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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Linhas de ônibus mudam de ponto em plataformas no Terminal Princesa Isabel, no centro de São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/04/linhas-de-onibus-mudam-de-ponto-em-plataformas-no-terminal-princesa-isabel-no-centro-de-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 11:01:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Medida entra em vigor neste sábado, 04 de julho de 2026 ADAMO BAZANI A partir deste sábado, 04 de julho de 2026, o Terminal Princesa Isabel, na região central da cidade de São Paulo, tem alterações de pontos pelas plataformas. De acordo com a SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora dos ônibus municipais, as mudanças envolvem [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="865" height="502" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/vmaria.jpg?fit=865%2C502&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/vmaria.jpg?w=865&amp;ssl=1 865w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/vmaria.jpg?resize=300%2C174&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/vmaria.jpg?resize=150%2C87&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/vmaria.jpg?resize=768%2C446&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/vmaria.jpg?resize=400%2C232&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 865px) 100vw, 865px" /> <p><em>Medida entra em vigor neste sábado, 04 de julho de 2026</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A partir deste sábado, 04 de julho de 2026, o Terminal Princesa Isabel, na região central da cidade de São Paulo, tem alterações de pontos pelas plataformas.</p>
<p>De acordo com a SPTrans (São Paulo Transporte), gerenciadora dos ônibus municipais, as mudanças envolvem as linhas 271C-10 Pq. Vila Maria &#8211; Term. Princesa Isabel e 5144-10 Term. Sapopemba &#8211; Term. Princesa Isabel, operadas pela Sambaíba Transportes Urbanos e Via Sudeste, respectivamente.</p>
<p>As alterações ocorrerem para readequações no atendimento:</p>
<p>A partir de sábado,<strong> 04/07/2026</strong>, as linhas <strong>271C-10 Pq. Vila Maria &#8211; Term. Princesa Isabel</strong> e <strong>5144-10 Term. Sapopemba &#8211; Term. Princesa Isabel</strong>, atenderão em novas plataformas no Term. Princesa Isabel.</p>
<p><strong>271C-10 Pq. Vl. Maria &#8211; Term. Princesa Isabel<br />
Nova Plataforma:</strong> Plataforma 4 (ponto 10)</p>
<p><strong>5144-10 Term. Sapopemba &#8211; Term. Princesa Isabel<br />
Nova Plataforma: </strong>Plataforma 1 (ponto 2)</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>De 21 regiões metropolitanas, apenas duas possuem uma rede estruturada de transportes, aponta estudo do BNDES e do Ministério das Cidades</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/04/de-21-regioes-metropolitanas-apenas-duas-possuem-uma-rede-estruturada-de-transportes-aponta-estudo-do-bndes-e-do-ministerio-das-cidades/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 10:01:24 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Meio ambiente]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Maior problema é falta de conexão entre diferentes linhas e mau aproveitamento de infraestrutura ADAMO BAZANI Colaborou Yuri Sena Os passageiros dos transportes coletivos entre diferentes cidades de grandes e médios centros no Brasil sofrem com a falta de oferta de uma rede estruturada. Ônibus que não se integram plenamente entre si e com trilhos, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260327_172447.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260327_172447.jpg?w=3638&amp;ssl=1 3638w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260327_172447.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260327_172447.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260327_172447.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260327_172447.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260327_172447.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260327_172447.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260327_172447.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/20260327_172447.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Maior problema é falta de conexão entre diferentes linhas e mau aproveitamento de infraestrutura</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Yuri Sena</em></strong></p>
<p>Os passageiros dos transportes coletivos entre diferentes cidades de grandes e médios centros no Brasil sofrem com a falta de oferta de uma rede estruturada.</p>
<p>Ônibus que não se integram plenamente entre si e com trilhos, oferta razoável de linhas em um determinado local e falta de transportes em outro, grandes variações de tarifas são algumas das realidades sentidas no dia a dia do “cliente” do transporte público.</p>
<p>É o que mostra o ENMU (Estudo Nacional de Mobilidade Urbana), do Ministério das Cidades e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), cuja conclusão foi divulgada em 1° de julho de 2026.</p>
<p>O trabalho analisou a situação das 21 maiores Regiões Metropolitanas do Brasil, com um milhão de habitantes ou mais.</p>
<p>Em apenas duas destas regiões, a de Goiânia e Vitória, foi verificado que as redes metropolitanas de transportes estavam plenamente estruturadas.</p>
<p>Os técnicos fizeram uma classificação por notas de 1 a 5.</p>
<p>Apenas as regiões metropolitanas de Goiânia e Vitória alcançaram a classificação máxima.</p>
<p>Até mesmo as regiões metropolitanas de São Paulo, que possui uma rede de trilhos, e a de Curitiba, que foi no passado sinônimo de qualidade máxima na mobilidade, não têm uma rede plena, de acordo com o estudo, mas não receberam notas ruins: classificação 4.</p>
<p>Também receberam nota 4, de 5 possíveis, além de São Paulo e Curitiba; Recife, Rio de Janeiro e Salvador.</p>
<p>Ficaram na pior colocação, com nota 1, as regiões metropolitanas de João Pessoa, Maceió, Natal, São Luís, e Teresina que, segundo o levantamento, possuem uma rede de transportes sem tronco-alimentação ou integração</p>
<p>Com a nota 2, também ruins, com rede sem tronco-alimentação, com integração restrita a algumas estações e terminais, surgiram as regiões metropolitanas do Distrito Federal, Florianópolis, Baixada Santista e Porto Alegre.</p>
<p>No meio da tabela, com classificação 3, de 5, estão de acordo com o ENMU, Manaus, Fortaleza, Campinas, Belo Horizonte e Belém.</p>
<p>Ao <em>Diário do Transporte</em>, no dia do lançamento do estudo, o especialista e o sócio-fundador da Urucuia Mobilidade Urbana, Sérgio Avelleda, disse ao criador e editor-chefe do Diário do Transporte, Adamo Bazani, ENMU pode ser considerado um avanço por destacar a necessidade de fortalecer autoridades e gestões metropolitanas de transportes integradas.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/02/entrevistas-reportagem-especial-governo-federal-lanca-estudo-nacional-com-187-projetos-que-envolvem-r-430-bilhoes-e-66-mil-onibus-eletricos-e-3-mil-km-de-trilhos-e-brts/">https://diariodotransporte.com.br/2026/07/02/entrevistas-reportagem-especial-governo-federal-lanca-estudo-nacional-com-187-projetos-que-envolvem-r-430-bilhoes-e-66-mil-onibus-eletricos-e-3-mil-km-de-trilhos-e-brts/</a></p>
<p><strong>FALTA TRANSPARÊNCIA </strong></p>
<p>O diagnóstico feito pelo estudo mostra cenários preocupantes, como já tinha informado o Diário do Transporte.</p>
<p>O principal deles é que nenhum sistema de transportes públicos do Brasil é totalmente transparente para a sociedade.</p>
<p>Isso pode explicar, em parte, porque algumas tarifas são altas e os subsídios abundantes em alguns sistemas, mas, mesmo assim, a qualidade não melhora para o usuário.</p>
<p>Os dados levam em conta serviços de ônibus, tens e metrôs.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/02/exclusivo-e-oficial-nenhum-sistema-de-transportes-publicos-no-brasil-e-totalmente-transparente-para-a-sociedade-aponta-estudo-do-bndes-e-ministerio-das-cidades/">https://diariodotransporte.com.br/2026/07/02/exclusivo-e-oficial-nenhum-sistema-de-transportes-publicos-no-brasil-e-totalmente-transparente-para-a-sociedade-aponta-estudo-do-bndes-e-ministerio-das-cidades/</a></p>
<p><strong>INVESTIMENTOS:</strong></p>
<p>Denominado ENMU (Estudo Nacional de Mobilidade Urbana), enumera 187 projetos avaliados em R$ 430 bilhões para os próximos 30 anos, incluindo três mil quilômetros de trilhos e corredores de ônibus BRT. Também propõe a implantação de 6,6 mil ônibus elétricos nestas regiões, o que melhoraria o atendimento, já que estes veículos são mais confortáveis e têm maior atratividade para os passageiros.</p>
