatos demonstra que os amplos grupos econômicos por trás dessas empresas convergem através de cruzamentos em associações e compartilhamento de contatos comerciais. A cadeia de vínculos a seguir detalha a eventual ponte que interliga as empresas do Consórcio Grande Campinas e do Consórcio Andorinha ao núcleo de controle da Sancetur e do Consórcio Mov Campinas.</p>
<p><strong>Conexão 1 :</strong> <strong>Conexão do Consórcio Grande Campinas e Andorinha (via Transporte Coletivo Grande Marília e Rhema Mobilidade Ltda) ao Grupo Constantino.</strong> A Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19), integrante do Consórcio Grande Campinas e do Consórcio Andorinha, possui vínculo indireto com a Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0001-39), integrante do Consórcio Grande Campinas. Esta, por sua vez, compartilha, por meio de sua matriz e de uma e suas filiais, os endereços de e-mail e de telefone de contato corporativo (fiscalgiaruss@gmail.com; 11 4355-1500) com a empresa Diferencial Empreendimentos Imobiliários Ltda (CNPJ: 11.669.005/ 0001-28) e Aeropar Participações S.A. (CNPJ: 06.076.478/ 0001-81). A Diferencial Empreendimentos e a Aeropar Participações S.A. são entidades que direta e indiretamente são administradas/dirigidas por membros da família Constantino</p>
<p><strong>Conexão 2 : Conexões entre o “Grupo Constantino” e o “Grupo de Walter Godoy Bueno”.</strong> Avançando na teia, o diagrama revela que o elo entre os núcleos se dá por duas vias. Primeiro pela governança compartilhada de pessoas jurídicas. Constata-se que membros do “Grupo Constantino” figuram no quadro diretivo como Administradores das empresas Ingá Turismo e Serviços Ltda. (CNPJ: 75.769.265/ 0001-58) e Mapa Comércio, Locação e Manutenção de Veículos Ltda. (CNPJ: 06.079.923/0001-67). O gráfico demonstra que essas empresas estão atreladas à Empresa de Ônibus Pássaro Marron S/A por meio da utilização conjunta de telefones e endereços eletrônicos (a exemplo do telefone 11 3775-3892 e do e-mail contabilidade@passaromarron.com.br ). Dando seguimento, constata-se que a própria Pássaro Marron S/A compartilha, por meio do Consórcio Metropolitano de Transportes (CNPJ: 07.096.200/0001-39) um segundo nível de canais de contato (destacando-se o e-mail reparticoes@cordeirolima.com.br e o telefone 11 2478-3609) com diversas outras pessoas jurídicas. Dentre as entidades que utilizam estes mesmos canais, figuram as empresas VGM Participações Ltda e VUG Participações Ltda . Conforme apurado, no Lote Sul o certame contou com a participação do Consórcio VCP Mobilidade , integrado pela Red Log Ltda (CNPJ: 40.951.719/0001-22) e pela recém criada Mobicamp Ltda (CNPJ: 64.803.889/0001-28, constituída em 30/01/2026). Embora a fundação recente da Mobicamp a tenha omitido das buscas iniciais de vínculos sistêmicos, o aprofundamento em seu Quadro de Sócios e Administradores (QSA) revela que a empresa possui como únicas sócias exatamente a VGM Participações e a VUG Participações . Além disso, o próprio Sr. Walter Godoy Bueno (CPF:) assina não apenas como representante das sócias cotistas, mas atua também como Administrador direto da Mobicamp. Além da interligação evidenciada por meio do Sr. Walter Godoy Bueno e da empresa Mobicamp, a análise do diagrama revela um segundo vetor de conexão independente que liga o “Grupo Constantino” aos representantes do Consórcio VCP Mobilidade, desta vez através da sua outra empresa consorciada, a Red Log Ltda . A cadeia de vínculos dessa segunda via se materializa passo a passo através de cruzamentos societários diretos e compartilhamento de quadros administrativos, conforme detalhado a seguir:</p>
<ol>
<li>O Sr. Henrique Constantino (CPF:) , vinculado indiretamente aos Consórcios Grande Campinas e Andorinha, atua como Sócio da Viação Santos Dumont Ltda. (CNPJ: 02.162.190/0001-79) .</li>
<li>A Viação Santos Dumont atua diretamente como Sócia da Onipar Empreendimentos e Participações Ltda. (CNPJ: 04.000.349/ 0001-84) .</li>
<li>A Onipar Empreendimentos possui como Sócia-Administradora a Sra. Camila Portela Redeghieri Daher (CPF:, que atua como elo de transição na rede.</li>
<li>Expandindo a teia societária, a Sra. Camila Portela também exerce o cargo de Sócia-Administradora na empresa Itajaí Transportes Coletivos Ltda. (CNPJ: 06.346.461/ 0001-05) e da empresa Red Log Ltda. (CNPJ: 40.951.719/0001-22) .</li>
<li>Na governança da Itajaí Transportes, constatasse a atuação conjunta com o Sr. Joubert Beluomini (CPF:) , que divide o controle da empresa na condição de Sócio-Administrador.</li>
<li>O elo final consolida-se ao observar que o Sr. Joubert Beluomini é o Administrador direto da empresa Red Log Ltda. (CNPJ: 40.951.719/0001-22) .</li>
</ol>
<p>Como a Red Log Ltda integra formalmente o Consórcio VCP Mobilidade (que disputou o Lote Sul ao lado da Mobicamp). Tais elementos sugerem que o Consórcio VCP Mobilidade pode estar duplamente conectado aos demais consórcios das concorrentes: por um lado, via Mobicamp (conectada a Walter Godoy Bueno e, consequentemente, aos Constantinos) e, por outro, via Red Log (conectada a Joubert Beluomini, Camila Portela e, sucessivamente, à Viação Santos Dumont e a Henrique Constantino). Desse modo, a teia delineada pode sugerir que empresas que figuraram formalmente como concorrentes diretas dentro de um mesmo lote (a exemplo do Lote Sul, onde a Mobicamp concorre contra a Sancetur e consórcio integrado pela Rhema), assim como licitantes que disputaram lotes distintos (como o Consórcio Grande Campinas no Lote Norte conectando-se indiretamente ao Consórcio VCP Mobilidade no Lote Sul), integram uma mesma malha de vínculos indiretos.</p>
<p><strong>Conexão 3 : O Elo no topo – Conexão entre Walter Godoy Bueno e o núcleo de Belarmino Junior (Sancetur e Consórcio Mov Campinas).</strong> A convergência estrutural das redes ganha se consolida na cúpula diretiva da GUARUPASS &#8211; Associação das Concessionárias de Transporte Urbano de Passageiros de Guarulhos e Região (CNPJ: 74.504.937/0001-30). O diagrama revela que o elo institucional neste ponto ocorre pela atuação conjunta de representantes dos diferentes núcleos no comando desta associação. A análise detalhada do quadro confirma que o Sr. Walter Godoy Bueno atua como Diretor desta associação. Em conjunto com ele na mesma diretoria, figura o Sr. Belarmino da Ascenção Marta Junior (CPF: 129.742.028-45), que também exerce o cargo de Diretor . Cabe destacar, para fins de estrita precisão, que o vínculo gerencial com a GUARUPASS se dá exclusivamente por meio do Sr. Belarmino Junior, não havendo participação ou assento de seu pai (Sr. Belarmino da Ascenção Marta) na diretoria desta entidade. Soma-se a este quadro gerencial a figura do Sr. José Roberto Iasbek Felicio , que ocupa o cargo de Presidente da associação, unindo formalmente na mesma governança os gestores das diversas ramificações societárias (correlacionadas com o Consórcio VCP Mobilidade). Como já evidenciado em análises anteriores, o Sr. Belarmino Junior é a figura central possuindo vínculo indireto com as empresas Sancetur (concorrente 1) e das empresas Bampar e Tupi (integrantes do Consórcio Mov Campinas, concorrente 2). A atuação simultânea destes atores na direção da GUARUPASS materializa, portanto, um possível ponto de contato e controle unificado no topo da cadeia empresarial das licitantes</p>
<p><strong>Conexão 4 : A integração do núcleo isolado (WMW, New Hope e Auto Viação Suzano) ao certame</strong>. WMW Locação de Veículos (CNPJ: 10.742.588/0001-02), New Hope Terceirização e Transportes (CNPJ: 09.474.700/0001-92) e Auto Viação Suzano Ltda (CNPJ: 12.278.903/0001-18), são aparentemente conectadas entre si por administradores próprios (como Merciana Alves e Welter Franca) e telefones em comum. Apesar de constarem isoladamente na representação visual da rede societária, a conexão orgânica e comercial dessas empresas com o restante do macro-grupo se evidencia de forma incontestável na própria licitação, uma vez que elas se consorciaram formalmente à Rhema e à Transporte Coletivo Grande Marília para formar o Consórcio Grande Campinas e o Consórcio Andorinha, integrando a teia e participando ativamente da dinâmica de vínculos dos Lotes Norte e Sul. Assim, diante dos apontamentos expostos, revela-se necessária a manifestação dessa Administração acerca dos fatos narrados, devendo apresentar esclarecimentos específicos sobre os vínculos identificados, sua eventual repercussão na condução e no resultado da licitação, especialmente com relação às diligências realizadas para resguardar a regularidade da contratação.</p>
