Escassez de motoristas transforma gestão de pessoas em tema estratégico no transporte rodoviário de passageiros
Publicado em: 12 de dezembro de 2025
Consultor Ilo Löbel da Luz afirma que crise de motoristas vai além da mão de obra, impacta a segurança operacional e transforma retenção e bem-estar em fatores de competitividade; Letícia Pineschi, conselheira da Abrati, afirma que escassez não é mais uma tendência futura, e já altera a competitividade das empresas
ALEXANDRE PELEGI
A escassez de motoristas deixou de ser um alerta distante e passou a ocupar o centro do debate global sobre o futuro do transporte rodoviário de passageiros. A Busworld 2025, realizada em Bruxelas, evidenciou que a falta de profissionais já interfere diretamente na competitividade das empresas, nas estratégias de expansão e até nas discussões regulatórias em diferentes países.
Em artigo de análise sobre o evento, a empresária e advogada Letícia Pineschi, conselheira da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati), destacou que o problema não pode mais ser tratado como pontual ou restrito a determinados mercados.
“A falta de motoristas não é mais uma tendência futura. Ela já altera a competitividade das empresas, redefine estratégias de expansão e influencia decisões regulatórias em diferentes países”, avaliou Letícia Pineschi.
Segundo ela, a fotografia global apresentada na Busworld revela um cenário preocupante, marcado pelo envelhecimento da força de trabalho e pela dificuldade de atrair novas gerações para uma profissão essencial à mobilidade coletiva.
“Do Brasil à Europa, dos países asiáticos aos norte-americanos, o déficit de motoristas cresce ao mesmo tempo em que o setor discute tecnologia, inteligência artificial e transição energética”, observou.
O contraste, segundo Letícia, é nítido: apesar dos avanços tecnológicos, o transporte rodoviário segue dependente, no curto e médio prazo, de um recurso humano insubstituível.
“Ao mesmo tempo em que empresas e autoridades discutem ônibus autônomos, inteligência artificial e energia limpa, o setor segue dependente de um recurso humano insubstituível. A pergunta-chave deixou de ser ‘como teremos mais motoristas?’ e passou a ser ‘como tornamos a profissão desejada, sustentável e competitiva em um mundo em transformação?’”, afirmou.
É a partir dessa reflexão que se insere a análise do advogado e consultor do setor de transporte rodoviário de passageiros Ilo Löbel da Luz, para quem a escassez de motoristas escancara uma falha estrutural na forma como o setor historicamente tratou a gestão de pessoas.
“O transporte rodoviário enfrenta hoje um apagão de mão de obra porque, por muito tempo, o motorista foi visto apenas como custo operacional. A escassez é consequência direta da falta de investimento na sustentabilidade da carreira”, afirmou Ilo.
Segundo o consultor, a discussão costuma se limitar à dificuldade de contratar novos profissionais, sem enfrentar o ponto central: a baixa atratividade da profissão diante das exigências atuais de qualidade de vida e perspectiva de desenvolvimento.
“É comum ouvir que as novas gerações não querem ser motoristas, mas raramente o setor se pergunta se está oferecendo uma carreira compatível com as expectativas de quem entra hoje no mercado de trabalho”, avaliou.
Qualidade de vida e segurança caminham juntas
Para o consultor, no transporte rodoviário de passageiros a gestão de pessoas não é apenas uma pauta trabalhista, mas um tema diretamente ligado à segurança operacional.
“Um motorista descansado entrega muito mais do que um bom atendimento. Ele entrega segurança. Na estrada, a inconsistência não gera reclamação, gera risco — e risco pode significar acidente”, alertou.
Ilo ressalta que experiências recentes de outros segmentos de serviços mostram que produtividade não está associada ao número de horas trabalhadas, mas à capacidade de manter profissionais engajados, saudáveis e concentrados.
“Produtividade não é tempo ao volante. É qualidade de vida, atenção e capacidade de tomar boas decisões ao longo da jornada. Isso impacta diretamente a segurança viária”, disse.