<p>Os detalhes você vê neste link: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/07/01/entrevistas-especial-governo-federal-lanca-estudo-nacional-com-187-projetos-que-envolvem-r-430-bilhoes-e-66-mil-onibus-eletricos-e-3-mil-km-de-trilhos-e-brts/">https://diariodotransporte.com.br/2026/07/01/entrevistas-especial-governo-federal-lanca-estudo-nacional-com-187-projetos-que-envolvem-r-430-bilhoes-e-66-mil-onibus-eletricos-e-3-mil-km-de-trilhos-e-brts/</a></p>
<p><strong>O DIAGNÓSTICO DAS REDES METROPOLITANAS:</strong></p>
<p><em>Verifica-se um quadro de grande heterogeneidade na organização da operação entre as RMs. </em></p>
<p><em>Em um extremo, casos como Goiânia e Grande Vitória com redes integralmente estruturadas em escala metropolitana, caracterizadas pela presença de sistemas tronco-alimentados abrangentes, múltiplos terminais de integração e governança operacional consolidada em nível regional. </em></p>
<p><em>Em um segundo nível situam-se as RMs Curitiba e São Paulo com redes amplamente estruturadas e forte presença de sistemas de alta capacidade — como metrô, trens metropolitanos e corredores segregados — além de integração física e operacional relevante entre municípios. Ainda assim, persistem limitações relacionadas à cobertura territorial integral, à coexistência de linhas convencionais sobrepostas e à articulação entre diferentes entes e operadores metropolitanos.</em></p>
<p><em>Ainda nesse grupo estão reunidas as RMs de Recife, Rio de Janeiro e Salvador com estruturação relevante, porém ainda incompleta do ponto de vista operacional, institucional ou territorial. Nesses casos, observa-se presença de corredores estruturais, sistemas tronco-alimentados parciais, terminais de integração e infraestrutura metroferroviária ou BRT, mas com limitações na integração plena entre modos, na reorganização das linhas alimentadoras ou na coordenação entre sistemas municipais e metropolitanos. </em></p>
<p><em>No nível seguinte, há um conjunto de regiões com estruturação parcial, nas quais existem elementos relevantes de organização da rede, mas sem abrangência territorial ou integração sistêmica completa. Belo Horizonte apresenta corredores troncais metropolitanos relevantes, porém sem estruturação equivalente nas demais áreas metropolitanas. Campinas conta com dois corredores BRT e experiências de tronco-alimentação parcial. Fortaleza dispõe de rede de terminais integrada ao sistema municipal e infraestrutura metroferroviária, embora ainda sem integração operacional plena entre modos. Manaus possui eixos troncais relevantes nas zonas norte e leste, mas sem cobertura territorial abrangente. Belém também apresenta apenas estruturação parcial da rede.</em></p>
<p><em>Por fim, observa-se um grupo de regiões com baixo grau de estruturação metropolitana. Na Baixada Santista, embora exista VLT no eixo Santos–São Vicente, municípios importantes como Cubatão e Guarujá permanecem sem integração operacional efetiva. O Distrito Federal apresenta estruturação restrita principalmente ao eixo sul com BRT. Florianópolis e Porto Alegre contam com corredores ou terminais relevantes, porém sem integração operacional plena entre sistemas metropolitanos e urbanos ou sem consolidação de redes tronco alimentadas. Já João Pessoa, Maceió, Natal, São Luís e Teresina apresentam níveis bastante reduzidos de estruturação, em alguns casos sem corredores estruturais operacionais e, em outros, com terminais subutilizados ou fora de operação.</em></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-522864" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/enmu-redes-1-1.jpeg?resize=503%2C715&#038;ssl=1" alt="" width="503" height="715" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/enmu-redes-1-1.jpeg?w=503&amp;ssl=1 503w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/enmu-redes-1-1.jpeg?resize=211%2C300&amp;ssl=1 211w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/enmu-redes-1-1.jpeg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/enmu-redes-1-1.jpeg?resize=400%2C569&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/enmu-redes-1-1.jpeg?resize=150%2C213&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 503px) 100vw, 503px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-522865" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/enum-redes-2.jpeg?resize=510%2C715&#038;ssl=1" alt="" width="510" height="715" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/enum-redes-2.jpeg?w=510&amp;ssl=1 510w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/enum-redes-2.jpeg?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/enum-redes-2.jpeg?resize=107%2C150&amp;ssl=1 107w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/enum-redes-2.jpeg?resize=400%2C561&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/enum-redes-2.jpeg?resize=150%2C210&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 510px) 100vw, 510px" /></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Yuri Sena</em></strong></p>
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    <title>Dirigir ônibus e cobrar passagem não é dupla função, diz nova decisão do TST</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/04/dirigir-onibus-e-cobrar-passagem-nao-e-dupla-funcao-diz-nova-decisao-do-tst/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 09:00:06 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Opinião]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Segundo ministros, TST tem entendimento consolidado de que as funções de motorista e cobrador se complementam. Advogada especializada, Liana Variani, aconselha, mesmo assim, que condições estejam asseguradas em contratos e que o bem estar do trabalhador é importante ADAMO BAZANI Dirigir ônibus e cobrar passagem não se trata de dupla função, mas são atividades complementares [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="575" height="373" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-7.png?fit=575%2C373&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-7.png?w=575&amp;ssl=1 575w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-7.png?resize=300%2C195&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-7.png?resize=150%2C97&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Sem-titulo-7.png?resize=400%2C259&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 575px) 100vw, 575px" /> <p><em>Segundo ministros, TST tem entendimento consolidado de que as funções de motorista e cobrador se complementam. Advogada especializada, Liana Variani, aconselha, mesmo assim, que condições estejam asseguradas em contratos e que o bem estar do trabalhador é importante</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Dirigir ônibus e cobrar passagem não se trata de dupla função, mas são atividades complementares e não podem obrigar as empresas de transportes a pagar adicional aos trabalhadores.</p>
<p>É o que entende uma nova decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho), em última instância, confirmando posições anteriores da corte.</p>
<p>A decisão do fim de maio de 2026 teve o acórdão publicado nesta quinta-feira, 02 de julho de 2026.</p>
<p>Trata-se de um processo movido por um motorista da Auto Viação Redentor, do Rio de Janeiro, que pleiteou o adicional por dirigir o ônibus e cobrar as passagens dos usuários.</p>
<p>O relator, ministro Douglas Alencar Rodrigues, destacou que o TST tem entendimento consolidado de que as funções de motorista e cobrador se complementam e que o desempenho simultâneo das duas não assegura ao trabalhador o direito ao recebimento de acréscimo salarial. Esse posicionamento foi reafirmado pelo Pleno do TST no Tema 128 da tabela de Recursos de Revista Repetitivos.</p>
<p><strong>PROTEÇÃO PARA TODAS AS PARTES:</strong></p>
<p>A advogada especializada, Liana Variani, explicou ao criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> que, apesar da posição firmada pelo TST em diversas turmas, ainda são muito comuns processos nas instâncias inferiores, o que causa desgaste em trabalhadores e empresas.</p>
<p>Para evitar uma verdadeira maratona no judiciário, Liana Variani aconselha que os contratos de trabalho já deixem claras todas as condições, para que haja uma proteção tanto dos empregadores como dos empregados.</p>
<p><strong><em>“Ambas as partes devem ser protegidas e muitos dos riscos jurídicos nascem nos contratos. Assim, havendo uma documentação legal aceita pelas partes, não haverá desgastes desnecessários, nem para as empresas e nem para os trabalhadores. Tudo dentro da lei e respeitando as convenções coletivas, logicamente”</em></strong> – disse</p>
