Vice-governador de Goiás condiciona subsídio à tarifa de Anápolis (GO) a contrapartidas da empresa concessionária

Concessionária URBAN ainda não divulgou oficialmente um plano de melhorias com datas e metas definidas

Daniel Vilela exige plano de melhorias da URBAN antes de liberar apoio financeiro do Estado ao transporte coletivo

ALEXANDRE PELEGI

O vice-governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), afirmou nesta sexta-feira, 05 de dezembro de 2025, que o Estado só assumirá o subsídio da tarifa de transporte público em Anápolis se a URBAN apresentar um plano concreto de contrapartidas — como renovação da frota, instalação de novas plataformas e ampliação da rede de pontos de ônibus.

Durante visita à cidade, Vilela cobrou do prefeito Márcio Corrêa (PL) e da concessionária um cronograma detalhado de investimentos antes de liberar os recursos públicos. “A bola não está com a gente”, disse, sinalizando a exigência de metas claras de melhoria no serviço de transporte coletivo.

Segundo o vice-governador, sem esse plano de ação da empresa, o subsídio estatal — embora desejado — “não garantirá a modernização da frota, a criação de terminais ou a ampliação de pontos de embarque e desembarque”.

Vilela lembrou que o apoio do Estado a sistemas de transporte subsidiado já existe em outras regiões — como na Região Metropolitana de Goiânia — e condicionou a mesma salvaguarda de “previsibilidade” para Anápolis.

No momento, a URBAN ainda não divulgou oficialmente um plano de melhorias com datas e metas definidas. O impasse marca o início de um capítulo decisivo para o transporte coletivo da cidade.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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