Tecnologia sem capacitação vira obstáculo
Outro ponto destacado pelo consultor é o paradoxo tecnológico vivido pelo setor. Embora os ônibus estejam cada vez mais modernos, com sistemas avançados de assistência à condução e ferramentas digitais, a falta de treinamento adequado pode afastar profissionais.
“Estamos colocando veículos altamente tecnológicos nas mãos de pessoas que, muitas vezes, não tiveram acesso a uma formação estruturada. Sem capacitação, a tecnologia deixa de ser aliada e passa a ser um fator de exclusão”, afirmou.
Segundo ele, a modernização deve ser usada para melhorar a experiência do motorista, reduzindo desgaste físico e carga cognitiva, e não como um discurso de substituição do profissional.
“Ferramentas como ADAS, apoio à condução e gestão inteligente de rotas existem para tornar o trabalho mais seguro, menos exaustivo e mais atraente. Isso é fundamental para atrair e reter motoristas”, explicou.
O custo invisível de não mudar
Na avaliação de Ilo Löbel da Luz, a resistência de parte do setor em rever escalas, políticas de bem-estar e planos de carreira está associada ao receio de aumento de custos. No entanto, ele alerta que o custo de não mudar é ainda maior.
“A pergunta não deveria ser se a conta de uma nova escala fecha, mas quanto custa manter o modelo atual. Ônibus parados por falta de motorista, turnover elevado, passivos trabalhistas e riscos de acidentes são prejuízos reais”, afirmou.
Para o consultor, a escassez de motoristas é um sinal claro de que o modelo chegou ao limite e precisa ser revisto de forma estrutural.
“Se o setor quer ser moderno, seguro e sustentável, precisa começar por quem torna tudo isso possível. A valorização do motorista não é discurso social, é estratégia de sobrevivência”, concluiu.
Alexandre Pelegi
Jornalista especializado em transportes
Tags SEO: escassez de motoristas, transporte rodoviário de passageiros, gestão de pessoas, Busworld 2025, Abrati, segurança viária, Ilo Löbel da Luz, Letícia Pineschi, mão de obra no transporte, carreira de motorista


Tudo que foi falado pura verdade eu aposentado da profissão fui pouco valorizado assim como muitos profissionais na reserva ou ativos que sofrem por ter alguns que não estão por ser profissionais e sim por dar algo em troca para pessoas que estão com cargos em algumas empresas.
Motorista de ônibus caminhão a falta era só no exterior e chegou ao Brasil uma categoria pouquíssimo valorizada e a responsabilidade enorme empresa que não valorizar o seu profissional vai ficar sem.
Muita cobrança e pouco salário e benefícios
Ainda existe muitos profissionais que querem continuar trabalhando mas a falta de assistência e etc estão fazendo nós desanimar
Por melhores salários e benefícios
Eu sou motorista rodoviário!! Devido ao salário baixo e muita exigência preferi trabalhar nos aplicativos, que com toda dificuldade paga se melhor e tem qualidade de vida.
Tenho CNH E, mas nunca me deram oportunidade em algumas empresas para fazer teste. Algumas que fiz, eu passei e tirei nota máxima, mas sem experiência na carteira o pessoal do RH já descarta. Também tenho todos os cursos no SEST SENAT até mesmo de Direção Segura e Econômica, mas nada disso importa!
Digo o mesmo que vc meu amigo.
Sou motorista de ônibus e já passei por umas das maiores empresa desse país, estou desempregado, mas com esses salários estipulado por classes sindicais não vale a pena, ganhar tão pouco e uma responsabilidade enorme, só volto se uma empresa oferecer um salário justo.
Oi boa noite então não e falta de condutor de veículo pesado, falta as empresas ser capacitadas a ter um bom profissional, não vou me gabar mas eu estou no mercado a disposição o problema que as empresas não tem preço pra um ótimo profissional,aí fica difícil de ir conduzir uma carreta com pouco nutrientes vou deixar pra próxima porque si eu colocar o correto está página não vai caber.
