Motoristas de ônibus deixam a profissão por pressão, saúde, violência; salários e falta de perspectiva; retenção pode melhorar sem aumento de custos, afirma especialista
Publicado em: 1 de agosto de 2026
Escassez de mão de obrajafeta empresas de transporte em todo o País. Advogada especializada Liana Variani aponta medidas de gestão e relacionamento que podem ser adotadas dentro da legislação e sem elevar despesas
ADAMO BAZANI
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A falta de motoristas de ônibus capacitados deixou de ser um problema pontual e passou a representar um dos principais desafios para empresas de transporte urbano, metropolitano, rodoviário e de fretamento em todo o Brasil, de acordo com as próprias companhias.
Levantamentos da Confederação Nacional do Transporte (CNT) mostram que mais da metade das empresas de transporte de passageiros já relata encontrar dificuldades para contratar motoristas, enquanto entidades patronais e operadores relatam aumento da rotatividade e maior dificuldade para reter profissionais experientes.
O problema não decorre apenas da falta de novos candidatos. Um número crescente de profissionais tem abandonado a atividade em busca de ocupações consideradas menos desgastantes, como motoristas de aplicativos, logística urbana, transporte de cargas leves ou até mesmo setores sem relação com o transporte.
Ao mesmo tempo, os dados do Novo Caged mostram que a ocupação continua registrando grande volume de admissões e desligamentos, indicando elevada movimentação de mão de obra no mercado formal.
Por que os motoristas estão deixando a profissão?
Especialistas em relações do trabalho e representantes do setor apontam um conjunto de fatores que, somados, tornam a permanência na profissão cada vez mais difícil.
Entre os principais motivos estão:
- jornadas frequentemente desgastantes;
- trânsito intenso e estresse diário;
- pressão pelo cumprimento de horários;
- violência urbana e assaltos;
- agressões de passageiros;
- dificuldades para conciliar trabalho e vida familiar;
- problemas de saúde física e mental;
- pouca perspectiva de crescimento profissional;
- envelhecimento da categoria e baixa entrada de jovens.
Segundo a CNT, aproximadamente 53,4% das empresas de transporte de passageiros urbanos e metropolitanos relatam falta de motoristas, evidenciando que o déficit de profissionais já afeta diretamente a operação do sistema.
Além disso, a profissão exige habilitação específica, cursos obrigatórios e elevado grau de responsabilidade, fatores que acabam reduzindo o número de candidatos disponíveis.
Saúde pesa na decisão
Diversos estudos sobre saúde ocupacional apontam que motoristas profissionais estão mais sujeitos ao desenvolvimento de doenças musculoesqueléticas, hipertensão arterial, obesidade, distúrbios do sono, ansiedade e estresse crônico.
A permanência por muitas horas sentado, associada ao trânsito intenso, vibração do veículo, ruído e responsabilidade constante pela segurança de dezenas de passageiros, torna a atividade uma das mais exigentes do setor de serviços.
Somam-se a isso episódios de violência, conflitos com passageiros e pressão operacional, que aumentam o desgaste emocional.
Aplicativos também atraem profissionais
Outro fator citado pelas empresas é a migração de parte dos motoristas para plataformas de transporte por aplicativo e entregas.
Embora a renda nem sempre seja superior, muitos trabalhadores relatam preferência pela maior autonomia para definir horários e dias trabalhados.
Essa migração ocorre principalmente entre profissionais mais jovens ou aqueles que desejam maior flexibilidade na rotina.
Retenção pode melhorar sem aumentar custos
Para a advogada especializada em gestão de riscos empresariais Liana Variani, aumentar salários é apenas uma das ferramentas possíveis, mas não é o ínco fator.
Segundo Liana, existem diversas medidas de gestão que podem ser implementadas praticamente sem impacto financeiro.
“A primeira medida é ouvir os motoristas. Muitas empresas investem em equipamentos, mas deixam de conhecer quais são as principais dificuldades enfrentadas por quem está diariamente na operação”, afirma.
A advogada destaca que uma comunicação interna mais eficiente reduz conflitos e melhora o clima organizacional.
“Quando o trabalhador percebe que é respeitado, que suas sugestões são analisadas e que existe transparência nas decisões, naturalmente aumenta o sentimento de pertencimento e de entendimento das dificuldades da empresa também.” – completou.
