<?xml version="1.0"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">
<channel>
	<title>Diário do Transporte</title>
	<link>https://diariodotransporte.com.br</link>
	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
  <lastBuildDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</lastBuildDate>
  <atom:link href="https://diariodotransporte.com.br/2025/03/24/brasil-e-japao-fortalecem-agenda-de-biocombustiveis-em-viagem-de-lula-a-toquio/" rel="self" type="application/rss+xml" />
  <item>
    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=494300</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p>A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p>A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p>Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p>Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=358722</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Comissão da Câmara aprova liberação de ônibus fretados em faixas exclusivas por todo o Brasil. Projeto ainda segue em tramitação</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/comissao-da-camara-aprova-liberacao-de-onibus-fretados-em-faixas-exclusivas-por-todo-o-brasil-projeto-ainda-segue-em-tramitacao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/comissao-da-camara-aprova-liberacao-de-onibus-fretados-em-faixas-exclusivas-por-todo-o-brasil-projeto-ainda-segue-em-tramitacao/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 11 May 2026 10:31:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Fretamento]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Pela proposta, municípios devem dar anuência prévia ADAMO BAZANI Ônibus de fretamento contínuo poderiam ser melhor aproveitados para deixar a mobilidade urbana mais eficiente. Estes veículos não são transportes públicos, mas são coletivos. Com isso, podem ajudar a tirar carros nas ruas. Se este tipo de serviço, que é um “sob demanda” bem antes de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="772" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-07.00.41.jpeg?fit=1024%2C772&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-07.00.41.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-07.00.41.jpeg?resize=300%2C226&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-07.00.41.jpeg?resize=1024%2C772&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-07.00.41.jpeg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-07.00.41.jpeg?resize=768%2C579&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-07.00.41.jpeg?resize=1536%2C1159&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-07.00.41.jpeg?resize=400%2C302&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Pela proposta, municípios devem dar anuência prévia</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Ônibus de fretamento contínuo poderiam ser melhor aproveitados para deixar a mobilidade urbana mais eficiente.</p>
<p>Estes veículos não são transportes públicos, mas são coletivos.</p>
<p>Com isso, podem ajudar a tirar carros nas ruas.</p>
<p>Se este tipo de serviço, que é um “sob demanda” bem antes de aplicativos de carros e motos, tivesse mais eficiência, poderia também ter mais atratividade.</p>
<p>Nesta linha, tramita na Câmara dos Deputados, em Brasília, o Projeto de Lei 720/23, que , permite que veículos de transporte privado coletivo, como ônibus de fretamento, usem faixas exclusivas de trânsito, desde que haja autorização do poder público local, ou seja, as prefeituras não seriam obrigadas a liberar em todas as faixas, mas a proposta, regulamentaria a autorização, dando segurança jurídica à medida.</p>
<p>Pelo PL 720/23, só seriam liberados nas faixas os fretados que tenham capacidade mínima de 25 passageiros.</p>
<p>A Comissão de Viação e Transportes já aprovou o texto. Ainda falta a análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se não tiver nenhuma alteração, o texto nem precisa ser analisado por todo o Plenário, por ser de caráter conclusivo,  mas depois terá de ser aprovado  pelo Senado antes de ser promulgado e virar lei.</p>
<p>A lógica é: se táxis, que são transportes individuais, hoje são permitidos em faixas exclusivas de diversas cidades, por que não ônibus fretados.</p>
<p>Em nota para a Agência Câmara, o autor do  projeto, deputado Guilherme Uchoa (PSD-PE) afirmou que a Lei da Mobilidade Urbana já permite que a regulamentação do transporte de cargas e de passageiros priorize os aspectos coletivos em relação aos individuais.</p>
<p><em>“As faixas exclusivas têm sido adotadas em diversas cidades”</em>, disse Guilherme Uchoa. “<em>Não se vislumbram razões para que veículos do transporte privado de passageiros não sejam beneficiados com a autorização sugerida”,</em> continuou.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/comissao-da-camara-aprova-liberacao-de-onibus-fretados-em-faixas-exclusivas-por-todo-o-brasil-projeto-ainda-segue-em-tramitacao/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514850</guid>
  </item>
  <item>
    <title>De olho na demanda entre o Centro-Oeste e RJ, Viação Cometa consegue mercados a partir de Alto Garças e Alta Araguaia (MT) em janela da ANTT</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/de-olho-na-demanda-entre-o-centro-oeste-e-rj-viacao-cometa-consegue-mercados-a-partir-de-alto-garcas-e-alta-araguaia-mt-em-janela-da-antt/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/de-olho-na-demanda-entre-o-centro-oeste-e-rj-viacao-cometa-consegue-mercados-a-partir-de-alto-garcas-e-alta-araguaia-mt-em-janela-da-antt/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 11 May 2026 09:15:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Posicionamento do Grupo JCA é estratégico e inclui expansão para rotas além da atuação inicial, fazendo frente a operações do Grupo Guanabara e Grupo Comporte ADAMO BAZANI Como tem mostrado o Diário do Transporte, por causa dos efeitos da Guerra entre Israel mais Estados Unidos contra o Irã, todo o setor de transportes está sendo [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="782" height="545" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cometa.jpg?fit=782%2C545&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cometa.jpg?w=782&amp;ssl=1 782w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cometa.jpg?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cometa.jpg?resize=150%2C105&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cometa.jpg?resize=768%2C535&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cometa.jpg?resize=400%2C279&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 782px) 100vw, 782px" /> <p><em>Posicionamento do Grupo JCA é estratégico e inclui expansão para rotas além da atuação inicial, fazendo frente a operações do Grupo Guanabara e Grupo Comporte</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>Como tem mostrado o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, por causa dos efeitos da Guerra entre Israel mais Estados Unidos contra o Irã, todo o setor de transportes está sendo prejudicado, em especial o aéreo.</p>
<p>O combustível usado na aviação tem aumentado em taxas bem maiores que o óleo diesel dos ônibus, impactando no preço das passagens aéreas e sendo esperada uma migração para as viagens rodoviárias.</p>
<p>Claro que, na primeira janela de liberação de novos mercados interestaduais de ônibus pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), as viações não consideraram a guerra. Afinal, as solicitações e os planejamentos das malhas são anteriores ao conflito. Mas, a esperada migração de passageiros é um elemento a mais para acirrar algumas disputas.</p>
<p>Como já mostrou também o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, um dos movimentos que mais chamaram a atenção foi a expansão do Grupo JCA para o Centro-Oeste e a empresa eleita para a brigar é a tradicional marca “Viação Cometa” e não é à toa.</p>
<p>Relembre:</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/04/exclusivo-grupo-jca-consegue-em-primeira-janela-da-antt-liberacao-de-260-mercados-e-viacao-cometa-foi-colocada-para-brigar-ate-no-centro-oeste/">https://diariodotransporte.com.br/2026/05/04/exclusivo-grupo-jca-consegue-em-primeira-janela-da-antt-liberacao-de-260-mercados-e-viacao-cometa-foi-colocada-para-brigar-ate-no-centro-oeste/</a></p>
<p>Uma destas cartadas, que tem sido usada pelas empresas nesta janela, é, a partir de cidades que são rotas entre capitais ou centros econômicos, mesmo não sendo necessariamente capitais, encontrar oportunidades para acirrar a briga pelo passageiro em alguns trechos.</p>
<p>No caso da Cometa, entre os exemplos, chama a atenção um desenho que coloca no raio, mesmo que não em ligação direta, as capitais Cuiabá (MT) e Rio de Janeiro (RJ).</p>
<p>E os mercados Alto Araguaia (MT) x Rio de Janeiro (RJ) e Alto Garças (MT) x Rio de Janeiro (RJ), conquistados nesta janela, parecem ter sido estratégicos.</p>
<p>A maior parte dos mercados conquistados pela Viação Cometa é do tipo “monopolista”, ou seja, já tem uma empresa operando. “Mercados Desatendidos” são os “sem oferta nenhuma” até agora.  A maior parte das viações optou pelos desatendidos, mas a Cometa, não. Foi para a briga onde já tem viação rodando.</p>
<p>Neste caso, a ligação a partir de Alto Araguaia e de Alto Garças para a capital fluminense é coberta diretamente por outro conglomerado poderoso do setor de ônibus, o Grupo Guanabara, pela UTIL, de Jacob Barata Filho. Mas, no raio aparecem operações de outros grupos relevantes, como o maior de todos, o Comporte, da família Constantino de Oliveira, do fundador da GOL Linhas Aéreas, “Nenê Constantino”, com uma frota de cerca de 10 mil ônibus rodoviários e urbanos pelo Brasil, além de concessões de trens, VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) e metrôs.</p>
<p>Ainda na rota Centro-Oeste a Rio de Janeiro, aparecem nas liberações da ANTT para a Cometa, Jataí (GO) x Resende (RJ) e Rio de Janeiro (RJ). Passagens por Santa Rita do Araguaia (GO); Mineiros (GO); Rio Verde (GO); entre outros.</p>
<p>Mas por que, entre as empresas do Grupo JCA, como Auto Viação 1001, a quase centenária Autoviação Catarinense, Rápido Ribeirão Preto (que nem foi usada para pedidos), o conglomerado optou pela Cometa?</p>
<p>Talvez seja pela força da marca.</p>
<p>Mesmo, até agora, operando apenas entre Sul e Sudeste majoritariamente, a Cometa tem fama por todo o País, graças a seu fundador, Major Tito Mascioli (o Grupo JCA adquiriu a Cometa em 2001/2002), que tornou a marca conhecida nacionalmente conhecida pela tríade de modelos de ônibus Morubixaba (GMPD 4104 – importado dos EUA) e os sucessores nacionais, mas que tinham o mesmo conceito, Ciferal Dinossauro e CMA Flecha Azul (esta série feita pela própria Cometa).</p>
<p>O movimento, entretanto, contraria a lógica do fundador da Cometa, que pensou nas operações rodoviárias num raio de 600 km.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>GRUPOS TRADICIONAIS X &#8220;START UPS&#8221;</strong></p>
<p>A ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p>Cada &#8220;janela da ANTT&#8221; é uma oportunidade para, de acordo com as atuais regras do setor, que as empresas solicitem autorizações para operar, privilegiando trechos onde não há nenhum tipo de atendimento ainda ou apenas uma companhia atuando.</p>
<p>Já cada mercado corresponde, simplificando a explicação, a um trecho dentro das linhas, que significa o ponto a ponto para embarque ou desembarque desde que entre cidades de estados diferentes para não competir com as linhas intermunicipais. Assim, uma única linha pode ter dezenas de mercados.</p>
<p>Por exemplo, uma linha entre Santo André (SP) e Salvador (BA): se a empresa é autorizada a, dentro desta mesma linha, vender passagens no sentido Bahia entre 1) Santo André (SP) x Campos dos Goytacazes (RJ); 2) Santo André (SP) x Vitória (ES); 3) Santo André (SP) x Teixeira de Freitas (BA), serão quatro mercados nesta linha: as três paradas (Campos dos Goytacazes, Vitória e Teixeira de Freitas) mais o destino (Salvador).</p>
<p>Esta divisão ocorre para ampliar as opções dos passageiros e permitir que as empresas vendam passagens em assentos que forem ir desocupando no meio da viagem.</p>
<p>Com a marca própria Flixbus, a gigante alemã conseguiu 1158 mercados onde não havia oferta até então e 72 mercados onde já há uma oferta, somando 1230 mercados. A FlixBus está no Brasil desde 2021, mas a atuação na Europa começou em 2011 e hoje se tornou gigante, tendo, inclusive frota própria de ônibus e operando até mesmo ferrovias.</p>
<p>A Buser, criada no Brasil em 2017, obteve 27 mercados autorizados, sendo 26 onde não havia atendimento e um para concorrer onde há uma empresa apenas. Mas as liberações não foram para a Buser em si, mas para duas empresas de linhas regulares que comprou, a Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal. Ambas já atuavam no setor dessas linhas. O aplicativo Buser se caracterizou pelo que chama de &#8220;fretamento colaborativo&#8221;, modelo que é alvo de um debate jurídico sobre se é legal ou não no Brasil.</p>
<p><strong>Veja os detalhes:</strong></p>
<p>Em 28 de abril de 2026, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, mostrou que o aplicativo  Buser vai operar 27 mercados.</p>
<p>As operações se darão por meio da compra recente pelo aplicativo das empresas Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal.</p>
<p>Somente em relação aos chamados mercados “desatendidos”, que são ligações para as quais não havia nenhuma oferta, são 26, sendo 18 pela empresa do ABC e oito pela JK.</p>
<p>Barbacena (MG) x Santo André (SP); Campo Belo (MG) x São Bernardo do Campo (SP); Formiga (MG) x São José do Rio Preto (SP); são alguns exemplos pela Santa Maria e; Morrinhos (MG) x Belo Horizonte (MG); Pinhas (PR) x Registro (SP) e Rio de Janeiro (RJ) x Itaquaquecetuba (SP), pela JK, são casos dos mercados antes sem oferta de ligações.</p>
