Além do monitoramento: a ascensão da observabilidade e como a Riocard Mais criou um diferencial estratégico
Publicado em: 18 de março de 2026
Observabilidade de processos conecta infraestrutura, aplicação e impacto no usuário — e posiciona a Riocard Mais como referência em inteligência operacional no transporte urbano
Quando você recarrega seu cartão de transporte e ele não valida na catraca, a frustração é imediata. Esse tipo de situação mostra como problemas técnicos podem afetar diretamente a vida dos passageiros. É aí que entra a observabilidade. Uma prática que ajuda empresas a entender não só o que deu errado, mas também o impacto real desse erro no cotidiano dos usuários.
A observabilidade é a medida de quão bem o estado interno de um sistema pode ser inferido a partir do conhecimento de suas saídas externas. Em TI, isso significa que um sistema é observável se você puder explicar qualquer comportamento anômalo sem a necessidade de enviar novo código para produção para coletar mais dados.
Um erro comum é confinar a observabilidade apenas à infraestrutura. A Observabilidade de Processos estende esses conceitos para a camada de negócio. Isso envolve monitorar KPIs em tempo real. Se um banco de dados apresenta lentidão, a observabilidade deve indicar não apenas a latência, mas quantos pedidos deixaram de ser concluídos por causa disso.
A camada de negócio: o diferencial estratégico
A observabilidade atinge seu ápice quando conecta o bit ao bolso.
- Infraestrutura: O pod do Kubernetes está consumindo muita memória.
- Aplicação: A latência da API de recarga subiu para 5 segundos.
- Negócio: 15% dos usuários não conseguiram validar suas cargas nos últimos 10 minutos.
A Riocard Mais, responsável por milhões de transações de transporte no Rio de Janeiro, é um caso emblemático. Ao adotar a stack completa do Grafana, a empresa passou a monitorar não apenas logs e métricas técnicas, mas também indicadores de negócio em tempo real. São mais de 25 mil itens acompanhados, incluindo gratuidades e cartões como Vale-Transporte e Expresso.
“Migrar do monitoramento reativo para a observabilidade proativa não é apenas uma mudança de ferramenta, mas uma mudança cultural, como explica Renata Faria, Diretora-Executiva de Tecnologia da Riocard. “Em sistemas onde a única constante é a mudança, obter respostas claras é o que diferencia empresas resilientes de empresas vulneráveis.”
Adotar a observabilidade é obter vantagem competitiva e impactar o mercado. Empresas que conseguem traduzir problemas técnicos em impacto financeiro e experiência do cliente têm mais chances de se destacar. No fim das contas, observabilidade é sobre transformar complexidade em clareza. E quem souber usar essa clareza como estratégia, estará um passo à frente.
Sobre a empresa
A Mais Mobi é uma empresa brasileira de tecnologia e soluções para mobilidade urbana. Atua em projetos de bilhetagem eletrônica, como o Riocard Mais, Partiu, em Nova Friburgo, Cartão Macaé, além de soluções em pagamento aberto e digitalização do transporte público. Com DNA inovador e foco na experiência do cliente, a empresa entrega plataformas completas, flexíveis e integradas que melhoram a eficiência do transporte coletivo e a qualidade da experiência do usuário. Desde 2026 faz parte da Prodata Mobility Brasil, empresa líder no segmento de bilhetagem eletrônica no país, cuja atuação se estende a 300 cidades, das quais 12 capitais e realiza 150 milhões de transações por mês.


Várias pessoas reclamando que a biometria fácil funcionou com atraso ou não está na altura correta e registrou o rosto de outra pessoa, ocasionando no bloqueio automático do cartão Rio Card. Isso aconteceu no último sábado, 21 com amigo indo pro trabalho.
Após passar no primeiro ônibus ele desceu no Trem. Gentileza e na hora embarcar no segundo veio a surpresa.
Não é possível que as pessoas sejam obrigadas a ficar com esse prejuízo, sendo que o erro foi da Rio Card!