EM PRIMEIRA MÃO: Mascarello revela modelo Horizon, o primeiro ônibus 100% elétrico da marca, com chassi BC12 e bateria BYD Blade
Publicado em: 26 de fevereiro de 2026
Veículo é destinado a operações de transporte coletivo em sistemas urbanos
ADAMO BAZANI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA/ YURI SENA
Nesta quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, a Mascarello revelou seu primeiro ônibus 100% elétrico para transporte coletivo urbano, desenvolvido sobre o chassi BC12 e equipado com a bateria Blade, tecnologia proprietária da BYD.
O chassi da fabricante chinesa é desenvolvido especificamente para aplicações urbanas intensivas. Dessa forma, o público que utiliza o sistema de mobilidade é beneficiado com a diminuição dos ruídos nas vias e a melhora do conforto aos passageiros e motoristas. Além disso, a plataforma BC12 facilita a rotina das empresas operadoras com a manutenção simplificada.
“Parabenizamos a Mascarello por sua trajetória sólida e pela contribuição relevante que vem construindo no setor. A entrada no segmento de ônibus elétricos demonstra visão de futuro e compromisso com uma mobilidade mais sustentável no país. Seguimos confiantes na tecnologia que desenvolvemos e entusiasmados que a empresa tenha escolhido a BYD para esse próximo passo, alinhados com as oportunidades e iniciativas que contribuem para acelerar a transformação do transporte público brasileiro, com inovação, eficiência e impacto positivo para a sociedade”, afirma Marcello Schneider, Diretor de Veículos Comerciais e Solar da BYD Brasil.
Conforme informado pela Mascarello, as primeiras unidades do ônibus elétrico da marca logo estarão disponíveis nas vias urbanas.
A fabricante ainda disse que, nos próximos dias, novos detalhes técnicos e conceituais serão divulgados nos canais oficiais da empresa.
Nossa equipe de reportagem está presente no evento de apresentação do novo Horizon e conversou com Bruno Polak, Gerente de Engenharia de Desenvolvimento que atuou no projeto do modelo elétrico, e com João Paulo Melo, designer industrial, confira abaixo:
Confira a entrevista na integra:
Adamo Bazani: O Diário do Transporte está com o Bruno Polak, gerente de engenharia de desenvolvimento da Mascarello, que está lançando o Horizon. Qual a proposta do Horizon?
Bruno Polak: Esse carro veio com a proposta de ser um design disruptivo, algo para elevar o nível do veículo urbano no Brasil. Então ele traz uma proposta de urbano premium. É algo diferente, com linhas mais limpas, onde trouxemos a proposta do cliente co-criador. Visitamos todo o Brasil, vários clientes, inclusive fora do país, como no Chile, onde o mercado elétrico está mais avançado, e ouvimos as necessidades desses clientes, trazendo isso para dentro do projeto. Transformamos o dia a dia e a rotina do cliente no produto que estamos apresentando hoje.
Adamo Bazani: Quais são os principais diferenciais? Você falou do design. Dá uma pitada aqui — a gente também vai divulgar essa entrevista depois das fotos. O que você destaca no design, mas também em itens funcionais?
Bruno Polak: Nós evoluímos a qualidade do produto. A Mascarello, nos últimos anos, vem em um crescimento muito grande, buscando melhorar essa qualidade, e isso é visível no mercado.
Trouxemos materiais mais duráveis, pensando justamente no dia a dia da operação. Também facilitamos o acesso para manutenção, com componentes de mercado. Na parte de iluminação, por exemplo, são componentes nacionais e de fácil substituição. Sabemos que, no dia a dia, o operador pode ter problemas como quebra de lanterna ou vandalismo, então pensamos em uma manutenção rápida, com peças acessíveis.
Adamo Bazani: Em relação ao peso, ele é proporcionalmente mais leve que os modelos atuais de mercado?