Primeiramente o salário não compensa, isso prefere pagar dois três milhões no ônibus mas não aumenta o salário do motorista, só Deus sabe o que a gente passa nas estradas para evitando um acidente para salvar vidas, e a responsabilidade é enorme, se ralar o ônibus é descontando,
Sou motorista profissional com mais de vinte anos de experiência em ônibus, Viação Continental, Empresa Gontijo, Viação Itapemirim e Viação Cometa, hoje em dia estou fazendo entregas para o Mercado Livre e Shopee, minha renda líquida mês é três a quatro vezes o salário dessas empresa de ônibus, trabalho em média 5 horas por dia. Se não se adequarem a oferecer melhores salários, planos de saúde e qualidade de vida, a tendência é ficar pior a cada dia.
Não estão se importando mas não é só motorista, são todos os trabalhos manuais e professores, o futuro é sombrio no Brasil além da natalidade em queda.
Falaram tudo menos do salário trabalhei 23 anos com ônibus destes 23 anos 17 com ônibus rodoviário o salário mal da pra fazer a compra do mês pra uma família de 4 pessoas quer mais o ke larga mão ninguém é bobo não…
Sou motorista de ônibus rodoviário e posso garantir, a profissão já valorizou mais o profissional, atualmente estão deixando a desejar; viagens longas demais, dias fora de casa, escala de folga que não é possível descansar, pra citar alguns problemas…
Já tenho comentários aqui . Sou motorista estou trabalhando hoje chegando agora de viajem e já estou de folga no mesmo dia. A empresa diz que não tem como colocar repouso e folga. Trabalho com muita cobrança. Nas madrugadas e já não está compensando.
Eu sou motorista e estou deixando o currículo e não tô sendo chamado
Trabalhar muitas horas pra mim é o de menos, o problema é que ficam dando folga para quebrar essas horas e no fretamento só as empresas querem ganhar, muitas não completam as horas e tiram quando vc faz em outro dia o que é muito injusto. Sair de casa para perder não dá, por isso hoje muitos estão deixando a profissão.
Eu quero que as transportadoras e as empresas de Ônibus, fechemas portas , quebrem.
Até hoje nadaram de braçadas, só lucro, frota zera, qualidade pros usuários,..mais a peça principal foi deixada de.lado, foi humilhada,. Esquecida, marginalizada, rotulada,..agora ficam aí implorando, pedindo qualificação profissional..
Se não pagar muito bem, não der qualidade de vida e condições digna de trabalho..vai ficar com.o.patio lotado de carros zero parados..
Bom dia
Aqui em Salvador as empresas estão trabalhando no regime intermitente pagando uma miséria ao trabalhador por isso q falta motorista aqui invez de contratação fazem isso.As empresa de transporte coletivo no regime parcial com salário reduzido e fora as cobranças absurdas por isso tbm ninguém quer
Na realidade realmente a falta de qualificação é grande.
Mas o que gera essa falta é .
Salário baixo.
Falta de benefícios . Falo de benefícios não de devares dos empresários…..
Qualidade de vida .
Ambiente de trabalho.
A maioria é tóxica…
Gestão péssima.
Compra um ônibus de dois milhões e querem pagar um salário ruim .
Para o motorista….
Sou condutor a 25 anos .
E estou trabalhando para sair desse tipo de transporte rodoviária.
Se tornou um trabalho escravo.
Paulo Rogério tudo isso que vcs estão falando tem sentido o salário do motorista ninguém vê se vc quebrar um retrovisor g8 seu salário está comprometido um ano e para vc comprar um sapato tem que fazer em 3 vezes porque não tem dinheiro pra pagar a vista
Toda uma teoria sobre o assunto, quando todo gestor sabe a raiz do problema: salário e escala. Pague um salário decente e ofereça uma escala decente, e a mão de obra não vai sumir. Simples.
Eu tenho uma visão das empresas de transporte terestre de passageiros bem negativa.
Não vejo muita boa vontade por parte dos funcionarios em atender os clientes, muito menos da empresa e dos órgãos regultorios.
