Ribeirão Preto (SP) terá a partir da próxima segunda (04) ônibus elétricos da Ankai em operação
Publicado em: 2 de agosto de 2025
Modelo para carrocerias de, em média, 12 metros, possui 250 km de autonomia nas baterias, de acordo com a fabricante
ADAMO BAZANI
Colaborou Vinícius de Oliveira
A cidade de Ribeirão Preto, no interior paulista, vai contar, a partir da próxima segunda-feira, 04 de agosto de 2025, com quatro ônibus elétricos a bateria da marca chinesa Ankai em circulação.
Duas unidades são para a empresa Rápido d’Oeste e duas para a Transcorp, concessionárias do serviço municipal.
De acordo com a fabricante, os coletivos do modelo OE-12 são configurados para carrocerias de, em média, 12 metros de comprimento e capacidade que varia entre 70 e 90 passageiros, dependendo da configuração interna e do comprimento total máximo pedido pelo operador.
Vale ressaltar que tanto o chassi quanto a carroceria, além dos motores e do equipamento de tração elétrica, são produzidos pela própria Ankai.
Os veículos seguem o conceito monobloco, o que ainda, segundo a fabricante, é uma garantia a mais de conforto, silêncio e estabilidade, uma vez que estruturas desse tipo acabam sendo, nos dias de hoje, mais resistentes e, ao mesmo tempo, flexíveis, provocando assim uma ampliação do conforto, tanto em relação à ruídos quanto à vibração transmitida do solo para o salão interno.
Além disso, atualmente, estruturas de monobloco acabam sendo entre 20% e 30% mais leves, o que também pode reduzir os custos, tanto de manutenção quanto de operação.
As baterias de lítio, com autonomia de cerca de 250 km segundo a Ankai, permitem que o perfil de operação urbana seja plenamente atendido.
Cada concessionária providenciou um carregador capaz de atender simultaneamente aos dois ônibus. O tempo de recarga pode variar entre duas e quatro horas.
Novas aquisições de elétricos para o sistema de Ribeirão Preto são estudadas para que, gradativamente, uma frota menos poluente avance com a implantação da infraestrutura necessária.
Abaixo, veja as características principais do modelo.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Colaborou Vinícius de Oliveira


Bem interessante.
Infelizmente tem linhas que não podemos contar pois sabemos que serão depredado