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	<title>Diário do Transporte</title>
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	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
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    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
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    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
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    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
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    <title>VÍDEO: Passageiros correm com malas sob chuva para embarcar em rodoviária improvisada de São Vicente; situação já passa de três anos</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/04/video-passageiros-correm-com-malas-sob-chuva-para-embarcar-em-rodoviaria-improvisada-de-sao-vicente-situacao-ja-passa-de-tres-anos/</link>
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    <pubDate>Sun, 04 Oct 2026 18:08:16 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Nova rodoviária na Praça Doutor Bernardino de Campos acumula atrasos, mas Prefeitura informou nesta semana que obras chegaram a 99% Obras ficaram R$ 1,5 milhão mais caras ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari Passageiros de ônibus rodoviários continuam enfrentando uma estrutura improvisada e inadequada em São Vicente, no litoral paulista, mais de três anos depois da [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?w=3841&amp;ssl=1 3841w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_1437337E2.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Nova rodoviária na Praça Doutor Bernardino de Campos acumula atrasos, mas Prefeitura informou nesta semana que obras chegaram a 99% Obras ficaram R$ 1,5 milhão mais caras</em><br /><br /><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Arthur Ferrari</strong></em></p>
<div style="width: 850px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-537168-2" width="850" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261004145142.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261004145142.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261004145142.mp4</a></video></div>
<p><br /><br />Passageiros de ônibus rodoviários continuam enfrentando uma estrutura improvisada e inadequada em São Vicente, no litoral paulista, mais de três anos depois da abertura do atual posto provisório. No início da tarde deste domingo, 4 de outubro de 2026, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> esteve no local, na Avenida Capitão-Mor Aguiar, 798, no Centro, e registrou em vídeos usuários obrigados a deixar a pequena área de espera e correr com malas debaixo de chuva forte para alcançar os ônibus, que fazem o embarque na rua.<br /><br />A situação encontrada pela reportagem inclui espaço reduzido para passageiros, sanitários insuficientes para a função de uma rodoviária, ausência de plataformas convencionais de embarque, ônibus parando na via pública e conflito de espaço entre os veículos rodoviários, táxis e carros de transporte por aplicativo. Sem um sistema de informação ao passageiro semelhante ao encontrado em terminais estruturados, funcionários das empresas precisam anunciar em voz alta as partidas. O problema ficou ainda mais evidente durante o temporal deste domingo: um dos ônibus parou distante da área coberta e passageiros tiveram de atravessar o trecho exposto carregando bagagens sob a chuva para embarcar.<br /><br />A situação é provisória, mas já dura desde 3 de maio de 2023.<br /><br />Enquanto isso, São Vicente está perto de concluir uma nova rodoviária na Praça Doutor Bernardino de Campos, também na região central. A Prefeitura informou em 1º de outubro de 2026, apenas três dias antes da visita do Diário do Transporte ao posto improvisado, que as obras chegaram a 99% de execução. O novo equipamento promete justamente corrigir diversos problemas que a reportagem encontrou neste domingo, com plataformas, áreas cobertas e climatizadas, sanitários, acessibilidade, segurança, ponto de táxi e espaço específico para embarque e desembarque de passageiros de carros por aplicativo.<br /><br /><strong>Chuva expõe fragilidade da estrutura provisória</strong><br /><br />A chuva forte que atingia São Vicente no início da tarde deste domingo deixou evidente uma das principais limitações do posto da Avenida Capitão-Mor Aguiar.<br /><br />Existe uma pequena área coberta para espera, mas ela não funciona como uma plataforma rodoviária na qual o passageiro permanece protegido até chegar ao ônibus.<br /><br />Os veículos de viagem fazem as operações junto à via. Na situação acompanhada pelo Diário do Transporte, o ônibus não conseguiu realizar o embarque imediatamente diante do ponto em que estavam os passageiros.<br /><br />O resultado foi uma cena incompatível com a estrutura esperada de um terminal rodoviário: ao chegar o momento da partida, passageiros com malas tiveram de sair da cobertura e correr debaixo de chuva forte até o ônibus.<br /><br />Quem transportava bagagens maiores enfrentou dificuldade adicional.<br /><br />A reportagem registrou a situação em vídeo.<br /><br />Não se trata apenas de uma questão de conforto. Passageiros carregando malas, circulando rapidamente por uma área utilizada simultaneamente por ônibus, automóveis, táxis e veículos de aplicativo ficam mais expostos a riscos justamente no momento de embarque.<br /><br /><strong>Ônibus, táxis e aplicativos disputam um espaço que não foi concebido como terminal</strong><br /><br />Outro problema observado pelo Diário do Transporte é a própria configuração física do posto.<br /><br />Diferentemente de uma estação rodoviária convencional, na qual os ônibus entram em área segregada e param em plataformas definidas, o equipamento provisório depende da Avenida Capitão-Mor Aguiar para parte da operação.<br /><br />A reportagem encontrou ônibus rodoviários parando na rua enquanto táxis e veículos de transporte por aplicativo também circulavam e procuravam espaço para deixar ou buscar passageiros.<br /><br />A combinação se torna especialmente problemática porque boa parte das pessoas que chega a uma rodoviária transporta malas e precisa permanecer alguns minutos no local para desembarcar, localizar o ônibus, retirar ou acomodar bagagens e fazer o embarque.<br /><br />O espaço disponível é pequeno para reunir simultaneamente passageiros que aguardam diferentes partidas.<br /><br /><strong>Funcionários precisam anunciar partidas &#8220;no grito&#8221;</strong><br /><br />A precariedade não se limita à área física de embarque.<br /><br />Durante a permanência do Diário do Transporte no posto, funcionários das empresas rodoviárias precisavam chamar os passageiros em voz alta para informar as partidas.<br /><br />Na prática, o trabalhador acaba assumindo pessoalmente uma função que, em um terminal de passageiros estruturado, pode contar com sistemas de sonorização, painéis de informação, identificação clara de plataformas e organização dos fluxos de embarque.<br /><br />Em um ambiente pequeno, movimentado e com ruídos provenientes da própria Avenida Capitão-Mor Aguiar, a chamada verbal também aumenta a possibilidade de um passageiro não ouvir a informação.<br /><br />Para idosos, pessoas com deficiência, usuários com dificuldades de locomoção, famílias com crianças e passageiros carregando muitas bagagens, as limitações são ainda mais relevantes.<br /><br />&#8220;<strong>Provisório&#8221; da Capitão-Mor Aguiar funciona desde maio de 2023</strong><br /><br />O endereço atual é Avenida Capitão-Mor Aguiar, 798, Centro, ao lado da Secretaria Municipal de Educação.<br /><br />O posto começou a funcionar em 3 de maio de 2023 e, desde o início, foi apresentado como uma solução temporária.<br /><br />Na ocasião, a mudança foi divulgada pela Prefeitura como uma melhoria em relação à estrutura anterior do Parque Bitaru, principalmente por causa das reclamações de insegurança.<br /><br />A Administração Municipal destacou na abertura do posto a localização mais central, a proximidade do comércio e das praias, a existência de linhas municipais nas imediações, a instalação de uma base da Guarda Civil Municipal e o monitoramento por câmeras.<br /><br />Também foram anunciados cobertura para proteger passageiros de sol e chuva, acessibilidade, vagas para táxis e áreas destinadas aos ônibus.<br /><br />Mais de três anos depois, entretanto, a experiência acompanhada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> neste domingo mostrou os limites de uma estrutura que nasceu como provisória e permaneceu responsável pelos embarques e desembarques rodoviários da cidade durante todo esse período.<br /><br /><strong>Problema da rodoviária de São Vicente é ainda mais antigo</strong><br /><br />A dificuldade de São Vicente para oferecer uma estrutura definitiva não começou em 2023.<br /><br />Em abril de 2016, a operação rodoviária havia sido transferida provisoriamente para o Mercado Municipal, na Praça João Pessoa, 58, no Centro.<br /><br />Em dezembro de 2018, a cidade inaugurou uma rodoviária no Parque Bitaru. O equipamento, entretanto, passou a enfrentar problemas e reclamações, especialmente relacionados à localização e à segurança.<br /><br />Foi desse endereço que a operação saiu em 2023 para a Avenida Capitão-Mor Aguiar.<br /><br />Na época da mudança, o prefeito Kayo Amado reconheceu que a estrutura anterior não era adequada para a atividade e anunciou o posto da Capitão-Mor Aguiar como uma solução emergencial enquanto o município preparava um terminal definitivo.<br /><br />Assim, sucessivas estruturas apresentadas como soluções para o transporte rodoviário acabaram antecedendo o projeto que agora está em fase final na Praça Doutor Bernardino de Campos.