Linha 4-Amarela ainda opera com restrições nesta sexta (12) após descarrilamento que danificou trilhos na terça (09)

Causas ainda são apuradas e Governo do Estado cogita em aplicar penalidade a ViaQuatro. Em nota ao Diário do Transporte, a ViaQuatro informou que aguarda a chegada de peças importadas para realizar reparos

ADAMO BAZANI / ARTHUR FERRARI / VINÍCIUS DE OLIVEIRA

 

Pelo qquarto dia seguido, os passageiros da linha 4-Amarela de Metrô encontram dificuldades nesta sexta-feira, 12 de setembro de 2025, como reflexo do descarrilamento de um trem que teve o último vagão desconectado após o incidente, que aconteceu na região da estação São Paulo – Morumbi por volta das 9h da última terça-feira (09).

A operadora ViaQuatro informou que a operação prossegue em via única neste momento entre as estações Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro e São Paulo-Morumbi com maiores intervalos entre os trens.

As causas ainda são apuradas e Governo do Estado cogita em aplicar penalidade a ViaQuatro Em nota ao Diário do Transporte, a ViaQuatro informou que alguns equipamentos foram danificados após o descarrilamento e precisarão ser substituídos por peças importadas.

São Paulo, 11 de setembro de 2025 – 4h40 A ViaQuatro informa que a operação permanece em via singela no trecho entre as estações Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro e São Paulo-Morumbi, porém sem restrição de velocidade, com intervalos regulares para o horário neste início de operação.

Nos horários de pico, os intervalos entre os trens no trecho Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro e São Paulo-Morumbi ficarão em aproximadamente 5 minutos e, no restante da linha, entre São Paulo – Morumbi e Luz, intervalos de aproximadamente 2 minutos e meio.

Ainda assim, para diminuir o impacto aos clientes durante o horário de pico, ônibus da operação PAESE continuam apoiando no deslocamento entre Taboão da Serra e e São Paulo-Morumbi, com parada na estação Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro, assim como o serviço de ônibus da concessionária, que atende o trecho entre o Terminal Vila Sônia e Taboão da Serra,  permanece estendido até a Estação São Paulo-Morumbi.

 As equipes de manutenção continuam 100% dedicadas em restabelecer a operação nas duas vias o mais breve possível, assim como o time de atendimento segue à disposição para orientar e auxiliar os clientes no que for necessário.

Durante inspeção na via, a concessionária constatou que alguns equipamentos foram danificados após o descarrilamento ocorrido em 9 de setembro e precisarão ser substituídos por peças importadas.

A ViaQuatro lamenta os transtornos e recomenda que, durante esse período, os clientes antecipem sua saída, considerando um maior tempo de viagem entre São Paulo-Morumbi e Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro.

REPORTAGENS ANTERIORES

 

Agentes da concessionria ViaQuatro ainda atuam nos trilhos da linha 4-Amarela de metrô na tarde desta quarta-feira, 10 de setembro de 2025, após um descarrilamento na manhã da última terça-feira, dia 09.

O trecho entre as estações Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro e São Paulo-Morumbi segue operando em via única, com velocidade reduzida e intervalos maiores. Das 6h às 10h e das 15h às 20h, nove ônibus reforçam o atendimento dos passageiros que são prejudicados pelos problemas na linha 4-Amarela.

Em nota ao Diário do Transporte, a ViaQuatro informou que alguns equipamentos foram danificados após o descarrilamento e precisarão ser substituídos por peças importadas.

Atualização 14h00 (10/09)

“São Paulo, 10 de setembro de 2025 – Atualização às 14h – A ViaQuatro informa que segue empenhada em restabelecer o mais breve possível as operações em duas vias entre as estações Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro e São Paulo-Morumbi. Durante inspeção na via, a concessionária constatou que alguns equipamentos foram danificados após o descarrilamento ocorrido em 9 de setembro e precisarão ser substituídos por peças importadas.

