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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>Artesp usará qualidade dos serviços e frota mais nova para desempatar disputa por 257 ligações reveladas em primeira mão pelo Diário do Transporte</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/artesp-usara-qualidade-dos-servicos-e-frota-mais-nova-para-desempatar-disputa-por-257-ligacoes-reveladas-em-primeira-mao-pelo-diario-do-transporte/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 16:15:43 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Artesp]]></category><category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Seleção emergencial alcança 50 municípios e ocorre em mercados disputados pela Guerino Seiscento e pelo Grupo Comporte, dono de Piracicabana, Prata e Reunidas Paulista; reorganização das concessões acumula cerca de dez anos de pendências ADAMO BAZANI A qualidade operacional dos serviços prestados pelas empresas e a disponibilidade de ônibus mais novos serão critérios de desempate [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="860" height="565" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-13.04.58.jpeg?fit=860%2C565&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-13.04.58.jpeg?w=860&amp;ssl=1 860w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-13.04.58.jpeg?resize=300%2C197&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-13.04.58.jpeg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-13.04.58.jpeg?resize=768%2C505&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-13.04.58.jpeg?resize=400%2C263&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 860px) 100vw, 860px" /> <p><em>Seleção emergencial alcança 50 municípios e ocorre em mercados disputados pela Guerino Seiscento e pelo Grupo Comporte, dono de Piracicabana, Prata e Reunidas Paulista; reorganização das concessões acumula cerca de dez anos de pendências</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A qualidade operacional dos serviços prestados pelas empresas e a disponibilidade de ônibus mais novos serão critérios de desempate na escolha das operadoras para 257 ligações intermunicipais em São Paulo, em chamamento público revelado em primeira mão pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> nesta terça-feira, 27 de outubro de 2026. O aviso oficial estabelece que a comparação será aplicada quando mais de uma transportadora apresentar interesse em trechos coincidentes ou similares, abrangência maior que a expressão “mesmo trecho” utilizada na nota encaminhada pela Artesp à imprensa nesta quarta-feira (28).</p>
<p>As empresas têm prazo máximo de 15 dias, contado da publicação no Diário Oficial do Estado, para indicar as ligações pretendidas e apresentar propostas de atendimento emergencial pelo sistema SEI/SP. A relação reúne 257 pares de municípios e alcança 50 cidades. A seleção ocorre em regiões nas quais Guerino Seiscento e empresas do Grupo Comporte — incluindo Piracicabana, Expresso de Prata e Reunidas Paulista — possuem operações, com histórico de disputas judiciais e concorrenciais, enquanto a concessão ampla dos serviços rodoviários e suburbanos continua pendente cerca de dez anos depois do edital de 2016.</p>
<p>A comunicação da Artesp reforça informações que já haviam sido apresentadas pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, incluindo os critérios de escolha e a relação completa das ligações. Operadoras, horários e frequências ainda dependerão da análise das propostas.</p>
<p>O aviso foi publicado pela Superintendência de Transporte Coletivo (SUCOL), no processo nº 134.00059217/2026-11.</p>
<p>Relembre a reportagem publicada ontem:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/27/artesp-convoca-empresas-para-assumir-257-ligacoes-de-onibus-entre-cidades-de-sp-veja-lista-completa-dos-trechos/?utm_source=chatgpt.com">Artesp convoca empresas para assumir 257 ligações de ônibus entre cidades de SP; veja lista completa dos trechos</a></p>
<h3>Desempate considera desempenho operacional e disponibilidade de ônibus mais novos</h3>
<p>O item III do chamamento estabelece dois elementos para desempatar o interesse das operadoras: a qualidade operacional dos serviços prestados e a disponibilidade de frota mais nova.</p>
<p>A redação permite comparar propostas para trechos coincidentes ou similares. Assim, a análise não fica restrita às transportadoras que indiquem exatamente o mesmo par de municípios.</p>
<p>Também há referência expressa aos serviços prestados, o que permite considerar a qualidade operacional das empresas, além dos veículos disponíveis para assumir o atendimento emergencial.</p>
<p>O aviso não apresenta uma tabela de pontuação, pesos para os requisitos ou indicadores específicos para comparar as propostas. A aplicação desses critérios será determinante para compreender a escolha quando houver mais de uma interessada.</p>
<p>Na nota encaminhada nesta quarta-feira, a Artesp afirmou:</p>
<p>“Caso haja mais de uma interessada em um mesmo trecho, serão considerados critérios como a qualidade operacional dos serviços e a disponibilidade de frota mais nova. A definição das operadoras, bem como horários e frequências, ocorrerá após a análise das propostas pela ARTESP.”</p>
<p>Disponibilidade de frota mais nova não equivale à exigência de que todos os ônibus sejam zero-quilômetro. O aviso utiliza esse requisito como elemento de comparação e determina que os veículos cumpram as especificações técnicas da modalidade de serviço e os demais parâmetros da regulamentação vigente.</p>
<h3>Documento oficial classifica ligações como desatendidas</h3>
<p>O ato administrativo e a comunicação à imprensa utilizam expressões diferentes para descrever a situação dos serviços.</p>
<p>O aviso considera a existência de trechos desatendidos pelo Serviço Regular Intermunicipal de Transporte Coletivo. A tabela também recebe o título “Trechos desatendidos”.</p>
<p>Já a nota da Artesp afirma que a medida deve suprir atendimento deficitário e promover recomposição dos serviços, com aumento da oferta e melhoria da frota.</p>
<p>Para identificar o objeto formal da seleção, a referência é a relação de ligações classificadas como desatendidas pela agência.</p>
<p>Isso não significa que todos os municípios relacionados estejam sem transporte coletivo ou que inexistam alternativas com conexões, itinerários diferentes e viagens para cidades próximas. O chamamento trata dos pares de municípios especificados no quadro oficial.</p>
<p>Essa distinção é importante para compreender a presença de empresas que já atendem mercados semelhantes e poderão avaliar oportunidades de expansão. A atuação regional, entretanto, não comprova candidatura à seleção.</p>
<h3>Piracicabana, Prata e Reunidas Paulista pertencem ao mesmo grupo</h3>
<p>A análise do mercado precisa considerar que Viação Piracicabana, Expresso de Prata e Reunidas Paulista integram o Grupo Comporte, liderado pela família de Constantino de Oliveira.</p>
<p>Portanto, a existência dessas três empresas ou marcas em determinada região não deve ser apresentada, por si só, como concorrência entre três grupos econômicos independentes.</p>
<p>A Guerino Seiscento, sediada em Tupã (SP), constitui outro agente empresarial com presença nos corredores envolvidos.</p>
<p>A empresa divulga atualmente viagens como Tupã–São Paulo, Marília–São Paulo e Bauru–São Paulo. O portal da Prefeitura de Botucatu também a relaciona no terminal rodoviário, com destinos como Adamantina, Andradina, Araçatuba, Bauru, Franca, Lins, Marília e Tupã.</p>
<p>A marca Expresso de Prata anuncia ligações como Tupã–São Paulo, Adamantina–São Paulo, Dracena–São Paulo e Tupi Paulista–São Paulo, além de Marília–Santos e Bauru–Ribeirão Preto.</p>
<p>A Reunidas Paulista apresenta em seu site serviços como Araçatuba–São Paulo, Araçatuba–Santos e Araçatuba–Campinas.</p>
<p>São exemplos de presença comercial nas regiões abrangidas, não uma identificação antecipada das candidatas ao chamamento.</p>
<p>Uma ligação para a capital paulista, por exemplo, não equivale automaticamente à ligação para Guarulhos relacionada pela Artesp.</p>
<h3>Incorporações mudaram a organização empresarial do transporte paulista</h3>
<p>Além das operações, é necessário distinguir marca comercial e empresa responsável pelo serviço.</p>
<p>Publicação do Diário Oficial de Bauru de março de 2023 registrou a incorporação da Expresso de Prata Ltda. pela Viação Piracicabana S.A., com referência à assembleia realizada em dezembro de 2022.</p>
<p>No caso da Reunidas Paulista, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> acompanhou em 2026 o processo de aquisição pela Piracicabana e a discussão sobre seus efeitos concorrenciais.</p>
<p>Em 8 de abril, a reportagem noticiou a aprovação sem restrições pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) das compras da Reunidas Paulista e da Fênix pela Piracicabana.</p>
<p>A própria Reunidas informa, em seu histórico institucional, que foi adquirida pelo Grupo Comporte em maio de 2026.</p>
<p>O movimento reforçou a presença do conglomerado em corredores do interior paulista, somando operações historicamente associadas a diferentes marcas.</p>
<p>Esse quadro é relevante para o novo chamamento porque a quantidade de nomes comerciais nas rodoviárias não corresponde necessariamente ao número de controladores empresariais distintos.</p>
<h3>Guerino pediu ao Cade que barrasse compra da Reunidas pela Piracicabana</h3>
<p>A disputa entre Guerino Seiscento e empresas do Comporte também chegou à esfera de defesa da concorrência.</p>
<p>Em 12 de fevereiro de 2026, como revelou em primeira mão o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a Guerino pediu ao Cade a reprovação da aquisição da Reunidas Paulista pela Piracicabana.</p>
<p>A empresa de Tupã alegou que a operação, somada a aquisições anteriores do grupo, poderia reduzir a concorrência, dificultar a entrada de operadores e afetar preços, qualidade e opções de viagem.</p>
<p>Pediu também uma análise mais aprofundada, em lugar do procedimento simplificado, no Ato de Concentração nº 08700.000725/2026-60.</p>
<p>As requerentes defenderam que a aquisição não produziria prejuízo concorrencial. Argumentaram que oferta e tarifas estavam submetidas à regulação do poder concedente e apresentaram o negócio como substituição do controlador da Reunidas.</p>
<p>O desfecho noticiado em abril foi a aprovação sem restrições.</p>
<p>Trata-se de uma disputa administrativa concorrencial, distinta das ações judiciais sobre autorização de linhas e dos critérios do chamamento emergencial.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/02/12/exclusivo-guerino-seiscento-pede-que-cade-reprove-a-compra-da-reunidas-paulista-pela-piracicabana-do-grupo-comporte/?utm_source=chatgpt.com">Guerino Seiscento pede que Cade reprove a compra da Reunidas Paulista pela Piracicabana, do Grupo Comporte</a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/08/exclusivo-cade-aprova-sem-restricoes-compra-pela-viacao-piracicabana-da-reunidas-paulista-e-da-fenix-que-passam-a-integrar-o-grupo-comporte/?utm_source=chatgpt.com">Cade aprova sem restrições compra da Reunidas Paulista e da Fênix pela Viação Piracicabana</a></p>
<h3>Em 2024, disputa judicial envolveu substituição da Adamantina e da Linense</h3>
<p>Outro antecedente diretamente relacionado às operações emergenciais foi acompanhado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em 2024.</p>
<p>Naquele ano, Rápido Linense, Viação Adamantina de Transportes e Expresso Adamantina formalizaram desistência de permissões, alegando falta de condições operacionais para continuar os serviços.</p>
<p>O conjunto abrangia 50 linhas: cinco da Rápido Linense, 30 da Viação Adamantina de Transportes e 15 da Expresso Adamantina.</p>
<p>Entre os serviços estavam ligações como Lins–Getulina, Lins–Sabino, Araçatuba–Dracena, Adamantina–Araçatuba, Bauru–Lins, Penápolis–Araçatuba e Andradina–Castilho.</p>
<p>A Artesp abriu chamamento emergencial em junho de 2024. A Guerino questionou o prazo de 48 horas, a regulamentação utilizada e um suposto direcionamento em favor da Piracicabana.</p>
<p>Na contestação ao recurso da agência, também alegou que outros chamamentos concediam prazo maior e admitiam um universo mais amplo de operadoras.</p>
<p>O procedimento foi suspenso em primeira instância. A Artesp recorreu, negou favorecimento e sustentou que a demora ameaçava a continuidade do transporte.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/06/13/exclusivo-justica-suspende-chamamento-publico-de-50-linhas-da-artesp-sob-argumentacao-de-que-piracicabana-comporte-seria-beneficiada/?utm_source=chatgpt.com">Justiça suspende chamamento público de 50 linhas da Artesp após questionamento da Guerino Seiscento</a></p>
<h3>Artesp negou direcionamento, e Tribunal permitiu continuidade da seleção</h3>
<p>No recurso apresentado em junho de 2024, a Artesp afirmou que a Guerino não comprovava favorecimento à Piracicabana.</p>
<p>A agência sustentou que a desistência das permissionárias decorria da impossibilidade de manter os serviços nas condições exigidas e que a prioridade era evitar a desassistência dos passageiros.</p>
<p>A controvérsia também envolvia o regulamento de 1989. A Artesp defendeu sua aplicação enquanto a concessão definitiva do sistema não estivesse implantada.</p>
<p>A 7ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo permitiu o prosseguimento do chamamento.</p>
<p>Na análise divulgada em julho de 2024, a relatora considerou insuficiente a alegação de favorecimento para afastar, naquele momento, a presunção de legitimidade do ato administrativo. O Tribunal também reconheceu a aplicação das disposições transitórias da regulamentação posterior para viabilizar o atendimento emergencial.</p>
<p>Posteriormente, conforme noticiado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em 29 de julho de 2024, a distribuição indicou a Guerino para as cinco linhas da Rápido Linense e as 15 da Expresso Adamantina; a Piracicabana ficou com as 30 da Viação Adamantina de Transportes.</p>