Liderança faz diferença
Outro ponto destacado pela especialista é a preparação das lideranças.
“Nem sempre o pedido de demissão ocorre por causa da empresa. Muitas vezes o problema está na forma como o trabalhador é tratado por sua chefia imediata. Um líder preparado reduz conflitos e melhora significativamente o ambiente de trabalho.”
Segundo Liana Variani, treinamentos internos voltados para gestão de pessoas normalmente utilizam estrutura já existente na empresa e, por isso, não representam necessariamente aumento de custos.
Reconhecimento vale mais do que parece
A advogada também afirma que reconhecimento profissional passa por incentivos financeiros, mas não se limitam a isso.
“Valorizar publicamente boas práticas, divulgar elogios recebidos de passageiros, celebrar tempo de casa e criar canais permanentes de diálogo são iniciativas simples que fortalecem o vínculo entre empresa e colaborador.”
Liana Variani lembra que essas ações respeitam integralmente a legislação trabalhista e podem ser implantadas sem alterar a estrutura remuneratória.
Escalas organizadas reduzem desgaste
Outro aspecto importante, segundo Variani, é o planejamento das escalas.
“Cumprir rigorosamente os períodos de descanso, evitar alterações repentinas na programação e dar previsibilidade às jornadas melhora muito a qualidade de vida do motorista.”
A advogada ressalta que essas medidas já fazem parte das obrigações legais e, quando bem administradas, reduzem afastamentos, conflitos e pedidos de desligamento.
Plano de carreira ajuda a manter talentos
Mesmo em empresas de ônibus, onde a estrutura costuma ser mais enxuta, é possível criar perspectivas de crescimento.
Programas internos para formação de instrutores, monitores operacionais, líderes de garagem e multiplicadores de treinamento ajudam o profissional a visualizar oportunidades futuras dentro da própria organização.
Além disso, empresas que investem na promoção de cobradores, manobristas e outros funcionários para a função de motorista conseguem formar mão de obra alinhada à cultura interna, reduzindo a dependência do mercado externo.
Segurança jurídica também favorece retenção
Liana Variani destaca que empresas que cumprem rigorosamente a legislação trabalhista também apresentam ambiente mais estável.
“Respeitar jornada, intervalos, descanso, procedimentos disciplinares e comunicação transparente reduz litígios, melhora a confiança e fortalece a relação entre empregador e empregado.”
Segundo s sdvogada, a retenção de profissionais passa necessariamente por uma gestão baseada em respeito, previsibilidade e valorização das pessoas.
Um desafio para todo o setor
A escassez de motoristas já influencia diretamente a operação das empresas de ônibus.
Quanto menor o número de profissionais disponíveis, maior a dificuldade para preencher escalas, ampliar serviços, renovar linhas e até incorporar novos veículos.
Em um momento em que o setor busca modernização tecnológica, eletrificação das frotas e melhoria da qualidade do transporte coletivo, a retenção de mão de obra passa a ser considerada tão estratégica quanto a renovação dos próprios ônibus.
A tendência apontada por especialistas é que, além da formação de novos condutores, empresas precisem investir cada vez mais em gestão de pessoas, qualidade do ambiente de trabalho e valorização profissional para evitar que motoristas experientes continuem deixando a atividade.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



A matéria super interessante, abordar vários temas ligados a falta de motorista no mercado de trabalho.vamos primeiro pensar que as grandes empresas e media, nunca teve a preocupação em motorista mas sim em frota moderna, dispositivo em bargado nos veículos,nunca penso que a máquina atrás do volante tinha que fazer uma revisão, que depois de anos na estrada teria que parar por causa da idade,eu nunca vi em nem uma empresa psicóloga atende um profissional desse ter interesse em saber da rotina do profissional achando que ele e máquina.Esta falta de motorista no setor rodoviário de passageiros,vem de uma classe mal remunerada com sindicatos com convenções que só um lado leva a melhor o patronal,na reportagem vi um trecho que tbm faz sentido os gestores, líder que não sabem tratar com dignidade o profissional trata a fogo e ferro já vi muito isso.vi pedidos de demissão por não suportar essa situação.Agora com essa falta de motorista quem sabe alguém veja com outros olhos a classe por que em alguns anos vai fica pior bem pior , muitos aposentado, outros afastando e os jovens que não querem essa vida .