Algumas exceções, mas nada que supere a má vontade geral.
Recentemente comprei duas passagens na Catedral e paguei cem reais pela modalidade Leito Premium.
O que eu encontrei foi um ônibus totalmente sucateado, sem condições para oferecer quaisquer serviços, do mais básico ao mais diferenciado.
Fiz uma reclamação através do Reclame Aqui e a empresa Catedral respondeu que minha reclamação não procedia, pois a maior obrigação da empresa seria o transporte de passageiros entre dois pontos, se isentando do fato de cobrar valores a mais em relação aos outros serviços disponíveis e não oferecer, sequer, água.
Descobri que não há a quem recorrer a tendência é piorar.
Meu amigo,essa empresa Catedral é boca de porco,tem tem reclamação dela em tudo que é canto.Ela tem carro novo e tudo,mas não adianta nada se não dá manutenção correta e deixa passageiros na mão em beira de estrada qd quebra. Não é a toa que a ANTT suspendeu mais de 20 linhas dela, maracutaia demais. Como dizia o ditado,beleza não se põe a mesa… não basta ter G8 novinho,tem que ter manutenção e suporte.Te aconselho da próxima vez comprar sua passagem em uma empresa séria.
É simples resolver isso, basta ter respeito pelo profissional! Se não conseguem então acaba com esse mi mi chato, conversa prá boi dormir, fecha e muda de ramo!!!
Bom dia,sou motorista de ônibus rodoviário a mais de 10 anos, amo a minha profissão.
Mais na reportagem acima vi falando de várias coisas, modernidade no ônibus, inteligência artificial e muitas outras coisas.
A pergunta é e a respeito da remuneração de nós profissionais continua muita abaixo do esperado,como vcs acham que um motorista sai com a cabeça para trabalhar já pensando que o salário que ele recebeu não vai dar pra ele pagar as contas,ou como ele deixou sua dispensa cheia ou vazia para sua família antes de ir trabalhar.
Poderiam urgentemente melhorar o salário e os benefícios, porque se continuar do jeito que tá, não sei não viu,mais uns anos vamos entrar em colapso por falta de mão de obra.
Eu tenho 55 anos de idade e 36 anos de profissão e estou deixando a profissão por falta de Reconhecimento, Respeito, valorização pois a desvalorização e o respeito de quem carrega o meio de transporte nas costas vai muito mais além disso tudo. Um motorista de ônibus que o salário varia de $ 2.000, a 3 mil e poucos reais isso não só é uma falta de respeito não isso é uma falta de Reconhecimento total. Enquanto isso as empresas cada vez mais ricas as custas do profissional do volante.
Bom dia!
Sou motorista rodoviário aposentado e meus parabéns pelos comentários de investimentos na mão de obra,o motorista.
Sou de uma época que o salário chegou a ser 5 salários mínimos e os ônibus eram monoblocos de 38 passageiros e um banheiro. Aposentei em um DD de 2 andares transportando 60 passageiros e o salário base quando aposentei era 2.550,00 e hoje recebo 2.800,00. de aposentadoria. Trabalhei como instrutor durante 8 anos e fazendo admissão e treinamentos na empresa que faz parte de um dos maiores grupos de transportes do nosso país. Sou instrutor registrado no Detran e sempre falei em investimentos na mão de obra,mas o empresário não quer ter despesas e não valoriza tal investimento. Agora é final de ano e alto movimento de ônibus e onde muitos motorista tem que dobrar horário e quem deveria ver isso não vê e sempre foi assim. O sindicato entrou em 1988 na classe e daí prá cá o salário só foi diminuindo . Lamentável, quando eles vão acordar.
Olá amigo do Diário do Transporte! Acho que está na hora de vocês ouvirem o outro lado da moeda. Faça uma matéria com motoristas de algum estado de grandes empresas .para ouvirem oque está acontecendo de verdade, tudo que os empresários do transporte diz não é bem assim. Tenho certeza que não falta motorista falta tudo menos motorista. Falem com os profissionais da área e não com empresários que só pensam em lucro.