<p>Para Liana Variani, sempre no que for possível, mesmo com o acúmulo de atividades, o bem-estar do trabalhador é um ponto que deve ser considerado pelas empresas. Mas também, os trabalhadores devem entender que uma empresa deve ter condições de operar com segurança.</p>
<p><strong><em>“Investir na saúde, na qualidade de vida e nas melhores condições para os trabalhadores é uma decisão estratégica. Assim como, os trabalhadores devem entender que empresas sadias e seguras são garantias de geração e manutenção de empregos formais, como é o caso do setor de transportes de passageiros por ônibus e trens” –</em></strong> complementou.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou que empresas de transportes se queixam que têm sido alvos de uma “avalanche” de ações por diferentes trabalhadores e escritórios de advocacia, mas com teor praticamente igual.</p>
<p>Para se ter uma ideia, somente no transporte público por ônibus do Rio de Janeiro, mais de 500 ações trabalhistas com características semelhantes foram distribuídas apenas em 2026 contra empresas ligadas ao setor.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/24/onda-de-acoes-judiciais-semelhantes-contra-empresas-de-transporte-coletivo-vira-preocupacao-no-setor-e-ate-causa-desequilibrio-nas-tarifas/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/24/onda-de-acoes-judiciais-semelhantes-contra-empresas-de-transporte-coletivo-vira-preocupacao-no-setor-e-ate-causa-desequilibrio-nas-tarifas/</a></p>
<p>Essa maratona no judiciário, desde as primeiras instâncias até chegar ao TST, conforme alertou Liana Variani, foi o que ocorreu também no caso do funcionário da Redentor, conforme nota da assessoria de imprensa do Tribunal.</p>
<p><strong><u>Veja na íntegra:</u></strong></p>
<p><em>A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) isentou a Viação Redentor S.A., do Rio de Janeiro (RJ), de pagar o adicional por acúmulo de função a um motorista que esporadicamente atuava como cobrador de passagens. A decisão seguiu o entendimento vinculante do TST sobre a matéria.</em></p>
<h4><em>Para TRT, atividades são distintas</em></h4>
<p><em>Na reclamação trabalhista, o motorista disse que trabalhou na Redentor por sete anos. Relatou ainda que, embora contratado como motorista, nos finais de semana cobria folgas de outros empregados e, cumulativamente, exercia também a função de cobrador de passagens. Ele pedia o pagamento de adicional pelo acúmulo das funções de motorista e cobrador.</em></p>
<p><em>O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) entendeu que dirigir e cobrar passagens são atividades distintas e que o desempenho simultâneo das duas funções aumentaria as responsabilidades do trabalhador, que manuseava dinheiro e prestava contas. Esse fato justificaria o pagamento de adicional de 30% sobre o salário-base do motorista.</em></p>
<p><em>Ao recorrer ao TST, a Redentor sustentou que as atividades são compatíveis e complementares e não exigem qualificação adicional para o exercício conjunto.</em></p>
<h4><em>TST já consolidou entendimento de que acúmulo não é devido</em></h4>
<p><em>O relator, ministro Douglas Alencar Rodrigues, destacou que o TST tem entendimento consolidado de que as funções de motorista e cobrador se complementam e que o desempenho simultâneo das duas não assegura ao trabalhador o direito ao recebimento de acréscimo salarial. Esse posicionamento foi reafirmado pelo Pleno do TST no Tema 128 da tabela de Recursos de Revista Repetitivos.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-522789" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-3.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-3.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-3.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-3.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-3.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-3.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-3.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-3.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1-3.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-522790" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-3.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-3.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-3.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-3.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-3.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-3.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-3.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-3.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2-3.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-522788" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-3.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-3.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-3.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-3.jpg?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-3.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-3.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-3.jpg?resize=400%2C566&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-3.jpg?resize=150%2C212&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/3-3.jpg?w=1414&amp;ssl=1 1414w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
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    <title>Prefeitura de Curitiba (PR) recorrerá da decisão que suspendeu licitação do transporte coletivo</title>
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    <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 01:21:30 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Município afirma que edital está concluído e busca reverter liminar do TJ-PR que interrompeu o processo por até 180 dias YURI SENA A Prefeitura de Curitiba informou que irá recorrer da decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) que suspendeu a nova licitação do transporte coletivo da capital. A declaração foi feita nesta sexta-feira, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="670" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Onibus-Curitiba-PR-e1760642102238.jpg?fit=1024%2C670&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Município afirma que edital está concluído e busca reverter liminar do TJ-PR que interrompeu o processo por até 180 dias</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Prefeitura de Curitiba informou que irá recorrer da decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) que suspendeu a nova licitação do transporte coletivo da capital. A declaração foi feita nesta sexta-feira, 3 de julho de 2026, pelo prefeito Eduardo Pimentel, que afirmou que a administração municipal aguarda autorização da Justiça para dar continuidade ao processo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o prefeito, a decisão liminar será cumprida, mas o município já adotou as medidas judiciais para tentar reverter a suspensão. De acordo com ele, a expectativa é de que o recurso seja analisado nos próximos dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eduardo Pimentel afirmou que o edital foi desenvolvido ao longo de aproximadamente dois anos, com participação de equipes técnicas da Prefeitura de Curitiba, da Urbanização de Curitiba (Urbs), do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda segundo o chefe do Executivo municipal, a administração considera que todas as exigências técnicas foram atendidas durante a elaboração da concorrência, que prevê a modernização do sistema de transporte coletivo da capital.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como mostrou anteriormente o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, a licitação foi suspensa por decisão liminar da 5ª Câmara Cível do TJ-PR após um pedido apresentado pelas atuais concessionárias do sistema. As empresas alegam que há desequilíbrio econômico-financeiro nos contratos vigentes e defendem que essa questão seja resolvida antes da abertura de uma nova concorrência.</span></p>