Verdade! Trabalhei muito tempo de transporte Rodoviário, e oque vi e presenciei foi empresa pagando uma merreca para o profissional e ainda dizendo: Se não quer pede pra embora e arrume outra, amanhã pegamos outro, outro trouxa? bando de fdp, Não dão valor na categoria, por isso creio q vai ficar cada vez mais difícil. Obs: agora vão aprender, pq essa juventude awe de tecnologia celular kkk, não querem saber de nada, ainda mais ser motorista de ônibus, morcegão das noites!!!! Ainda dizem: isso awe é pra quem não estudou, kkkkk to fora! Nem pensar……….solução minha opinião: EMPRESAS, RESPEITEM os motoristas! NÓS É QUEM MOVEMOS O PAÍS, O MUNDO……dêi- nos um Jonas tratamento, salários digno, paguem as horas extras, nossos direitos respeitados, saúde particular, dentista, fisioterapia, etc… Enfim, MERECEMOS RESPEITO igualmente um servidor público.
Salários defasados a anos, horários estendidos e apenas uma folga.
O salário de motorista rodoviario de ônibus e caminhões são muitos baixos né as empresas de ônibus só mandam embora por justa causa. E a categoria de motorista tinha ser aposentadoria especial né tem motorista morrendo tem motorista sendo roubado nas estradas eu mesmo fui roubado no rio de Janeiro fiquei no mato por mais de 10 horas que mais pereculosidade do que isto.
A empresa que trabalho não cumpre data de pagamento,retém funcionários aposentados que querem se desligar,pressão quanto à estender jornada de trabalho,não deposita FGTS,folga só um domingo no mês,entre outras situações que desistimula os funcionários
Realmente falou verdade.depois tirou cobrador em bh ficou difícil operar ônibus elevador cobrar passagem comprar horário. Todo momento conflito de usuário é motorista humilhação trânsito caótico prender passageiro na porta por falta da visão cobrador dificulta manobras guando nessecidades virou roffissao perigo com as mudanças leis de trânsito elevando até prisão do profissional profissão acabou nao compensa procurar outra forma de trabalho ..baht sabara mg
A advogada só esqueceu de mencionar os baixos salário que em média está em dois salários mínimos o que é muito pouco pra responsabilidade e desgastes dos profissionais
Sou motorista de ônibus a 22 anos e recentemente pedi pra sair por dois motivos salários muito baixo e o não reconhecimento dos órgãos públicos que essa profissão e especial a maioria não quer mais ficar e morrer no volante muitos amigos meus já morreram ou estão lutando pra se aposentar
Trabalhei 45 dias em uma empresa e um dia antes de ser demitido, pediram para assinar uma colisão que tive que não ficava em 1.000 (detalhe ganharam que iria descontar de 10x) o conserto do veículo terceiro, e descontaram mais de 5.000 que era o meu acerto, final das contas.. Trabalhei 45 sem receber nada, nunca mais trabalho em ônibus urbano, experiência ridícula… Se algum advogado ver minha publicação e se puder ajudar a receber ficarei grato, meu e-mail de contato e CCRTransportes1977@gmail.com .. hoje trabalho como motorista de app e estou muito mais tranquilo mentalmente e feliz… Trabalho sem pressão e sem stress..
Amigos só sabe o que o motorista de ônibus passa quem viveu essa experiência eu ainda não aceito que permitem duas pegadas para motoristas de ônibus vc transportar de 100 a 200 pessoas nos horários de picos dependendo do carro olha a responsabilidade, vc e fiscalizado igual fosse um preso no semi aberto , avarias se você não tirar fotos você paga toda semana eu espero de coração que a empresas sofram muito pra achar cada vez mais motorista de coração pra aprenderem valorizar profissional responsável….eu
Muito boa a matéria, mas muitos dos problemas relacionados aqui,não são exclusivos da categoria de motoristas de ônibus, motoristas de caminhões e até carros menores, também enfrentam condições parecidas ,o transito cada vez mais violento, excessos de veículos e motos, a falta de solidariedade no trânsito, a fiscalização cada vez mais rigorosa,câmeras e agentes , não que seja ruin isso ,ajudam a fiscalizar motoristas imprudentes, não deixam passar nada, imagine trabalhar o mês todo ,quando pegar o pagamento vem descontado uma multa ,um ralado no carro de alguém, o carro que quebra, são essas e muitas outras situações, que faz o profissional pensar em outras oportunidades de trabalho
Simplesmente por causa do salário… Em 2002 trabalhei Motorista Ônibus coletivo em Goiânia e era 4 salário mínimo na carteira mais gratificações… Hoje não chega dois salários mínimos…. Coloque um anúncio salário base na carteira 10 mil reais mais gratificações… Com certeza não vai faltar motorista.. O problema é que vivemos num sistema escravocrata..