<p><strong>ASPECTOS DETECTADOS Sobre os fatos apresentados na representação</strong>:</p>
<p>O sistema identificou possível existência de vínculo entre as empresas citadas na representação. A cadeia de vínculos examinada indica a existência de conexão indireta entre a Nova Via Transportes (CNPJ: 39.742.141/0001-15) e Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19).</p>
<p><strong>Conexão entre a Nova Via Transportes (CNPJ: 39.742.141/0001-15) e Ekos Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 03.177.014/0001-73).</strong> A Nova Via tem como sócia a empresa Ekos Transportes e Turismo Ltda, sendo que o Sr. Norival Antonio do Prado aparece como Administrador da Nova Via e Sócio-Administrador da Ekos. Conexão entre a Ekos Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 03.177.014/0001-73) e Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0001-39). A Ekos consta localizada na Rua Aristeu Antonio de Paula, 15, Conjunto 17, Campinas/SP. O mesmo endereço consta como sede de uma filial da Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0002-10).</p>
<p><strong>Conexão entre a Transporte Coletivo Grande Marília Ltda (CNPJ: 35.532.864/0001-39), Smile Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 05.564.404/0001-21) e S.T.P. Mobilidade Ltda (CNPJ: 18.397.297.00001-36).</strong> A Transporte Coletivo Grande Marília Ltda possui a Sra. Paula Anely Sikansi (CPF: 150.368.278-13) como Sócia-Administradora em comum com a Smile Transportes. A empresa S.T.P. Mobilidade Ltda (CNPJ: 18.397.297.00001-36) está localizada no mesmo endereço da Matriz Smile Transportes. Além disso, a S.T.P. possui como Sócio-Administrador o Sr. Emerson de Jesus (CPF: 119.294.448-85) que também é Sócio-Administrador da Transporte Coletivo Grande Marília Ltda.</p>
<p><strong>Conexão entre a Smile Transportes e Turismo Ltda (CNPJ: 05.564.404/0001-21) e Rhema Mobilidade Ltda (CNPJ nº 14.026.139/0001-19).</strong></p>
<p>A Smile possui uma filial de mesmo nome (CNPJ: 05.564.404.0004-74), com endereço em Rodovia Lix da Cunha, 3930, Jardim do Lago Continuação -Campinas/SP; e telefone 19-3255-3778. Por sua vez, a Rhema encontra-se localizada na Av. Dr. Heitor Nascimento, 196, Bloco B, Sala 3, Morumbi – Paulínia/SP; e, apesar da distinção dos endereços, possui atribuído o mesmo telefone da filial Smile (19-3255-3778).</p>
<p><strong>Consulta a sistema de informações deste E. Tribunal &#8211; Empresas que participaram do certame, segundo ATA juntada na representação: LOTE NORTE</strong></p>
<ol>
<li><strong> Empresa Sancetur &#8211; Santa Cecília Turismo Ltda CNPJ nº 69.144.434/0001-61. </strong></li>
<li><strong> Consórcio Grande Campinas (vencedora),</strong> formado por: • Rhema Mobilidade Ltda CNPJ nº 14.026.139/ 0001-19; • Transporte Coletivo Grande Marília Ltda CNPJ nº 35.532.864/0001-39; • Nova Via Transportes e Serviços Ltda CNPJ nº 39.742.141/0001-25; • WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda CNPJ nº 10.742.588/ 0001-02; • Auto Viação Suzano Ltda 12.278.903/0001-28. 1. Consórcio Mov Campinas, formado por: • Bampar Participações Ltda CNPJ nº 07.452.821/0001-08; • Tupi-Transportes Urbano de Priracicaba Ltda CNPJ nº 43.207.151/0001-28.</li>
</ol>
<p><strong>LOTE SUL</strong></p>
<ol>
<li><strong> Empresa Sancetur &#8211; Santa Cecília Turismo Ltda CNPJ nº 69.144.434/0001-61 (vencedora).</strong></li>
<li><strong> Consórcio Andorinha</strong>, formado por: • Rhema Mobilidade Ltda CNPJ nº 14.026.139/ 0001-19; • New Hope Terceirização e Transportes Catanduva Ltda CNPJ nº 09.474.700/0001-92; • WMW Locação de Veículos e Serviços de Transportes Ltda CNPJ nº 10.742.588/ 0001-02</li>
<li><strong> Consórcio VCP Mobilidade,</strong> formado por: • Mobicamp Ltda CNPJ nº 64.803.889/0001-28; Talvez pela sua data de fundação (30/01/2026, em São Paulo), a empresa Mobicamp LTDA de CNPJ 64.803.889/0001-28, não aparece no sistema. Por esta razão, incluí os(as) sócios(as) na pesquisa. Sua atividade principal, conforme a Receita Federal, é 49.21-3-01 &#8211; Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, municipal. Sua situação cadastral até o momento é Ativa. Quadro de Sócios e Administradores: Vgm Participacoes LTDA &#8211; CNPJ: 31046460000184 &#8211; Sócio Representado por Walter Godoy Bueno – Administrador; Vug Participacoes LTDA &#8211; CNPJ: 31045044000161 &#8211; Sócio Representado por Walter Godoy Bueno – Administrador; Walter Godoy Bueno – Administrador. • Red Log Ltda CNPJ nº 40.951.719/0001-22</li>
</ol>
<p><em><strong>Adamo, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/04/mp-investiga-alta-de-tarifa-de-onibus-e-subsidios-em-campinas-sp-acima-da-inflacao/feed/</wfw:commentRss>
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    <title>STF derruba idade mínima para aposentadoria especial em atividades insalubres, o que pode beneficiar motoristas de ônibus, cobradores e caminhoneiros &#8211; ENTREVISTA</title>
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    <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 15:33:28 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[De acordo com especialista Liana Variani, outra decisão do STJ define situações em que os profissionais de transportes podem ser enquadrados no direito ao benefício ADAMO BAZANI Instagram da especialista:  https://www.instagram.com/varianimarins/ O Supremo Tribunal Federal invalidou, nesta quarta-feira 03 de junho de 2026, o trecho da Reforma da Previdência de 2019 que instituiu idade mínima [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="639" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-03-at-21.21.42.jpeg?fit=960%2C639&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-03-at-21.21.42.jpeg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-03-at-21.21.42.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-03-at-21.21.42.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-03-at-21.21.42.jpeg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-03-at-21.21.42.jpeg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /> <p><em>De acordo com especialista Liana Variani, outra decisão do STJ define situações em que os profissionais de transportes podem ser enquadrados no direito ao benefício</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong>Instagram da especialista:</strong>  <a href="https://www.instagram.com/varianimarins/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/varianimarins/</a></p>
<p>O Supremo Tribunal Federal invalidou, nesta quarta-feira 03 de junho de 2026, o trecho da Reforma da Previdência de 2019 que instituiu idade mínima para a aposentadoria especial de trabalhadores expostos a agentes nocivos à saúde.</p>
<p>A decisão, tomada por maioria na Ação Direta de Inconstitucionalidade  (ADI) 6309, considerou que a exigência é incompatível com a finalidade protetiva do benefício previdenciário.</p>
<p>Prevaleceu, no julgamento, o entendimento apresentado na sessão desta quarta-feira pelo ministro André Mendonça. Para Mendonça, a exigência de idade mínima para a concessão da aposentadoria especial obriga trabalhadores que já cumpriram os períodos de exposição exigidos pela Constituição, conforme a atividade exercida, a permanecer mais tempo em atividade, muitas vezes sujeitos aos mesmos agentes nocivos que justificam o tratamento previdenciário diferenciado, o que leva à sua inconstitucionalidade.</p>
<p>Apesar de a ação ter sido ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Indústria (CNTI), pode beneficiar trabalhadores de outras categorias, como de transportes, incluindo motoristas de ônibus, cobradores e caminhoneiros.</p>
<h3><em><strong>Juridicamente, a atividade de motorista de ônibus por si só não pode ser considerada insalubre. O reconhecimento ao direito à aposentadoria especial não ocorre de forma automática por mero enquadramento da profissão. Ou seja, não basta dirigir ônibus para ser considerado trabalhador em condições insalubres ou penosas. O direito ao adicional de insalubridade depende diretamente da comprovação técnica de que o trabalhador ficou exposto a agentes nocivos acima dos limites tolerados pela lei.</strong></em></h3>