<p>O resultado atribuiu operações às duas empresas após a disputa.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/06/17/artesp-recorre-de-decisao-que-suspendeu-chamamento-para-substituir-adamantina-e-linense-e-diz-que-guerino-seiscento-nao-prova-direcionamento-em-prol-da-piracicabana-comporte/">Artesp recorre e diz que Guerino não prova direcionamento em favor da Piracicabana</a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/07/03/justica-libera-artesp-para-prosseguir-chamamento-publico-de-50-linhas-da-adamantina-e-linense-que-foi-contestado-pela-guerino-seiscento/?utm_source=chatgpt.com">Justiça libera prosseguimento do chamamento das 50 linhas</a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2024/07/29/guerino-seiscento-e-piracicabana-vao-assumir-50-linhas-da-adamantina-e-linense/?utm_source=chatgpt.com">Guerino Seiscento e Piracicabana são indicadas para assumir as operações</a></p>
<h3>Novo chamamento tem prazo de 15 dias e relação própria</h3>
<p>O procedimento de outubro de 2026 é distinto do chamamento das 50 linhas de 2024.</p>
<p>Agora, o prazo estabelecido é de 15 dias, e o quadro reúne 257 ligações próprias. As acusações apresentadas na disputa anterior não podem ser transferidas automaticamente para o novo processo.</p>
<p>O antecedente, contudo, demonstra a importância de critérios verificáveis para comparar propostas e fundamentar a escolha das operadoras.</p>
<p>A combinação entre qualidade dos serviços prestados e frota mais nova poderá ter peso em mercados nos quais empresas já possuem garagens, equipes, pontos de venda e operações próximas.</p>
<p>A existência dessa estrutura não representa direito automático sobre as ligações. As candidaturas dependerão das manifestações formais, e a escolha caberá à Artesp.</p>
<h3>Regulamento de 1989 volta a fundamentar operação emergencial</h3>
<p>O aviso atual cita o inciso II do artigo 17 e o artigo 24 do regulamento aprovado pelo Decreto Estadual nº 29.913/1989.</p>
<p>A utilização da norma conecta o novo chamamento ao histórico de soluções emergenciais adotadas enquanto a reorganização contratual ampla permanece pendente.</p>
<p>As empresas deverão observar integralmente o regulamento, as demais normas e as determinações da Artesp.</p>
<p>Os veículos precisam atender às especificações técnicas do Serviço Regular Intermunicipal de Transporte Coletivo, considerando as características da modalidade de serviço e os requisitos vigentes.</p>
<h3>Dez anos depois do edital de 2016, concessão ampla segue sem implantação definitiva</h3>
<p>A abertura de novas operações emergenciais ocorre em um sistema cuja reorganização atravessa diferentes governos.</p>
<p>Em 24 de junho de 2016, a Artesp lançou edital para conceder os serviços intermunicipais rodoviários e suburbanos. A apresentação das propostas estava prevista para agosto daquele ano, mas o processo enfrentou questionamentos no Tribunal de Contas do Estado e na Justiça.</p>
<p>Entre os pontos discutidos estavam a divisão territorial em lotes e os valores de outorga.</p>
<p>A Viação Cometa acionou o Judiciário. Uma das controvérsias envolvia os efeitos da configuração da Região Metropolitana de Sorocaba sobre linhas relacionadas a Itapetininga e a composição do lote correspondente.</p>
<p>Em setembro de 2017, a agência apresentou nova minuta para consulta pública. Em janeiro de 2018, o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> detalhou outra versão do projeto, com cinco lotes e uma área neutra na capital e Grande São Paulo.</p>
<p>A proposta previa obrigações de frota, equipamentos e controle operacional. A divisão territorial continuava sensível para grupos com operações distribuídas por diferentes regiões.</p>
<p>A cobertura daquele período registrou que o desenho poderia afetar mercados de empresas como Cometa e integrantes do Comporte.</p>
<p>Em agosto de 2026, a demora voltou à pauta da Assembleia Legislativa, em discussão sobre permissões antigas e a ausência de conclusão da concessão.</p>
<p>Portanto, houve tentativas de licitação, mas a reorganização lançada em 2016 continua sem implantação definitiva cerca de dez anos depois.</p>
<h3>Metropolitanos também acumulam uma década de espera, com histórico diferente</h3>
<p>Nos ônibus metropolitanos, a referência a 2016 tem outra origem.</p>
<p>Os contratos das Áreas 1, 2, 3 e 4 da Grande São Paulo foram firmados pela então EMTU em 2006, com prazo original de dez anos. Uma nova concorrência deveria substituir esse modelo, mas não foi concluída.</p>
<p>A operação continuou mediante sucessivas extensões contratuais, questionadas pelo Tribunal de Contas.</p>
<p>As funções de fiscalização, controle e regulação dos ônibus metropolitanos passaram à Artesp em março de 2025. Assim, a pendência foi herdada do sistema anteriormente administrado pela EMTU.</p>
<p>Em janeiro de 2026, a Deliberação Artesp nº 66 formalizou um regime de transição para preservar o atendimento enquanto o Estado prepara novas concessões.</p>
<p>O cronograma divulgado naquele momento previa edital em fevereiro de 2027 e implantação das novas operações entre junho e agosto daquele ano.</p>
<p>No ABC Paulista, a antiga Área 5 seguiu outra trajetória, com incorporação das linhas ao contrato do Corredor ABD e entrada da Next Mobilidade.</p>
<p>Esses processos metropolitanos são distintos do chamamento das 257 ligações. Em comum, revelam a persistência de soluções provisórias enquanto o Estado busca substituir modelos contratuais antigos.</p>
<h3>Relação oficial tem 42 municípios na primeira coluna e 50 cidades no conjunto</h3>
<p>A conferência do quadro oficial confirma a relação publicada ontem pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>: são 257 pares, sem diferenças em relação à tabela da reportagem.</p>
<p>O número de 42 municípios corresponde às cidades da coluna “Município A”. Outras oito localidades aparecem somente na coluna “Município B”: Batatais, Franca, Guarulhos, Paraguaçu Paulista, Quatá, Ribeirão Preto, Santos e Sorocaba.</p>
<p>Considerando as duas colunas, o chamamento alcança 50 cidades.</p>
<p>A organização não permite interpretar a primeira coluna como sentido exclusivo das viagens. Também não significa que serão implantadas 257 linhas independentes, cada uma com frota própria.</p>
<p>Guarulhos aparece em 26 pares. Botucatu participa de 25, somadas as duas ocorrências na primeira coluna e outras 23 na segunda. Castilho aparece em 22; Sorocaba, em 19; e Santos, em 18.</p>
<p>Entre os municípios da primeira coluna, Santa Mercedes tem mais ligações, com 18, seguida de Penápolis, com 15; Birigui, com 14; José Bonifácio, com 12; e São José do Rio Preto, com 11.</p>
<h3>Relação completa das 257 ligações</h3>
<p>Todos os municípios abaixo são do Estado de São Paulo. A tabela está agrupada pela primeira cidade de cada par, preservando as ligações do quadro oficial.</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Município A</th>
<th>Quantidade</th>
<th>Municípios B</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Adamantina</td>
<td>6</td>
<td>Andradina; Botucatu; Castilho; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Andradina</td>
<td>5</td>
<td>Botucatu; Guarulhos; Marília; Ourinhos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Araçatuba</td>
<td>9</td>
<td>Botucatu; Flórida Paulista; Guarulhos; Lucélia; Marília; Ourinhos; Parapuã; Rinópolis; Tupi Paulista</td>
</tr>
<tr>
<td>Araraquara</td>
<td>3</td>
<td>Batatais; Franca; Sertãozinho</td>
</tr>
<tr>
<td>Assis</td>
<td>8</td>
<td>Batatais; Franca; Itápolis; Jaboticabal; Ribeirão Preto; São José do Rio Preto; Sertãozinho; Taquaritinga</td>
</tr>
<tr>
<td>Barbosa</td>
<td>4</td>
<td>Assis; Paraguaçu Paulista; Quatá; Queiroz</td>
</tr>
<tr>
<td>Bastos</td>
<td>4</td>
<td>Botucatu; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Bauru</td>
<td>4</td>
<td>Batatais; Franca; Guarulhos; Sertãozinho</td>
</tr>
<tr>
<td>Birigui</td>
<td>14</td>
<td>Adamantina; Botucatu; Dracena; Flórida Paulista; Guarulhos; Junqueirópolis; Lucélia; Marília; Osvaldo Cruz; Ourinhos; Pacaembu; Parapuã; Rinópolis; Tupi Paulista</td>
</tr>
<tr>
<td>Botucatu</td>
<td>2</td>
<td>Guarulhos; Santos</td>
</tr>
<tr>
<td>Castilho</td>
<td>10</td>
<td>Araçatuba; Bauru; Birigui; Botucatu; Guarulhos; Lins; Marília; Ourinhos; Penápolis; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Dracena</td>
<td>5</td>
<td>Botucatu; Castilho; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Echaporã</td>
<td>9</td>
<td>Batatais; Franca; Ibitinga; Itápolis; Jaboticabal; Ribeirão Preto; São José do Rio Preto; Sertãozinho; Taquaritinga</td>
</tr>
<tr>
<td>Flórida Paulista</td>
<td>6</td>
<td>Andradina; Botucatu; Castilho; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Ibitinga</td>
<td>3</td>
<td>Batatais; Franca; Sertãozinho</td>
</tr>
<tr>
<td>Inúbia Paulista</td>
<td>5</td>
<td>Bauru; Botucatu; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Irapuru</td>
<td>4</td>
<td>Botucatu; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Itápolis</td>
<td>2</td>
<td>Batatais; Franca</td>
</tr>
<tr>
<td>Jaboticabal</td>
<td>2</td>
<td>Batatais; Franca</td>
</tr>
<tr>
<td>Jaú</td>
<td>6</td>
<td>Batatais; Franca; Jaboticabal; Ribeirão Preto; Sertãozinho; Taquaritinga</td>
</tr>
<tr>
<td>José Bonifácio</td>
<td>12</td>
<td>Adamantina; Assis; Castilho; Dracena; Flórida Paulista; Junqueirópolis; Lucélia; Pacaembu; Paraguaçu Paulista; Quatá; Queiroz; Tupi Paulista</td>
</tr>
<tr>
<td>Junqueirópolis</td>
<td>5</td>
<td>Botucatu; Castilho; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Lins</td>
<td>2</td>
<td>Botucatu; Guarulhos</td>
</tr>
<tr>
<td>Lucélia</td>
<td>6</td>
<td>Andradina; Botucatu; Castilho; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Marília</td>
<td>3</td>
<td>Batatais; Franca; Guarulhos</td>
</tr>
<tr>
<td>Osvaldo Cruz</td>
<td>6</td>
<td>Andradina; Botucatu; Castilho; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Ourinhos</td>
<td>9</td>
<td>Araraquara; Batatais; Franca; Jaboticabal; Jaú; Pederneiras; Ribeirão Preto; Sertãozinho; Taquaritinga</td>
</tr>
<tr>
<td>Pacaembu</td>
<td>6</td>
<td>Andradina; Botucatu; Castilho; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Panorama</td>
<td>6</td>
<td>Bastos; Botucatu; Guarulhos; Inúbia Paulista; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Parapuã</td>
<td>6</td>
<td>Andradina; Botucatu; Castilho; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Paulicéia</td>
<td>6</td>
<td>Bastos; Botucatu; Guarulhos; Inúbia Paulista; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Pederneiras</td>
<td>6</td>
<td>Batatais; Franca; Jaboticabal; Ribeirão Preto; Sertãozinho; Taquaritinga</td>
</tr>
<tr>
<td>Penápolis</td>
<td>15</td>
<td>Adamantina; Assis; Botucatu; Dracena; Flórida Paulista; Guarulhos; Junqueirópolis; Lucélia; Marília; Ourinhos; Pacaembu; Paraguaçu Paulista; Quatá; Queiroz; Tupi Paulista</td>
</tr>
<tr>
<td>Pompéia</td>
<td>4</td>
<td>Botucatu; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Queiroz</td>
<td>3</td>
<td>Assis; Paraguaçu Paulista; Quatá</td>
</tr>
<tr>
<td>Rinópolis</td>
<td>9</td>
<td>Adamantina; Andradina; Castilho; Dracena; Flórida Paulista; Junqueirópolis; Lucélia; Pacaembu; Tupi Paulista</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Mercedes</td>
<td>18</td>
<td>Adamantina; Bastos; Bauru; Botucatu; Flórida Paulista; Guarulhos; Inúbia Paulista; Irapuru; Junqueirópolis; Lucélia; Marília; Osvaldo Cruz; Pacaembu; Parapuã; Pompéia; Santos; Sorocaba; Tupã</td>
</tr>
<tr>
<td>São José do Rio Preto</td>
<td>11</td>
<td>Adamantina; Castilho; Dracena; Flórida Paulista; Junqueirópolis; Lucélia; Pacaembu; Paraguaçu Paulista; Quatá; Queiroz; Tupi Paulista</td>
</tr>
<tr>
<td>Sertãozinho</td>
<td>2</td>
<td>Batatais; Franca</td>
</tr>
<tr>
<td>Taquaritinga</td>
<td>2</td>
<td>Batatais; Franca</td>
</tr>
<tr>
<td>Tupã</td>
<td>4</td>
<td>Botucatu; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Tupi Paulista</td>
<td>5</td>
<td>Botucatu; Castilho; Guarulhos; Santos; Sorocaba</td>
</tr>
<tr>
<td>Total</td>
<td>257</td>
<td>50 municípios no conjunto da relação</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<h3>Propostas e pedidos de esclarecimento devem ser enviados pelo SEI</h3>
<p>O aviso determina que as interessadas apresentem manifestação formal, com indicação expressa das ligações pretendidas e proposta de atendimento.</p>
<p>O envio deve ocorrer exclusivamente pelo peticionamento eletrônico do Portal SEI/SP. O mesmo canal deve receber eventuais pedidos de informações complementares.</p>
<p>A publicação inicia a seleção, mas ainda não define quais empresas assumirão cada ligação ou quando as operações começarão.</p>
<p>A Artesp afirma que a recomposição poderá beneficiar milhares de pessoas que dependem de viagens para trabalhar, estudar e buscar atendimento hospitalar.</p>
<p>Para que esse efeito se concretize, os horários e as frequências aprovados precisarão atender às necessidades de deslocamento. Nas ligações regionais, isso envolve condições de ida e retorno para jornadas de trabalho, aulas e consultas. Nas viagens mais longas, itinerários e conexões também serão determinantes.</p>
<p>O resultado efetivo do chamamento será conhecido com a análise das propostas e a divulgação das operadoras e das condições de atendimento autorizadas.</p>
<h3>ÍNTEGRA DA NOTA DA ARTESP</h3>
<p><em>ARTESP abre chamamento emergencial para atender 257 ligações intermunicipais</em></p>
<p><em>A medida adotada, em caráter emergencial, deve suprir o atendimento atualmente deficitários em trechos do serviço regular intermunicipal de transporte coletivo</em></p>
<p><em>São Paulo, 27 de outubro de 2026 – A ARTESP &#8211; Agência de Transporte do Estado de São Paulo, por meio da Superintendência de Transporte Coletivo (SUCOL), publicou nesta terça-feira (27) chamamento público para selecionar operadoras de transporte coletivo interessadas em atender, em caráter emergencial, 257 ligações intermunicipais no Estado.</em></p>