<p><em>Relembre: </em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="D2NiKHxsrt"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/25/liminar-suspende-publicacaodo-edital-da-nova-concessao-do-transporte-coletivo-de-curitiba-pr/">Liminar suspende publicação do edital da nova concessão do transporte coletivo de Curitiba (PR)</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Liminar suspende publicação do edital da nova concessão do transporte coletivo de Curitiba (PR)” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/25/liminar-suspende-publicacaodo-edital-da-nova-concessao-do-transporte-coletivo-de-curitiba-pr/embed/#?secret=Egy8k2Vln8#?secret=D2NiKHxsrt" data-secret="D2NiKHxsrt" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A decisão judicial determina a suspensão da publicação do edital por até 180 dias, período em que o mérito da ação continuará sendo analisado pela Justiça.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>CPTM terá mudanças na operação das linhas 10, 11 e 12 e no Expresso Aeroporto neste fim de semana</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/03/cptm-tera-mudancas-na-operacao-das-linhas-10-11-e-12-e-no-expresso-aeroporto-neste-fim-de-semana/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 01:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Alterações entre sábado (4) e domingo (5) ocorrem para obras de manutenção e modernização da infraestrutura ferroviária YURI SENA A CPTM realizará alterações operacionais em suas linhas neste fim de semana, entre sábado (4) e domingo (5), para a execução de obras de manutenção, melhorias e modernização da infraestrutura ferroviária. As mudanças afetarão as linhas [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/d3e89577-9280-4b4a-b8ee-67504a77a8db-e1783032492926.jpg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><span style="font-weight: 400"><i>Alterações entre sábado (4) e domingo (5) ocorrem para obras de manutenção e modernização da infraestrutura ferroviária</i></span></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A CPTM realizará alterações operacionais em suas linhas neste fim de semana, entre sábado (4) e domingo (5), para a execução de obras de manutenção, melhorias e modernização da infraestrutura ferroviária. As mudanças afetarão as linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira, além do serviço Expresso Aeroporto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No sábado (4), a única alteração ocorrerá na Linha 12-Safira. Das 23h até o encerramento da operação, os passageiros que utilizarem a Estação Tatuapé deverão embarcar e desembarcar pela plataforma 2, nos dois sentidos. A medida é necessária para a realização de serviços de carga de materiais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já no domingo (5), haverá mudanças em diferentes linhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na Linha 10-Turquesa, entre o início da operação e 15h30, e novamente das 19h30 até o fim da circulação, os trens utilizarão a plataforma 2 da Estação Capuava em ambos os sentidos. A alteração permitirá a realização de obras de remanejamento de cabos da rede aérea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na Linha 11-Coral, entre 8h e 20h, o embarque e desembarque nas estações Jundiapeba e Brás Cubas ocorrerão exclusivamente pela plataforma 2, devido à substituição de dormentes na via permanente. Também na mesma linha, das 8h às 17h, a Estação Antônio Gianetti Neto utilizará apenas a plataforma 2 para instalação do sistema de proteção contra descargas atmosféricas na cobertura da estação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Linha 12-Safira terá duas intervenções ao longo do domingo. Entre 4h e 6h, os passageiros utilizarão a plataforma 2 da Estação Tatuapé para embarque e desembarque em ambos os sentidos por causa da movimentação de materiais. Posteriormente, das 9h às 16h, a mesma plataforma será utilizada durante serviços de inspeção da rede aérea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As intervenções também provocarão alterações no Expresso Aeroporto, que circulará com intervalo de uma hora entre 5h e 16h em razão das obras nas linhas 11-Coral e 12-Safira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a CPTM, equipes estarão nas estações para orientar os passageiros durante todo o período das intervenções. As alterações também serão informadas por meio de avisos sonoros, painéis eletrônicos e canais oficiais de atendimento da companhia.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>SPTrans cria linha gratuita para atender público do Festival do Japão no São Paulo Expo entre 10 e 12 de julho</title>
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	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Itinerário temporário fará conexão direta entre a Estação São Judas e o local do evento ARTHUR FERRARI Os visitantes da 27ª edição do Festival do Japão contarão com uma linha especial de ônibus para chegar ao São Paulo Expo Exhibition &#38; Convention Center, na capital paulista. A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transportes (SMT) [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/unnamed-3.jpg?fit=800%2C533&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/unnamed-3.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/unnamed-3.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/unnamed-3.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/unnamed-3.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/01/unnamed-3.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Itinerário temporário fará conexão direta entre a Estação São Judas e o local do evento</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os visitantes da 27ª edição do Festival do Japão contarão com uma linha especial de ônibus para chegar ao São Paulo Expo Exhibition &amp; Convention Center, na capital paulista. A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transportes (SMT) e a SPTrans anunciaram a criação do serviço temporário, que funcionará entre os dias 10 e 12 de julho.</p>
<p>A operação será realizada pela linha 905X-10 Festival do Japão/Est. São Judas, operada pela Mobibrasil. O itinerário fará a ligação direta entre a Estação São Judas, da Linha 1-Azul do Metrô, e o centro de exposições localizado na Rodovia dos Imigrantes.</p>
<p>O serviço será gratuito e estará disponível nos três dias do evento, sempre das 6h às 22h, com o objetivo de facilitar o deslocamento dos visitantes e ampliar a oferta de transporte até o local da programação.</p>
<p>O Festival do Japão chega à 27ª edição consolidado como um dos maiores eventos dedicados à cultura japonesa no mundo. A programação reúne atrações voltadas à preservação das tradições do Japão e ao fortalecimento dos laços culturais entre os dois países.</p>
<p>Durante os três dias, o público poderá acompanhar apresentações musicais, danças típicas, exposições, oficinas culturais, atividades para diferentes faixas etárias e atrações relacionadas à cultura pop japonesa. O evento também contará com espaços dedicados à gastronomia, reunindo pratos tradicionais das diversas províncias do Japão.</p>
<p>Com a implantação da linha especial, a SPTrans busca ampliar as opções de acesso ao São Paulo Expo durante o festival, oferecendo uma alternativa de transporte coletivo para os visitantes.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Novo Terminal Missões de Duque da Caxias (RJ) vai conectar BRT à Baixada Fluminense com investimento de R$ 46 milhões</title>
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	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 23:26:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Estrutura permitirá integração com ônibus municipais e intermunicipais, enquanto novo viaduto começa a operar antes da conclusão das obras ARTHUR FERRARI A integração entre o sistema BRT e os ônibus que atendem municípios da Baixada Fluminense ganhará um novo ponto de conexão com a construção do Terminal Missões, em Duque de Caxias (RJ). A pedra [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="604" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Geral-missoes-2-1024x604-1.webp?fit=1024%2C604&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Geral-missoes-2-1024x604-1.webp?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Geral-missoes-2-1024x604-1.webp?resize=300%2C177&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Geral-missoes-2-1024x604-1.webp?resize=150%2C88&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Geral-missoes-2-1024x604-1.webp?resize=768%2C453&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Geral-missoes-2-1024x604-1.webp?resize=400%2C236&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Estrutura permitirá integração com ônibus municipais e intermunicipais, enquanto novo viaduto começa a operar antes da conclusão das obras</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>A integração entre o sistema BRT e os ônibus que atendem municípios da Baixada Fluminense ganhará um novo ponto de conexão com a construção do Terminal Missões, em Duque de Caxias (RJ). A pedra fundamental do empreendimento já foi lançada, marcando o início de um projeto que prevê investimento de R$ 46 milhões e beneficiará passageiros de Duque de Caxias (RJ), Magé (RJ) e Guapimirim (RJ).</p>