<p>A advogada especializada, Liana Variani, destacou que outra decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) define situações em que os profissionais de transportes podem ser enquadrados no direito ao benefício. Mas a especialista ressaltou que o entendimento do ministro Gurgel de Faria, relator da decisão, foi enquadramento em atividade penosa e não em insalubridade e da periculosidade.</p>
<p>De toda a forma, de acordo com Liana Variani, as demandas judiciais não devem ser contra as empresas de transportes, mas junto ao INSS,. Mesmo assim, as companhias devem estar atentas porque a decisão abre margem para eventuais riscos jurídicos às companhias.</p>
<p><strong><em>“Para as empresas, o impacto é relevante: aumenta o risco de passivos previdenciários e trabalhistas caso não haja documentação adequada das condições de trabalho, como PPP e laudos atualizados. </em></strong><strong><em>Esse cenário reforça a importância de uma atuação preventiva, com revisão de processos internos, controle de jornada e adequação das condições de trabalho, especialmente no setor de transporte de passageiros” </em></strong>– disse Liana Variani.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em nota oficial também nesta quarta-feira, 03 de junho de 2026, o STJ confirmou que motoristas e cobradores de ônibus têm direito à aposentadoria especial desde que comprovem por perícia técnica individualizada, a exposição <strong><u>habitual e permanente</u></strong> a condições concretas de desgaste à saúde&#8221;.</p>
<p>A especialista em direito empresarial, Liana Variani, já havia adiantado o assunto ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> e orientou como obter o reconhecimento. Segundo a advogada, as funções de motorista ou cobrador de ônibus não dão direito automático a aposentadoria especial, sendo necessária a comprovação a condições adversas ao bem-estar e saúde ao longo da carreira.  Ou seja, a exposição deve ser por longos períodos durante a vida profissional e não em ocasiões eventuais.</p>
<p>Veja todas as dicas para empresas e trabalhadores neste link: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/28/aposentadoria-especial-para-motoristas-de-onibus-cobradores-e-caminhoneiros-especialista-explica-decisao-do-stj-que-reconheceu-este-direito-entrevista/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/28/aposentadoria-especial-para-motoristas-de-onibus-cobradores-e-caminhoneiros-especialista-explica-decisao-do-stj-que-reconheceu-este-direito-entrevista/</a></p>
<p>Os trabalhadores do setor de transportes (como motoristas de ônibus, caminhoneiros e cobradores) devem provar que na maior parte de suas carreiras estiveram expostos a agentes nocivos (ruído, vibração, produtos químicos) ou fatores de desgaste físico e mental. Com isso, podem conseguir direito ao reconhecimento da atividade especial, o que facilita a concessão da Aposentadoria Especial com menos tempo de contribuição</p>
<p>Em relação ao posicionamento do STF, a maioria dos ministros acatou os pontos questionados pela CNTI, entre os quais, a instituição de idade mínima para a concessão do benefício, a vedação à conversão do tempo especial em comum para períodos trabalhados após a promulgação da reforma e a nova fórmula de cálculo da aposentadoria especial, que reduziu o valor inicial do benefício em relação às regras anteriores.</p>
<p>A CNTI sustentou que as mudanças violariam direitos fundamentais ligados à proteção da saúde do trabalhador, à dignidade da pessoa humana e à seguridade social.</p>
<p>Em nota oficial, a assessoria de imprensa do STF resumiu o entendimento do Ministro André Mendonça e as correntes vencidas dos outros ministros.</p>
<p>A votação foi por seis votos pelo fim da idade mínima e cinco votos à exigência.</p>
<p>Votaram contra a aposentaria especial o ministro Luís Roberto Barroso (aposentado), Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Luiz Fux.</p>
<p>Foram favoráveis a aposentaria especial ao trabalhador sem exigência a idade mínima, os ministros André Mendonça, Nunes Marques, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e o ministro presidente, Edson Fachin, e pela ministra Rosa Weber (aposentada).</p>
<p><strong>Tratamento diferenciado  </strong></p>
<p>Prevaleceu, no julgamento, o entendimento apresentado na sessão de hoje pelo ministro André Mendonça. Para ele, a exigência de idade mínima para a concessão da aposentadoria especial obriga trabalhadores que já cumpriram os períodos de exposição exigidos pela Constituição, conforme a atividade exercida, a permanecer mais tempo em atividade, muitas vezes sujeitos aos mesmos agentes nocivos que justificam o tratamento previdenciário diferenciado, o que leva à sua inconstitucionalidade.</p>
<p>De acordo com Mendonça, isso contraria a própria finalidade da aposentadoria especial, que é proteger a saúde do trabalhador exposto a condições prejudiciais. Para o ministro, a exigência de idade mínima transforma um benefício destinado a afastar o trabalhador de ambientes insalubres em um mecanismo que prolonga sua permanência nessas condições.</p>
<p>Em relação aos demais pontos, Mendonça entendeu que a Constituição Federal permite ao Legislativo alterar as regras previdenciárias para buscar maior equilíbrio financeiro do sistema, o que inclui a proibição de converter em tempo comum o período trabalhado em regime especial após a reforma e, também, a adoção de novos critérios de cálculo do benefício.</p>
<p>Seu voto foi acompanhado pelos ministros Nunes Marques e Dias Toffoli e pela ministra Cármen Lúcia. O dispositivo também foi declarado inconstitucional pelo ministro presidente, Edson Fachin, e pela ministra Rosa Weber (aposentada).</p>
<p><strong>Correntes vencidas </strong></p>
<p>O relator, ministro Luís Roberto Barroso (aposentado), havia votado pela constitucionalidade de todos os itens questionados. Para ele, as mudanças promovidas pela Reforma da Previdência são uma opção legítima para assegurar o equilíbrio financeiro do sistema previdenciário, sem violar cláusulas pétreas nem suprimir a proteção a trabalhadores submetidos a condições especiais de trabalho. Essa posição foi acompanhada pelos ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Luiz Fux.</p>
<p>Em sentido oposto, o ministro Edson Fachin declarava a inconstitucionalidade dos três dispositivos. Segundo ele, a exigência de idade mínima, a vedação à conversão do tempo especial em comum e a possibilidade de redução do valor do benefício comprometeriam a função protetiva da aposentadoria especial e atingiriam o núcleo essencial do direito fundamental à previdência social. A posição foi acompanhada pela ministra Rosa Weber (aposentada).</p>
<p><strong>Os contatos do escritório de Liana Variani são: </strong></p>
<p><strong>E-mail:</strong> <a href="mailto:contato@varianimarins.com.br" target="_blank" rel="noopener">contato@varianimarins.com.br</a></p>
<p><strong>Telefone/Whatsapp:</strong> (54) 9 9658-5476</p>
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<p><strong><u>ACOMPANHE A ENTREVISTA E TIRE AS PRINCIPAIS DÚVIDAS:</u></strong></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Eventuais ações judiciais devem ser contra as empresas?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Não, em essência, são demandas junto ao INSS, por se tratar de pagamento previdenciário. Mas as empresas de transportes devem estar atentas a eventuais riscos jurídicos que podem ter com este entendimento do STJ.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Quais são estes riscos?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Para as empresas, o impacto é relevante: aumenta o risco de passivos previdenciários e trabalhistas caso não haja documentação adequada das condições de trabalho, como PPP e laudos atualizados.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E como as empresas devem proceder?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Esse cenário reforça a importância de uma atuação preventiva, com revisão de processos internos, controle de jornada e adequação das condições de trabalho, especialmente no setor de transporte de passageiros de longa distância e logística e cargas, mas na realidade dos transporte do coletivo urbano, apesar de as operações terem um acompanhamento melhor das garagens, até pelas linhas não serem tão longas como as dos rodoviários, há também situações que podem trazer alterações contínuas em jornadas, como trânsito, enchentes, acidentes. Assim, podem se fazer necessárias ações como até mesmo uma melhor programação de tráfego e jornadas dos trabalhadores com base no perfil das linhas operadas, cruzando dados da rotina do colaborador com fatores como distância das garagens a pontos finais e da casa do trabalhador ao local onde vai render o colega, que não necessariamente é nas garagens. Locais onde o tráfego é difícil e até mesmo com mais falta de segurança pública também contam</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E os trabalhadores, o que precisam saber?