<p><em>A iniciativa contempla trechos com origem em 42 municípios do interior do estado e devem fazer conexões dessas cidades às principias regiões metropolitanas e a localidades com importante oferta de serviços e comércios, como Santos, Guarulhos, Sorocaba, Marília, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Franca e Ourinhos.</em></p>
<p><em>A recomposição desses trechos com aumento da prestação de serviço e melhoria da frota deve beneficiar milhares de pessoas que precisam se deslocar para outras regiões a trabalho, estudo ou em busca de atendimento hospitalar.</em></p>
<p><em>Essa medida integra o trabalho intenso que a Agência vem realizando nas regiões com atuação do transporte intermunicipal e metropolitano para melhoria contínua da mobilidade.</em></p>
<p><em>As empresas interessadas na operação desses trechos têm 15 dias, contados a partir da publicação oficial, para apresentar manifestação formal e proposta de atendimento pelo Portal SEI/SP.</em></p>
<p><em>Caso haja mais de uma interessada em um mesmo trecho, serão considerados critérios como a qualidade operacional dos serviços e a disponibilidade de frota mais nova. A definição das operadoras, bem como horários e frequências, ocorrerá após a análise das propostas pela ARTESP.</em></p>
<p><em>Sobre a ARTESP</em></p>
<p><em>A ARTESP é a agência responsável por regular e fiscalizar a maior rede de sistemas de transporte sob concessão estadual do país. A Agência tem atuação integrada em mais de 12 mil quilômetros de rodovias concedidas, 194 km de malha concedida em linhas de metrô, trem e o sistema de VLT da Baixada Santista, cerca de 52 mil ônibus, que compõem a frota regular (intermunicipal e metropolitano) e o serviço de fretamento (intermunicipal, metropolitano, escolar e próprio, além de 27 aeroportos regionais. Com toda essa conexão, a Agência trabalha para melhorar a experiência do usuário, impulsionar a segurança viária e modernizar contratos e sistemas de mobilidade. O objetivo é contribuir para um transporte mais eficiente, seguro e conectado para milhões de pessoas em todo o Estado de São Paulo.</em></p>
<p><em>Assessoria de Imprensa ARTESP</em></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/artesp-usara-qualidade-dos-servicos-e-frota-mais-nova-para-desempatar-disputa-por-257-ligacoes-reveladas-em-primeira-mao-pelo-diario-do-transporte/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=542017</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Artesp determina projetos para nove trechos de ampliação da Anchieta e Imigrantes e estudo sobre congestionamentos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/artesp-determina-projetos-para-nove-trechos-de-ampliacao-da-anchieta-e-imigrantes-e-estudo-sobre-congestionamentos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 16:01:17 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ecovias dos Imigrantes terá 180 dias para apresentar projetos de faixas adicionais e 60 dias para avaliar retenções próximas ao km 16 da Imigrantes; decisão também envolve apuração de efeitos financeiros de intervenções postergadas ADAMO BAZANI A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) determinou que a Ecovias [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1015" height="784" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cemtas.jpg?fit=1015%2C784&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cemtas.jpg?w=1015&amp;ssl=1 1015w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cemtas.jpg?resize=300%2C232&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cemtas.jpg?resize=150%2C116&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cemtas.jpg?resize=768%2C593&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/cemtas.jpg?resize=400%2C309&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1015px) 100vw, 1015px" /> <p><em>Ecovias dos Imigrantes terá 180 dias para apresentar projetos de faixas adicionais e 60 dias para avaliar retenções próximas ao km 16 da Imigrantes; decisão também envolve apuração de efeitos financeiros de intervenções postergadas</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) determinou que a Ecovias dos Imigrantes apresente projetos funcionais de faixas adicionais em nove segmentos das rodovias Anchieta (SP-150) e Imigrantes (SP-160), que fazem a ligação entre a Região Metropolitana de São Paulo e a Baixada Santista. A concessionária terá 180 dias para apresentar os projetos e 60 dias para entregar um estudo específico sobre os congestionamentos registrados nas proximidades do km 16 da Imigrantes. A decisão foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira, 28 de outubro de 2026.</p>
<p>O Conselho Diretor da agência também rejeitou recursos administrativos apresentados pela Ecovias contra determinações anteriores relacionadas aos níveis de serviço das rodovias. Além dos projetos e estudos de tráfego, a Artesp mandou apurar os efeitos econômico-financeiros da postergação de intervenções previstas após a superação dos níveis de serviço estabelecidos. As medidas interessam aos usuários de automóveis, caminhões e ônibus, especialmente aos passageiros de serviços rodoviários, intermunicipais e de fretamento que dependem do Sistema Anchieta-Imigrantes.</p>
<p>A decisão envolve uma questão recorrente nas principais ligações rodoviárias entre a capital paulista e o litoral: a capacidade das pistas diante do volume de veículos.</p>
<p>Nos períodos de maior movimento, congestionamentos e retenções podem provocar aumento do tempo de viagem, atrasos nos ônibus e dificuldades de programação das operações.</p>
<p>Embora o sistema seja conhecido principalmente pelo deslocamento de automóveis em direção à Baixada Santista, a infraestrutura também atende linhas regulares de ônibus, serviços turísticos, fretamento e transporte de cargas.</p>
<p>As condições de tráfego, portanto, têm impactos sobre diferentes modalidades de deslocamento.</p>
<h2>Veja os nove trechos em que a Artesp exige projetos de faixas adicionais</h2>
<p>A relação estabelecida pela agência compreende oito segmentos da Anchieta e um da Imigrantes.</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Rodovia</th>
<th>Sentido ou pista</th>
<th>Trecho</th>
</tr>
<tr>
<td>Anchieta, SP-150</td>
<td>Pista norte</td>
<td>km 9,700 ao 10,500</td>
</tr>
<tr>
<td>Anchieta, SP-150</td>
<td>Marginal norte</td>
<td>km 10,500 ao 13,000</td>
</tr>
<tr>
<td>Anchieta, SP-150</td>
<td>Pista norte</td>
<td>km 17,500 ao 18,650</td>
</tr>
<tr>
<td>Anchieta, SP-150</td>
<td>Marginal norte</td>
<td>km 17,000 ao 18,250</td>
</tr>
<tr>
<td>Anchieta, SP-150</td>
<td>Pista norte</td>
<td>km 22,000 ao 23,000</td>
</tr>
<tr>
<td>Anchieta, SP-150</td>
<td>Pista norte</td>
<td>km 26,000 ao 29,000</td>
</tr>
<tr>
<td>Anchieta, SP-150</td>
<td>Pista sul</td>
<td>km 16,340 ao 17,450</td>
</tr>
<tr>
<td>Anchieta, SP-150</td>
<td>Pista sul</td>
<td>km 29,000 ao 34,000</td>
</tr>
<tr>
<td>Imigrantes, SP-160</td>
<td>Pista norte</td>
<td>km 21,337 ao 22,953</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A relação foi estabelecida pela Artesp na Deliberação nº 822/2026.</p>
<p>O documento determina que a concessionária apresente os projetos funcionais observando as delimitações e soluções técnicas correspondentes a cada segmento.</p>
<p>Os projetos funcionais integram uma etapa de definição das intervenções e permitem estabelecer características gerais das ampliações.</p>
<p>A apresentação desses documentos é necessária para o desenvolvimento e a avaliação das soluções de engenharia.</p>
<p>A decisão não estabelece que as obras começarão dentro dos mesmos 180 dias. O prazo refere-se à entrega dos projetos.</p>
<h2>Congestionamentos próximos ao km 16 da Imigrantes serão objeto de estudo específico</h2>
<p>Além das faixas adicionais, a Artesp determinou que a Ecovias apresente, em 60 dias, um estudo de tráfego sobre os congestionamentos nas proximidades do km 16 da Rodovia dos Imigrantes.</p>
<p>O levantamento deverá avaliar as condições operacionais e reunir elementos para identificar as causas das retenções observadas.</p>
<p>Essa análise é importante porque os congestionamentos podem resultar de diferentes fatores, como volume de veículos, características das pistas, acessos, entrelaçamentos e distribuição dos fluxos.</p>
<p>A identificação das causas permite avaliar quais intervenções podem ser necessárias para melhorar o desempenho operacional.</p>
<p>Para os passageiros de ônibus, essas condições interferem diretamente na regularidade dos serviços.</p>
<p>Uma viagem rodoviária com horário programado pode apresentar atrasos quando o tráfego ultrapassa a capacidade de determinados trechos, especialmente quando não existem alternativas viárias capazes de absorver a demanda.</p>
<p>A situação também afeta o planejamento das empresas, que precisam considerar a duração das viagens, os intervalos entre partidas e a disponibilidade dos veículos.</p>
<h2>Artesp rejeita recursos da Ecovias e determina avaliação de efeitos financeiros</h2>
<p>Na mesma decisão, a Artesp negou provimento aos recursos administrativos apresentados pela Ecovias dos Imigrantes contra determinações anteriores relacionadas a intervenções na Anchieta.</p>
<p>Entre os segmentos mencionados estão trechos da pista norte entre os quilômetros 9,700 e 10,500 e da marginal norte entre os quilômetros 10,500 e 13,000.</p>
<p>Também foram mantidas decisões relacionadas aos trechos da pista norte entre os quilômetros 26 e 29 e da pista sul entre os quilômetros 29 e 34.</p>
<p>A agência determinou ainda a apuração dos efeitos econômico-financeiros decorrentes da postergação das intervenções desde as datas em que os níveis de serviço previstos foram superados.</p>
<p>O nível de serviço é um dos parâmetros utilizados para avaliar as condições operacionais das rodovias e pode estar associado a obrigações de ampliação previstas nos contratos de concessão.</p>
<p>Quando determinados limites de desempenho são ultrapassados, podem surgir obrigações contratuais de intervenções para adequar a capacidade do sistema.</p>
<p>A apuração econômico-financeira deverá considerar os efeitos da postergação dessas medidas.</p>
<p>A deliberação não apresenta um valor final a ser reconhecido ou cobrado.</p>
<p>O Sistema Anchieta-Imigrantes é uma das principais ligações rodoviárias do Estado de São Paulo e concentra deslocamentos relacionados ao Porto de Santos, às atividades econômicas da Baixada Santista e ao transporte de passageiros entre o litoral e o Planalto.</p>
<p>A decisão da Artesp abre uma nova etapa de projetos e estudos destinada a avaliar a capacidade de diferentes segmentos das duas rodovias.</p>
<p>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</p>
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    <title>Prefeitura anuncia retirada da Viação Modelo de Aracaju (SE), e Boa Vista assumirá as linhas</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/prefeitura-anuncia-retirada-da-viacao-modelo-de-aracaju-se-e-boa-vista-assumira-as-linhas/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 15:11:39 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisão prevê saída de 83 ônibus a partir desta quinta-feira (29); substituição sucede notificações sobre idade da frota e transferências de linhas, em um sistema marcado por disputas judiciais ADAMO BAZANI A Prefeitura de Aracaju (SE) anunciou nesta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, a retirada da Viação Modelo do sistema de transporte coletivo, com [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="724" height="514" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/modelo.jpg?fit=724%2C514&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/modelo.jpg?w=724&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/modelo.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/modelo.jpg?resize=150%2C106&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/modelo.jpg?resize=400%2C284&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px" /> <p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><em>Decisão prevê saída de 83 ônibus a partir desta quinta-feira (29); substituição sucede notificações sobre idade da frota e transferências de linhas, em um sistema marcado por disputas judiciais</em></p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold"><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A Prefeitura de Aracaju (SE) anunciou nesta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, a retirada da Viação Modelo do sistema de transporte coletivo, com transferência das linhas para a Boa Vista Transportes. Segundo o anúncio da prefeita Emília Corrêa, a saída dos 83 ônibus da operadora está prevista para começar nesta quinta-feira (29), sob responsabilidade da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT).</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A administração atribui a medida à falta de adequação da Modelo às exigências de qualidade do serviço. A decisão amplia uma substituição que já vinha ocorrendo: desde setembro, linhas da empresa foram repassadas à Boa Vista, e, em outubro, a Prefeitura informou ter concluído uma etapa envolvendo sete linhas e 45 ônibus. A nova operadora também esteve no centro da tentativa de substituição da VRS, interrompida por decisão judicial.</p>
<h3 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Prefeita determina retirada e aponta qualidade dos ônibus</h3>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O anúncio foi feito durante entrevista ao Jornal da Fan, da Rádio Fan FM. A prefeita afirmou ter determinado à SMTT a retirada de toda a frota da Modelo e indicou a Boa Vista como responsável por ocupar as operações.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">“Eu não quero ônibus de má qualidade. Chega. A população já sofreu muito”, declarou a prefeita Emília Corrêa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O anúncio estabelece uma mudança de dimensão em relação às medidas anteriores. Em setembro e na primeira quinzena de outubro, a administração transferiu parte das linhas da Modelo. Agora, a determinação divulgada é pela retirada integral da operadora.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A relação completa das linhas abrangidas por esta nova etapa e o detalhamento da distribuição dos veículos precisam ser distinguidos dos serviços que já haviam passado à Boa Vista anteriormente.</p>