<p>Já entre os mercados que tinham a atuação de uma só empresa, a Buser vai operar, pela Expresso JK, a ligação Contagem (MG) x Três Rios (RJ).</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="NiSptmjtuV"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/">EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/embed/#?secret=Iz9vhzPrRI#?secret=NiSptmjtuV" data-secret="NiSptmjtuV" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>No dia 27 de abril de 2026, Adamo Bazani mostrou que a plataforma internacional Flixbus conseguiu autorizações para operar diretamente linhas de ônibus nestas janelas.</p>
<p>Foram 1158 mercados onde não havia oferta até então, que são chamados pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), de mercados desatendidos, tendo a Flixbus como contemplada 1.: Alagoinhas (BA) x Jaboatão dos Guararapes (PE); Balneário Camboriú (SC) x Umbaúba (SE); Bayeux (PB) x Santo André (SP); Camapuã (MS) x Cascavel (PR) estão entre os exemplos.</p>
<p>A plataforma também vai atender 72 mercados onde já há uma oferta, como Curitiba (PR) x São Vicente.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="j8SyhbLsmc"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/">EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/embed/#?secret=rVO4cc7aw6#?secret=j8SyhbLsmc" data-secret="j8SyhbLsmc" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Os modelos de negócios foram escolhidos de forma diferente.</p>
<p>Enquanto a Flixbus fez as solicitações diretas por sua marca, a Buser foi contemplada por meio das compras de viações de linhas regulares que fez.</p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou em primeira mão, de forma oficial, a aquisição.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Mt20ldDDwZ"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/">Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/embed/#?secret=0xzPMFuofR#?secret=Mt20ldDDwZ" data-secret="Mt20ldDDwZ" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou também que mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela.</p>
<p>Segundo Amobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia), não há evidências ainda de que os benefícios para empresas e para os passageiros serão reais e muitos destes mercados não serão possíveis.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="0pRiDSxpno"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/mesmo-com-participacao-da-buser-e-flixbus-na-primeira-janela-da-antt-associacao-que-reune-aplicativos-ve-resultados-com-cautela/">Mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/mesmo-com-participacao-da-buser-e-flixbus-na-primeira-janela-da-antt-associacao-que-reune-aplicativos-ve-resultados-com-cautela/embed/#?secret=TFk61Fji7y#?secret=0pRiDSxpno" data-secret="0pRiDSxpno" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani, conversou em uma reportagem especial de <strong><em>“pós-divulgação dos resultados dos mercados aprovados”</em></strong> com vários advogados especializados neste setor e em segurança jurídica.</p>
<p>Todos entendem que houve avanços, mas também entendem ser necessária cautela e aliaram riscos jurídicos e operacionais.</p>
<p><strong><em>“Grande parte dos mercados concedidos não vai ser operada, porque muitos destes mercados não são viáveis ou não conseguem compor uma linha rentável na prática. Resumindo: a janela no final pode ser uma grande ilusão” </em></strong>– explicou o advogado especializado em transportes rodoviários, considerado uma das referências no setor, Ilo Löbel da Luz.</p>
<p>Por este motivo, a advogada especializada em direito empresarial, Liana Variani, aponta também que, além da viabilidade econômica toda nova operação precisa ser avaliada pelo ponto de vista de risco jurídico.</p>
<p><strong><em>“Toda regulamentação nova requer uma análise aprofundada por equipes de advogados especializados. Esta avaliação deve considerar as novas regras em si, a tal letra fria, mas as realidades próprias da empresa, levando em conta o contexto operacional, organizacional, concorrencial e até mesmo geográfico de determina operação. Vale a pena, então, entender o texto e o contexto de forma ampla e individualizada ao mesmo tempo”</em></strong> – disse.</p>
<p><strong><em>“Para empresas que nunca operaram no modal rodoviário interestadual — como parece ser o caso de pelo menos parte das contempladas nesta rodada —, a curva de aprendizado regulatório pode ser longa e custosa. Infrações no início da operação, mesmo que involuntárias, geram autuações com penalidades significativas, suspensões e até cassação da autorização”. </em></strong>– detalhou a advogada especializada no setor rodoviário, Rita Januzzi.</p>
<p>Segundo o especialista em direito voltado para a área de transportes, o advogado Lucas Turquino, haverá acirramento concorrencial riscos de litígio.</p>
<p><strong><em>“Um ponto que merece atenção jurídica é o acirramento competitivo que os resultados desta janela revelam — e em alguns casos, explicitamente agravam. Alguns novos vão aparecer outros vão se ampliar”</em></strong> – disse.</p>
<p>A matéria especial você acessa neste link:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="2yRsnBAan2"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/primeira-janela-de-onibus-rodoviarios-da-antt-pode-ser-pura-ilusao-grande-parte-dos-mercados-aprovados-nao-vai-virar-realidade-e-vai-ter-muita-briga-na-justica/">ENTREVISTAS: Primeira janela de ônibus rodoviários da ANTT pode ser “pura ilusão”, grande parte dos mercados aprovados não vai virar realidade e vai ter muita briga na Justiça</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ENTREVISTAS: Primeira janela de ônibus rodoviários da ANTT pode ser “pura ilusão”, grande parte dos mercados aprovados não vai virar realidade e vai ter muita briga na Justiça&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/primeira-janela-de-onibus-rodoviarios-da-antt-pode-ser-pura-ilusao-grande-parte-dos-mercados-aprovados-nao-vai-virar-realidade-e-vai-ter-muita-briga-na-justica/embed/#?secret=XxMdensaSS#?secret=2yRsnBAan2" data-secret="2yRsnBAan2" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>O QUE SÃO JANELAS E QUANTAS SÃO:</strong></p>
<p>As chamadas &#8216;janelas de entrada&#8217; são períodos predefinidos pela agência durante os quais empresas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros podem apresentar requerimentos para obter novas autorizações de linhas ou para a ampliação de serviços já existentes. Fora dessas janelas, o sistema regulatório é, em regra, fechado para novos pedidos.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 24 de abril de 2026, a ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%.</p>
<p>A reportagem completa do editor e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, sobre as janelas, você confere neste link:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="PBMsC8gurn"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/">ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/embed/#?secret=iJntTfqVHX#?secret=PBMsC8gurn" data-secret="PBMsC8gurn" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>TOTAL NO BRASIL</strong></p>
<p>A ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p><strong>O QUE SÃO ESTES MERCADOS?</strong></p>
<p>Cada mercado corresponde, simplificando a explicação, a um trecho dentro das linhas, que significa o ponto a ponto para embarque ou desembarque desde que entre cidades de estados diferentes para não competir com as linhas intermunicipais. Assim, uma única linha pode ter dezenas de mercados.</p>
<p>Por exemplo, uma linha entre Santo André (SP) e Salvador (BA): se a empresa é autorizada a, dentro desta mesma linha, vender passagens no sentido Bahia entre 1) Santo André (SP) x Campos dos Goytacazes (RJ); 2) Santo André (SP) x Vitória (ES); 3) Santo André (SP) x Teixeira de Freitas (BA), serão quatro mercados nesta linha: as três paradas (Campos dos Goytacazes, Vitória e Teixeira de Freitas) mais o destino (Salvador).</p>
<p>Esta divisão ocorre para ampliar as opções dos passageiros e permitir que as empresas vendam passagens em assentos que forem ir desocupando no meio da viagem.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/de-olho-na-demanda-entre-o-centro-oeste-e-rj-viacao-cometa-consegue-mercados-a-partir-de-alto-garcas-e-alta-araguaia-mt-em-janela-da-antt/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514810</guid>
  </item>
  <item>
    <title>ANTT autoriza novos mercados para Gontijo e Penha, do Grupo Comporte, para Diamante e libera operações da Gran Express e Expresso São Luiz</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/antt-autoriza-novos-mercados-para-gontijo-e-penha-do-grupo-comporte-para-diamante-e-libera-operacoes-da-gran-express-e-expresso-sao-luiz/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/antt-autoriza-novos-mercados-para-gontijo-e-penha-do-grupo-comporte-para-diamante-e-libera-operacoes-da-gran-express-e-expresso-sao-luiz/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 11 May 2026 08:50:31 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Decisões da SUPAS publicadas no Diário Oficial envolvem emissão de TAR da Penha entre Campinas e Curitiba, alteração de seção da Gontijo, nova operação sub judice da Gran Express entre Goiânia e Florianópolis e ampliação de mercados da São Luiz entre DF, GO e MT ALEXANDRE PELEGI A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="768" height="1024" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-10-at-20.30.45.jpeg?fit=768%2C1024&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-10-at-20.30.45.jpeg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-10-at-20.30.45.jpeg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-10-at-20.30.45.jpeg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-10-at-20.30.45.jpeg?resize=113%2C150&amp;ssl=1 113w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-10-at-20.30.45.jpeg?resize=1152%2C1536&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-10-at-20.30.45.jpeg?resize=400%2C533&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-10-at-20.30.45.jpeg?resize=150%2C200&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /> 
<p>Decisões da SUPAS publicadas no Diário Oficial envolvem emissão de TAR da Penha entre Campinas e Curitiba, alteração de seção da Gontijo, nova operação sub judice da Gran Express entre Goiânia e Florianópolis e ampliação de mercados da São Luiz entre DF, GO e MT<br /><br />ALEXANDRE PELEGI<br /><br />A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou nesta segunda-feira, 11 de maio de 2026, no Diário Oficial da União, uma série de decisões da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros (SUPAS) envolvendo alterações operacionais, emissão de Termos de Autorização (TAR) e criação de novos mercados para empresas do transporte interestadual de passageiros.<br /><br />As medidas atingem a Expresso Nossa Senhora da Penha, pertencente ao Grupo Comporte, a Empresa Gontijo de Transportes, a Gran Express e a Expresso São Luiz.<br /><br />*Penha, do Grupo Comporte, recebe TAR para linha Campinas–Curitiba*<br /><br />Por meio da Decisão SUPAS nº 792, de 5 de maio de 2026, a ANTT emitiu o Termo de Autorização (TAR) nº SPPR0188072 para a Expresso Nossa Senhora da Penha, empresa do Grupo Comporte.<br /><br />A autorização contempla a operação da linha Campinas/SP – Curitiba/PR, sob o regime de autorização previsto na Resolução ANTT nº 6.033/2023.<br /><br />Além da ligação principal entre Campinas e Curitiba, o TAR inclui as seguintes seções:<br /><br />* Curitiba/PR – Jundiaí/SP<br />* Curitiba/PR – São Paulo/SP<br />* Curitiba/PR – Embu das Artes/SP<br /><br />A SUPAS determinou que a operação deverá ser iniciada em até 30 dias, contados do início da vigência do TAR, admitindo-se uma única prorrogação por igual período, desde que justificada.<br /><br />A decisão ainda reforça que a empresa não poderá operar seções em municípios distintos daqueles expressamente constantes no TAR autorizado.<br /><br />*Gontijo suprime seção entre Poções e São Paulo*<br /><br />Já a Decisão SUPAS nº 791, também de 5 de maio de 2026, autorizou a Empresa Gontijo de Transportes a modificar o TAR nº RNSP0015138 da linha Mossoró/RN – São Paulo/SP.<br /><br />A alteração envolve a supressão da seção:<br /><br />* Poções/BA – São Paulo/SP<br /><br />Segundo a ANTT, a empresa deverá cumprir todas as garantias relacionadas aos passageiros que tenham adquirido bilhetes para viagens posteriores ao encerramento da operação do trecho, conforme determina a Seção V do Capítulo VI da Resolução ANTT nº 6.033/2023.<br /><br />Após a alteração, a linha permanece atendendo diversos mercados entre Nordeste e Sudeste, incluindo cidades como Mossoró, Petrolina, Salgueiro, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Belo Horizonte, Governador Valadares e São Paulo.<br /><br />*Gran Express obtém autorização sub judice entre Goiânia e Florianópolis*<br /><br />A Decisão SUPAS nº 783, de 4 de maio de 2026, deferiu pedido da Expresso Diamante Log, conhecida comercialmente como Gran Express, para operar a linha Goiânia/GO – Florianópolis/SC, na condição sub judice.<br /><br />A empresa foi fundada em 17 de setembro de 2015 e está sediada em Goiânia.<br /><br />A autorização decorre de decisão judicial proferida no Mandado de Segurança nº 1000908-49.2026.4.01.3400.<br /><br />O ato contempla 96 seções operacionais ligando cidades de Goiás, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e São Paulo.<br /><br />Entre os mercados autorizados estão:<br /><br />* Goiânia/GO – São Paulo/SP<br />* Goiânia/GO – Curitiba/PR<br />* Goiânia/GO – Florianópolis/SC<br />* Goiânia/GO – Balneário Camboriú/SC<br />* Goiânia/GO – Campinas/SP<br />* Caldas Novas/GO – São Paulo/SP<br />* Uberlândia/MG – Curitiba/PR<br />* Uberlândia/MG – Florianópolis/SC<br />* Uberaba/MG – Balneário Camboriú/SC<br />* Curitiba/PR – São Paulo/SP<br />* Florianópolis/SC – Campinas/SP<br />* Joinville/SC – São Paulo/SP<br />* São José dos Pinhais/PR – Ribeirão Preto/SP<br /><br />A decisão ressalta que a autorização permanece condicionada ao desfecho definitivo do processo judicial.</p>
