Eletromobilidade

Marcopolo realiza entrega de 95 ônibus elétricos Attivi para Sambaíba Transportes Urbanos, em São Paulo (SP), nesta quarta-feira (23)

Coletivos de chassis Mercedes-Benz eO500 U serão utilizados em linhas que operam na Zona Norte da capital paulista

VINÍCIUS DE OLIVEIRA

A Marcopolo realizou a maior entrega de carrocerias de ônibus elétricos de sua história: 95 unidades foram fornecidas à Sambaíba Transportes Urbanos, uma das principais operadoras de transporte coletivo da cidade de São Paulo. Os veículos serão utilizados em linhas que operam na zona norte da capital paulista.

“O fornecimento de 95 novos ônibus elétricos para São Paulo demonstra a capacidade da indústria nacional em atender à crescente demanda por um transporte público sustentável e de baixas emissões. Também destaca o papel da Marcopolo em desenvolver soluções eficientes e inovadoras para cada mercado e momento”, afirma Ricardo Portolan, diretor de operações comerciais mercado interno e marketing da Marcopolo.

Os ônibus entregues são do modelo Carroceria Marcopolo Attivi Low Entry, com chassis Mercedes-Benz eO500 U. Com 13.250 mm de comprimento total, os veículos têm capacidade para transportar até 80 passageiros — sendo 28 sentados em poltronas City Estofada e 52 em pé. Contam ainda com sistema de ar-condicionado, câmeras internas de monitoramento, dispositivo de acessibilidade, quatro portas para embarque e desembarque e carregadores USB distribuídos pelo salão.

A carroceria Attivi foi projetada para oferecer o melhor aproveitamento do espaço interno e facilitar o acesso aos componentes de manutenção.

O Attivi é o primeiro modelo de carroceria desenvolvido pela Marcopolo para uso em chassis elétricos, seja próprio — como no caso do Attivi Integral — ou em parceria com fabricantes.

No caso do Attivi Integral, o ônibus é fruto de um projeto que prioriza a nacionalização de componentes, incluindo baterias e sistemas eletroeletrônicos.

Com capacidade para até 81 passageiros, o Attivi Integral oferece poltronas estofadas, espaço para cadeira de rodas, ar-condicionado e autonomia de até 250 km, com tempo de recarga de até quatro horas. O modelo, que está sendo adotado por operadoras em diferentes regiões do país, já passou por testes em diversas cidades brasileiras.

Vinícius de Oliveira, para o Diário do Transporte

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Comentários

Comentários

  1. Santiago disse:

    Para que os ônibus paulistanos fiquem tecnicamente melhores ainda, falta apenas banir a aberração das portas à esquerda.
    Com as portas voltando a estar de um lado só (como é no mundo inteiro), aumenta a eficiência, a capacidade e o conforto do veículo. Permitindo ainda que os padrons voltem a contar com duas portas de desembarque (que é o correto).

    Portas nos dois lados é para vagões ferroviarios e aviões comerciais. Ônibus não é projetado pra isso. Em ônibus isso não funciona!

    1. José Carlos disse:

      Beleza, e como faz com os corredores de ônibus a esquerda? Quebram tudo e refazem os corredores a direita? O que você falou não faz o menor sentido, as portas na esquerda servem pra atender aos pontos nos corredores

      1. Santiago disse:

        Sim, os corredores teriam de ser gradualmente refeitos. O que significa fases de obras e de transição de até que se chegue ao padrão definitivo (ônibus com portas somente à ditreita).

        A atual configuração, com portas nos dois lados, foi inventada com o propósito de simplificar e baratear a implantação de corredores. De fato barateou e simplificou, mas sacrificou miseravelmente a capacidade e a eficiência dos ônibus.

        Basta fazer uma comparação técnica em horários de pico entre dois ônibus com as mesmas dimensões, porém com as configurações diferentes:
        – O primeiro tradicional, com as portas somente à direita.
        – E o segundo com portas em ambos os lados, e embarcando/desembarcando passageiros por ambos os lados ao longo do trajeto.

        A diferença será gritante:
        O primeiro (portas à direita) entregará maior capacidade e conforto em acomodação e deslocamento interno aos passageiros, além de maior agilidade no embarque e desembarque.
        Enquanto o segundo (portas nos dois lados) acomodará menos passageiros com mais aperto e desconforto, além de mais transtorno e demora nos embarques e desembarques.

        Não a toa que o autal padrão com portas em ambos os lados nunca colou pra valer em outros lugares. No máximo tem sido copiado de forma parcial, e com baixa aceitação, por prefeituras mais preocupadas em economizar verbas do que em entregar maior eficiência.

    2. EDUARDO CUNHA ROCHA disse:

      E a bateria quem forneceu?

  2. Rodrigo Zika disse:

    Apesar de ser interessante ser Marcopolo, esse modelo possui poucos bancos comparado ao modelo próprio da Marcopolo, esse é o problema.

    1. Marco disse:

      Msm quantidade dos E-O500U dá Caio, e a msm quantidade dos Marcopolo íntegral que está na Gato preto

  3. Evandromarcoshenz disse:

    Tanahoradeosgovernosvalorizaremosmotoristatrabalhadoresdosmotoristasdestesveiculoscomoaivaiarespostaparacaregaroonibusopropriocondutor domesmolevaobusaoparasuacasaeocareganoseuintervalodedescansodefronteasuacasacosegurancaetodosistoecomparceriadosgovernosomotoristadobusaoinstalapaineissolaresemsuacasaimoveleeopropriocaregaoveicolocomorestantedaenergiaqueproduziucomoospaineisolaresquerecebeudogovernoparasuacasausarresolvidooproblemadoabastecimentodobusaointeligenciasabedoriarespeitoparatodos

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