VÍDEO: Mais ônibus a biometano da Sambaíba e tecnologia testada pela A2 para elétricos – Rádio ABC repercute reportagem do Diário do Transporte
Publicado em: 3 de junho de 2025
Notícias foram trazidas em primeira mão pelo repórter Adamo Bazani. Prefeito Ricardo Nunes, comentou matéria e disse que especialistas constataram viabilidade de “gás de lixo”
ADAMO BAZANI
Com exclusividade ao Diário do Transporte, a Sambaíba Transportes Urbanos, concessionária que opera linhas na zona Norte da capital paulista, confirmou mais oito ônibus que serão MOVIDOS A BIOMETANO, combustível obtido na decomposição de resíduos, conhecido como gás do lixo. O apresentador Ricardo Leite, da Rádio ABC, veiculou reportagem de Adamo Bazani e trouxe ainda a palavra do prefeito Ricardo Nunes.
O Diário do Transporte havia mostrado que já existe uma unidade que começou a rodar para os testes e aprovação da gerenciadora dos transportes na cidade (SPTrans – São Paulo).
Estes oito ônibus novos possuem chassis da Mercedes-Benz. Três têm carrocerias Marcopolo, a grande novidade neste projeto da Sambaíba, e os outro cinco são carrocerias Caio, a exemplo da primeira unidade.
Todos estes ônibus foram concebidos originalmente para serem a óleo diesel, mas são convertidos pela empresa MWM, da zona Sul de São Paulo, poupando custo de desenvolvimento de novos modelos.
O biometano é considerado pela prefeitura de São Paulo como uma alternativa ao avanço abaixo do esperado da frota de ônibus elétricos. A meta de 2,6 mil ônibus elétricos até 2024 não foi cumprida e a gestão culpa a ENEL porque não fez a tempo o aumento da potência das redes dos bairros. Hoje são apenas 528 ônibus a baterias.
O prefeito Ricardo Nunes comentou o furo jornalístico do Diário do Transporte, dizendo que um evento com especialistas realizado pela gestão mostrou a viabilidade do biometano e ainda revelou que o secretário de Transportes, Celso Caldeira, vai assinar acordo com a fabricante de uma tecnologia chamada BESS, que é uma espécie de nobrerak gigante, que promete deixar as garagens menos dependentes da ENEL para os ônibus elétricos.
O equipamento permite um armazenamento de energia elétrica nas dependências da garagem enquanto o ônibus está em operação nas ruas. O Diário do Transporte também noticiou que a empresa de ônibus A2, da zona Sul da cidade de São Paulo, já testa este BESS, o tal de nobreak gigante.
Relembre a reportagem original e completa do Diário do Transporte neste link.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



Isso mesmo! A SAMBAIBA e a Prefeitura estão certíssimas! Investir em BIOMETAMO e em Ônibus movidos a DIESEL EURO VI e SE VIER, VII, VIII ! Tem que revogar as proibições ao DIESEL! As ex Cooperativas não vão aguentar esse negócio de Ônibus Elétricos a Baterias ! e, aguardar Deus Tocar na ENEL ! So Deus mesmo! Pois a ENEL não teve até agora a capacidade de fazer valer o desejo da Humanidade de se livrar p/ sempre do DIESEL, PETRÓLEO, GAS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO – GLP ….Pelo Amor de Deus!
Veremos se outras empresas irão aderir.
O biometano não vai impedir os trancos e ruídos típicos do motor a combustão.