<p class="dou-paragraph">Art. 1º Deferir o pedido da EXPRESSO DIAMANTE LOG LTDA., CNPJ nº (23.302.515/0001-41), para autorizar a operação da linha GOIÂNIA/GO-FLORIANÓPOLIS/SC, com as seções indicadas no anexo da Decisão, na condição sub judice.</p>
<p class="dou-paragraph">Art. 2º Esta Decisão entra em vigor na data de sua publicação.</p>
<p class="assina">JULIANO DE BARROS SAMÔR</p>
<p class="anexo">ANEXO</p>
<p class="dou-paragraph"> </p>
<p class="dou-paragraph"> </p>
<table class="dou-table">
<tbody>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph"><strong class="dou-strong">Ref.</strong></p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph"><strong class="dou-strong">Seções</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">1</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">BALNEARIO CAMBORIU/SC-AMERICANA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">2</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">BALNEARIO CAMBORIU/SC-CAMPINAS/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">3</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">BALNEARIO CAMBORIU/SC-LIMEIRA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">4</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">BALNEARIO CAMBORIU/SC-OSASCO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">5</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">BALNEARIO CAMBORIU/SC-REGISTRO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">6</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">BALNEARIO CAMBORIU/SC-RIBEIRAO PRETO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">7</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">BALNEARIO CAMBORIU/SC-SAO PAULO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">8</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-CAMPINAS/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">9</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-OSASCO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">10</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-RIBEIRAO PRETO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">11</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-SAO PAULO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">12</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-UBERABA/MG</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">13</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-UBERLANDIA/MG</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">14</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CURITIBA/PR-AMERICANA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">15</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CURITIBA/PR-BALNEARIO CAMBORIU/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">16</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CURITIBA/PR-CAMPINAS/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">17</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CURITIBA/PR-FLORIANOPOLIS/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">18</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CURITIBA/PR-JOINVILLE/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">19</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CURITIBA/PR-LIMEIRA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">20</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CURITIBA/PR-REGISTRO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">21</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CURITIBA/PR-RIBEIRAO PRETO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">22</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CURITIBA/PR-SAO PAULO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">23</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">FLORIANOPOLIS/SC-AMERICANA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">24</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">FLORIANOPOLIS/SC-CAMPINAS/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">25</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">FLORIANOPOLIS/SC-REGISTRO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">26</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">FLORIANOPOLIS/SC-RIBEIRAO PRETO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">27</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">FLORIANOPOLIS/SC-SAO PAULO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">28</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-AMERICANA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">29</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-BALNEARIO CAMBORIU/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">30</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-CAMPINAS/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">31</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-CURITIBA/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">32</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-FLORIANOPOLIS/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">33</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-JOINVILLE/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">34</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-JUNDIAI/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">35</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-LIMEIRA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">36</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-REGISTRO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">37</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-RIBEIRAO PRETO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">38</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-SAO PAULO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">39</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-UBERABA/MG</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">40</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-UBERLANDIA/MG</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">41</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">JOINVILLE/SC-AMERICANA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">42</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">JOINVILLE/SC-CAMPINAS/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">43</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">JOINVILLE/SC-OSASCO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">44</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">JOINVILLE/SC-REGISTRO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">45</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">JOINVILLE/SC-RIBEIRAO PRETO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">46</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">JOINVILLE/SC-SAO PAULO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">47</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">SAO JOSE DOS PINHAIS/PR-SAO PAULO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">48</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERABA/MG-AMERICANA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">49</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERABA/MG-BALNEARIO CAMBORIU/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">50</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERABA/MG-CAMPINAS/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">51</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERABA/MG-CURITIBA/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">52</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERABA/MG-JUNDIAI/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">53</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERABA/MG-LIMEIRA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">54</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERABA/MG-OSASCO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">55</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERABA/MG-REGISTRO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">56</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERABA/MG-RIBEIRAO PRETO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">57</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERABA/MG-SAO PAULO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">58</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERLANDIA/MG-AMERICANA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">59</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERLANDIA/MG-BALNEARIO CAMBORIU/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">60</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERLANDIA/MG-CAMPINAS/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">61</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERLANDIA/MG-CURITIBA/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">62</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERLANDIA/MG-FLORIANOPOLIS/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">63</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERLANDIA/MG-JOINVILLE/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">64</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERLANDIA/MG-JUNDIAI/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">65</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERLANDIA/MG-LIMEIRA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">66</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERLANDIA/MG-OSASCO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">67</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERLANDIA/MG-REGISTRO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">68</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERLANDIA/MG-RIBEIRAO PRETO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">69</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERLANDIA/MG-SAO PAULO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">70</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-AMERICANA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">71</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-BALNEARIO CAMBORIU/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">72</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-CURITIBA/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">73</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-FLORIANOPOLIS/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">74</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-JOINVILLE/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">75</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-JUNDIAI/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">76</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-LIMEIRA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">77</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-REGISTRO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">78</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CALDAS NOVAS/GO-SAO JOSE DOS PINHAIS/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">79</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">CURITIBA/PR-OSASCO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">80</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">FLORIANOPOLIS/SC-LIMEIRA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">81</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">FLORIANOPOLIS/SC-OSASCO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">82</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-OSASCO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">83</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">GOIANIA/GO-SAO JOSE DOS PINHAIS/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">84</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">JOINVILLE/SC-LIMEIRA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">85</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">SAO JOSE DOS PINHAIS/PR-AMERICANA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">86</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">SAO JOSE DOS PINHAIS/PR-BALNEARIO CAMBORIU/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">87</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">SAO JOSE DOS PINHAIS/PR-CAMPINAS/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">88</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">SAO JOSE DOS PINHAIS/PR-JOINVILLE/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">89</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">SAO JOSE DOS PINHAIS/PR-LIMEIRA/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">90</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">SAO JOSE DOS PINHAIS/PR-OSASCO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">91</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">SAO JOSE DOS PINHAIS/PR-REGISTRO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">92</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">SAO JOSE DOS PINHAIS/PR-RIBEIRAO PRETO/SP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">93</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERABA/MG-FLORIANOPOLIS/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">94</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERABA/MG-JOINVILLE/SC</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">95</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERABA/MG-SAO JOSE DOS PINHAIS/PR</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">96</p>