<br /><br /><strong>Nova rodoviária fica na Praça Doutor Bernardino de Campos</strong><br /><br />O endereço escolhido para a nova estação é a Praça Doutor Bernardino de Campos, no Centro de São Vicente.<br /><br />As obras começaram no fim de 2023 e o projeto original previa aproximadamente 365 dias de execução.<br /><br /><strong>O cronograma, porém, não foi cumprido.</strong><br /><br />A entrega chegou a ser projetada para 2024, mas o empreendimento atravessou sucessivos adiamentos. A Prefeitura atribuiu parte do atraso a uma paralisação decorrente de decisão judicial.<br /><br />Em maio de 2026, o atraso já era de aproximadamente dois anos e oito meses em relação às previsões divulgadas para a entrega do equipamento.<br /><br />Em julho, a Prefeitura informava que pouco mais de 70% da obra estava executada. No início de setembro, o índice divulgado já superava 80%.<br /><br />Na quinta-feira, 1º de outubro de 2026, a Administração Municipal informou que a execução havia alcançado 99%.<br /><br />Ou seja, justamente no fim de semana em que o Diário do Transporte encontrou passageiros correndo com malas na chuva para embarcar no posto provisório, o terminal que deverá substituir essa estrutura estava, segundo a Prefeitura, a um ponto percentual da conclusão física.<br /><br />Apesar do avanço, conclusão da obra e início efetivo da operação não são necessariamente a mesma coisa. É necessário concluir os procedimentos administrativos e operacionais, organizar a ocupação pelas empresas e preparar a transferência das partidas e chegadas para o novo endereço.<br /><br /><strong>Investimento passou de aproximadamente R$ 6 milhões para R$ 7,5 milhões</strong><br /><br />O custo da nova rodoviária também aumentou durante a execução.<br /><br />O investimento inicialmente divulgado estava na faixa de R$ 6 milhões.<br /><br />Em 2026, um termo aditivo elevou o valor em aproximadamente R$ 1,5 milhão, fazendo o custo chegar a cerca de R$ 7,5 milhões.<br /><br />Segundo informações da Prefeitura divulgadas quando ocorreu o acréscimo, a diferença está relacionada a melhorias estruturais, entre elas ampliação da cobertura, além da aquisição de equipamentos para o terminal.<br /><br />O empreendimento terá cinco plataformas de embarque.<br /><br />A estrutura projetada inclui áreas cobertas e climatizadas, sanitários, acessibilidade, estabelecimentos comerciais e lanchonetes, além de esquema de segurança durante 24 horas.<br /><br />Também estão previstas áreas específicas para táxis e para embarque e desembarque de usuários de veículos por aplicativo.<br /><br />Esse último ponto tem relação direta com uma das situações observadas neste domingo no posto provisório: a convivência desorganizada, em espaço restrito, entre ônibus rodoviários e automóveis que chegam para buscar ou deixar passageiros.<br /><br /><strong>Entorno do novo terminal já recebeu alterações</strong><br /><br />Nas últimas semanas, os trabalhos também chegaram às ruas próximas à nova rodoviária.<br /><br />A Rua Santa Cruz recebeu pavimentação nas proximidades da Praça Doutor Bernardino de Campos e foram implantadas lombadas.<br /><br />Já na etapa final, o entorno ganhou novas faixas de pedestres e faixas elevadas, além da sinalização das áreas destinadas aos táxis e aos veículos de aplicativo.<br /><br />A organização do trânsito será um dos pontos que precisarão ser acompanhados quando a rodoviária começar efetivamente a funcionar.<br /><br />O local fica em uma região central e com ruas de capacidade limitada, e moradores e comerciantes do entorno já manifestaram preocupação com o impacto da circulação e das manobras dos ônibus rodoviários.<br /><br />Durante a execução do projeto também houve questionamentos sobre a capacidade das baias para receber veículos de diferentes dimensões. A Prefeitura informou anteriormente que foram realizadas verificações em razão dos diferentes tipos de ônibus utilizados pelas empresas e sustentou que o projeto segue as normas técnicas.<br /><br /><strong>Lei de 2026 definiu modelo de funcionamento do novo terminal</strong><br /><br />A preparação para a abertura avançou também na área administrativa.<br /><br />Em maio de 2026 foi sancionada a Lei Complementar nº 1.239, que estabeleceu regras para organização, gestão, operação, uso, funcionamento e exploração econômica do Terminal Rodoviário Municipal da Praça Doutor Bernardino de Campos.<br /><br />O modelo previsto combina atuação do poder público com participação privada em atividades acessórias.<br /><br />A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana fica responsável pela gestão, operação e fiscalização, enquanto determinadas atividades podem ser delegadas à iniciativa privada por instrumentos previstos na legislação.<br /><br />Com a obra chegando aos 99%, o município também passou a tratar da ocupação e das atividades necessárias ao funcionamento do equipamento.<br /><br />Uma espera que atravessa anos e diferentes endereços<br /><br />A situação encontrada neste domingo ajuda a dimensionar por que a entrega da nova rodoviária representa mais do que a inauguração de um novo prédio.<br /><br />O passageiro rodoviário de São Vicente convive há anos com mudanças e soluções provisórias.<br /><br />A operação passou pelo Mercado Municipal, pelo Parque Bitaru e, desde maio de 2023, pelo posto da Avenida Capitão-Mor Aguiar.<br /><br />Neste domingo, 4 de outubro de 2026, o Diário do Transporte encontrou nessa estrutura passageiros esperando em um espaço pequeno, funcionários anunciando viagens em voz alta, ônibus utilizando a rua para embarques, automóveis e táxis dividindo a mesma área e, sob chuva forte, viajantes correndo com suas malas até o ônibus.<br /><br />O posto provisório já completou três anos e cinco meses de funcionamento.<br /><br />A poucos quilômetros dali, a nova rodoviária que deveria encerrar esse ciclo de improvisações está, segundo a informação mais recente da Prefeitura, 99% concluída.<br /><br />Resta agora saber quando esse percentual se transformará efetivamente em portas abertas, ônibus nas plataformas e passageiros protegidos da chuva.<br /><br /><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Equipe Tática da Motiva realiza mais de 300 ações em estações de São Paulo em um ano</title>
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    <pubDate>Sun, 04 Oct 2026 17:00:47 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Grupo especializado é mobilizado em jogos, shows e outros eventos de grande público nas linhas 4-Amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda YURI SENA A Equipe de Pronta Resposta da Motiva Trilhos participou de mais de 300 operações relacionadas a jogos, shows e outros grandes eventos nos últimos 12 meses. O grupo atua em situações consideradas de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/4aadc80c-7888-4a6d-849f-fa9a3898daeb-e1790705543790.jpg?fit=1024%2C768&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><i><span style="font-weight: 400;">Grupo especializado é mobilizado em jogos, shows e outros eventos de grande público nas linhas 4-Amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda</span></i></p>
<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Equipe de Pronta Resposta da Motiva Trilhos participou de mais de 300 operações relacionadas a jogos, shows e outros grandes eventos nos últimos 12 meses. O grupo atua em situações consideradas de maior complexidade e em períodos de aumento no fluxo de passageiros nas linhas 4-Amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com a concessionária, a movimentação nas estações pode crescer até 30% em dias de eventos em comparação com períodos regulares. Em ocasiões de maior demanda, o sistema pode receber mais de 800 mil passageiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A equipe foi criada em 2014 e atualmente reúne mais de 50 agentes. Os profissionais ingressam no quadro de Agentes de Atendimento e Segurança (AAS) e posteriormente passam por capacitação específica para atuação em ocorrências de maior complexidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Motiva, os agentes recebem treinamentos ministrados por unidades da Polícia Militar de São Paulo, entre elas o Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) e a 2ª Companhia do Choque.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A capacitação inclui técnicas de negociação, identificação e prevenção de ameaças envolvendo explosivos, procedimentos de varredura de segurança e controle de distúrbios civis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A atuação também utiliza como referência procedimentos de Controle de Multidão (CDM) do 2º Batalhão de Polícia de Choque (2º BPChq), de acordo com a concessionária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A distribuição dos profissionais considera o fluxo de passageiros e a realização de eventos nas proximidades das estações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas linhas 4-Amarela e 5-Lilás, a equipe atua principalmente nas estações Luz, São Paulo-Morumbi e Paulista. Já nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, os principais pontos de atuação são Palmeiras-Barra Funda, Pinheiros e Santo Amaro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os eventos que demandam reforço estão partidas de futebol, shows e atividades realizadas em locais como o Autódromo de Interlagos e a Avenida Paulista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além dos treinamentos, os agentes utilizam equipamentos como escudos, cintos táticos e rádios comunicadores durante as operações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Motiva, a equipe trabalha de forma integrada às demais áreas de segurança e operação da concessionária para responder a ocorrências e auxiliar na manutenção do funcionamento do sistema em períodos de maior concentração de passageiros.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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    <title>BRT Salvador celebra quatro anos com 95 mil passageiros por dia e 82% de aprovação dos usuários</title>