Bruno Polak: Trouxemos uma nova solução para o teto do veículo, que é uma novidade. Os “frechais” do carro são em alumínio — depois você poderá observar — e isso traz um brilho e uma qualidade visual superiores, além de reduzir o peso. A carenagem superior também é em alumínio, e o teto utiliza uma tecnologia de fibra prensada, com uma camada mais fina. Com isso, conseguimos reduzir cerca de 130 kg no veículo apenas no teto.
Adamo Bazani: Mais leve, o que basicamente permite ganhar um pack de bateria.
Bruno Polak: Exatamente. Ganha-se autonomia. O carro elétrico depende muito do peso: quanto mais leve, maior a autonomia.
Adamo Bazani: O Horizon estará disponível em várias versões e configurações, mas agora ele é básico, piso baixo, padrão SP3 — que é o padrão adotado em boa parte do país, certo?
Bruno Polak: Exato. Esse carro foi pensado inicialmente para o mercado de São Paulo, na configuração básica, sobre o chassi BYD BC12, que utiliza a tecnologia das baterias Blade. Esse chassi já conta com dois packs de bateria no piso e um no teto, o que faz com que o centro de gravidade fique mais baixo em comparação com a concorrência.
Adamo Bazani: Perfeito. E o próximo será o Midi?
Bruno Polak: Exatamente. Já entra em produção na próxima semana o Midi Ônibus, também com chassi BYD BC10.
Adamo Bazani: Agora, essa apresentação é com BYD, mas e outros chassis, como Mercedes, tecnologia Eletra, Scania… como será?
Bruno Polak: Já fizemos alinhamentos técnicos com todas as engenharias — Scania, Mercedes e Volvo — e os projetos já estão em desenvolvimento. Os próximos passos envolvem viabilizar as negociações comerciais para colocar esses veículos em produção também.
Adamo Bazani: Por que o nome Horizon?
Bruno Polak: O nome Horizon foi pensado olhando para o futuro da empresa, vislumbrando um novo horizonte, com novas tecnologias. É nesse caminho que buscamos posicionar esse veículo como um marco.
Adamo Bazani: É um marco para a Mascarello?
Bruno Polak: É um marco para a Mascarello. Vocês vão perceber na frente do carro que deixamos de usar o logo redondo e trouxemos Mascarello na grade, justamente para colocar a marca em um patamar diferenciado e começar a ditar tendências. Esse é o objetivo do veículo.
Adamo Bazani: Perfeito. Bruno, agradecemos muito a sua participação aqui no Diário do Transporte e acompanhamos esse lançamento na capital paulista. De São Paulo, Adamo Bazani.
Adamo Bazani: Continuando a cobertura do lançamento do Horizon, da Mascarello, agora a gente está com o João Paulo Melo, designer industrial, que trouxe esse desenho bonito que estamos vendo na matéria. Qual é a principal proposta desse desenho?
João Paulo Melo: O principal objetivo é fazer algo disruptivo. Fazer mais do mesmo não teria porquê. Então, a gente estuda o mercado, tanto nacional quanto internacional, para buscar entregar um produto novo, que não seja mais do mesmo e que atenda à operação do cliente. Conseguimos trazer um produto com assinatura própria, que você vai identificar na rua, principalmente na iluminação, mas sempre com componentes de mercado, facilitando o TCO do operador. A ideia é trazer uma nova geração de produtos da Mascarello, criando uma nova linha, em que o design seguirá essa tendência no desenvolvimento dos próximos veículos.
Adamo Bazani: Então ele vai ser tendência para novos modelos?
João Paulo Melo: Ele inicia uma nova fase. Claro que cada segmento terá suas características, não será tudo igual, mas sempre com essa premissa de ser fora do comum e entregar um produto em um patamar superior ao que já existe no mercado.
Adamo Bazani:O que você destacaria nesse design?