</td>
<td colspan="1" rowspan="1">
<p class="dou-paragraph">UBERLANDIA/MG-SAO JOSE DOS PINHAIS/PR</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><br /><br />*Expresso São Luiz amplia mercados na Brasília–Cuiabá*<br /><br />A ANTT também publicou a Decisão SUPAS nº 790, de 5 de maio de 2026, autorizando a Expresso São Luiz a modificar o TAR nº DFMT0045014 da linha Brasília/DF – Cuiabá/MT.<br /><br />A alteração envolve a implantação de duas novas seções:<br /><br />* Anápolis/GO – Alto Araguaia/MT<br />* Santa Rita do Araguaia/GO – Alto Garças/MT<br /><br />De acordo com a decisão, a inclusão de novas seções intermediárias implica no reinício da contagem do período mínimo de atendimento da linha.<br /><br />O mercado autorizado da empresa inclui ligações entre Brasília, Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Mineiros, Jataí, Alto Araguaia, Alto Garças, Rondonópolis, Jaciara e Cuiabá.<br /><br />As decisões foram assinadas pelo superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros da ANTT, Juliano de Barros Samôr.<br /><br />Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/antt-autoriza-novos-mercados-para-gontijo-e-penha-do-grupo-comporte-para-diamante-e-libera-operacoes-da-gran-express-e-expresso-sao-luiz/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514820</guid>
  </item>
  <item>
    <title>EXCLUSIVO: Desistência de monotrilho no ABC deixa de ser risco fiscal para Orçamento de São Paulo, mas concessões de trilhos, inflação e reforma tributária permanecem &#8211; COM DOCUMENTOS</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/exclusivo-desistencia-de-monotrilho-no-abc-deixa-de-ser-risco-fiscal-para-orcamento-de-sao-paulo-mas-concessoes-de-trilhos-inflacao-e-reforma-tributaria-permanecem-com-documentos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/exclusivo-desistencia-de-monotrilho-no-abc-deixa-de-ser-risco-fiscal-para-orcamento-de-sao-paulo-mas-concessoes-de-trilhos-inflacao-e-reforma-tributaria-permanecem-com-documentos/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 11 May 2026 08:30:33 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Gestão Tarcísio de Freitas não descarta frustração de arrecadação geral, teme impactos da inflação e admite que pode haver mais reequilíbrios em favor das concessionárias ADAMO BAZANI Colaborou Yuri Sena A gestão do Governador Tarcísio de Freitas teme possíveis impactos para o Orçamento de 2027 gerados por um pico inflacionário, as elevadas taxas de juros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="750" height="500" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/monotrilho-vem-abc-e1532457565222.jpg?fit=750%2C500&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/monotrilho-vem-abc-e1532457565222.jpg?w=750&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/monotrilho-vem-abc-e1532457565222.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/monotrilho-vem-abc-e1532457565222.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/monotrilho-vem-abc-e1532457565222.jpg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /> <p><em>Gestão Tarcísio de Freitas não descarta frustração de arrecadação geral, teme impactos da inflação e admite que pode haver mais reequilíbrios em favor das concessionárias</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Yuri Sena</em></strong></p>
<p>A gestão do Governador Tarcísio de Freitas teme possíveis impactos para o Orçamento de 2027 gerados por um pico inflacionário, as elevadas taxas de juros e os efeitos iniciais da Reforma Tributária.</p>
<p>Além disso, o governo faz ressalvas quanto a concessões, em especial de trilhos, e aponta itens que podem gerar reequilíbrios econômicos em favor das empresas privadas em empreendimentos como linha 4-Amarela de metrô, linha 6-Laranja de metrô, linha 7-Rubi e TIC (Trem Intercidades) São Paulo (SP) x Campinas (SP) e as linhas de trens metropolitanos 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.</p>
<p>Por outro lado, a desistência do Estado por um monotrilho entre o ABC Paulista e a capital (linha 18-Bronze), que foi substituído pelo BRT-ABC (sistema de corredores de ônibus rápidos) deixou de figurar como risco fiscal.</p>
<p>É o que consta no projeto de lei que estabelece as diretrizes orçamentárias para 2027. Trata-se do Projeto de 407/2026 enviado a Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). A receita fiscal primária está estimada em R$ 371,4 bilhões. Já as despesas estão previstas em R$ 365,9 bilhões. Em linhas gerais, a proposta define metas e prioridades da Administração Pública estadual e, se aprovada pela Assembleia, servirá de base para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), que detalha o Orçamento do Estado para o ano seguinte.</p>
<p>Sobre a linha 18-Bronze, a troca pelo BRT deixou de ser risco após acordo de indenização de R$ 335,5 milhões com a Concessionária do Monotrilho Linha 18-Bronze S/A (Vem ABC) firmado no ano passado.</p>
<p>Para o Governo do Estado, houve vantagem aos cofres públicos, uma vez que o risco fiscal pela desistência chegou a ser de R$ 1 bilhão.</p>
<p>Além disso, ao trocar a linha 18-Bronze de monotrilho pelo BRT-ABC foram poupados, em valores corrigidos, mais de R$ 3,2 bilhões da arrecadação. Isso porque, o custo total de implantação do sistema atualmente seria de R$ 7,2 bilhões e os R$ 3,2 bilhões seriam a parcela do Estado. Deste valor, somente em desapropriações seria mais de R$ 1 bilhão em pagamentos de indenização que pesariam os cofres públicos.</p>
<p>O BRT-ABC deve custar R$ 1,2 bilhão e será custeado integralmente pela concessionária privada.</p>
<p>Já em relação a outras concessões de trilhos, os riscos estão nas previsões de contratos que gerariam necessidade de reequilibrar a remuneração das empresas.</p>
<p>No caso da linha 4-Amarela, por exemplo, queda de demanda de passageiros, investimentos extras e até mesmo os impactos da reforma tributária são classificados como riscos.</p>
<p><strong><em>No contexto da prestação dos serviços da concessão patrocinada da Linha 4 – Amarela do Metrô, o contrato prevê duas situações com potencial de impactar o equilíbrio econômico-financeiro do projeto, podendo resultar em desembolsos extraordinários pelo GESP: (i) risco de alteração tributária (até o momento não materializado); e (ii) risco de demanda.</em></strong></p>
<p>No caso da linha 6-Laranja, as apurações sobre o acidente com o afundamento da pista na Marginal Tietê por causa do rompimento da galeria de esgoto em 2022 afetando as obras e a tuneladora (tatuzão) constam na parte dos riscos fiscais, além da ampliação do projeto com mais estações.</p>
<p><strong><em>Em fevereiro de 2022, ocorreu um acidente nas obras, com o desabamento de parte da pista da Marginal Tietê, nas proximidades da Ponte da Freguesia do Ó. Até o final de 2022, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) analisou as causas do evento e seus potenciais impactos regulatórios no contrato. A partir de 2023, a Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI) passou a exercer a função de Poder Concedente, dando continuidade à análise de eventuais desembolsos a título de ressarcimento. Por fim, os Termos Aditivos nº 3/2025 e nº 4/2025 trataram, principalmente, dos estudos de viabilidade e da incorporação de investimentos adicionais relativos à Fase I, com vistas à sua compatibilização com a futura Fase II e à viabilização da expansão da Linha 6. Tais instrumentos também abordaram a expansão do trecho norte (Fase III) e do Tramo Sudeste, os procedimentos de desapropriação, as providências para obtenção de licença ambiental e a execução de obras relacionadas ao sacolão provisório e definitivo. Ademais, disciplinaram a recomposição do equilíbrio econômico-financeiro do contrato em decorrência das alterações promovidas, observando-se o cenário mais vantajoso ao interesse público e a mitigação dos impactos orçamentários</em></strong></p>
<p>No caso do TIC (Trem Intercidades) São Paulo x Campinas, que engloba a linha 7-Rubi, são mencionados os aportes do Governo do Estado nos sete primeiros anos de concessão, que é de 30 anos no total até pagamentos de trabalhos específicos para a MRS Logística em obras e intervenções na malha de transportes de cargas onde opera.</p>
<p><strong><em>A estimativa de impacto orçamentário-financeiro ao longo da vigência da PPP do TIC Eixo Norte considerou a realização de aportes de recursos públicos nos primeiros sete anos de execução das obras, com o objetivo de reduzir os desembolsos anuais associados à contraprestação pecuniária fixa ao longo dos 30 anos de concessão patrocinada. O cronograma de desembolsos também contempla Aporte Condicional, referente às intervenções a serem realizadas pela MRS Logística S.A. no sistema de carga. Embora tais investimentos integrem o escopo do projeto, sua responsabilidade é do Poder Concedente, por estarem diretamente relacionados à infraestrutura da concessão. Por essa razão, foram considerados como despesas do projeto, com previsão de posterior ressarcimento pela operadora de carga.</em></strong></p>
<p>A concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade está entre as que possuem a maior descrição no anexo dos riscos fiscais.</p>
<p>O governo prevê dinheiro do Estado para investimentos no início da concessão e contraprestações financeiras à concessionária.</p>
<p>Até mesmo um sistema que garante cobertura de recursos e compensações por causa de queda ou arrecadação insuficiente pela bilhetagem estão no contrato.</p>
<p><strong><em>A modelagem econômico-financeira consolidada do Lote Alto Tietê apresenta riscos fiscais associados especialmente em razão da combinação entre aportes públicos durante a fase de investimentos e pagamentos contínuos de contraprestação ao longo do contrato. No que se refere aos aportes públicos, observa-se que os desembolsos estão condicionados ao avanço físico-financeiro das obras, o que constitui um mecanismo importante de mitigação de riscos. Ainda assim, há potencial de pressão sobre o orçamento público no curto e médio prazo, sobretudo em cenários de concentração de investimentos ou de eventuais atrasos no cronograma, que podem ensejar reprogramações financeiras ou pleitos de reequilíbrio econômico-financeiro por parte da concessionária. Em relação à contraprestação pecuniária, os pagamentos contínuos ao longo do contrato configuram uma obrigação fiscal de longo prazo, sujeita a riscos como elevação dos custos operacionais e a necessidade de manutenção dos desembolsos independentemente do cenário econômico. Como atenuante, o modelo prevê aumento gradual das contraprestações conforme os investimentos e a capacidade operacional evoluem, com estabilização a partir do 9º ano, contribuindo para mitigar o impacto fiscal ao longo do tempo. Adicionalmente, há risco associado à arrecadação tarifária, uma vez que parte dos recursos projetados decorre da receita da “Clearing” do sistema de bilhetagem da Região Metropolitana de São Paulo. Eventuais frustrações de demanda, alterações na política tarifária ou mudanças no padrão de mobilidade urbana podem reduzir a arrecadação prevista, elevando a necessidade de complementação de recursos pelo Poder Concedente.</em></strong></p>
<p>Quanto à macroeconomia, o Governo do Estado não descarta uma frustração de arrecadação e teme o cenário dos juros altos, da inflação e da transição das regras tributárias nacionais.</p>
<ol>
<li><strong> Frustração de Arrecadação</strong></li>
</ol>
<p>A possibilidade de frustração de arrecadação decorre, principalmente, dos riscos macroeconômicos descritos na</p>
<p>Seção II. Um crescimento do PIB abaixo do projetado, uma desaceleração do consumo mais intensa do que oesperado ou uma queda nos preços dos produtos exportados pelo Estado poderiam resultar em arrecadação de</p>
<p>ICMS e IPVA aquém do previsto na LDO 2027.</p>
<p>Adicionalmente, a transição do sistema tributário em curso (reforma tributária) pode gerar incertezas sobre o</p>
<p>comportamento dos contribuintes e a base de arrecadação durante o período de implementação do IBS e da CBS.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Discrepância de Projeções Macroeconômicas</strong></li>
</ol>
<p>Conforme detalhado no Quadro 1, variações desfavoráveis nas projeções de PIB, inflação, taxa de juros Selic e taxa</p>
<p>de câmbio em relação às hipóteses utilizadas na elaboração da LOA 2025 podem resultar em:</p>
<p>(a) Redução da arrecadação de ICMS e IPVA, pela queda da atividade econômica e do consumo;</p>
<p>(b) Aumento do serviço da dívida pública estadual com a União, sensível à variação do índice de preços IPCA;</p>
<p>(c) Pressão sobre despesas com pessoal e benefícios previdenciários, em caso de inflação superior à projetada.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Outros Riscos Fiscais – Reforma Tributária</strong></li>
</ol>
<p>A Emenda Constitucional nº 132/2023 inaugurou ampla reforma na tributação do consumo no Brasil. O período de</p>
<p>transição, previsto para se estender de 2026 a 2032, introduz riscos inerentes ao seu ineditismo e consequente</p>
