Descarrilamento interrompe operação do Metrô-DF e provoca lotação nas estações de Brasília
Publicado em: 28 de julho de 2026
Incidente restringiu circulação dos trens entre a Área Central e a 114 Sul, enquanto passageiros enfrentam filas recorrem aos ônibus
ARTHUR FERRARI
O descarrilamento de um trem provocou a operação parcial do Metrô do Distrito Federal na manhã desta terça-feira (28), causando transtornos para milhares de passageiros em Brasília (DF). A ocorrência levou ao fechamento das estações localizadas entre a Área Central e a 114 Sul, resultando em plataformas lotadas, longas filas e alterações no deslocamento dos usuários.
Nas primeiras horas da manhã, a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) informou apenas que um problema técnico havia reduzido a operação. Por volta das 7h50, a empresa confirmou que a interrupção foi causada pelo descarrilamento de uma composição entre as estações 110 Sul e 112 Sul, ocorrido no início da circulação dos trens.
Com a restrição operacional, os trens das linhas de Ceilândia (DF) e Samambaia (DF) passaram a circular somente até a Estação Asa Sul. Os passageiros com destino ao Plano Piloto precisaram desembarcar no terminal e concluir o trajeto utilizando o transporte por ônibus.
O grande fluxo de usuários concentrado na Estação Asa Sul provocou aglomerações e intensa movimentação ao longo da manhã. Também foram registradas filas nas estações em razão da redução da oferta de viagens.
Segundo o Metrô-DF, ainda não havia previsão para o restabelecimento da operação integral do sistema. A companhia informou que a Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob) foi acionada para reforçar a frota de ônibus que atende a região da W3, como forma de minimizar os impactos causados pela interrupção parcial do serviço.
Até a atualização divulgada pela operadora, a circulação permanecia limitada entre as estações de Ceilândia (DF) e Samambaia (DF) até a Asa Sul, enquanto o trecho entre a Área Central e a 114 Sul seguia sem atendimento ferroviário.
Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte



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