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>A decisão do STJ reforça que o reconhecimento da aposentadoria especial para motoristas e cobradores não decorre apenas da função exercida, mas da efetiva comprovação de exposição a agentes nocivos ou condições prejudiciais à saúde, como a penosidade.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Então, ganha força a necessidade de o trabalhador, com o auxílio de um (a) advogado (a), reunir todo o tipo de prova que for possível.?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Isso mesmo. Na prática, a decisão não representa necessariamente uma ampliação automática de direitos, mas sim uma valorização da prova técnica.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: As condições de trabalho então pesam muito?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Com certeza. Foi o que você citou numa reportagem anterior sobre o tema, Adamo. Um profissional que trabalha continuadamente num ônibus não conservado ou numa via de alta vibração e tráfego ruim, com poeira, buracos e solavanco que gerem traumas repetitivos pode ser submetido a condições e agentes nocivos aos quais os motoristas de um ônibus elétrico, com ar-condicionado, silencioso, num corredor exclusivo não vão ser expostos.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: Então o melhor caminho é que empresas, trabalhadores e diferentes setores dentro da mesma empresa sentem e conversem para evitar riscos e desgastes?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Isso mesmo. Não se pode vender ilusão aos trabalhadores e pânico aos empregadores. Uma porque as demandas são junto ao INSS. Outra porque, como falamos, a decisão reforça o poder das provas e não uma aplicação automática da aposentadoria especial “só” (entre aspas) porque o profissional é motorista de ônibus, cobrador ou caminhoneiro. Assim, ele pode demandar ao INSS e não conseguir. Não é uma garantia 100%. Por isso, o melhor é que todos os lados busquem segurança jurídica e, acima de tudo, qualidade de vida. O melhor é que todos se ouçam e haja uma integração entre diferentes departamentos dentro da empresa e entre as empresas e trabalhadores.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI: E existem profissionais que auxiliam nesta integração?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARANI:</strong> <em>Sim. É uma das aéreas que eu e outros colegas advogados atuamos e, ainda, não é de conhecimento amplo de empresas e trabalhadores: o direito preventivo. Mas as buscas por este tipo de acompanhamento têm crescido e evitado dores de cabeça para todos os lados.</em></p>
<p><strong>ADAMO BAZANI:</strong> <strong>A decisão do STJ reforça então essa necessidade de prever riscos jurídicos?</strong></p>
<p><strong>LIANA VARIANI:</strong> <em>Certamente. Mais do que uma discussão jurídica, a decisão evidencia a necessidade de integração entre compliance trabalhista e gestão de riscos previdenciários dentro das empresas.</em></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>Jundiaí (SP) reforça linhas para o Distrito Industrial durante feriado de Corpus Christi</title>
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    <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 15:00:50 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Medida prevê veículos adicionais em rotas estratégicas enquanto restante da rede opera com programação reduzida nesta quinta-feira ARTHUR FERRARI Os passageiros do transporte coletivo de Jundiaí (SP) contarão com uma operação especial durante o feriado de Corpus Christi, nesta quinta-feira, 4 de junho. A Secretaria de Mobilidade e Transporte (SMMT) informou que o sistema funcionará, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/onibus-corpus-christi-1280x854-1.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/onibus-corpus-christi-1280x854-1.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/onibus-corpus-christi-1280x854-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/onibus-corpus-christi-1280x854-1.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/onibus-corpus-christi-1280x854-1.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/onibus-corpus-christi-1280x854-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/onibus-corpus-christi-1280x854-1.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Medida prevê veículos adicionais em rotas estratégicas enquanto restante da rede opera com programação reduzida nesta quinta-feira</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os passageiros do transporte coletivo de Jundiaí (SP) contarão com uma operação especial durante o feriado de Corpus Christi, nesta quinta-feira, 4 de junho. A Secretaria de Mobilidade e Transporte (SMMT) informou que o sistema funcionará, em sua maior parte, com horários equivalentes aos de domingo, mas terá reforços em linhas que atendem principalmente a região do Distrito Industrial.</p>
<p>A adequação foi planejada em razão da expectativa de redução da demanda geral de passageiros durante o feriado. Apesar disso, a prefeitura decidiu ampliar a oferta em rotas utilizadas por trabalhadores que manterão suas atividades normalmente, especialmente nos polos industriais do município.</p>
<p>De acordo com a administração municipal, seis linhas receberão reforço operacional. Ao todo, serão disponibilizados 11 veículos extras para ampliar a oferta de viagens e reduzir o tempo de espera dos usuários.</p>
<p>Segundo o diretor de Transportes da SMMT, Bruno Palhari, a estratégia busca garantir atendimento adequado aos trabalhadores que dependem do sistema durante o feriado. “Preparamos uma operação especial para o feriado de Corpus Christi, com aumento no número de viagens e de veículos, principalmente para atender os trabalhadores que atuam nas regiões industriais da cidade”, afirmou Bruno Palhari, diretor de Transportes da SMMT.</p>
<p>A secretaria informou ainda que equipes realizarão acompanhamento especial da operação ao longo do dia para monitorar a demanda e realizar eventuais ajustes necessários para manter o funcionamento do sistema.</p>
<p>Os horários diferenciados das linhas contempladas estarão disponíveis nos terminais de ônibus e nos canais oficiais da prefeitura.</p>
<p>Já na sexta-feira, 5 de junho, o transporte coletivo municipal voltará a operar com programação de dias úteis. Entretanto, haverá exceções para algumas linhas. A linha 310, que liga o Terminal Vila Arens ao Parque da Cidade e ao Mundo das Crianças, circulará em caráter excepcional. Já a linha 577, que atende o Paço Municipal, funcionará com horários especiais.</p>
<p>A prefeitura também informou que as linhas escolares e universitárias não operarão na sexta-feira posterior ao feriado.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Colisão entre bicicleta elétrica e ônibus do BRT do Rio de Janeiro deixa ciclista morto nesta quarta-feira (03), reacendendo debate sobre regras na capital</title>
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	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 14:35:52 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Acidente aconteceu no corredor Transoeste; caso semelhante em março motivou prefeitura a regulamentar circulação desses veículos ARTHUR FERRARI Um homem de aproximadamente 30 anos morreu na noite desta quarta-feira (3) após se envolver em um acidente com um ônibus do BRT Transoeste na Avenida das Américas, no bairro Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte-1.png?fit=600%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte-1.png?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte-1.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte-1.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte-1.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <p><em>Acidente aconteceu no corredor Transoeste; caso semelhante em março motivou prefeitura a regulamentar circulação desses veículos</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um homem de aproximadamente 30 anos morreu na noite desta quarta-feira (3) após se envolver em um acidente com um ônibus do BRT Transoeste na Avenida das Américas, no bairro Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro (RJ), quando circulava com sua bicicleta elétrica. A ocorrência foi registrada por volta das 18h33, nas proximidades da estação Notre-Dame, no sentido Santa Cruz.</p>