<p>Quando estiver concluído, o terminal permitirá a integração entre os ônibus municipais e o BRT, reduzindo o tempo de deslocamento entre essas cidades e o Rio de Janeiro (RJ). A estimativa é que cerca de 1,4 milhão de passageiros por mês sejam beneficiados pela nova estrutura.</p>
<p>O terminal será construído em uma área localizada entre a Rodovia Washington Luís (BR-040) e a Avenida Brasil. O projeto prevê plataformas destinadas ao BRT, com 2,7 mil metros quadrados, além de outras duas plataformas para ônibus alimentadores, que somam 2,3 mil metros quadrados. Todas contarão com cobertura, acessibilidade e ligação direta entre os diferentes espaços do complexo.</p>
<p>Também fazem parte do empreendimento um edifício de acesso e bilheteria do BRT, com 478 metros quadrados, sanitários públicos, duas guaritas para controle de acesso e segurança e dois prédios de apoio aos motoristas, equipados com copa, banheiros e área administrativa.</p>
<p>A estrutura ainda contará com dez quiosques comerciais, bicicletário, estacionamento para veículos de serviço, mobiliário urbano e áreas destinadas ao apoio operacional da frota. O terminal terá capacidade para acomodar simultaneamente dez ônibus do BRT e 22 ônibus alimentadores.</p>
<p>Antes mesmo da conclusão das obras, parte do projeto começará a produzir efeitos na operação do transporte coletivo. O viaduto construído sobre o Trevo das Missões, já concluído, deverá ser liberado para circulação na próxima quinta-feira (02). A estrutura permitirá que ônibus intermunicipais vindos da Rodovia Washington Luís acessem diretamente a pista exclusiva do BRT na Avenida Brasil.</p>
<p>A expectativa é que aproximadamente 300 ônibus utilizem diariamente o novo acesso, sendo cerca de 160 veículos de linhas intermunicipais e outros 140 ônibus rodoviários com destino à Rodoviária Novo Rio. A medida deve contribuir para reduzir o tempo de viagem e melhorar a fluidez do transporte na região.</p>
<p>Após a conclusão do Terminal Missões, o equipamento será integrado ao Terminal Gentileza por meio do corredor Transbrasil, com operação dos serviços parador e expresso do BRT.</p>
<p>O lançamento da obra contou com a presença dos prefeitos do Rio de Janeiro (RJ), Eduardo Cavalieri, de Duque de Caxias (RJ), Netinho Reis, e de Magé (RJ), Jamille Cozzolino.</p>
<p>Durante a cerimônia, o prefeito de Duque de Caxias destacou a importância da integração para os usuários do transporte coletivo. “Nós estamos unidos porque a gente sabe que precisamos mudar a vida de quem mais precisa”, afirmou Netinho Reis.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>EXCLUSIVO: Um dia antes de a Itapemirim completar 73 anos, STJ publica acórdão que concede novo arrendamento para a Águia Branca, podendo começar transição</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/03/exclusivo-um-dia-antes-de-a-itapemirim-completar-73-anos-stj-publica-acordao-que-concede-novo-arrendamento-para-a-aguia-branca-podendo-comecar-transicao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 22:25:36 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Com a publicação, também está aberta a possibilidade de Suzantur protocolar recurso ADAMO BAZANI Colaboram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira O STJ (Superior Tribunal de Justiça) publicou nesta sexta-feira, 03 de julho de 2026, o acórdão do julgamento de 09 de junho de 2026, que voltou a validar a decisão da Justiça de São [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="500" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/montagem-ita.jpg?fit=800%2C500&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/montagem-ita.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/montagem-ita.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/montagem-ita.jpg?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/montagem-ita.jpg?resize=768%2C480&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/montagem-ita.jpg?resize=400%2C250&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Com a publicação, também está aberta a possibilidade de Suzantur protocolar recurso</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
<p>O STJ (Superior Tribunal de Justiça) publicou nesta sexta-feira, 03 de julho de 2026, o acórdão do julgamento de 09 de junho de 2026, que voltou a validar a decisão da Justiça de São Paulo que concede para a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, novo arrendamento das marcas, estruturas e as 125 linhas com 746 mercados correspondentes a malha do Grupo Itapemirim até a realização do leilão que vai determinar quem poder ficar definitivamente com as operações.</p>
<p>Com isso, a transição para a saída da atual arrendatária Suzantur, do ABC Paulista, pode começar a ser realizada formalmente.</p>
<p>Também está aberta a possibilidade de a companhia do ABC protocolar recurso para tentar reverter a decisão.</p>
<p>O ministro Gurgel de Faria, autor do voto divergente do relator original Sergio Kunina e que foi seguido pela maioria dos ministros, entendeu que se a Suzantur continuasse, quem sairia perdendo seriam os credores da massa falida da Itapemirim, uma vez que o contrato da empresa do ABC venceu e previa pagamentos de R$ 200 mil por mês ou 1,5% sobre as vendas de passagens físicas enquanto a Águia Branca ofereceu R$ 3,2 milhões. Essa desvantagem com a permanência da Suzantur, ainda na visão da maioria dos ministros, ocorre mesmo se o leilão for logo marcado, ficando pouco tempo a nova operação arrendada.</p>
<p>Além disso, na visão da maioria dos ministros, não se sustenta o argumento de que uma eventual troca de empresas poderia paralisar as linhas e descontinuar os serviços, já que é previsto um processo de transição de três meses.</p>
<p>Veja parte do voto:</p>
<p><strong><em> Não bastasse isso, a tese recursal (DA SUZANTUR), de que a decisão impugnada desvirtuou os objetivos da falência, que visam à preservação e maximização dos ativos da massa, não se sustenta. </em></strong></p>
<p><strong><em>Em verdade, longe de negar vigência às disposições da lei falimentar, o Tribunal de origem, no julgado recorrido, cuidou de conferir-lhes a devida eficácia normativa, ao assentar os seguintes fundamentos (e-STJ fls. 1.660/1.664):</em></strong></p>
<ol>
<li><strong><em>a) &#8220;não há se falar em rescisão do contrato ou cassação da decisão homologatória do arrendamento, já que a avença foi integralmente cumprida, alinhada às expectativas da arrendatária quanto ao prazo contratual definido e ratificado por esta Corte&#8221;; </em></strong></li>
<li><strong><em>b) ultimado o prazo contratual firmado, &#8220;forçoso reconhecer que a arrendatária já obteve todo proveito econômico advindo do contrato homologado nos autos falimentares, beirando o absurdo a pretensão de perpetuidade na exploração das linhas&#8221;; </em></strong></li>
<li><strong><em>c) a nova prorrogação do contrato de arrendamento, com as mesmas disposições, acarretaria vantagens apenas à Suzano, &#8220;em claro prejuízo à massa falida, já que reduz sua capacidade de pagamento, afeta sobremaneira a posição dos credores e prejudica o próprio processo competitivo, com a diminuição na oferta de lances das demais interessadas, o que não pode ser admitido&#8221;;</em></strong></li>
<li><strong><em>d) &#8220;o procedimento falimentar não busca atender o interesse de empresas privadas, devendo-se adotar providências que possibilitem a melhor utilização dos ativos, tutelando o direito dos credores, principais afetados com a quebra das empresas&#8221;; </em></strong></li>
<li><strong><em>e) &#8220;as propostas para celebração de novo contrato de arrendamento apresentadas pela Intese Empreendimentos Ltda. (fls. 1485/1487), Viação Águia Branca S/A (fls. 1620/1706) e Expresso União Ltda. (fls. 1707/1717) se mostram substancialmente mais vantajosas para massa, já que chegam a R$ 3 milhões/mês, quando comparado ao valor atualmente pago pela Suzano (R$ 200 mil/mês)&#8221;; </em></strong></li>
<li><strong><em>f) &#8220;mesmo que realizado o leilão da UPI Operação Itapemirim em curto espaço de tempo, como quer fazer crer a Administradora Judicial, inegável a reversão de importâncias expressivas e fundamentais à massa, que contribuirão para futuro rateio&#8221; e </em></strong></li>
<li><strong><em>g) &#8220;não há qualquer dano aos consumidores-usuários do serviço prestado, já que as proponentes são empresas com expertise no mercado e que possuem condições de assunção imediata da operação, além de o próprio contrato de arrendamento dispor de período de transição, a fim de evitar interrupção/paralisação dos serviços.&#8221;</em></strong></li>