<h3 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Modelo já havia sido notificada em abril de 2025</h3>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O histórico de cobranças à empresa antecede a decisão atual em aproximadamente um ano e meio.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Em 30 de abril de 2025, a SMTT informou, em nota reproduzida pelo Portal Fan F1, que havia identificado ônibus da Modelo circulando com mais de 12 anos de uso e notificado a empresa para substituí-los imediatamente.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na ocasião, o órgão também determinou a retirada de veículos apontados como fabricados em 2008, 2009 e 2010. A fiscalização estava relacionada às novas regras municipais para a idade da frota.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A SMTT advertiu que o descumprimento poderia resultar na perda do direito de operação nas linhas atendidas pelos veículos irregulares.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A regra integra o Decreto Municipal nº 8.042/2025, editado em março daquele ano. A norma estabeleceu limite de 12 anos para os ônibus a combustão e de 15 anos para os elétricos, dentro da reorganização promovida pela gestão municipal.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Assim, a cobrança sobre a Modelo não começou com a chegada da Boa Vista: já havia registro público de notificação e ameaça de retirada de linhas desde abril de 2025.</p>
<h3 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Em agosto, SMTT voltou a advertir sobre possível exclusão</h3>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A possibilidade de retirada da Modelo voltou a ser mencionada publicamente em agosto de 2026, quando a Prefeitura promoveu a substituição da VRS.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Em entrevista divulgada em 21 de agosto pelo Portal Fan F1, o superintendente da SMTT, Nelson Felipe, afirmou que a Modelo também havia sido avisada e poderia sofrer sanções caso não se adequasse.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Segundo o dirigente, investimentos na frota e qualidade da operação eram condições para a permanência da empresa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A declaração ocorreu em meio a questionamentos de trabalhadores da VRS sobre a retirada daquela operadora e a continuidade da Modelo no sistema. O superintendente sustentou que a administração também poderia excluir a Modelo se as exigências não fossem atendidas.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">No mesmo período, surgiram denúncias de usuários e trabalhadores sobre problemas mecânicos e supostos atrasos em obrigações trabalhistas da Modelo. Reportagem publicada pelo Sergipe Notícias em 18 de agosto, com informações do Fan F1, registrou reclamações sobre ônibus quebrados, férias e depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Esses relatos constituem denúncias atribuídas aos trabalhadores e passageiros. Não equivalem, por si só, à comprovação judicial dos débitos nem demonstram que todas essas questões tenham sido utilizadas como fundamento formal da retirada anunciada agora.</p>
<h3 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Setembro marcou a transferência das primeiras seis linhas</h3>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Como mostrou o <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong> em 9 de setembro de 2026, a Prefeitura iniciou uma nova etapa da reorganização com a transferência de seis linhas da Modelo para a Boa Vista e a substituição anunciada de 22 ônibus.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Naquele momento, a SMTT justificou o redesenho pelo acompanhamento da operação e pelas demandas dos passageiros.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A mudança também envolveu a criação das linhas 091 – Campus/D.I.A. via Santa Lúcia e 036 – Eduardo Gomes/Mercado, além da reativação da 403 – Santa Maria/D.I.A. via Etelvino Alves e da 035 – Terminal Rodoviário/Nova Saneamento.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Tratava-se, naquela etapa, de redução da participação da Modelo, sem anúncio de exclusão integral.</p>
<h3 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Em outubro, sete linhas já haviam passado à Boa Vista</h3>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Em 19 de outubro, a Prefeitura informou que uma etapa de transferência iniciada em setembro havia sido concluída no dia 17, com a incorporação de 26 ônibus à linha 002 – Fernando Collor/D.I.A.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Segundo a SMTT, o conjunto de sete linhas recebeu 45 ônibus novos e climatizados para substituir veículos da Modelo que ultrapassavam os 12 anos permitidos.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A relação divulgada naquela ocasião foi:</p>
<div class="group/app-widget pointer-coarse:pt-11 [@media(hover:none)]:pt-11 TableContainer-UfIOz_" tabindex="-1" data-markdown-table="true" data-wide-block="">
<div class="TableScroller-ZhMTLB" data-horizontal-scroll="true">
<div class="TableWrapper-i1mUIE">
<table class="Table-LqdUhs" dir="auto">
<thead>
<tr class="TableRow-ENsaGm">
<th class="TableHeaderCell-esYSpn SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="sm">Linha</th>
<th class="TableHeaderCell-esYSpn SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="md">Ligação</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="TableBody-A5sMNL">
<tr class="TableRow-ENsaGm">
<td class="TableCell-WcsygL NumericTableCell-rj6UoB SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="sm">022</td>
<td class="TableCell-WcsygL SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="md">Barra dos Coqueiros/D.I.A.</td>
</tr>
<tr class="TableRow-ENsaGm">
<td class="TableCell-WcsygL NumericTableCell-rj6UoB SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="sm">101</td>
<td class="TableCell-WcsygL SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="md">Parque São José/Maracaju</td>
</tr>
<tr class="TableRow-ENsaGm">
<td class="TableCell-WcsygL SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="sm">200-2</td>
<td class="TableCell-WcsygL SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="md">Circular Indústria e Comércio 02</td>
</tr>
<tr class="TableRow-ENsaGm">
<td class="TableCell-WcsygL NumericTableCell-rj6UoB SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="sm">601</td>
<td class="TableCell-WcsygL SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="md">Terminal Marcos Freire/Mercado</td>
</tr>
<tr class="TableRow-ENsaGm">
<td class="TableCell-WcsygL NumericTableCell-rj6UoB SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="sm">614</td>
<td class="TableCell-WcsygL SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="md">Sanatório/Mercado</td>
</tr>
<tr class="TableRow-ENsaGm">
<td class="TableCell-WcsygL NumericTableCell-rj6UoB SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="sm">903</td>
<td class="TableCell-WcsygL SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="md">Parque dos Carajás/Terminal Marcos Freire/D.I.A.</td>
</tr>
<tr class="TableRow-ENsaGm">
<td class="TableCell-WcsygL NumericTableCell-rj6UoB SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="sm">002</td>
<td class="TableCell-WcsygL SingleChildTableCell-Sv7jTC" dir="auto" data-col-size="md">Fernando Collor/D.I.A.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<div class="absolute end-0 top-0 z-50 flex w-fit select-none items-center gap-1 rounded-full bg-surface p-0.5 text-tertiary pointer-events-none opacity-0 group-hover/app-widget:pointer-events-auto group-hover/app-widget:opacity-100 focus-within:pointer-events-auto focus-within:opacity-100 data-[visible=true]:pointer-events-auto data-[visible=true]:opacity-100 has-data-[state=open]:pointer-events-auto has-data-[state=open]:opacity-100 pointer-coarse:pointer-events-auto pointer-coarse:opacity-100 [@media(hover:none)]:pointer-events-auto [@media(hover:none)]:opacity-100" data-block-actions="true" data-markdown-copy="exclude"></div>
</div>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Essa tabela corresponde à transferência anterior, divulgada em 19 de outubro, e não à relação completa da retirada anunciada nesta quarta-feira.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O alcance das mudanças é metropolitano. O sistema integrado atende Aracaju (SE), Barra dos Coqueiros (SE), Nossa Senhora do Socorro (SE) e São Cristóvão (SE).</p>
<h3 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Modelo teve renovação de frota e participação expressiva no sistema</h3>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A empresa que agora enfrenta a retirada tem presença antiga no transporte da capital sergipana. A Auto Viação Modelo Ltda., CNPJ 10.428.943/0001-73, tem abertura cadastral em 22 de outubro de 2008, segundo consulta empresarial da Serasa Experian.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Em junho de 2014, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Município de Aracaju (Setransp) publicou informações sobre a renovação da Modelo e da Capital Transportes, então apresentadas como empresas do Grupo Fretcar.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O material registrava a aquisição de 45 ônibus novos para a Modelo em 2013 e informava que a operadora possuía mais de 200 veículos. Para 2014, anunciava outras 20 unidades para a Modelo e dez para a Capital Transportes.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">São dados históricos, que mostram o porte e os investimentos da empresa naquele período. Não representam a frota atual nem comprovam a manutenção da mesma composição empresarial em 2026.</p>
<h3 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Boa Vista tem matriz na Bahia e ampliou presença em Aracaju</h3>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A operadora indicada para assumir as linhas aparece em publicação do Diário Oficial do Estado de Sergipe de 1º de outubro de 2026 como Boa Vista Serviços de Transportes Ltda., CNPJ 06.004.983/0002-00.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">O cadastro empresarial da matriz, de CNPJ 06.004.983/0001-10, aponta sede em Salvador (BA) e abertura em 13 de novembro de 2003.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Na reorganização do transporte de Aracaju em agosto de 2026, a Prefeitura anunciou um conjunto de 110 ônibus climatizados associado à entrada da Boa Vista, dos quais 67 eram zero-quilômetro.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A ampliação, entretanto, encontrou um obstáculo: a intenção inicial de substituir a VRS nas suas 36 linhas foi contestada judicialmente.</p>
<h3 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">VRS contestou retirada e obteve liminar</h3>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A VRS havia sido notificada em 19 de agosto para encerrar a operação no dia seguinte. A SMTT apontava problemas de manutenção, disponibilidade da frota, regularidade das viagens, acessibilidade e qualidade do atendimento.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A empresa apresentou outra versão à Justiça: alegou ter sido surpreendida pela retirada, sem processo administrativo prévio, contraditório ou oportunidade de defesa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Em 28 de agosto, a 3ª Vara Cível de Aracaju concedeu liminar suspendendo os efeitos do desligamento e a transferência das 36 linhas à Boa Vista. A decisão foi noticiada pelo <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong> no dia seguinte.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A Prefeitura recorreu. Em 4 de setembro, a SMTT informou que manteria os 110 ônibus da Boa Vista no sistema e definiria sua distribuição operacional.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Em nota de 10 de setembro, o órgão afirmou que a atuação da Boa Vista havia sido formalizada por ordens de serviço em 4 de setembro e negou sobreposição às linhas da VRS.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A liminar obtida pela VRS diz respeito àquela empresa e àquele ato administrativo. Ela não representa decisão sobre a retirada da Modelo anunciada agora.</p>
<h3 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Entrada da Boa Vista também teve dificuldade com motoristas</h3>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A transição de agosto teve consequências operacionais além da disputa judicial.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Em nota divulgada naquele período, a Prefeitura informou que a Boa Vista comunicara pedidos de desligamento de motoristas recém-contratados, que decidiram retornar à VRS.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Segundo a administração, a SMTT passou a atuar junto à Boa Vista para preservar a continuidade do serviço. A Prefeitura também afirmou que havia orientado a contratação prioritária dos trabalhadores da empresa substituída.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Esse episódio integra o histórico da entrada da operadora, mas se refere à substituição da VRS em agosto, não à situação dos empregados da Modelo nesta nova mudança.</p>