<p>dificuldade de antecipação racional, em equilíbrio geral, de seus inúmeros possíveis efeitos dinâmicos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514693" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-12-13.jpg?resize=818%2C632&#038;ssl=1" alt="" width="818" height="632" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-12-13.jpg?w=818&amp;ssl=1 818w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-12-13.jpg?resize=300%2C232&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-12-13.jpg?resize=150%2C116&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-12-13.jpg?resize=768%2C593&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-12-13.jpg?resize=400%2C309&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 818px) 100vw, 818px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514692" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/TIC.jpg?resize=828%2C440&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="440" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/TIC.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/TIC.jpg?resize=300%2C159&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/TIC.jpg?resize=150%2C80&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/TIC.jpg?resize=768%2C408&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/TIC.jpg?resize=400%2C213&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514690" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6-1.jpg?resize=705%2C715&#038;ssl=1" alt="" width="705" height="715" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6-1.jpg?w=705&amp;ssl=1 705w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6-1.jpg?resize=296%2C300&amp;ssl=1 296w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6-1.jpg?resize=148%2C150&amp;ssl=1 148w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6-1.jpg?resize=400%2C406&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6-1.jpg?resize=150%2C152&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 705px) 100vw, 705px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514689" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.jpg?resize=828%2C529&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="529" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.jpg?resize=300%2C192&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.jpg?resize=150%2C96&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.jpg?resize=768%2C491&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.jpg?resize=400%2C256&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514687" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/e7958e60-175a-417d-a500-8d7a6fc90055.jpg?resize=828%2C412&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="412" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/e7958e60-175a-417d-a500-8d7a6fc90055.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/e7958e60-175a-417d-a500-8d7a6fc90055.jpg?resize=300%2C149&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/e7958e60-175a-417d-a500-8d7a6fc90055.jpg?resize=150%2C75&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/e7958e60-175a-417d-a500-8d7a6fc90055.jpg?resize=768%2C382&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/e7958e60-175a-417d-a500-8d7a6fc90055.jpg?resize=400%2C199&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514684" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8dba5fa2-3eea-4a27-9321-026240831838.jpg?resize=828%2C532&#038;ssl=1" alt="" width="828" height="532" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8dba5fa2-3eea-4a27-9321-026240831838.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8dba5fa2-3eea-4a27-9321-026240831838.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8dba5fa2-3eea-4a27-9321-026240831838.jpg?resize=150%2C96&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8dba5fa2-3eea-4a27-9321-026240831838.jpg?resize=768%2C493&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8dba5fa2-3eea-4a27-9321-026240831838.jpg?resize=400%2C257&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>2</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/exclusivo-desistencia-de-monotrilho-no-abc-deixa-de-ser-risco-fiscal-para-orcamento-de-sao-paulo-mas-concessoes-de-trilhos-inflacao-e-reforma-tributaria-permanecem-com-documentos/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514696</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Higer inicia vendas de nova série de ônibus monoblocos a diesel na Europa. Brasil terá monoblocos rodoviários de alto padrão, mas elétricos &#8211; VEJA MAIS FOTOS</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/higer-inicia-vendas-de-nova-serie-de-onibus-monoblocos-a-diesel-na-europa-brasil-tera-monoblocos-rodoviarios-de-alto-padrao-mas-eletricos-veja-mais-fotos/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/higer-inicia-vendas-de-nova-serie-de-onibus-monoblocos-a-diesel-na-europa-brasil-tera-monoblocos-rodoviarios-de-alto-padrao-mas-eletricos-veja-mais-fotos/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 11 May 2026 08:21:16 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Série V14 também pode ter configurações elétricos e GNV/biometano. Para a América Latina, hidrogênio também está nos planos ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari A fabricante chinesa HigerBus quer ampliar sua participação nos segmentos de ônibus rodoviários, intermunicipais e de fretamento na Europa com propulsão a diesel. Um dos trunfos para isso é a nova Série [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.png?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Série V14 também pode ter configurações elétricos e GNV/biometano. Para a América Latina, hidrogênio também está nos planos</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><strong><em>Colaborou Arthur Ferrari</em></strong></p>
<p>A fabricante chinesa HigerBus quer ampliar sua participação nos segmentos de ônibus rodoviários, intermunicipais e de fretamento na Europa com propulsão a diesel.</p>
<p>Um dos trunfos para isso é a nova Série V14, um monobloco que pode medir entre 9 m e 14 metros de comprimento. Chamado comercialmente de V-14 Touring Plus o ônibus na versão a diesel padrão Euro 6 de restrições de emissões de poluentes, tem motor Cummins X12EVIE490, que rende 490 cavalos, (365 kW) a um torque máximo de 1696 lb-ft (aprox. 2.300 Nm), de 11,8 Litros (6 cilindros em linha).</p>
<p>A fabricante informou, em primeira-mão, neste domingo, 10 de maio de 2026, ao criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, na imprensa especializada brasileira, que já iniciou as vendas dos modelos da série na Europa. A apresentação foi em dezembro de 2025.</p>
<p>A Série V14 promete “incomodar” fabricantes europeus no “quintal” de casa, com os trunfos da sofisticação para os padrões operacionais locais, conforto, design, acabamento e qualidade a um bom preço</p>
<p><strong><em>“O interior espaçoso e sofisticado, os recursos avançados de segurança e o eficiente acesso por múltiplas portas no modelo de turismo garantem o conforto dos passageiros e a excelência operacional, tornando a Série V14 a escolha ideal para operadores que buscam confiabilidade, conforto e versatilidade em todas as viagens”</em></strong> – diz a Higer, por meio de nota ao <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>.</p>
<p>A Série V14 também pode ter configurações elétricos e GNV/biometano.</p>
<p>Para o Brasil, foco da marca é eletromobilidade e hidrogênio, contando com a Série V, com os modelos monoblocos rodoviários.</p>
<p>De acordo com o diretor da Higer na Amércia Latina, Marcelo Barella, a Adamo Bazani, no Brasil, a marca terá a série V teremos 9, 10,5 e 12 metros, mas elétricos com baterias. A propulsão a partir de eletricidade obtida do hidrogênio está nos planos.</p>
<p>Os monoblocos para o Brasil terão diferentes configurações, desde as mais robustas para fretamento contínuo e seletivos metropolitanos até as mais sofisticadas para linhas rodoviárias regulares ou fretamento de receptivo e turismo.</p>
<p>A empresa acredita que a eletromobilidade fará diferença positiva em alguns segmentos de fretamento. Pelo fato de os ônibus terem menos vibrações e ruído quase zero, além de não emitirem poluição nas operações, os fretados elétricos podem atrair públicos diferenciados e serem aplicados em rotas específicas, como zonas industrias, hospitalares e até áreas de preservação ambiental, onde veículos com emissões e ruídos hoje sofrem maiores restrições.</p>
<p>Segundo a Higer, o design do modelo facilita a manutenção, com parede frontal que pode ser aberta, painéis centrais acessíveis e componentes compartilhados entre os modelos, simplifica a manutenção e reduz o tempo de inatividade.</p>
<p>Nos projetos para o Brasil, o intuito é manter o padrão de monoblocos, com as mesmas soluções globais de resistência e flexibilidade, mas com configurações ajustadas ao padrão operacional brasileiro. Não há planos neste momento de propulsão a desel no mercado brasileiro.</p>
<p><strong>DIESEL:</strong></p>
<p>No caso do “Higer Europeu”, o motor diesel Cummins X12EVIE490 de 6 cilindros foi ajustado para ter alto desempenho, objetivo de oferecer potência confiável para viagens de longa distância.</p>
<p>Outra promessa vem da escolha pela transmissão automática ZF ZF6AP2320C com retardador hidráulico para oferecer condução suave, reduzir o desgaste e melhorar a eficiência de combustível.</p>
<p>Antes de lançar o modelo, a Higer diz ter submetido ônibus a testes rigorosos e em condições extremas — incluindo altas temperaturas, climas frios e ambientes de planalto.</p>
<p>Segundo a fabricante, o resultado foi “desempenho confiável para operações exigentes com motores a diesel”.</p>
<p>Na nota, a Higer informa as principais características do modelo que pode ter, em sua versão de 14 metros e três eixos, capacidade para 61 pessoas, dependendo da configuração, mas aceitando também desenhos internos com maior espaçamento entre poltronas e reclinação mais elevada.</p>
<p><strong>V-14 &#8211; ESPECIFICAÇÕES TOURING PLUS 59 + 1 + 1 LUGARES</strong></p>
<ul>
<li>Comprimento: 14000 mm</li>
<li>Largura: 2550 mm</li>
<li>Altura: 3850 mm</li>
<li>Motor: Cummins X12EVIE490 de 6 cilindros – euro6</li>
<li>Caixa de câmbio: ZF ZF6AP2320C com retardador hidráulico integrado</li>
<li>Eixo 1: ZF</li>
<li>Eixo 2/eixo de tração: ZF</li>
<li>Eixo 3/eixo auxiliar: ZF</li>
<li>Direção: Direção elétrica Bosch 8098</li>
<li>Freios: Freios a disco dianteiros e traseiros, Wabco EBS e ESC</li>
<li>Sistema de nivelamento da suspensão: Suspensão a ar dianteira e traseira Wabco</li>
</ul>
<p>ECASII</p>
<ul>
<li>Pneus: Michelin 295/80R22.5</li>
<li>Rodas: Rodas de liga leve</li>
<li>Estrutura da carroceria: Carroceria monobloco completa</li>
<li>Painéis laterais: Painéis laterais galvanizados</li>
<li>Portas do compartimento de bagagem com acionamento elétrico no lado do passageiro</li>
</ul>
<p>e lado direito do veículo</p>
<ul>
<li>Assentos: 59 assentos Vega 440 mais guia</li>
<li>Assento do motorista: Assento do motorista com suspensão a ar ISRI com botão de</li>
</ul>
<p>ajuste do lado direito e apoios de braço duplos</p>
<ul>
<li>Banheiro instalado no salão do veículo</li>
<li>Cozinha compacta instalada no salão do veículo</li>
<li>Sistema de espelho com câmera de vídeo</li>
<li>Painel de instrumentos: Instrumentos Actia 2.0</li>
<li>Instalação elétrica: Sistema CAN-Bus</li>
<li>Tacógrafo: VDO 4.1A</li>
<li>Área do passageiro: Ar-condicionado completo Spheros com função de resfriamento e</li>
</ul>
<p>aquecimento</p>
<ul>
<li>Sistema de entretenimento: Veículo preparado para Wi-Fi com carregadores USB tipo C</li>
<li>Veículo preparado para sistema de informações da próxima parada com sistema de</li>
</ul>
<p>indução magnética para deficientes auditivos</p>
<ul>
<li>Câmera Sistema de vigilância: Câmera de ré e sistema de videovigilância</li>
<li>Sistema de áudio: Bosch</li>
<li>Elevador para cadeira de rodas: Veículo preparado para elevador de cadeira de rodas</li>
</ul>
<p>PLS</p>
<ul>
<li>Painéis de destino em LED: Veículo preparado para painéis de destino em LED Hanover</li>
</ul>
<p>VEJA MAIS FOTOS:</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514803" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-4.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-4.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-4.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-4.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-4.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1-4.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514802" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-4.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-4.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-4.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-4.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-4.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2-4.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514801" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-3.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-3.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-3.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-3.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-3.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3-3.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514800" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-2.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-2.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-2.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-2.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-2.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/4-2.