Nesse período, o trecho seguirá operando em via singela, com velocidade reduzida e intervalos maiores. Durante o horário de pico (6h às 10h e 15h às 20h), nove ônibus que prestam serviço para a concessionária entre Taboão da Serra e o Terminal Vila Sônia continuarão com trajeto estendido até a Estação São Paulo-Morumbi e vice-versa, como complemento ao transporte sobre trilhos. Haverá também 10 ônibus do sistema Paese para atender aos clientes entre São Paulo-Morumbi e Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro.

Para minimizar os impactos, a concessionária adotará as seguintes medidas:

– Horários de pico (6h às 10h e 15h às 20h): estratégia com viagens intercaladas, com um trem entre São Paulo-Morumbi e Luz e um de Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro até a Luz, garantindo melhor fluxo no trecho mais demandado;

– Informação antecipada aos clientes em São Paulo-Morumbi sobre o destino dos trens (“Luz” ou “Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro”), facilitando a transferência de plataforma;

– Controle de fluxo em Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro e São Paulo-Morumbi para garantir a segurança dos passageiros;

– Reforço de colaboradores nas estações, com aumento de mais 40 pessoas;

– Fechamento de acessos e direcionamento de clientes conforme a demanda em cada estação;

– Comunicação reforçada por mensagens sonoras e vídeos.

– As equipes de manutenção seguem totalmente dedicadas a concluir os reparos no menor prazo possível, enquanto a equipe de atendimento permanece à disposição para orientar e auxiliar os clientes.

A ViaQuatro lamenta os transtornos e recomenda que, durante esse período, os clientes antecipem sua saída, considerando o maior tempo de viagem entre São Paulo-Morumbi e Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro.”

Como mostrou o Diário do Transporte, um trem teve o último vagão desconectado após o incidente, que aconteceu na região da estação São Paulo – Morumbi por volta das 9h da última terça-feira (09).

A operação entre as estações Luz e São Paulo – Morumbi foi normalizada ainda na terça-feira, com composições operando normalmente em ambos os sentidos. Nesta quarta, o serviço segue prejudicado entre São Paulo – Morumbi e Vila Sônia. Trens circulam com velocidade reduzida, maiores intervalos e em via única no trecho, que passa por manutenção emergencial.

Segundo a ViaQuatro, concessionária responsável pela linha 4, nove ônibus do serviço exclusivo da empresa, que atende o trecho entre o Terminal Vila Sônia e Taboão da Serra, continuam com operação estendida até a estação São Paulo – Morumbi, tendo Vila Sônia como parada.

Nota – Atualização 04h30

“A ViaQuatro informa que a operação será retomada às 4h40, em via singela, com velocidade reduzida e intervalos maiores entre os trechos das estações Vila Sônia–Profª Elisabeth Tenreiro e São Paulo-Morumbi. Para reduzir o impacto aos clientes durante o horário de pico, nove ônibus do serviço exclusivo da concessionária, que atende o trecho entre o Terminal Vila Sônia e Taboão da Serra, continuarão com a operação estendida até a Estação São Paulo-Morumbi, com parada na Estação Vila Sônia.”

Em comunicado enviado à imprensa ainda na noite de terça-feira, a concessionária informou que não havia previsão de reinício das operações.

Segundo a empresa, durante toda a madrugada haverua tentativa de reestabelecimento da linha, no entanto, não garantiu o retorno ao menos nas primeiras nas primeiras horas desta quarta-feira (10).

Veja a última atualização da ViaQuatro sobre o caso na terça-feira (09):

“São Paulo, 9 de setembro de 2025 – Atualização 19h40 – A ViaQuatro informa que às 18h39 o trem foi encarrilado e a concessionária inicia o trabalho de desobstrução da via. A equipe segue empenhada para restabelecer a operação com a maior brevidade e os trabalhos de manutenção seguirão de forma ininterrupta durante a madrugada. Ônibus da operação PAESE permanecem atendendo à população entre os trechos Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro e São Paulo – Morumbi. O serviço de ônibus da concessionária, que atende o trecho entre o Terminal Vila Sônia e Taboão da Serra, segue estendido até a Estação São Paulo – Morumbi.

Orientamos aos nossos clientes que acompanhem o status da operação nos canais oficiais da concessionária – site, app e instagram.”