<h3 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Trocas de operadoras ocorrem durante disputa pela concessão</h3>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A reorganização acontece paralelamente ao impasse da Concorrência Pública nº 001/2024, destinada à concessão do transporte da Grande Aracaju.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Como registrou o <strong class="font-semibold"><em>Diário do Transporte</em></strong> em dezembro de 2025, uma sentença anulou o certame e determinou nova licitação. Posteriormente, o Tribunal de Justiça de Sergipe suspendeu a execução imediata dessa sentença, preservando a discussão nos recursos.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Em agosto de 2026, outra decisão impediu que os demais municípios integrantes do consórcio obrigassem sua presidência a emitir ordens de serviço baseadas na concorrência questionada.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Portanto, a transferência de linhas à Boa Vista deve ser compreendida dentro das mudanças operacionais promovidas pela SMTT, sem ser apresentada como solução definitiva da disputa pela concessão metropolitana.</p>
<h3 class="Heading-Ro3lZr" dir="auto">Manifestações das empresas</h3>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Não foi localizada, nas fontes públicas consultadas até a conclusão desta apuração, manifestação da Viação Modelo sobre o anúncio de 28 de outubro. Também não foi encontrada declaração própria da Boa Vista detalhando a assunção das linhas nesta nova etapa.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">A contestação judicial da VRS foi incorporada ao histórico por explicar a redistribuição das operações da Boa Vista. Ela não constitui defesa da Modelo.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto">Para os passageiros, o anúncio prevê a substituição da operadora nas linhas ainda atendidas pela Modelo. A execução da mudança, a distribuição dos veículos e a manutenção das viagens serão os efeitos concretos dessa nova etapa do transporte coletivo da Grande Aracaju.</p>
<p class="Paragraph-kKnbIo" dir="auto"><strong class="font-semibold"><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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  <item>
    <title>SPTrans formaliza R$ 30,24 milhões em contratos de manutenção dos ônibus da antiga Transwolff</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/sptrans-formaliza-r-3024-milhoes-em-contratos-de-manutencao-dos-onibus-da-antiga-transwolff/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:31:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Razi Motors e Oficina do Nene integram contratação de R$ 53,88 milhões já autorizada; serviços sustentam a operação dos lotes D10 e D11 enquanto nova concessão não é concluída ADAMO BAZANI A SPTrans publicou dois contratos que somam R$ 30,24 milhões para manutenção dos ônibus utilizados nas linhas anteriormente concedidas à Transwolff, na zona sul [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="636" height="370" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff2.jpeg?fit=636%2C370&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff2.jpeg?w=636&amp;ssl=1 636w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff2.jpeg?resize=300%2C175&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff2.jpeg?resize=150%2C87&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Transwolff2.jpeg?resize=400%2C233&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 636px) 100vw, 636px" /> <p><em>Razi Motors e Oficina do Nene integram contratação de R$ 53,88 milhões já autorizada; serviços sustentam a operação dos lotes D10 e D11 enquanto nova concessão não é concluída</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A SPTrans publicou dois contratos que somam R$ 30,24 milhões para manutenção dos ônibus utilizados nas linhas anteriormente concedidas à Transwolff, na zona sul de São Paulo. Os serviços incluem reparos preventivos, corretivos e assistência técnica, com fornecimento de peças novas originais ou genuínas, por 12 meses.</p>
<p>Os contratos com a Razi Motors e a Oficina do Nene integram a licitação de R$ 53,88 milhões cuja autorização foi noticiada pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> em 13 de outubro. A formalização atende à estrutura dos lotes D10 e D11, mantida pela SPTrans após a crise da antiga concessionária e a desistência da Sancetur, enquanto segue pendente a escolha de novos operadores por licitação.</p>
<p>Os R$ 30,24 milhões não constituem um acréscimo ao total de R$ 53,88 milhões anteriormente autorizado. São a publicação dos contratos correspondentes a duas das três empresas contempladas naquele resultado.</p>
<h2>Dois contratos têm prazo contado a partir de 21 de outubro</h2>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Contratada</th>
<th>Lotes de manutenção</th>
<th>Valor contratado</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Razi Motors Centro Técnico de Reparação Automotiva Ltda.</td>
<td>3 e 6</td>
<td>R$ 8.520.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Oficina do Nene Ltda.</td>
<td>4, 7, 8, 9, 11, 12, 13, 14 e 15</td>
<td>R$ 21.720.000,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Total dos contratos publicados</td>
<td>—</td>
<td>R$ 30.240.000,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>Ambos foram assinados em 21 de outubro, com duração de 12 meses contados dessa data. O contrato da Razi Motors utiliza setembro de 2026 como referência de preços; o da Oficina do Nene, outubro.</p>
<p>A Razi Motors está inscrita no CNPJ 12.330.997/0001-80. A Oficina do Nene tem CNPJ 26.822.928/0001-45.</p>
<p>Os números dos lotes de manutenção identificam grupos de serviços mecânicos. D10 e D11 são os lotes operacionais que reúnem as linhas atendidas pelos ônibus.</p>
<h2>Contratação abrange freios, transmissão e sistemas necessários à circulação</h2>
<p>Conforme o resultado anteriormente acompanhado pelo <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, a Razi Motors ficou responsável por serviços em componentes de freio, volante de motor e eixos cardan.</p>
<p>A Oficina do Nene recebeu grupos que incluem sistema pneumático e mecanismos de portas, radiadores, câmbio, eixo traseiro, diferencial, alternadores, motores de partida, tapeçaria e ar-condicionado, entre outros componentes previstos na divisão da disputa.</p>
<p>A autorização global também contemplou a Truck — Center Ferreirense, por R$ 23,64 milhões, para motores, direção, cubos de roda, funilaria e pintura. O lote de eixos dianteiros foi declarado fracassado naquela etapa.</p>
<p>A documentação da contratação prevê possibilidade de encerramento antecipado quando for concluída a nova concessão e celebrados os contratos com os operadores substitutos.</p>
<p>Para o passageiro, a manutenção interfere na disponibilidade e nas condições dos ônibus. A assinatura dos ajustes assegura instrumentos para contratar os serviços, mas os resultados dependem da execução, da fiscalização e do controle sobre os reparos realizados.</p>
<h2>Origem na Cooperpam deixou uma estrutura complexa de veículos e proprietários</h2>
<p>A Transwolff se consolidou a partir da estrutura da Cooperpam, formada por operadores do transporte coletivo. A passagem para o modelo empresarial preservou a participação de proprietários individuais de ônibus.</p>
<p>Assim, a operação passou a reunir trabalhadores contratados, direção empresarial e frotistas com vínculos distintos. Essa composição ajuda a explicar as dificuldades de reorganizar veículos, fornecedores e responsabilidades após o afastamento da antiga administração.</p>
<p>A intervenção municipal começou em abril de 2024, após a Operação Fim da Linha, que apura suspeitas de lavagem de dinheiro relacionada ao PCC. A empresa nega vínculo institucional com atividades criminosas.</p>
<p>As investigações tiveram novos desdobramentos em 2026, incluindo a apuração de um núcleo de segurança privada e a Operação Vectura Corrupta. São procedimentos criminais distintos das contratações de manutenção publicadas agora.</p>
<h2>Desistência da Sancetur manteve a SPTrans à frente das necessidades da operação</h2>
<p>A Prefeitura decretou a caducidade dos contratos da Transwolff em dezembro de 2025 e tentou contratar uma substituta emergencial.</p>
<p>A Sancetur assinou contrato em 26 de janeiro de 2026, mas informou dois dias depois que não conseguiria assumir plenamente a operação prevista para fevereiro.</p>
<p>Com a desistência, permaneceram sob responsabilidade municipal as providências para manter os serviços. Além de mecânica e peças, esse conjunto inclui vigilância, conservação das instalações e atendimento às necessidades dos empregados.</p>
<p>Em junho, uma proposta de edital para os D10 e D11 foi encaminhada ao Tribunal de Contas. A administração anunciou reorganização prévia da malha, com transferência de parte das linhas a outras operadoras.</p>
<p>A nova concessão ainda não foi concluída. Até sua efetivação, contratos como os agora formalizados sustentam a manutenção de uma frota cuja circulação não pode aguardar o encerramento das disputas administrativas e judiciais.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Governo Federal muda regras de vistoria de ônibus e outros veículos e confirma prorrogação de CNHs e autorizações para ciclomotores até 9 de dezembro</title>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:01:25 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Novas exigências incluem sistema nacional de vistorias, registros digitais, fiscalização contra fraudes e prazos de adaptação; motoristas com habilitação vencida entre 5 de junho e 8 de dezembro terão prazo adicional para renovação ADAMO BAZANI O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabeleceu novas regras para a vistoria de identificação de veículos em todo o Brasil, [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260419_133152.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260419_133152.jpg?w=4000&amp;ssl=1 4000w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260419_133152.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260419_133152.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260419_133152.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260419_133152.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260419_133152.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260419_133152.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260419_133152.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/20260419_133152.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Novas exigências incluem sistema nacional de vistorias, registros digitais, fiscalização contra fraudes e prazos de adaptação; motoristas com habilitação vencida entre 5 de junho e 8 de dezembro terão prazo adicional para renovação</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabeleceu novas regras para a vistoria de identificação de veículos em todo o Brasil, incluindo ônibus utilizados no transporte coletivo urbano, metropolitano, rodoviário e de fretamento. A regulamentação prevê a criação de um sistema nacional de registro e controle das vistorias, maior integração das informações com o cadastro dos veículos e procedimentos para identificar adulterações e irregularidades. As mudanças foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, por meio da Resolução Contran nº 1.032.</p>
<p>Na mesma edição, o Contran confirmou a prorrogação excepcional da validade das Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) e das Autorizações para Conduzir Ciclomotor (ACCs) com vencimento entre 5 de junho e 8 de dezembro de 2026. Esses documentos passam a ter validade até 9 de dezembro, com mais 30 dias para renovação após essa data. A medida alcança também motoristas profissionais que atendam às condições previstas, enquanto a nova regulamentação das vistorias estabelece prazos de adaptação para os órgãos de trânsito e empresas responsáveis pelo serviço.</p>
<h2>Nova vistoria terá sistema nacional integrado e rastreamento das informações</h2>
<p>A Resolução Contran nº 1.032/2026 reorganiza os procedimentos de vistoria de identificação veicular realizados pelos departamentos estaduais de trânsito e pelas empresas credenciadas.</p>
<p>O objetivo é padronizar a verificação da identidade dos veículos, com mecanismos para conferir se os dados de identificação correspondem às informações existentes no Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e nos documentos de registro e licenciamento.</p>
<p>Na prática, essa vistoria é utilizada em procedimentos administrativos relacionados à regularização e à transferência de veículos.</p>
<p>Para empresas de ônibus, tem aplicação especialmente nas operações de compra e venda de coletivos usados, transferência de propriedade, substituição de motores e alterações cadastrais da frota.</p>
<p>A regulamentação estabelece que a vistoria de identificação veicular será obrigatória nas seguintes situações:</p>
<ul>
<li>
<div>
<div>
<p>Transferência de propriedade de veículos, para emissão de novo certificado de registro.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Remarcação ou regravação de chassi ou motor.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Substituição de motor.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Alteração de características que não exija a emissão de Certificado de Segurança Veicular.</p>
</div>
</div>
</li>
<li>
<div>
<div>
<p>Correção dos dados de identificação do veículo no Renavam.</p>
</div>
</div>
</li>
</ul>
<p>O processo deverá verificar a autenticidade dos elementos de identificação, a correspondência com as informações cadastrais e a existência de indícios de adulteração ou modificações não autorizadas.</p>
<p>A vistoria também abrangerá a verificação dos equipamentos obrigatórios e de componentes e sistemas previstos na regulamentação.</p>
<h2>Sistema Integrado de Vistorias Veiculares reunirá dados de todo o Brasil</h2>
<p>Uma das principais mudanças é a implantação do Sistema Integrado de Vistorias Veiculares, denominado SISV.</p>
<p>A plataforma será utilizada para registrar os procedimentos realizados pelos órgãos estaduais de trânsito e pelas empresas credenciadas, reunindo informações que permitirão acompanhar e fiscalizar as vistorias em âmbito nacional.</p>