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514799" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/5-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/5-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/5-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/5-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/5-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/5-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514798" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/6-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514797" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/7-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/7-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/7-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/7-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/7-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/7-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514796" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514795" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/9-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/9-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/9-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/9-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/9-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/9-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514794" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/10-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/10-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/10-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/10-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/10-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/10-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514793" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514792" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514791" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/13-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/13-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/13-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/13-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/13-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/13-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514790" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/14-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/14-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/14-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/14-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/14-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/14-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514789" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/15-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/15-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/15-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/15-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/15-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/15-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514788" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/16-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/16-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/16-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/16-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/16-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/16-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514787" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/17-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/17-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/17-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/17-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/17-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/17-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514786" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/18-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/18-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/18-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/18-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/18-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/18-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514785" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/19-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/19-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/19-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/19-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/19-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/19-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514784" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514783" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/21-1.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/21-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/21-1.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/21-1.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/21-1.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/21-1.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514782" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/22.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/22.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/22.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/22.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/22.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/22.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514781" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/23.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/23.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/23.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/23.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/23.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/23.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-514780" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/24.png?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/24.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/24.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/24.png?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/24.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/24.png?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/higer-inicia-vendas-de-nova-serie-de-onibus-monoblocos-a-diesel-na-europa-brasil-tera-monoblocos-rodoviarios-de-alto-padrao-mas-eletricos-veja-mais-fotos/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514804</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Ouro e Prata consegue autorização para operar mais 1222 mercados em linhas rodoviárias interestaduais na primeira janela da ANTT</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/ouro-e-prata-consegue-autorizacao-para-operar-mais-1222-mercados-em-linhas-rodoviarias-interestaduais-na-primeira-janela-da-antt/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/ouro-e-prata-consegue-autorizacao-para-operar-mais-1222-mercados-em-linhas-rodoviarias-interestaduais-na-primeira-janela-da-antt/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 11 May 2026 08:05:47 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[ANTT]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Grande parte é em linhas de longa extensão, como é o perfil operacional da empresa, integrando Norte e Sul ADAMO BAZANI A empresa gaúcha Viação Ouro e Prata é outra tradicional empresa de ônibus que vai ampliar a atuação com a chamada nova janela da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) que são as oportunidades [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="782" height="475" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ouroeprara.jpg?fit=782%2C475&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ouroeprara.jpg?w=782&amp;ssl=1 782w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ouroeprara.jpg?resize=300%2C182&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ouroeprara.jpg?resize=150%2C91&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ouroeprara.jpg?resize=768%2C466&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ouroeprara.jpg?resize=400%2C243&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 782px) 100vw, 782px" /> <p><em>Grande parte é em linhas de longa extensão, como é o perfil operacional da empresa, integrando Norte e Sul</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p>A empresa gaúcha Viação Ouro e Prata é outra tradicional empresa de ônibus que vai ampliar a atuação com a chamada nova janela da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) que são as oportunidades de as viações pedirem autorização para operarem novos trechos.</p>
<p>Nesta primeira faze, a ANTT priorizou ligações sem nenhum atendimento ou com pouca concorrência, com, até então, uma companhia prestando serviços.</p>
<p>A Ouro e Prata conseguiu mais 1222 mercados rodoviários, que são trechos ponto a ponto para embarque e desembarque dentro das linhas.</p>
<p>Deste total, 1143 são para serviços até então sem atendimento e, em 79, vai concorrer em trechos com uma companhia já operando.</p>
<p>Grande parte é em linhas de longa extensão, como é o perfil operacional da Ouro e Prta, integrando Norte e Sul.</p>
<p><strong>Mercados sem nenhuma empresa atendendo: 1143</strong></p>
<p>Exemplos</p>
<p>Açailândia (MT) x Água Azul do Norte (PA); Águia Boa (MT) x Ananindeua (PA) e Belém (PA); Altamira (PA) x Carazinho (RS); Campo Grande (MS) x Itapevi (SP); Cuiabá (MT) x Parauapebas (PA); Eldorado dos Carajás (PA) x Cascavel (PR); Horizontina (RS) x São Paulo (SP); Macapá (PA) x Santarém (PA); Peixoto de Azevedo (MT) x Porto Velho (RO); Santa Maria (RS) x Embu das Artes (SP)</p>
<p><strong>Mercados somente com uma empresa até agora: 79</strong></p>
<p>Exemplos</p>
<p>Curitiba (PR) x São Borja (RS); Bacabal (MA) x São Félix do Xingu (PA); Campo (MS) x Paranavaí (PR); Pacajá (PA) x Teresina (PI); Xinguara (PA) x Teresina (PI);</p>
<p style="text-align: center;"><strong>GRUPOS TRADICIONAIS X &#8220;START UPS&#8221;</strong></p>
<p>A ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p>Cada &#8220;janela da ANTT&#8221; é uma oportunidade para, de acordo com as atuais regras do setor, que as empresas solicitem autorizações para operar, privilegiando trechos onde não há nenhum tipo de atendimento ainda ou apenas uma companhia atuando.</p>
<p>Já cada mercado corresponde, simplificando a explicação, a um trecho dentro das linhas, que significa o ponto a ponto para embarque ou desembarque desde que entre cidades de estados diferentes para não competir com as linhas intermunicipais. Assim, uma única linha pode ter dezenas de mercados.</p>
<p>Por exemplo, uma linha entre Santo André (SP) e Salvador (BA): se a empresa é autorizada a, dentro desta mesma linha, vender passagens no sentido Bahia entre 1) Santo André (SP) x Campos dos Goytacazes (RJ); 2) Santo André (SP) x Vitória (ES); 3) Santo André (SP) x Teixeira de Freitas (BA), serão quatro mercados nesta linha: as três paradas (Campos dos Goytacazes, Vitória e Teixeira de Freitas) mais o destino (Salvador).</p>
<p>Esta divisão ocorre para ampliar as opções dos passageiros e permitir que as empresas vendam passagens em assentos que forem ir desocupando no meio da viagem.</p>
<p>Com a marca própria Flixbus, a gigante alemã conseguiu 1158 mercados onde não havia oferta até então e 72 mercados onde já há uma oferta, somando 1230 mercados. A FlixBus está no Brasil desde 2021, mas a atuação na Europa começou em 2011 e hoje se tornou gigante, tendo, inclusive frota própria de ônibus e operando até mesmo ferrovias.</p>
<p>A Buser, criada no Brasil em 2017, obteve 27 mercados autorizados, sendo 26 onde não havia atendimento e um para concorrer onde há uma empresa apenas. Mas as liberações não foram para a Buser em si, mas para duas empresas de linhas regulares que comprou, a Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal. Ambas já atuavam no setor dessas linhas. O aplicativo Buser se caracterizou pelo que chama de &#8220;fretamento colaborativo&#8221;, modelo que é alvo de um debate jurídico sobre se é legal ou não no Brasil.</p>
<p><strong>Veja os detalhes:</strong></p>
<p>Em 28 de abril de 2026, o criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, mostrou que o aplicativo  Buser vai operar 27 mercados.</p>
<p>As operações se darão por meio da compra recente pelo aplicativo das empresas Transportes Santa Maria, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; e Expresso JK, do Distrito Federal.</p>
<p>Somente em relação aos chamados mercados “desatendidos”, que são ligações para as quais não havia nenhuma oferta, são 26, sendo 18 pela empresa do ABC e oito pela JK.</p>
<p>Barbacena (MG) x Santo André (SP); Campo Belo (MG) x São Bernardo do Campo (SP); Formiga (MG) x São José do Rio Preto (SP); são alguns exemplos pela Santa Maria e; Morrinhos (MG) x Belo Horizonte (MG); Pinhas (PR) x Registro (SP) e Rio de Janeiro (RJ) x Itaquaquecetuba (SP), pela JK, são casos dos mercados antes sem oferta de ligações.</p>
<p>Já entre os mercados que tinham a atuação de uma só empresa, a Buser vai operar, pela Expresso JK, a ligação Contagem (MG) x Três Rios (RJ).</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="0YUpt7Sjov"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/">EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EXCLUSIVO: Buser ganhou mais 27 mercados de ônibus de linhas regulares interestaduais com janelas da ANTT&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/28/exclusivo-buser-ganhou-mais-27-mercados-de-onibus-de-linhas-regulares-interestaduais-com-janelas-da-antt/embed/#?secret=6KAA84KQdq#?secret=0YUpt7Sjov" data-secret="0YUpt7Sjov" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>No dia 27 de abril de 2026, Adamo Bazani mostrou que a plataforma internacional Flixbus conseguiu autorizações para operar diretamente linhas de ônibus nestas janelas.</p>
<p>Foram 1158 mercados onde não havia oferta até então, que são chamados pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), de mercados desatendidos, tendo a Flixbus como contemplada 1.: Alagoinhas (BA) x Jaboatão dos Guararapes (PE); Balneário Camboriú (SC) x Umbaúba (SE); Bayeux (PB) x Santo André (SP); Camapuã (MS) x Cascavel (PR) estão entre os exemplos.</p>