Imagens obtidas pelo Diário do Transporte mostram o estrago nos trilhos e nos equipamentos ocasionados na manhã desta terça-feira, 09 de setembro de 2025, na linha 4-Amarela, operada pela Via Quatro.

Aparentemente, ao menos pelas imagens, os danos foram grandes. Um dos carros  (vagão) “se soltou” da composição.

Os registros mostram equipes conversando com os passageiros, muito aflitos com a situação.

Vale lembrar que ninguém se feriu no acidente e os passageiros foram retirados da composição. Alguns usuários passaram mal e foram atendidos pelas equipes de segurança, sendo liberados em seguida.

Ônibus urbanos municipais também foram acionados pela operação PAESE (Plano de Atendimento entre Empresas em Situação de Emergência).

O vice presidente da Fenametro – Federação Nacional dos Metroferroviários, Alex Santana, conversou com o Diário do Transporte, disse que a entidade vai cobrar apuração e mostrou preocupação com outra linha de operação autônoma de trens: o monotrilho da linha 15-Prata.

“O grave descarrilamento na Linha 4-Amarela expõe os riscos da privatização do Metrô. Apesar de não haver feridos, as imagens mostram o rompimento do trem e até trilhos abaulados, o que levanta dúvida se houve falha de manutenção privada como causa ou consequência do acidente. A ausência de operador na cabine, treinado para monitorar via e equipamentos, também deve ser questionada, pois poderia ter evitado o pior. Esse episódio alerta sobre os perigos de sistemas totalmente autônomos, como na Linha 15, onde trens circulam sobre vigas a 15 metros de altura. A população exige apuração profunda e transparente, para que se conheça a causa concreta. O que se vê é que, em apenas 15 anos de operação, a “linha modelo” já apresenta desgaste grave e superlotação, evidenciando que a lógica da concessão não prioriza a segurança, mas o lucro. Isso mostra o que pode se repetir se outras linhas forem entregues à iniciativa privada”.

Logo após o descarrilamento o Diário do Transporte procurou a ViaQuatro, que disse por meio de nota que o último carro de um trem descarrilou quando circulava no sentido Luz por volta de 9h59.

Nota da ViaQuatro – 9h59 de terça-feira (09)

“A ViaQuatro informa que um trem que circulava entre as estações Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro e São Paulo-Morumbi, no sentido Luz, teve seu último carro descarrilado às 9h59. Não há feridos. Os clientes já foram retirados e receberam atendimento dos agentes da concessionária. O PAESE foi acionado às 10h18 no trecho entre as estações Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro e Paulista-Pernambucanas. Entre Paulista-Pernambucanas e Luz, o intervalo entre os trens segue normal”.

Atualização –  14h00

“São Paulo, 9 de setembro de 2025 – Atualização às 14h00 – A ViaQuatro informa que a operação entre as estações Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro e São Paulo-Morumbi segue interrompida. Os clientes que utilizam esse trecho serão atendidos pelo sistema PAESE – de Vila Sônia a São Paulo Morumbi – e também pelos ônibus da ViaQuatro, que estão, excepcionalmente hoje, saindo de São Paulo- Morumbi para Taboão da Serra e vice-versa. O restante da linha em ambos sentidos segue em condições normais. As causas do descarrilamento ainda estão sendo apuradas. A prioridade das equipes de manutenção, neste momento, é a total retomada da operação nos trilhos. A ViaQuatro lamenta os transtornos aos seus clientes.”

Ainda durante a manhã, pouco tempo após o incidente nos trilhos, magens registradas do lado de fora das estações mostraram o caos da espera pelos ônibus do PAESE e a busca por veículos de aplicativo. Já no interior do sistema, passageiros se aglomeravam para entrar nos trens que circulam somente pelas estações Luz, República, Higienópolis – Mackenzie e Paulista.

Um trem da linha 4-amarela de metrô, operada pela concessionária ViaQuatro, descarrilou na manhã desta terça-feira, 9 de setembro de 2025, na região da Estação São Paulo – Morumbi.

A operação acontece de forma parcial desde as 10h07, com trens circulando somente entre as estações Luz e Paulista.

Ônibus do PAESE (Plano de Atendimento entre Empresas em Situação de Emergência) foram acionados e atendem os passageiros entre as estações Vila Sônia e Paulista.