</ol>
<p>É mais um capítulo na rica história da Viação Itapemirim, escrito um dia antes de a companhia, que já foi uma das maiores do setor rodoviário da América Latina, completar 73 anos.</p>
<p>Fundada por Camilo Cola, em 04 de julho do 1953, em Cachoeiro de Itapemirim (ES), a Itapemirim teve momentos de glória, chegando até mesmo produzir os próprios ônibus e concretizando, no Brasil o conceito de ônibus rodoviários de três eixos, denominados comercialmente de “Tribus”.</p>
<p>A Itapemirim chegou a cobrir 70% de todo o território nacional e, além dos ônibus Tribus, trouxe ou ajudou a consolidar inovações para diferentes épocas, como centros de controle operacionais, sistema de radiocomunicação entre os controles e os ônibus, propagandas em TV e revistas próprias, diversificação de ramos, como cargas e imobiliárias, profissionalização de design e pinturas, pontos de apoio que se tornariam verdadeiras rodoviárias próprias, entre outras.</p>
<p>Mas o fim da Itapemirim “original” foi trágico. Após passar por uma gestão controversa de Camila Valdiva e Sidnei Piva de Jesus, inclusive envolta a denúncias de fraudes, desvios e corrupção, de ter o nome ligado a fundação e ao afundamento de uma frustrada companhia de aviação, a ITA (Itapemirim Transportes Aéreos), que voou por apenas seis meses e parou repentinamente abandonando milhares de passageiros; a Itapemirim teve suas estruturas, condição financeira e reputação jogada ao lodo.</p>
<p>O resultado não poderia ser outro. Em 21 de setembro de 2022, teve a falência decretada e, na mesma decisão, aberto um arrendamento de dois anos assumido por uma empresa que jamais tinha atuado no segmento de rodoviários regulares. A Transportadora Turística Suzano (Suzantur), que só atuava na ocasião com ônibus urbanos, muito embora tenha nascido no fretamento, ramo que desistiu e vendeu as operações e veículos para o Grupo Comporte. As operações começaram em 04 de março de 2023.</p>
<p>A Suzantur voltou a fazer o nome Itapemirim se destacar. Ônibus novos, tecnologia de ponta de segurança e monitoramento, CCOs integrados, resgate histórico de veículos antigos originais, salas-vip e outros investimentos inegavelmente reergueram um nome que estava parado e sem esperanças.</p>
<p>Mas a Justiça Paulista entendeu que em 2025, o período de arrendamento se esgotou e, como não havia ainda a data para a realização do leilão, abriu um procedimento para receber novas propostas.</p>
<p>A Suzantur não apresentou nenhuma, mas outras empresas, sim.</p>
<p>A que venceu foi a Viação Águia Branca que ofereceu pagamento aos credores da massa falida de R$ 3,2 milhões por mês pelas operações. O contrato da Suzantur previa pagamento mínimo mensal de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens em guichês e agências.</p>
<p>A Suzantur alega que o arrendamento atual deveria ir até o desfecho do leilão e que uma transição de empresas seria prejudicial a continuidade das operações e aos empregos de quem estava já trabalhando para a Suzantur.</p>
<p>Como havia mostrado do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em primeira-mão, o julgamento em 09 de junho de 2026, após três adiamentos por pedidos de vistas, teve início com a manifestação do ministro Gurgel de Faria, tinha pedido vistas, que divergiu do relator ministro Sergio Kukina, sendo favorável para que o novo arrendamento seja válido para a Viação Águia Branca assumir as linhas. Gurgel de Faria seguiu o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo.</p>
<p>Sergio Kukina destacou que ainda tem dúvidas sobre a competência da Primeira Turma sobre o assunto, mas compreendeu que o tema necessita de uma análise urgente. O relator ainda reconheceu que a proposta econômica da Águia Branca ser mais vantajosa aos credores, mas se disse preocupado se a troca de empresas poderia prejudicar os serviços e o que ocorreria com os funcionários registrados pela Suzantur.</p>
<p>Em seguida, a ministra Regina Helena Costa se manifestou e acompanhou a divergência de Faria, sendo favorável a Viação Águia Branca.</p>
<p>O ministro Paulo Sérgio Domingues foi o terceiro e se manifestou também em prol da Águia Branca no arrendamento. O ministro Benedito Gonçalves foi a favor da Suzantur.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-522869" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1.png?resize=1414%2C2000&#038;ssl=1" alt="" width="1414" height="2000" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1.png?w=1414&amp;ssl=1 1414w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1.png?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1.png?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1.png?resize=106%2C150&amp;ssl=1 106w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1.png?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1.png?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, 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<p>&nbsp;</p>
<p>A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais correspondentes à malha que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022. Foram 3 votos em favor da Águia Branca e dois em favor da Suzantur, que deve sair.</p>
<p>Cabe recurso. A decisão ocorreu pelo provimento das alegações do empresa capixaba.</p>
<p>A troca não é imediata. Além de haver a possibilidade de recurso, há transições a seguir.</p>
<p>O julgamento teve início com a manifestação do ministro Gurgel de Faria, tinha pedido vistas, que divergiu do relator ministro Sergio Kukina, sendo favorável para que o novo arrendamento seja válido para a Viação Águia Branca assumir as linhas. Gurgel de Faria seguiu o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo.</p>
<p>Sergio Kukina destacou que ainda tem dúvidas sobre a competência da Primeira Turma sobre o assunto, mas compreendeu que o tema necessita de uma análise urgente. O relator ainda reconheceu que a proposta econômica da Águia Branca ser mais vantajosa aos credores, mas se disse preocupado se a troca de empresas poderia prejudicar os serviços e o que ocorreria com os funcionários registrados pela Suzantur.</p>
<p>Em seguida, a ministra Regina Helena Costa se manifestou e acompanhou a divergência de Faria, sendo favorável a Viação Águia Branca.</p>
<p>O ministro Paulo Sérgio Domingues foi o terceiro e se manifestou também em prol da Águia Branca no arrendamento. O ministro Benedito Gonçalves foi a favor da Suzatur.</p>
<p>Todos os ministros manifestaram estranheza no fato de que o recurso foi remetido à Primeira Turma, mas entenderam a necessidade de votar.</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento ocorreu nesta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>VEJA OS VOTOS:</p>
<p><div style="width: 1040px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-522907-2" width="1040" height="576" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/06/JULGAMENTO-STJ-090626.mp4</a></video></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como havia mostrado em primeira-mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a continuação do julgamento foi remarcado para esta terça-feira após três adiamentos.</p>
<p>O STJ suspendeu o julgamento porque os ministros pediram destaque de vistas, ou seja, mais tempo para analisar. Em 02 de março de 2026, o pedido foi do ministro Benedito Gonçalves e, em 07 de abril de 2026, foi a vez do ministro Gurgel de Faria.</p>
<p>Não tinham votado ainda a ministra Regina Helena Costa e os ministros Paulo Sérgio Domingues e Benedito Gonçalves.</p>
<p>A data do leilão não foi definida, mas como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a administradora judicial da falência EXM Partners apresentou uma nova proposta de edital, que ainda será julgada.</p>
<p>O ministro-relator do processo, Sérgio Kukina, votou por atender um recurso da atual arrendatária Suzantur (Transportadora Turística Suzano) contra uma decisão da Justiça de São Paulo que autorizou um novo arrendamento que teve a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, como selecionada, após um processo de concorrência judicial.</p>
<p>Como tinha mostrado o <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> o contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p><strong>O PASSO A PASSO EM RESUMO:</strong></p>