<p>A plataforma também vai atender 72 mercados onde já há uma oferta, como Curitiba (PR) x São Vicente.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="CZSgMCnRNQ"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/">EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;EM PRIMEIRA-MÃO: Janelas da ANTT: Flixbus tem 1158 mercados antes sem atendimento e, Gontijo 3024. Sobre “monopolistas”, Águia Branca vai coincidir com rotas da Itapemirim&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/27/em-primeira-mao-janelas-da-antt-flixbus-tem-1158-mercados-antes-sem-atendimento-e-gontijo-3024-sobre-monopolistas-aguia-branca-vai-coincidir-com-rotas-da-itapemirim/embed/#?secret=MlaNmCHDuF#?secret=CZSgMCnRNQ" data-secret="CZSgMCnRNQ" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Os modelos de negócios foram escolhidos de forma diferente.</p>
<p>Enquanto a Flixbus fez as solicitações diretas por sua marca, a Buser foi contemplada por meio das compras de viações de linhas regulares que fez.</p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> noticiou em primeira mão, de forma oficial, a aquisição.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="0weNRqBgfE"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/">Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Holding da Buser adquire CNPJ da Transportes Santa Maria, do ABC Paulista, para operações rodoviárias interestaduais regulares. JK já havia sido adquirida&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/03/29/holding-da-buser-adquire-cnpj-da-transportes-santa-maria-do-abc-paulista-para-operacoes-rodoviarias-interestaduais-regulares-jk-ja-havia-sido-adquirida/embed/#?secret=mNr7t5YcNO#?secret=0weNRqBgfE" data-secret="0weNRqBgfE" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O <strong><em>Diário do Transporte</em></strong> mostrou também que mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela.</p>
<p>Segundo Amobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia), não há evidências ainda de que os benefícios para empresas e para os passageiros serão reais e muitos destes mercados não serão possíveis.</p>
<p>Relembre:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="WBEmzFp9iE"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/mesmo-com-participacao-da-buser-e-flixbus-na-primeira-janela-da-antt-associacao-que-reune-aplicativos-ve-resultados-com-cautela/">Mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Mesmo com participação da Buser e Flixbus na primeira janela da ANTT, associação que reúne aplicativos vê resultados com cautela&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/mesmo-com-participacao-da-buser-e-flixbus-na-primeira-janela-da-antt-associacao-que-reune-aplicativos-ve-resultados-com-cautela/embed/#?secret=KF7L5utVNx#?secret=WBEmzFp9iE" data-secret="WBEmzFp9iE" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte,</em></strong> Adamo Bazani, conversou em uma reportagem especial de <strong><em>“pós-divulgação dos resultados dos mercados aprovados”</em></strong> com vários advogados especializados neste setor e em segurança jurídica.</p>
<p>Todos entendem que houve avanços, mas também entendem ser necessária cautela e aliaram riscos jurídicos e operacionais.</p>
<p><strong><em>“Grande parte dos mercados concedidos não vai ser operada, porque muitos destes mercados não são viáveis ou não conseguem compor uma linha rentável na prática. Resumindo: a janela no final pode ser uma grande ilusão” </em></strong>– explicou o advogado especializado em transportes rodoviários, considerado uma das referências no setor, Ilo Löbel da Luz.</p>
<p>Por este motivo, a advogada especializada em direito empresarial, Liana Variani, aponta também que, além da viabilidade econômica toda nova operação precisa ser avaliada pelo ponto de vista de risco jurídico.</p>
<p><strong><em>“Toda regulamentação nova requer uma análise aprofundada por equipes de advogados especializados. Esta avaliação deve considerar as novas regras em si, a tal letra fria, mas as realidades próprias da empresa, levando em conta o contexto operacional, organizacional, concorrencial e até mesmo geográfico de determina operação. Vale a pena, então, entender o texto e o contexto de forma ampla e individualizada ao mesmo tempo”</em></strong> – disse.</p>
<p><strong><em>“Para empresas que nunca operaram no modal rodoviário interestadual — como parece ser o caso de pelo menos parte das contempladas nesta rodada —, a curva de aprendizado regulatório pode ser longa e custosa. Infrações no início da operação, mesmo que involuntárias, geram autuações com penalidades significativas, suspensões e até cassação da autorização”. </em></strong>– detalhou a advogada especializada no setor rodoviário, Rita Januzzi.</p>
<p>Segundo o especialista em direito voltado para a área de transportes, o advogado Lucas Turquino, haverá acirramento concorrencial riscos de litígio.</p>
<p><strong><em>“Um ponto que merece atenção jurídica é o acirramento competitivo que os resultados desta janela revelam — e em alguns casos, explicitamente agravam. Alguns novos vão aparecer outros vão se ampliar”</em></strong> – disse.</p>
<p>A matéria especial você acessa neste link:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="CTEMGc1aVt"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/primeira-janela-de-onibus-rodoviarios-da-antt-pode-ser-pura-ilusao-grande-parte-dos-mercados-aprovados-nao-vai-virar-realidade-e-vai-ter-muita-briga-na-justica/">ENTREVISTAS: Primeira janela de ônibus rodoviários da ANTT pode ser “pura ilusão”, grande parte dos mercados aprovados não vai virar realidade e vai ter muita briga na Justiça</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ENTREVISTAS: Primeira janela de ônibus rodoviários da ANTT pode ser “pura ilusão”, grande parte dos mercados aprovados não vai virar realidade e vai ter muita briga na Justiça&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/05/01/primeira-janela-de-onibus-rodoviarios-da-antt-pode-ser-pura-ilusao-grande-parte-dos-mercados-aprovados-nao-vai-virar-realidade-e-vai-ter-muita-briga-na-justica/embed/#?secret=qmeluQYTul#?secret=CTEMGc1aVt" data-secret="CTEMGc1aVt" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>O QUE SÃO JANELAS E QUANTAS SÃO:</strong></p>
<p>As chamadas &#8216;janelas de entrada&#8217; são períodos predefinidos pela agência durante os quais empresas de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros podem apresentar requerimentos para obter novas autorizações de linhas ou para a ampliação de serviços já existentes. Fora dessas janelas, o sistema regulatório é, em regra, fechado para novos pedidos.</p>
<p>Como mostrou o <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, em 24 de abril de 2026, a ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%.</p>
<p>A reportagem completa do editor e criador do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, sobre as janelas, você confere neste link:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="unC9vQvY3R"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/">ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ANTT publica resultados de abertura de janelas extraordinárias de mercado de ônibus rodoviários e estima aumento de 52% no número de empresas&#8221; &#8212; Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/04/26/antt-publica-resultados-de-abertura-de-janelas-extraordinarias-de-mercado-de-onibus-rodoviarios-e-estima-aumento-de-52-no-numero-de-empresas/embed/#?secret=ruzoncPSqo#?secret=unC9vQvY3R" data-secret="unC9vQvY3R" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>TOTAL NO BRASIL</strong></p>
<p>A ANTT aprovou 47.291 mercados. Desse total, 38.379 referem-se a mercados até então não atendidos, chamados pela agência de “mercados desatendidos”.  Outros 8.912 mercados são atualmente operados por apenas uma empresa e foram classificados pela ANTT como “mercados monopolistas”. Com isso, o total de mercados autorizados administrativamente deverá saltar de 33.961 para 72.340 — um crescimento de 113%. Além disso, 5.459 mercados (11,5% do total) serão submetidos a processo seletivo público.</p>
<p><strong>O QUE SÃO ESTES MERCADOS?</strong></p>
<p>Cada mercado corresponde, simplificando a explicação, a um trecho dentro das linhas, que significa o ponto a ponto para embarque ou desembarque desde que entre cidades de estados diferentes para não competir com as linhas intermunicipais. Assim, uma única linha pode ter dezenas de mercados.</p>
<p>Por exemplo, uma linha entre Santo André (SP) e Salvador (BA): se a empresa é autorizada a, dentro desta mesma linha, vender passagens no sentido Bahia entre 1) Santo André (SP) x Campos dos Goytacazes (RJ); 2) Santo André (SP) x Vitória (ES); 3) Santo André (SP) x Teixeira de Freitas (BA), serão quatro mercados nesta linha: as três paradas (Campos dos Goytacazes, Vitória e Teixeira de Freitas) mais o destino (Salvador).</p>
<p>Esta divisão ocorre para ampliar as opções dos passageiros e permitir que as empresas vendam passagens em assentos que forem ir desocupando no meio da viagem.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/ouro-e-prata-consegue-autorizacao-para-operar-mais-1222-mercados-em-linhas-rodoviarias-interestaduais-na-primeira-janela-da-antt/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514766</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Pompeia (SP) abre pregão para locação de ônibus do transporte coletivo urbano</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/pompeia-sp-abre-pregao-para-locacao-de-onibus-do-transporte-coletivo-urbano/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/pompeia-sp-abre-pregao-para-locacao-de-onibus-do-transporte-coletivo-urbano/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 11 May 2026 07:41:40 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Prefeitura busca empresa especializada para fornecer veículos destinados ao atendimento de passageiros enquanto cidade ainda não conclui concessão definitiva do sistema ALEXANDRE PELEGI A Prefeitura de Pompeia, no interior de São Paulo, abriu licitação para contratar uma empresa especializada na locação de ônibus destinados ao transporte coletivo urbano de passageiros do município. O aviso foi [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/525596976_1251727460334010_1667424931754875448_n.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/525596976_1251727460334010_1667424931754875448_n.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/525596976_1251727460334010_1667424931754875448_n.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/525596976_1251727460334010_1667424931754875448_n.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/525596976_1251727460334010_1667424931754875448_n.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/525596976_1251727460334010_1667424931754875448_n.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/525596976_1251727460334010_1667424931754875448_n.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/525596976_1251727460334010_1667424931754875448_n.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><strong><em>Prefeitura busca empresa especializada para fornecer veículos destinados ao atendimento de passageiros enquanto cidade ainda não conclui concessão definitiva do sistema</em></strong></p>
<p><em>ALEXANDRE PELEGI</em></p>
<p>A Prefeitura de Pompeia, no interior de São Paulo, abriu licitação para contratar uma empresa especializada na locação de ônibus destinados ao transporte coletivo urbano de passageiros do município.</p>
<p>O aviso foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo nesta segunda-feira, 11 de maio de 2026.</p>
<p>A concorrência será realizada por meio do Pregão Eletrônico nº 05/2026, vinculado ao Processo Licitatório nº 511/2026. O critério de julgamento será o de menor preço global.</p>
<p>De acordo com o aviso, o cadastramento das propostas começa às 8h de 12 de maio de 2026 e termina às 8h59 de 25 de maio de 2026.</p>
<p>A disputa de preços está prevista para começar às 9h de 25 de maio de 2026, pela plataforma Licita Mais Brasil.</p>
<p>O novo processo ocorre enquanto o município ainda não concluiu a concorrência definitiva para concessão do transporte coletivo urbano.</p>
<p>O modelo adotado pela Prefeitura de Pompeia passou a ser dividido em duas etapas cronológicas: uma contratação emergencial e outra definitiva.</p>
<p>Em agosto de 2025, a administração municipal assinou contrato emergencial com a empresa Transporte Coletivo Grande Marília, com prazo de 90 dias, em regime de urgência, para garantir a continuidade da operação dos ônibus urbanos enquanto organizava a licitação principal do sistema.</p>
<p>Já a concessão definitiva foi estruturada por meio da Concorrência Pública nº 02/2025, lançada pela Prefeitura com prazo contratual de 15 anos e valor global estimado em aproximadamente R$ 56,5 milhões durante todo o período concessório.</p>
<p>A disputa de preços da concorrência definitiva estava marcada para o dia 25 de fevereiro de 2026. Entretanto, segundo informações do portal de licitações da Prefeitura de Pompeia, o certame encontra-se atualmente suspenso, sem homologação de empresa vencedora até o momento.</p>
<p>A minuta do edital do novo pregão para locação de ônibus está disponível no Setor de Licitações da Prefeitura de Pompeia, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, pelo telefone (14) 3405-1524, no site da prefeitura e no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP).</p>
<p>O aviso é assinado pelo prefeito Diogo Montefusco Ceschim Silva.</p>