Sou condutor de ambulância todos as vezes que me candidato a vaga de motorista de ônibus recebo não pois o fato deu conduzir ambulância os que analizar diz que tenho costumes mas não oferece oportunidade para mim pode trafega na empresa dirigir ambulância TB e um ato de responsabilidade pois TB temos stress temos que está atento em tudo está com uma sirena aberta e sinônimo de atenção para pode socorre o paciente e dirigir ônibus e manter a velocidade não há nem uma diferença e o meu recado para as empresas que de oportunidade para nossa categoria ok
A advogada age mais como uma lobista da empresas. Dizer que salário dos motorista não é a única maneira de reter os motoristas é pouco inteligente. Certamente salário maiores é disparado o principal fator. E ela dá pouca importância para este fator. Obviamente que pagar o tal salário mais compensador em dia é um fator indiscutível. Ser bem tratado pelo empregador e usuário é um fator inquestionável, mas melhores salários é, obviamente, o principal fator disparado!
O salário é disparado o principal fator para manter motoristas de coletivos e outros transporte. A advogada da matéria age mais como lobista das empresas querendo justificar outros fatores que, obviamente, são importantes! Nesses assuntos semprea aparece estas personas, como esta advogada querendo substimar a importância do salário com querelas óbvias!
Acaba com os sindicatos rodoviários,aprova uma lei justa,onde o próprio governo federal,como com salário mínimo, estimule uma porcentagem todos os anos,o dinheiro q devia vim aos profissionais vai Oi ros bandos corruptos de sindicatos
Tudo culpa do sindicato corrupto
A advogada sugere o REVOLUCIONÁRIO ato de fazer o mínimo que é cumprir as leis trabalhistas e fazer uma boa gestão.
Se as empresas não fazem nem isso, imagina remunerar bem o funcionário.
Esquece. Donos de empresas estão esperando os carros autônomos pra não lidar mais com motoristas. Até lá, a classe vai sendo precarizada.
Tiraram cobradores com promessa de almento para motorista, mas nada eles cumprem, única coisa certa é compraram os sindicato dos motorista e deixaram de lado as promessas está ficando muito difícil de trabalhar como motorista de ônibus urbano muito estres 90% dos motorista desconte bravos mal dão informações trabalham por obrigação mesmo, tá difícil quem vai resolver isso.
Boa tarde!!
Excelente matéria,só faltou falar dos baixos salários
Está de parabéns
Eu como motorista entre motorista e outros trabalhos hoje tenho 62 e 8 meses 36 anos de trabalho 416 meses de contribuição não é possível aposentar isto é uma covardia estou com dificuldade financeira salário baixo uma covardia destes políticos abomináveis são muito crués nestas profissões de motorista tem que voltar 25 anos pra aposentar
Trabalho em empresa rodoviária, a má gestão de gerente supervisor e mais alguns estão acabando com a empresa, os gestores acham que não somos funcionários e sim escravos onde tudo é punição e chicote, a maioria dos funcionários estão insatisfeito e pretende abandonar, o dono logo vai ter que contratar presidiário para ficar acorrentado no volante , empresa de ônibus acabou.
Aqui em São Paulo capital o salário do motorista de ônibus faz tempo que está defasado,as empresas preferem combinar com um sindicato corrupto que está no poder a mais de vinte anos ,com disputas violentas interna , ou seja preferem se vender do que valorizar o profissional,além de tudo agora com essas ex cooperativas , criaram uma sub categoria que é o motorista de segunda classe.
Fizeram uma lei que é o artigo 620 da CLT que da carta branca para eles tirarem mais ainda direitos .