João Paulo Melo: Fizemos um design mais limpo do veículo. As superfícies trazem valor ao produto, criando uma assinatura única. Também fizemos uma alusão ao passado da marca, mantendo uma identidade, mas atualizando elementos como o “sorriso” da frente do carro. Atualizamos esses detalhes e, ao mesmo tempo, criamos um novo ícone no mercado.
Adamo Bazani: Vocês ouviram muito o operador de transporte. Em relação ao design, o que o operador quer hoje? Claro que ele pensa em custo, mas também na experiência do passageiro. Não basta só transportar, é preciso fazer a pessoa se sentir bem. O que eles pediram nesse sentido?
João Paulo Melo: Eles querem um produto fácil de manter e reparar. Por exemplo, em uma eventual batida, que seja fácil alinhar e consertar. Então, trabalhamos materiais e processos pensando nisso. O design não é só forma, ele precisa conversar com a engenharia. Um exemplo é o conjunto óptico: ele tem uma assinatura única, mas os componentes são de mercado. Assim, nenhuma outra marca terá aquele visual, mas o operador consegue fazer manutenção facilmente. Se houver dano, ele não precisa trocar o conjunto inteiro, apenas uma parte. Isso reduz o custo, facilita o acesso a peças nacionais e evita que o veículo fique parado. Para os usuários, trouxemos materiais melhores e uma montagem mais refinada, com detalhes que são percebidos indiretamente e que retornam como avaliação positiva para a operadora.
Adamo Bazani: Internamente, muitos usuários comentam que alguns ônibus são escuros, às vezes para disfarçar sujeira. Como vocês pensaram o design interno?
João Paulo Melo: O design interno segue um padrão atual. Não é nem tão escuro, nem tão claro. Não é um veículo branco, mas é um ambiente claro. Temos uma parte interna clara e vidros grandes, o que favorece bastante a iluminação natural. Isso não é um problema. Na parte frontal, utilizamos materiais um pouco mais escuros para trazer um aspecto mais tecnológico, evitando uma aparência simples em um veículo de alto valor. Também aplicamos um conceito de “tablets flutuantes”, reforçando essa ideia de tecnologia, principalmente por ser um veículo elétrico.
Adamo Bazani:Falamos do operador, do frotista e do passageiro, mas tem também o motorista, que passa horas ao volante. O que a Mascarello traz para ele?
João Paulo Melo: Buscamos oferecer um cockpit mais confortável, que é a área de trabalho dele ao longo do dia. Melhoramos o acesso aos comandos e criamos um ambiente mais ergonômico. Ele fica um pouco isolado do fluxo de passageiros, então precisamos equilibrar isso dentro das limitações de projeto, como chassi e espaço interno. Conseguimos um resultado confortável, com melhor visibilidade e acesso aos comandos. Os “tablets” deixam tudo mais próximo, evitando movimentos longos com as mãos. Isso pode parecer pequeno, mas no dia a dia faz muita diferença na ergonomia. O motorista não precisa se deslocar tanto no banco para operar os controles. Além disso, por ser um veículo elétrico, sem vibração e com baixo ruído, o conforto para quem está ali o dia inteiro é ainda maior.
Adamo Bazani: Continuando a cobertura do lançamento do Horizon, da Mascarello, agora a gente está com o João Paulo Melo, designer industrial, que trouxe esse desenho bonito que estamos vendo na matéria. Qual é a principal proposta desse desenho?
João Paulo Melo: O principal objetivo é fazer algo disruptivo. Fazer mais do mesmo não teria porquê. Então, a gente estuda o mercado, tanto nacional quanto internacional, para buscar entregar um produto novo, que não seja mais do mesmo e que atenda à operação do cliente. Conseguimos trazer um produto com assinatura própria, que você vai identificar na rua, principalmente na iluminação, mas sempre com componentes de mercado, facilitando o TCO do operador. A ideia é trazer uma nova geração de produtos da Mascarello, criando uma nova linha, em que o design seguirá essa tendência no desenvolvimento dos próximos veículos.