Ajudem as empresas e os profissionais da área falando com os próprios. Tem motorista que é emocionada com caminhão e ônibus novo, esses não dão valor a profissão . Parem de encher a bola de empresários porque compra um caminhão ou ônibus novo, publicidade para empresas que vende caminhão e ônibus. Confronte os empresários com o real problema! E quem sabe do real problema são os motoristas só mente os motoristas.
Sou motorista de ônibus rodoviário, mas decidi trabalhar de motorista urbano por motivo de salário baixo.
Hoje trabalho próximo da minha casa e ganho mais, dormindo em casa todos os dias.
Sou apaixonado por estradas e ônibus rodoviário, mas pensando em salário e conforto, decidi ficar no urbano mesmo. Quem sabe um dia possa mudar o valor do motorista rodoviário. !?
Tenho 63 anos graças a DEUS tenho boa saúde,sem vício algum gosto muito da profissão de motorista tenho vasto conhecimento das rodovias de norte a Sul do país,mas pela a idade já não dão mais oportunidades,e os jovens não querem mais saber dessa profissão
É amigo estou na mesma situação
64 anos experiência, vontade de trabalhar AMO a profissão e não consigo oportunidade
É o tempo todo assistindo a reclamação da falta de motoristas
Vão eles pensando que os jovens de Hoje a tal geração Z . Vai querer engrenar o que a gente já enfrentou e enfrenta com esses salários baixos que oferecem !
É fantástico a escassez de motorista,eu não consigo acreditar que sempre sonhei e continuo sonhando em ser motorista e nunca consegui, apesar de ser habilitado A/D , acredito que deve existir muitos brasileiros habilitado como eu ,,,
Hoje a falta de motoristas é pelo o fato de melhores salários, pois hoje não só carregamos vidas e sim sonhos e muitas vezes não somos valorizados tanto pela a empresa e principalmente pelo próprio cliente que traslnsportamos por várias ruas das grandes cidades e principalmente pelas as estradas do Brasil a fora.
Hoje as empresas só chegam a ver os lucros que elas chegam a ter pela a quantidade de passageiros transportados no dia a dia e ela esquece do principal que é a mão de obra que dá o lucro para a empresa que é o motorista. Pois sem ele o patrão não tem lucro e nessa o patrão não irá sentar atrás do volante para transportar o seu cliente para o seu destino.
Pois hoje é um apelo para todos os empresários do segmento do transporte rodoviário, valorizem a sua mão de obra e nisso o remurem da forma que ele merece com um salário digno, pois sem eles um dia não haverá motoristas rodoviários para dar lucro aos empresários desse segmento.
Sou motorista rodoviário interestadual a 20 anos e tenho 5 de instrutor frustrado pq não consigo trabalho na área .como motorista acredito que o ponto de maior destaque em qualquer reunião será o salário..
Hoje o piso varia entre 3 a 3,5 reais,empresas cortam horas extras faz banco de horas etc…resumindo a falta de motorista chama-se SALÁRIO,não desmerecendo a classe mas olha a diferença do salário de um motorista de ônibus rodoviario que além de estar em suas mãos vidas tem um patrimônio de + de 1milhao,aí vc compara com um vigilante um porteiro nos carregamos vidas e um acidente dependendo do número de vítimas fatais pode afundar uma empresa …resumo pagar um salário digno investir em treinamento capacitar seus coloboradores é oque irá mudar o cenário..
Olá amigos felicidades a todos, eu na qualidade de motorista rodoviário, digo a vocês, o que está acontecendo principalmente no nordeste brasileiro que minha área, o problema é a desvalorização da categoria, a falta de respeito, acepção de pessoas, o mal tratamento com os profissionais, isso vai deixando os profissionais com desejo de procurar outro meio de vida, principalmente por que antigamente eles recebia cinco salário mínimo, hoje tem deles que não chega a dois salários, isso é vergonhoso para os profissionais.
