ANTT autoriza operação simultânea da UTIL e nega pedido da Viação Águia Branca
Publicado em: 29 de agosto de 2025
Decisões publicadas no Diário Oficial mostram aplicação da Resolução nº 6.033/2023 em casos distintos: viação do Grupo Guanabara recebe aval para integração de linhas, enquanto empresa capixaba tem solicitação indeferida
ALEXANDRE PELEGI
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), por meio da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros (SUPAS), publicou duas decisões recentes que refletem a aplicação da Resolução nº 6.033/2023, norma que regulamenta o regime de autorização no transporte interestadual de passageiros.
Na Decisão SUPAS nº 1.260, de 25 de agosto de 2025, a UTIL – União Transporte Interestadual de Luxo obteve autorização para realizar a operação simultânea de duas linhas que ligam Campinas (SP) ao Rio de Janeiro (RJ), de prefixos SPRJ0265120 e SPRJ0265055.
Fundada em 1950 e com sede em Juiz de Fora (MG), a UTIL é tradicional no transporte rodoviário de passageiros e integra o Grupo Guanabara, um dos maiores conglomerados do setor no Brasil.
Já a Decisão SUPAS nº 1.278, de 27 de agosto de 2025, negou o pedido da Viação Águia Branca para integrar a linha Rio de Janeiro/RJ–Curitiba/PR (RJPR0006148) com as ligações Resende/RJ–Curitiba/PR (RJPR0006152) e Rio de Janeiro/RJ–Registro/SP (RJSP0006143).
A Águia Branca, fundada em 1946 no Espírito Santo e atualmente com sede em Cariacica (ES), é uma das maiores viações do país, com forte presença no Sudeste e no Nordeste, e recentemente firmou joint venture com o Grupo JCA para ampliar operações.
O que é operação simultânea de linhas
A chamada operação simultânea de linhas, prevista na Resolução nº 6.033/2023, permite que duas ou mais linhas autorizadas operem de forma integrada em um mesmo trecho, compartilhando horários e recursos de frota. O objetivo é evitar sobreposição de serviços, dar maior eficiência operacional e ampliar a oferta ao passageiro, sempre com a condição de que os quadros de horários sejam mantidos compatíveis e atualizados.
No caso da UTIL, a ANTT autorizou a prática por considerar que as linhas já têm origem e destino comuns (Campinas e Rio de Janeiro), enquanto o pedido da Águia Branca não atendeu aos critérios estabelecidos pela norma.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes



Assim o que fazer cim o monopólio da Guanabara rápido federal que disponibiliza ônibus defeituosiiu sem ser leitos para viagens que envolve. Até três estado? Como casa da linha grana salvador qie passa pelo df so atrasa ônus quebrados em trechos mais longo para ter passagens mais cara em detrimento a melhor rota e melhor qualidade na o3stacai de serviços?