Caio apresenta na Arena ANTP 2025 o eApache Vip, modelo elétrico para transporte urbano
Publicado em: 27 de outubro de 2025
Carroceria de 9 metros é projetada para operações em bairros menores e com foco em sustentabilidade
YURI SENA
A encarroçadora Caio participa da Arena ANTP 2025, que ocorre entre os dias 28 e 30 de outubro no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP), apresentando o modelo eApache Vip, carroceria elétrica de 9 metros desenvolvida para o transporte urbano.
O modelo conta com piso alto, salão interno amplo, assentos estofados, ar-condicionado e itens de acessibilidade. A estrutura é reciclável e de alta durabilidade, e o projeto é voltado para operações em bairros menores, priorizando eficiência, facilidade de manutenção e redução de emissões.
Durante o evento, o vice-presidente industrial do Grupo Caio, Maurício Cunha, participará do painel “Avanços e desafios para a transição energética e a descarbonização do transporte público no Brasil”, abordando questões relacionadas à inovação e sustentabilidade no transporte coletivo.

A 24ª edição do Congresso Brasileiro de Mobilidade Urbana, promovida pela ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos) em parceria com a OTM Editora, reunirá especialistas, gestores públicos e operadores do setor para discutir infraestrutura, governança, sistemas inteligentes, mobilidade ativa e segurança viária. O congresso e a exposição acontecem na mesma área, facilitando integração e networking entre os participantes.
Yuri Sena, para o Diário do Transporte



Deve atender as ex cooperativas que não tem tanto dinheiro assim aqui em SP.
As impressas como gato preto e Transppass iram comprar desses modelos para linha de bairro será? Está precisando principalmente na região do Jd. Boa vista
Várias linhas que hoje operam com padrons, poderiam aumentar a quantidade de viagens (e de frequências) empregando midbus.
O custo operacional por veiculo é menor, e haveria mais frequências. E “aposentando” a função do cobrador aqui em SP, já teríamos mão-de-obra disponivel para treina-los e promovê-los a novos motoristas.
O mesmo vale para várias linhas convencionais que operam articulados, e poderiam substitui-los por padrons aumentando a quantidade de frequências/viagens.