Escassez!! Coloca um anúncio ai assim: Precisa de Motorista salário Base 15 mil reais pra ver se falta motorista!! Agora esse Salário de Miséria que as empresas pagam é cada vez pior… Estão bebendo do próprio Veneno…😂😂😂👏👏
Matéria muito interessante tenho 27 Anos de experiência de motorista rodoviário no transporte de passageiros. E até hoje não presenciei nenhuma greve de motorista neste segmento. Hj no Brasil o salário de motorista rodoviário de transporte de passageiros é muito defasado. O salário da categoria hj não é compatível com quê fazemos.
Acredito que através da valorização e reconhecimento da profissão, além de um planejamento justo no que se refere as escalas e trato pessoal, haja um crescimento no interesse pela profissão. Porém hoje, muito sacrificada.
O problema real da escacês na contratação de motoristas é uma só.
Salários baixíssimos para muito trabalho e responsabilidade.
Aa empresas mo itoram o profissional o tempo inteiro, parecendo que o cara é um criminoso.
Várias exigências no cumprimento de horários.
Mais na hora da remuneração, é um salário de pasar fome.
Enquanto as empresas tratarem motorista como burro de carga, e pagar salário mínimo para alguém responsável por várias vidas , com jornadas ridículas e folgas sem sentido, a tendência e a diminuição das pessoas interessadas na carreira de motorista de ônibus, enquanto o setor pagar melhor para quem carrega carga e trabalha com frete, as empresas de ônibus só pensam no lucro e não na vida de quem trás o sustento dela
Falta motorista mesmo, pra começar a empresa que pede 3 anos de experiência e o curso de coletivo. Tenho experiência na estrada CNH D e curso de coletivo sempre tento e nunca chamam, mas hoje graças ao bom Deus sou motorista concursado, não preciso mais ficar pedindo serviço pra esses bando de safado salafrário que só enxergam o próprio umbigo.
É VERGONHOSO O SALÁRIO QUE AS EMPRESAS PAGAM PARA OS MOTORISTAS,UMA PROFISSÃO QUE CARREGA O PAÍS,MAS NÃO TEM VALOR NENHUM,POR OUTRO LADO NENHUM PRESIDENTE QUE GOVERNOU O PAÍS VALORIZOU OS MOTORISTA,PRINCIPALMENTE OS RODOVIÁRIOS.O SALÁRIO DE UM MOTORISTA RODOVIÁRIO TINHA QUE SER 10 MIL REAIS FORA OS BENEFÍCIOS,E DAR ESTRUTURA NAS ESTRADAS E HOSPEDAGEM GRATUITAS.MOTORISTAS OPERADORES DE MUNCK,BITONEIRAS,CAÇAMBEIROS,ETC…TINHAM QAM QUE QUE TER UM SALÁRIO IGUAL.
Fiz algumas entrevistas.nao tenho experiência com ônibus rodoviário que é meu sonho. Não sei se fui reprovado pela única passagem criminal que tenho e não é ediondo ou toxicológico. Dizem que tá em falta motoristas mais não abrem oportunidades.
Bom dia! Quando as empresas passa a valorizar seus colaboradores dar mas condições de vida e salário digno pra um aser humano que muitas vezes larga seu lar sua família muitas vezes o filho esposa pai e mae doente pra viajar e fica dias e dias fora de casa…e salário digno…as empresas cada vez invest mais em ônibus e frota mais moderna,e não valoriza seu motorista.
Sou profissional do volante. O que está fazendo os profissionais sumirem não é a tecnologia dos ônibus…. É o salário que é uma vergonha…os empresários querem um bom profissional e não querem pagar por isso….