Adamo Bazani: Então ele vai ser tendência para novos modelos?
João Paulo Melo: Ele inicia uma nova fase. Claro que cada segmento terá suas características, não será tudo igual, mas sempre com essa premissa de ser fora do comum e entregar um produto em um patamar superior ao que já existe no mercado.
Adamo Bazani:O que você destacaria nesse design?
João Paulo Melo: Fizemos um design mais limpo do veículo. As superfícies trazem valor ao produto, criando uma assinatura única. Também fizemos uma alusão ao passado da marca, mantendo uma identidade, mas atualizando elementos como o “sorriso” da frente do carro. Atualizamos esses detalhes e, ao mesmo tempo, criamos um novo ícone no mercado.
Adamo Bazani: Vocês ouviram muito o operador de transporte. Em relação ao design, o que o operador quer hoje? Claro que ele pensa em custo, mas também na experiência do passageiro. Não basta só transportar, é preciso fazer a pessoa se sentir bem. O que eles pediram nesse sentido?
João Paulo Melo: Eles querem um produto fácil de manter e reparar. Por exemplo, em uma eventual batida, que seja fácil alinhar e consertar. Então, trabalhamos materiais e processos pensando nisso. O design não é só forma, ele precisa conversar com a engenharia. Um exemplo é o conjunto óptico: ele tem uma assinatura única, mas os componentes são de mercado. Assim, nenhuma outra marca terá aquele visual, mas o operador consegue fazer manutenção facilmente. Se houver dano, ele não precisa trocar o conjunto inteiro, apenas uma parte. Isso reduz custo, facilita o acesso a peças nacionais e evita que o veículo fique parado. Para os usuários, trouxemos materiais melhores e uma montagem mais refinada, com detalhes que são percebidos indiretamente e que retornam como avaliação positiva para a operadora.
Adamo Bazani: Internamente, muitos usuários comentam que alguns ônibus são escuros, às vezes para disfarçar sujeira. Como vocês pensaram o design interno?
João Paulo Melo: O design interno segue um padrão atual. Não é nem tão escuro, nem tão claro. Não é um veículo branco, mas é um ambiente claro. Temos uma parte interna clara e vidros grandes, o que favorece bastante a iluminação natural. Isso não é um problema. Na parte frontal, utilizamos materiais um pouco mais escuros para trazer um aspecto mais tecnológico, evitando uma aparência simples em um veículo de alto valor. Também aplicamos um conceito de “tablets flutuantes”, reforçando essa ideia de tecnologia, principalmente por ser um veículo elétrico.
Adamo Bazani: Falamos do operador, do frotista e do passageiro, mas tem também o motorista, que passa horas ao volante. O que a Mascarello traz para ele?
João Paulo Melo: Buscamos oferecer um cockpit mais confortável, que é a área de trabalho dele ao longo do dia. Melhoramos o acesso aos comandos e criamos um ambiente mais ergonômico. Ele fica um pouco isolado do fluxo de passageiros, então precisamos equilibrar isso dentro das limitações de projeto, como chassi e espaço interno. Conseguimos um resultado confortável, com melhor visibilidade e acesso aos comandos. Os “tablets” deixam tudo mais próximo, evitando movimentos longos com as mãos. Isso pode parecer pequeno, mas no dia a dia faz muita diferença na ergonomia. O motorista não precisa se deslocar tanto no banco para operar os controles. Além disso, por ser um veículo elétrico, sem vibração e com baixo ruído, o conforto para quem está ali o dia inteiro é ainda maior.
Adamo Bazani: A gente agradece bastante a sua participação no Diário do Transporte.
O Diário do Transporte acompanhou de perto o lançamento do novo modelo Horizon, da Mascarello, destacando os principais diferenciais do veículo que deve iniciar, já a partir desta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, o processo de homologação junto à São Paulo Transporte (SPTrans).