<p><strong>09 de junho de 2026:</strong> A Primeira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, que a Viação Águia Branca, do Espírito Santo, deve assumir o novo arrendamento das 125 linhas e 746 mercados de ônibus interestaduais correspondentes à malha que era de responsabilidade do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022. Foram 3 votos em favor da Águia Branca e dois em favor da Suzantur, que deve sair. Cabe recurso</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/">https://diariodotransporte.com.br/2026/06/09/stj-decide-que-viacao-aguia-branca-deve-assumir-linhas-da-itapemirim-e-que-a-suzantur-deve-sair/</a></p>
<p><strong>18 de maio de 2026: </strong>O <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> com exclusividade, revelou que contrato de arrendamento para a Viação Águia Branca pela operação das linhas referentes à malha que era operada pelo Grupo Itapemirim renderia para os credores, em um ano, 3,5 vezes mais que todo o período de três anos e meio do contrato atual da Suzantur. O período considera desde quando a proposta foi homologada pela Justiça paulista, em abril de 2025, até 16 de abril de 2026, e desde quando a Suzantur começou a fazer os depósitos, em setembro de 2022, até 16 de abril de 2026 – levantamento mais recente finalizado.</p>
<p>De 16 de abril de 2025 a 16 de abril de 2026, o arrendamento pela proposta da Águia Branca, de R$ 3,02 milhões mensas, já teria acumulado R$ 42,2 milhões (R$ 42.280.000,00) em 12 meses. Já em 42 meses do arrendamento para a Suzantur, toda a arrecadação foi de R$ 11,9 milhões (R$ 11.935.436,57).</p>
<p>O arrendamento para a Suzantur, empresa de ônibus do ABC Paulista, das 125 linhas e 746 mercados na malha de ônibus interestaduais correspondente às operações do Grupo Itapemirim, que faliu em 2022, prevê depósitos mensais de R$ 200 mil ou 1,5% das vendas físicas de passagens pela companhia, que atua no segmento de transporte por ônibus urbanos. Vale o que for mais vantajoso.</p>
<p>O primeiro depósito ocorreu, em setembro de 2025, desde quando ocorreu a autorização pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) das operações, que de fato ocorreram a partir de 04 de março de 2023.</p>
<p>Entre setembro de 2022 e outubro de 2024, de acordo com as folhas do processo, os depósitos mensais sempre foram de R$ 200 mil. Os valores começaram a ser maiores a partir de novembro de 2024, quando foram depositados R$ 292.405,02, ainda de acordo com os dados no STJ.</p>
<p>O maior valor, ainda de acordo com o andamento processual, foi em janeiro de 2025: R$ 474.513,55</p>
<p>Já o contrato com a Águia Branca, cujos efeitos tinham sido suspensos, prevê o pagamento fixo mensal de R$ 3,02 milhões pela operação.</p>
<p>O Grupo Comporte (família de Constantino de Oliveira) e Viação Águia Branca, do Espírito Santo, ofereceram valores maiores que os pagos pela Suzantur para um novo arrendamento.</p>
<p>Comporte ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens. A Viação Águia Branca ofereceu R$ 3,02 milhões por mês. A Íntese Empreendimentos, do dono da Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, <strong><u>&#8211; QUE ADORA INTIMIDAR JORNALISTAS  &#8211;</u></strong> que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. Marangon tem o hábito de acionar a Justiça contra matérias jornalísticas por supostos erros, sendo que poderia poupar dinheiro e tempo do judiciário só mandando uma nota de resposta.</p>
<p>O contrato com a Suzantur, com validade prevista inicialmente para ser se dois anos contanto a partir de 27 de fevereiro de 2023, no entendimento da Justiça, prevê um valor mínimo de R$ 200 mil ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens, sem contar as comercializações por meios virtuais, como em aplicativo ou site.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/18/arrendamento-das-linhas-da-itapemirim-para-suzantur-rendeu-r-119-milhoes-com-proposta-da-agua-branca-seriam-r-422-milhoes-diz-dado-no-stj/</a></p>
<p><strong>14 de maio de 2026: </strong>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani, com a colaboração do repórter Yuri Sena trazem em primeira mão nesta quinta-feira, 14 de maio de 2026: acaba de ser marcada a retomada do julgamento pelo STJ sobre o arrendamento das linhas, mercados e estruturas da Viação Itapemirim, que será a partir de 09 de junho de 2026. Será julgamento presencial.</p>
<p><strong>07 de abril de 2026:</strong> Retomado o julgamento do recurso da Suzantur contra decisão da Justiça de São Paulo que permitiu que a Águia Branca, após um procedimento de concorrência judicial, assumisse um novo. Mas de novo foi adiada decisão sobre se a Viação Águia Branca assume arrendamento da Itapemirim no lugar da Suzantur. Em sessão que ocorreu em 07 de abril de 2026, o ministro Gurgel de Faria pede de novo vistas. Uma nova data será marcada. Já foi o segundo adiamento. A ministra Regina Helena Costa levantou na sessão dúvidas sobre se o processo deveria mesmo ser pela Primeira Turma, por ser de natureza falimentar.</p>
<p><strong>12 de março de 2026:</strong> Remarcado o julgamento</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>02 de março de 2026:</strong> Ministro Gurgel de Faria, do STJ, pediu vistas para melhor análise do processo, suspendendo a sessão virtual que teve início em 23 de fevereiro de 2026.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/">https://diariodotransporte.com.br/2026/03/12/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-marca-nova-data-para-julgar-se-e-a-suzantur-ou-a-aguia-branca-que-vao-atuar-a-frente-das-linhas-da-itapemirim/</a></p>
<p><strong>24 de fevereiro de 2026:</strong> o ministro-relator do processo, Sergio Kukina, votou favoravelmente a permanência da Suzantur frente às operações arrendadas da Itapemirim até o leilão das linhas, marcas e guichês, mas ainda faltam outros ministros para votar.</p>
<p>Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/">https://diariodotransporte.com.br/2026/02/24/stj-kukina-vota-pela-permanencia-da-suzantur-frente-ao-arrendamento-da-itapemirim-ate-leilao-mas-outros-magistrados-ainda-nao-se-manifestaram/</a></p>
<p><strong>09 de setembro de 2025</strong>: De forma monocrática (sozinho) e em liminar (decisão provisória) o ministro relator Sérgio Kukina atendeu ao pedido da Suzantur e manteve a viação no arrendamento até o julgamento por parte da corte, justamente este concluído em 03 de março de 2026, e noticiado <strong>em primeira-mão pelo DIÁRIO DO TRANSPORTE.</strong></p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/">https://diariodotransporte.com.br/2025/09/10/exclusivo-no-diario-do-transporte-stj-atende-suzantur-e-determina-continuidade-das-operacoes-na-itapemirim-e-que-seja-marcado-leilao-definitivo/</a></p>
<p><strong>07 de abril 2025:</strong>  O juiz Marcelo Stabel de Carvalho Hannoun, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo atendeu recurso da Águia Branca e decidiu homologar a proposta da empresa para assumir no lugar da viação de urbanos do ABC.</p>
<p>As propostas foram:</p>
<p>&#8211; <strong>Viação Águia Branca</strong> ofereceu R$ 3,02 milhões por mês, independentemente da receita;</p>
<p>&#8211; <strong>Grupo Comporte,</strong> pela Expresso União, ofereceu R$ 1,71 milhão por mês ou 5,01% sobre a receita líquida de vendas de passagens</p>
<p>&#8211; <strong>Íntese Empreendimentos</strong>, do dono inoperante Frotanobre, Luiz Ferreira Marangon Macedo, que propôs R$ 3,05 milhões, mas que não atendeu critérios técnicos. O empresário tem o hábito de acionar a Justiça contra jornalistas. Funcionários, entretanto, reclamam de falta de pagamento.</p>
<p><strong>04 de março de 2023:</strong> Da garagem provisória da Suzantur, em Santo André, parte o primeiro ônibus da fase de retomada de linhas. O veículo, de dois andares e quatro eixos, fez a linha São Paulo x Curitiba, inaugurando a era da administração do diretor da Suzantur, Claudinei Brogliato, frente às operações interestaduais com o nome Nova Itapemirim.</p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou a saída da garagem provisória de Santo André (SP) com exclusividade. Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/">https://diariodotransporte.com.br/2023/03/04/em-primeira-mao-videos-e-entrevista-confira-o-primeiro-onibus-e-o-primeiro-motorista-que-marcam-o-retorno-da-viacao-itapemirim-kaissara-sob-arrendamento-da-suzantur-sao-pauloxcuritiba/</a></p>
<p><strong>27 de fevereiro de 2023:</strong> Depois de longa batalha jurídica contra a ANTT e empresas de ônibus concorrentes, como as que formam o Grupo Comporte (família Constantino de Oliveira), Grupo Garcia Brasil Sul (Paraná) e Grupo Águia Branca (Espírito Santo), a Suzantur (São Paulo) consegue liberação da ANTT para gradativamente retomar as operações de todas as 125 linhas de ônibus interestaduais que haviam sido paralisadas entre as gestões da família do fundador da Itapemirim, Camilo Cola, e do empresário Sidnei Piva de Jesus (que era dono da Itapemirim na data da falência)</p>