<p>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/pompeia-sp-abre-pregao-para-locacao-de-onibus-do-transporte-coletivo-urbano/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514832</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Prefeitura de Aparecida (SP) contrata consultoria para estruturar modelo do transporte coletivo urbano</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/prefeitura-de-aparecida-sp-contrata-consultoria-para-estruturar-modelo-do-transporte-coletivo-urbano/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/prefeitura-de-aparecida-sp-contrata-consultoria-para-estruturar-modelo-do-transporte-coletivo-urbano/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 11 May 2026 07:38:24 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[&#160; Município do Vale do Paraíba abriu dispensa eletrônica para elaboração de projeto básico, estudo tarifário e viabilidade econômico-financeira do sistema ALEXANDRE PELEGI A Prefeitura de Aparecida publicou aviso de Dispensa Eletrônica para contratação de empresa especializada em consultoria na área de transporte público coletivo urbano. O objetivo é estruturar estudos técnicos e econômicos para [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aparecida-flickr-mtur-1-1024x576-1.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aparecida-flickr-mtur-1-1024x576-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aparecida-flickr-mtur-1-1024x576-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aparecida-flickr-mtur-1-1024x576-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aparecida-flickr-mtur-1-1024x576-1.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aparecida-flickr-mtur-1-1024x576-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p>&nbsp;</p>
<p>Município do Vale do Paraíba abriu dispensa eletrônica para elaboração de projeto básico, estudo tarifário e viabilidade econômico-financeira do sistema</p>
<p><strong><em>ALEXANDRE PELEGI</em></strong></p>
<p>A Prefeitura de Aparecida publicou aviso de Dispensa Eletrônica para contratação de empresa especializada em consultoria na área de transporte público coletivo urbano. O objetivo é estruturar estudos técnicos e econômicos para o sistema municipal de ônibus.</p>
<p>Segundo o aviso publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo desta segunda-feira, 11 de maio de 2026, a contratação prevê a elaboração de projeto básico, projeto tarifário, plano de viabilidade econômico-financeiro e minuta de termo de referência para o transporte coletivo urbano da cidade.</p>
<p>A licitação será realizada no sistema da Bolsa de Licitações e Leilões do Brasil, pelo critério de menor preço.</p>
<p>De acordo com o cronograma divulgado pela administração municipal, o recebimento das propostas começa às 8h desta segunda-feira (11) e seguirá até as 8h30 do dia 14 de maio de 2026. A sessão de lances está marcada para as 9h do mesmo dia.</p>
<p>A iniciativa ocorre em um momento de transição histórica para o sistema de transporte coletivo de Aparecida. Em maio de 2026, o município formalizou a implantação do programa “Transporte Coletivo Gratuito – Passe Livre”, estabelecendo tarifa zero integral nas linhas urbanas municipais.</p>
<p>O modelo garante acesso universal e gratuito tanto para moradores quanto para visitantes, sem limite de viagens ou restrições de horário. O financiamento passou a ser realizado pelo recém-criado Fundo Municipal de Transporte Público Coletivo (FMTC).</p>
<p>A cidade possui uma dinâmica singular de mobilidade por concentrar o maior polo de turismo religioso do país, recebendo intenso fluxo diário de romeiros em direção ao Santuário Nacional de Aparecida.</p>
<p>Além das linhas urbanas tradicionais que atendem os bairros, o município conta com uma linha circular gratuita dedicada ao complexo religioso. O serviço liga a parte baixa da cidade, onde está localizada a Basílica Histórica, ao estacionamento da parte alta do Santuário, funcionando diariamente das 5h às 19h.</p>
<p>No transporte regional, a cidade também possui forte integração intermunicipal. Linhas gerenciadas pela EMTU conectam diariamente Aparecida a municípios vizinhos, como Guaratinguetá, Lorena e Cruzeiro.</p>
<p>Já no transporte rodoviário de longa distância, o Terminal Rodoviário e o pátio do Santuário concentram operações de diversas empresas interestaduais e intermunicipais, como Águia Branca e Pássaro Marron, realizando ligações diretas com a capital paulista e diversos estados brasileiros.</p>
<p>Neste contexto, a contratação da consultoria deverá servir como base para definição do novo modelo técnico, operacional e econômico do sistema gratuito da cidade, incluindo parâmetros de sustentabilidade financeira, planejamento operacional e futura contratação dos serviços.</p>
<p>Informações adicionais podem ser obtidas junto à prefeitura pelo telefone (12) 3104-4011 ou pelo e-mail licitacao@aparecida.sp.gov.br. O edital também está disponível no portal oficial da administração municipal.</p>
<p><strong><em>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/prefeitura-de-aparecida-sp-contrata-consultoria-para-estruturar-modelo-do-transporte-coletivo-urbano/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514828</guid>
  </item>
  <item>
    <title>ARTESP autoriza declaração para TSG obter incentivo fiscal no projeto do Túnel Santos-Guarujá</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/artesp-autoriza-declaracao-para-tsg-obter-incentivo-fiscal-no-projeto-do-tunel-santos-guaruja/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/artesp-autoriza-declaracao-para-tsg-obter-incentivo-fiscal-no-projeto-do-tunel-santos-guaruja/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 11 May 2026 07:34:09 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Medida permite emissão de documento para habilitação ao REIDI, regime que desonera investimentos em infraestrutura ALEXANDRE PELEGI A ARTESP aprovou, por unanimidade, o pedido da TSG Concessionária S.A. para emissão da Declaração Técnica necessária à habilitação do projeto do Túnel Imerso Santos-Guarujá no REIDI — Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura. O [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/porto.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/porto.jpg?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/porto.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/porto.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/porto.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/porto.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/porto.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/porto.jpg?resize=2048%2C1152&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/porto.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p>Medida permite emissão de documento para habilitação ao REIDI, regime que desonera investimentos em infraestrutura</p>
<p>ALEXANDRE PELEGI</p>
<p>A ARTESP aprovou, por unanimidade, o pedido da TSG Concessionária S.A. para emissão da Declaração Técnica necessária à habilitação do projeto do Túnel Imerso Santos-Guarujá no REIDI — Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura.</p>
<p>O benefício é relacionado ao Contrato de Concessão Patrocinada nº 005/2026, firmado para implantação do túnel imerso entre Santos e Guarujá, um dos principais projetos de infraestrutura de mobilidade da Baixada Santista.</p>
<p>Com a deliberação, a Agência acolheu o pedido da concessionária e autorizou a emissão da Declaração de REIDI, conforme manifestação da Superintendência de Rodovias.</p>
<p>O REIDI é um regime federal que suspende a incidência de tributos sobre determinados bens e serviços utilizados em projetos de infraestrutura, reduzindo custos de implantação.</p>
<p>A TSG Concessionária S.A. é a Sociedade de Propósito Específico (SPE) criada para implantar, operar e manter o futuro Túnel Imerso Santos-Guarujá. A empresa foi constituída após a vitória do grupo português Mota-Engil na licitação internacional promovida pelo Governo de São Paulo.</p>
<p>O contrato prevê concessão de 30 anos e investimentos estimados em R$ 6,8 bilhões. O empreendimento contará com aproximadamente 1,5 quilômetro de extensão, sendo cerca de 870 metros submersos, além de três faixas por sentido, passagem para pedestres e ciclistas e espaço reservado para o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos).</p>
<p>Considerado um dos maiores projetos de mobilidade em andamento no País, o túnel deverá reduzir significativamente o tempo de travessia entre Santos e Guarujá e envolve participação financeira conjunta dos governos estadual e federal.</p>
<p>A ARTESP também ratificou toda a instrução processual e determinou a adoção das medidas pertinentes.</p>
<p>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/artesp-autoriza-declaracao-para-tsg-obter-incentivo-fiscal-no-projeto-do-tunel-santos-guaruja/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514824</guid>
  </item>
  <item>
    <title>ARTESP renova registros cadastrais da Paraty Mobilidade e da Pássaro Marrom em São Paulo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/artesp-renova-registros-cadastrais-da-paraty-mobilidade-e-da-passaro-marrom-em-sao-paulo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/artesp-renova-registros-cadastrais-da-paraty-mobilidade-e-da-passaro-marrom-em-sao-paulo/#comments</comments>
    <pubDate>Mon, 11 May 2026 07:30:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[&#160; Empresas mantêm operações estratégicas no transporte intermunicipal paulista; certificados têm validade de um ano ALEXANDRE PELEGI A ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) autorizou a renovação do Registro Cadastral da Viação Paraty Ltda. e da Empresa de Ônibus Pássaro Marrom S/A. As decisões foram publicadas na edição desta segunda-feira, 11 de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="752" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260419_134230.jpg?fit=1024%2C752&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260419_134230.jpg?w=2967&amp;ssl=1 2967w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260419_134230.jpg?resize=300%2C220&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260419_134230.jpg?resize=1024%2C752&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260419_134230.jpg?resize=150%2C110&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260419_134230.jpg?resize=768%2C564&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260419_134230.jpg?resize=1536%2C1129&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260419_134230.jpg?resize=2048%2C1505&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/05/20260419_134230.jpg?resize=400%2C294&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p>&nbsp;</p>
<p>Empresas mantêm operações estratégicas no transporte intermunicipal paulista; certificados têm validade de um ano</p>
<p>ALEXANDRE PELEGI</p>
<p>A ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) autorizou a renovação do Registro Cadastral da Viação Paraty Ltda. e da Empresa de Ônibus Pássaro Marrom S/A.</p>
<p>As decisões foram publicadas na edição desta segunda-feira, 11 de maio de 2026, do Diário Oficial do Estado de São Paulo, no Caderno Executivo, seção Atos Normativos.</p>
<p>A renovação cadastral é necessária para que as empresas mantenham atuação regular em serviços autorizados e fiscalizados pelo poder público estadual.</p>
<p>No caso da Viação Paraty Ltda., o deferimento ocorreu no âmbito do processo SEI nº 134.00012394/2025-44.</p>
<p>Fundada na década de 1980 por Mauro Artur Herszkowicz e sediada em Araraquara (SP), a Paraty Mobilidade consolidou-se como uma das principais operadoras de transporte da região central paulista, contando atualmente com mais de 1.700 colaboradores e capital social de R$ 28 milhões.</p>
<p>No segmento público, a empresa opera linhas urbanas em cidades como Taquaritinga e na própria Araraquara, onde atua por meio do Consórcio CAT, além de prestar serviços especializados de transporte escolar para municípios conveniados.</p>
<p>A companhia também possui forte atuação no transporte intermunicipal suburbano, conectando diariamente passageiros entre cidades como São Carlos, Ibaté, Araraquara, Itirapina e Matão por meio de linhas regulares.</p>
<p>Paralelamente ao transporte coletivo tradicional, a Paraty atende ao setor corporativo privado com serviços de fretamento contínuo para indústrias da região, além de disponibilizar sua frota para turismo eventual, excursões e locação sob demanda para eventos e atividades de lazer.</p>
<p>Já a Empresa de Ônibus Pássaro Marrom S/A, uma das mais tradicionais operadoras rodoviárias do País, teve a renovação autorizada no processo SEI nº 134.00012484/2025-35.</p>
<p>Com mais de 70 anos de atuação, a Pássaro Marrom é referência nas ligações rodoviárias entre o Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira, Litoral Norte paulista e a capital paulista. A empresa opera linhas intermunicipais importantes conectando cidades como São José dos Campos, Taubaté, Pindamonhangaba, Aparecida, Guaratinguetá, Campos do Jordão, Caraguatatuba, Ubatuba e São Paulo.</p>
<p>A companhia também possui forte presença no turismo regional, especialmente nas rotas religiosas ligadas ao Santuário Nacional de Aparecida e nos serviços para Campos do Jordão durante a temporada de inverno.</p>
<p>Nos dois casos, a ARTESP autorizou a expedição dos certificados pelo prazo de um ano, contado a partir da publicação oficial.</p>
<p>Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes</p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/05/11/artesp-renova-registros-cadastrais-da-paraty-mobilidade-e-da-passaro-marrom-em-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=514818</guid>
  </item>
</channel>
</rss>