No interior do ônibus, o modelo apresenta um acabamento mais moderno, com piso amadeirado que remete a um padrão mais sofisticado, além de bancos com melhor ergonomia, incluindo apoio de cabeça e entradas USB para carregamento de dispositivos móveis. Outro destaque é a configuração interna: a traseira conta com um conjunto completo de assentos, algo que pode variar em modelos elétricos dependendo da disposição dos equipamentos. Esta versão, do tipo básico dentro da proposta elétrica, adota piso baixo, facilitando o acesso dos passageiros.
Na parte externa, o Horizon chama atenção pelo design contemporâneo, com destaque para o conjunto óptico em LED de alta intensidade. Segundo os engenheiros responsáveis, o sistema utiliza pequenas lâmpadas que, além de garantirem melhor iluminação, facilitam a manutenção em casos de vandalismo — uma realidade recorrente no transporte urbano.
O modelo também incorpora tecnologias mais avançadas, como câmeras no lugar dos espelhos retrovisores, recurso que amplia o campo de visão do motorista e contribui para a segurança operacional. O acabamento lateral e os elementos visuais reforçam a identidade da marca, que carrega em seu histórico a origem ligada às empresas Comil, Corradi e Mascarello.
Veja as principais características do Mascarello Horizon:
Bateria Blade BYD – diferenciais
- Composição de lítio-ferro-fosfato (LFP)
- Alta estabilidade térmica
- Integração estrutural ao chassi
- Vida útil superior a 3 mil ciclos
- Melhor aproveitamento de espaço interno
- Recarga rápida e maior eficiência energética
Ficha técnica – carroceria Mascarello com chassi BC12 da BYD
- Aplicação: ônibus urbano
- Propulsão: 100% a bateria
- Bateria: Blade BYD (LFP)
- Capacidade energética: 425 à 499 kWh
- Autonomia: até 270km
- Tempo de recarga: de 1 a 2 horas
- Comprimento: 13 m
Capacidade de passageiros: 76
Confira mais imagens da apresentação do novo Mascarello Horizon 100% elétrico:



Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Vinícius de Oliveira e Yuri Sena para o Diário do Transporte


Parabéns à Mascarello, e muito sucesso!!!
Há tempos que ela vem se consolidando como a terceira maior força no segmento dos urbanos.
Precisamos de mais players! O nosso mercado é imenso!
Ônibus BR com cara de ônibus chinês.
Acho que no Brasil ele não vai pegar muito não, deve ser mais pra exportação algo assim.
Isso é o de menos, mas em SP garagens ligadas a Divena da Mercedes esquece infelizmente.
Nada a ver…ele vai encarroçar chassis Mercedes, Scania e Volvo tbm. Está no texto.
Cara que da hora ter mais um concorrente e com carroceria própria, achei bonito e o mais interessante é terem bancos traseiros, não é Eletra e BYD com Caio e chassis Mercedes.
Que carroceria própria cara?. É só um chassi da BYD na nova carroceria. Em breve ele encarroçará chassis Mercedes, Scania, Volvo e MAN tbm.
Quando vai lançar o dd da Mascarello
Porque vcs não lança os articulados motores traseiro de piso alto lança essee modelo com motor traseiro trocado atrás ficaria muito mais lindo , lança quando o dd mascarello ?
Mais bonito que o Millenium! As ex cooperativas vão abraçar essa carroceria! Já estão por sinal , só falta fazer com piso alto de 9e 10 metros aí é estouro
A vantagem de se lançar uma novidade depois dos concorrentes fazê-lo, é exatamente poder oferecer um design mais bonito e algumas vantagens práticas à mais que os outros.
E a Mascarello soube explorar bem essa vantagem!
Top de.mais.
Ônibus lindo.
Não vejo.a.hora de dirigir um desse
Não ouvi falar em acessibilidade para os cadeirantes
Sensacional sou motorista urbano top porém esse lance de câmera no lugar de retrovisor não é interessante