<p><strong>05 de outubro de 2022</strong>: A administradora judicial da falência do Grupo Itapemirim, EXM Partners, protocola o contrato de arrendamento das linhas de ônibus interestaduais junto à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).</p>
<p><strong>29 de setembro de 2022</strong>: É assinado o contrato de arrendamento entre a Suzantur e a massa falida do Grupo Itapemirim. O objetivo do arrendamento é gerar recursos para a massa falida.</p>
<p><strong>21 de setembro de 2022:</strong> As viações Itapemirim e Kaissara pertencem ao Grupo Itapemirim, que teve falência decretada pela Justiça, em 21 de setembro de 2022. Na mesma decisão, o juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, até então responsável pelo processo em primeira instância, aceitou proposta da empresa de ônibus urbanos, Suzantur, de Santo André, no ABC Paulista, a operar por dois anos as linhas por arrendamento como forma de angariar recursos para os credores. O Grupo Itapemirim acumulou dívidas demais de R$ 3 bilhões.</p>
<p><strong>LEILÃO NÃO VAI NEM &#8220;ARRANHAR A SUPERFÍCIE&#8221; DE DÍVIDAS DO GRUPO ITAPEMIRIM</strong></p>
<p>O leilão do Grupo Itapemirim é para garantir recursos aos credores da falência que foi decretada pela Justiça em 21 de setembro de 2022, mas a estimativa de arrecadação não vai nem “arranhar a superfície” do endividamento deixado pelas administrações anteriores, como a família do fundador Camilo Cola e, posteriormente, os empresários Sidnei Piva e Camila Valdívia (que se retirou da sociedade antes da falência). As dívidas deixadas, com fornecedores, trabalhadores, bancos, passivos judiciais e impostos se aproximam de R$ 3 bilhões. A mais recente avaliação da EXM Partners, publicada em outubro de 2025, cotava a UPI em R$ 101,1 milhões como lance mínimo, mas o valor deve ser revisto.</p>
<p>Também para garantir parte dos recursos, já foram realizados leilões de ônibus usados e imóveis com arrecadação estimada de R$ 77,2 milhões (Relembre: <a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/">https://diariodotransporte.com.br/2024/03/06/oficial-leilao-da-itapemirim-tem-arrecadacao-estimada-de-r-772-milhoes-com-os-lances-encerrados-nesta-quarta-06/</a> ), mas há contestações judiciais sobre alguns bens. Além disso, em 27 de outubro de 2022 passou a valer o arrendamento por dois anos das linhas para a empresa de ônibus urbanos Suzantur, de Santo André (SP), cujo contrato estipula um pagamento mínimo de R$ 200 mil à massa falia ou 1,5% sobre as vendas físicas de passagens (guichês e agências) – o que for maior. Diante da não realização do leilão o contrato foi postergado. A Viação Águia Branca, de Cariacica (ES), obteve na Justiça o reconhecimento de que o contrato com a Suzantur havia acabado e, também, conseguiu que fosse homologada sua proposta de R$ 3,02 milhões por mês para um novo arrendamento. Mas a Suzantur recorreu e o SJT (Superior Tribunal de Justiça) determinou que a empresa ficasse no arrendamento até a conclusão do leilão.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Ônibus intermunicipais do Rio de Janeiro ganham decoração temática em homenagem à Copa do Mundo</title>
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    <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 21:00:50 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ao todo, 22 veículos de seis empresas receberam adesivagem especial para marcar o torneio e reforçar o clima entre os passageiros YURI SENA Os ônibus do transporte intermunicipal do Estado do Rio de Janeiro passaram a circular com uma decoração temática em alusão à Copa do Mundo. A iniciativa contempla parte da frota operada por [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="698" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/f4ed0eac-af5b-4b29-99c4-5a93fabd7e99-e1783103442786.jpg?fit=1024%2C698&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><span style="font-weight: 400"><i>Ao todo, 22 veículos de seis empresas receberam adesivagem especial para marcar o torneio e reforçar o clima entre os passageiros</i></span></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os ônibus do transporte intermunicipal do Estado do Rio de Janeiro passaram a circular com uma decoração temática em alusão à Copa do Mundo. A iniciativa contempla parte da frota operada por empresas que atendem diferentes regiões do estado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao todo, 22 veículos das empresas Coesa, Pendotiba, Fagundes, Expresso Rio de Janeiro, Mauá e Rio Ita receberam uma adesivagem especial inspirada no torneio. Os ônibus já estão em circulação nas linhas regulares durante o período da competição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ação busca levar o clima da Copa aos passageiros que utilizam o transporte intermunicipal diariamente, além de marcar a participação do setor nas comemorações em torno do campeonato.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo os organizadores da iniciativa, a expectativa é de aumento na demanda por viagens durante o torneio, especialmente para deslocamentos relacionados a atividades de lazer, turismo e encontros para acompanhar as partidas da Seleção Brasileira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os veículos decorados continuarão circulando normalmente em suas respectivas linhas ao longo da competição.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/87f47fac-674e-4c8a-9be0-2d734f77b379.jpg?resize=768%2C1024&#038;ssl=1" class="alignnone size-large wp-image-522832" width="768" height="1024" alt="" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/87f47fac-674e-4c8a-9be0-2d734f77b379.jpg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/87f47fac-674e-4c8a-9be0-2d734f77b379.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/87f47fac-674e-4c8a-9be0-2d734f77b379.jpg?resize=113%2C150&amp;ssl=1 113w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/87f47fac-674e-4c8a-9be0-2d734f77b379.jpg?resize=400%2C533&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/87f47fac-674e-4c8a-9be0-2d734f77b379.jpg?resize=150%2C200&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/87f47fac-674e-4c8a-9be0-2d734f77b379.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>Descarrilamento de trem afeta operação do Metrô de Belo Horizonte nesta sexta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/07/03/descarrilamento-de-trem-afeta-operacao-do-metro-de-belo-horizonte-nesta-sexta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[sennayuri]]></dc:creator>
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    <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 20:30:23 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ocorrência entre as estações Eldorado e Novo Eldorado não deixou feridos YURI SENA Um trem do Metrô de Belo Horizonte descarrilou na manhã desta sexta-feira, 3 de julho de 2026, no trecho entre as estações Eldorado e Novo Eldorado, na Região Metropolitana da capital mineira. Segundo a concessionária Metrô BH, o incidente foi classificado como [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="604" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/07/50a356c6-cdec-4c72-890a-34163e01d3fb-e1783113913564.jpg?fit=800%2C604&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Ocorrência entre as estações Eldorado e Novo Eldorado não deixou feridos</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um trem do Metrô de Belo Horizonte descarrilou na manhã desta sexta-feira, 3 de julho de 2026, no trecho entre as estações Eldorado e Novo Eldorado, na Região Metropolitana da capital mineira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a concessionária Metrô BH, o incidente foi classificado como uma ocorrência técnica e não houve registro de feridos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em nota, a empresa informou que equipes técnicas foram mobilizadas para atuar no local e restabelecer a operação. A previsão é de que a circulação dos trens seja normalizada antes do pico da tarde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o atendimento da ocorrência, os passageiros podem desembarcar na Estação Eldorado, enquanto os trabalhos de recuperação da via prosseguem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concessionária não informou, até o momento, as causas do descarrilamento. </span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
]]></content:encoded>

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