<p>O sistema deverá armazenar dados de identificação dos veículos, documentos, imagens, evidências, laudos, resultados e informações sobre os responsáveis por cada etapa.</p>
<p>Também deverá permitir a consulta e o intercâmbio de informações com o Renavam e outros sistemas oficiais de trânsito.</p>
<p>A medida tem relevância para empresas que mantêm veículos registrados em diferentes estados ou que realizam transferências de ônibus usados entre unidades da Federação.</p>
<p>A integração poderá facilitar a conferência das informações cadastrais e o acompanhamento de procedimentos, respeitadas as exigências de implantação e disponibilidade dos sistemas.</p>
<p>Outro aspecto é a rastreabilidade das vistorias. A regulamentação determina mecanismos para identificar os responsáveis pelos registros e permitir auditorias posteriores.</p>
<p>O tratamento e o compartilhamento dos dados deverão observar a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).</p>
<h2>Diagnóstico eletrônico poderá integrar vistoria de ônibus e outros veículos</h2>
<p>A resolução também disciplina a utilização de soluções de diagnóstico eletrônico nos procedimentos de identificação veicular.</p>
<p>Essas tecnologias poderão permitir a verificação de informações registradas em sistemas eletrônicos embarcados, mediante equipamentos e programas específicos, quando autorizados pelo órgão de trânsito competente e observadas as exigências técnicas.</p>
<p>Para o setor de ônibus, a previsão ganha importância diante da presença crescente de sistemas eletrônicos de controle de motor, transmissão, gerenciamento de veículos e outros componentes.</p>
<p>Entretanto, a utilização do diagnóstico eletrônico depende das condições técnicas previstas na regulamentação e da homologação das soluções correspondentes.</p>
<p>A nova regra não determina que todos os ônibus sejam imediatamente submetidos a uma inspeção eletrônica completa nem cria, por si só, uma obrigação geral de diagnóstico de baterias de ônibus elétricos.</p>
<p>Seu alcance está relacionado aos procedimentos de vistoria de identificação veicular.</p>
<h2>Vistoria de identificação não substitui inspeção de segurança dos ônibus</h2>
<p>Uma distinção importante para as empresas e os passageiros é a diferença entre a vistoria de identificação veicular e as inspeções destinadas a verificar condições de segurança e funcionamento da frota.</p>
<p>A vistoria de identificação confirma a identidade do veículo, a autenticidade de seus elementos identificadores e a correspondência com os dados registrados nos sistemas oficiais.</p>
<p>Já as inspeções de segurança verificam requisitos técnicos relacionados às condições de circulação, às modificações e à operação dos veículos, conforme a legislação aplicável.</p>
<p>No transporte de passageiros, podem existir exigências específicas relacionadas ao tipo de serviço, à idade da frota, à periodicidade das inspeções, à acessibilidade e às condições de conservação.</p>
<p>Essas obrigações continuam sujeitas às normas próprias de cada modalidade de transporte e aos órgãos responsáveis pela fiscalização.</p>
<p>O Certificado de Segurança Veicular (CSV), por exemplo, é utilizado nos procedimentos em que a legislação exige a comprovação de determinadas condições técnicas de segurança.</p>
<p>A vistoria de identificação, portanto, não substitui automaticamente inspeções de segurança exigidas pela ANTT, pelos órgãos estaduais ou pelos municípios.</p>
<h2>Empresas de vistoria terão até 120 dias para adaptação e Detrans terão prazo vinculado à implantação do sistema</h2>
<p>A nova regulamentação entrou em vigor em 28 de outubro de 2026, mas estabelece regras de transição para adaptação dos órgãos públicos e empresas.</p>
<p>Os departamentos estaduais de trânsito terão até 90 dias para realizar as adequações operacionais e de sistemas necessárias, contados da disponibilização do SISV e dos recursos técnicos indispensáveis à integração.</p>
<p>A contagem desse prazo depende, portanto, da disponibilização dos elementos tecnológicos pela autoridade federal responsável pelo sistema.</p>
<p>Enquanto a integração não for concluída, poderão ser mantidos os procedimentos anteriormente utilizados, respeitadas as condições de segurança, integridade e rastreabilidade previstas na resolução.</p>
<p>Para empresas de vistoria veicular, integradoras e fornecedores de soluções de diagnóstico eletrônico que já estejam regularmente autorizados, credenciados ou em operação, foi estabelecido prazo de até 120 dias, contado da publicação da norma, para adequação aos novos requisitos.</p>
<p>O regulamento também disciplina a continuidade dos serviços quando pedidos de regularização forem apresentados dentro do prazo e estabelece hipóteses específicas de manutenção da atividade diante de impedimentos não atribuíveis às empresas.</p>
<p>A resolução revoga as normas Contran nº 941/2022 e nº 977/2022, mas preserva sua aplicação, quando cabível, durante a transição prevista para os procedimentos anteriormente utilizados.</p>
<p>Além disso, altera a Resolução nº 1.027/2026, relacionada ao registro, licenciamento e transferência de propriedade de veículos, para incorporar as novas exigências de vistoria de identificação.</p>
<h2>CNHs vencidas entre junho e dezembro terão validade até 9 de dezembro</h2>
<p>Outra decisão publicada nesta quarta-feira trata diretamente dos motoristas.</p>
<p>A Resolução Contran nº 1.033/2026 confirma a Deliberação nº 279, de 9 de setembro, que estabeleceu a prorrogação excepcional da validade das CNHs e das Autorizações para Conduzir Ciclomotor.</p>
<p>A medida alcança os documentos com vencimento entre 5 de junho e 8 de dezembro de 2026.</p>
<p>Para esses condutores, a validade fica prorrogada até 9 de dezembro de 2026.</p>
<p>Após o encerramento da prorrogação, os beneficiários terão mais 30 dias para renovar o documento.</p>
<p>A deliberação também estabelece que não será necessária a emissão de nova CNH nem a realização de procedimento específico para registrar a prorrogação.</p>
<p>O benefício não se aplica a condutores com o direito de dirigir suspenso ou cassado.</p>
<p>Veja as principais condições:</p>
<div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Situação</th>
<th>Regra</th>
</tr>
<tr>
<td>CNH ou ACC com vencimento entre 5 de junho e 8 de dezembro de 2026</td>
<td>Validade prorrogada até 9 de dezembro de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Renovação após a prorrogação</td>
<td>Prazo adicional de 30 dias</td>
</tr>
<tr>
<td>Emissão de novo documento para registrar a prorrogação</td>
<td>Dispensada</td>
</tr>
<tr>
<td>Condutores com suspensão ou cassação do direito de dirigir</td>
<td>Não beneficiados pela prorrogação</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>A medida também interessa aos motoristas de ônibus, caminhões, vans e demais veículos utilizados profissionalmente, desde que preencham as condições estabelecidas.</p>
<p>No transporte coletivo, a regularidade da habilitação é uma das exigências para o exercício da atividade de motorista, ao lado das categorias correspondentes, dos cursos obrigatórios e dos demais requisitos específicos.</p>
<p>A prorrogação da validade da CNH não representa dispensa automática dessas outras exigências.</p>
<p>Para empresas de ônibus e prestadores de serviços de transporte, a orientação é considerar o novo prazo na conferência da documentação dos profissionais, especialmente quando houver renovação programada para os próximos meses.</p>
<h2>Mudanças atingem tanto a administração das frotas como a documentação dos motoristas</h2>
<p>As duas resoluções tratam de assuntos distintos, mas alcançam etapas importantes do funcionamento do transporte coletivo.</p>
<p>De um lado, as empresas precisarão acompanhar a implantação das novas regras de vistoria na compra, venda, transferência e regularização dos veículos.</p>
<p>De outro, os departamentos responsáveis pelo controle da documentação dos motoristas deverão observar a prorrogação excepcional estabelecida pelo Contran.</p>
<p>Para o passageiro, a regulamentação das vistorias tem relação com a identificação e a regularidade dos veículos utilizados nos serviços de transporte. Já a prorrogação das habilitações interfere diretamente na documentação necessária para o exercício da atividade profissional, respeitadas as demais regras de segurança e qualificação dos condutores.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
<div></div>
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    <title>Show do BTS em São Paulo: veja como pagar a passagem de metrô e trem sem cartão físico</title>
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	<dc:creator><![CDATA[arthursabadinferrari]]></dc:creator>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 13:45:51 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Recursos do TOP incluem cartões bancários por aproximação, carteira digital e bilhetes por QR Code para facilitar o acesso às estações nos dias de apresentação ARTHUR FERRARI Os fãs que vão aos shows do BTS nos dias 28, 30 e 31 de outubro de 2026 podem utilizar diferentes formas de pagamento para acessar o transporte [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-10.07.16.jpeg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-10.07.16.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-10.07.16.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-10.07.16.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-10.07.16.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-10.07.16.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-10.07.16.jpeg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-10.07.16.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Recursos do TOP incluem cartões bancários por aproximação, carteira digital e bilhetes por QR Code para facilitar o acesso às estações nos dias de apresentação</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Os fãs que vão aos shows do BTS nos dias 28, 30 e 31 de outubro de 2026 podem utilizar diferentes formas de pagamento para acessar o transporte público sobre trilhos na Região Metropolitana de São Paulo (SP). O ecossistema TOP, operado pela Autopass, oferece alternativas para quem deseja embarcar sem depender exclusivamente de um cartão físico.</p>
<p>Uma das opções é o pagamento por aproximação, conhecido como EMV. O recurso está disponível nas estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 15-Prata e 17-Ouro do Metrô.</p>
<p>Com essa modalidade, o passageiro pode aproximar um cartão bancário habilitado diretamente da catraca. Também são aceitos dispositivos compatíveis com a tecnologia NFC, como celulares e relógios inteligentes.</p>
<p>Outra alternativa é utilizar o cartão TOP ou comprar bilhetes digitais por QR Code. A aquisição pode ser feita pelo aplicativo TOP, nas máquinas de autoatendimento das estações e pelo canal oficial da plataforma, sem necessidade de cadastro nesse último caso.</p>
<p>As máquinas de autoatendimento instaladas nas estações do Metrô e da CPTM também permitem o pagamento por Pix, ampliando as opções para quem prefere comprar o bilhete presencialmente.</p>
<p>Com diferentes modalidades de acesso, os passageiros podem escolher a forma de pagamento mais conveniente antes de seguir para os shows. A recomendação é verificar previamente o trajeto e as opções disponíveis para organizar o deslocamento nos dias de apresentação.</p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>Trabalhadores do BRT do Rio de Janeiro recebem nesta quarta-feira bônus equivalente à metade do 13º salário</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/trabalhadores-do-brt-do-rio-de-janeiro-recebem-nesta-quarta-feira-bonus-equivalente-a-metade-do-13o-salario/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/trabalhadores-do-brt-do-rio-de-janeiro-recebem-nesta-quarta-feira-bonus-equivalente-a-metade-do-13o-salario/#comments</comments>
    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 13:31:41 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Pagamento da Mobi-Rio contempla motoristas, operadores de estações, equipes de manutenção, fiscalização e áreas administrativas; benefício faz parte do programa de reconhecimento de resultados de 2025 da Prefeitura do Rio de Janeiro ADAMO BAZANI Os trabalhadores da Mobi-Rio, companhia municipal responsável pela operação do BRT do Rio de Janeiro, recebem nesta quarta-feira, 28 de outubro [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="639" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apache-vip-v-caio-brt-rio-de-janeiro-2-1.png?fit=1024%2C639&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apache-vip-v-caio-brt-rio-de-janeiro-2-1.png?w=1441&amp;ssl=1 1441w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apache-vip-v-caio-brt-rio-de-janeiro-2-1.png?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apache-vip-v-caio-brt-rio-de-janeiro-2-1.png?resize=1024%2C639&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apache-vip-v-caio-brt-rio-de-janeiro-2-1.png?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apache-vip-v-caio-brt-rio-de-janeiro-2-1.png?resize=768%2C479&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/apache-vip-v-caio-brt-rio-de-janeiro-2-1.png?resize=400%2C250&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Pagamento da Mobi-Rio contempla motoristas, operadores de estações, equipes de manutenção, fiscalização e áreas administrativas; benefício faz parte do programa de reconhecimento de resultados de 2025 da Prefeitura do Rio de Janeiro</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Os trabalhadores da Mobi-Rio, companhia municipal responsável pela operação do BRT do Rio de Janeiro, recebem nesta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, uma bonificação equivalente a 50% do valor do 13º salário. O pagamento, anunciado pela Prefeitura do Rio de Janeiro, contempla profissionais que atuam diretamente no atendimento aos passageiros, na condução dos ônibus, na manutenção dos veículos e nas atividades necessárias ao funcionamento do sistema.</p>