Estou com 67 anos e desde criança sou apaixonado por ônibus e caminhão. Tive dois caminhões e um ônibus. Me senti realizado ao volante destes veículos. Brincava de ser motorista de ônubus da Cometa, arrumando cadeiras e fazenfo passagens e um brinquedo com microfone e alto falante para simular uma rodoviária, tudo isso em um quarto com irmãs e amigos da vizinhança. Hoje quando vejo o salário de um motorista de ônibus levando vidas em sua responsabilidade e ainda a responsabilidade de estar em posse de um veículo caríssimo nestas estradas, nem sempre conservadas e seguras, e muitos ainda conseguem serem educados e pacienciosos para com os passageiros, é, realmente um dom destas pessoas. Com caminhão então… não tem cobdições mínimas de trabalho e, quando tive csminhão, os atravessadores de fretes faziam de gato e sapato. Sem falar que chegava para descarregar depois de dias inteiros sem dormir ainda enfrentava o pouco caso com a descarga. Resumindo: agradeço a Deus que me deu outras condições de trabalho ao longo de minha vida, mas a paixão pelo ronco dos motores a diesel, sua imponência ao dirigir ainda faz meu coração bater forte. A era dos pioneiros em dirigir levando carga e vidas por amor passou. Enquanto grandes empresas crescem demais com o suor dos motoristas sem valorizá-los, a escassez de mais colaboradores continuará. Boa viagem a todos motoristas!!!
Claro que vai ter escases mesmo as empresas de ônibus não dá oportunidade para o motorista iniciante nunca oferece vaga para motorista sem experiência querem motorista experiente já vai piorar mesmo os motoristas estão se aposentando as empresas deveria olha mais pôr esse lado e oferecer vaga e treinamento para que novos motoristas possam agregar experiência e atender a exigência e demanda da empresa
Sou carreteiro autônomo 30 anos complovado no cinis e vale frete tenho interesse de mudar de ramo de caminhão para ônibus só dá uma oportunidade
Está escarso pq vcs empresários não sabem o que querem. Tem profissionais mais vcs não dão valor. Tem profissionais mais vcs não abrem portas para eles entrarem e mostras seus valores. Por mim vcs ficam com os carros parados mais e mais.
O que está levando a isso e a covardia das empresas com os profissionais que não tem a valorização salarial das empresas sem fala que as empresas estão deixando de ter responsabilidade com a implantação das novas tecnologias u usando isso para transferir a responsabilidade para o profissional que a maioria das vezes e massacrado por escalas excessivas e desumanas pois a maior pára das empresas só estão visando o bolso dos acionistas e não estão preocupados com e estado físico ,mental e emocional do profissional essa e a verdadeira razão da falta de mão de obra no setor de transporte ,pois vemos colegas se arriscando e perdendo as suas vidas nas rodovias a troco de migalhas quando os empresários entenderem que o profissional que ser remunerado com um salário descente onde podem dar uma vida digna para sua família isso concertesa vai mudar
O problema dá falta motorista e salário defasado escalas abusivas quem está fora não quer entrar é isso uma profissão desvalorizadas simples assim
Realmente concordo com a plenamente sou motorista carreteiro , atualmente trabalho com ônibus rodoviário a maior decepção de todos profissionais do transporte é não ter reconhecimento e nem o valor que merecem empresários paga dois milhões de reais em um ônibus com tecnologia embarcada e para o nós motorista ele paga 3.000,00 para rodar as vezes até sem descanso e isso ninguém fala fiscalização é comprada com propina por isso vai de mal a pior , e o meu recado para os empresários coloca um robô para dirigir um ônibus com 54 vidas ou uma carreta com 74 toneladas, sem ajuda de um ser humano para conseguir chegar no destino se precisar estou a disposição para mais esclarecimentos.
Salário de categoria defasados, desvalorização profissional. Hoje é melhor e mais rentável trabalhar de motoboy e pagar separadamente o INSS. Assim consegue sustentar a família e ter uma vida digna e lazer .
Boa tarde , venho acompanhando a reclamação quanto a falta de motoristas
Tenho 64 anos gozando de ótima saúde e ninguém nem acredita que tenho essa idade olhando pessoalmente
Mas não consigo vaga justamente por causa da idade
As empresas praticam o etarismo e ninguém fiscaliza sua
Lamentável
Experiência tenho com 44 anos de CNH e muita experiência em rodovias
Mas nada de oportunidade !
Isso porque sou livre e não tenho problemas de ficar dias fora trabalhando !
(11) 9 83511158 a quem possa interessar !!