ZURB: Grande Recife quer ampliar Bilhete Único Temporal, mais coletivos de grande porte, confirma 100 ônibus elétricos e estuda biometano na frota
Publicado em: 21 de maio de 2026
Governo do Estado ainda prevê concessão de serviços de ônibus dos lotes remanescentes, inclusão de mais municípios no Consórcio Grande Recife e lançar uma Plano de Mobilidade Integrado
ADAMO BAZANI
O Governo do Estado de Pernambuco anunciou uma série de investimentos e planos para melhorar os transportes por ônibus na Região Metropolitana de Recife.
Entre as novidades está a possibilidade de aumentar a oferta de veículos de maior porte, que podem ser desde mais ônibus articulados, mas também outros modelos, como supearticulados, biarticulados, VLTs (Veículos Leves sobre Trilhos) e até mesmo BUDs, onde bondes digitais.
A informação é do presidente do Consórcio Grande Recife de Transporte, órgão do Governo de Pernambuco, Matheus Freitas.
A apresentação dos planos ocorreu no ZURB -Seminário de Mobilidade Urbana, realizado pelo Urbana-PE, sindicato das empresas de ônibus da região metropolitana de Recife com cobertura presencial do Diário do Transporte.
Freitas ainda confirmou a compra de 100 ônibus elétricos. Como mostrou o Diário do Transporte, a licitação já foi lançada.
Mas devem ser incluídos modelos de outras alternativas como a gás natural e biometano.
Outra iniciativa que está em fase final de viabilização é o lançamento da concorrência para conceder os lotes remanescentes do sistema de ônibus.
Obras de infraestrutura e uma PPP Parceria Público Privada dos abrigos de ônibus na cidade estão nos planos.
Mateus Freitas disse que ainda é necessário avançar mais na gestão metropolitana da região.
Um dos passos é instituir um Conselho Metropolitano por eleição.
O Consórcio Grande Recife de Transporte, que reúne o Governo do Estado e as prefeituras de Recife, Camaragibe e Olinda, deve ter a adesão de mais municípios, o que poderia ampliar a rede integrada de transportes.
Outro foco, segundo Mateus Freitas, é ampliar e aperfeiçoar a integração temporal do transporte público. Atualmente, maior parte das integrações é apenas física, gerando viagens negativas e lotando os terminais.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes


Xiii, quando colocam no mesmo balaio também os VLTs (trilhos) e os BUDs(bonde-fake sobre pneus), já sabemos no que vai dar lá adiante…
Vão dispensar o VLT, e vão ficar com o BUD (que não passa de um busão-gourmet).
Melhor que continuem focados só nos ônibus mesmo…