<p>A bonificação faz parte das medidas de reconhecimento de resultados referentes ao desempenho de 2025 e está sendo paga no Dia do Servidor Público. Além dos motoristas e operadores de estações, o benefício alcança profissionais das garagens, da fiscalização, do controle operacional e das áreas técnicas e administrativas da Mobi-Rio. O valor corresponde à metade de um 13º salário, mas representa uma remuneração adicional vinculada ao programa de resultados, e não uma antecipação da gratificação natalina regular.</p>
<p>A informação consta da edição desta quarta-feira do Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro, que destaca o pagamento na capa.</p>
<h3>Como funciona a bonificação e quem recebe</h3>
<p>O pagamento aos trabalhadores da Mobi-Rio está relacionado ao reconhecimento dos resultados alcançados em 2025, dentro da política de avaliação de desempenho adotada pela administração municipal.</p>
<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro informou que o benefício corresponde a 50% do 13º salário dos profissionais abrangidos. Dessa forma, o valor da bonificação equivale à metade da referência utilizada para o cálculo da gratificação natalina.</p>
<p>Para exemplificar, um trabalhador cuja referência de 13º salário seja de R$ 3 mil teria uma bonificação equivalente a R$ 1.500, antes de eventuais incidências legais aplicáveis. O exemplo é apenas ilustrativo e não representa o salário efetivamente pago a determinada categoria da Mobi-Rio.</p>
<p>A medida contempla diferentes funções da companhia municipal.</p>
<p>Entre os beneficiados estão os motoristas dos ônibus do BRT, responsáveis pela condução dos veículos, e os operadores das estações, que trabalham no atendimento ao público e na organização do embarque e desembarque de passageiros.</p>
<p>Também estão incluídos os profissionais de manutenção e garagem, responsáveis pelas condições técnicas dos veículos, além das equipes de fiscalização, controle operacional e dos setores técnicos e administrativos.</p>
<p>Essas atividades são interdependentes. A operação regular de um sistema de corredores exclusivos depende tanto da disponibilidade de ônibus quanto do funcionamento das estações, da programação das viagens, do acompanhamento da circulação e do atendimento aos passageiros.</p>
<h3>Bônus é diferente do 13º salário</h3>
<p>Embora o valor anunciado pela Prefeitura do Rio de Janeiro tenha como referência o 13º salário, os dois pagamentos possuem naturezas distintas.</p>
<p>O 13º salário é uma gratificação anual prevista na legislação trabalhista, enquanto a bonificação anunciada nesta quarta-feira está associada ao reconhecimento dos resultados obtidos no exercício anterior.</p>
<p>Assim, a referência à metade do 13º salário serve para estabelecer o valor do benefício adicional.</p>
<p>A edição do Diário Oficial não apresenta uma tabela individualizada de pagamentos por função, faixa salarial ou empregado, nem especifica o valor global destinado exclusivamente à bonificação da Mobi-Rio.</p>
<h3>Programa também contempla outros servidores municipais</h3>
<p>O pagamento ocorre juntamente com as bonificações do Acordo de Resultados de 2025, destinado a reconhecer o desempenho de órgãos e servidores municipais.</p>
<p>Segundo a Prefeitura do Rio de Janeiro, profissionais de 49 secretarias e órgãos municipais foram avaliados com base em metas estabelecidas para cada área.</p>
<p>No programa geral, os servidores que atingem os resultados previstos podem receber bonificações de até dois salários, conforme o desempenho institucional e a avaliação individual.</p>
<p>Também recebem bonificações os profissionais da rede municipal de ensino, em reconhecimento aos resultados educacionais alcançados em 2025.</p>
<p>No caso da Mobi-Rio, o percentual anunciado especificamente para os trabalhadores da companhia é de 50% do 13º salário.</p>
<p>O pagamento ocorre em um setor no qual a continuidade dos serviços depende da atuação de diferentes categorias profissionais, desde a condução dos ônibus até a manutenção dos veículos e o controle da operação.</p>
<p>Para quem utiliza o BRT diariamente, essas atividades têm reflexos diretos na disponibilidade da frota, na regularidade dos intervalos, no funcionamento das estações e nas condições de atendimento.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Diretoria da AGR visita Expresso Marly e conhece rotina do transporte intermunicipal em Goiás</title>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 13:15:10 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Conselheiros acompanharam atividades de manutenção e operação na garagem do Grupo Liderança, em Goiânia; aproximação entre regulador e empresas é tema de interesse do Setrinpe-GO ALEXANDRE PELEGI A rotina de uma empresa de transporte intermunicipal vai além da circulação dos ônibus pelas rodovias. Manutenção, organização de escalas, preparação dos veículos e gestão operacional são atividades [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AGR-Expresso-Marly.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AGR-Expresso-Marly.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AGR-Expresso-Marly.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AGR-Expresso-Marly.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AGR-Expresso-Marly.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AGR-Expresso-Marly.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AGR-Expresso-Marly.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/AGR-Expresso-Marly.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Conselheiros acompanharam atividades de manutenção e operação na garagem do Grupo Liderança, em Goiânia; aproximação entre regulador e empresas é tema de interesse do Setrinpe-GO</em></p>
<p><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p>A rotina de uma empresa de transporte intermunicipal vai além da circulação dos ônibus pelas rodovias. Manutenção, organização de escalas, preparação dos veículos e gestão operacional são atividades que influenciam diretamente a qualidade do serviço oferecido aos passageiros. Para conhecer de perto esses processos, a diretoria da Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR) visitou, nesta terça-feira (27), a garagem da Expresso Marly, integrante do Grupo Liderança, em Goiânia.</p>
<p>A visita, realizada a convite da transportadora, permitiu aos conselheiros acompanhar diferentes etapas da operação, incluindo manutenção, reforma de ônibus, organização das escalas de motoristas e veículos e procedimentos internos de trabalho.</p>
<p>Participaram o conselheiro presidente da AGR, Bruno Botelho Saleh, e os conselheiros Paulo Tiago Toledo Carvalho, Marcelo de Souza Gomes e Silva, Maria Silvia de Lima Hatschbach e Natália Maria Briceño Spadoni. O grupo foi recebido pelo diretor da Expresso Marly, Gerson Fernandes.</p>
<p>Segundo a empresa, o objetivo foi apresentar sua estrutura operacional e permitir que os representantes da agência conhecessem as atividades envolvidas na prestação do serviço de transporte intermunicipal.</p>
<p><strong>Regulação e realidade operacional</strong></p>
<p>A visita ocorre em um contexto no qual o diálogo entre operadores e poder público ganha importância diante dos desafios do transporte rodoviário de passageiros em Goiás.</p>
<p>A aproximação institucional é um tema de interesse do Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário Intermunicipal e Interestadual de Passageiros do Estado de Goiás (Setrinpe-GO), entidade que representa as empresas do setor.</p>
<p>Entre as questões que fazem parte desse debate estão a renovação das frotas, os custos operacionais, as exigências regulatórias e o enfrentamento do transporte clandestino.</p>
<p>Conhecer a estrutura das empresas permite ao órgão regulador compreender melhor as condições em que os serviços são prestados, enquanto os operadores têm a oportunidade de apresentar suas demandas e dificuldades. Responsável pela regulação e fiscalização do transporte intermunicipal em Goiás, a AGR acompanha o cumprimento das normas que orientam a atividade.</p>
<p>A visita à Expresso Marly integra esse processo de aproximação entre a agência e as empresas, com foco no conhecimento das operações e nas condições de prestação dos serviços aos passageiros.</p>
<p><strong><em>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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    <title>Prefeitura de BH contrata estudo de R$ 325 mil sobre 15 anos de concessão dos ônibus e destina mais R$ 450 mil à manutenção do MOVE</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/28/prefeitura-de-bh-contrata-estudo-de-r-325-mil-sobre-15-anos-de-concessao-dos-onibus-e-destina-mais-r-450-mil-a-manutencao-do-move/</link>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 13:01:54 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Consultoria vai avaliar possível desequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de ônibus entre 2008 e julho de 2023; recursos adicionais para estações incluem manutenção de escadas rolantes e elevadores ADAMO BAZANI A Prefeitura de Belo Horizonte contratou por R$ 325 mil uma consultoria especializada para avaliar se houve desequilíbrio econômico-financeiro nos contratos de concessão dos ônibus municipais [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="689" height="462" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bng.jpg?fit=689%2C462&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bng.jpg?w=689&amp;ssl=1 689w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bng.jpg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bng.jpg?resize=150%2C101&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/bng.jpg?resize=400%2C268&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 689px) 100vw, 689px" /> <p><em>Consultoria vai avaliar possível desequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de ônibus entre 2008 e julho de 2023; recursos adicionais para estações incluem manutenção de escadas rolantes e elevadores</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>A Prefeitura de Belo Horizonte contratou por R$ 325 mil uma consultoria especializada para avaliar se houve desequilíbrio econômico-financeiro nos contratos de concessão dos ônibus municipais ao longo de aproximadamente 15 anos, entre 2008 e julho de 2023. O trabalho servirá de apoio a uma mesa de conciliação instalada no Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), responsável por discutir questões relacionadas à remuneração das concessionárias. A contratação foi publicada no Diário Oficial do Município desta quarta-feira, 28 de outubro de 2026.</p>
<p>Na mesma edição, a administração municipal autorizou o reforço de R$ 450 mil no orçamento do Fundo Municipal de Mobilidade Urbana para complementar despesas de manutenção de estações e subestações do MOVE, sistema de corredores de ônibus da capital mineira. Os recursos abrangem manutenção predial, escadas rolantes, elevadores e outros equipamentos utilizados pelos passageiros. As duas medidas tratam de aspectos diferentes do transporte coletivo: a primeira está relacionada ao financiamento e ao histórico das concessões; a segunda, à manutenção da infraestrutura de atendimento.</p>
<p>A consultoria foi contratada pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, sob a responsabilidade do secretário Marco Antônio Silveira.</p>
<p>A empresa responsável pelo estudo é a André Dantas Treinamento e Consultoria Ltda., que utiliza o nome TransporteIntel, CNPJ 58.528.492/0001-72.</p>
<p>O contrato foi assinado em 26 de outubro de 2026, com vigência de 90 dias corridos.</p>
<h3>Estudo vai investigar a situação financeira dos contratos desde 2008</h3>
<p>A consultoria terá como principal tarefa fornecer assessoramento técnico à Mesa de Conciliação e Prevenção de Conflitos instaurada no TCE-MG.</p>
<p>O trabalho envolve a análise dos contratos de concessão de ônibus firmados em 2008, buscando determinar a existência de eventual desequilíbrio econômico-financeiro e estimar o valor correspondente, caso seja identificado.</p>
<p>O equilíbrio econômico-financeiro é um dos fundamentos dos contratos de concessão de serviços públicos.</p>
<p>Na prática, significa preservar, dentro das condições estabelecidas contratualmente e pela legislação, a relação entre os encargos assumidos pelas empresas e a remuneração prevista para a prestação dos serviços.</p>
<p>No transporte coletivo, essa relação pode ser afetada por mudanças nos custos operacionais, na demanda de passageiros, nas receitas de tarifas, nas obrigações de investimento e nas regras de remuneração.</p>
<p>A análise técnica precisa considerar as responsabilidades contratuais das partes e os mecanismos de revisão existentes.</p>
<p>Isso significa que a eventual diferença entre receitas e despesas das concessionárias não corresponde automaticamente a um valor que deva ser pago pela administração municipal.</p>
<p>O trabalho contratado deverá justamente contribuir para identificar quais fatores são relevantes para a avaliação do equilíbrio econômico-financeiro e como eles devem ser tratados à luz dos contratos.</p>
<h3>Por que a análise termina em julho de 2023</h3>
<p>O período escolhido para o estudo começa em 2008, ano de celebração dos contratos de concessão da rede municipal de ônibus de Belo Horizonte, e termina em julho de 2023.</p>
<p>A data está relacionada à regulamentação da Lei Municipal nº 11.458/2023, que promoveu mudanças importantes na organização econômica do transporte coletivo.</p>
<p>A legislação foi regulamentada pelo Decreto Municipal nº 18.370, publicado naquele ano, e integra a reformulação das condições de prestação e financiamento dos serviços.</p>
<p>O recorte temporal permite concentrar a análise no período anterior à implementação das novas regras.</p>