Tem que perder profissional mesmo para aprender ,eu mesmo estou nos aplicativos,ao menos tenho flexibilidade e dirijo um carro pequeno que é bem mais bem menos estressante.
Eu Josinaldo. Motorista desde 1987 e de ônibus desde 1997. Agora a prefeitura que dá as cartas se erra o itinerário e desconta a viagem ate 1.000.00 reais depende da linha FGTS nem pensa em depósito quando sai corra atrás do seus direitos levam muito tempo se receber. No rio de janeiro e assim….
Tudo isso é verdade.mas vcs não falaram do salário reduzido.em baixa de 3o% e vocês não toca nesse assunto..basta fazer a contabilidade…..tudo isso acarreta na vida do motorista….o motorista dirige e cobra presta conta na tesouraria e o juiz do trabalho disque não é dupla função…os motoristas estão mortos
Eu trabalho em uma empresa de SJP no PR e fiz um teste para trabalhar de horista em outra empresa, só que quando falaram para mim que eu deveria tirar a barba desistir na hora…
A responsabilidade de um motorista agregados ao seu salário e escala, torna uma vida de trabalho impossível de permanecer por muito tempo na profissão, como ex motorista de ônibus eu resolvi mudar de profissão para poder ter uma vida com a família, horas exaustivas, días consecutivos, tránsito cada dia pior nas cidades, tornar um profissional exausto.
As empresas tem de que eles mesmo trabalhar de motorista e os sindicatos e os advogados o pagar salário compatível com a categoria tomara que falta mais profissionais os jovens n quer entrar em uma fria igual nós
Bom dia, sou motorista de ônibus coletivo, isto sem contar com empresas de ônibus que escraviza, como não pagar horas extras em feriados algumas empresas em São Paulo principalmente na zonale de São Paulo não pagam como deveria pagar , trabalha com fichas fechadas, sem o funcionários terminar a jornada de trabalho, e muitas outras coisas erradas que acontecem , sindicato fazendo vista grossa e ninguém toma providências. Isto desanima qualquer profissional.
Bom dia a todos! Sou motorista desde 1996 ‘ iniciei dirigindo carro de reportagem onde trabalhei apenas 1 anos e alguns meses e durante a minha profissional foi de motorista de ônibus trabalhei na CVC, rápido são Roque , expresso regional, são Domingos, atlântica, Itapemirim, são João, BRT e hoje na consor Sorocaba.
Hoje na cidade de Sorocaba e região temos um sindicato que luta pelos os nossos direitos, onde temos um presidente que está com um time de diretores buscando os nossos direitos.
Para que todos tenham conhecimentos,
O salário de Sorocaba é o melhor do país sejam para motorista do urbano e do rodoviário, além disso; temos os benefícios VA e VR que chega quase a 2.000, e ainda temos a cesta básica, os convênios de saúde e o odontológico; a participação de resultados, o famoso (PRL), que recebe no retornar das férias no valor 3.200, gente não estou aqui para dizer que somos melhores , mais dizer; quando a categoria está unida e alinhada com o sindicato, nos somos mais fortes.
A política de valorização da mão de obra do rodoviário é inversamente proporcional as atribuições que lhe são impostas: falou muito mas não falou no principal que é o salário super defasado principalmente na região nordeste, um vale alimentação condizente com o custo de vida, um incentivo como quinquênio que ajuda e motiva as pessoas ficarem mais tempo na empresa e por aí vai.
Bom dia realmente está ficando escasso p profissão de motorista, mas ße as empresas de transporte investir mais em qualidade de vida e trabalho que e uma colaboração entre empresa e empregado, aumentar o salário ser mais reconhecido não precisar de ficar discutindo todo ano aumento de salário, pq isso é justo q todo ano aumenta a passagem como também o salário tem aumentar é o óbvio q uma coisa puxa a outra, precisamos trabalhar, mas a empresa também tem ver as condições do motorista, excesso de horas muito tempo no trânsito parado e ter q cumprir as partidas, não é fácil tem q rever isso.
Sim o salário está defasado mais poderia ter uma escala de mais flexível pois estamos cada vez mais longe de nossa família a classe não tem tempo pra se cuidar quando isso chega a para o profissional já está com a saúde bem precária