Confira as marcas de ônibus elétricos e empresas que apresentaram nova frota na capital paulista nesta segunda-feira (22)
Publicado em: 22 de setembro de 2025
Maior parte dos veículos foi “Mercedes-Benz” puro. Eletra, Marcopolo e BYD também marcaram presença
ADAMO BAZANI
A cidade de São Paulo realizou nesta segunda-feira, 22 de setembro de 2025, uma cerimônia de apresentação de mais cerca de 120 ônibus elétricos para compor a frota gerenciada pela SPTrans (São Paulo Transporte).
Assim, a capital paulista passa a ter 961 coletivos não poluentes, dos quais 760 com baterias apenas e os outros 201 são trólebus (conectados à rede de fiação aérea e ameaçados de extinção). É a maior frota do País deste tipo de veículos, mas considerando somente os modelos com baterias, representa apenas 31,7% da meta de 2,4 mil coletivos estipulada pela gestão do prefeito Ricardo Nunes para ter sido alcançada entre janeiro de 2021 e dezembro de 2024 e representa apenas 7,3% da frota total de 13.438 coletivos municipais.
A pedido do Diário do Transporte, o pesquisador e especialista em mobilidade elétrica, José Antonio do Nascimento, fez um levantamento do total de veículos apresentados nesta segunda-feira (22) por empresa de transportes e por marca.
A maior parte dos veículos foi “Mercedes-Benz” puro. Eletra, Marcopolo e BYD também marcaram presença. Uma parte destes ônibus já estava em operação. – VEJA AO FIM DA REPORTAGEM A TABELA COMPLETA:
Pela cobertura do evento, o Diário do Transporte trouxe ainda as seguintes revelações:
- A fabricante nacional Eletra vendeu mais 370 unidades para sistema paulistano, dos quais, 80 articulados de 21,5 metros.
Relembre:
- O prefeito Ricardo Nunes falou ao Diário do Transporte que o trecho 1 do primeiro “Corredor Verde” da cidade, a requalificação do “Nove de Julho/Santo Amaro” será inaugurado ainda em 2025.
Relembre:
Como mostrou em primeira mão o Diário do Transporte, o corredor verde é um conceito que busca ampliar todos os benefícios ambientais do sistema de ônibus.
O corredor verde não terá iluminação das paradas dependente da rede aérea, mas contará com energia solar. Além disso, haverá sistema de captação e reaproveitamento de água de chuva, maior área de vegetação e os coletivos serão totalmente elétricos. De acordo com Nunes, o projeto deve se expandir pela cidade de São Paulo.
Este primeiro trecho trata-se de uma requalificação do atual corredor 9 de julho/Santo Amaro, o mais movimentado da cidade, que chega a receber 700 mil passageiros por dia nos horários de pico, principalmente ligando o centro à zona sul da capital paulista.


Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



E nada amsas ex cooperativas na ZL, já que a Metrópole Paulista está comprando toco sem banco e poucos, nem articulado elétrico comprou ainda.