<p>Esse histórico é importante porque Belo Horizonte passou por diferentes fases de discussão sobre tarifas, subsídios, qualidade dos serviços, custos das empresas e responsabilidade da administração municipal pelo financiamento do sistema.</p>
<p>A contratação de um estudo específico para o período de 2008 a julho de 2023 demonstra que parte dessas questões continua sendo objeto de análise técnica e institucional.</p>
<h3>Estudo faz parte de mesa de conciliação no Tribunal de Contas</h3>
<p>A contratação está vinculada à Mesa de Conciliação e Prevenção de Conflitos do TCE-MG.</p>
<p>Esse instrumento busca criar condições para que controvérsias envolvendo a administração pública sejam examinadas de forma técnica e institucional, com participação dos envolvidos e observância das competências dos órgãos de controle.</p>
<p>No caso dos ônibus de Belo Horizonte, o resultado poderá fornecer elementos para as discussões sobre a situação econômico-financeira dos contratos.</p>
<p>A consultoria deverá apresentar suas análises dentro das condições previstas no termo de referência.</p>
<p>A contratação do estudo, por si só, não representa reconhecimento de dívida com as concessionárias, autorização de reajuste tarifário ou decisão definitiva sobre eventual compensação financeira.</p>
<p>Essas consequências dependerão das conclusões técnicas e das decisões que venham a ser tomadas nas instâncias competentes.</p>
<p>Para os passageiros, a discussão interessa porque a estabilidade do financiamento é um dos fatores relacionados à continuidade dos serviços, à manutenção da frota e à capacidade de cumprir as obrigações previstas nas concessões.</p>
<h3>MOVE recebe R$ 450 mil para manutenção de estações e equipamentos</h3>
<p>Além da contratação do estudo, a Prefeitura de Belo Horizonte publicou uma suplementação orçamentária de R$ 450 mil para o Fundo Municipal de Mobilidade Urbana.</p>
<p>O objetivo é complementar os recursos destinados à manutenção das estações e subestações do MOVE.</p>
<p>A descrição do reforço orçamentário menciona expressamente manutenção predial, escadas rolantes, elevadores e outros equipamentos.</p>
<p>Essas estruturas fazem parte da operação cotidiana do sistema de corredores de ônibus e influenciam diretamente as condições de utilização das estações.</p>
<p>A conservação das instalações envolve tanto a infraestrutura física quanto os equipamentos utilizados no deslocamento dos passageiros.</p>
<p>Escadas rolantes e elevadores têm importância especial para pessoas com deficiência, idosos, passageiros com mobilidade reduzida e usuários que transportam bagagens ou carrinhos de bebê.</p>
<p>O funcionamento desses equipamentos também está relacionado à circulação interna nas estações, à distribuição dos fluxos de embarque e desembarque e à segurança dos usuários.</p>
<p>Os R$ 450 mil são destinados a complementar despesas de manutenção, conforme a justificativa orçamentária.</p>
<p>A autorização de crédito não corresponde necessariamente à execução imediata de todos os serviços. Os recursos reforçam a disponibilidade orçamentária para atender às despesas previstas.</p>
<h3>Duas frentes que influenciam o atendimento ao passageiro</h3>
<p>As publicações desta quarta-feira mostram duas necessidades permanentes do transporte coletivo de Belo Horizonte.</p>
<p>A primeira é a definição de condições econômicas sustentáveis para os contratos de operação dos ônibus, tema que envolve receitas, custos, responsabilidades contratuais e mecanismos de financiamento.</p>
<p>A segunda está relacionada à conservação da infraestrutura utilizada diariamente pelos passageiros, especialmente nas estações do MOVE.</p>
<p>Embora tenham objetivos diferentes, as duas frentes interferem nas condições de funcionamento do sistema.</p>
<p>O acompanhamento dos resultados da consultoria e da aplicação dos recursos para manutenção permitirá avaliar os desdobramentos das medidas anunciadas.</p>
<p>No caso da concessão, o próximo passo será conhecer as conclusões sobre os contratos de 2008 a julho de 2023.</p>
<p>Quanto ao MOVE, o interesse dos passageiros estará na realização dos serviços de manutenção e nas condições efetivas de funcionamento de elevadores, escadas rolantes e demais equipamentos das estações.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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  <item>
    <title>São Paulo abre licitações de supervisão de corredores na zona leste e reserva R$ 1 milhão para encargos do BRT Radial Leste</title>
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    <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 12:31:10 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Atos abrangem Celso Garcia e trecho de 600 metros do Itaquera–Líder; projetos atravessam gestões e reaparecem no planejamento após metas de corredores não cumpridas ADAMO BAZANI A Prefeitura de São Paulo publicou novas medidas relacionadas a três eixos de ônibus da zona leste: abriu licitações de apoio à supervisão das obras da Avenida Celso Garcia [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="645" height="480" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4310.jpg?fit=645%2C480&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4310.jpg?w=645&amp;ssl=1 645w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4310.jpg?resize=300%2C223&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4310.jpg?resize=150%2C112&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/4310.jpg?resize=400%2C298&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 645px) 100vw, 645px" /> <p><em>Atos abrangem Celso Garcia e trecho de 600 metros do Itaquera–Líder; projetos atravessam gestões e reaparecem no planejamento após metas de corredores não cumpridas</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de São Paulo publicou novas medidas relacionadas a três eixos de ônibus da zona leste: abriu licitações de apoio à supervisão das obras da Avenida Celso Garcia e de um trecho de 600 metros do Corredor Itaquera–Líder e autorizou R$ 1 milhão para juros e encargos do financiamento do BRT Radial Leste. As disputas da SPTrans terão sessões em janeiro de 2027.</p>
<p>Os atos dão continuidade à estrutura técnica e financeira dos empreendimentos, em uma região onde projetos de prioridade aos ônibus atravessam sucessivos programas de investimentos. A meta de 40 quilômetros de novos corredores do ciclo 2021–2024 não foi alcançada, e parte das intervenções voltou ao planejamento de 2025–2028. As publicações atuais tratam de supervisão e financiamento, sem representar entrega de trechos aos passageiros.</p>
<p>Os três projetos têm características diferentes. A Celso Garcia envolve requalificação de um eixo existente e reorganização da circulação no Brás. O Itaquera–Líder tem parte em operação e trechos ainda necessários para completar o traçado. O Radial Leste é um BRT, com infraestrutura prevista de estações, embarque em nível e pagamento antecipado.</p>
<h2>Celso Garcia: supervisão abrangerá três trechos e corredor binário no Brás</h2>
<p>A licitação da SPTrans prevê apoio técnico especializado à supervisão das obras entre o Terminal Parque Dom Pedro II e a Avenida Aricanduva.</p>
<p>O objeto inclui os trechos 1, 2 e 3 e o corredor binário entre o Parque Dom Pedro II e o Largo da Concórdia. Nesse segmento, cada sentido será distribuído por uma via:</p>
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<table>
<thead>
<tr>
<th>Sentido</th>
<th>Via prevista</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Centro</td>
<td>Rua do Gasômetro</td>
</tr>
<tr>
<td>Bairro</td>
<td>Avenida Rangel Pestana</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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<p>A entrega dos envelopes e a abertura da proposta técnica estão marcadas para 8 de janeiro de 2027, às 14h, na Rua Boa Vista, 236, 7º andar, no Centro.</p>
<p>O julgamento será por técnica e preço, em disputa presencial fechada, com empreitada por preços unitários.</p>
<p>O apoio à supervisão serve ao acompanhamento técnico da execução, sob responsabilidade da SPTrans. Essa contratação é diferente da empresa ou consórcio encarregado de construir.</p>
<p>O projeto geral prevê recuperação do pavimento, tratamento da faixa de ônibus, calçadas acessíveis, modernização de paradas e sinalização. No Programa de Metas, a referência é de 8,3 quilômetros; o estudo ambiental anteriormente divulgado trabalhou com aproximadamente 8,8 quilômetros. O aviso atual delimita o objeto pelos trechos entre o terminal e a Aricanduva.</p>
<h2>Celso Garcia teve obra paralisada após execução de 24,83% do primeiro trecho</h2>
<p>A requalificação já teve contratação anterior para o primeiro trecho, entre o Parque Dom Pedro II e a Rua Bresser.</p>
<p>Documentação municipal registrou execução de 24,83% e paralisação para adequações relacionadas ao plano de trabalho do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan. A intervenção envolve antigos trilhos de bonde e questões de patrimônio arqueológico.</p>
<p>Em agosto de 2026, a SPTrans retomou uma licitação mais abrangente, incluindo os três trechos. A disputa de supervisão publicada agora acompanha essa reorganização.</p>
<p>A busca por maior velocidade no eixo é anterior às obras atuais. Em 2008, o Expresso Celso Garcia utilizou faixa reversível com cones para serviços expressos e semi-expressos. Em 2018, houve nova configuração de circulação em segmentos da Celso Garcia e da Rangel Pestana.</p>
<p>Esse histórico mostra a diferença entre reorganizar a operação em determinadas condições de trânsito e entregar uma requalificação permanente de toda a infraestrutura.</p>
<h2>Itaquera–Líder: 600 metros fazem a conexão com o Terminal Vila Carrão</h2>
<p>A segunda licitação de apoio à supervisão abrange o trecho IIA do Corredor Itaquera–Líder, de 0,6 quilômetro.</p>
<p>A sessão será em 8 de janeiro de 2027, às 10h, no mesmo endereço. Também terá julgamento por técnica e preço e disputa presencial fechada.</p>
<p>A obra desse segmento foi contratada com o Consórcio Lidera por R$ 19,89 milhões, conforme reportagem do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> de setembro. O prazo contratual é de 15 meses a partir de 21 de setembro de 2026.</p>
<p>O planejamento divide o corredor desta forma:</p>
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<table>
<thead>
<tr>
<th>Parte do projeto</th>
<th>Extensão e referência</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Trechos em operação</td>
<td>6,2 quilômetros</td>
</tr>
<tr>
<td>Trecho IIA</td>
<td>600 metros entre o Terminal Vila Carrão e a Avenida Aricanduva</td>
</tr>
<tr>
<td>Outro trecho pendente</td>
<td>2,5 quilômetros entre as avenidas Líder e Jacu-Pêssego</td>
</tr>
<tr>
<td>Extensão total planejada</td>
<td>9,3 quilômetros</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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</div>
<p>O desenho técnico prevê faixas exclusivas à esquerda, pavimento de concreto e possibilidade de ultrapassagem junto às paradas. Essa configuração permite que um ônibus prossiga enquanto outro realiza embarque e desembarque.</p>
<p>Os 600 metros têm importância pela conexão com o terminal, mas sua contratação não encerra o conjunto de intervenções necessário para completar o corredor.</p>
<h2>BRT Radial Leste: R$ 1 milhão é destinado ao custo do financiamento</h2>
<p>A Secretaria Municipal da Fazenda autorizou empenho de R$ 1 milhão para juros e encargos da operação de crédito do Programa BRT Radial Leste — Trecho I.</p>
<p>O ato está relacionado ao contrato de financiamento CEF nº 0639.294-83/25 e identifica o Banco do Brasil como agente interveniente. As despesas estão divididas em parcelas de R$ 600 mil e R$ 400 mil.</p>
<p>Esse valor pertence ao serviço da dívida. Deve ser separado dos pagamentos por execução física das obras.</p>
<p>O primeiro trecho do BRT tem aproximadamente 9,8 quilômetros entre o Terminal Parque Dom Pedro II e a Rua Professor Miguel Russiano, na região da Estação Penha do Metrô.</p>
<p>A Prefeitura apresenta três segmentos: do terminal à Rua Almirante Brasil; dessa rua à Armando Gardenghi; e daí à Professor Miguel Russiano.</p>
<p>O projeto prevê faixas exclusivas de concreto, ultrapassagem nas paradas, estações com embarque em nível, cobrança antecipada, acessibilidade e melhorias urbanas. A infraestrutura de controle operacional também é necessária ao funcionamento do sistema.</p>
<p>A segunda etapa planejada prolonga o eixo da Penha até a região de Corinthians-Itaquera. Ela constitui outro empreendimento e não está abrangida pela autorização de encargos publicada nesta terça-feira.</p>
<h2>Metas anteriores ficaram pendentes; compromissos atuais têm horizonte até 2028</h2>
<p>O Programa de Metas 2021–2024 incluiu o compromisso de viabilizar 40 quilômetros de novos corredores, além dos BRTs Aricanduva e Radial Leste.</p>
<p>As entregas ficaram abaixo da extensão anunciada. Um dos trechos concluídos foi o de 4,1 quilômetros do Itaquera–Líder, inaugurado em julho de 2024, que se somou a 2,1 quilômetros anteriores.</p>
<p>Parte dos projetos foi incorporada ao ciclo 2025–2028. O planejamento atual prevê concluir o Itaquera–Líder, entregar o primeiro lote da requalificação da Celso Garcia e iniciar os demais, além de colocar em operação o Radial Leste I e iniciar as obras de sua segunda etapa.</p>
<p>Esses compromissos atuais têm prazo até 2028. A cobrança pelas pendências do programa anterior não deve ser confundida com a declaração de descumprimento antecipado de todas as metas do ciclo em andamento.</p>
<p>Para quem depende dos ônibus, o resultado esperado é concreto: viagens mais previsíveis, menos tempo em congestionamentos, paradas acessíveis e melhor integração. Licitações, contratos, supervisão e financiamento são etapas necessárias, mas o benefício se materializa quando a infraestrutura fica pronta e passa a funcionar com a operação planejada.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
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