O Diário do Transporte procurou a ViaQuatro, que disse por meio de nota que o último carro de um trem descarrilou quando circulava no sentido Luz por volta de 9h59, Ninguém se feriu e os passageiros foram retirados da composição. O serviço de ônibus da concessionária que atende o trecho entre o Terminal Vila Sônia e Taboão da Serra foi estendido até a Estação São Paulo – Morumbi.

Por volta das 11h15 os trens voltaram a circular normalmente entre as estações São Paulo – Morumbi e Luz, no sentido Luz. A operação segue afetada entre Morumbi e Vila Sônia.

Nota da ViaQuatro

“A ViaQuatro informa que um trem que circulava entre as estações Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro e São Paulo-Morumbi, no sentido Luz, teve seu último carro descarrilado às 9h59. Não há feridos. Os clientes já foram retirados e receberam atendimento dos agentes da concessionária. O PAESE foi acionado às 10h18 no trecho entre as estações Vila Sônia – Profª Elisabeth Tenreiro e Paulista-Pernambucanas. Entre Paulista-Pernambucanas e Luz, o intervalo entre os trens segue normal”.

Atualização –  11h30

“A ViaQuatro informa que o serviço de ônibus da concessionária que atende o trecho entre o Terminal Vila Sônia e Taboão da Serra foi estendido até a Estação São Paulo – Morumbi. A operação entre São Paulo-Morumbi e Luz foi retomada com intervalos normais entre os trens”.

Imagens registradas do lado de fora das estações mostram o caos da espera pelos ônibus do PAESE e a busca por veículos de aplicativo. Já no interior do sistema, passageiros se aglomeram para entrar nos trens que circulam somente pelas estações Luz, República, Higienópolis – Mackenzie e Paulista.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

Informe Publicitário
Assine

Assinar blog por e-mail

Digite seu endereço de e-mail para assinar este blog e receber notificações de novas publicações por e-mail.

     
Comentários

Comentários

  1. Felipe H. disse:

    Isso mostra que não se deve privatizar todas as linhas de Metrô e de Trem em São Paulo.

    1. Ivo disse:

      Também já ocorreram descarrilamentos no metrô estatal. Logo, seguindo a lógica do Felipe, não deveria sequer existir metrô para que não ocorram descarrilamentos.

      1. Levou 25 anos pro Metrô ter seu primeiro descarrilhamento numa era de automação analógica e processos manuais. Esse acidente é inadmissível.

      2. Ivo disse:

        Pedro, na Linha 3 houve descarrilamento em 1987 em Santa Cecília em trecho operacional.
        Logo, se o primeiro trecho da rede do metrô foi aberto em 1974 (e da Linha 3 em 1979) e o descarrilamento ocorreu em 1987, onde estão os tais 25 anos?

        Na Linha 1 houve descarrilamento entre Liberdade e Sé em 1986. Onde estão os 25 anos?

        Melhor, outro descarrilamento na Linha 3 em 1992 em Pedro II. Ué, mas você garantiu que o primeiro descarrilamento ocorreu 25 anos após a abertura do metrô. Aonde estão os 25 anos?

    2. Santiago disse:

      Concordo, Felipe.
      Como a lógica da gestão privada sempre foi maximizar lucros e encolher despesas (até aonde não deveria), ficam mesmo maiores as chances de acontecer esses problemas
      Já foi comprovado no mundo inteiro que esse tipo de infraestrutura não é compatível com interesses de gestões privadas.

  2. Cadu disse:

    As questões são :
    1 – Por que aconteceu o acidente?
    2 – Quem será responsabilizado ?
    Triste o povo ser enganado!
    Poderia acontecer uma tragédia!
    Estão acabando com nosso estado, uma verdadeira máquina cercada de
    oportunistas .

    1. Tiago disse:

      Pois é, empresas de transporte q deveriam priorizar em prestar um serviço de qualidade para atender à população, hoje, com essas privatizações desvairadas têm o objetivo principal de lucrar em cima das nossas custas. O q foi feito com a Linha 7 foi um absurdo, o serviço piorou muito, além de mais integrações, os trens estão mais lotados e com intervalos maiores, em poucas semanas há vários relatos de desligamento do sistema de ar condicionado. A Linha 7 teve um retrocesso de quase 2 décadas.

