Linha 4-Amarela ainda opera em via única neste sábado após descarrilamento ocorrido na semana
Publicado em: 13 de setembro de 2025
Concessionária ViaQuatro informa que intervalos estão maiores entre Vila Sônia e São Paulo-Morumbi; entre São Paulo-Morumbi e Luz a operação segue regular
ALEXANDRE PELEGI
A Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo, operada pela concessionária ViaQuatro, funciona neste sábado, 13 de setembro de 2025, com “Impacto Pontual”, segundo comunicado da empresa.
De acordo com a operadora, os trens circulam em via única entre as estações Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro e São Paulo-Morumbi, resultando em maiores intervalos de espera para os passageiros neste trecho. Já entre São Paulo-Morumbi e Luz, a operação segue com intervalos regulares.
Histórico do problema
A restrição é consequência do descarrilamento de um trem ocorrido na terça-feira, 09 de setembro, próximo à região da estação Vila Sônia. O incidente danificou parte da via permanente, obrigando a concessionária a executar reparos emergenciais.
Conforme noticiado pelo Diário do Transporte nesta sexta-feira (12), a linha já vinha operando com restrições desde o acidente. Técnicos da ViaQuatro e equipes de manutenção atuam para normalizar integralmente o serviço, mas até o momento não há previsão oficial de quando a operação será totalmente restabelecida.
Impactos para os passageiros
A Linha 4-Amarela é um dos principais eixos metroviários da capital paulista, conectando a Zona Oeste ao centro expandido da cidade. Em dias úteis, transporta cerca de 700 mil passageiros, integrando-se às linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás do Metrô e da ViaMobilidade.
Com o tráfego em via única entre duas estações, os intervalos podem superar a média habitual, exigindo maior atenção e planejamento por parte dos usuários que dependem do sistema.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes


Menos mal que o problema foi na ponta final da Linha. Por mais que haja transtornos, pelo menos não impacta a operação em todo o restante do percurso.
Resta agora aguardar a tal peça que precisa ser produzida lá na França.
Enquanto isso, usuários sofrem. É um serviço público concedido, deve ser operado com mais seriedade, mais empenho.
É inadmissível que não exista em estoque uma peça, considerada fundamental pela concessionária, para a necessária substituição. É um serviço público concedido, não pode ser operado com tamanho desmazelo. Órgãos de controle, cadê ação, cobrança, etc…?