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    <pubDate>Sun, 04 Oct 2026 15:00:49 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[BRT]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Modal conta com 92 ônibus (dos quais oito são elétricos), seis linhas e 14 estações VINÍCIUS DE OLIVEIRA Presente diariamente na rotina dos soteropolitanos, o BRT Salvador completou quatro anos de operação na última quarta-feira (30), transportando uma média de 95 mil passageiros por dia e com 82% de aprovação entre os usuários, conforme a [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a44dc7c5-9c18-4d5c-884f-acbd7d5c4489-1400x933-1.jpeg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a44dc7c5-9c18-4d5c-884f-acbd7d5c4489-1400x933-1.jpeg?w=1400&amp;ssl=1 1400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a44dc7c5-9c18-4d5c-884f-acbd7d5c4489-1400x933-1.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a44dc7c5-9c18-4d5c-884f-acbd7d5c4489-1400x933-1.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a44dc7c5-9c18-4d5c-884f-acbd7d5c4489-1400x933-1.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a44dc7c5-9c18-4d5c-884f-acbd7d5c4489-1400x933-1.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/a44dc7c5-9c18-4d5c-884f-acbd7d5c4489-1400x933-1.jpeg?resize=400%2C267&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Modal conta com 92 ônibus (dos quais oito são elétricos), seis linhas e 14 estações</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Presente diariamente na rotina dos soteropolitanos, o BRT Salvador completou quatro anos de operação na última quarta-feira (30), transportando uma média de 95 mil passageiros por dia e com 82% de aprovação entre os usuários, conforme a Pesquisa QualiÔnibus, elaborada pelo World Resources Institute (WRI). Com 92 ônibus (dos quais oito elétricos), seis linhas e 14 estações, o modal encurta distâncias e facilita o acesso da população a diferentes regiões da cidade.</p>
<p>Desde que entrou em funcionamento, o BRT ampliou o número de linhas e a área atendida, consolidando-se como uma importante alternativa de transporte. O serviço promove a integração com outros modais e beneficia moradores de bairros e regiões como Nordeste de Amaralina, Santa Cruz, Engenho Velho da Federação e Vasco da Gama, além da Pituba, Itaigara, Lapa e Patamares.</p>
<p>A manicure Nalva Bonfim, de 59 anos, moradora de Águas Claras, utiliza frequentemente o BRT e a integração com outras linhas. Nesta quarta, ela embarcou na linha B5 com destino ao Vale das Pedrinhas. Para a passageira, o serviço tornou as viagens mais rápidas e trouxe melhorias para sua rotina.</p>
<p>“Antes do BRT era mais difícil. Agora melhorou muito, porque tem uma faixa exclusiva, não enfrenta o engarrafamento e chega rapidinho. Dou nota dez. Se tivesse que resumir em uma palavra, diria que é maravilhoso”, conta Nalva, que também utiliza o modal para ir ao Rio Vermelho.</p>
<p>Os dados demonstram o crescimento da utilização do BRT. Em novembro e dezembro de 2022, foram contabilizados 162 mil passageiros. Em 2023, o volume registrado chegou a 648 mil e, em 2024, alcançou 1,3 milhão. Em agosto deste ano, o serviço transportou 1,9 milhão de usuários.</p>
<p>O aposentado Lidelmiro Santana, de 74 anos, também percebe os impactos positivos do BRT na mobilidade da capital baiana. Morador de Brotas e ex-projetista mecânico, ele utiliza o serviço para chegar à região central e seguir para outros pontos da cidade. “Para mim, melhorou bastante e facilitou muito a minha vida. Tem menos trânsito e a viagem ficou mais rápida. É excelente”, afirma Lidelmiro.</p>
<p>De acordo com o secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, o BRT passou a desempenhar um papel fundamental nos trajetos realizados diariamente por uma parcela significativa da população.</p>
<p>“O BRT conecta os bairros atendidos pelo metrô à Estação da Lapa e também facilita o acesso a regiões como Itaigara e Orla. Muitas pessoas que saíam da Vasco da Gama, por exemplo, enfrentavam dificuldades para chegar a uma consulta médica no Itaigara. Hoje, elas contam com a facilidade proporcionada por esse modal”, afirma Pablo.</p>
<p><strong>Expansão &#8211;</strong> Uma das ampliações mais recentes é a linha B6, que liga a Lapa a Patamares e, segundo o secretário, tem sido elogiada entre os passageiros.</p>
<p>A B6 já faz parte da rotina de Tatiana Guerra, de 35 anos, moradora de Tancredo Neves. A dona de casa utiliza o BRT acompanhada do filho Samuel, de 6 anos, principalmente nos dias em que precisa levá-lo à terapia. Para ela, o serviço facilita o acesso ao tratamento e reduz o tempo gasto no trajeto.</p>
<p>“O BRT agiliza bastante o nosso tempo. Quando Samuel vai para a terapia, usamos o serviço para diminuir o percurso até nossa casa e fazer a integração com outro transporte. Também é mais silencioso para ele. Para mim, significa acessibilidade”, afirma Tatiana.</p>
<p>O planejamento de expansão do transporte público prevê novas conexões entre Pirajá, a orla e o Aeroporto de Salvador. “O planejamento contempla um BRT saindo de Pirajá, com 12 estações, ligando a região à orla e à rede existente. A proposta é conectar Pirajá à Pituba, ao Itaigara e à Lapa, além de avançar por Patamares até o aeroporto por meio do sistema BRS, que permite alcançar diversas áreas da cidade com investimentos menores”, explica o secretário de Mobilidade.</p>
<p><strong>Sistema misto &#8211;</strong> Salvador conta com um sistema que integra o BRT e o BRS. Uma das principais vantagens desse modelo é a possibilidade de criar linhas estendidas e alcançar novas demandas sem a necessidade de grandes investimentos na construção de estações. A solução também é utilizada em cidades como Belo Horizonte e Rio de Janeiro, onde os sistemas de BRT já estão consolidados.</p>
<p>Enquanto o BRT opera com corredores exclusivos, estações estruturadas e embarque antecipado, o BRS permite ampliar o atendimento a outras regiões da cidade por meio de vias compartilhadas e, quando necessário, estações simplificadas de pré-embarque. “Costumo dizer que Salvador tem um sistema misto, formado pelo BRT e pelo BRS, que se complementam para ampliar o alcance do transporte público”, acrescenta Pablo.</p>
<p><strong>Sustentabilidade e reconhecimento &#8211;</strong> O BRT Salvador recebeu dois prêmios em 2026. Em agosto, conquistou o Prêmio Plínio Assmann, concedido pela Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), durante a Lat.Bus, em São Paulo. O projeto concorreu com outras 108 iniciativas desenvolvidas em cidades de todo o país.</p>
<p>Em janeiro, o modal recebeu o Prêmio Transporte Sustentável 2026, o Sustainable Transport Award (STA), entregue pelo Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP Brasil). A premiação reconheceu os investimentos realizados pela capital baiana na eletrificação do transporte público.</p>
<p>Entre as iniciativas ambientais, estão a implantação de painéis fotovoltaicos em seis estações e a circulação de ônibus elétricos. A energia excedente produzida ajuda a compensar o consumo de equipamentos públicos, como os elevadores Lacerda e do Taboão e o Plano Inclinado Liberdade-Calçada.</p>
<p>O BRT também possui um eletroterminal próximo ao Shopping da Bahia, com capacidade para recarregar até 28 ônibus simultaneamente. A localização reduz a chamada quilometragem ociosa, correspondente ao percurso realizado pelos veículos entre o ponto de recarga e o começo das viagens.</p>
<p>“A Prefeitura está em processo de obtenção de crédito com o Banco Mundial para adquirir mais 100 ônibus elétricos. Esses veículos poderão reforçar novas linhas do BRT e levar o mesmo padrão de conforto a localidades ainda não alcançadas por outros modais”, enfatiza o secretário.</p>
<p>Desenvolvido pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) e da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), o programa Mulheres no Volante também integra as iniciativas de destaque. A ação incentiva a formação e a contratação de mulheres para diferentes funções no transporte público.</p>
<p>Contratada para atuar no BRT Salvador, a motorista Andréia Peneluc ressalta o orgulho de ocupar esse espaço: “Eu amo dirigir, estou fazendo o que gosto. Que mais mulheres venham, se firmem e ocupem seus espaços”.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
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    <title>HISTÓRIA: Do Fura-Fila às pinturas dos ônibus em São Paulo e Santo André (SP), o que o eleitor pode aprender com o transporte usado como marca política</title>
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    <pubDate>Sun, 04 Oct 2026 14:00:02 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[História]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Promessas de sistemas de alta capacidade, símbolos de governos nas carrocerias e mudanças de cores atravessaram diferentes administrações; propostas precisam ser avaliadas pelo serviço entregue, financiamento e continuidade ADAMO BAZANI O passageiro precisa de transporte que chegue no horário, tenha capacidade para atender à demanda e permita viajar com segurança e a um custo acessível. [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="579" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/renovacao5.webp?fit=1024%2C579&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/renovacao5.webp?w=1138&amp;ssl=1 1138w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/renovacao5.webp?resize=300%2C170&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/renovacao5.webp?resize=1024%2C579&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/renovacao5.webp?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/renovacao5.webp?resize=768%2C434&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/renovacao5.webp?resize=400%2C226&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Promessas de sistemas de alta capacidade, símbolos de governos nas carrocerias e mudanças de cores atravessaram diferentes administrações; propostas precisam ser avaliadas pelo serviço entregue, financiamento e continuidade</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>O passageiro precisa de transporte que chegue no horário, tenha capacidade para atender à demanda e permita viajar com segurança e a um custo acessível. Na história de São Paulo e do ABC Paulista, porém, ônibus e projetos de mobilidade também foram utilizados como vitrines de governos e campanhas: o Fura-Fila prometeu transformar os deslocamentos na capital, os “bonequinhos” da gestão Marta Suplicy provocaram disputa política nas carrocerias e Santo André chegou a ter três padrões de pintura convivendo nas mesmas linhas durante uma troca de administração.</p>
<p>Nas eleições deste domingo, 4 de outubro de 2026, mesmo não sendo municipais, esses episódios ajudam a avaliar propostas de candidatos à Presidência, aos governos estaduais, ao Senado e às câmaras legislativas. O critério é verificar como a promessa será executada: quem tem competência para realizá-la, de onde virão os recursos, quais etapas precisam ser cumpridas e o que mudará efetivamente na viagem do passageiro.</p>
<p>Transportes devem fazer parte do debate eleitoral. O problema surge quando a comunicação ocupa o lugar do planejamento, a marca de uma administração se sobrepõe à identidade do serviço público ou uma entrega parcial é apresentada como solução completa.</p>
<p>Os casos históricos mostram situações diferentes. Uma promessa de infraestrutura que demorou anos para funcionar não é o mesmo que uma disputa por logotipo. Mas ambos exigem uma pergunta comum: qual benefício concreto chegou à população?</p>
<p><strong>Fura-Fila: a promessa eleitoral de 1996 atravessou governos, nomes e mudanças de projeto</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-536570" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/hqdefault.jpg?resize=480%2C360&#038;ssl=1" alt="" width="480" height="360" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/hqdefault.jpg?w=480&amp;ssl=1 480w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/hqdefault.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/hqdefault.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/hqdefault.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px" /></p>
<p>O Fura-Fila foi uma das principais bandeiras da campanha de Celso Pitta à Prefeitura de São Paulo em 1996, com apoio de seu antecessor e padrinho político, Paulo Maluf.</p>
<p>A proposta ganhou visibilidade com a apresentação de um transporte elétrico de grande capacidade que circularia em infraestrutura própria, incluindo trechos elevados. O veículo previsto era um ônibus biarticulado com orientação mecânica, associado à promessa de escapar dos congestionamentos.</p>
<p>A força da apresentação estava na facilidade de comunicar uma solução para um problema cotidiano. Para quem passava horas no trânsito, a ideia de um veículo que “furaria a fila” dos carros era compreensível e atraente.</p>
<p>A execução, entretanto, atravessou interrupções e reformulações. O prazo anunciado para o primeiro trecho, em 1998, não foi cumprido. Em 2006, uma década depois da campanha, o projeto ainda se preparava para os testes e acumulava R$ 675 milhões em gastos, em valores da época.</p>
<p>O nome também mudou. Na administração de Marta Suplicy, passou a ser chamado de Paulistão. Sob José Serra e Gilberto Kassab, tornou-se Expresso Tiradentes.</p>
<p>A primeira etapa, com 8,5 quilômetros entre o Parque Dom Pedro II e o Sacomã, foi inaugurada em 8 de março de 2007. A operação utilizou ônibus conduzidos por motoristas, em configuração diferente da orientação mecânica apresentada originalmente.</p>
<p><strong>O que o Fura-Fila ensina sobre prazo, tecnologia e inauguração</strong></p>
<p>O episódio não elimina a utilidade do corredor que passou a transportar passageiros. Ele mostra a distância que pode existir entre uma proposta eleitoral e a infraestrutura efetivamente entregue.</p>
<p>Uma obra precisa ser avaliada pelo conjunto: projeto, custo, prazo, integração e operação. A apresentação de um protótipo comprova que existe um veículo demonstrável; não comprova que o sistema inteiro está pronto para funcionar.</p>
<p>Da mesma forma, construir pilares ou concluir uma estação representa uma etapa física. O atendimento depende também de acessos, energia, equipamentos, frota, pessoal, segurança e integração com os demais serviços.</p>
<p>A mudança de nome pode acompanhar uma reformulação técnica, mas não resolve, por si só, os obstáculos de execução. Para o passageiro, importa saber quando poderá utilizar o transporte, quais destinos serão atendidos e quanto tempo ganhará no percurso.</p>
<p>O histórico também recomenda cuidado com comparações entre orçamento inicial e custo final. É necessário identificar a data dos valores, a extensão prevista, as mudanças de escopo e o efeito das paralisações. Uma proposta pode nascer com custos subestimados e acumular novas despesas durante sua execução.</p>
<p>A cobrança útil ao candidato começa antes da obra: qual problema será resolvido, por que aquela tecnologia foi escolhida e quais estudos sustentam a decisão?</p>
<p><strong>Os “bonequinhos” de Marta: quando a carroceria virou espaço de disputa entre governos</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-536571" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/GATO-PRETO-4.webp?resize=714%2C437&#038;ssl=1" alt="" width="714" height="437" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/GATO-PRETO-4.webp?w=714&amp;ssl=1 714w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/GATO-PRETO-4.webp?resize=300%2C184&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/GATO-PRETO-4.webp?resize=150%2C92&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/GATO-PRETO-4.webp?resize=400%2C245&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 714px) 100vw, 714px" /></p>
<p>Na gestão da prefeita Marta Suplicy, entre 2001 e 2004, ônibus municipais de São Paulo passaram a exibir figuras humanas estilizadas de mãos dadas, associadas à identidade visual do governo e ao slogan “Governo da Reconstrução”.</p>
<p>Os desenhos ficaram conhecidos como “bonequinhos”. Sua configuração e o uso das cores vermelha e branca provocaram críticas pela semelhança apontada com a estrela do PT, partido da prefeita naquele período.</p>
<p>Por isso, a expressão popular “bonequinhos do PT” precisa ser situada historicamente: tratava-se de um símbolo da administração municipal cuja aparência foi contestada por adversários políticos como referência partidária.</p>
<p>Em 2001, representantes do PSDB recorreram à Justiça contra o uso da marca em equipamentos públicos. Houve uma liminar contrária ao símbolo, posteriormente derrubada.</p>
<p>A disputa reapareceu na troca de governo. Em janeiro de 2005, a administração do prefeito José Serra iniciou a retirada dos desenhos de ônibus e micro-ônibus.</p>
<p>A sequência expõe um problema recorrente: o serviço permanece, mas a identidade de cada gestão é aplicada e depois removida dos veículos. A discussão passa a envolver quem deixou sua marca na carroceria, enquanto o usuário continua dependendo de frequência, conservação e atendimento.</p>
<p><strong>Bilhete Único mostra por que símbolo de gestão e resultado de transporte devem ser avaliados separadamente</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-536573" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Bilhete-unico-450-anos.jpg?resize=300%2C190&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="190" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Bilhete-unico-450-anos.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Bilhete-unico-450-anos.jpg?resize=150%2C95&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>A análise histórica precisa distinguir a controvérsia sobre os desenhos das mudanças realizadas no transporte durante a mesma administração.</p>
<p>Na gestão Marta, o Sistema Interligado reorganizou a rede e adotou cores para identificar regiões atendidas. Em maio de 2004, entrou em funcionamento o Bilhete Único, permitindo integração temporal entre viagens de ônibus municipais.</p>
<p>A diferença para o passageiro era concreta: a organização tarifária passou a possibilitar deslocamentos com mais de um embarque dentro das regras de integração, sem exigir uma nova tarifa integral a cada ônibus utilizado.</p>
<p>A identificação de regiões por cores também possui uma finalidade operacional quando ajuda o usuário a reconhecer o serviço.</p>
<p>Esses exemplos mostram que uma administração pode, ao mesmo tempo, realizar uma política de transporte com efeitos práticos e adotar uma comunicação contestada politicamente. Cada medida deve ser examinada por seus próprios resultados.</p>
<p>A permanência de uma política útil após a troca de governo é um indicador relevante. O Bilhete Único continuou existindo e recebeu alterações em administrações posteriores, enquanto os “bonequinhos” foram retirados.</p>
<p><strong>Santo André: três pinturas nas mesmas linhas durante a transição de 2008 para 2009</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-536574" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Santo-Andre-Imagem-de-Adamo-Bazani.jpg?resize=640%2C474&#038;ssl=1" alt="" width="640" height="474" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Santo-Andre-Imagem-de-Adamo-Bazani.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Santo-Andre-Imagem-de-Adamo-Bazani.jpg?resize=300%2C222&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Santo-Andre-Imagem-de-Adamo-Bazani.jpg?resize=150%2C111&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Santo-Andre-Imagem-de-Adamo-Bazani.jpg?resize=400%2C296&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Em Santo André, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> registrou um caso em que sucessivas determinações de pintura produziram a convivência de três padrões na frota.</p>
<p>O sistema utilizava ônibus predominantemente azuis, identidade associada à chamada Onda Azul, adotada na gestão de Celso Daniel.</p>
<p>No final do mandato do prefeito João Avamileno, em 2008, foi determinada uma nova padronização, com fundo branco e desenho que incorporava vermelho. A substituição do padrão anterior ainda estava em andamento quando houve a mudança de governo.</p>
<p>Eleito em 2008, o prefeito Aidan Ravin assumiu em 2009 e determinou a manutenção do desenho, mas com substituição do vermelho por azul. A justificativa apresentada era aproximar os veículos das cores da bandeira municipal; a mudança recebeu críticas por representar a retirada da identidade da gestão anterior.</p>
<p>Como as empresas ainda executavam a primeira alteração quando receberam a segunda determinação, ônibus inteiramente azuis, veículos com detalhes vermelhos e unidades com detalhes azuis circularam simultaneamente.</p>
<p>A cobertura do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> documentou essa transição em 2011 e voltou ao episódio em uma reportagem histórica de 2014.</p>
<p><strong>Pintura precisa ajudar o passageiro e ter sua alteração justificada</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-536575" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/4500940753_fcec2a53b0.webp?resize=500%2C375&#038;ssl=1" alt="" width="500" height="375" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/4500940753_fcec2a53b0.webp?w=500&amp;ssl=1 500w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/4500940753_fcec2a53b0.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/4500940753_fcec2a53b0.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/4500940753_fcec2a53b0.webp?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Uma identidade visual pode cumprir funções de utilidade pública. Cores podem identificar regiões, tipos de linha ou categorias de serviço. Nome da operadora e prefixo permitem reconhecer o veículo e registrar uma reclamação.</p>
<p>O problema aparece quando a mudança se concentra na marca da administração e exige sucessivas intervenções sem uma melhoria correspondente na identificação do serviço.</p>
<p>Repintura envolve materiais, mão de obra e permanência do veículo em oficina. Esses custos precisam ser conhecidos e justificados, inclusive quando a execução fica a cargo das empresas contratadas.</p>
<p>Em 2018, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> noticiou outro padrão anunciado para Santo André, com predominância de branco, elementos amarelos, verdes e azuis e maior destaque para os logotipos da prefeitura e da SATrans.</p>
<p>Em setembro de 2019, o veículo mostrou que a nova pintura também era aplicada a ônibus que já circulavam no sistema. O episódio reforça uma distinção básica para qualquer anúncio de frota: aparência renovada e aquisição de ônibus são informações diferentes.</p>
<p>A idade, as condições mecânicas, a acessibilidade e a capacidade do veículo precisam acompanhar a apresentação visual.</p>
<p><strong>Como reconhecer uma promessa de transporte que pode ser executada</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-536576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/393587_276703175707123_60781096_n.webp?resize=767%2C503&#038;ssl=1" alt="" width="767" height="503" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/393587_276703175707123_60781096_n.webp?w=767&amp;ssl=1 767w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/393587_276703175707123_60781096_n.webp?resize=300%2C197&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/393587_276703175707123_60781096_n.webp?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/393587_276703175707123_60781096_n.webp?resize=400%2C262&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 767px) 100vw, 767px" /></p>
<p>Uma proposta consistente deve permitir ao eleitor entender o problema, a solução e as condições de realização.</p>
<p>Se um candidato promete uma nova linha de metrô, corredor de ônibus ou ferrovia, precisa apresentar o percurso, a demanda que pretende atender, as conexões e o estágio de desenvolvimento do projeto.</p>
<p>O prazo deve considerar as etapas necessárias. Estudos, projetos de engenharia, licenciamento, desapropriações, contratação, obras, testes e operação não acontecem automaticamente após uma declaração de campanha.</p>
<p>O financiamento também precisa ser explicado. Obter recursos para construir uma infraestrutura é diferente de assegurar dinheiro para operar e manter o serviço durante anos.</p>
<p>Uma proposta de compra de ônibus deve esclarecer quantos veículos serão incorporados, quantos substituirão unidades antigas e quantos aumentarão a oferta. A entrega de 100 ônibus pode representar expansão, renovação ou uma combinação das duas, com efeitos diferentes sobre os intervalos.</p>
<p>O mesmo cuidado vale para a promessa de eletrificação. Veículos precisam de garagens preparadas, fornecimento de energia, recarga, manutenção, peças e equipes capacitadas. O cronograma deve abranger essa estrutura.</p>
<p>Tecnologia deve ser escolhida conforme a necessidade do sistema. Capacidade, demanda, custo de implantação, operação e possibilidades de integração precisam sustentar a decisão.</p>
<p><strong>Passagem mais barata e tarifa zero exigem financiamento e oferta suficiente</strong></p>
<p>Reduzir a tarifa ou eliminar a cobrança pode ampliar o acesso ao transporte. Para sustentar a medida, a proposta precisa identificar quem financiará a operação e como os recursos serão mantidos.</p>
<p>A despesa com motoristas, energia, combustível, manutenção, peças e infraestrutura continua existindo quando o passageiro deixa de pagar no embarque.</p>
<p>Também é necessário prever o atendimento à demanda. Uma política que facilite o acesso precisa vir acompanhada de capacidade para transportar os usuários com regularidade.</p>
<p>O eleitor deve observar se a proposta explica o custo anual, a fonte de financiamento, as regras de fiscalização e a oferta prevista nos diferentes horários.</p>
<p>O mesmo vale para subsídios: transparência permite acompanhar quanto o poder público paga, qual serviço está contratando e quais resultados são exigidos das operadoras.</p>
<p><strong>O transporte precisa de regularidade, prioridade nas ruas e integração</strong></p>
<p>A qualidade aparece em toda a viagem, desde a caminhada até o ponto até a chegada ao destino.</p>
<p>Ônibus em boas condições precisam cumprir os horários e oferecer capacidade adequada. Nos trilhos, intervalos, manutenção e resposta a falhas fazem parte do atendimento diário.</p>
<p>Corredores e faixas exclusivas precisam funcionar como prioridade efetiva, com fiscalização e condições de circulação. A redução do tempo perdido no congestionamento ajuda a tornar as viagens mais previsíveis.</p>
<p>A integração deve considerar tanto a tarifa quanto o deslocamento físico. Uma conexão pode existir no mapa e ainda exigir caminhada longa, travessia insegura ou acesso inadequado para idosos e pessoas com deficiência.</p>
<p>Pontos, terminais e estações precisam de informação compreensível, iluminação, abrigo e acessibilidade. Elevadores, plataformas e equipamentos devem permanecer em funcionamento.</p>
<p>O planejamento também precisa contemplar noites, fins de semana e horários fora do pico. Trabalhadores da saúde, comércio, limpeza e outros serviços utilizam a rede em períodos que frequentemente recebem menos oferta.</p>
<p>Para motoristas, cobradores, profissionais de manutenção e demais trabalhadores, condições adequadas de trabalho e capacitação integram a qualidade e a segurança do transporte.</p>
<p><strong>Cada cargo tem responsabilidades diferentes — e a promessa precisa respeitar isso</strong></p>
<p>Neste domingo serão escolhidos presidente, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. Prefeitos e vereadores não estão em disputa nesta eleição.</p>
<p>A União pode atuar no financiamento, nas políticas nacionais e em programas de apoio à infraestrutura e à renovação de frota. Governos estaduais têm responsabilidades sobre serviços intermunicipais e metropolitanos e, conforme a estrutura de cada Estado, sobre redes de metrô e trens.</p>
<p>Senadores e deputados participam da elaboração de leis, da votação dos orçamentos e da fiscalização. Parlamentares podem viabilizar recursos e cobrar execução, mas não comandam diretamente a operação de uma linha municipal.</p>
<p>Quando uma proposta depende de prefeitura, governo estadual, União e concessionárias, o candidato precisa explicar como pretende articular essas responsabilidades.</p>
<p>A Política Nacional de Mobilidade Urbana estabelece prioridade ao transporte coletivo sobre o transporte individual motorizado e prevê integração entre os serviços. Transformar essa diretriz em resultado exige decisões de orçamento, planejamento e gestão.</p>
<p><strong>Serviço público precisa atravessar governos sem se tornar propriedade de um candidato</strong></p>
<p>A Constituição estabelece que a publicidade dos órgãos públicos deve ter caráter educativo, informativo ou de orientação social e veda nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores.</p>
<p>No transporte, essa orientação reforça a necessidade de distinguir informação ao usuário de identificação política de uma administração.</p>
<p>O histórico do Fura-Fila, dos “bonequinhos” e das pinturas de Santo André mostra por que essa separação importa. Obras podem atravessar mandatos, políticas tarifárias podem sobreviver a seus criadores e ônibus continuam transportando passageiros depois que uma marca de governo é retirada.</p>
<p>Para acompanhar uma promessa, o eleitor pode cobrar metas verificáveis: redução do tempo de viagem, cumprimento de horários, oferta por linha, acessibilidade, manutenção, custo para o usuário e transparência dos contratos.</p>
<p>São esses resultados que permitem avaliar uma gestão para além da inauguração, do slogan ou da pintura.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Rio de Janeiro reabre regularização de multas para operadores do transporte complementar em outubro</title>
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    <pubDate>Sun, 04 Oct 2026 13:00:27 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Adesão ao RECRED ocorrerá de 19 de outubro a 6 de novembro e abrangerá autuações entre agosto de 2021 e julho de 2026 ADAMO BAZANI Os operadores integrantes do Sistema de Transporte Unificado Complementar do Rio de Janeiro terão uma nova oportunidade de regularizar multas disciplinares. A Prefeitura do Rio de Janeiro reabriu a adesão [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cabritinho-rio-de-janeiro-foto-reproducao.webp?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cabritinho-rio-de-janeiro-foto-reproducao.webp?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cabritinho-rio-de-janeiro-foto-reproducao.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cabritinho-rio-de-janeiro-foto-reproducao.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cabritinho-rio-de-janeiro-foto-reproducao.webp?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cabritinho-rio-de-janeiro-foto-reproducao.webp?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Adesão ao RECRED ocorrerá de 19 de outubro a 6 de novembro e abrangerá autuações entre agosto de 2021 e julho de 2026</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Os operadores integrantes do Sistema de Transporte Unificado Complementar do Rio de Janeiro terão uma nova oportunidade de regularizar multas disciplinares. A Prefeitura do Rio de Janeiro reabriu a adesão ao programa de recuperação desses débitos para o período de 19 de outubro a 6 de novembro de 2026.</p>
<p>A medida abrange multas vencidas, não pagas e não prescritas, aplicadas por autuações entre 1º de agosto de 2021 e 31 de julho de 2026. A iniciativa está vinculada à regularização cadastral, documental e dos veículos, necessária para a vistoria anual e o licenciamento dos operadores.</p>
<p><strong>Programa trata de multas disciplinares dos serviços de transporte</strong></p>
<p>O RECRED, Programa de Recuperação de Créditos de Multas Disciplinares, integra a política municipal de requalificação do transporte complementar, denominada REVANS.</p>
<p>Em sua estrutura original, o programa estabeleceu descontos conforme o tipo de infração. A prefeitura informou, no lançamento em 2024, percentuais entre 50% e 90%.</p>
<p>O decreto publicado agora mantém as condições de participação previstas na regulamentação de 2024. O enquadramento de cada débito deve observar a infração e as regras aplicáveis, sem um percentual único para todos os operadores.</p>
<p>As multas abrangidas são as disciplinares fundamentadas nos regulamentos municipais indicados pelo decreto. Portanto, o programa está relacionado às obrigações dos prestadores de transporte, e não representa uma anistia geral de multas de trânsito.</p>
<p><strong>Regularização acompanha a organização do novo sistema complementar</strong></p>
<p>A reabertura ocorre após a criação do STUC, que reúne STPL, STPC e TEC.</p>
<p>A regularidade do operador e do veículo também é requisito para participar dos mecanismos de integração e remuneração pelo Jaé. A recuperação dos débitos passa, assim, a compor o processo de adequação dos prestadores ao novo sistema.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Transportes editará os procedimentos complementares de adesão e de regularização para a vistoria e o licenciamento.</p>
<p>O decreto foi assinado pelo prefeito Eduardo Cavaliere e publicado na página 6 do Diário Oficial desta quarta-feira, 30 de setembro. Trata-se do Decreto Rio nº 58.754.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>Linhas 1-Azul e 3-Vermelha retomam operação normal neste domingo (04); mais cedo problemas geraram restrições</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/04/linhas-1-azul-e-3-vermelha-retomam-operacao-normal-neste-domingo-04-mais-cedo-problemas-geraram-restricoes/</link>
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    <pubDate>Sun, 04 Oct 2026 12:55:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada ARTHUR FERRARI Passageiros que utilizam a linha 1-Azul do Metrô de São Paulo enfrentaram dificuldades das 9h22 às 9h57 deste domingo, 4 de outubro de 2026, devido a problemas que geram restrições na circulação dos trens. De acordo com o Metrô, uma falha em trem [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="449" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/12/metrosp-linha1-azul-estacao-japao-liberdade-21-11-22-foto-diariodotransporte.jpeg?fit=800%2C449&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/12/metrosp-linha1-azul-estacao-japao-liberdade-21-11-22-foto-diariodotransporte.jpeg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/12/metrosp-linha1-azul-estacao-japao-liberdade-21-11-22-foto-diariodotransporte.jpeg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/12/metrosp-linha1-azul-estacao-japao-liberdade-21-11-22-foto-diariodotransporte.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/12/metrosp-linha1-azul-estacao-japao-liberdade-21-11-22-foto-diariodotransporte.jpeg?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2022/12/metrosp-linha1-azul-estacao-japao-liberdade-21-11-22-foto-diariodotransporte.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada</em></p>
<p><em><strong>ARTHUR FERRARI</strong></em></p>
<p>Passageiros que utilizam a linha 1-Azul do Metrô de São Paulo enfrentaram dificuldades das 9h22 às 9h57 deste domingo, 4 de outubro de 2026, devido a problemas que geram restrições na circulação dos trens.</p>
<p>De acordo com o Metrô, uma falha em trem na região da Estação Parada Inglesa gera velocidade reduzida e maior tempo de parada, prejudicando também a linha 3-Vermelha.</p>
<p><strong>Nota do Metrô na íntegra</strong></p>
<p><em>A operação na Linha 1-Azul já está em processo de normalização. As 9h10, um trem apresentou falha na estação Parada Inglesa, onde precisou ser esvaziado, gerando velocidade reduzida e maior tempo de parada. Após atuação da equipe, a composição foi restabelecida às 9h45 e voltou a prestar serviço. O Metrô agradece a compreensão de todos.</em></p>
<p>Vale lembrar que, como mostrou o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, os transportes metropolitanos funcionam gratuitamente neste domingo devido às eleições gerais de 2026.</p>
<p><strong>Relembre</strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="9x7Zbs7jMh"><p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/02/trens-metro-corredor-abd-e-onibus-intermunicipais-metropolitanos-e-rodoviarios-terao-gratuidade-em-sao-paulo-neste-domingo-04-por-causa-das-eleicoes/">Trens, metrô, Corredor ABD e ônibus intermunicipais metropolitanos e rodoviários terão gratuidade em São Paulo neste domingo (04) por causa das eleições</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Trens, metrô, Corredor ABD e ônibus intermunicipais metropolitanos e rodoviários terão gratuidade em São Paulo neste domingo (04) por causa das eleições” — Diário do Transporte" src="https://diariodotransporte.com.br/2026/10/02/trens-metro-corredor-abd-e-onibus-intermunicipais-metropolitanos-e-rodoviarios-terao-gratuidade-em-sao-paulo-neste-domingo-04-por-causa-das-eleicoes/embed/#?secret=0M5k5ym386#?secret=9x7Zbs7jMh" data-secret="9x7Zbs7jMh" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><em><strong>Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/04/linhas-1-azul-e-3-vermelha-retomam-operacao-normal-neste-domingo-04-mais-cedo-problemas-geraram-restricoes/feed/</wfw:commentRss>
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  </item>
  <item>
