Audiência da Comissão de Desenvolvimento Urbano discutirá impactos financeiros, sociais e políticos da proposta de transporte gratuito para todos os brasileiros
ALEXANDRE PELEGI
O debate sobre o futuro da Tarifa Zero volta ao centro das discussões em Brasília. A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados realizará, no dia 21 de outubro de 2025, uma audiência pública para discutir a implantação da gratuidade universal no transporte público, proposta que pretende tornar o serviço gratuito para todos os cidadãos, independentemente de faixa de renda ou categoria social.
O requerimento foi apresentado pelo deputado Jilmar Tatto (PT-SP), que defende que o transporte coletivo seja reconhecido e financiado como política pública essencial.
“O transporte público é um serviço fundamental para garantir o acesso da população a direitos como educação, saúde e trabalho. O debate sobre a gratuidade é essencial para promover inclusão social e construir uma política pública mais justa e democrática”, afirmou o parlamentar.
A reunião pretende reunir especialistas, gestores e representantes da sociedade civil para avaliar modelos de financiamento, impactos orçamentários e experiências já existentes no Brasil e no exterior. Segundo a Câmara, a ideia é identificar caminhos possíveis para estruturar o transporte público gratuito sem comprometer a sustentabilidade do sistema e a qualidade do serviço.
O tema da Tarifa Zero vem ganhando espaço em diversas cidades brasileiras — de Maringá (PR) a São Caetano do Sul (SP) — e divide opiniões entre economistas, operadores e movimentos sociais. Para defensores da medida, a gratuidade representa um salto de equidade e acesso. Para os críticos, o desafio está em encontrar fontes estáveis de custeio sem sobrecarregar os orçamentos municipais.
Independentemente do desfecho, o debate na Câmara reflete uma mudança de paradigma: o transporte público deixa de ser visto apenas como serviço tarifado e passa a ser tratado como direito social e instrumento de cidadania.
Leia entrevista com o idealizador do Tarifa Zero, Lucio Gregori:
https://diariodotransporte.com.br/2025/10/18/lucio-gregori-o-transporte-coletivo-e-tratado-como-business-e-nao-como-direito/
A gratuidade do transporte público da ao cidadão dignidade e direito de ir e vir, obriga a termos consciência e responsabilidade sustentável referente ao clima, aos congestionamentos e ao tempo em que gastamos diariamente nas ruas, nos dá dignidade e um maior tempo de sobrevivência ao lado dos nossos entes queridos, além da economia um melhor padrão de sobrevivência. A acessibilidade no transporte público é essencial desde que a qualidade seja melhor avaliada
Eu motorista de ônibus da grande são Paulo acredito que todos tem direito de ir e vir gratuitamente todos vão ser beneficiados com benefício um direito e dever de os políticos realizar essa promessa isso vai levantar a economia do país o dinheiro será revertido em outras despesas como pagar uma volta até mesmo se alimentar melhor isso tira de cima o motorista acumular função e perder atenção na direção do veículo ao realizar tarifa dirigindo o veículo colocando a vida dos passageiros em risco e isso vai tirar a pressão que a empresa faz em cima dos motoristas a lembrando um pai de família cobrador ficou desempregado e os motoristas que aceitaram a dirigir e cobrar estão caindo no estresse e na depressão e estão pedindo pra sair por não estarem mais aguentando o back é coisa de loco valeu pela atenção de todos estou torcendo por isso vai dar certo se Deus quiser
Eu Maurício morador de Brasília DF sou contra a tarifa zero porque estão usando este agurmento para as próximas campanha eleitoral se o governo não sabe a saúde e um pregarieda segurança zero educação tá a desejar porque não usar este dinheiro que tão querendo da passagem de graça nestas três situações principalmente na saúde em todo país e não dá passagem de graça o governo estar se esquecendo que muita gente depende desta trabalho nos ônibus principalmente os cobradores hoje aqui em Brasília são cerca de 7000 mil cobradores que podem perde seus empregos