  3. LAURINDO MARTINS JUNQUEIRA FILHO Martins Junqueira disse:

    Faz 4 meses reclamei de uma escada rolante (a 12 da aestação Morumbi), a qual vem fazendo um barulho de entreferros muito preocupante. Trabalhei com a operação de escadas rolantes no Metrô de SP durante décadas. E nunca vi barulho como esse. Nem descaso como esse.

    1. Ivo disse:

      Bem vindo ao lado dos “usuários”. É assim que somos tratados muitas vezes pelo Metrô (seja estatal, seja o privado).

      E foi a sua geração de tecnocratas (salvo raras excessões como você, por exemplo) que cultivou essa relação entre o Metrô e os passageiros.

      No Metrô estatal sempre ouvi de diretores, gerentes, técnicos e até funcionários de estação que o usuário é o maior problema e que eles (tecnocratas) estão sempre certos.

      É por isso, por exemplo, que o Metrô não muda sua estratégia de segurança pública desde a inauguração, por exemplo. Preferem manter o modelo atualmente defasado ao mudar.

    2. Tiago disse:

      Na estação Pinheiros 2 vezes a escada estava em movimento e parou do nada, em uma das vezes eu quase cai. Fora q ali sempre tem escada fora de operação, seja por problema, seja por economia besta.

  4. TIAGO disse:

    Ué, se o serviço é pela metade, deveriam cobrar a metade do preço, não é? Pq só o usuário tem q ter compreensão? Já q a empresa não tem a capacidade de garantir a operação adequada do sistema, então ela q arque com as consequências, não apenas o usuário.

    1. Ivo disse:

      O Tiago está defendendo a cobrança por distância. Isso faria a maioria pagar mais caro nas passagens.

  5. Santiago disse:

    Mais essa…precisar importar certas peças.
    Antigamente fabicávamos os trens, os trilhos, os componentes, e era uma questão de ao máximo três dias pra estar tudo ok de novo!
    Os tempos mudaram? Sim, mas eramos e continuamos sendo un país-continente!
    Temos mercado e demanda pra continuarmos fabricando o essencial aqui mesmo.

    1. Ivo disse:

      Não há mercado nem demanda para fabricar aqui. Na ditadura, o governo protegia empresas e sustentava indústrias deficitárias por pura ignorância.

      1. Santiago disse:

        Essa tal “pura ignorância” começou na Era Vargas e durou até o Regime Militar, e permitiu que o Brasil desenvolvesse um extenso parque industrial e vários centros de ensino e de pesquisas.
        As pujantes economias industriais da Ásia, começaram as suas industrializações aplicando a receita que você chama de “pura ignorância”. No começo e por um bom tempo nem tudo eram flores, porém elas foram superando inúmeros desafios e hoje são as grandes referências mundiais do setor.
        Se hoje não temos a pujança de uma potência asiática, e nem tudo deu exatamente certo pra nós, ao menos temos uma destacada industria que nos propicia una economia muito mais respeitável. E não precisamos viver apenas de despachar matérias primas e de ter que importar até parafusos.

      2. Ivo disse:

        Santiago, a ditadura protegeu Cobrasma e Mafersa. Quando tirou a proteção e elas tiveram de concorrer com as demais empresas do mundo, faliram por má qualidade de seus produtos.

        Caio e Marcopolo não tiveram essa proteção toda e hoje são multinacionais bem sucedidas que exportam para o mundo e exemplos de tecnologia brasileira.

  6. Mario Aquino disse:

    Privatiza que melhora

  7. Alves disse:

    Chama o técnico Talarico maldesfeitas. Ele leiloa de novo. Democratas anistiem os culpados do metrô linha 3 ok.

  8. Rodrigo Zika disse:

    Acredito que é a primeira vez não? Então não é o fim do mundo, o problema é que a linha atualmente tem uma grande demanda e no pico deve estar complicado mas na cidade várias linhas já descarrilaram.

Deixe uma resposta

Descubra mais sobre Diário do Transporte

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading