<?xml version="1.0"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">
<channel>
	<title>Diário do Transporte</title>
	<link>https://diariodotransporte.com.br</link>
	<description>Página destinada à cobertura jornalística dos principais fatos relacionados aos transportes, com notícias, informações de última hora, coberturas exclusivas, opinião, estudos técnicos e história.</description>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
  <lastBuildDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</lastBuildDate>
  <atom:link href="https://diariodotransporte.com.br/2020/02/28/tce-nega-recurso-mantem-decisao-que-julgou-irregular-contrato-da-sancetur-em-valinhos-e-camara-decidira-se-contratacao-sera-suspensa/" rel="self" type="application/rss+xml" />
  <item>
    <title>Demanda de passageiros do transporte público em Londrina cresce 9,31% em 2025 com investimentos em frota, tecnologia e gestão</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/#comments</comments>
    <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 03:53:52 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Rodoviários]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao Diário do Transporte que recuperação é superior à média nacional ADAMO BAZANI Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="623" height="407" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?fit=623%2C407&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?w=623&amp;ssl=1 623w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=150%2C98&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TCGL.jpg?resize=400%2C261&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 623px) 100vw, 623px" /> <p><em>Quantidade de usuários é quase igual ao período anterior a pandemia. Diretor da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), Paulo Bongiovani, diz ao <strong>Diário do Transporte</strong> que recuperação é superior à média nacional</em></p>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><em><strong>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</strong></em></p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-494300-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4?_=1" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Video-2025-12-30-at-16.06.23-1.mp4</a></video></div>
<p>A cidade de Londrina (PR) voltou a registrar aumento da quantidade de passageiros do transporte público, após quedas sucessivas em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>Em 2025, o crescimento da demanda foi de 9,31%.</p>
<p>Em 2024, o total registrado foi de 1,4 milhão (1.482.380) de passageiros equivalentes. Em 2025, essa média subiu para 1,6 milhão (1.620.394), considerando a apuração dos últimos quatro meses.</p>
<p>O conceito “passageiros equivalentes” significa o número real de pagantes de um sistema de transportes. Ou seja, são usuários que não foram atraídos por benefícios ou gratuidades.</p>
<p>Ao repórter e editor-chefe do <strong><em>Diário do Transporte</em></strong>, nesta última semana de dezembro de 2025, o diretor de uma das concessionárias de transportes do município, Paulo Sergio Bongiovanni, da TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina,) conta que a média de recuperação de demanda de usuários no pós-pandemia, em Londrina tem sido superior à nacional, com os números totais quase se igualando ao período anterior da crise sanitária.</p>
<p><strong><em>“Em 2025, o total de passageiros em Londrina cresceu mais de 9,31%. Enquanto no restante do País, em relação a 2019, no pré-pandemia, os sistemas de transportes operam com 80% a 81% do que era transportado antes da covd-19, nós estamos em torno de 90%. Então, as respostas vêm quando o transporte é bom.&#8221;</em></strong> – disse Paulo Bongiovanni.</p>
<p>O sistema de transportes de Londrina é operado por duas empresas de ônibus: a TCGL (Transporte Coletivo Grande Londrina), com 244 veículos, e a Londrisul, com 138 coletivos.</p>
<p>Bongiovanni acredita que o crescimento do total de usuários acima do ritmo da média nacional não ocorreu simplesmente pela volta das atividades econômicas que foram desaquecidas com a pandemia ou pela redução dos dias trabalhados pela população em sistema de <em>“home office”.</em></p>
<p>O empresário citou investimentos feitos em tecnologia, com sistemas de gerenciamento inteligentes e informações aos passageiros, ampliação do acesso à bilhetagem eletrônica, modernizações dos terminais de ônibus e renovação de frota.</p>
<p><strong><em>“Hoje temos mais de 85 telas informativas, mais de 550 câmeras espalhadas em todos os nove terminais da cidade, onde todo mundo brinca que o lugar mais seguro da cidade é o Terminal Central. Nós temos internet dentro dos ônibus e nos terminais, alguns viraram um coworking, onde as pessoas vão para trabalhar” –</em></strong> contou.</p>
<p>Somente a TCGL, por exemplo, fez recentemente um investimento mais amplo em ônibus 0 km. Foram 96 coletivos novos entre 2023 e 2024 e mais 92 unidades entre 2024 e 2025.</p>
<p>Segundo Bongiovanni, quase 60% da frota da companhia em operação, possuem ar-condicionado.</p>
<p>Os mais recentes são ônibus novos têm chassis Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão a ar, vidro colado, e motores com o padrão tecnológico obrigatório no Brasil, Euro 6, com emissões de poluentes de 75%, em média, em comparação com os veículos a diesel com a norma anterior Euro 5, cuja produção para o mercado interno foi descontinuada em 2023.</p>
<p>Os coletivos ainda contam com quatro câmeras de segurança cada, tomadas USB-C tipo A e tipo C para recarga de celulares, entre outros itens de conforto e segurança.</p>
<p>O empresário ainda destacou a necessidade de gestores públicos e empresas de transportes atuarem em conjunto para ampliar o nível de satisfação dos usuários. Segundo Bongiovanni, parte dos custos operacionais é subsidiada pela prefeitura.</p>
<p><strong><em>“Em junho deste ano de 2025, fizemos atualizações em 100 linhas simultaneamente num dia só e não tivemos uma só reclamação. A qualidade no transporte atrair a população e transporte de qualidade é aquele onde a prefeitura sabe investir. Londrina foi muito bem nisso”</em></strong> – disse o empresário.</p>
<p>Os contratos atuais foram assinados no fim de 2019, prestes ao pior da pandemia.</p>
<p>Alguns investimentos durante a crise sanitária tiveram de ser postergados, mas quando ocorreram, segundo o empresário, tiveram efeito positivo na percepção do passageiro do sistema.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes </em></strong></p>
<p><strong><em>Colaboraram Yuri Sena e Vinícius de Oliveira</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/01/01/demanda-de-passageiros-do-transporte-publico-em-londrina-cresce-931-em-2025-com-investimentos-em-frota-tecnologia-e-gestao/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=494300</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Esteira rolante na Estação Paulista Pernambucanas de metrô será interditada a partir desta quarta-feira (3)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/#comments</comments>
    <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 19:01:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8) VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8). A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="415" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?fit=739%2C415&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/01/img_0093-1.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Serviços de manutenção na linha 4-Amarela seguem até a próxima segunda-feira (8)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, a Estação Paulista Pernambucanas, na linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, terá serviços de manutenção até segunda-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esteira rolante localizada na transferência para a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, estará temporariamente interditada </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes têm como intuito manter o conforto e a segurança dos passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços acontecem nesta semana em razão do menor fluxo de pessoas nas estações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>1</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2024/01/02/esteira-rolante-na-estacao-paulista-pernambucanas-de-metro-sera-interditada-a-partir-desta-quarta-feira-3/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=358722</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Tombamento de ônibus da Estrela Guia Turismo deixa mortos e feridos na BR-040, em Petrópolis (RJ)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/16/tombamento-de-onibus-da-estrela-guia-turismo-deixa-mortos-e-feridos-na-br-040-em-petropolis-rj/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/16/tombamento-de-onibus-da-estrela-guia-turismo-deixa-mortos-e-feridos-na-br-040-em-petropolis-rj/#comments</comments>
    <pubDate>Sun, 16 Aug 2026 12:54:43 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Coletivo transportava 47 passageiros de Belo Horizonte para Copacabana; vítimas foram socorridas para hospitais da região VINÍCIUS DE OLIVEIRA Na manhã deste domingo, 16 de agosto, por volta das 4h30, ao menos oito pessoas morreram e diversas ficaram feridas em um tombamento de ônibus da empresa Estrela Guia Turismo na BR-040, em Petrópolis (RJ); 47 [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="338" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/img_9481.jpg?fit=600%2C338&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/img_9481.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/img_9481.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/img_9481.jpg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/img_9481.jpg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Coletivo transportava 47 passageiros de Belo Horizonte para Copacabana; vítimas foram socorridas para hospitais da região</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manhã deste domingo, 16 de agosto, por volta das 4h30, ao menos oito pessoas morreram e diversas ficaram feridas em um tombamento de ônibus da empresa Estrela Guia Turismo na BR-040, em Petrópolis (RJ); 47 passageiros estavam a bordo do veículo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ocorrência foi registrada no quilômetro 91 da rodovia e contou com atendimento da PRF (Polícia Rodoviária Federal).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vítimas foram socorridas ao Hospital Santa Teresa, localizado em Petrópolis, e também para as unidades médicas Adão Pereira Nunes e Getúlio Vargas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ônibus havia partido de Belo Horizonte (MG) e seguia para a região de Copacabana, na capital do Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso segue sob investigação do 105º Distrito Policial de Petrópolis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/16/tombamento-de-onibus-da-estrela-guia-turismo-deixa-mortos-e-feridos-na-br-040-em-petropolis-rj/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=529310</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Traseira de ônibus da Eucatur pega fogo na BR-163, em Bandeirantes (MS)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/16/traseira-de-onibus-da-eucatur-pega-fogo-na-br-163-em-bandeirantes-ms/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/16/traseira-de-onibus-da-eucatur-pega-fogo-na-br-163-em-bandeirantes-ms/#comments</comments>
    <pubDate>Sun, 16 Aug 2026 12:21:03 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Coletivo transportava 41 passageiros e tinha como destino Rio Branco (AC); não houve feridos, todos desembarcaram em segurança VINÍCIUS DE OLIVEIRA No último sábado, 15 de agosto, um ônibus da empresa Eucatur que transportava 41 pessoas pegou fogo na parte traseira na BR-163, próximo do município de Bandeirantes (MS). O coletivo havia partido da capital [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="536" height="426" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/img_9478.jpg?fit=536%2C426&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/img_9478.jpg?w=536&amp;ssl=1 536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/img_9478.jpg?resize=300%2C238&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/img_9478.jpg?resize=150%2C119&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/img_9478.jpg?resize=400%2C318&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 536px) 100vw, 536px" /> 
<p class="wp-block-paragraph"><em>Coletivo transportava 41 passageiros e tinha como destino Rio Branco (AC); não houve feridos, todos desembarcaram em segurança </em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No último sábado, 15 de agosto, um ônibus da empresa Eucatur que transportava 41 pessoas pegou fogo na parte traseira na BR-163, próximo do município de Bandeirantes (MS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coletivo havia partido da capital Campo Grande e seguia para Rio Branco (AC); não houve registro de feridos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O motorista teria parado fora da pista logo que percebeu a fumaça saindo da parte de trás do veículo, orientando todos os passageiros a desembarcarem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agentes da concessionária Motiva Pantanal, que administra o trecho da rodovia, atenderam a ocorrência e extinguiram o princípio de incêndio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrada não precisou ser bloqueada e os passageiros seguiram viagem algumas horas depois com outro ônibus.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/16/traseira-de-onibus-da-eucatur-pega-fogo-na-br-163-em-bandeirantes-ms/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=529304</guid>
  </item>
  <item>
    <title>HISTÓRIA ESPECIAL: Torino entra em nova geração em 2026: dos primeiros modelos de 1983 ao Torino 2027, conheça a história de um dos urbanos mais tradicionais da Marcopolo</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/16/historia-especial-torino-entra-em-nova-geracao-em-2026-dos-primeiros-modelos-de-1983-ao-torino-2027-conheca-a-historia-de-um-dos-urbanos-mais-tradicionais-da-marcopolo/</link>
	<dc:creator><![CDATA[blogpontodeonibus]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/16/historia-especial-torino-entra-em-nova-geracao-em-2026-dos-primeiros-modelos-de-1983-ao-torino-2027-conheca-a-historia-de-um-dos-urbanos-mais-tradicionais-da-marcopolo/#comments</comments>
    <pubDate>Sun, 16 Aug 2026 11:01:58 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzão]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[História]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Outros destaques]]></category><category><![CDATA[Reportagens Especiais]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Modelo nasceu para substituir o Veneza II, atravessou diferentes gerações, recebeu versões articuladas, biarticuladas, low entry e intermunicipais  ADAMO BAZANI Quarenta e três anos depois de seu lançamento, o Torino entra em mais um capítulo de sua história. A Marcopolo apresentou em agosto de 2026, durante a Lat.Bus, em São Paulo, o Torino 2027, nova [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="450" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/WhatsApp-Image-2026-08-12-at-07.17.58-1.jpeg?fit=800%2C450&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/WhatsApp-Image-2026-08-12-at-07.17.58-1.jpeg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/WhatsApp-Image-2026-08-12-at-07.17.58-1.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/WhatsApp-Image-2026-08-12-at-07.17.58-1.jpeg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/WhatsApp-Image-2026-08-12-at-07.17.58-1.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/WhatsApp-Image-2026-08-12-at-07.17.58-1.jpeg?resize=400%2C225&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p class="isSelectedEnd"><em>Modelo nasceu para substituir o Veneza II, atravessou diferentes gerações, recebeu versões articuladas, biarticuladas, low entry e intermunicipais </em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p><div style="width: 718px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-528740-2" width="718" height="1280" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/lv_0_20260813083009.mp4?_=2" /><a href="https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/lv_0_20260813083009.mp4">https://diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/lv_0_20260813083009.mp4</a></video></div></p>
<p class="isSelectedEnd">Quarenta e três anos depois de seu lançamento, o Torino entra em mais um capítulo de sua história.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Marcopolo apresentou em agosto de 2026, durante a Lat.Bus, em São Paulo, o Torino 2027, nova geração de uma das famílias de ônibus urbanos mais longevas da indústria brasileira. O modelo surgiu oficialmente em 1983 para substituir o Veneza II e, desde então, atravessou mudanças profundas no transporte coletivo: diferentes posições de motor, crescimento das cidades, criação e expansão de corredores, chegada dos articulados e biarticulados, piso baixo, acessibilidade, climatização, eletrônica embarcada e exigências cada vez maiores relacionadas a custos de operação e manutenção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2016, quando o modelo tinha pouco mais de três décadas, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> publicou a reportagem especial “Torino, nome forte que vence as décadas”, recuperando a evolução do urbano desde a primeira geração. Dez anos depois, a chegada do Torino 2027 permite atualizar esta história e observar como as prioridades de desenvolvimento também mudaram. Se nas primeiras gerações ganharam destaque área envidraçada, novas dimensões, adaptação a diferentes chassis e crescimento da capacidade, agora a fabricante coloca entre os principais objetivos reduzir tempo de oficina, simplificar diagnósticos, diminuir necessidade de manutenção e melhorar conforto térmico e climatização.</p>
<p class="isSelectedEnd">O criador e editor-chefe do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, Adamo Bazani, conheceu o Torino 2027 antes mesmo da abertura da Lat.Bus.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na semana anterior à feira, a convite da Marcopolo, a reportagem esteve na unidade da fabricante em São Paulo, teve contato direto com o novo ônibus e entrevistou Ricardo Portolan, diretor Comercial e de Marketing da companhia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Assim, a cobertura realizada posteriormente durante a Lat.Bus reuniu tanto as informações oficiais divulgadas pela fabricante quanto detalhes obtidos diretamente com o executivo responsável pelo posicionamento comercial do produto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Relembre:</p>
<p class="isSelectedEnd"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/">HISTÓRIA: Torino, nome forte que vence as décadas – Diário do Transporte</a></p>
<p class="isSelectedEnd"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2026/08/11/novo-torino-2027-e-g8-tech-para-alem-mudancas-esteticas-aperfeicoamentos-e-tecnologias-para-reducao-de-consumo-e-tempo-de-parada-e-ampliacao-do-conforto-promete-marcopolo/">Novo Torino 2027 e G8 Tech vão além das mudanças estéticas – Diário do Transporte</a></p>
<h2>1982: O PRIMEIRO TORINO É DESENVOLVIDO</h2>
<p><strong><em>ADAMO BAZANI</em></strong></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/70-2/" rel="attachment wp-att-26514"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26514" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/70.jpg?resize=547%2C392&#038;ssl=1" alt="- 70" width="547" height="392" /></a></p>
<p><div id="attachment_26515" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/70-traseira-direita/" rel="attachment wp-att-26515"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26515" class="size-full wp-image-26515" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/70-traseira-direita.jpg?resize=547%2C406&#038;ssl=1" alt="Marcopolo Torino antigo" width="547" height="406" /></a><p id="caption-attachment-26515" class="wp-caption-text">Marcopolo Torino da primeira geração que começou a ser produzida em 1983. Modelo foi uma evolução do bem sucedido Veneza e iniciou uma era de evolução no transporte urbano brasileiro Fotos: ADAMO BAZANI</p></div></p>
<p class="isSelectedEnd">A história começa, na realidade, antes de 1983.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino foi desenvolvido em 1982 e teve naquele ano sua primeira unidade produzida.</p>
<p class="isSelectedEnd">O protótipo foi construído na fábrica da Eliziário, em Porto Alegre, que naquele período já pertencia à Marcopolo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A produção seriada começou posteriormente em Caxias do Sul, na unidade do bairro Planalto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Era um momento de transformação na própria Marcopolo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A companhia reorganizava suas famílias de produtos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos rodoviários, os modelos que levavam diretamente o nome Marcopolo — Marcopolo I, II e III — davam lugar à nova estrutura de famílias Viaggio e Paradiso.</p>
<p class="isSelectedEnd">No segmento urbano, o Torino faria parte desta mesma renovação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sua responsabilidade era substituir o Veneza II.</p>
<p><strong>A UNIÃO DE VÁRIAS OUTRAS HISTÓRIAS:</strong></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/4_adamo_principal_torino_dirieta-5/" rel="attachment wp-att-26516"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26516" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/4_adamo_principal_torino_dirieta-5.jpg?resize=547%2C410&#038;ssl=1" alt="4_ADAMO_PRINCIPAL_TORINO_DIRIETA (5)" width="547" height="410" /></a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/5_-adamo_principal_torino_esquerda/" rel="attachment wp-att-26517"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26517" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/5_-adamo_principal_torino_esquerda.jpg?resize=547%2C410&#038;ssl=1" alt="5_ ADAMO_PRINCIPAL_TORINO_ESQUERDA" width="547" height="410" /></a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/7_adamo_posto-do-motorisa/" rel="attachment wp-att-26518"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26518" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/7_adamo_posto-do-motorisa.jpg?resize=547%2C387&#038;ssl=1" alt="7_ADAMO_POSTO DO MOTORISA" width="547" height="387" /></a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/70-i-placa-identificacao/" rel="attachment wp-att-26519"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26519" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/70-i-placa-identificac3a7c3a3o.jpg?resize=547%2C410&#038;ssl=1" alt="70 i placa identificação" width="547" height="410" /></a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/3_adamo_principal_interna/" rel="attachment wp-att-26520"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26520" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/3_adamo_principal_interna.jpg?resize=547%2C389&#038;ssl=1" alt="3_ADAMO_PRINCIPAL_INTERNA" width="547" height="389" /></a></p>
<p><div id="attachment_26521" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/6_adamo_principal_torino_traseira/" rel="attachment wp-att-26521"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26521" class="size-full wp-image-26521" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/6_adamo_principal_torino_traseira.jpg?resize=547%2C410&#038;ssl=1" alt="Marcopolo Torino 1983" width="547" height="410" /></a><p id="caption-attachment-26521" class="wp-caption-text">Qualidade da primeira geração do Torino chama a atenção. Em 2014, ônibus ano 1988 (ainda da primeira geração) ainda prestava serviços regulares em linha intermunicipal na Grande São Paulo.  FOTOS: ADAMO BAZANI</p></div></p>
<h2>ANTES DO TORINO, HAVIA O VENEZA</h2>
<p class="isSelectedEnd">Para entender o Torino, é preciso retornar à família que o antecedeu.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Veneza havia desempenhado papel importante na Marcopolo durante os anos 1970 e início dos anos 1980.</p>
<p class="isSelectedEnd">O período coincidia com rápida urbanização brasileira, crescimento populacional das cidades e necessidade de transportar volumes cada vez maiores de passageiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos fatos históricos relacionados à família é particularmente relevante.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 1974, quando Curitiba implantou o sistema que posteriormente seria reconhecido internacionalmente como precursor do conceito de BRT, havia veículos Marcopolo Veneza Expresso na operação.</p>
<p class="isSelectedEnd">O sistema exigia ônibus adequados a corredores estruturais numa época em que soluções de alta capacidade ainda estavam em estágio inicial de desenvolvimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Assim, o Torino não nasceu simplesmente para substituir uma carroceria antiga.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ele surgiu num momento em que o próprio conceito de ônibus urbano brasileiro estava mudando.</p>
<h2>1983: NASCE OFICIALMENTE O TORINO</h2>
<p class="isSelectedEnd">O lançamento comercial ocorreu em 1983.</p>
<p class="isSelectedEnd">A primeira geração ainda mantinha algumas características visuais do San Remo II, outro urbano da Marcopolo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma delas estava na área do motorista.</p>
<p class="isSelectedEnd">A janela lateral era relativamente pequena quando comparada às gerações posteriores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na traseira, a placa de identificação ficava instalada no para-choque.</p>
<p class="isSelectedEnd">A carroceria podia ser montada sobre diferentes chassis disponíveis naquele momento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este seria um dos elementos permanentes da história do Torino: a capacidade de adaptação a diferentes fabricantes, dimensões, posições de motor e especificações determinadas pelas empresas e sistemas municipais.</p>
<h3>TORINO 1983 – PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS HISTÓRICAS</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Informação</th>
</tr>
<tr>
<td>Desenvolvimento</td>
<td>1982</td>
</tr>
<tr>
<td>Lançamento comercial</td>
<td>1983</td>
</tr>
<tr>
<td>Antecessor</td>
<td>Marcopolo Veneza II</td>
</tr>
<tr>
<td>Primeiro protótipo</td>
<td>Produzido na Eliziário, em Porto Alegre</td>
</tr>
<tr>
<td>Produção seriada inicial</td>
<td>Caxias do Sul – bairro Planalto</td>
</tr>
<tr>
<td>Segmento</td>
<td>Urbano</td>
</tr>
<tr>
<td>Aplicações</td>
<td>Diferentes chassis urbanos</td>
</tr>
<tr>
<td>Característica visual inicial</td>
<td>Janela do motorista menor</td>
</tr>
<tr>
<td>Placa traseira</td>
<td>Instalada inicialmente no para-choque</td>
</tr>
<tr>
<td>Período da geração</td>
<td>1983 a 1989, considerando a classificação histórica da Marcopolo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="isSelectedEnd">A cronologia de produtos divulgada pela própria Marcopolo registra Torino 1983 entre 1983 e 1989 e uma configuração intermunicipal no mesmo período.</p>
<h2>1984: PRIMEIRAS ALTERAÇÕES JÁ NO SEGUNDO ANO</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Torino não permaneceu inalterado durante toda a primeira geração.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 1984, a Marcopolo modificou a região do motorista.</p>
<p class="isSelectedEnd">A janela lateral ganhou maior dimensão, ampliando o campo de visão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na traseira, a placa deixou o para-choque e passou para a área localizada entre as lanternas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O aumento progressivo da área envidraçada acompanhava uma questão operacional que se tornaria cada vez mais importante: visibilidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">As cidades cresciam, o trânsito ficava mais intenso e aumentava a necessidade de fornecer ao motorista melhores condições de observação do entorno.</p>
<h2>TORINO FOI ATÉ ÔNIBUS DE AEROPORTO</h2>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/10-adamo_1985/" rel="attachment wp-att-26525"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-26525" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/10-adamo_1985.jpg?resize=547%2C325&#038;ssl=1" alt="Marcopolo Torino" width="547" height="325" /></a></p>
<p class="isSelectedEnd">Desde as primeiras gerações, o produto também recebeu aplicações especiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Registros históricos da Marcopolo recuperados pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> mostram exemplares do Torino utilizados em transporte aeroportuário já em 1984.</p>
<p class="isSelectedEnd">A aplicação demonstra a flexibilidade da carroceria, que não permaneceu restrita às linhas municipais convencionais.</p>
<h2>1986: PRODUÇÃO PASSA PARA ANA RECH</h2>
<p><div id="attachment_26526" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/torino-i1964/" rel="attachment wp-att-26526"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26526" class="size-full wp-image-26526" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/torino-i1964.jpg?resize=547%2C358&#038;ssl=1" alt="Logo depois do lançamento, Torino passou por reestilização" width="547" height="358" /></a><p id="caption-attachment-26526" class="wp-caption-text">Logo depois do lançamento, Torino passou por reestilização</p></div></p>
<p class="isSelectedEnd">Em 1986, ocorreu outra mudança.</p>
<p class="isSelectedEnd">A fabricação do Torino foi transferida para a unidade de Ana Rech, também em Caxias do Sul.</p>
<p class="isSelectedEnd">O desenho da grade dianteira foi alterado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os frisos passaram a ter maior espaçamento, aumentando a passagem de ar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Era uma mudança funcional particularmente importante para ônibus de motor dianteiro, nos quais ventilação e refrigeração do conjunto mecânico influenciam diretamente a operação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Curiosamente, mais de quatro décadas depois, a ventilação do motor aparece novamente entre as preocupações do Torino 2027.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Ricardo Portolan informou ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, a nova dianteira possui uma abertura para entrada de ar de maior amplitude justamente para aumentar a refrigeração das configurações com motor dianteiro.</p>
<h2>1989: NOVO VISUAL E MAIS VISIBILIDADE PARA O MOTORISTA</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em 1989, o Torino recebeu nova estilização.</p>
<p class="isSelectedEnd">A janela do motorista ganhou características próprias e aumentou novamente a área de visão.</p>
<p class="isSelectedEnd">A evolução tinha componentes estéticos, mas também de segurança e ergonomia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com cidades mais congestionadas e crescimento do número de carros, motocicletas e pedestres, melhorar a visibilidade do motorista passou a ser requisito cada vez mais importante.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cronologia histórica da Marcopolo registra o Torino 1989 entre 1989 e 1994 e uma versão intermunicipal produzida entre 1989 e 1993.</p>
<h3>TORINO 1989</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Item</td>
<td>Informação</td>
</tr>
<tr>
<td>Lançamento</td>
<td>1989</td>
</tr>
<tr>
<td>Segmento principal</td>
<td>Urbano</td>
</tr>
<tr>
<td>Versão adicional</td>
<td>Intermunicipal</td>
</tr>
<tr>
<td>Mudança importante</td>
<td>Maior área envidraçada na região do motorista</td>
</tr>
<tr>
<td>Produção urbana</td>
<td>1989 a 1994</td>
</tr>
<tr>
<td>Intermunicipal</td>
<td>1989 a 1993</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>1990: TORINO LN</h2>
<p class="isSelectedEnd">No início dos anos 1990 surgiu outra evolução, conhecida como Torino LN.</p>
<p class="isSelectedEnd">A carroceria ganhou dimensões maiores, assim como a área envidraçada.</p>
<p class="isSelectedEnd">O letreiro de destino também foi modernizado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O sistema de abertura das portas acompanhou a renovação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na reportagem histórica de 2016, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> destacou esta etapa como uma das mudanças que ajudaram o modelo a acompanhar novas exigências das cidades.</p>
<p><strong>1989 &#8211; MAIS UM PASSO</strong></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/attachment/1989/" rel="attachment wp-att-26528"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26528" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/1989.jpg?resize=547%2C320&#038;ssl=1" alt="1989" width="547" height="320" /></a></p>
<p><div id="attachment_26529" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/23_adamo_marcopolo-torino-1989/" rel="attachment wp-att-26529"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26529" class="size-full wp-image-26529" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/23_adamo_marcopolo-torino-1989.jpg?resize=547%2C363&#038;ssl=1" alt="Em 1909, Torino entrava numa nova geração, com alterações estéricas e funcionais" width="547" height="363" /></a><p id="caption-attachment-26529" class="wp-caption-text">Em 1989, Torino entrava numa nova geração, com alterações estéricas e funcionais</p></div></p>
<p>No ano de 1989, o Torino recebia mais uma estilização. A janela do motorista começava a ganhar identidade própria. Não só por aspectos estéticos. O trânsito e os acidentes cresciam nas cidades e as indústrias tinham de oferecer veículos com visibilidade melhor para o motorista, o que significava maior área de envidraçamento.<a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/13_adamo_motor_traseiro/" rel="attachment wp-att-26532"><br />
</a> <a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/torino-inter89/" rel="attachment wp-att-26533"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26533" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/torino-inter89.jpg?resize=547%2C317&#038;ssl=1" alt="torino-inter89" width="547" height="317" /></a></p>
<p><div id="attachment_26534" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/torino-inter89-1/" rel="attachment wp-att-26534"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26534" class="size-full wp-image-26534" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/torino-inter89-1.jpg?resize=547%2C364&#038;ssl=1" alt="A geração de 1989 também teve versão intermunicipal" width="547" height="364" /></a><p id="caption-attachment-26534" class="wp-caption-text">A geração de 1989 também teve versão intermunicipal</p></div></p>
<p>Entre 1989 e 1990, entrava uma nova versão, Torino LN (época do Torino Geração IV como era popularmente chamado). Além de a área envidraçada e o tamanho da carroceria ganharem maiores dimensões, o letreiro e o sistema de abertura de portas foram modernizados.</p>
<p><div id="attachment_26538" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/1989-bi-2/" rel="attachment wp-att-26538"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26538" class="size-full wp-image-26538" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/1989-bi1.jpg?resize=547%2C377&#038;ssl=1" alt="A geração do Torino 1989 entra na era dos biarticulados para grande capacidade de passageiros. Biarticulado sobre chassi Volvo B58" width="547" height="377" /></a><p id="caption-attachment-26538" class="wp-caption-text">A geração do Torino 1989 entra na era dos biarticulados para grande capacidade de passageiros. Biarticulado sobre chassi Volvo B58</p></div></p>
<p>Visualmente, ele era parecido com o Torino da primeira geraçã</p>
<h2>1994/1995: TORINO GV LEVA A FAMÍLIA A OUTRA FASE</h2>
<p class="isSelectedEnd">A metade da década de 1990 trouxe uma das mudanças mais reconhecidas pelos admiradores de ônibus.</p>
<p class="isSelectedEnd">Surgia o Torino GV.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cronologia histórica de modelos da Marcopolo registra o Torino GV entre 1994 e 1999.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na história publicada pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, 1995 aparece como o período em que a família entrou efetivamente nesta nova fase de mercado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O nome GV acompanhava a identidade visual adotada naquele momento por diferentes produtos da Marcopolo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino ganhou novo conjunto óptico dianteiro e traseiro, alterações de grade e maior espaço interno.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo não era apenas modernizar o desenho.</p>
<p class="isSelectedEnd">A concorrência no mercado de ônibus urbanos havia aumentado significativamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Caio tinha no Vitória um produto de forte presença.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outras fabricantes também ampliavam participação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Marcopolo intensificou pesquisas com empresas e passageiros para definir características do novo urbano.</p>
<h3>TORINO GV</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Item</td>
<td>Informação</td>
</tr>
<tr>
<td>Período</td>
<td>1994/1995 a 1999</td>
</tr>
<tr>
<td>Identidade</td>
<td>Família GV da Marcopolo</td>
</tr>
<tr>
<td>Segmento</td>
<td>Urbano</td>
</tr>
<tr>
<td>Principais mudanças</td>
<td>Dianteira, traseira, conjunto óptico e espaço interno</td>
</tr>
<tr>
<td>Aplicações</td>
<td>Diferentes chassis e configurações urbanas</td>
</tr>
<tr>
<td>Contexto</td>
<td>Aumento da concorrência entre encarroçadoras</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>ARTICULADO E BIARTICULADO: TORINO GANHA TAMANHO</h2>
<p class="isSelectedEnd">A década de 1990 também ampliou radicalmente as dimensões do Torino.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Marcopolo passou a utilizar o nome em ônibus articulados e biarticulados destinados a sistemas de alta capacidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino LS tornou-se particularmente conhecido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Curitiba recebeu veículos da família em suas operações estruturais.</p>
<p class="isSelectedEnd">São Paulo também testou Torino LS biarticulado em 1995.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais tarde, o Torino voltaria a aparecer nos biarticulados curitibanos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um exemplo preservado historicamente é um Volvo B10M com carroceria Torino 1999 LS, utilizado no sistema da capital paranaense.</p>
<p class="isSelectedEnd">Assim, a história do Torino não ficou limitada ao ônibus convencional de aproximadamente 12 metros que se tornou comum nas ruas brasileiras.</p>
<p class="isSelectedEnd">O nome também esteve associado a algumas das maiores carrocerias urbanas produzidas naquele período.</p>
<h2>TORINO E O PISO BAIXO</h2>
<p class="isSelectedEnd">Outra transformação importante foi a adaptação a chassis com piso mais baixo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante os anos 1990, o transporte coletivo brasileiro começava a receber, ainda em pequena escala, plataformas que buscavam reduzir a altura de embarque.</p>
<p class="isSelectedEnd">A evolução seria determinante posteriormente para acessibilidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino acompanhou este processo em diferentes configurações e, nas gerações seguintes, recebeu versões Low Entry.</p>
<p class="isSelectedEnd">A família, portanto, foi atravessando praticamente todas as principais arquiteturas mecânicas do ônibus urbano brasileiro: motor dianteiro, central e traseiro, convencionais, articulados, biarticulados e modelos de acesso rebaixado.</p>
<p><strong>1995 &#8211; A ERA DO GV</strong></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/08/DSCN6155.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-59070" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/08/DSCN6155.jpg?resize=3264%2C2448&#038;ssl=1" alt="" width="3264" height="2448" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/08/DSCN6155.jpg?w=3264&amp;ssl=1 3264w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/08/DSCN6155.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/08/DSCN6155.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/08/DSCN6155.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/08/DSCN6155.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/08/DSCN6155.jpg?resize=174%2C131&amp;ssl=1 174w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/08/DSCN6155.jpg?resize=70%2C53&amp;ssl=1 70w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/08/DSCN6155.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/08/DSCN6155.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>O ano de 1995 foi marcante para a família de ônibus Torino. O veículo ganhava ares mais modernos, maior espaço interno e possibilidades de encarroçamento sobre mais chassis. Surgia o Torno GV. Nesta época, a concorrência com outras marcas de carrocerias era grande.</p>
<p>A Caio se destaca desde 1988/1989 com o modelo Vitória. A Thamco também no início dos anos de 1980, com o Scorpion e posteriormente o Dinamus marcava presença no mercado.</p>
<p>Para atender às novas necessidades de mercado e para fazer frente à concorrência que o Torino anterior vivia, a Geração V teve de ser pensada em diversos aspectos. As pesquisas de campo se intensificam e in loco a Marcopolo teve de mais uma vez saber do que as empresas e os passageiros de ônibus precisavam.</p>
<p>Participou da elaboração do modelo o designer italiano Giorgetto Giugiaro, que atuou em projetos automobilísticos famosos como gerações do Palio e Fiat Punto.</p>
<p><div id="attachment_26527" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/12-adamo_gv/" rel="attachment wp-att-26527"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26527" class="size-full wp-image-26527" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/12-adamo_gv.jpg?resize=547%2C410&#038;ssl=1" alt="Torino GV" width="547" height="410" /></a><p id="caption-attachment-26527" class="wp-caption-text">A geração V da Marcopolo trouxe inovações para os transportes urbanos e rodoviários, como novos conceitos de produção. Em 1995, o Torino passou a integrar esta geração. FOTO: ADAMO BAZANI</p></div></p>
<p>No mesmo ano, em 1995, o Torino respondia a outra necessidade de mercado. A dos ônibus de grande porte para atender a demandas cada vez mais altas. Surgiam o Torino LS Articulado e o Torno LS Biarticulado, que atenderam ao mercado de BRT de Curitiba. Algumas unidades usadas de Curitiba circularam em Manaus e em São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/ls/" rel="attachment wp-att-26545"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-26545" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ls.jpg?resize=547%2C338&#038;ssl=1" alt="O Torino LS era resposta para necessidade de veículos que atendessem a demanda de passageiros que não parava de crescer nas cidades" width="547" height="338" /></a></p>
<p><div id="attachment_26553" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/ls-1995-3/" rel="attachment wp-att-26553"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26553" class="size-full wp-image-26553" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ls-1995-3.jpg?resize=547%2C285&#038;ssl=1" alt="O Torino LS biarticulado era resposta para necessidade de veículos que atendessem a demanda de passageiros que não parava de crescer nas cidades" width="547" height="285" /></a><p id="caption-attachment-26553" class="wp-caption-text">O Torino LS biarticulado era resposta para necessidade de veículos que atendessem a demanda de passageiros que não parava de crescer nas cidades</p></div></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/ls-95/" rel="attachment wp-att-26552"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-26552" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ls-95.jpg?resize=547%2C319&#038;ssl=1" alt="Torino LS articulado" width="547" height="319" /></a></p>
<p>Torino LS articulado</p>
<p><div id="attachment_26536" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/13_adamo_motor_traseiro-2/" rel="attachment wp-att-26536"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26536" class="size-full wp-image-26536" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/13_adamo_motor_traseiro1.jpg?resize=547%2C379&#038;ssl=1" alt="Com possibilidade de ser encarroçado sobre chassis de motor traseiro, o Torino dos anos de 1990 correspondeu à busca por veículos de transportes urbanos mais qualificados. FOTO: DIVULGAÇÃO MARCOPOLO" width="547" height="379" /></a><p id="caption-attachment-26536" class="wp-caption-text">Com possibilidade de ser encarroçado sobre chassis de motor traseiro, o Torino dos anos de 1990 correspondeu à busca por veículos de transportes urbanos mais qualificados. FOTO: DIVULGAÇÃO MARCOPOLO</p></div></p>
<p>O Torno GV tinha novo estilo no conjunto óptico tanto na frente como atrás e a grade no caso dos motores dianteiros foi reformulada. Na traseira havia como opcional a lanterna de freio de emergência, brake-light e o nome Marcopolo em baixo relevo.</p>
<p><div id="attachment_26535" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/torino-lw/" rel="attachment wp-att-26535"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26535" class="size-full wp-image-26535" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/torino-lw.jpg?resize=547%2C302&#038;ssl=1" alt="Marcopolo Torno entra na era da acessibilidade com o piso baixo." width="547" height="302" /></a><p id="caption-attachment-26535" class="wp-caption-text">Marcopolo Torno entra na era da acessibilidade com o piso baixo.</p></div></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/trgv-2/" rel="attachment wp-att-26539"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26539" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/trgv-2.jpg?resize=547%2C323&#038;ssl=1" alt="trgv-2" width="547" height="323" /></a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/trgv-1/" rel="attachment wp-att-26540"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26540" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/trgv-1.jpg?resize=547%2C377&#038;ssl=1" alt="trgv-1" width="547" height="377" /></a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/trgv-6/" rel="attachment wp-att-26541"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26541" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/trgv-6.jpg?resize=547%2C320&#038;ssl=1" alt="trgv-6" width="547" height="320" /></a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/trgv-3/" rel="attachment wp-att-26542"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26542" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/trgv-3.jpg?resize=547%2C280&#038;ssl=1" alt="trgv-3" width="547" height="280" /></a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/trgv-4/" rel="attachment wp-att-26543"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26543" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/trgv-4.jpg?resize=547%2C397&#038;ssl=1" alt="trgv-4" width="547" height="397" /></a></p>
<p><div id="attachment_26544" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/metra-44/" rel="attachment wp-att-26544"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26544" class="size-full wp-image-26544" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/metra-44.jpg?resize=547%2C326&#038;ssl=1" alt="Geração V do Torino teve diversas unidades feitas para trólebus" width="547" height="326" /></a><p id="caption-attachment-26544" class="wp-caption-text">Geração V do Torino teve diversas unidades feitas para trólebus</p></div></p>
<p>O brake-ligth se tornou item de série no Torino Geração V em 1987. No ano seguinte, foi um Torino desta geração, em 1988, um dos primeiros ônibus em série do Brasil a ser encarroçado sobre um chassi de piso baixo – low entry.</p>
<p><strong>1999 &#8211; UM NOVO TORINO OU UM GV II ?</strong></p>
<p>O ano de 1999 foi marcante também para o Torino, que entrava numa nova geração.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/attachment/1999/" rel="attachment wp-att-26546"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26546" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/1999.jpg?resize=547%2C359&#038;ssl=1" alt="1999" width="547" height="359" /></a></p>
<p><div id="attachment_26547" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/1999-2/" rel="attachment wp-att-26547"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26547" class="size-full wp-image-26547" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/1999-2.jpg?resize=547%2C387&#038;ssl=1" alt="Geração de 1999 do Torino tentou dar um ar mai moderno ao GV, com linhas mais arredondadas e novo conjunto ótico traseiro" width="547" height="387" /></a><p id="caption-attachment-26547" class="wp-caption-text">Geração de 1999 do Torino tentou dar um ar mai moderno ao GV, com linhas mais arredondadas e novo conjunto ótico traseiro</p></div></p>
<h2>1999: NOVA GERAÇÃO E PRODUÇÃO NO RIO DE JANEIRO</h2>
<p class="isSelectedEnd">O ano de 1999 é outro marco.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino ganhou nova geração e passou a ser produzido também na fábrica da antiga Ciferal em Xerém, no Rio de Janeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Marcopolo havia adquirido naquele ano a operação da tradicional encarroçadora fluminense.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fundada em 1955, a Ciferal teve longa trajetória na indústria brasileira, passou por crises financeiras e chegou a ser administrada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro antes de retornar à iniciativa privada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a aquisição pela Marcopolo, a planta de Xerém tornou-se um dos principais centros de fabricação de ônibus urbanos da companhia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A cronologia histórica registra o Torino 1999 produzido de 1999 a 2007.</p>
<p class="isSelectedEnd">O produto conviveu durante parte deste período com carrocerias ainda comercializadas com a marca Ciferal, como Turquesa e Citimax.</p>
<h3>TORINO 1999</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Item</td>
<td>Informação</td>
</tr>
<tr>
<td>Lançamento</td>
<td>1999</td>
</tr>
<tr>
<td>Produção</td>
<td>Até 2007</td>
</tr>
<tr>
<td>Fábricas</td>
<td>Rio de Janeiro e estruturas industriais da Marcopolo</td>
</tr>
<tr>
<td>Marco industrial</td>
<td>Início da produção na planta da antiga Ciferal em Xerém</td>
</tr>
<tr>
<td>Configurações</td>
<td>Convencional e aplicações de maior capacidade</td>
</tr>
<tr>
<td>Destaque</td>
<td>Torino LS em articulados/biarticulados</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>RIO DE JANEIRO SE TORNA UMA DAS CASAS DO TORINO</h2>
<p class="isSelectedEnd">A importância da unidade fluminense aparece nos números.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2013, a Marcopolo comemorou a produção de 50 mil unidades do Torino somente no Rio de Janeiro desde o início das atividades da marca na antiga planta da Ciferal em 1999.</p>
<p class="isSelectedEnd">Naquela ocasião, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> destacou que o veículo já era um dos modelos urbanos de maior longevidade do mercado.</p>
<p class="isSelectedEnd">A unidade comemorativa tinha ar-condicionado, cortinas, lanternas traseiras de LED e letreiros eletrônicos e seria utilizada em linhas alimentadoras de BRT.</p>
<p class="isSelectedEnd">O número de 50 mil unidades somente numa fábrica ajuda a dimensionar a presença do Torino em sistemas urbanos brasileiros.</p>
<p>Em 1999, porém, a planta da Ciferal foi adquirida pela Marcopolo, que aos poucos passava a produção de veículos urbanos para o Rio de Janeiro.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/ciferal-turquesa-01/" rel="attachment wp-att-26572"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26572" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/08/ciferal-turquesa-01.jpg?resize=547%2C280&#038;ssl=1" alt="ciferal-turquesa-01" width="547" height="280" /></a></p>
<p><div id="attachment_26573" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/turquesa/" rel="attachment wp-att-26573"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26573" class="size-full wp-image-26573" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/08/turquesa.jpg?resize=547%2C350&#038;ssl=1" alt="Ciferal Turquesa. Linhas muito semelhantes às do Torino, com mais diferenças apenas no conjunto ótico" width="547" height="350" /></a><p id="caption-attachment-26573" class="wp-caption-text">Ciferal Turquesa. Linhas muito semelhantes às do Torino, com mais diferenças apenas no conjunto ótico</p></div></p>
<p>O Torino conviveu com dois modelos de marca Ciferal: o Ciferal Turquesa e o último a receber a denominação Ciferal, o Citimax.</p>
<p>Esta nova geração de Torino  tinha base na Geração V.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/1999-3/" rel="attachment wp-att-26548"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-26548" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/1999-3.jpg?resize=547%2C365&#038;ssl=1" alt="Modelo da geração de 1999 também encarroçou chassi articulado" width="547" height="365" /></a></p>
<p><div id="attachment_26566" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/14_articulado_1999/" rel="attachment wp-att-26566"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26566" class="size-full wp-image-26566" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/14_articulado_1999.jpg?resize=547%2C430&#038;ssl=1" alt="Modelo da geração de 1999 também encarroçou chassi articulado" width="547" height="430" /></a><p id="caption-attachment-26566" class="wp-caption-text">Modelo da geração de 1999 também encarroçou chassi articulado</p></div></p>
<p><div id="attachment_26549" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/16433063867_c71542bd4b_b/" rel="attachment wp-att-26549"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26549" class="size-full wp-image-26549" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/16433063867_c71542bd4b_b.jpg?resize=547%2C410&#038;ssl=1" alt="Carroceria tinha opção para chassi com motor traseiro" width="547" height="410" /></a><p id="caption-attachment-26549" class="wp-caption-text">Carroceria tinha opção para chassi com motor traseiro</p></div></p>
<p>A frente e a traseira foram alteradas, assim como painel do motorista e balaústres, que tinham a opção de serem curvados na parte superior quando na posição vertical.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/ls-1999-1/" rel="attachment wp-att-26550"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26550" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ls-1999-1.jpg?resize=547%2C355&#038;ssl=1" alt="ls-1999-1" width="547" height="355" /></a></p>
<p><div id="attachment_26551" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/ls-1999-2/" rel="attachment wp-att-26551"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26551" class="size-full wp-image-26551" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ls-1999-2.jpg?resize=547%2C356&#038;ssl=1" alt="A versão de 1999 do Torino LS marcou os transportes em Curitiba" width="547" height="356" /></a><p id="caption-attachment-26551" class="wp-caption-text">A versão de 1999 do Torino LS marcou os transportes em Curitiba</p></div></p>
<p>Especialmente para o sistema de corredores de ônibus de Curitiba, em 1999 surgira também a nova geração de Torino LS &#8211; Long Size. O modelo biarticulado era sobre chassi da Volvo.</p>
<h2>2007: OUTRA GERAÇÃO</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em 2007 chegou uma nova geração.</p>
<p class="isSelectedEnd">As linhas ficaram menos quadradas em relação ao modelo de 1999 e o aproveitamento interno foi revisto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Marcopolo procurava responder ao crescimento das demandas de passageiros e à necessidade de acomodar diferentes layouts internos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino 2007 permaneceria durante vários anos em produção e se tornaria uma das imagens mais conhecidas da família.</p>
<h3>TORINO 2007</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Item</td>
<td>Informação</td>
</tr>
<tr>
<td>Lançamento</td>
<td>2007</td>
</tr>
<tr>
<td>Segmento</td>
<td>Urbano</td>
</tr>
<tr>
<td>Mudanças</td>
<td>Novo desenho externo e revisão do aproveitamento interno</td>
</tr>
<tr>
<td>Aplicações</td>
<td>Diferentes chassis urbanos</td>
</tr>
<tr>
<td>Produção</td>
<td>A partir de 2007 até a substituição pela geração seguinte</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2007 &#8211; UM TORINO NA ERA DO LED E DAS INOVAÇÕES INFORMATIZADAS:</strong></p>
<p><div id="attachment_26554" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/9_adamo_robustez/" rel="attachment wp-att-26554"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26554" class="size-full wp-image-26554" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/9_adamo_robustez.jpg?resize=547%2C408&#038;ssl=1" alt="O Torino LS biarticulado era resposta para necessidade de veículos que atendessem a demanda de passageiros que não parava de crescer nas cidades" width="547" height="408" /></a><p id="caption-attachment-26554" class="wp-caption-text">Robustez é uma das marcas do modelo. Foto: Adamo Bazani</p></div></p>
<p>Em 2007 foi lançada mais uma versão do Torino, com novas linhas, mais sóbrias e ao mesmo tempo harmoniosas e marcantes. Além dos ganhos estéticos, com janelas e conjuntos óticos mais avançados, mesclando linhas arredondadas e hexagonais, o Torino se tornou mais moderno para uma gama maior de aplicações urbanas.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/16_adamo_importancia-3-2/" rel="attachment wp-att-26556"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26556" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/16_adamo_importancia-31.jpg?resize=547%2C348&#038;ssl=1" alt="16_ADAMO_IMPORTANCIA (3)" width="547" height="348" /></a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/17_adamo_importancia-1/" rel="attachment wp-att-26557"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26557" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/17_adamo_importancia-1.jpg?resize=547%2C410&#038;ssl=1" alt="17_ADAMO_IMPORTANCIA (1)" width="547" height="410" /></a></p>
<p><div id="attachment_26558" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/18_adamo_importancia-2/" rel="attachment wp-att-26558"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26558" class="size-full wp-image-26558" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/18_adamo_importancia-2.jpg?resize=547%2C410&#038;ssl=1" alt="O Torino assumiu tamanha importância no transporte urbano brasileiro, que algumas empresas o elegeram como único modelo a fazer parte de suas frotas de ônibus convencionais: Foto ADAMO BAZANI" width="547" height="410" /></a><p id="caption-attachment-26558" class="wp-caption-text">O Torino assumiu tamanha importância no transporte urbano brasileiro, que algumas empresas o elegeram como único modelo a fazer parte de suas frotas de ônibus convencionais: Foto ADAMO BAZANI</p></div></p>
<p>O modelo também trazia área interna com melhor aproveitamento pela engenharia industrial para dar conta da demanda crescente de passageiros.</p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/2007-1/" rel="attachment wp-att-26559"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26559" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/2007-1.jpg?resize=547%2C345&#038;ssl=1" alt="2007-1" width="547" height="345" /></a></p>
<p><div id="attachment_26560" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/2007-2/" rel="attachment wp-att-26560"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26560" class="size-full wp-image-26560" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/2007-2.jpg?resize=547%2C364&#038;ssl=1" alt="A geração que surgiu em 2007 manteve uma das características históricas do Torino: a flexibilidade para diversos tipos de chassis" width="547" height="364" /></a><p id="caption-attachment-26560" class="wp-caption-text">A geração que surgiu em 2007 manteve uma das características históricas do Torino: a flexibilidade para diversos tipos de chassis</p></div></p>
<p>De acordo com a Marcopolo, a planta do Rio de Janeiro recebeu entre 2010 e 2014 investimentos de R$ 30 milhões para ampliar e modernizar a produção. Entre as novidades um novo lay out produtivo, equipamentos mais avançados e uma área de pintura renovada, com quatro cabines.</p>
<p><div id="attachment_26568" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/15_adamo_uruguai/" rel="attachment wp-att-26568"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26568" class="size-full wp-image-26568" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/15_adamo_uruguai.jpg?resize=547%2C362&#038;ssl=1" alt=": Com mais de 20 mil unidades exportadas, como esta para o Uruguai, o Torino teve diferentes configurações: DIVULGAÇÃO MARCOPOLO" width="547" height="362" /></a><p id="caption-attachment-26568" class="wp-caption-text">: Com mais de 20 mil unidades exportadas, como esta para o Uruguai, o Torino teve diferentes configurações: DIVULGAÇÃO MARCOPOLO</p></div></p>
<p>“Nosso objetivo é ser reconhecida como centro de excelência na produção de ônibus urbanos no Brasil. Os investimentos realizados nos últimos anos permitiram que atingíssemos elevados padrões de qualidade e produtividade e hoje estamos com produção de 28 unidades por dia”, enfatiza Alberto Calcagnotto, diretor da Marcopolo Ciferal, em nota à imprensa especializada.</p>
<p>Em 2014, a planta da Marcopolo no Rio de Janeiro conseguiu ter capacidade para produzir anualmente 7 mil ônibus , empregando aproximadamente 2 mil 600 pessoas.</p>
<p>“A Marcopolo Ciferal é responsável por mais de 30% da produção de ônibus da Marcopolo. Também vale lembrar a sua importância histórica para o Estado do Rio de Janeiro, como a primeira empresa a produzir carrocerias de ônibus naquele Estado, em 1955, e continuar a ser uma das principais companhias do polo automotivo local, em razão do elevado volume de unidades fabricadas, investimentos realizados e utilização de mão de obra intensiva” – complementa Alberto Calcagnotto, diretor da Marcopolo Ciferal, em nota à imprensa especializada.</p>
<h2>2013/2014: TORINO É NOVAMENTE REDESENHADO</h2>
<p class="isSelectedEnd">A geração seguinte foi apresentada entre 2013 e 2014.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Marcopolo passou a utilizar comercialmente a denominação Torino 2014.</p>
<p class="isSelectedEnd">O modelo trouxe uma nova linguagem visual, modificações estruturais, revisão de componentes internos e maior aproximação estética com outros produtos da marca daquele período.</p>
<p class="isSelectedEnd">A família ganhou ainda derivações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2014 surgiu o Torino Express, voltado a aplicações de maior capacidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2015 foi apresentada a configuração Torino Low Entry.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas versões mostram novamente a capacidade do nome Torino de ser utilizado em ônibus bastante diferentes entre si.</p>
<h2>TORINO LOW ENTRY</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Low Entry possui parte do piso rebaixada para reduzir degraus na região de embarque.</p>
<p class="isSelectedEnd">A solução busca facilitar acesso de idosos, pessoas com mobilidade reduzida, usuários com carrinhos e passageiros em geral.</p>
<p class="isSelectedEnd">É uma arquitetura intermediária entre ônibus de piso alto convencional e veículos totalmente low floor.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Marcopolo passou a oferecer oficialmente esta configuração dentro da família Torino a partir de 2015.</p>
<h2>2017: SURGE O TORINO S</h2>
<p class="isSelectedEnd">Em maio de 2017, a Marcopolo apresentou uma versão simplificada denominada Torino S.</p>
<p class="isSelectedEnd">O “S” correspondia a Soluzione.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo era reduzir complexidade de determinados componentes e facilitar limpeza, manutenção e substituição de peças.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as características estavam saias laterais retas, lanternas traseiras redondas substituíveis individualmente, faróis e sinaleiras dianteiras intercambiáveis e para-choque traseiro dividido em três partes.</p>
<p class="isSelectedEnd">A placa de identificação passou para a área acima do para-choque.</p>
<p class="isSelectedEnd">A procura pela configuração aumentou e, em 2018, a Marcopolo decidiu retirar comercialmente a denominação Torino S.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dois padrões continuaram sendo oferecidos, mas passaram a utilizar simplesmente o nome Torino.</p>
<p class="isSelectedEnd">O episódio ajuda a compreender uma característica importante do desenvolvimento do Torino 2027.</p>
<p class="isSelectedEnd">A busca pela simplificação de manutenção não começou agora.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mas no novo produto este conceito passa a atingir simultaneamente portas, arquitetura elétrica, central de componentes, conjunto óptico, materiais e diagnóstico eletrônico.</p>
<p><strong>2013 – O ANO DE UM NOVO TORINO:</strong></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/19_adamo_new_torino/" rel="attachment wp-att-26561"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26561" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/19_adamo_new_torino.jpg?resize=547%2C410&#038;ssl=1" alt="19_ADAMO_NEW_TORINO" width="547" height="410" /></a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/20_adamo_marcopolo_new_torino-2/" rel="attachment wp-att-26562"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26562" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/20_adamo_marcopolo_new_torino.jpg?resize=547%2C410&#038;ssl=1" alt="20_ADAMO_MARCOPOLO_NEW_TORINO" width="547" height="410" /></a></p>
<p><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/21_adamo_marcopolo_new_torino/" rel="attachment wp-att-26563"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-26563" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/21_adamo_marcopolo_new_torino.jpg?resize=547%2C410&#038;ssl=1" alt="21_ADAMO_MARCOPOLO_NEW_TORINO" width="547" height="410" /></a></p>
<p><div id="attachment_26564" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/attachment/2013/" rel="attachment wp-att-26564"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26564" class="size-full wp-image-26564" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/2013.jpg?resize=547%2C326&#038;ssl=1" alt="Em 2013, foi lançado o New Torino. O painel multiplex tem acionamento de funções com apenas um toque numa tela de 3,5 polegadas, motorista controla de forma mais fácil a operação do veículo. Novos conjuntos óticos, estética modernizada fazem parte de um pacote de mudanças que também na forma de produção e de elementos novos empregados na carroceria " width="547" height="326" /></a><p id="caption-attachment-26564" class="wp-caption-text">Em 2013, foi lançado o New Torino. O painel multiplex tem acionamento de funções com apenas um toque numa tela de 3,5 polegadas, motorista controla de forma mais fácil a operação do veículo. Novos conjuntos óticos, estética modernizada fazem parte de um pacote de mudanças que também na forma de produção e de elementos novos empregados na carroceria</p></div></p>
<p>A marca Torino foi consagrada no mercado de ônibus brasileiro e também em parte do mundo.</p>
<p>Descontinuar este nome, no mínimo, não seria uma boa estratégia.</p>
<p>Assim, em 10 de dezembro de 2013, a Marcopolo lança oficialmente o novo Torino, ou New Torino, como chamam alguns funcionários da empresa.</p>
<p>O aspecto geral do modelo continua, mas com novas propostas e mudanças tanto estéticas como de projeto.</p>
<p>O Torino passou a contar com materiais mais leves e modernos que aumentam a funcionalidade do veículo.</p>
<p>Os conjuntos ópticos dianteiro e traseiro contam agora com luzes diurnas, permitindo com que os outros motoristas notem o ônibus numa distância maior, aumentando a segurança.</p>
<p>O sistema multiplex, que permite o gerenciamento das funções da carroceria e do chassi, podendo mostrar preventivamente eventuais problemas, foi renovado. O painel de instrumentos conta com uma tela LCD de 3,5 polegadas que informa os principais dados de funcionamento do ônibus. O novo Torino pode ter como opcional sistema de ar condicionado.</p>
<p><div id="attachment_26567" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/news/" rel="attachment wp-att-26567"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26567" class="size-full wp-image-26567" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/news.jpg?resize=547%2C315&#038;ssl=1" alt="Torino da nova geração ao lado de dois &quot;irmãos mais velhos&quot; da geração de 2007" width="547" height="315" /></a><p id="caption-attachment-26567" class="wp-caption-text">Torino da nova geração ao lado de dois &#8220;irmãos mais velhos&#8221; da geração de 2007</p></div></p>
<p>Para facilitar a manutenção, algumas peças foram redesenhadas e ganharam novos conceitos, como os para-choques dianteiro e traseiro divididos cada um em três partes. Assim, dependendo da colisão, não é necessário trocar toda a peça.</p>
<p>A Marcopolo diz também que os novos-parachoques absorvem melhor os impactos.</p>
<p>O assoalho do ônibus também é dividido, formado por painéis que podem ser removidos, o que facilita a manutenção interna. A remoção dos painéis do assoalho para manutenção pode ser feita sem a necessidade de retirar as poltronas do ônibus.</p>
<p>O tamanho da carroceria é de até 13 metros e 28 centímetros, com capacidade para 47 passageiros sentados mais motorista, cobrador e espaço para cadeira de rodas ou cão guia, conforme determina legislação brasileira.</p>
<p>A altura máxima é de altura de 3.285 mm (com sistema de ar-condicionado no teto) e largura de 2.545 mm</p>
<p>Em 21 de outubro de 2014, a Marcopolo informava à imprensa na área de transportes o New Torino chegava a uma marca de mil unidades vendidas, ou seja, menos de um ano após a apresentação desta geração.</p>
<p><strong>TORINO ARTICULADO:</strong></p>
<p><div id="attachment_26565" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://diariodotransporte.com.br/2016/08/21/historia-torino-nome-forte-que-vence-as-decadas/22_adamo_marcopolo-torino-articulado-foto-1/" rel="attachment wp-att-26565"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-26565" class="size-full wp-image-26565" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2016/07/22_adamo_marcopolo-torino-articulado-foto-1.jpg?resize=547%2C364&#038;ssl=1" alt="Em 2014, o Maropolo Torino voltava a era dos articulados. O modelo traz as inovações do Marcopolo Viale, mas com uma configuração mais simples, trazendo resultados considerados positivos na relação custo/benefício: FOTO DIVULGAÇÃO MARCOPOLO" width="547" height="364" /></a><p id="caption-attachment-26565" class="wp-caption-text">Em 2014, o Maropolo Torino voltava a era dos articulados. O modelo traz as inovações do Marcopolo Viale, mas com uma configuração mais simples, trazendo resultados considerados positivos na relação custo/benefício: FOTO DIVULGAÇÃO MARCOPOLO</p></div></p>
<p>Pouco menos de um ano depois, em 13 de outubro de 2014, a Marcopolo que se concentrava há quase dez anos na produção apenas do modelo Viale Articulado, apresentou uma geração deTorino nesta configuração.</p>
<p>O modelo foi produzido inicialmente para os sistemas de corredores para trânsito rápido de ônibus (BRT – Bus Rapid Transit).</p>
<p>Estas primeiras unidades foram encarroçadas sobre chassis Volvo B340 MA de comprimento total de 20,39 metros, o Novo Torino Articulado foi desenvolvido para atender o padrão definido para o município do Rio de Janeiro. O modelo apresenta visual moderno e tecnologia aplicada a favor da funcionalidade, conforto e segurança, com sistema multiplex redesenhado, painel de instrumentos com tela colorida de LCD de 3,5 polegadas e sistema de ar-condicionado opcional. Também conta com novos conjuntos ópticos traseiro e frontal que incluem luz diurna, que agrega mais segurança no trânsito urbano.</p>
<h2>MAIS DE 120 MIL TORINOS</h2>
<p class="isSelectedEnd">A longevidade veio acompanhada de escala.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2018, o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> já registrava aproximadamente 120 mil unidades produzidas ao longo da história da família.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na apresentação do Torino 2027, a Marcopolo voltou a informar que o modelo já superou a marca de 120 mil unidades em mais de quatro décadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os veículos foram utilizados não apenas no Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">A família também teve presença internacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2016, o levantamento histórico do <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> apontava mais de oito mil unidades exportadas até aquele período.</p>
<h2>2026: CHEGA O TORINO 2027</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-528754" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/IMG_20260806_1241502.jpg?resize=1024%2C768&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/IMG_20260806_1241502.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/IMG_20260806_1241502.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/IMG_20260806_1241502.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/IMG_20260806_1241502.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/IMG_20260806_1241502.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/IMG_20260806_1241502.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/IMG_20260806_1241502.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/IMG_20260806_1241502.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-528755" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/MVIMG_20260806_1242212.jpg?resize=1024%2C768&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/MVIMG_20260806_1242212.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/MVIMG_20260806_1242212.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/MVIMG_20260806_1242212.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/MVIMG_20260806_1242212.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/MVIMG_20260806_1242212.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/MVIMG_20260806_1242212.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/MVIMG_20260806_1242212.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/9999/08/MVIMG_20260806_1242212.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p class="isSelectedEnd">Mais de quatro décadas depois da estreia, a Marcopolo decidiu realizar outra renovação significativa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino 2027 foi lançado oficialmente na Lat.Bus 2026.</p>
<p class="isSelectedEnd">A primeira diferença percebida é visual.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dianteira, conjunto óptico e traseira foram redesenhados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mas a fabricante procura enfatizar que o desenvolvimento não foi simplesmente uma reestilização.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Ricardo Portolan, houve mudanças em processo produtivo, materiais, sistemas elétricos, portas, climatização, posto do motorista e manutenção.</p>
<h2>NOVA FRENTE TEM MAIOR ABERTURA PARA REFRIGERAÇÃO</h2>
<p class="isSelectedEnd">No veículo de motor dianteiro conhecido antecipadamente pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em>, sobre chassi Volkswagen, chama atenção a abertura frontal destinada à refrigeração.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Portolan, o projeto ampliou a área de entrada de ar para o conjunto mecânico.</p>
<p class="isSelectedEnd">A mudança mostra como um desafio das primeiras gerações ainda permanece presente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 1986, a Marcopolo já havia aumentado o espaçamento da grade dianteira do Torino para melhorar o resfriamento do motor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2026, o mesmo princípio reaparece num projeto completamente novo, com materiais, aerodinâmica e arquitetura diferentes.</p>
<h2>MAIS DE 30% MENOS FIBRA DE VIDRO</h2>
<p class="isSelectedEnd">Uma das alterações de fabricação está nos materiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Marcopolo, o Torino 2027 reduziu em mais de 30% o uso de fibra de vidro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa diz ter substituído parte das peças por materiais considerados mais duráveis e adequados aos processos atuais de fabricação e manutenção.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo é também simplificar reparos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em ônibus urbanos, pequenos danos externos são frequentes devido ao tipo de operação, proximidade com outros veículos, terminais e objetos urbanos.</p>
<h2>PORTAS FICARAM 30% MAIS LEVES</h2>
<p class="isSelectedEnd">O sistema de portas foi completamente redesenhado.</p>
<p class="isSelectedEnd">As folhas simétricas ficaram 30% mais leves, segundo números divulgados pela Marcopolo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O mecanismo de acionamento também foi revisto para tentar diminuir desalinhamentos, vazamentos de ar e necessidade de regulagens.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para uma empresa de ônibus, esta mudança é particularmente importante porque portas estão entre os componentes submetidos ao maior número de ciclos diários.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um ônibus urbano pode abrir e fechar suas portas centenas de vezes durante uma jornada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Assim, uma falha aparentemente pequena pode retirar o veículo da operação.</p>
<h2>MENOS TEMPO NA OFICINA É UM DOS PRINCIPAIS OBJETIVOS</h2>
<p class="isSelectedEnd">A ideia de disponibilidade operacional aparece repetidamente no desenvolvimento do Torino 2027.</p>
<p class="isSelectedEnd">Portolan explicou ao <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> que a fabricante procura diminuir tanto a frequência quanto a complexidade das intervenções.</p>
<p class="isSelectedEnd">A lógica é simples: ônibus parado para manutenção não transporta passageiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também pode obrigar a empresa a manter maior quantidade de veículos reserva.</p>
<p class="isSelectedEnd">A questão ganhou importância adicional diante da dificuldade do setor para contratar profissionais especializados em manutenção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por isso, a Marcopolo relaciona as soluções diretamente a custo operacional e disponibilidade de frota.</p>
<h2>EVIA MUDA A ARQUITETURA ELETROELETRÔNICA</h2>
<p class="isSelectedEnd">Uma das transformações menos visíveis externamente está na eletrônica.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino 2027 utiliza a arquitetura EVIA, sigla para Equipment for Vehicle Interface Architecture.</p>
<p class="isSelectedEnd">O sistema integra equipamentos da carroceria e foi desenvolvido também para facilitar diagnóstico de falhas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Há um novo painel de indicadores e um aplicativo de diagnóstico.</p>
<p class="isSelectedEnd">A central elétrica também aumentou de tamanho para melhorar acesso aos componentes durante montagem e manutenção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do avanço eletrônico, a Marcopolo decidiu manter grande parte dos comandos do motorista em teclas físicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Portolan afirmou que a opção levou em consideração a preferência de profissionais que operam o veículo diariamente.</p>
<h2>FARÓIS PODEM SER LED OU HALÓGENOS</h2>
<p class="isSelectedEnd">O conjunto óptico é completamente novo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Marcopolo permite configurações com faróis de LED ou halógenos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O DRL é de LED.</p>
<p class="isSelectedEnd">Farol de neblina em LED pode ser especificado como opcional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os acessos foram redesenhados para facilitar a substituição de componentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na traseira, as lanternas também utilizam LED e possuem acesso simplificado.</p>
<h2>ATÉ 5°C A MENOS NO POSTO DO MOTORISTA</h2>
<p class="isSelectedEnd">Nas configurações com motor dianteiro, temperatura e ruído próximos ao motorista sempre foram desafios importantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O motor fica ao lado ou muito próximo do posto de condução.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Torino 2027, a Marcopolo informa ter desenvolvido novo isolamento térmico.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a fabricante, a solução pode reduzir em até 5°C a temperatura na região do motorista.</p>
<p class="isSelectedEnd">O posto também ficou mais largo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Há novos espaços para objetos e garrafas, alterações ergonômicas e novos retrovisores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quatro difusores direcionáveis fornecem ventilação ao condutor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pode haver ainda sistema Twin, com defroster refrigerado e equipamento específico para desembaçamento do para-brisa.</p>
<h2>AR-CONDICIONADO TEM FLUXO ATÉ 40% MAIS RÁPIDO</h2>
<p class="isSelectedEnd">O sistema de climatização do salão também foi revisto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A engenharia utilizou simulações virtuais de fluxo de ar no desenvolvimento dos dutos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Marcopolo, a velocidade média do ar pode ser até 40% maior em comparação com a geração anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">A intenção é reduzir diferenças de temperatura ao longo do salão.</p>
<p class="isSelectedEnd">No ônibus urbano, este fator possui uma característica particular.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao contrário de uma viagem rodoviária, o passageiro pode permanecer poucos minutos no veículo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por isso, a fabricante considera importante que a sensação térmica proporcionada pelo ar-condicionado ocorra rapidamente após o embarque.</p>
<h2>NOVA GERAÇÃO DE POLTRONAS</h2>
<p class="isSelectedEnd">As poltronas também foram redesenhadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Há diferentes padrões destinados às necessidades de cada operador.</p>
<p class="isSelectedEnd">Podem ser especificadas versões mais simples para serviços urbanos de alta rotatividade ou configurações com encosto mais alto e apoio de cabeça.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também podem receber tomadas USB e USB-C.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Marcopolo afirma ter trabalhado simultaneamente em ergonomia e redução de peso.</p>
<h2>PRODUÇÃO EM DUAS FÁBRICAS</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Torino 2027 será produzido em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, e São Mateus, no Espírito Santo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A produção em duas unidades é outro capítulo da história industrial do modelo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro protótipo nasceu na Eliziário, em Porto Alegre.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois vieram Caxias do Sul, Planalto e Ana Rech.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 1999, a antiga planta Ciferal de Xerém passou a ter grande importância para o Torino.</p>
<p class="isSelectedEnd">Agora a nova geração terá Caxias do Sul e São Mateus como bases produtivas anunciadas pela fabricante.</p>
<h2>FICHA TÉCNICA RESUMIDA – TORINO 2027</h2>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Item</td>
<td>Informação</td>
</tr>
<tr>
<td>Modelo</td>
<td>Marcopolo Torino 2027</td>
</tr>
<tr>
<td>Lançamento</td>
<td>Agosto de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Aplicação</td>
<td>Transporte urbano</td>
</tr>
<tr>
<td>Família</td>
<td>Torino</td>
</tr>
<tr>
<td>Origem da família</td>
<td>1983</td>
</tr>
<tr>
<td>Unidades produzidas da família</td>
<td>Mais de 120 mil, segundo a Marcopolo</td>
</tr>
<tr>
<td>Configuração vista antecipadamente pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em></td>
<td>Motor dianteiro, chassi Volkswagen</td>
</tr>
<tr>
<td>Comprimento da configuração apresentada</td>
<td>A partir de 12 metros</td>
</tr>
<tr>
<td>Arquitetura eletroeletrônica</td>
<td>EVIA</td>
</tr>
<tr>
<td>Diagnóstico</td>
<td>Novo painel e aplicativo</td>
</tr>
<tr>
<td>Portas</td>
<td>Folhas simétricas 30% mais leves</td>
</tr>
<tr>
<td>Materiais</td>
<td>Redução superior a 30% no uso de fibra de vidro</td>
</tr>
<tr>
<td>Faróis</td>
<td>LED ou halógenos</td>
</tr>
<tr>
<td>DRL</td>
<td>LED</td>
</tr>
<tr>
<td>Farol de neblina</td>
<td>LED opcional</td>
</tr>
<tr>
<td>Lanternas traseiras</td>
<td>LED</td>
</tr>
<tr>
<td>Isolamento do motorista</td>
<td>Redução anunciada de até 5°C</td>
</tr>
<tr>
<td>Climatização</td>
<td>Velocidade média do ar até 40% superior à geração anterior</td>
</tr>
<tr>
<td>Poltronas</td>
<td>Nova família com diferentes configurações</td>
</tr>
<tr>
<td>Conectividade para passageiro</td>
<td>Opções USB e USB-C</td>
</tr>
<tr>
<td>Produção</td>
<td>Caxias do Sul (RS) e São Mateus (ES)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="isSelectedEnd">Os percentuais e ganhos apresentados são dados anunciados pela Marcopolo para o novo produto.</p>
<h2>CRONOLOGIA DO MARCOPOLO TORINO</h2>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo de mais de quatro décadas, a família atravessou diferentes denominações e atualizações.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Ano/período</td>
<td>Modelo ou fase</td>
<td>Principal característica</td>
</tr>
<tr>
<td>1982</td>
<td>Protótipo Torino</td>
<td>Primeiro veículo desenvolvido na fábrica da Eliziário</td>
</tr>
<tr>
<td>1983</td>
<td>Torino primeira geração</td>
<td>Lançamento comercial; sucessor do Veneza II</td>
</tr>
<tr>
<td>1984</td>
<td>Atualização</td>
<td>Janela do motorista maior e alteração da placa traseira</td>
</tr>
<tr>
<td>1986</td>
<td>Atualização</td>
<td>Produção em Ana Rech e nova grade para refrigeração</td>
</tr>
<tr>
<td>1989</td>
<td>Torino 1989</td>
<td>Novo desenho e maior área de visão para o motorista</td>
</tr>
<tr>
<td>1989</td>
<td>Torino Intermunicipal</td>
<td>Configuração para serviços intermunicipais</td>
</tr>
<tr>
<td>1990</td>
<td>Torino LN</td>
<td>Maiores dimensões, novo letreiro e alterações nas portas</td>
</tr>
<tr>
<td>1994/1995</td>
<td>Torino GV</td>
<td>Nova identidade visual e ampliação das configurações</td>
</tr>
<tr>
<td>1995</td>
<td>Torino LS Articulado</td>
<td>Aplicação de alta capacidade</td>
</tr>
<tr>
<td>1995</td>
<td>Torino LS Biarticulado</td>
<td>Versões para BRT e testes em São Paulo</td>
</tr>
<tr>
<td>1999</td>
<td>Torino 1999</td>
<td>Nova geração e expansão da produção em Xerém</td>
</tr>
<tr>
<td>anos 2000</td>
<td>Torino LS</td>
<td>Aplicações articuladas e biarticuladas</td>
</tr>
<tr>
<td>2007</td>
<td>Torino 2007</td>
<td>Nova geração estética e interna</td>
</tr>
<tr>
<td>2013/2014</td>
<td>Torino 2014</td>
<td>Redesenho completo da família</td>
</tr>
<tr>
<td>2014</td>
<td>Torino Express</td>
<td>Configuração voltada a maior capacidade</td>
</tr>
<tr>
<td>2015</td>
<td>Torino Low Entry</td>
<td>Versão com embarque rebaixado</td>
</tr>
<tr>
<td>2017</td>
<td>Torino S</td>
<td>Soluções simplificadas para manutenção</td>
</tr>
<tr>
<td>2018</td>
<td>Torino</td>
<td>Marcopolo elimina comercialmente o “S”, mantendo diferentes configurações</td>
</tr>
<tr>
<td>2026</td>
<td>Torino 2027</td>
<td>Nova geração com EVIA, manutenção simplificada, nova climatização e materiais</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="isSelectedEnd">A cronologia combina os registros históricos publicados pelo <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> e a relação de produtos da Marcopolo.</p>
<h2>O TORINO E AS MUDANÇAS DAS CIDADES</h2>
<p class="isSelectedEnd">A evolução do Torino permite observar mudanças que vão muito além do desenho de uma carroceria.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando o modelo surgiu, em 1983, a preocupação estava em substituir o Veneza por um urbano mais adequado a cidades que cresciam rapidamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">A área de visão do motorista aumentou.</p>
<p class="isSelectedEnd">As carrocerias ficaram maiores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Surgiram versões para diferentes chassis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois vieram articulados e biarticulados para corredores de alta capacidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">O piso baixo entrou na pauta.</p>
<p class="isSelectedEnd">A acessibilidade passou a determinar características construtivas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ar-condicionado, iluminação de LED, letreiros eletrônicos e eletrônica embarcada deixaram de ser exceções.</p>
<p class="isSelectedEnd">Hoje, muitos destes recursos já são esperados ou exigidos pelos sistemas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A discussão avança agora para disponibilidade operacional, diagnóstico eletrônico, tempo de manutenção, eficiência dos componentes, climatização e ergonomia.</p>
<h2>DE UMA JANELA MAIOR AO DIAGNÓSTICO POR APLICATIVO</h2>
<p class="isSelectedEnd">Há uma comparação interessante entre o Torino de 1983 e o Torino 2027.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas primeiras atualizações, uma das mudanças mais importantes era simplesmente aumentar a janela do motorista.</p>
<p class="isSelectedEnd">Era necessário enxergar melhor uma cidade cada vez mais complexa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quatro décadas depois, visibilidade continua importante, mas o ônibus passou a acumular outra camada de complexidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Agora, uma central elétrica integra sistemas eletrônicos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um aplicativo identifica falhas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A carroceria precisa dialogar com sensores e módulos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ar-condicionado é desenvolvido com simulação computacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Portas são redesenhadas para diminuir peso e necessidade de regulagens.</p>
<p class="isSelectedEnd">Materiais são substituídos para simplificar manutenção.</p>
<p class="isSelectedEnd">É uma dimensão bastante diferente daquela enfrentada pelos engenheiros que desenharam o primeiro Torino.</p>
<h2>MAS A PREOCUPAÇÃO CONTINUA SENDO COLOCAR O ÔNIBUS NA RUA</h2>
<p class="isSelectedEnd">Existe, entretanto, um ponto de continuidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um ônibus urbano é uma ferramenta de trabalho intensivo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pode operar durante muitas horas por dia, parar centenas de vezes, transportar grandes volumes de passageiros e enfrentar buracos, calor, chuva, congestionamentos e condições bastante distintas entre cidades.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por isso, boa parte da história do Torino está relacionada menos a itens de aparência e mais à capacidade de permanecer em operação.</p>
<p class="isSelectedEnd">É neste aspecto que o Torino 2027 procura estabelecer sua principal diferença em relação às gerações anteriores.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Marcopolo afirma que o produto foi concebido olhando a rotina das garagens.</p>
<p class="isSelectedEnd">Reduzir o tempo de manutenção significa tentar colocar mais rapidamente o ônibus novamente na linha.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também pode reduzir a necessidade de frota reserva.</p>
<p class="isSelectedEnd">É uma preocupação que assume maior peso num cenário em que empresas enfrentam dificuldades para contratar mão de obra técnica especializada.</p>
<h2>TORINO ATRAVESSOU DIFERENTES FASES DA PRÓPRIA MARCOPOLO</h2>
<p class="isSelectedEnd">O modelo também ajuda a contar a história industrial da fabricante.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nasceu quando a empresa reorganizava suas famílias de produtos nos anos 1980.</p>
<p class="isSelectedEnd">Acompanhou a expansão da Marcopolo no mercado urbano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Passou pela aquisição das operações da Ciferal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foi fabricado em diferentes plantas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Conviveu com produtos como Viale e Gran Viale.</p>
<p class="isSelectedEnd">Teve versões para ônibus convencionais, intermunicipais, articulados, biarticulados e low entry.</p>
<p class="isSelectedEnd">E chega a 2026 num portfólio no qual o transporte urbano também inclui ônibus integralmente elétricos, como o Attivi.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino permanece ligado principalmente à lógica tradicional de carroceria sobre chassis de diferentes fabricantes, preservando justamente a flexibilidade que esteve presente em sua história desde 1983.</p>
<h2>43 ANOS DEPOIS, O NOME CONTINUA</h2>
<p class="isSelectedEnd">Poucos nomes comerciais permanecem durante tanto tempo na indústria de ônibus.</p>
<p class="isSelectedEnd">Designações costumam desaparecer quando uma nova geração chega.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino seguiu caminho diferente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mudou de formato, tamanho, conjunto óptico, arquitetura interna, materiais e aplicações, mas a Marcopolo manteve o nome.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em alguns momentos, surgiram complementos: LN, GV, LS, Express, Low Entry e S.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mas Torino permaneceu.</p>
<p class="isSelectedEnd">Isso ajuda a explicar por que a apresentação da nova geração possui peso maior do que uma simples troca de desenho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para operadores, motoristas, passageiros e admiradores de transportes, diferentes Torinos estão associados a diferentes épocas das cidades brasileiras.</p>
<p class="isSelectedEnd">O modelo de 1983 pertence ao período em que o País se urbanizava rapidamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino GV remete à renovação das frotas dos anos 1990.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino 1999 marcou a expansão industrial da Marcopolo no Rio de Janeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">O 2007 circulou intensamente durante o crescimento dos investimentos em ônibus na década seguinte.</p>
<p class="isSelectedEnd">A geração 2014 atravessou períodos de retração, retomada e mudanças nas exigências de acessibilidade, climatização e emissões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Agora, o Torino 2027 chega num momento no qual reduzir custo e tempo de manutenção passou a ter tanta importância quanto renovar o desenho.</p>
<h2>TORINO 2027: UMA NOVA GERAÇÃO PARA UM ÔNIBUS QUE JÁ VIU MUITAS</h2>
<p class="isSelectedEnd">Quando o <em><strong>Diário do Transporte</strong></em> publicou, em 2016, a reportagem “Torino, nome forte que vence as décadas”, o ônibus já tinha atravessado mais de 30 anos de história.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na época, chamar atenção para a longevidade do nome já fazia sentido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dez anos depois, esta característica fica ainda mais evidente.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino passou dos 40 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Superou 120 mil unidades.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foi urbano convencional, intermunicipal, articulado, biarticulado, low entry e ônibus de aplicações especiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Circulou em diferentes países.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foi fabricado em diferentes unidades industriais.</p>
<p class="isSelectedEnd">E atravessou várias gerações de chassis, motores e sistemas eletrônicos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Torino 2027 acrescenta agora outra camada a esta trajetória.</p>
<p class="isSelectedEnd">Exteriormente, é mais uma mudança de geração.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tecnicamente, representa também a tentativa de adaptar um nome nascido em 1983 a um dos maiores desafios atuais das empresas de transporte: manter o ônibus disponível para operar com menor tempo de oficina e menor complexidade de manutenção.</p>
<p class="isSelectedEnd">É uma história que começou com alterações aparentemente simples, como aumentar uma janela para melhorar a visão do motorista.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quarenta e três anos depois, chega a uma carroceria capaz de diagnosticar eletronicamente as próprias falhas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O nome, porém, continua o mesmo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Torino.</p>
<p><strong><em>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/16/historia-especial-torino-entra-em-nova-geracao-em-2026-dos-primeiros-modelos-de-1983-ao-torino-2027-conheca-a-historia-de-um-dos-urbanos-mais-tradicionais-da-marcopolo/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=528740</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Obras provocam alterações nas linhas 10-Turquesa e 11-Coral neste domingo (16)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/16/obras-provocam-alteracoes-nas-linhas-10-turquesa-e-11-coral-neste-domingo-16/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/16/obras-provocam-alteracoes-nas-linhas-10-turquesa-e-11-coral-neste-domingo-16/#comments</comments>
    <pubDate>Sun, 16 Aug 2026 09:00:11 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[CPTM]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metropolitano SP]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ajustes na circulação dos trens ocorrem para serviços de manutenção, melhorias e modernização ao longo da via férrea VINÍCIUS DE OLIVEIRA Neste domingo, 16 de agosto, as linhas administradas pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) sofrem mudanças nas operações. As alterações ocorrerão para possibilitar a execução de obras de manutenção, melhorias e modernização ao [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="836" height="627" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/trem-da-linha-11-coral-da-cptm-1744197336615_v2_4x3.jpg?fit=836%2C627&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/trem-da-linha-11-coral-da-cptm-1744197336615_v2_4x3.jpg?w=836&amp;ssl=1 836w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/trem-da-linha-11-coral-da-cptm-1744197336615_v2_4x3.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/trem-da-linha-11-coral-da-cptm-1744197336615_v2_4x3.jpg?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/trem-da-linha-11-coral-da-cptm-1744197336615_v2_4x3.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/trem-da-linha-11-coral-da-cptm-1744197336615_v2_4x3.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 836px) 100vw, 836px" /> <p><em>Ajustes na circulação dos trens ocorrem para serviços de manutenção, melhorias e modernização ao longo da via férrea</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Neste domingo, 16 de agosto, as linhas administradas pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) sofrem mudanças nas operações.</p>
<p>As alterações ocorrerão para possibilitar a execução de obras de manutenção, melhorias e modernização ao longo da via férrea.</p>
<p>Confira o que muda:</p>
<p><strong>Linha 10-Turquesa</strong></p>
<p>&#8211; Entre 7h e 9h, os trens em ambos os sentidos circulam pela plataforma 1 nas estações Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires.</p>
<p>&#8211; E das 10h às 12h, o embarque e desembarque dos trens em ambos os sentidos ocorrerão pela plataforma 2 na Estação Rio Grande da Serra. As alterações são necessárias para a realização de manutenção na via pela empresa MRS.</p>
<p><strong>Linha 11-Coral</strong></p>
<p>&#8211; Das 8h às 17h, os passageiros em ambos os sentidos devem embarcar e desembarcar pela plataforma 2 na Estação Calmon Viana, para revisão de conexões das placas fotovoltaicas no telhado da plataforma 1.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/16/obras-provocam-alteracoes-nas-linhas-10-turquesa-e-11-coral-neste-domingo-16/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=529143</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Transporte coletivo de Manaus (AM) tem alterações durante obras do Complexo Viário Passarão até segunda-feira (17)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/transporte-coletivo-de-manaus-am-tem-alteracoes-durante-obras-do-complexo-viario-passarao-ate-segunda-feira-17/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/transporte-coletivo-de-manaus-am-tem-alteracoes-durante-obras-do-complexo-viario-passarao-ate-segunda-feira-17/#comments</comments>
    <pubDate>Sun, 16 Aug 2026 01:00:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Avenidas Brasil e Coronel Teixeira serão temporariamente interditadas na capital VINÍCIUS DE OLIVEIRA O transporte coletivo de Manaus (AM) recebe alterações temporárias de itinerário durante as interdições programadas nas avenidas Brasil e Coronel Teixeira, necessárias para o avanço das obras do Complexo Viário Passarão. As mudanças ocorrem nos dias 14, 15, 16 e 17 de [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="500" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/prefeitura-de-manaus-realiza-m-1.jpg?fit=800%2C500&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/prefeitura-de-manaus-realiza-m-1.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/prefeitura-de-manaus-realiza-m-1.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/prefeitura-de-manaus-realiza-m-1.jpg?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/prefeitura-de-manaus-realiza-m-1.jpg?resize=768%2C480&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/prefeitura-de-manaus-realiza-m-1.jpg?resize=400%2C250&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /> <p><em>Avenidas Brasil e Coronel Teixeira serão temporariamente interditadas na capital</em></p>
<p><strong><em>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</em></strong></p>
<p>O transporte coletivo de Manaus (AM) recebe alterações temporárias de itinerário durante as interdições programadas nas avenidas Brasil e Coronel Teixeira, necessárias para o avanço das obras do Complexo Viário Passarão. As mudanças ocorrem nos dias 14, 15, 16 e 17 de agosto, sempre das 7h às 18h, com o objetivo de garantir a circulação dos ônibus e reduzir os impactos da interdição na mobilidade da região.</p>
<p>Nos dias 14 e 17 de agosto, durante a interdição no trecho da avenida Brasil com a avenida Coronel Teixeira, no sentido Ponta Negra, as linhas 001, 016, 118, 122, 123, 126, 127, 128, 130 e 211 operarão com desvio pela Cel. Teixeira, sentido São Jorge e realizarão o retorno na rotatória em frente ao supermercado Carrefour, retornando ao sentido Ponta Negra.</p>
<p>Já nos dias 15 e 16 de agosto, com a interdição da alça da avenida Brasil que da acesso ao São Jorge contará com um desvio específico para as linhas 001, 010, 123, 450, 675, 678 e A036, que deverão seguir pela avenida Brasil em direção a Compensa, realizar o retorno na rua Ribeiro Couto, acessar a via Arterial Norte, em seguida a rua Guanapuris, avenida Compensa, chegando na Avenida São Jorge, seguindo seu itinerário normal, enquanto as linhas 120, 216 e 221 seguirão seus itinerários a partir da avenida Compensa. Nesses dois dias, o desvio destinado ao transporte coletivo também será utilizado pelos veículos de grande porte, como forma de organizar a circulação durante a execução dos serviços e garantir maior segurança no trecho em obras.</p>
<p>Ainda nos dias 15 e 16, os usuários devem ficar atentos a uma alteração importante: as linhas que estiverem operando pelo desvio não realizarão o atendimento às paradas localizadas em frente ao Conjunto Yapuá, em frente ao Ministério Público do Estado do Amazonas e em frente ao Porão do Alemão, na avenida Coronel Teixeira, no sentido São Jorge. A orientação é que os passageiros utilizem as paradas anteriores ou posteriores ao trecho afetado pelo desvio.</p>
<p>Confira as linhas afetadas:</p>
<p>– 14 e 17 de agosto: 001, 016, 118, 122, 123, 126, 127, 128, 130 e 211.</p>
<p>– 15 e 16 de agosto: 001, 010, 123, 450, 675, 678 e A036; além das linhas 120, 216 e 221.</p>
<p>– Horário das interdições: das 7h às 18h.</p>
<p><strong><em>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</em></strong></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/transporte-coletivo-de-manaus-am-tem-alteracoes-durante-obras-do-complexo-viario-passarao-ate-segunda-feira-17/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=529178</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Circuito Juntos Bota pra Correr provoca mudanças nas operações de 29 linhas que atendem a região do Ibirapuera neste domingo (16)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/circuito-juntos-bota-pra-correr-provoca-mudancas-nas-operacoes-de-29-linhas-que-atendem-a-regiao-do-ibirapuera-neste-domingo-16/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/circuito-juntos-bota-pra-correr-provoca-mudancas-nas-operacoes-de-29-linhas-que-atendem-a-regiao-do-ibirapuera-neste-domingo-16/#comments</comments>
    <pubDate>Sun, 16 Aug 2026 00:00:22 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[SPTrans]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ajustes na circulação dos ônibus serão válidos das 5h às 10h30 VINÍCIUS DE OLIVEIRA O Circuito Juntos Bota pra Correr provocará mudanças nas operações de 29 linhas municipais na região do Ibirapuera, na Zona Sul da capital paulista, das 5h às 10h30 deste domingo (16). Vale lembrar que os passageiros poderão aproveitar o Domingão Tarifa [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/02/20251026_PAULISTAR_7014_JFD-e1779484003428.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Ajustes na circulação dos ônibus serão válidos das 5h às 10h30</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>O Circuito Juntos Bota pra Correr provocará mudanças nas operações de 29 linhas municipais na região do Ibirapuera, na Zona Sul da capital paulista, das 5h às 10h30 deste domingo (16).</p>
<p dir="ltr">Vale lembrar que os passageiros poderão aproveitar o Domingão Tarifa Zero, que garante gratuidade nas linhas municipais aos domingos, entre 0h e 23h59, somente utilizando o Bilhete Único para passar pela catraca. Quem estiver sem o Bilhete também terá a gratuidade garantida, com sua passagem sendo liberada diretamente na catraca.</p>
<p dir="ltr">Confira o funcionamento das linhas durante o evento:</p>
<p dir="ltr"><strong>175T/10 Metrô Santana – Metrô Jabaquara</strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Normal até a Av. 23 de Maio, acesso, Av. Ibirapuera, Rua Leopoldo de Bulhões, Rua Ipê, Av. Profº Ascendino Reis, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr">Volta: Sem alteração.</p>
<p dir="ltr"><strong>PAULISTAR 2: Circuito Parques Museu Ipiranga – Pq. Ibirapuera</strong></p>
<p dir="ltr">Sentido Único: Normal até R. Manoel da Nóbrega, Av. Sarg. Mário Kozel Filho, R. Abílio Soares, R. Tutóia, Rua Dr. Amâncio de Carvalho, R. Pelotas, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>5362/10 Pq. Res. Cocaia – Pça. da Sé</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>5370/10 Term. Varginha – Lgo. São Francisco</strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Sem alteração.</p>
<p dir="ltr">Volta: Normal até a Av. 23 de Maio, acesso para a Av. Pedro Álvares Cabral, acesso e Av. Ibirapuera, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>5630/10 Term. Grajaú – Metrô Brás</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>N601/11 Term. Grajaú – Term. Pq. D. Pedro II</strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Sem alteração.</p>
<p dir="ltr">Volta: Normal até a Av. 23 de Maio, acesso para Av. Pedro Álvares Cabral, acesso e Av. Ibirapuera, Rua Leopoldo de Bulhões, Rua Ipê, Av. Prof. Ascendino Reis, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>509J/21 Jd. Selma – Pq. Ibirapuera</strong></p>
<p dir="ltr">Sentido Único: Normal até a Av. Juriti, Al. Jauaperi, Av. República do Líbano, Al. Dos Arapanés, Av. Lavandisca, prosseguindo normal</p>
<p dir="ltr"><strong>509M/10 Jd. Miriam – Term. Princ. Isabel</strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Sem alteração.</p>
<p dir="ltr">Volta: Normal até a Av. 23 de Maio, Acesso para Av. Pedro Álvares Cabral, Acesso e Av. Ibirapuera, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>5164/10 Vl. St. Catarina – Pq. Ibirapuera</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>5164/21 Cid. Leonor – Pq.  Ibirapuera</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>6338/10 Jd. Miriam – Pq. Ibirapuera</strong></p>
<p dir="ltr">Sentido Único: Normal até a Av. Prof. Ascendino Reis, Av. Pedro Álvares Cabral, Av. Dr. Dante Pazzanese, Av. Conselheiro Rodrigues Alves, Av. Ibirapuera, Complexo Viário João Jorge Saad, Av. Ibirapuera, R. Borges Lagoa, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>5614/21 Eldorado – Pq. Ibirapuera</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>5652/22 Jd. IV Centenário – Pq.  Ibirapuera</strong></p>
<p dir="ltr">Sentido Único: Normal até a Av. Prof. Ascendino Reis, Av. Pedro Álvares Cabral, R. Dr. Dante Pazzanese, Av. Conselheiro Rodrigues Alves, Av. Ibirapuera, Complexo Viário João Jorge Saad, Av. Ibirapuera, R. Borges Lagoa, Av. Prof. Ascendino Reis, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>5175/10 Baln. São Francisco – Pça. da Sé</strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Normal até a Av. Prof. Ascendino Reis, Av. Pedro Álvares Cabral, Av. Dr. Dante Pazzanese, Rua Dr. Amâncio de Carvalho, Viad. Tutóia, Rua Tutóia, Rua Manoel da Nóbrega, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, Av. Brig. Luís Antônio, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr">Volta:  Normal até a Av. Brig. Luís Antônio, Rua Jundiaí, Rua Manoel da Nóbrega, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, Rua Abílio Soares, Rua Tutóia, Viad. Tutóia, Rua Dr. Amâncio de Carvalho, Av. Conselheiro Rodrigues Alves, Av. Ibirapuera, Complexo Viário João Jorge Saad, Av. Ibirapuera, Rua Borges Lagoa, Av. Profº Ascendino Reis, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>5178/22 Jd. Miriam – Paulista</strong></p>
<p dir="ltr">Sentido Único: Normal até a Av. Prof. Ascendino Reis, Av. Pedro Álvares Cabral, Av. Dr. Dante Pazzanese, Rua Dr. Amâncio de Carvalho, Viad. Tutóia, Rua Tutóia, Rua Manoel da Nóbrega, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, Av. Brig. Luís Antônio, prosseguindo normal até Av. Brig. Luís Antônio, Rua Jundiaí, Rua Manoel da Nóbrega, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, Rua Abílio Soares, Rua Tutóia, Viad. Tutóia, Rua Dr. Amâncio de Carvalho, Av. Conselheiro Rodrigues Alves, Av. Ibirapuera, Complexo Viário João Jorge Saad, Av. Ibirapuera, Rua Borges Lagoa, Av. Profº Ascendino Reis, prosseguindo normal.</p>
<h3 dir="ltr">6358/10 Jd. Luso – Term. Bandeira</h3>
<p dir="ltr">Ida: Normal até a Av. Pedro Álvares Cabral, Av. Dr. Dante Pazzanese, Rua Dr. Amâncio de Carvalho, Viad. Tutóia, Rua Tutóia, Rua Manoel da Nóbrega, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, Av. Brig. Luís Antônio, Av. Brasil, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr">Volta: Normal até a Av. Brasil, Pça. Armando Sales de Oliveira, Av. Brig. Luís Antônio, Rua Jundiaí, Rua Manoel da Nóbrega, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, Rua Abílio Soares, Rua Tutóia, Viad. Tutóia, Rua Dr. Amâncio de Carvalho, Av. Conselheiro Rodrigues Alves, Av. Ibirapuera, Complexo Viário João Jorge Saad, Av. Ibirapuera, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>5611/10 Eldorado – Pça. João Mendes</strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Sem alteração.</p>
<p dir="ltr">Volta: Normal até a Av. 23 de Maio, acesso para Av. Pedro Álvares Cabral, acesso e Av. Ibirapuera, Rua Leopoldo de Bulhões, Rua Ipê, Av. Prof. Ascendino Reis, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>PAULISTAR 3: Circuito Lazer Paraíso – Pacaembu</strong></p>
<p dir="ltr">Sentido Único: Normal até R. Manoel da Nóbrega, Av. Sarg. Mário Kozel Filho, R. Abílio Soares, R. Tutóia, Rua Dr. Amâncio de Carvalho, Rua Pelotas, R. Humberto I, Av. Cons. Rodrigues Alves prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>5154/10 Term. Sto. Amaro – Term. Princ. Isabel</strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Normal até a Av. Pedro Álvares Cabral, Av. Dr. Dante Pazzanese, Rua Dr. Amâncio de Carvalho, Viad. Tutóia, Rua Tutóia, Rua Manoel da Nóbrega, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, Av. Brig. Luís Antônio, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr">Volta: Normal até a Av. Brig. Luís Antônio, Rua Jundiaí, Rua Manoel da Nóbrega, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, Rua Abílio Soares, Rua Tutóia, Rua Dr. Amâncio de Carvalho, Av. Cons. Rodrigues Alves, Av. Ibirapuera, Complexo Viário João Jorge Saad, Acesso, Av. Ibirapuera, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>5300/10 Term. Sto. Amaro – Term. Pq. Dom Pedro II</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>N702/11 Term. Sto. Amaro – Term. Pq. D. Pedro II</strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Sem alteração.</p>
<p dir="ltr">Volta: Normal até a Av. 23 de Maio, acesso para Av. Pedro Álvares Cabral, acesso e Av. Ibirapuera, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>5318/10 Chác. Santana – Pça. da Sé</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>6455/10 Term. Capelinha – Lgo. São Francisco   </strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Sem alteração.</p>
<p dir="ltr">Volta: Normal até a Av. 23 de Maio, acesso para Av. Pedro Álvares Cabral, acesso e Av. Ibirapuera, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>5391/10 Jd. Ângela – Lgo. São Francisco</strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Sem alteração.</p>
<p dir="ltr">Volta: Normal até a Av. 23 de Maio, acesso para Av. Pedro Álvares Cabral, acesso e Av. Ibirapuera, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>709A/10 Term. Água Espraiada – Metrô Ana Rosa</strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Normal até a Av. Brig. Luis Antonio, R. Jundiaí, R. Manoel da Nóbrega, R. Mal. Estênio de Albuquerque Lima, Rua Abílio Soares, R. Tutóia, Viad. Tutóia, R. Dr. Amâncio de Carvalho, Av. Cons. Rodrigues Alves, Rua Tangará, R. França Pinto, Rua Rio Grande, Av. Cons. Rodrigues Alves, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr">Volta: Normal até a Rua Sena Madureira, Lgo. Senador Raul Cardoso, R. Tangará, Av. Cons. Rodrigues Alves, R. Dr. Amâncio de Carvalho, Viad. Tutóia, R. Tutóia, Av. Brig. Luis Antônio, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>5185/10 Term. Guarapiranga – Term. Pq. D. Pedro II</strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Normal até a Av. Pedro Álvares Cabral, Av. Dr. Dante Pazzanese, Rua Dr. Amâncio de Carvalho, Viad. Tutóia, Rua Tutóia, Rua Manoel da Nóbrega, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, Av. Brig. Luís Antônio, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr">Volta: Normal até a Av. Brig. Luís Antônio, Rua Jundiaí, Rua Manoel da Nóbrega, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, Rua Abílio Soares, Rua Tutóia, Viad. Tutóia, Rua Dr. Amâncio de Carvalho, Av. Conselheiro Rodrigues Alves, Av. Ibirapuera, Complexo Viário João Jorge Saad, Av. Ibirapuera, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong> 857A/10 Term. Campo Limpo – Metrô Sta. Cruz</strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Normal até a Av. Brigadeiro Luís Antônio, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, R. Abílio Soares, R. Tutóia, Av. 23 de Maio, acesso Av. Ibirapuera, R. Leopoldo de Bulhões, R. Ipê, Av. Prof. Ascendino Reis, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr">Volta: Normal até a Av. Pedro Álvares Cabral, R. Dr. Dante Pazzanese, R. Dr. Amâncio de Carvalho, Viaduto Tutóia, R. Tutóia, R. Manoel da Nóbrega, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, Av. Brig. Luís Antônio, prosseguindo normal.</p>
<p dir="ltr"><strong>N802/11 Term. Pinheiros – Term. Pq. D. Pedro II</strong></p>
<p dir="ltr">Ida: Normal até Av. Brasil, Av. Brig. Luís Antônio, Viad. Da. Paulina, prosseguindo normalmente.</p>
<p dir="ltr">Volta: sem alteração.</p>
<p dir="ltr"><strong>N839/11 Metrô Butantã – Metrô Vl. Mariana</strong></p>
<p dir="ltr">Sentido Único: Normal até a Av. Brig. Luís Antônio, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, R. Abílio Soares, Rua Tutóia, Viad. Tutóia, R. Dr. Amâncio de Carvalho, Av. Cons. Rodrigues Alves, Rua Tangará, R. França Pinto, Rua Rio Grande, Av. Cons. Rodrigues Alves, prosseguindo normal até a Av. Pedro Álvares Cabral, R. Dr. Dante Pazzanese, R. Dr. Amâncio de Carvalho, Viaduto Tutóia, R. Tutóia, R. Manoel da Nóbrega, Av. Mal. Estênio Albuquerque Lima, Av. Brig. Luís Antônio, prosseguindo normal.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/circuito-juntos-bota-pra-correr-provoca-mudancas-nas-operacoes-de-29-linhas-que-atendem-a-regiao-do-ibirapuera-neste-domingo-16/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=529190</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata do Metrô de São Paulo operam sem interrupção na noite deste sábado (15) e madrugada de domingo (16)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/linhas-1-azul-2-verde-3-vermelha-e-15-prata-do-metro-de-sao-paulo-operam-sem-interrupcao-na-noite-deste-sabado-15-e-madrugada-de-domingo-16/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/linhas-1-azul-2-verde-3-vermelha-e-15-prata-do-metro-de-sao-paulo-operam-sem-interrupcao-na-noite-deste-sabado-15-e-madrugada-de-domingo-16/#comments</comments>
    <pubDate>Sat, 15 Aug 2026 23:00:19 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Metrô]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Todas as estações estarão abertas para embarque e desembarque VINÍCIUS DE OLIVEIRA Quem precisar se deslocar durante a madrugada deste fim de semana poderá contar com o Metrô funcionando sem interrupção. Entre este sábado (15) e domingo (16), as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata terão operação ininterrupta, com todas as estações abertas para embarque [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2025/04/metro-e1747957929987.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Todas as estações estarão abertas para embarque e desembarque</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Quem precisar se deslocar durante a madrugada deste fim de semana poderá contar com o Metrô funcionando sem interrupção.</p>
<p>Entre este sábado (15) e domingo (16), as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata terão operação ininterrupta, com todas as estações abertas para embarque e desembarque.</p>
<p>A medida amplia as opções de transporte para passageiros que trabalham ou participam de atividades noturnas, além de facilitar o deslocamento para eventos, programação cultural e encontros durante a madrugada.</p>
<p>A operação faz parte de um período de testes para avaliar a possibilidade de ampliação do horário de funcionamento do Metrô. Serão analisados o movimento de passageiros e os impactos na manutenção e no funcionamento das linhas.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/linhas-1-azul-2-verde-3-vermelha-e-15-prata-do-metro-de-sao-paulo-operam-sem-interrupcao-na-noite-deste-sabado-15-e-madrugada-de-domingo-16/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=528996</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Ônibus autônomos avançam para o trânsito real e novo modelo elétrico deve começar a operar na Alemanha ainda em 2026</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/onibus-autonomos-avancam-para-o-transito-real-e-novo-modelo-eletrico-deve-comecar-a-operar-na-alemanha-ainda-em-2026/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/onibus-autonomos-avancam-para-o-transito-real-e-novo-modelo-eletrico-deve-comecar-a-operar-na-alemanha-ainda-em-2026/#comments</comments>
    <pubDate>Sat, 15 Aug 2026 22:30:00 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Eletromobilidade]]></category><category><![CDATA[Internacional]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category><category><![CDATA[Tecnologia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Experiências começam a sair de ambientes fechados e chegam às vias públicas compartilhadas com carros, pedestres e ciclistas ADAMO BAZANI Os ônibus autônomos começam a dar um passo considerado essencial para que a tecnologia possa, no futuro, fazer parte efetivamente dos sistemas regulares de transporte coletivo: sair dos ambientes fechados e altamente controlados e enfrentar [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-15-at-18.59.41.jpeg?fit=1024%2C682&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-15-at-18.59.41.jpeg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-15-at-18.59.41.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-15-at-18.59.41.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-15-at-18.59.41.jpeg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-15-at-18.59.41.jpeg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-15-at-18.59.41.jpeg?resize=400%2C266&amp;ssl=1 400w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Experiências começam a sair de ambientes fechados e chegam às vias públicas compartilhadas com carros, pedestres e ciclistas</em></p>
<p><em><strong>ADAMO BAZANI</strong></em></p>
<p>Os ônibus autônomos começam a dar um passo considerado essencial para que a tecnologia possa, no futuro, fazer parte efetivamente dos sistemas regulares de transporte coletivo: sair dos ambientes fechados e altamente controlados e enfrentar as situações do trânsito real.</p>
<p>Um dos projetos mais recentes será colocado à prova na Alemanha ainda no terceiro trimestre de 2026.</p>
<p>A fabricante espanhola UNVI e a empresa de tecnologia Imagry anunciaram a integração de um ônibus elétrico de 10,3 metros a um sistema de condução autônoma de nível 4 baseado em inteligência artificial.</p>
<p>Segundo as empresas, uma das principais características é que o veículo não depende dos chamados HD Maps, mapas digitais de alta definição previamente preparados para orientar veículos autônomos.</p>
<p>A implantação alemã se soma a outras experiências que já começam a colocar ônibus autônomos em vias públicas e em trânsito misto, compartilhando espaço com automóveis conduzidos por motoristas, além de ciclistas e pedestres.</p>
<p>É uma situação bastante diferente de boa parte das primeiras experiências com veículos autônomos de transporte coletivo, realizadas principalmente em aeroportos, campi universitários, parques, complexos empresariais e pistas ou corredores segregados.</p>
<p>E algumas destas experiências em condições reais já transportam passageiros.</p>
<p>Desde quarta-feira, 12 de agosto de 2026, por exemplo, um Karsan Autonomous e-ATAK começou a transportar passageiros nos Países Baixos em um percurso de aproximadamente seis quilômetros realizado em tráfego misto.</p>
<p>A operação ocorre na região do parque Efteling, na província de Brabante do Norte, conectando o principal ponto de transporte público da região a hotéis e outras instalações.</p>
<p>Apesar de atender uma região turística, o aspecto mais importante para a evolução da tecnologia é justamente o fato de o ônibus não ficar restrito a uma pista exclusiva: o veículo enfrenta situações de tráfego compartilhado.</p>
<p>O e-ATAK utiliza tecnologia autônoma de nível 4 desenvolvida pela ADASTEC.</p>
<p>A operação neerlandesa mostra que os testes começam a avançar justamente sobre um dos maiores desafios para a automação do transporte coletivo: lidar não apenas com situações previamente programadas, mas com o comportamento muitas vezes imprevisível dos demais usuários das ruas.</p>
<p><strong>NÃO BASTA O ÔNIBUS ANDAR SOZINHO</strong></p>
<p>Fazer um ônibus percorrer autonomamente um trajeto previamente determinado em uma área fechada é uma situação bastante diferente de colocá-lo numa rua aberta ao trânsito.</p>
<p>No ambiente urbano, o sistema precisa reconhecer e reagir, entre outras situações, a carros mudando repentinamente de faixa, motocicletas, bicicletas, pedestres atravessando fora das faixas, veículos estacionados irregularmente, obras, objetos sobre a pista e alterações temporárias na circulação.</p>
<p>Também precisa interpretar semáforos, sinalização horizontal e vertical e administrar situações nas quais diferentes usuários disputam simultaneamente o espaço viário.</p>
<p>É justamente esta transição para o chamado &#8220;mixed traffic&#8221;, ou tráfego misto, que começa a aparecer com maior frequência nos projetos mais recentes.</p>
<p>No nível 4 de automação, segundo a classificação SAE, o sistema pode executar integralmente a tarefa de dirigir sem intervenção humana, mas dentro de condições e áreas previamente determinadas, chamadas tecnicamente de ODD – Operational Design Domain.</p>
<p>Assim, nível 4 não significa que o ônibus esteja autorizado a circular sozinho por qualquer rua ou em qualquer condição climática ou operacional.</p>
<p>Cada projeto estabelece os limites dentro dos quais o sistema pode funcionar autonomamente.</p>
<p><strong>ALEMANHA TERÁ NOVO ÔNIBUS DE 10,3 METROS</strong></p>
<p>O projeto anunciado pela UNVI e pela Imagry segue esta evolução.</p>
<p>O primeiro veículo integrado pelas empresas possui 10,3 metros de comprimento, propulsão totalmente elétrica e pertence à categoria europeia M3.</p>
<p>Segundo a Imagry, o ônibus deve ser colocado em operação na Alemanha no terceiro trimestre de 2026.</p>
<p>A integração entre o veículo da UNVI e o sistema de condução autônoma foi realizada em menos de três meses.</p>
<p>O ônibus foi preparado para atender ao processo europeu WVTA – Whole Vehicle Type Approval – e aos requisitos do GSR2 – General Safety Regulation 2.</p>
<p>Ainda não foram divulgados detalhes como a cidade alemã onde ocorrerá a implantação, extensão da linha, capacidade das baterias, autonomia, potência de recarga e número de passageiros.</p>
<p>As empresas também não detalharam as condições específicas da primeira fase de operação e eventual presença de um profissional de segurança dentro do veículo.</p>
<p><strong>INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL SEM MAPAS DE ALTA DEFINIÇÃO</strong></p>
<p>Outro aspecto que diferencia o projeto está na maneira como o ônibus identifica o caminho.</p>
<p>A Imagry desenvolveu uma arquitetura que, segundo a empresa, dispensa HD Maps.</p>
<p>Em sistemas que dependem destes mapas, o veículo utiliza uma representação digital extremamente detalhada da área em que vai circular.</p>
<p>A solução da Imagry procura fazer o ônibus interpretar continuamente aquilo que encontra pela frente.</p>
<p>Câmeras instaladas ao redor do veículo fornecem as imagens e algoritmos de inteligência artificial e redes neurais identificam elementos como veículos, pedestres, ciclistas, semáforos, placas, faixas de trânsito e obstáculos.</p>
<p>Com estas informações, o sistema calcula a trajetória e envia comandos para direção, aceleração e frenagem.</p>
<p>Segundo a empresa, o processamento ocorre no próprio veículo e não depende permanentemente de conexão com a nuvem.</p>
<p>A Imagry afirma que sua tecnologia de nível 4 foi desenvolvida para utilização tanto em áreas operacionais quanto em vias públicas e informa possuir experiências de condução autônoma em ruas desde 2019, com projetos nos Estados Unidos, Alemanha, Japão e Israel. PAÍSES BAIXOS JÁ TÊM ÔNIBUS EM TRÁFEGO MISTO</p>
<p>Enquanto o projeto UNVI/Imagry se prepara para a implantação alemã, uma experiência iniciada nesta semana nos Países Baixos ajuda a mostrar como a tecnologia começa a avançar para situações mais próximas de uma operação convencional.</p>
<p>O Karsan Autonomous e-ATAK começou a transportar passageiros gratuitamente em 12 de agosto de 2026.</p>
<p>O percurso tem aproximadamente seis quilômetros e é realizado em tráfego misto entre os pontos Efteling Hoofdingang e Wonderhotel.</p>
<p>Participam do projeto, além da Karsan e da desenvolvedora de tecnologia autônoma ADASTEC, representantes do Efteling, da operadora Arriva, da província de Brabante do Norte, do município de Loon op Zand e da autoridade neerlandesa de veículos RDW.</p>
<p>A operação foi oficialmente apresentada em 10 de agosto e o transporte de passageiros começou dois dias depois.</p>
<p>O projeto-piloto deve durar aproximadamente dois meses.</p>
<p>A Karsan e a ADASTEC já vêm utilizando o e-ATAK como plataforma para experiências autônomas em diferentes países.</p>
<p>A ADASTEC afirma possuir aplicações de nível 4 em vias públicas e destaca justamente a utilização de ônibus convencionais de transporte coletivo, e não somente pequenos veículos do tipo shuttle.</p>
<p><strong>MUNIQUE TAMBÉM PREPARA TESTES EM VIAS PÚBLICAS</strong></p>
<p>A Alemanha possui ainda outro projeto que pretende colocar ônibus autônomos em condições reais.</p>
<p>Em Munique, um ônibus automatizado está previsto para circular em vias públicas inicialmente sem passageiros como parte da etapa final de validação.</p>
<p>Posteriormente, a MVG (Münchner Verkehrsgesellschaft), operadora de transporte da cidade, prevê iniciar uma fase piloto no segundo semestre de 2026.</p>
<p>O projeto faz parte da iniciativa MINGA e envolve o desenvolvimento de ônibus automatizados para utilização no transporte público urbano.</p>
<p>Assim, diferentes tecnologias começam a ser avaliadas não apenas em circuitos protegidos, mas dentro das condições encontradas diariamente pelas empresas de ônibus.</p>
<p><strong>ESCÓCIA JÁ COLOCOU ÔNIBUS DE TAMANHO CONVENCIONAL NAS RUAS</strong></p>
<p>Uma das experiências anteriores mais relevantes ocorreu na Escócia.</p>
<p>O projeto CAVForth colocou ônibus Alexander Dennis Enviro200AV em uma linha entre Ferrytoll Park &amp; Ride e Edinburgh Park.</p>
<p>O serviço começou em maio de 2023 e utilizava ônibus convencionais adaptados para automação de nível 4.</p>
<p>Os veículos circulavam por vias públicas e atravessavam a Forth Road Bridge.</p>
<p>Havia, entretanto, um profissional no posto do motorista durante as viagens, mesmo com o sistema assumindo normalmente a condução.</p>
<p>A operação original foi encerrada em fevereiro de 2025.</p>
<p>A experiência escocesa foi relevante principalmente por mostrar a possibilidade de levar a automação para veículos de dimensões e capacidades mais próximas às encontradas no transporte público convencional.</p>
<p><strong>PRÓXIMO DESAFIO É TRANSFORMAR TESTES EM OPERAÇÃO REGULAR</strong></p>
<p>O avanço dos projetos mostra que a tecnologia de condução autônoma para ônibus já ultrapassou a fase em que praticamente todas as demonstrações eram realizadas em ambientes fechados.</p>
<p>Mas isso ainda está distante de significar uma substituição em larga escala dos motoristas.</p>
<p>Existem desafios tecnológicos, regulatórios, trabalhistas e operacionais.</p>
<p>Um ônibus urbano convencional pode permanecer em operação durante muitas horas por dia, enfrentar congestionamentos, alterações de itinerário, acidentes, obras emergenciais, chuvas fortes e inúmeras situações que não necessariamente estavam previstas quando o sistema foi desenvolvido.</p>
<p>Há ainda questões relacionadas à responsabilidade em caso de acidente, homologação dos sistemas, cibersegurança e necessidade ou não de acompanhamento humano remoto ou dentro dos veículos.</p>
<p>A própria legislação é um dos principais fatores que determinam até onde cada experiência pode avançar.</p>
<p>A Alemanha está entre os países que já possuem uma estrutura legal permitindo veículos com funções autônomas em áreas operacionais previamente determinadas de vias públicas.</p>
<p>Assim, o desafio que começa a se desenhar para a indústria não é mais somente demonstrar que um ônibus consegue dirigir sozinho.</p>
<p>A questão passa a ser mostrar se estes veículos conseguem fazer isso de maneira segura, previsível e economicamente viável no mesmo ambiente complexo onde atualmente trabalham milhares de motoristas: as ruas das cidades.</p>
<p>O ônibus UNVI/Imagry que deve entrar em operação na Alemanha e experiências como a do Karsan Autonomous e-ATAK nos Países Baixos serão novos testes desta etapa.</p>
<p><em><strong>Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/onibus-autonomos-avancam-para-o-transito-real-e-novo-modelo-eletrico-deve-comecar-a-operar-na-alemanha-ainda-em-2026/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=529298</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Linha 526 – Monte Líbano, de São José dos Pinhais (PR), tem itinerário ampliado a partir de segunda-feira (17)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/linha-526-monte-libano-de-sao-jose-dos-pinhais-pr-tem-itinerario-ampliado-a-partir-de-segunda-feira-17/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/linha-526-monte-libano-de-sao-jose-dos-pinhais-pr-tem-itinerario-ampliado-a-partir-de-segunda-feira-17/#comments</comments>
    <pubDate>Sat, 15 Aug 2026 22:00:55 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Brasil]]></category><category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Notícia]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Ponto de ônibus localizado na Rua Elvira Schafer Rocha, nº480, será desativado VINÍCIUS DE OLIVEIRA A partir de segunda-feira, 17 de agosto, a linha 526 – Monte Líbano terá o itinerário ampliado em São José dos Pinhais (PR) e passará a atender o Conjunto Urano. Com a mudança, a linha adota nova nomenclatura: 526 – [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="800" height="534" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-17-at-14.42.29-1024x683-1-e1716201336180.jpeg?fit=800%2C534&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" /> <p><em>Ponto de ônibus localizado na Rua Elvira Schafer Rocha, nº480, será desativado</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>A partir de segunda-feira, 17 de agosto, a linha 526 – Monte Líbano terá o itinerário ampliado em São José dos Pinhais (PR) e passará a atender o Conjunto Urano.</p>
<p>Com a mudança, a linha adota nova nomenclatura: 526 – Monte Líbano/Conj. Urano.</p>
<p>A medida integra o esforço da Semutt para ampliar a cobertura do transporte coletivo municipal, levando o serviço a áreas ainda não contempladas pelo itinerário atual.</p>
<p>A linha passa a percorrer as ruas Des. Ernâni Almeida de Abreu, Altevir de Lara, Sen. Acioly Filho, Dep. Arnaldo Faivro Busato e Teresa Nester, região onde serão implantados novos pontos de parada para atender os moradores do Conjunto Urano. Em contrapartida, o ponto localizado na Rua Elvira Schafer Rocha, nº 480, será desativado.</p>
<p>Além da ampliação do trajeto, a linha recebe ajustes pontuais nos horários já existentes e o acréscimo de uma nova viagem, com saída às 19h00 do Terminal Central e 19h15 do bairro.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/linha-526-monte-libano-de-sao-jose-dos-pinhais-pr-tem-itinerario-ampliado-a-partir-de-segunda-feira-17/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=529166</guid>
  </item>
  <item>
    <title>Motiva Trilhos reforça equipes de atendimento nas estações de trens metropolitanos e metrô durante jogos do Brasileirão neste fim de semana (15 e 16)</title>
    <link>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/motiva-trilhos-reforca-equipes-de-atendimento-nas-estacoes-de-trens-metropolitanos-e-metro-durante-jogos-do-brasileirao-neste-fim-de-semana-15-e-16/</link>
	<dc:creator><![CDATA[viniciusoliveiratransporte]]></dc:creator>
  	<comments>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/motiva-trilhos-reforca-equipes-de-atendimento-nas-estacoes-de-trens-metropolitanos-e-metro-durante-jogos-do-brasileirao-neste-fim-de-semana-15-e-16/#comments</comments>
    <pubDate>Sat, 15 Aug 2026 21:00:05 +0000</pubDate>
	<category><![CDATA[Dzinho]]></category><category><![CDATA[Nos Trilhos]]></category>    
	
	<description><![CDATA[Recomendação é de que usuários adquiram os bilhetes de viagem (ou recarreguem o cartão de transporte) com antecedência para o trecho de ida e volta VINÍCIUS DE OLIVEIRA Para garantir o conforto, a segurança e a fluidez no deslocamento dos torcedores esperados nos estádios paulistas neste fim de semana (15 e 16), a Motiva estruturou [&#8230;]]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2019/01/galeria14-3-1024x683.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2019/01/galeria14-3-1024x683.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2019/01/galeria14-3-1024x683.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2019/01/galeria14-3-1024x683.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diariodotransporte.com.br/wp-content/uploads/2019/01/galeria14-3-1024x683.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /> <p><em>Recomendação é de que usuários adquiram os bilhetes de viagem (ou recarreguem o cartão de transporte) com antecedência para o trecho de ida e volta</em></p>
<p><em><strong>VINÍCIUS DE OLIVEIRA</strong></em></p>
<p>Para garantir o conforto, a segurança e a fluidez no deslocamento dos torcedores esperados nos estádios paulistas neste fim de semana (15 e 16), a Motiva estruturou uma operação especial de intensificação das equipes de atendimento nas estações e plataformas para as partidas que acontecerão pelo Campeonato Brasileiro.</p>
<p>A ação contemplará a disputa entre São Paulo x Coritiba, que acontece neste sábado (15), às 21h, no Estádio do MorumBIS, e a partida entre Corinthians x Cruzeiro, no domingo (16), às 19h30, na Neo Química Arena.</p>
<p>Para atender ao pico de demanda antes e após o apito final nas duas partidas, a Motiva Trilhos conta com reforço dos Agentes de Atendimento e Segurança e da Equipe Tática no direcionamento seguro do fluxo de passageiros.</p>
<p>A estratégia terá foco especial em duas estações estratégicas de acesso aos estádios: a Estação São Paulo-Morumbi (Linha 4-Amarela), utilizada para o deslocamento até o MorumBIS, e a Estação Palmeiras-Barra Funda (Linha 8-Diamante), ponto de integração para os torcedores que irão para a NeoQuímica Arena.</p>
<p>Com uma operação estruturada, monitoramento contínuo e equipes preparadas para atuar em cenários de alta demanda, a Plataforma de Trilhos da Motiva oferece um serviço confiável, seguro e cada vez mais alinhado às necessidades dos clientes em dias de grandes jogos na capital paulista.</p>
<p><strong>Orientações aos torcedores</strong></p>
<p>Para evitar filas e garantir uma viagem mais ágil, a Motiva recomenda:</p>
<p><strong>Compra antecipada:</strong> Adquirir os bilhetes de viagem (ou recarregar o cartão de transporte) com antecedência para o trecho de ida e volta.</p>
<p><strong>Atenção aos horários:</strong> Planejar a chegada ao estádio com antecedência para evitar os horários de maior pico.</p>
<p><strong>Respeito nas viagens:</strong> Seguir as orientações dos agentes de estação para direcionamento seguro nos fluxos de embarque e desembarque.</p>
<p><em><strong>Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte</strong></em></p>
]]></content:encoded>

    <slash:comments>0</slash:comments>
	<wfw:commentRss>https://diariodotransporte.com.br/2026/08/15/motiva-trilhos-reforca-equipes-de-atendimento-nas-estacoes-de-trens-metropolitanos-e-metro-durante-jogos-do-brasileirao-neste-fim-de-semana-15-e-16/feed/</wfw:commentRss>
    <guid isPermaLink="false">https://diariodotransporte.com.br?p=529157</guid>
  </item>
</channel>
</rss>