<p>Segundo informações divulgadas pela MOBI-Rio, empresa da Prefeitura do Rio responsável pela gestão do sistema BRT, a vítima atravessava a pista exclusiva destinada aos ônibus pilotando sua bicicleta quando ocorreu a colisão.</p>
<p>De acordo com a empresa, o homem cruzava a via pela faixa de pedestres no momento em que a sinalização semafórica estava liberada para a passagem dos coletivos. O acidente aconteceu no corredor Transoeste, um dos principais eixos do sistema BRT da capital fluminense.</p>
<p>Em nota, a MOBI-Rio informou: “A MOBI-Rio informa que, na noite desta quarta-feira (3), um veículo autopropelido chocou-se com o BRT do corredor Transoeste após atravessar a pista exclusiva, na faixa de pedestre, com o sinal aberto para os ônibus. O acidente foi na Avenida das Américas, no Recreio dos Bandeirantes, altura da estação Notre Dame. Os bombeiros foram acionados, mas o condutor não resistiu aos ferimentos e morreu.”</p>
<p>Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para o atendimento da ocorrência, mas a vítima morreu ainda no local em decorrência da gravidade dos ferimentos.</p>
<p>O caso volta a chamar atenção para a circulação de bicicletas elétricas e outros veículos autopropelidos nas vias da cidade. O tema passou a ganhar destaque em março de 2026, quando uma mulher e seu filho morreram em circunstâncias semelhantes envolvendo uma bicicleta elétrica e um ônibus do sistema BRT.</p>
<p>Desde então, o debate sobre a regulamentação desses veículos no trânsito carioca tem sido intensificado, especialmente em relação às regras de circulação, travessias e compartilhamento de espaços com o transporte coletivo de alta capacidade.</p>
<p>Como mostrou o Diário do Transporte, o caso motivou a Prefeitura do Rio a regulamentar a circulação desses veículos.</p>
<p><strong>Relembre</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="1PsDUxClXA"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/06/prefeitura-do-rio-de-janeiro-publica-regras-de-circulacao-de-ciclomotores-patinetes-e-bicicletas-a-eletricidade/">Prefeitura do Rio de Janeiro publica regras de circulação de ciclomotores, patinetes e bicicletas a eletricidade</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Prefeitura do Rio de Janeiro publica regras de circulação de ciclomotores, patinetes e bicicletas a eletricidade” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/06/prefeitura-do-rio-de-janeiro-publica-regras-de-circulacao-de-ciclomotores-patinetes-e-bicicletas-a-eletricidade/embed/#?secret=jm8kzeZRcm#?secret=1PsDUxClXA" data-secret="1PsDUxClXA" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Corpus Christi tem reforço de 18 ônibus nas linhas intermunicipais de Sergipe</title>
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    <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 14:00:49 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Medida amplia oferta de viagens entre quarta-feira e segunda para atender aumento no fluxo de passageiros durante o feriado prolongado ARTHUR FERRARI Os passageiros do transporte intermunicipal de Sergipe contarão com uma operação ampliada durante o feriado prolongado de Corpus Christi. O Governo do Estado, por meio do Departamento Estadual de Infraestrutura Rodoviária de Sergipe [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="568" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/slide_bd4c89462c31f6b3aa2bbbc98cb842ae.jpeg?fit=1024%2C568&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/slide_bd4c89462c31f6b3aa2bbbc98cb842ae.jpeg?w=1100&amp;ssl=1 1100w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/slide_bd4c89462c31f6b3aa2bbbc98cb842ae.jpeg?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/slide_bd4c89462c31f6b3aa2bbbc98cb842ae.jpeg?resize=1024%2C568&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/slide_bd4c89462c31f6b3aa2bbbc98cb842ae.jpeg?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/slide_bd4c89462c31f6b3aa2bbbc98cb842ae.jpeg?resize=768%2C426&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/slide_bd4c89462c31f6b3aa2bbbc98cb842ae.jpeg?resize=400%2C222&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Medida amplia oferta de viagens entre quarta-feira e segunda para atender aumento no fluxo de passageiros durante o feriado prolongado</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os passageiros do transporte intermunicipal de Sergipe contarão com uma operação ampliada durante o feriado prolongado de Corpus Christi. O Governo do Estado, por meio do Departamento Estadual de Infraestrutura Rodoviária de Sergipe (DER/SE), determinou o reforço da frota com a inclusão de 18 veículos reserva para atender ao aumento da demanda previsto para o período.</p>
<p>A operação especial terá início na tarde desta quarta-feira, 3 de junho, e seguirá até a próxima segunda-feira, 8 de junho. Com a medida, o sistema passará a contar com 599 ônibus em circulação nas linhas intermunicipais em todo o estado.</p>
<p>A ampliação busca atender principalmente o crescimento no número de deslocamentos entre a capital e os municípios sergipanos durante os dias de feriado, período tradicionalmente marcado por viagens para visitas familiares, lazer e turismo.</p>
<p>Segundo o DER/SE, todos os terminais rodoviários permanecerão funcionando normalmente durante a operação especial. Para acompanhar o movimento e garantir o atendimento aos usuários, o órgão mobilizará 26 fiscais distribuídos nos principais terminais do estado, além de duas equipes volantes responsáveis pelo monitoramento das operações.</p>
<p>“Todos os terminais rodoviários funcionarão normalmente, contaremos com 26 fiscais nos principais terminais do estado e duas equipes volantes”, afirmou Everton Menezes, diretor de Transportes do DER/SE.</p>
<p>A orientação do departamento é para que os passageiros adquiram as passagens antecipadamente, evitando filas e possíveis transtornos nos dias de maior movimentação. Os bilhetes podem ser comprados nos guichês dos terminais Luiz Garcia, conhecido como Rodoviária Velha, e José Rollemberg Leite, a Rodoviária Nova, ambos em Aracaju (SE).</p>
<p>Também é possível realizar a compra pela internet, por meio da plataforma de vendas disponibilizada pelas empresas operadoras. O sistema permite a aquisição das passagens com antecedência mínima de três horas para embarques com saída da capital sergipana em direção aos 74 municípios do estado.</p>
<p>O DER/SE informou que acompanhará o comportamento da demanda durante todo o período para garantir a regularidade das viagens e o atendimento adequado aos usuários do sistema intermunicipal.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Engavetamento envolvendo dois ônibus e mais veículos na Dutra, em Caçapava (SP), deixa feridos nesta quinta-feira (04)</title>
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    <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 12:45:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Coletivos seguiam para o Santuário Nacional de Aparecida ARTHUR FERRARI Um acidente envolvendo dois ônibus e três automóveis deixou ao menos dez pessoas feridas na manhã desta quinta-feira (4) na Rodovia Presidente Dutra, em Caçapava (SP). A ocorrência foi registrada em um trecho da via durante o deslocamento de grupos de romeiros que seguiam para [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?fit=600%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Texto-Adamo-Bazani-Diario-do-Transporte.png?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> <p><em>Coletivos seguiam para o Santuário Nacional de Aparecida</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Um acidente envolvendo dois ônibus e três automóveis deixou ao menos dez pessoas feridas na manhã desta quinta-feira (4) na Rodovia Presidente Dutra, em Caçapava (SP). A ocorrência foi registrada em um trecho da via durante o deslocamento de grupos de romeiros que seguiam para o Santuário Nacional de Aparecida, em Aparecida (SP).</p>
