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ANTT realiza operação para combater transporte interestadual clandestino em Pernambuco

Foto: Divulgação/ANTT

Ação em conjunto com a PRF e PM resultou na apreensão de 14 veículos que operavam sem autorização e apresentando diversas irregularidades

ARTHUR FERRARI

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deu início, na última quarta-feira, 15 de janeiro de 2025, a uma operação para coibir o transporte interestadual remunerado clandestino de passageiros e fiscalizar o transporte fretado regular. A ação ocorreu em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar de Pernambuco, marcando o retorno dessas fiscalizações em uma região estratégica para o turismo e o comércio, especialmente pelas feiras de confecção de Santa Cruz do Capibaribe e Toritama.

Resultados iniciais e irregularidades identificadas

Até o momento, 14 veículos foram apreendidos por realizarem transporte interestadual remunerado de forma clandestina e apresentarem diversas irregularidades, como:

Essas condições comprometem a segurança e o conforto dos passageiros.

Incidente com condutor e atuação policial

Durante a operação, um dos condutores desobedeceu à ordem de encaminhar o veículo ao Terminal Rodoviário de Caruaru e incitou os passageiros contra os fiscais, gerando tumulto. A Polícia Militar precisou intervir, conduzindo o motorista à Delegacia da Polícia Federal em Caruaru para os procedimentos legais.

Medidas e orientações aos passageiros

Os veículos flagrados foram enquadrados na Resolução nº 4.287/14 da ANTT e recolhidos a depósitos credenciados por no mínimo 72 horas. A liberação só ocorrerá após:

O coordenador da operação, Jesiel Junior, destacou que passageiros podem verificar a regularidade do transporte entrando em contato com a ANTT por meio dos seguintes canais:

A operação, segundo a agência, teve como objetivo garantir maior segurança e qualidade para os usuários do transporte rodoviário interestadual. Novas ações semelhantes já estão planejadas para coibir práticas clandestinas e proteger passageiros de possíveis riscos.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

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