    <title>VÍDEO: Diário do Transporte confere gratuidade nas eleições e encontra facilidade no Corredor ABD, CPTM, rodoviários e ônibus municipais</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/04/video-diario-do-transporte-confere-gratuidade-nas-eleicoes-e-encontra-facilidade-no-corredor-abd-cptm-rodoviarios-e-onibus-municipais/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 04 Oct 2026 12:15:41 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Verificação em campo na manhã deste domingo (4) encontrou embarques sem cobrança nos quatro sistemas; procedimentos de acesso e horários de isenção variam conforme o serviço ADAMO BAZANI Colaborou Arthur Ferrari Os passageiros encontraram facilidade para utilizar gratuitamente o Corredor Metropolitano ABD, a Linha 10-Turquesa da CPTM, os ônibus rodoviários intermunicipais estaduais e o transporte [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="840" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_0732217E2.jpg?fit=1024%2C840&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_0732217E2.jpg?w=2727&amp;ssl=1 2727w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_0732217E2.jpg?resize=300%2C246&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_0732217E2.jpg?resize=1024%2C840&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_0732217E2.jpg?resize=150%2C123&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_0732217E2.jpg?resize=768%2C630&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_0732217E2.jpg?resize=1536%2C1260&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_0732217E2.jpg?resize=2048%2C1680&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/IMG_20261004_0732217E2.jpg?resize=400%2C328&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Verificação em campo na manhã deste domingo (4) encontrou embarques sem cobrança nos quatro sistemas; procedimentos de acesso e horários de isenção variam conforme o serviço</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p><em><strong>Colaborou Arthur Ferrari</strong></em></p>
<div style="width: 852px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-537153-3" width="852" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261004091446.mp4?_=3" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261004091446.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lv_0_20261004091446.mp4</a></video></div>



<p class="wp-block-paragraph">Os passageiros encontraram facilidade para utilizar gratuitamente o Corredor Metropolitano ABD, a Linha 10-Turquesa da CPTM, os ônibus rodoviários intermunicipais estaduais e o transporte municipal de Santo André, no ABC Paulista, na manhã deste domingo, 4 de outubro de 2026, primeiro turno das eleições. O criador e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, Adamo Bazani, conferiu pessoalmente a aplicação da isenção, com embarques e acompanhamento do atendimento nos diferentes sistemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verificação começou às 6h50, em um trólebus da linha 287, na parada Gilda, e passou pelas estações Prefeito Celso Daniel–Santo André e Prefeito Saladino, pelo atendimento das empresas rodoviárias e pela linha municipal B19. Nos serviços acompanhados, a gratuidade estava sendo concedida sem dificuldades. Os passageiros, entretanto, precisam observar os períodos de liberação: das 6h às 20h nos serviços metropolitanos e nos trens, das 0h às 23h59 nos rodoviários intermunicipais estaduais e durante toda a operação nos ônibus municipais de Santo André.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Corredor ABD: embarque pela porta do meio e acesso livre às plataformas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro embarque ocorreu às 6h50 na linha 287 — Diadema/Santo André–Oeste, operada pela Next Mobilidade no Corredor Metropolitano ABD.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na parada Gilda, no sentido Santo André, o veículo utilizado era um trólebus. O acesso ocorreu pela porta do meio, sem necessidade de passar pela catraca ou utilizar cartão de transporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No terminal, também foi conferido o procedimento para o sentido de retorno. As catracas estavam bloqueadas, mas uma porta permanecia aberta para permitir o acesso gratuito às plataformas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A isenção no Corredor ABD segue o período dos ônibus metropolitanos: das 6h às 20h neste domingo. Esse horário também se aplica às linhas comuns intermunicipais da Next Mobilidade abrangidas pela liberação estadual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem utilizar mais de um sistema, é necessário observar o horário de cada embarque. A gratuidade municipal durante toda a operação de Santo André não amplia automaticamente o período de liberação de uma linha metropolitana.</p>



<h2 class="wp-block-heading">CPTM: passagem pela catraca sem encostar o bilhete no validador</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Às 7h16, a reportagem acessou a Linha 10-Turquesa da CPTM pela estação Prefeito Celso Daniel–Santo André.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procedimento também foi simples: os passageiros passavam pelas catracas sem precisar encostar o bilhete ou cartão no validador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A espera pelo trem foi de nove minutos. A composição utilizada não estava lotada, e o desembarque ocorreu na estação Prefeito Saladino, ainda em Santo André, para a verificação dos serviços rodoviários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O período de gratuidade anunciado pelo Governo de São Paulo para os trens é das 6h às 20h. O passageiro deve seguir a orientação dos funcionários para acessar a área paga sem cobrança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os nove minutos de espera registrados correspondem à experiência da reportagem naquele embarque, na primeira parte da manhã.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Rodoviários: Cometa concedia passagem gratuita com documento com foto e possibilidade de reservar a volta</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No Terminal Rodoviário de Santo André, junto à estação Prefeito Saladino, a reportagem encontrou facilidade no atendimento para obtenção das passagens gratuitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas como a Viação Cometa estavam concedendo a isenção. No atendimento acompanhado, era solicitado apenas documento de identificação com foto, procedimento habitual nas viagens rodoviárias, inclusive em dias sem gratuidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também era possível reservar a viagem de retorno. Isso permitia ao passageiro organizar os dois trechos antes de sair, conforme os horários e assentos disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos ônibus rodoviários intermunicipais e semiurbanos estaduais regulados pela ARTESP, a gratuidade vale das 0h às 23h59 deste domingo. O período é mais amplo que o dos serviços metropolitanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A passagem gratuita mantém a organização do embarque, a identificação do viajante e o controle dos lugares. Por isso, quem pretende viajar deve procurar o atendimento da transportadora para emitir o bilhete e verificar a disponibilidade para ida e volta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A regra estadual abrange os serviços intermunicipais enquadrados na determinação. Ela não deve ser estendida automaticamente a viagens interestaduais, que possuem regulação federal, apenas porque partem da mesma rodoviária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ônibus municipais: motorista libera a catraca com cartão próprio, sem cobrança do passageiro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A verificação também incluiu o transporte municipal de Santo André.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No TERSA — Terminal Rodoviário de Santo André, a reportagem embarcou no sentido Centro na linha B19 — Aclimação/Rodoviária, da Viação Vaz, integrante do Consórcio União Santo André.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse serviço, o procedimento era diferente do observado no trólebus. O embarque ocorria pela porta da frente, com passagem pela catraca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O motorista utilizava um cartão eletrônico próprio para liberar o equipamento, sem cobrar tarifa do passageiro. Assim, a necessidade de passar pela catraca não representava pagamento da viagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Prefeitura, a gratuidade municipal vale durante todo o período de operação do sistema, sem distinção entre os usuários. A medida também está prevista para 25 de outubro, caso haja segundo turno.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Verificação em campo encontrou acesso simples e percepção de oferta ampliada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A impressão da reportagem, nos pontos e viagens acompanhados nesta manhã, foi de aprovação quanto à facilidade para utilizar a gratuidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os procedimentos fossem diferentes — porta do meio no trólebus, catracas liberadas no trem, emissão de passagem no rodoviário e liberação pelo motorista no ônibus municipal —, os acessos observados ocorreram sem dificuldades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem também percebeu oferta ampliada de veículos durante o percurso. A observação corresponde aos serviços acompanhados em campo, sem levantamento quantitativo da frota total em circulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o passageiro, a principal atenção continua sendo o horário de retorno, sobretudo quando a viagem combina ônibus municipais, serviços metropolitanos, trem e rodoviários, que possuem períodos distintos de isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Linha 7-Rubi terá gratuidade e intervalos diferenciados neste domingo (04)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/04/linha-7-rubi-tera-gratuidade-e-intervalos-diferenciados-neste-domingo-04/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
