Eletromobilidade

Projeto de ônibus a hidrogênio fracassa e cidade escocesa vai vender frota de dois andares

Atrasos nos reparos nos postos de abastecimento de hidrogênio em Kittybrewster e Cove inviabilizaram o projeto, que custou aproximadamente 8,3 milhões de euros

ADAMO BAZANI

A Câmara Municipal de Aberdeen, cidade portuária da Escócia, está se preparando para vender sua frota de 25 ônibus de dois andares movidos a hidrogênio, após encerrar sua parceria com a BP, visto que os veículos estão parados há mais de um ano.

As informações são de publicações internacionais especializadas, como a Sustainable Bus

Os ônibus de 60 lugares, da Wrightbus, entraram em operação no início de 2021, mas estão fora de operação desde o fim de 2024.

Os veículos eram operados pela First Bus,  mas os atrasos nos reparos nos postos de abastecimento de hidrogênio em Kittybrewster e Cove inviabilizaram o projeto, que custou aproximadamente 8,3 milhões de euros, financiados pelo Conselho Municipal de Aberdeen, pelo Governo Escocês e pela União Europeia, com um investimento de cerca de 500 mil euros por veículo no âmbito do projeto FCH JU.

A Câmara Municipal de Aberdeen está buscando encerrar sua joint venture com a BP, que tinha como objetivo produzir hidrogênio em um antigo aterro sanitário na Harness Road. A autoridade local afirmou que está negociando a transferência da joint venture e que já concordou com medidas para fortalecer a infraestrutura de recarga de veículos elétricos.

Adamo Bazani,  jornalista especializado em transportes

 

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