<p>De acordo com as informações divulgadas, os coletivos faziam viagens interestaduais com destino ao principal centro de peregrinação católica do país. Um dos ônibus havia partido de Major Vieira (SC), enquanto o outro iniciou o trajeto em Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Por razões que ainda deverão ser esclarecidas, ocorreu um engavetamento envolvendo os dois veículos de transporte de passageiros e mais três carros de passeio.</p>
<p>As equipes de atendimento constataram pelo menos dez vítimas com ferimentos considerados leves. Não foram divulgadas informações sobre a necessidade de encaminhamento hospitalar ou sobre o estado de saúde detalhado dos envolvidos.</p>
<p>Além do acidente, uma ocorrência paralela chamou a atenção das autoridades. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista de uma Volkswagen Saveiro envolvida no engavetamento abandonou o veículo logo após a colisão e fugiu em direção a uma área de mata próxima à rodovia.</p>
<p>Quando os agentes chegaram ao local para atender a ocorrência, encontraram aproximadamente 250 quilos de maconha na caçamba do utilitário. Até o momento, não havia informações sobre a localização do condutor. Confira o vídeo:</p>
<p><div style="width: 1008px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-518593-2" width="1008" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Video-2026-06-04-at-13.54.08.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Video-2026-06-04-at-13.54.08.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Video-2026-06-04-at-13.54.08.mp4</a></video></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O acidente aconteceu por volta da manhã desta quinta-feira no km 133 da Rodovia Presidente Dutra, sentido São Paulo, no trecho que passa pelo município de Caçapava.</p>
<p>A ocorrência mobilizou equipes de resgate, policiais rodoviários e operadores da concessionária responsável pela rodovia para atendimento das vítimas e organização do tráfego. As circunstâncias que levaram à colisão em sequência ainda serão investigadas.</p>
<p>A Rodovia Presidente Dutra é uma das principais ligações entre os estados de São Paulo e Rio de Janeiro e registra aumento no fluxo de veículos em períodos de feriados religiosos, especialmente em deslocamentos com destino à cidade de Aparecida (SP).</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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  </item>
  <item>
    <title>CPTM e Nova Via Mobilidade assinam contrato que pode chegar R$ 10,1 milhões para fazer diagnóstico da malha que era operada pela SuperVia</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/04/cptm-e-nova-via-mobilidade-assinam-contrato-que-pode-chegar-r-101-milhoes-para-fazer-diagnostico-da-malha-que-era-operada-pela-supervia/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 12:29:29 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Valor de remuneração base é de R$ 9 milhões e trabalhos devem durar 180 dias ADAMO BAZANI A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), estatal do Governo do Estado de São Paulo, informou nesta quinta-feira, 04 de junho de 2026, que assinou um contrato de que pode chegar a R$ 10,1 milhões, com a PY13 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="536" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-04-at-09.18.32.jpeg?fit=1024%2C536&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-04-at-09.18.32.jpeg?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-04-at-09.18.32.jpeg?resize=300%2C157&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-04-at-09.18.32.jpeg?resize=1024%2C536&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-04-at-09.18.32.jpeg?resize=150%2C78&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-04-at-09.18.32.jpeg?resize=768%2C402&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-04-at-09.18.32.jpeg?resize=400%2C209&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Valor de remuneração base é de R$ 9 milhões e trabalhos devem durar 180 dias</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), estatal do Governo do Estado de São Paulo, informou nesta quinta-feira, 04 de junho de 2026, que assinou um contrato de que pode chegar a R$ 10,1 milhões, com a PY13 Participações S/A, para fazer um diagnóstico da malha ferroviária suburbana que era operada pela SuperVia, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O valor base do contrato é de R$ 9 milhões. O contrato tem duração de seis meses.</p>
<p>A PY13 Participações S/A é controlada pela Nova Via Participações (Nova Via Mobilidade), atual permissionária da operação do transporte ferroviário de passageiros da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> a Nova Via Mobilidade é um consórcio liderado pelo Grupo Barraquero, com origem em Portugal, e vai ficar cinco anos à frente das operações nos trens do Rio de Janeiro, com possibilidade de prorrogação por mais cinco anos.  Há outros sócios no Consórcio.</p>
<p>O consórcio venceu leilão para a permissão das operações em 10 de fevereiro de 2026. Em 12 de março de 2026, foi assinado o contrato entre a Nova Via Mobilidade e o Governo do Estado do Rio de Janeiro e o início de operação única ocorreu a partir de 30 de maio de 2026. São cerca de 300 quilômetros de rede de trilhos que conecta a capital fluminense aos municípios vizinhos.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/29/transporte-ferroviario-de-passageiros-deixa-de-ser-gerenciado-pela-supervia-no-rio-de-janeiro-nova-via-mobilidade-assume-operacao-a-partir-deste-sabado-30/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/29/transporte-ferroviario-de-passageiros-deixa-de-ser-gerenciado-pela-supervia-no-rio-de-janeiro-nova-via-mobilidade-assume-operacao-a-partir-deste-sabado-30/</a></p>
<p>Segundo a paulista CPTM, o contrato para diagnóstico foi assinado antes mesmo do início das operações únicas pela Nova Via Mobilidade, em 22 de maio de 2026.</p>
<p>Em nota, a estatal de São Paulo explica que são 34 serviços contemplados pelo contrato de diagnóstico e detalha como o valor do contrato pode passar da base R$ 9 milhões para R$ 10,1 milhões.</p>
<p><strong><em>O contrato possui vigência de 180 dias e tem como objetivo auxiliar no diagnóstico do inventário e dos passivos ambientais não identificados. O valor da remuneração base é de R$ 9.009.804,43, correspondente à verificação da existência dos ativos constantes do Inventário Preliminar disponibilizado no Contrato de Permissão, incluindo informações sobre suas condições operacionais.</em></strong></p>
<p><strong><em>Serão desenvolvidos 34 produtos técnicos pela empresa paulista. Um deles – a análise de aptidão da permissionária para o início da fase de operação comercial &#8211; foi entregue pela CPTM como produto inicial após a assinatura do contrato.</em></strong></p>
<p><strong><em>O montante poderá chegar a R$ 10.150.284,53 se a empresa fluminense optar pela contratação de serviços sob demanda adicionais previstos na proposta comercial, como análises laboratoriais, medições de ruído e levantamento de custos para emissão de licenças ambientais, entre outros. Neste caso, os prazos estabelecidos poderão ser alterados.</em></strong></p>
<p>Na mesma nota, o presidente da CPTM, Michael Cerqueira, diz que já são 13 contratos assinados entre a estatal e empresas privadas para prestação de serviços de consultoria e apoio técnico.</p>
<p><strong><em>&#8220;A CPTM Serviços projeta sua excelência operacional para além de São Paulo ao assumir o diagnóstico técnico da malha ferroviária do Rio de Janeiro. Esse contrato consolida um modelo de negócio lançado no segundo semestre de 2024, que transforma nosso conhecimento e expertise em produtos competitivos para o mercado. Após um ano muito profícuo, com 13 contratos assinados com entes públicos e privados, este novo passo como apoio técnico especializado em sistemas ferroviários da nova permissão no Rio de Janeiro chancela o reconhecimento da qualidade e da maturidade técnica da CPTM&#8221;,</em></strong> afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso do contrato para o Rio de Janeiro, a elaboração do Plano de Trabalho terá início em 8 de junho, com duração prevista de 15 dias.</p>