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    <pubDate>Sun, 04 Oct 2026 09:00:42 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Passageiros poderão utilizar o serviço gratuitamente das 6h às 20h; operação contará com monitoramento e trens de prontidão para atender à demanda VINÍCIUS DE OLIVEIRA Os passageiros da Linha 7-Rubi poderão utilizar o serviço gratuitamente neste domingo (04), primeiro turno das eleições, das 6h às 20h. No mesmo período, a linha terá intervalos habituais de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/linha-7-rubi-24-horas-carnaval-tic-trens-e1770577019867.jpg?fit=1024%2C576&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Passageiros poderão utilizar o serviço gratuitamente das 6h às 20h; operação contará com monitoramento e trens de prontidão para atender à demanda</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Os passageiros da Linha 7-Rubi poderão utilizar o serviço gratuitamente neste domingo (04), primeiro turno das eleições, das 6h às 20h. No mesmo período, a linha terá intervalos habituais de um sábado, das 4h à meia-noite, com programação voltada ao atendimento da demanda prevista para o deslocamento de passageiros durante a votação.</p>
<p>Para garantir a mobilidade dos passageiros, a concessionária manterá trens reservas de prontidão em pontos estratégicos da linha, com monitoramento permanente da operação ao longo do dia e possibilidade de reforço da frota, caso haja necessidade. Também haverá reforço no quadro de agentes nas estações para atendimento e orientação aos passageiros.</p>
<p>A gratuidade também será válida em 25 de outubro, caso haja segundo turno, no mesmo horário, das 6h às 20h.</p>
<p><strong>Regras gerais para o Estado de São Paulo</strong></p>
<p>A liberação das linhas de bloqueio na Linha 7-Rubi segue a diretriz estabelecida para o transporte coletivo estadual, em atendimento à determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio da Resolução nº 23.751. A medida foi regulamentada pelo Governo do Estado de São Paulo, conforme o Decreto nº 70.916, publicado na sexta-feira (02).</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

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  </item>
  <item>
    <title>Linha 4 Amarela tem operação normalizada. Polícia descarta hipótese de explosivo em mochila</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/03/sao-paulo-estacao-higienopolis-mackenzie-e-evacuada-apos-mala-ser-deixada-perto-dos-bloqueios-da-linha-4-amarela/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/10/03/sao-paulo-estacao-higienopolis-mackenzie-e-evacuada-apos-mala-ser-deixada-perto-dos-bloqueios-da-linha-4-amarela/#comments</comments>
    <pubDate>Sun, 04 Oct 2026 02:03:11 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Grupo especializado concluiu atendimento sem identificar anormalidades; operação de ônibus PAESE entre Paulista e República foi encerradaADAMO BAZANIA Estação Higienópolis-Mackenzie, da Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo, foi reaberta após o GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais) concluir o atendimento à ocorrência envolvendo uma mala deixada próxima aos bloqueios. Segundo atualização da Motiva neste [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="412" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/EstaC3A7C3A3o-HigienC3B3polis-Mackenzie-Foto-Alexandre-Carvalho-A2img-15-600px.jpg?fit=600%2C412&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/EstaC3A7C3A3o-HigienC3B3polis-Mackenzie-Foto-Alexandre-Carvalho-A2img-15-600px.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/EstaC3A7C3A3o-HigienC3B3polis-Mackenzie-Foto-Alexandre-Carvalho-A2img-15-600px.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/EstaC3A7C3A3o-HigienC3B3polis-Mackenzie-Foto-Alexandre-Carvalho-A2img-15-600px.jpg?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/10/EstaC3A7C3A3o-HigienC3B3polis-Mackenzie-Foto-Alexandre-Carvalho-A2img-15-600px.jpg?resize=400%2C275&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Grupo especializado concluiu atendimento sem identificar anormalidades; operação de ônibus PAESE entre Paulista e República foi encerrada</em><br><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em><br>A Estação Higienópolis-Mackenzie, da Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo, foi reaberta após o GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais) concluir o atendimento à ocorrência envolvendo uma mala deixada próxima aos bloqueios. Segundo atualização da Motiva neste sábado, 3 de outubro de 2026, nenhuma anormalidade foi identificada na avaliação e a estação foi liberada para os passageiros.<br>A circulação dos trens da Linha 4-Amarela foi normalizada, com a retomada do atendimento em Higienópolis-Mackenzie. A Operação PAESE, acionada para atender com ônibus o trecho entre as estações Paulista e República durante o fechamento, foi encerrada.<br><strong>Estação havia sido evacuada preventivamente</strong><br>A ocorrência começou após uma pessoa deixar uma mala próxima à linha de bloqueios, onde ficam as catracas. A estação foi evacuada preventivamente, e a Polícia Militar e o GATE foram acionados.<br>Durante o atendimento, os trens passaram sem atender à estação Higienópolis-Mackenzie. O restante da Linha 4-Amarela manteve a operação normal, de acordo com a concessionária.<br>Equipes de segurança da Motiva permaneceram no local para orientar os passageiros e prestar suporte durante a ocorrência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja nota na íntegra </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>São Paulo, 3 de outubro de 2026</em> – A Motiva informa que o GATE finalizou o atendimento à ocorrência na Estação Higienópolis-Mackenzie. Após a avaliação, nenhuma anormalidade foi identificada e a estação foi liberada para atendimento aos clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A circulação dos trens da Linha 4-Amarela foi normalizada e a Operação PAESE, encerrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reportagem anterior </strong><br><br>A Estação Higienópolis-Mackenzie, da Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo, foi evacuada preventivamente e está temporariamente fechada após uma pessoa deixar uma mala próxima à linha de bloqueios, onde ficam as catracas. Segundo nota da Motiva divulgada neste sábado, 3 de outubro de 2026, a Polícia Militar e o GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais) foram acionados para avaliar a ocorrência.<br><br>Durante o atendimento, os trens passam sem atender à estação Higienópolis-Mackenzie, enquanto o restante da Linha 4-Amarela opera normalmente. A Operação PAESE foi acionada para atender, com ônibus, o trecho entre as estações Paulista e República.<br><br><strong>Atendimento aos passageiros</strong><br><br>De acordo com a Motiva, as equipes de segurança da concessionária estão no local para prestar suporte aos passageiros, orientar sobre a operação e esclarecer dúvidas.<br><br>A nota não informa o horário de início da ocorrência nem apresenta uma previsão de reabertura da estação. Também não detalha o conteúdo da mala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja nota na íntegra </p>



<p class="wp-block-paragraph">*São Paulo, 3 de outubro de 2026* – A Motiva informa que, após uma pessoa deixar uma mala próxima à linha de bloqueio da Estação Higienópolis-Mackenzie, o local foi preventivamente evacuado e permanece temporariamente fechado. A Polícia Militar e o GATE foram acionados para avaliar a ocorrência.<br /><br />Durante o atendimento, os trens da Linha 4-Amarela não atendem à Estação Higienópolis-Mackenzie. O restante da Linha opera normalmente.<br /><br />A Operação PAESE foi acionada para atender o trecho entre as estações Paulista e República. As equipes de segurança da concessionária estão no local, prestando todo o suporte necessário aos clientes, com orientações e esclarecimento de dúvidas.<br /><br /><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
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    <title>João Pessoa (PB) terá transporte coletivo gratuito neste domingo (4), durante o primeiro turno das Eleições de 2026</title>
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    <pubDate>Sun, 04 Oct 2026 02:00:25 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[Gratuidade será válida das 6h às 20h em todas as linhas em circulação na capital para o primeiro turno YURI SENA Os eleitores de João Pessoa (PB) terão transporte coletivo gratuito neste domingo (4), durante o primeiro turno das Eleições Gerais de 2026. A medida foi determinada pela Prefeitura e será aplicada em todas as [&#8230;]]]></description>
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<p><b><i>YURI SENA</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os eleitores de João Pessoa (PB) terão transporte coletivo gratuito neste domingo (4), durante o primeiro turno das Eleições Gerais de 2026. A medida foi determinada pela Prefeitura e será aplicada em todas as linhas que estiverem em circulação na capital.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A gratuidade será válida das 6h às 20h, abrangendo os deslocamentos de ida e volta dos locais de votação. Para utilizar o serviço sem cobrança, os passageiros deverão apresentar o Passe Legal e o título de eleitor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em João Pessoa, a votação ocorrerá das 8h às 17h. A operação gratuita busca facilitar o acesso dos eleitores às seções eleitorais e o retorno para casa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP), o acompanhamento da operação será reforçado durante todo o domingo. Caso seja identificada a necessidade de aumento da oferta, as empresas responsáveis pelo transporte coletivo poderão ser acionadas para reforçar o serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Semob-JP orienta os passageiros a consultar previamente linhas, horários e itinerários disponíveis no portal do órgão antes de realizar os deslocamentos.</span></p>
<p><b><i>Yuri Sena, para o Diário do Transporte</i></b></p>
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