<p><strong><em>Esta etapa inicial contempla a integração entre as equipes de coordenação e os responsáveis técnicos da empresa fluminense, incluindo a apresentação, pela permissionária, das alternativas de acesso aos ativos durante a execução dos trabalhos, bem como o envio de documentos complementares, respostas aos questionamentos técnicos previstos, mobilização de pessoal e definição da documentação de apoio a ser discutida e aprovada em conjunto. Já a execução das vistorias referentes ao Inventário Preliminar e das demais atividades previstas para a fase pré-operacional terá duração de 60 dias, contados a partir da aprovação do Plano de Trabalho pela permissionária</em></strong>.- detalha.</p>
<p><strong>HISTÓRICO &#8211; SAÍDA DA SUPERVIA E ENTRADA DA NOVA VIA MOBILIDADE:</strong></p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> a Nova Via Mobilidade é um consórcio liderado pelo Grupo Barraquero, com origem em Portugal, e vai ficar cinco anos à frente das operações nos trens do Rio de Janeiro, com possibilidade de prorrogação por mais cinco anos.  Há outros sócios no Consórcio.</p>
<p>O consórcio venceu leilão para a permissão das operações em 10 de fevereiro de 2026. Em 12 de março de 2026, foi assinado o contrato entre a Nova Via Mobilidade e o Governo do Estado do Rio de Janeiro e o início de operação única ocorreu a partir de 30 de maio de 2026. São cerca de 300 quilômetros de rede de trilhos que conecta a capital fluminense aos municípios vizinhos.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/29/transporte-ferroviario-de-passageiros-deixa-de-ser-gerenciado-pela-supervia-no-rio-de-janeiro-nova-via-mobilidade-assume-operacao-a-partir-deste-sabado-30/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/29/transporte-ferroviario-de-passageiros-deixa-de-ser-gerenciado-pela-supervia-no-rio-de-janeiro-nova-via-mobilidade-assume-operacao-a-partir-deste-sabado-30/</a></p>
<p>O período de transição entre a Supervia e Nova Via Mobilidade começou em 13 de março de 2026, logo depois da assinatura do contrato com o Governo do Estado, com duração de 90 dias.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/13/governo-do-rio-de-janeiro-assina-com-nova-via-mobilidade-dando-inicio-a-periodo-de-transicao-para-saida-da-supervia/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/13/governo-do-rio-de-janeiro-assina-com-nova-via-mobilidade-dando-inicio-a-periodo-de-transicao-para-saida-da-supervia/</a></p>
<p>Em 22 de maio de 2026, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), estatal do Governo do Estado de São Paulo, assinou um contrato de que pode chegar a R$ 10,1 milhões, com a PY13 Participações S/A, para fazer um diagnóstico da malha ferroviária suburbana que era operada pela SuperVia, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O valor base do contrato é de R$ 9 milhões. O contrato tem duração de seis meses.</p>
<p>A PY13 Participações S/A é controlada pela Nova Via Participações (Nova Via Mobilidade), atual permissionária da operação do transporte ferroviário de passageiros da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.</p>
<p>Em nota, a estatal de São Paulo explica que são 34 serviços contemplados pelo contrato de diagnóstico e detalha como o valor do contrato pode passar da base R$ 9 milhões para R$ 10,1 milhões.</p>
<p><strong><em>O contrato possui vigência de 180 dias e tem como objetivo auxiliar no diagnóstico do inventário e dos passivos ambientais não identificados. O valor da remuneração base é de R$ 9.009.804,43, correspondente à verificação da existência dos ativos constantes do Inventário Preliminar disponibilizado no Contrato de Permissão, incluindo informações sobre suas condições operacionais.</em></strong></p>
<p><strong><em>Serão desenvolvidos 34 produtos técnicos pela empresa paulista. Um deles – a análise de aptidão da permissionária para o início da fase de operação comercial &#8211; foi entregue pela CPTM como produto inicial após a assinatura do contrato.</em></strong></p>
<p><strong><em>O montante poderá chegar a R$ 10.150.284,53 se a empresa fluminense optar pela contratação de serviços sob demanda adicionais previstos na proposta comercial, como análises laboratoriais, medições de ruído e levantamento de custos para emissão de licenças ambientais, entre outros. Neste caso, os prazos estabelecidos poderão ser alterados.</em></strong></p>
<p>A elaboração do Plano de Trabalho teve início previsto para 8 de junho de 2026, com duração estimada de 15 dias</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 26 de novembro de 2024, o Governo do Estado do Rio de Janeiro e a SuperVia assinaram um acordo que permitiu a transferência de concessão das linhas de trens metropolitanos para uma nova empresa.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/11/26/governo-do-rio-de-janeiro-e-supervia-assinam-acordo-que-vai-permitir-transferencia-de-concessao-para-nova-empresa/">https://diariodotransporte.com.br/2024/11/26/governo-do-rio-de-janeiro-e-supervia-assinam-acordo-que-vai-permitir-transferencia-de-concessao-para-nova-empresa/</a></p>
<p>A medida foi o primeiro passo oficial para a saída definitiva da atual concessionária, em recuperação judicial e se que queixava de desequilíbrio econômico e até ingressou na Justiça pedindo indenizações que somam R$ 1,2 bilhão, como noticiado em 14 de maio de 2024, o<strong><em> Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/05/14/supervia-entra-na-justica-e-pede-indenizacao-de-r-12-bilhao-contra-o-governo-do-rio-de-janeiro/">https://diariodotransporte.com.br/2024/05/14/supervia-entra-na-justica-e-pede-indenizacao-de-r-12-bilhao-contra-o-governo-do-rio-de-janeiro/</a></p>
<p>Pelo acordo, a SuperVia continua operando até o fim da transição.</p>
<p>No dia 16 de dezembro de 2025, o governador Cláudio Castro informou que o leilão para escolher uma nova operadora foi marcado para 27 de janeiro de 2026.</p>
<p>De acordo com a modelagem desenvolvida, a previsão de autorização por cinco anos, prazo que poder ser estendido por igual período.</p>
<p>Ainda segundo o Governo do Estado do Rio de Janeiro, a remuneração da nova empresa foi contemplada ser por quilômetro rodado e não mais pela quantidade de passageiros.</p>
<p>Em nota, a gestão estadual trouxe um balanço de investimentos públicos na transição.</p>
<p><em>Ao longo do período de transição, o Governo do Estado investiu R$ 160 milhões na melhoria do sistema ferroviário, a partir do acordo da PGE (Procuradoria Geral do Estado). O objetivo foi manter os serviços e garantir que a mudança ocorra com tranquilidade e sem prejuízo para os usuários.</em></p>
<p><em> Um dos principais investimentos feitos foi a substituição de 40 km de cabos de cobre por alumínio, diminuindo a atratividade pelo material e, consequentemente, os casos de furto. No primeiro semestre de 2025, foram registradas 225 ocorrências, contra 450 no mesmo período do ano passado. Além de reduzir o número de ocorrências em 50%, a iniciativa também melhora a confiabilidade na operação dos trens, aprimorando a performance da rede aérea e da sinalização.</em></p>
<p><em> Houve ainda a reintegração ao sistema de cinco trens que estavam afastados para manutenção após ocorrências, incluindo vandalismo. Nas composições, foram implementadas medidas com tecnologia antivandalismo, a partir da troca de mais de 7.000 visores de porta, 2.600 assentos e 35 para-brisas dos trens. De janeiro a julho deste ano, o número de janelas danificadas caiu de 369 para apenas 30. </em></p>
<p><em>O investimento também resultou em outras mudanças perceptíveis para os passageiros, começando pela redução dos intervalos e do tempo de deslocamento entre os terminais nos ramais Japeri, Saracuruna e Santa Cruz, somando 25 minutos a menos de viagem para a população. Na linha férrea, 402 toneladas de trilhos, 44.808 dormentes, 210 vigas de pontes e 275 mil acessórios de fixação estão sendo substituídos.</em></p>
<p>A reportagem do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou que a SuperVia comunicou em 07 de junho de 2021, que entrou com pedido de recuperação judicial.</p>
<p>A empresa que possui a GUMI – Guarana Urban Mobility Incorporated como principal acionista desde meados de 2019, subsidiária controlada pela trading japonesa Mitsui, em mensagem assinada pelo presidente Antonio Carlos Sanches ressaltou os impactos econômicos da pandemia, na ocasião.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2021/06/07/com-dividas-que-somam-r-12-bilhao-supervia-entra-com-pedido-de-recuperacao-judicial/">https://diariodotransporte.com.br/2021/06/07/com-dividas-que-somam-r-12-bilhao-supervia-entra-com-pedido-de-recuperacao-judicial/</a></p>
<p>A empresa possuía, na ocasião, dívidas de R$ 1,2 bilhão.</p>
<p>Os principais credores são o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que corresponde a cerca de 70% e a Light, que tem 13% do total devido pela SuperVia.</p>
<p>Outra parte da dívida se refere a títulos de empréstimos relacionados a infraestrutura.</p>
<p>O leilão de concessão por cinco anos renováveis por outros cinco ocorreu em 10 de fevereiro de 2026, na 6ª Vara Empresarial do TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro). O Consórcio Nova Via Mobilidade foi o único a participar.</p>
<p>O principal critério foi o maior desconto sobre a tarifa de remuneração de R$ 17,60 por carro/quilômetro, conforme o edital. O desconto foi só de 0,06%.</p>
<p>No dia 26 de fevereiro de 2026, a Justiça homologou o resultado da licitação, dando andamento no processo para assinatura.</p>
<p>Em 12 de março de 2026, o Governo do Estado do Rio de Janeiro assinou o contrato com o Consórcio Nova Via Mobilidade para operar os trens metropolitanos no lugar da SuperVia.</p>
<p>Foi assim iniciado um período de 90 dias para a transição.</p>
<p>Como mostrou o<strong><em> Diário do Transporte</em></strong>, o consórcio é liderado pelo Grupo Barraquero, com origem em Portugal, em vai ficar cinco anos à frente das operações nos trens do Rio de Janeiro, com possibilidade de prorrogação por mais cinco anos.  Há outros sócios no Consórcio Nova Via Mobilidade.</p>
<p>O Grupo Barraqueiro é considerado um dos maiores operadores privados de transportes rodoviários e ferroviários de passageiros e de cargas, com mais de nove mil funcionários e uma frota superior a quatro mil veículos, incluindo ônibus e sistemas metroferroviários, pela Fertagus. Entre as operações está o Metro Sul do Tejo. Ao todo, na Europa, são cerca de 30 empresas do Grupo.</p>
<p>Já a SuperVia possui a GUMI – Guarana Urban Mobility Incorporated como principal acionista desde meados de 2019, subsidiária controlada pela trading japonesa Mitsui.</p>
<p>Por meio de nota, o Governo do Rio de Janeiro informou que os investimentos críticos previstos pelo Estado, a partir do aporte de R$ 652 milhões ao longo dos cinco anos, estão a substituição de postes, trilhos e dormentes, revitalização de transformadores e modernização da rede aérea. Esses investimentos serão acompanhados por auditoria independente.</p>
<p>Até a data de assinatura do contrato com o Consórcio Nova Via Mobilidade, como parte do acordo para a saída da SuperVia, o Governo do Estado afirmou que desce início do processo de mudança na gestão do sistema, foram investidos mais de R$ 160 milhões em melhorias — que resultaram na redução de intervalos e do tempo de viagens, beneficiando mais de 300 mil passageiros que utilizam os trens diariamente.</p>
<p>A malha atende a cerca de 270 mil passageiros por dia em 12 municípios do Rio de Janeiro: <strong>Rio de Janeiro (Capital):</strong> estações centrais, zona norte e zona oeste (como Deodoro, Bangu, Santa Cruz, Madureira), <strong>Duque de Caxias:</strong> Ramal Saracuruna<strong>, Nova Iguaçu:</strong> Ramais Japeri e Deodoro, J<strong>aperi:</strong> Ramal Japeri,<strong>Belford Roxo:</strong> Ramal Belford Roxo, <strong>Queimados:</strong> Ramal Japeri, <strong>Paracambi:</strong> Ramal Japeri, <strong>Nilópolis:</strong> Ramal Deodoro/Japeri, <strong>Mesquita:</strong> Ramal Deodoro/Japeri, <strong>São João de Meriti:</strong> Ramal Belford Roxo, <strong>Magé:</strong> Ramal Vila Inhomirim (extensão da linha Saracuruna), <strong>Guapimirim:</strong> Ramal Guapimirim (extensão da linha Saracuruna). A rede é dividida em 5 principais ramais (Santa Cruz, Deodoro, Japeri, Belford Roxo, Saracuruna) e ramais de extensão.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  </item>
  <item>
    <title>Prefeitura de Belo Horizonte muda fiscalização de ônibus afastados e transfere inspeções para entidades credenciadas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/04/pbh-muda-fiscalizacao-de-onibus-afastados-e-transfere-inspecoes-para-entidades-credenciadas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/06/04/pbh-muda-fiscalizacao-de-onibus-afastados-e-transfere-inspecoes-para-entidades-credenciadas/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 12:00:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Atualização normativa altera procedimentos para retorno de coletivos ao serviço e flexibiliza critérios de retirada da frota ARTHUR FERRARI A Prefeitura de Belo Horizonte (MG) deixará de realizar diretamente as inspeções necessárias para que ônibus suspensos do transporte coletivo retornem à circulação. A mudança foi oficializada por meio de portaria publicada nesta quinta-feira (4), que [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="676" height="412" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/toleranciazero.jpg?fit=676%2C412&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/toleranciazero.jpg?w=676&amp;ssl=1 676w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/toleranciazero.jpg?resize=300%2C183&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/toleranciazero.jpg?resize=150%2C91&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/toleranciazero.jpg?resize=400%2C244&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 676px) 100vw, 676px" /> <p><em>Atualização normativa altera procedimentos para retorno de coletivos ao serviço e flexibiliza critérios de retirada da frota</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de Belo Horizonte (MG) deixará de realizar diretamente as inspeções necessárias para que ônibus suspensos do transporte coletivo retornem à circulação. A mudança foi oficializada por meio de portaria publicada nesta quinta-feira (4), que redefine parte dos procedimentos relacionados à gestão da frota do sistema municipal.</p>
<p>Com a nova regulamentação, a avaliação das condições de segurança dos veículos passa a ser feita por Instituições Técnicas Licenciadas (ITLs) credenciadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e instaladas em Minas Gerais. Os laudos emitidos por essas entidades serão utilizados pelas empresas operadoras para solicitar a emissão de uma nova Autorização de Tráfego.</p>
<p>A alteração modifica dispositivos da norma editada em dezembro de 2025, que regulamentou os processos de suspensão e baixa de ônibus do transporte coletivo da capital mineira.</p>
<p>Até então, os veículos que permaneciam mais de 30 dias fora de operação dependiam de vistoria realizada pela própria Superintendência de Mobilidade do Município (Sumob) antes de receber autorização para voltar às ruas. A mesma exigência também era aplicada aos ônibus retirados compulsoriamente do sistema.</p>
<p>Com a transferência da inspeção para entidades credenciadas, a Sumob passa a atuar principalmente na análise administrativa dos processos, mantendo a responsabilidade pela autorização do retorno dos veículos, mas sem executar diretamente as avaliações técnicas de segurança.</p>
<p>A portaria também introduziu mudanças nas regras para retirada de ônibus da frota operacional. Além das situações já previstas para veículos classificados com danos de média ou grande monta, a legislação passa a admitir pedidos fundamentados em inviabilidade técnica ou econômica.</p>
<p>Nesses casos, a exceção deverá ser justificada pelo consórcio responsável pela operação e submetida à análise da Sumob. A medida amplia as possibilidades para substituição ou retirada de veículos sem a aplicação dos critérios anteriormente exigidos.</p>
<p>Apesar das alterações, permanecem válidas as regras relacionadas à suspensão de ônibus inativos. Veículos que ficarem mais de 30 dias consecutivos sem operar ou com autorização vencida continuarão sujeitos à suspensão cadastral.</p>
<p>Também seguem em vigor os mecanismos de baixa compulsória para ônibus que permaneçam afastados por períodos prolongados, além da proibição do aproveitamento de viagens realizadas por veículos suspensos ou excluídos do sistema.</p>
<p>As mudanças entram em vigor com a publicação da portaria e passam a integrar os procedimentos de gestão da frota do transporte coletivo de Belo Horizonte (MG).</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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